| |
| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
Novo BBlog - aviso aos bbnautas
Primeiramente, em maio de 2002, criei o Site do Romildo. Depois - mais precisamente às 09h21min do dia 2 de outubro de 2005 - veio o BBlog - Blog do Romildo, tratando dos mais variados assuntos relacionados ao sistema financeiro nacional, principalmente aos bancos públicos e, mais particularmente ainda, discorrendo sobre o que se refere ao Banco do Brasil, seus funcionários e suas entidades.
Assim, o sindicalismo, o associativismo, o cooperativismo e o microcrédito passaram a ser temas constantes deste blog. Da mesma forma, foram milhares de notas neste período relacionados à Anabb, aos sindicatos de bancários e suas federações e confederações, às AABB, à Fenabb, à Cooperforte, à Previ, à Cassi, às cooperativas de consumo e à sua federação, à Apabb, à Fenabb, ao Satélite etc. etc.
Agora, transcorrido pouco mais de um ano inicio uma nova fase do BBlog, unificando num só endereço o Site do Romildo e o BBlog. Embora por algum tempo ainda possam ser acessados, o site no endereço http://www.romildo.com/index.htm e o antigo BBlog (que recebeu neste período cerca de 35,5 mil visitas) no atual endereço, não mais serão atualizados. O novo BBlog unificará os conteúdos dos dois veículos e será acessado através do endereço: http://www.romildo.com
Desta forma, os bbnautas poderão encontrar em apenas um endereço um permanente debate sobre as coisas que dizem respeito aos seus interesses e aos interesses do País, representados pelo segmento que se relaciona com o Banco do Brasil.
Espero que esta nossa relação continue por muitos anos.
Romildo Gouveia Pinto
Escrito por Romildo, de Curitiba, às 18h53
[]
[envie esta mensagem]
A FARRA DOS BANCOS
Bancos insistem em mudar a TR
Fórmula impede que
taxa caia com os juros, o que incentiva aplicações em poupança e provoca
distorções
Rosangela
Dolis
Instituições financeiras
insistem em que o governo precisa rever a fórmula de cálculo da Taxa Referencial
(TR), e conseqüentemente do rendimento da caderneta de poupança, por causa do
corte dos juros. A taxa básica caiu de 18% ao ano em janeiro para 13,25%. A
medida seria necessária para evitar distorções no segmento de crédito
imobiliário e migração de fundos de renda fixa menos rentáveis para a
caderneta.
'Temos preocupação com a fórmula que define a TR', afirmou o
diretor de crédito imobiliário da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e
vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e
Poupança (Abecip), Natalino Gazonato, na quinta-feira. 'Ela impede que a taxa
acompanhe as reduções da taxa básica de juros (Selic)'. Segundo Gazonato, isso
impõe a quem toma financiamento habitacional correção maior do que se a TR
seguisse a queda do juro. Entidades que representam mutuários dizem que o efeito
da TR sobre o financiamento é pequeno. 'O grande vilão são os juros de até 12%
', diz Amauri Bellini, presidente da Associação Brasileira de Mutuários da
Habitação.
Gazonato disse haver também apreensão com um descasamento dos
prazos de captação de recursos de poupadores e dos contratos de financiamento
com esse dinheiro, caso haja uma entrada de recursos muito forte na caderneta. O
receio é de que haja uma reversão no cenário e a poupança volte a se tornar
pouco rentável, situação que provocaria fuga da aplicação. Dessa forma, as
instituições ficariam com uma proporção muito elevada de recursos aplicados no
longo prazo sem a contrapartida dos depósitos.
O professor de matemática
financeira José Dutra Vieira Sobrinho acredita que em algum momento o governo
vai ter de alterar o cálculo da TR. 'O risco de não fazer isso é provocar um
forte desequilíbrio nas captações do mercado financeiro, com a concentração de
recursos para financiamento imobiliário e falta de dinheiro em outras linhas de
crédito ao consumidor', diz. Do dinheiro captado em poupança, os bancos precisam
destinar 65% para financiamentos habitacionais. Já as captações para linhas de
crédito ao consumidor são feitas com títulos bancários, que poderiam ter a
emissão reduzida.
Dutra explica que a base de cálculo da TR é a taxa
média dos títulos bancários. Sobre essa média, é aplicado um redutor. Ocorre que
esse redutor cai junto com a taxa de juro - com os juros a 13,75% ao ano, o
redutor era de 36% e a TR, 0,18%; se o juro cair para 12% ao ano, o redutor será
de 28% e a TR continuará em 0,18%.
Dutra diz que a revisão é necessária
também porque isso coloca o Brasil na contramão de outros países. 'A caderneta é
acessível a todos, tem a maior garantia do mercado, e em nenhum país uma
aplicação com essas características é tão competitiva como ela agora.' A
diretora de Recursos Humanos Cláudia Possebon está entre os 75 milhões de
poupadores do País. 'A praticidade e a garantia de que o dinheiro vai estar lá
me dão tranqüilidade.'
FUNDOS
Em novembro, a caderneta teve
captação recorde no ano de R$ 2,644 bilhões e os fundos de renda fixa perderam
R$ 2,029 bilhões, mas os bancos negam fugas dos fundos menos rentáveis para a
caderneta. A Associação Nacional dos Bancos de Investimento(Anbid) diz que não
há preocupação com a concorrência da caderneta.
'É simplório dizer que
isso coloca em xeque a indústria de fundos', diz Marcelo Giufrida, presidente da
entidade. O setor, ele diz, comemora este ano o melhor resultado da história,
com captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 70 bilhões.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, no RIO, às 12h21
[]
[envie esta mensagem]
PREVIDÊNCIA
Fraude representaria quase todo o rombo da Previdência
De um total de R$ 146 bi pagos em 2005, por exemplo, R$ 33,5 bi, foram pagos indevidamente. O valor fica próximo do déficit registrado no ano, de R$ 37,5 bi
Rosa Costa e Isabel Sobral
BRASÍLIA - Grande parte do rombo da Previdência decorre do pagamento ilegal de benefícios, segundo relatório de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). De um total de R$ 146 bilhões pagos em 2005, por exemplo, R$ 33,5 bilhões, foram pagos indevidamente. O valor fica próximo do déficit registrado no ano, de R$ 37,5 bilhões, aponta o relatório, feito por amostragem de dados obtidos em todos os Estados brasileiros.
O relatório foi aprovado por unanimidade na quarta-feira. O ministro-relator, Marcos Vilaça, ressalta que, de uma amostra de 55.412 benefícios, foram analisados 7.053, sendo que 23% apresentaram irregularidades. A mais constante (66,1%) se refere a pagamentos a beneficiários mortos. Em seguida, com 22,8%, aparecem pessoas que acumulam benefícios, os favorecidos por fraudes na concessão do benefícios por idade (6,3%) e os que receberam valor superior ao teto previdenciário (4,8%).
O Ministério da Previdência Social, por meio da assessoria de comunicação, evitou qualificar o relatório do TCU. Mas em nota distribuída no início da noite, o Ministério afirmou que as conclusões do tribunal só se aplicam ao universo de benefícios selecionados para a auditoria - e que o resultado que aponta irregularidades em 23% da amostra não pode ser extrapolado aos demais benefícios. "Portanto, os não selecionados (23,545 milhões) não se enquadram na hipótese de pagamento indevido", sustenta o Ministério.
Medidas
O déficit da Previdência, que deve passar de R$ 42 bilhões neste ano, tem motivado uma polêmica entre os que defendem uma nova reforma estrutural para estancá-lo e os que sustentam ser possível reduzir o rombo com melhoria da gestão do sistema. O TCU não entra no mérito dessa discussão.
Com base no relatório, o Tribunal determinou ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que adote uma série de medidas para vedar os pagamentos irregulares. Entre elas , suspender e ressarcir a União dos valores pagos indevidamente e intensificar a fiscalização. De acordo com Vilaça, os auditores cruzaram dados do INSS e dos cadastros de eleitores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e da Receita Federal e os registros de óbitos no Ministério da Previdência Social.
Mato Grosso é o campeão de fraudes
O Estado de Mato Grosso, com ocorrência em 71% dos casos, sendo 75% referente ao acúmulo ilegal de benefícios, é o recordista em irregularidades. Em seguida estão o Rio Grande do Norte (49% das ocorrências), Amazonas (46%) e São Paulo (36%). Uma das maiores dificuldades enfrentadas pela equipe de auditores foi a localização dos processos. O Tribunal determinou ao INSS que faça a reconstituição dos que não forem localizados. Outra dificuldade é a incapacidade do INSS de verificar a veracidade do CPF do beneficiários.
73 benefícios acumulados
A auditoria identificou 14 pessoas que têm 10 ou mais benefícios em seu nome. A recordista da relação, Magda dos Santos Lucena, tem 73 benefícios. No total, foram encontradas 1.076 pessoas com quatro ou mais benefícios acumulados. Na base de dados da Previdência foram encontrados ainda 27.696 números de CPF que acumulam três ou mais benefícios e 3,4 milhões com o CPF zerados.
Outro problema, segundo a auditoria, são os 1,3 milhão de titulares de benefícios cujos sobrenomes estão abreviados, "o que dificulta o cruzamento de informações". Foram ainda detectados no banco de dados da previdência 100 benefícios com valor mensal superior à remuneração de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), de R$ 24,5 mil. São ex-pracinhas, aeronautas e outras categorias beneficiárias da legislação especial da Previdência. O TCU recomendou ao INSS que respeite o teto salarial, como manda a lei.
A auditoria chamou a atenção para o aumento no número de requerimentos de auxílio-doença, que passou de 1,2 milhão em 2001 para 3,2 milhões em 2004. O aumento foi de 166%. São Paulo foi o Estado onde houve maior quantidade de benefícios, com 41,11% do total, seguido do Rio de Janeiro, com 10,06% e Minas Gerais (10,04%). As agências de Suzano, com 15.961 pedidos, e Barueri (8.828), ambas em São Paulo, e Palhoça, com 4.969 pedidos, em Santa Catarina, são recordistas na concessão desse benefício.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, no RIO, às 12h17
[]
[envie esta mensagem]
PROTESTO CONTRA BB EM MS
Produtores ameaçam fechar agências do BB em 03
cidades
WALTER J. SILVA
Pelo menos 1.388 agricultores ameaçam
fecharam as agências do Banco do Brasil em Mundo Novo, Itaquiraí e Naviraí na
próxima semana conforme reunião do GETIM (Grupo de Trabalho Intermunicipal) que
trata das questões em defesa dos produtores que foram atingidos pela crise da
febre aftosa em outubro de 2005.
De acordo com o GETIM, o problema está
focado hoje na não liberação pelo Banco do Brasil de créditos no valor de R$ 8,5
milhões correspondente a 1.388 contratos protocolados nas agências da
instituição em Mundo Novo, Itaquiraí e Naviraí, sendo que desse total 635 estão
em Mundo Novo, 742 em Itaquiraí e 108 em Naviraí.
Esses recursos são
referentes à Resolução nº 3.374, de 19 de junho de 2006, do CMN (Conselho
Monetário Nacional), que disponibiliza crédito especial no valor individual a
cada agricultor de R$ 6 mil com até 3 anos de carência e prazo de até 10 anos
para quitação com juros de 1% ao ano para reconversão e revitalização da unidade
familiar desses agricultores que tiveram o gado abatido em virtude do foco de
aftosa.
Esses créditos poderiam estar sendo acessados desde setembro de
2006 quando a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrária começou a
elaboração dos projetos incluindo as renegociações das dividas. Em todos os
municípios os técnicos do governo do Estado trabalharam, inclusive fazendo horas
extras, para atender a demanda dentro do prazo pactuado pelo BB que finalizou em
30 de outubro.
De lá para cá, dos 1.388 projetos protocolados, apenas 129
tiveram liberação. Ainda, deste total de projetos, cerca de 15% foram devolvidos
pelo Banco do Brasil com a alegação de que os mesmos não eram público alvo. Essa
justificativa do BB causou revolta perante os agricultores, já que, segundo a
instituição financeira aqueles que não têm operações Pronaf não podem acessar o
crédito especial incluindo aqueles que já quitaram as operações com os recursos
das indenizações pelo abate do gado.
O GETIM preocupado com esta
situação, em reunião nesta semana em Itaquiraí com representantes desses
municípios, discutiu a situação incluindo a preocupação também por parte do
Ministério do Desenvolvimento Agrário que acompanha o problema. O
coordenador-geral de Financiamento à Produção Rural do Ministério, João
Guadagnin, comunicou que o Banco do Brasil pode não efetivar esses contratos
antes de 30 de dezembro em virtude de dificuldades técnicas encontradas nas
agências.
Com isso, os agricultores do Cone Sul do Estado que estão nos
municípios afetados pela crise da febre aftosa marcaram para esta sexta-feira
uma reunião emergencial com os prefeitos de Mundo Novo, Japorã, Eldorado,
Iguatemi, Itaquiraí e Naviraí para definirem apoio político para tratar o
assunto. Além disso, o GETIM deverá mobilizar todos os 1.388 agricultores para
protestarem junto às agências do BB nesses municípios.
Essas ações
incluem o fechamento das agências na busca de uma resposta para a situação e
ainda reforçar o pedido do Ministério ao Fundo Monetário Nacional para que na
próxima reunião que será realizada neste mês mude a redação de um dos artigos da
3.374 que não foi colocado em pauta na reunião do CMN no dia 30 de novembro em
Brasília (DF).
Fonte: Costa Rica News
Escrito por Romildo, no RIO, às 09h57
[]
[envie esta mensagem]
GERENTE DO BB CONDENADO
Ex-gerente do BB é condenado a
14 anos de prisão
O ex-gerente do Banco do Brasil, Josimar Pereira de Souza, foi condenado a
mais de 14 anos de prisão. Ele planejou a morte da aposentada Laura Bezerra dos
Santos, 81 anos, depois de desviar mais de R$ 100 mil de sua conta bancária. O
julgamento terminou na madrugada da última quarta-feira (6).
O
acusado negou a participação no crime durante o interrogatório, mas foi
considerado culpado pelo juri. O juiz Edilberto Martins de Oliveira, que
presidiu o julgamento, condenou o réu a 14 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão.
Inicialmente, a pena deverá ser cumprida em regime fechado.
O julgamento
aconteceu na terça-feira. Pela manhã, acusado foi interrogado. No período da
tarde, foram lidas peças processuais com os trechos mais importantes de
depoimentos de várias testemunhas que haviam falado na primeira fase do
processo. Após a leitura, o júri ouviu o depoimento da vítima. Em seguida, de
Darcy Garbeline, médica que cuidava de Laura Bezerra antes do crime. As outras
testemunhas foram dispensadas. As partes entenderam que os depoimentos já haviam
sido esclarecedores. Após ouvir a médica, o júri presenciou a fase de debates,
que se estendeu até a madrugada, seguida da sentença.
O crime
Ao desconfiar que o gerente desviava dinheiro de sua conta, Laura Bezerra
decidiu escrever uma carta ao banco cobrando todos seus extratos. Para não ser
desmascarado, Souza decidiu silenciá-la, mas o crime não se consumou.
O
autor da tentativa de homicídio é o pedreiro Valério Rodrigues. Em maio de 2006,
Valério se passou por entregador de biscoitos e foi até o quarto da vítima no
hotel Naoum Plaza. Ele tentou asfixiá-la, mas a idosa sobreviveu ao atentado. No
mês passado, ele foi condenado a 14 anos de prisão. O pedreiro confessou ter
sido contratado por Maedson de Souza Rodrigues, primo do gerente do banco. O
júri considerou, nesta madrugada, que Souza arquitetou o plano. Maedson ainda
aguarda julgamento preso, marcado para fevereiro de 2007.
Fonte: CorreioWeb
Escrito por Romildo, no RIO, às 16h30
[]
[envie esta mensagem]
CONSIGNADO
Crédito consignado do BB tem taxa mensal inferior a 1%
O Banco do Brasil passa a cobrar juros menores nos empréstimos com consignação em folha de pagamento do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) já a partir desta sexta-feira. As taxas do convênio INSS passam a variar entre o mínimo de 0,95% ao mês até o valor máximo de 2,30% ao mês.
Os empréstimos para aposentados e pensionistas do INSS são escalonados de acordo com o prazo do contrato. Nas operações parceladas em até seis vezes, a taxa foi reduzida de 1,20 para 0,95% ao mês. Os contratos com prazo entre sete e 12 meses têm agora taxa mensal de 1,70%, ante os 1,87% ao mês cobrados anteriormente.
As taxas também caíram para empréstimos com prazo de 13 a 24 meses, com variação de 2,29% ao mês para 2,16%. Já ataxa máxima (válida para os financiamentos com prazo de 25 a 36 meses) foi diminuída de 2,44% ao mês para 2,30% ao mês.
Desta vez, a decisão não está diretamente vinculada à redução da taxa Selic, apenas. O cenário de redução dos juros no país, com a conseqüente diminuição dos custos de captação e a redução constante da inadimplência, além da melhoria nos índices de eficiência operacional que resulta da crescente automatização dos processos de contratação de operações de crédito, possibilitaram ao BB oferecer condições mais vantajosas aos seus clientes.
A linha do Banco do Brasil pode ser contratada por cerca de 19 milhões de beneficiários da Previdência Social autorizados a tomar o crédito. Desse total, 4,6 milhões de aposentados e pensionista possuem domicílio bancário no Banco do Brasil e podem receber o valor financiado diretamente em suas contas correntes.
O saldo em carteira acumulado da linha de crédito para aposentados e pensionista do BB é de R$ 1,3 bilhão -o que equivale a 17% da carteira total do crédito consignado do banco. O valor médio do empréstimo consignado para beneficiários do INSS é de R$ 900.
Fonte: Jornal do Commercio-RJ
Escrito por Romildo, no RIO, às 16h28
[]
[envie esta mensagem]
CRISE NA COBRA TECNOLOGIA
Fundo não tira Cobra de crise financeira
André Borges
Em meados de agosto, quando a Cobra Tecnologia anunciou a criação de um fundo
para levantar R$ 250 milhões junto a investidores, um churrasco foi organizado
na sede da empresa, no Rio de Janeiro. Funcionários comemoraram a chegada dos
recursos que finalmente poderiam dar jeito ao caos financeiro que tem dominado a
companhia há dois anos. Mas o fato é que a festa já acabou. E o dinheiro
também.
Desde que passou a oferecer as cotas do chamado Fundo de Investimento em
Direitos Creditórios (FIDC), o Banco do Brasil, controlador da empresa de
informática, conseguiu arrecadar cerca de R$ 200 milhões para a estatal,
dinheiro que imediatamente passou a ser usado para pagar dívidas e cobrir as
despesas operacionais da Cobra.
As complicações financeiras da companhia, porém, estão longe do fim. Neste
ano - após o prejuízo de R$ 57,2 milhões registrado em 2005 - o que se esperava
era lucro. Pelo menos é o que chegou a projetar Jorge Wilson, que foi
funcionário do Banco do Brasil por 26 anos e que ocupa interinamente o cargo de
presidente da empresa.
Mas o que já se tem de concreto, conforme informações a que o Valor teve
acesso, é um prejuízo de R$ 24,4 milhões registrado entre janeiro e setembro
deste ano, resultado que decepcionou a diretoria da companhia e levou à revisão
da maior parte de suas metas.
Ainda no mês passado, a diretoria da Cobra se reuniu para discutir projeções.
A expectativa era fechar 2006 com uma receita operacional de R$ 578 milhões, mas
com os R$ 321 milhões somados até setembro, esse objetivo já foi descartado. Os
números também aludiam para um retorno de 30% sobre os investimentos feitos
durante o ano, quando o índice acumulado nos três trimestres de 2006 foi de
-2,22%.
Para 2007, até duas semanas atrás se falava em atingir nada menos que 50% de
retorno sobre os investimentos da companhia.
O Valor procurou a diretoria da Cobra para comentar os resultados, mas a
empresa alegou que, conforme regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM),
está em período de silêncio devido à distribuição das cotas de seu fundo. Uma
fonte da empresa, porém, que preferiu não se identificar, comentou a situação:
"Não chegaremos ao que foi projetado porque as vendas de equipamentos e licenças
estão bem abaixo do esperado e bem menores que em 2005."
A Cobra justifica que boa parte de seus problemas está atrelada ao não
recebimento de serviços prestados. Desde 2005, a empresa aguarda pagamentos que
somam R$ 64,9 milhões. Até agora, não recebeu. Ironicamente, entre os maiores
devedores da empresa, segundo uma fonte, está outra estatal: a Empresa de
Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev). Procurada pelo Valor,
a Dataprev reconheceu, por meio de sua assessoria de comunicação, a existência
da dívida com a Cobra, mas também alegou dificuldades financeiras para pagar o
que deve.
Acontece que a cifra do que a Cobra tem para receber está longe de cobrir
suas dívidas. Entre janeiro e setembro, a empresa acumulava R$ 138,4 milhões em
aberto com seus fornecedores. O endividamento bancário da companhia, que em 2004
foi de R$ 24,4 milhões, atingiu R$ 93,1 milhões nos três trimestres deste ano. O
Banco do Brasil, por meio de sua assessoria de comunicação, informou que os
recursos do fundo de créditos estão sendo utilizados para cobrir as dívidas da
empresa. "É preciso entender que o FIDC não vai resolver todos os problemas. O
que ele permite é obter um prolongamento da dívida", declarou o banco.
Nos últimos dias, o presidente interino da Cobra, Jorge Wilson, em reunião
com a diretoria da empresa, declarou que a maior parte do recursos do FIDC já
havia sido usada para cobrir dívidas, e que a companhia só iria para frente se
todos os funcionários se envolvessem com a empresa. As declarações geraram um
clima de descontentamento. Nos corredores da Cobra, já se fala sobre a saída de
Wilson da liderança da empresa.
Aparentemente, o próprio executivo nunca fez mesmo muita questão de
permanecer no cargo. Chegou a dizer algumas vezes que seu papel foi conduzir a
empresa apenas em seu momento emergencial. Wilson é presidente interino há dez
meses.
O pior momento da crise, contudo, já passou, segundo a assessoria de
comunicação do BB. "É evidente que a empresa tem fragilidades financeiras. Por
isso não vai resolver seus problemas em apenas um dia."
O Banco do Brasil continua ofertando as demais cotas do fundo de créditos, as
quais ainda somam cerca de R$ 50 milhões. A expectativa é de que os papéis sejam
distribuídos nos próximos dois meses. "Com o FIDC, a sangria estancou. Foi um
passo para tirar o tubo de oxigênio e deixar a empresa respirar", diz uma fonte
da Cobra.
O Valor apurou que a empresa já discute uma segunda injeção de capital, mas
desta vez feita diretamente pelo Banco do Brasil. O BB, que detém 99,35% do
capital social da Cobra - outro acionista é a Atrium Participações, com 0,56% do
capital - confirma que está avaliando a operação, mas acrescenta que ainda não
há qualquer definição sobre o assunto.
Mesmo sem dinheiro, a Cobra segue fazendo planos. Até o fim de 2008, seu
objetivo nada mais é que o de fazer uma oferta pública de ações. As apostas que
garantiam um resultado positivo a ponto de levá-la para a bolsa de valores
incluem a fabricação de computadores de marca própria, iniciativa que a
companhia já chegou a aventar com o seu prometido PC Conectado.
Recentemente, um projeto piloto começou a ser trabalhado no Rio de Janeiro, a
partir da fabricação de máquinas com a marca Auria. "Só não estamos produzindo
milhares de máquinas porque ainda não temos capital de giro para suportar a
operação", diz uma fonte da empresa. "Mas estamos no caminho para isso. Logo
também vamos entrar nesse mercado."
Fonte: Valor Econômico
Escrito por Romildo, no RIO, às 13h13
[]
[envie esta mensagem]
CRISE NA COBRA TECNOLOGIA
Fornecedor prioriza boa relação com banco
De São Paulo
Os constantes atrasos de pagamento e prorrogações de dívida não são razões suficientes para fazer com que os fornecedores abram mão de vender serviços e produtos para a Cobra Tecnologia. Executivos de duas empresas concordaram em falar ao Valor sobre o assunto, desde que não tivessem seus nomes revelados. Ambos ainda têm dinheiro a receber da estatal.
"A razão de continuarmos com a Cobra é bem simples", comenta o diretor de uma das companhias. "Se não vender para eles, ajudo a empresa a ir para o buraco, e no fim da contas acabo não recebendo o que me devem. Por isso o jeito é manter a bicicleta andando."
Há, no entanto, uma razão bem mais forte que faz com que os fornecedores continuem se submetendo aos riscos dos reveses financeiros da estatal. O motivo chama-se Banco do Brasil (BB). "Na verdade é isso o que sustenta essa situação. Todo o mercado olha para o banco com carinho", comenta o executivo.
Atualmente, a Cobra responde pela pela manutenção, assistência técnica, remanejamento e remoção de todos os equipamentos de automação bancária e terminais de auto-atendimento do Banco do Brasil, em todo o país. Isso sem considerar toda a parte de infra-estrutura interna de tecnologia da instituição.
Segundo informações da própria Cobra, em 2004 o Banco do Brasil investiu R$ 846,3 milhões em tecnologia e infra-estrutura. Em 2005 foram R$ 806,4 milhões. Para este ano, o investimento previsto é de R$ 1,2 bilhão.
"É claro que ninguém que se indispor com o Banco do Brasil. É preciso evitar qualquer mal-estar", comenta um segundo executivo, que diz já ter recebido mais da metade do que a Cobra lhe deve. "Acho que está funcionando bem porque estamos usando nossos instrumentos jurídicos."
Segundo outro fornecedor, o que atrapalha a estatal não é exatamente o fato de ela ser uma intermediária entre o mercado e o BB, mas sim a falta de clareza administrativa. "Ainda tem muito apadrinhamento político. As pessoas ficam brigando por poder e esquecem de gerenciar a empresa."
O executivo, que alega ter boa parte de seus contratos a receber, reclama de que a injeção de capital feita na empresa ainda não refletiu em suas contas com a companhia. "Vemos que a empresa está tentando se reestruturar, mas a situação está bem difícil. Talvez os recursos atuais não sejam suficientes."
Fonte: Valor Econômico
Escrito por Romildo, no RIO, às 13h12
[]
[envie esta mensagem]
CRISE NA COBRA TECNOLOGIA
Para BB, companhia errou em ir para o
mercado
Tão complicado quanto presumir o futuro da Cobra Tecnologia é entender o que
leva uma instituição financeira do porte do Banco do Brasil (BB) a insistir em
manter uma empresa deficitária, de patrimônio líquido negativo e sem um
posicionamento definido no mercado.
Procurada pelo Valor, a diretoria do banco estatal não quis se pronunciar
formalmente a respeito da situação de sua controlada. Por meio de sua assessoria
de comunicação, a instituição financeira informou que a Cobra é uma operação
vital porque "presta serviços essenciais à atividade bancária do BB".
Segundo a instituição, o fato de ser controlador de uma empresa de tecnologia
lhe dá o poder de intervir na gestão da companhia quando julgar necessário.
"Fica menos arriscado para o BB contratá-la como única fornecedora de alguns
serviços considerados críticos", declarou a estatal, acrescentando que a maior
parte dos bancos de varejo nacionais costumam seguir o mesmo caminho.
Se é assim, então por que deixar definhar uma operação considerada
estratégica? Segundo uma fonte do BB, o erro cometido pela instituição foi
tentar transformar a Cobra em uma fornecedora de serviços e produtos para o
mercado, e não apenas para o BB. "Essa ida para o mercado não foi bem-sucedida.
Por isso a Cobra tende a se voltar cada vez mais para o banco."
Em 2002, cerca de 70% da receita da companhia vinha do BB, porcentagem que
caiu para 66% em 2004. Hoje esta margem se aproxima de 75% e a tendência é de
que cresça ainda mais nos próximos meses. "A verdade é que a Cobra precisa
definir o que quer da vida. Tem que escolher se fica só com o banco ou se vai
para o mercado", comenta a fonte do BB.
Desde que voltou com força ao mercado, há cerca de cinco anos, a Cobra foi
alvo constante de críticas por intermediar a prestação de serviços entre
empresas e o Banco do Brasil, que repassa projetos para a companhia sem realizar
licitações. "O que não entendem é que a Cobra fazia sentido dentro do contexto
histórico em que ela surgiu, no tempo da reserva de mercado", afirma o diretor
de uma das fornecedoras da empresa. "Hoje mudou tudo. Não há mais espaço para
essa situação com uma empresa pública."
A história da Cobra remonta ao ano de 1974, quando a indústria nacional,
depois de tentativas frustradas de criar um microcomputador, decidiu montar uma
empresa de tecnologia própria para dar cabo da empreitada. A idéia foi montar
uma operação com capital do Estado, de um sócio privado nacional e de um sócio
estrangeiro. Nascia assim o computador Argus 700, para treinamento da Marinha,
produto da recém-criada Cobra Tecnologia, que recebeu investimentos do BNDES, da
brasileira EE Eletrônica e da inglesa Ferranti. A chegada do Banco do Brasil se
deu apenas em 1990, quando o BB se tornou acionista majoritário.
Hoje, ao constatar que a maior parte das empresas de tecnologia se aproximam
da Cobra apenas com o propósito de vender indiretamente para o banco, a
instituição não se incomoda. "Não vemos nada de errado nisso", diz a fonte do
BB, adicionando que o banco está avaliando novas formas de aplicações de capital
na empresa.
"O momento certo ainda não chegou. O fundo de créditos nos deu mais tempo
para pensar", acrescenta a fonte. (AB)
Fonte: Valor Econômico
Escrito por Romildo, no RIO, às 13h08
[]
[envie esta mensagem]
CASSAVETES NO CCBB (2)
Obra do diretor John Cassavetes tem mostra no
Rio
Retrospectiva do norte-americano que é um dos símbolos do cinema
independente vem a São Paulo em fevereiro
Com debates sobre o método do cineasta, organizadores do ciclo
pretendem "irrigar a discussão em torno do cinema independente hoje no Brasil"
DA REPORTAGEM LOCAL
Autor de 12 longas cultuados por cinéfilos, mas de difícil acesso -sua obra é
raramente vista no cinema, na TV e mesmo em edições em DVD-, o norte-americano
John Cassavetes (1929-1989) é tema de retrospectiva que abre hoje no CCBB
(Centro Cultural Banco do Brasil), no Rio de Janeiro, e que vem a São Paulo em
fevereiro do ano que vem, quando ocupará a Sala Cinemateca.
"Não queremos ficar saudando o mito, mas sim proporcionar que o cinema dele
sirva como fonte inspiradora, para irrigar a discussão em torno do cinema
independente hoje no Brasil", diz o cineasta Joel Pizzini, curador do programa.
O método de trabalho de Cassavetes, considerado um ícone do cinema
independente, será debatido em duas mesas, hoje e no próximo sábado. Pizzini,
que mediará os debates, enxerga "uma afinidade entre o cinema dele, esse cinema
de tribo [realizado entre amigos e abordando temas familiares ao grupo] e o
cinema novo" e acha curioso que essa relação não tenha sido mais explorada pelos
próprios integrantes do movimento brasileiro e também pela crítica.
Uma das intenções de "Faces de Cassavetes" é que essa ponte seja estabelecida
agora. Por isso, a mostra tem apoio do Tempo Glauber, entidade dedicada à
preservação e divulgação da memória e da obra de Glauber Rocha (1939-81) e com
"interesse em promover diálogos com autores contemporâneos de Glauber e do
cinema novo", como diz Pizzini, marido de Paloma Rocha, filha de Glauber.
O curador diz que, para reunir os 18 filmes da mostra -12 dirigidos por
Cassavetes, quatro em que ele atuou como ator e dois documentários a seu
respeito- foi fundamental a colaboração de Al Ruban, produtor e câmera de
Cassavetes, que viabilizou a vinda de cópias em película dos filmes "Sombras",
"Uma Mulher sob Influência", "A Morte de um Bookmaker Chinês", "Faces" e "Noite
de Estréia". Serão exibidos em digital "A Canção da Esperança", "Os Maridos",
"Assim Falou o Amor", "Minha Esperança É Você", "Gloria", "Um Grande Problema" e
"Amantes". (SA)
FACES DE CASSAVETES Quando: de hoje a 17/12
Onde: CCBB/RJ (r. Primeiro de Março, 66, tel. 0/ xx/21/ 3808-2020)
Quanto: R$ 8 (cine-passe válido para todas as sessões da sala, por 30
dias)
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, no RIO, às 15h25
[]
[envie esta mensagem]
CASSAVETES NO CCBB
CCBB do Rio homenageia o ator e diretor
John Cassavetes
Ele atuou em clássicos como O Bebê
de Rosemary, de Roman Polanski e Os Doze Condenados, de Robert
Aldrich; os filmes que dirigiu tratam de problemas de casais
SÃO PAULO - Num texto de 1961, no Jornal do
Brasil, Glauber Rocha diz que Shadows, de John Cassavetes, representa
a essência do cinema de autor. Quase 20 anos mais tarde, Glauber e Cassavetes
concorreram em Veneza, em 1980. O júri ignorou A Idade da Terra e dividiu
o Leão de Ouro entre Glória, de Cassavetes, e Atlantic City, de
Louis Malle. Glauber denunciou a mediocridade do júri, submisso a Hollywood.
Quis agredir Malle.
Há um enigma Cassavetes. Consciente de que a obra autoral do diretor é pouco
conhecida no País, Joel Pizzini, cineasta e responsável (com Paloma Rocha) pela
restauração da obra de Glauber, assina a curadoria da grande retrospectiva que
começa nesta terã-feira no Rio. O Centro Cultural Banco do Brasil de lá vai
exibir os 12 filmes que Cassavetes realizou, mais quatro que fez só como ator.
Em fevereiro, a programação chega desfalcada a São Paulo, na Cinemateca. Os
filmes incluem os cinco que o Grupo Estação adquiriu da distribuidora portuguesa
Atalante (e vai lançar em 2007) - Shadows, Faces, A Woman under
Influence, The Killing of a Chinese Bookie e Opening Night.
Serão realizados dois debates, o primeiro nesta terça, com participação de Paulo
César Saraceni e Helena Ignez; o próximo, dia 9.
O que Cassavetes ainda tem a nos dizer? Ator de clássicos hollywoodianos como
Os Doze Condenados, de Robert Aldrich, e O Bebê de Rosemary, de
Roman Polanski, Cassavetes construiu sua grande obra de autor na produção
independente, à margem do cinemão. Seus filmes tratam dos problemas do casal,
valorizam o ator, a sua capacidade de improvisação. Domingos Oliveira diz que o
método Cassavetes de alguma forma antecipa o seu manifesto BOAA, em defesa do
filme de baixo orçamento e alto-astral.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, no RIO, às 15h18
[]
[envie esta mensagem]
VIVENDO BEM
Associados da PREVI no Globo
Repórter
Os dois associados mais idosos da PREVI são personagens do Globo Repórter. O
programa será exibido pela TV Globo na sexta-feira, oito de
dezembro, por volta das 22h, com reprise no fim de semana pela Globo News
(sábado, às 9h05min, e domingo, às 13h05min). Inicialmente a exibição seria em
novembro, mas a emissora decidiu adiar para dezembro. Intitulado “Como viver bem
até os 100”, o programa também mostra a turma que já ultrapassou a marca dos
100. E, felizmente, esse grupo está representado por dois associados da PREVI:
Enoch Periandro de Oliveira completou 102 anos em 28 de outubro e Hildergardo
Doria de Mendonça chega aos 102 em abril de 2007. Ambos moram no Rio de Janeiro
e vivem muito bem para a idade.
Centenários inteirões
Nascido em Santa Rita, na Paraíba, no mesmo ano da criação da PREVI, Enoch
mantém-se disposto para as caminhadas diárias no calçadão de Copacabana, onde
mora. Considera que a boa saúde se deve a três fatores: fé nos deuses e na
natureza, leitura diária de livros e de jornais (pelo menos dois), e um bom
vinho nos fins de semana. Entrou no Banco em 1930 e se aposentou em 1960.
Tornou-se fundador-contribuinte da PREVI ao optar por nela permanecer em vez de
se filiar ao antigo Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Bancários (IAPB). As
fotos do aniversário estão no site da PREVI.
Hildegardo Mendonça é sete meses mais novo que Enoch, mas diz ter 102 anos
porque conta o ano já começado e incompleto. Seu Mendonça é poeta. São oito
livros escritos e uma coletânea, Pedaços de Mim vol. I, publicada em 2005, com
lançamento na sede da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB). O segundo
volume está pronto, aguardando apenas a edição gráfica. Até hoje, mantém a
máquina de escrever Remington portátil, adquirida em 1956, onde escreveu seus
versos. Alagoano de Penedo, cidade às margens do Rio São Francisco, conta ser
contemporâneo do cangaceiro Lampião. Seu Mendonça iniciou carreira no BB em 1925
e aposentou-se em 1972. Depois ainda trabalhou no Banco Continental e na
Superintendência Nacional da Marinha Mercante (Sunamam) por 14 anos. No período,
foi convidado de honra do BB para a inauguração de agências nos EUA e na
França.
Fonte: Previ
Escrito por Romildo, no RIO, às 13h00
[]
[envie esta mensagem]
CRISE DA CASSI
Novo balancete da Cassi aponta
déficit de mais de R$ 95 milhões
Os diretores eleitos da Cassi, Douglas
Scortegagna e José Antonio Diniz, encaminharam ao Presidente do Banco do Brasil,
Rossano Maranhão Pinto, no dia 1º de dezembro de 2006, carta contendo, em anexo,
o balancete da entidade até outubro de 2006. Os números indicam que o déficit da
Cassi subiu de R$ 88.673 mil (dados do balancete de até setembro de 2006) para
R$ 95.215 mil.
No documento, os diretores ressaltaram a sua preocupação com a atual situação
financeira da Cassi. Afirmaram ainda que, em reunião da diretoria executiva da
Cassi no dia 27/11, registraram sua proposta para aplicação do artigo 20 do
estatuto, pela antecipação por parte do BB de duas arrecadações mensais - uma
vez que a Cassi já está utilizando reservas provisionadas no montante de
aproximadamente R$ 72 milhões – a fim de garantir os recursos necessários à
cobertura dos compromissos financeiros assumidos pela Cassi até dezembro deste
ano.
No dia 21/11, os diretores já haviam enviado uma carta ao presidente do BB
enaltecendo sua preocupação com o déficit da Cassi.
Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, no RIO, às 12h58
[]
[envie esta mensagem]
TEATRO NO CCBB E BRASÍLIA
Alunos de escolas públicas participam de
festival de teatro no CCBB
E aí, vendo a vida passar? Este é o tema proposto
pela Fundação Athos Bulcão para as 12 escolas públicas que participam do
Festival de Teatro na Escola 2006, que se inicia no Centro Cultural Banco
do Brasil (CCBB). O festival é o resultado de um projeto de oficinas de montagem
teatral nas escolas públicas que é realizado pela fundação desde 2000, no
Distrito Federal.
"O principal fundamento da iniciativa é
possibilitar as expressões lingüística e corporal dos alunos e, por meio delas,
a elevação da auto-estima", afirmou a idealizadora e coordenadora do evento,
Verônica Maia. Ela explicou que, por esse motivo, a escolha das escolas
participantes, baseada na motivação dos alunos e professores, procura contemplar
tanto as que já se mobilizam espontaneamente para o festival, quanto as que, no
primeiro instante, não manifestam interesse algum em apresentar uma peça de
teatro.
Por isso, o tema deste ano visa incitar professores e estudantes
a se mobilizarem, a saírem de um estado de simples espectadores de suas
condições sociais, humanas e educacionais, para um papel mais ativo, dinâmico e
criador.
De acordo com Verônica, a partir do momento em que eles
conseguem se expressar por meio do teatro, surge toda uma cadeia de progressos.
"Os benefícios da participação são muitos. Mas um dos mais visíveis é a fluência
verbal – tanto em vocabulário quanto em desinibição para se expressar", avaliou.
Segundo Verônica, a dificuldade de dominar o português inviabiliza, muitas
vezes, todo um processo educacional.
A coordenadora afirmou ainda que,
nos workshops preparatórios para a escolha dos textos e nos ensaios foram
detectadas duas grandes dificuldades entre os alunos: "O medo do fracasso e a
barreira lingüística de quem não domina um falar mais culto", disse. O festival,
explica ela, ajuda no combate a esses dois entraves ao desenvolvimento pleno da
personalidade dos alunos – eles melhoram a imagem que têm de si mesmos e
ingressam no mundo das artes.
Outro diferencial da iniciativa é a
liberdade que as escolas têm na escolha do espetáculo que irão encenar.
"Normalmente, são feitas releituras de peças conhecidas, mas também há algumas
com textos da própria lavra dos alunos e ainda aquelas que são fiéis aos textos
originais", disse Verônica.
Neste ano, a maioria dos textos, dez no total
de 12, foram criados pelos próprios alunos. Os outros dois são adaptações de
originais de Samuel Beckett – Enquanto Godot Não Vem...O Que
Fazemos em Um Ato – e de Gil Vicente – O Auto da Barca.
Os
espetáculos são elaborados durante quatro meses, nos quais estudantes e
professores trabalham conjuntamente com orientação quinzenal de professores de
Artes Cênicas da Fundação Athos Bulcão. As escolas escolhidas para participar do
festival recebem da fundação uma pequena ajuda de custo. Os trabalhos
preparatórios são realizados nas escolas no contraturno das aulas ou nos finais
de semana. Os alunos atuam como autores, atores, cenógrafos, sonoplastas,
figurinistas, iluminadores e produtores.
Desde que o festival foi criado,
as oficinas de montagem teatral já realizaram 84 espetáculos, 20 instalações
cênicas, cinco leituras dramáticas, dez instalações e um seminário de
dramaturgia. Em seis anos, cerca de 2.125 adolescentes e 80 professores
participaram diretamente e foram assistidos por, aproximadamente, 80 mil
espectadores.
Neste ano, no dia de encerramento do evento, no próximo
domingo, será lançado, às 19h, o II Caderno de Dramaturgia do Festival. "A
publicação traz textos que foram encenados nas edições passadas. Para nossa
satisfação, temos notícia que alguns deles, criados por estudantes do Distrito
Federal e que fazem parte do primeiro caderno, já foram encenados em diversas
escolas do País", informou Verônica. Ela acrescentou ainda que trechos de peças
do primeiro caderno também foram utilizados em provas do Programa de Avaliação
Seriada (PAS).
Programação:
04/12 –
segunda-feira 19h – Cerimônia de Abertura 19h30 – Brincadeira
Curiosa - Escola de Meninos e Meninas do Parque 21h –
Fragmentos – Centro Educacional 1 do Cruzeiro
05/12 –
terça-feira 19h – A Volta do que Não Foi - Centro de Ensino
Fundamental 16 da Ceilândia 21h – Vila do Alívio – Centro de Ensino
Fundamental 17 da Ceilândia
07/12 – quinta-feira 19h
– Imaginário da Vida Real - Centro de Ensino Fundamental 209 de Santa
Maria 21h – Voltar Atrás É Melhor que Perder-se no Caminho –
Centro de Ensino Fundamental 411 de Samambaia
08/12 –
sexta-feira 19h – Me Contradigo Quando Digo Quem Sou –
Centro de Ensino Médio 01 do Paranoá 21h – Enquanto Godot Não
Vem... O que Fazemos em um Ato? – Centro de Ensino Médio 02 da
Ceilândia
09/12 – sábado 16h – Falar -
Centro Educacional do PAD -DF 19h – Quase Famosas - Centro de Ensino
Fundamental 24 da Ceilândia 21h – O Auto da Barca - Farsa adaptada de uma
vida passada – Centro Educacional do Lago Norte
10/12 –
domingo 15h – No Sítio do ... – Centro de Ensino
Fundamental Nossa Senhora de Fátima 17h -
Encerramento
Festival de Teatro na Escola 2006 da Fundação
Athos Bulcão – Dias 5, 7 e 8, às 19h e 21h. Sábado, dia 9, às 16h, 19h
e 21h. Domingo, dia 10, às 15h, 17h e 19h. Entrada franca.
Fonte: Débora Xavier, do Jornal de Brasília
Escrito por Romildo, no RIO, às 12h38
[]
[envie esta mensagem]
INVESTIMENTOS DA PREVI
Telemar remarca 3ª convocação de AGE para 15 de
dezembro
A Telemar remarcou para dia 15 de dezembro, às 9h, a terceira convocação de
assembléia geral extraordinária que examinará sua reformulação societária, que
objetiva listar a empresa no Novo Mercado. A realização da reunião foi liberada
depois que a Justiça, após consulta à CVM, liberou o voto de todos os
preferencialistas. A empresa alterou o local do encontro para a Associação
Atlética do Banco do Brasil, na Lagoa, no Rio de Janeiro, por conta do elevado
número de acionistas que compareceram à primeira e à segunda convocação da Age.
Fonte: Último Segundo
JUSTIÇA LIBERA VOTO DE ACIONISTAS PREFERENCIAIS DA
TELEMAR
Controladores poderão definir reestruturação societária da
empresa. Acionistas minoritários temem perder com a mudança
A Telemar informou, nesta segunda-feira (4), que a Justiça
reconsiderou decisão anterior e liberou todos os detentores de
ações preferenciais a votar na assembléia que examinará a
reestruturação societária da companhia. Assim, sócios que fazem parte do
bloco de controle da Telemar (Fundo Previ e Banco Nacional do Desenvolvimento
Econômico e Social - BNDES) terão direito a voto na assembléia, que deve ocorrer
até o fim do ano.
A briga judicial da reestruturação da Telemar se dá entre
acionistas minoritários da empresa, que querem impedir a
reestruturação societária da empresa, e os controladores (Previ, BNDES, GP
Investimentos, entre outros). Os minoritários estão insatisfeitos com a
reestruturação e se opõem ao valor de troca fixado pela companhia, em que
uma ação ordinária (ON) vale 2,6 vezes o valor de uma preferencial
(PN). Os minoritários temem perder com a mudança.
A decisão anterior, porém, acompanhava o entendimento dos minoritários:
detentores de ações preferenciais com participação também em papéis ordinários
ficariam impedidos de votar na assembléia. Entretanto, a suspensão da
decisão está baseada em parecer da Comissão de Valores Mobiliários
(CVM), órgão regulador em caso de reestruturações societárias. A
CVM determina que todos os detentores de ações preferenciais, mesmo os que
tenham também ações ordinárias, deverão votar na assembléia de mudança
societária da companhia. (Com informações da Agência Estado e do Valor
OnLine)
Fonte: G1
Escrito por Romildo, no RIO, às 12h31
[]
[envie esta mensagem]
A FARRA DOS BANCOS
Itaú vira maior banco privado em
ativos
Após concluir compra das operações do BankBoston no Brasil,
instituição atinge R$ 201 bi e supera o rival
Bradesco
Família Setubal ainda vê sua instituição
passar a Caixa Econômica, se considerados os bancos públicos; em depósitos,
Bradesco é líder
NEY HAYASHI DA CRUZ DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Depois de finalizar a compra das operações do BankBoston no
Brasil, o Itaú conseguiu ultrapassar o Bradesco e se consolidou como o maior
banco privado do país. Segundo levantamento feito pelo Banco Central a partir
dos balanços das instituições de setembro, o Itaú encerrou o terceiro trimestre
com ativos totais de R$ 201,3 bilhões, quase R$ 6 bilhões a mais que os de seu
rival.
Ainda de acordo com o BC, o banco da família Setubal também superou a Caixa
Econômica Federal em volume de ativos e, portanto, assumiu a segunda colocação
no ranking geral das maiores instituições financeiras do país, atrás apenas do
Banco do Brasil.
Os números consideram apenas as instituições financeiras que fazem parte do
conglomerado de cada banco. Subsidiárias dos bancos que não atuam no sistema
financeiro -como administradoras de cartões de crédito e seguradoras- não entram
no cálculo do BC.
Em relação ao segundo trimestre, os ativos do Itaú aumentaram R$ 35 bilhões.
Em geral, os ativos dos bancos crescem de acordo com uma série de fatores, como
o aumento na concessão de crédito e nas aplicações em títulos públicos
-financiados, na maioria dos casos, pelo crescimento nos depósitos de seus
clientes.
Mas, no caso do Itaú, a compra do BankBoston foi fundamental para o salto no
ranking: no final do segundo trimestre, os ativos do banco norte-americano no
Brasil somavam R$ 22,013 bilhões. Sem essa diferença, o Bradesco teria se
mantido como o maior banco privado do país, posição que ocupava no ranking do BC
desde 1998.
Na comparação com setembro do ano passado, os dez maiores bancos do país em
ativos continuam os mesmos, com mudanças apenas na ordem: além da ascensão do
Itaú, o ABN Real subiu um degrau, depois de ultrapassar o Santander
Banespa.
Depósitos Apesar da queda no ranking por ativos, o
Bradesco se manteve como líder, entre os bancos privados, na captação de
depósitos: o saldo mantido por seus clientes em poupança, conta corrente e
aplicações em CDBs era de R$ 78,988 bilhões em setembro. O Itaú vem logo a
seguir, com depósitos totais de R$ 56,461 bilhões.
Seguindo esse critério, BB e Caixa Econômica lideram o ranking geral: juntos,
os dois bancos federais têm mais de R$ 260 bilhões em depósitos.
Só a Caixa possui, sozinha, um saldo em cadernetas de poupança de R$ 57
bilhões, que supera a soma das aplicações feitas pelos clientes no Bradesco e no
Itaú nessa modalidade de investimento.
Mudanças nas posições nesse tipo de ranking, porém, têm pouco impacto nas
operações das instituições financeiras. "Isso é uma questão muito mais de
marketing", diz Edson Carminatti, analista do Inepad (Instituto de Ensino e
Pesquisa em Administração).
De acordo com Carminatti, "a preocupação do Itaú ao comprar o BankBoston não
era se tornar o maior banco. É claro que isso traz uma certa publicidade, mas o
objetivo não era esse, eles queriam ganhar força em segmentos específicos do
mercado".
Com a aquisição, diz o analista, o Itaú ganhou força na administração de
recursos de terceiros -por meio de fundos de investimento- e no mercado de
clientes de renda mais alta. Em compensação, o BankBoston tinha um volume
relativamente pequeno de depósitos, o que explica a folga que o Bradesco manteve
nesse quesito.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, no RIO, às 11h29
[]
[envie esta mensagem]
AVISO AOS BBNAUTAS
Nestes dias este BBlog vai receber poucas notas, pois encontro-me em viagem,
participando de alguns eventos. Durante o dia de ontem participei de reunião do
Grupo Assessor de Previdência, da Anabb, que discutiu profundamente questões
relacionadas à Previ, principalmente no que diz respeito à utilização da reserva
especial (resultante do superavit acumulado, inclusive o previsto para o
corrente ano).
A propósito, a o site da Anabb realizou pesquisa sobre este tema. Leia a
seguir o resultado. Antes, porém, informo que nestas quarta e quinta-feiras
estarei participando, na Previ, de reunião do Conselho Consultivo do Plano 1, do
qual estou como coordenador.
"Maioria dos participantes de
enquete prefere aumento de benefício da Previ
Em uma semana no site da ANABB, a enquete, que perguntou “O que você gostaria
que fosse feito com a reserva especial (sobra de receita) da Previ este ano?”
teve a participação de 1.394 internautas. A maioria dos participantes (62%)
disse que a sobra de receita da Previ deveria ser usada para aumentar o valor do
benefício.
Para 25%, essa reserva deveria ser utilizada para devolver dinheiro aos
associados. Uma parcela de 7% gostaria que esses recursos fossem usados para
zerar a contribuição. Já 2% dos participantes disseram que a reserva especial
deveria ser usada para diminuir o tempo de contribuição, e o mesmo percentual
apontou que a sobra de receita deveria ser aplicada de outra forma. A minoria
(1%) gostaria que esses recursos fossem investidos na carteira de pecúlio."
Escrito por Romildo, no RIO, às 11h19
[]
[envie esta mensagem]
INVESTIMENTOS DA PREVI
Embraer só perde para Boeing e Airbus em jatos
comerciais
Com avião de até 118 lugares, empresa brasileira ultrapassa Bombardier
e obtém pedidos no valor recorde de US$ 13,3 bi
Empresa passou a atuar em segmento no qual não há concorrência; preço
maior das aeronaves elevou o valor da carteira de pedidos
CLÁUDIA TREVISAN DA REPORTAGEM LOCAL
A brasileira Embraer superou sua maior concorrente, a canadense Bombardier, e
assumiu o posto de terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo, atrás
apenas da Boeing e da Airbus.
No dia 20 de novembro, a Embraer tinha pedidos firmes de 454 aviões, 417% a
mais que a Bombardier, segundo a consultoria norte-americana Back Aviation
Solutions. Os dados não incluem o segmento de jatos executivos, no qual a
canadense tem maior participação.
"A Embraer não pode mais ser ignorada pelos investidores globais no setor
aeroespacial e deve ser considerada ao lado de Boeing e Airbus", escreveu o
analista Ronald Epstein em relatório da Merrill Lynch divulgado no dia 20 de
novembro.
O que mudou a posição da empresa brasileira foi a decisão de produzir uma
família de aviões maiores que os jatos regionais de até 50 lugares que eram sua
marca registrada.
Com capacidade para até 118 passageiros, as novas aeronaves começaram a
chegar ao mercado em 2004, em um momento de recuperação da aviação comercial e
de saturação do mercado norte-americano para aviões de pequeno porte.
Maior cliente da aviação mundial, os Estados Unidos são o principal destino
dos aviões da Embraer, que exporta quase toda a sua produção. Outro fator que
catapultou as vendas da companhia foi a virtual ausência de concorrência no
segmento de aviões de 70 a 120 lugares, alvo da nova família, batizada de
170/190.
O mercado de aviação é dividido entre as grandes Boeing e Airbus, que
fabricam aviões com mais de 120 lugares, e Bombardier e Embraer, que investiam
em jatos menores.
A empresa, sediada em São José dos Campos (SP), decidiu ocupar o espaço vazio
entre os aviões regionais e os de grande porte. Lançado em 1999, o projeto
consumiu investimentos de US$ 1 bilhão e começou a dar frutos em 2004, com a
entrega dos primeiros E-170 para a polonesa Lot, a italiana Alitalia e a
norte-americana US Airways.
Mas o grande sucesso da família, o E-190, só saiu da linha de montagem em
setembro de 2005, para integrar a frota da Jet Blue (EUA), que comprou 101
aeronaves. Um ano depois, começou a ser entregue o último modelo, o E-195.
"Não há nada no mercado nesse tamanho", afirma Gueric Dechavanne, diretor da
Back Aviation Solutions.
O sucesso se reflete no aumento do número de pedidos. No fim de 2005, a
Embraer tinha US$ 10,4 bilhões em carteira, pouco menos que os US$ 10,7 bilhões
da Bombardier -esses números incluem aviação comercial e executiva.
Os resultados do terceiro trimestre de 2006 mostram que a empresa brasileira
já tinha US$ 13,3 bilhões de pedidos em carteira, comparados a US$ 11,7 bilhões
da canadense.
"Esse é o mais alto nível de pedidos da história da Embraer", destaca Caio
Dias, analista de aviação e transporte do Santander. A principal razão para a
brasileira ter superado a canadense no valor dos pedidos é o maior preço dos
aviões da família 170/190. O maior deles, o E-195, custa US$ 35 milhões, 60% a
mais que o maior jato regional, o RJ-145, de 50 lugares.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h53
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|