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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
A FARRA DAS DÍVIDAS
Procon lança projeto de auxílio para quem está
superendividado
SÃO PAULO - Os consumidores superendividados passivos do Estado de
São Paulo já contam com uma ajuda para sair do vermelho. A Fundação Procon,
órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania começou, nesta
sexta-feira (01), a atender pessoas com o problema.
Por meio da página
na internet (www.procon.sp.gov.br) e de Caixa Postal, a fundação pretende
intervir junto aos credores para melhorar o andamento das negociações com os
consumidores. Todos os casos deverão ser explicados no site do Procon e, diante
dos dados, os técnicos analisarão a melhor forma de mediação com o fornecedor ou
de orientação.
Superendividado passivo A pessoa que não
consegue pagar as dívidas por causa de incidentes, como perda de emprego ou
morte de algum familiar, é denominada superendividada passiva. Isso porque as
dívidas não são obtidas porque a pessoa gasta mais do que pode, mas porque algo
interrompeu o pagamento.
Já as pessoas que não conseguem arcar com as
despesas e não conseguem equilibrar as dívidas, o Procon realizará uma segunda
etapa de ajuda, por meio de palestras que orientarão o consumo
consciente.
Projeto Os consumidores superendividados ainda
poderão relatar o caso ao Procon, com o objetivo de receber auxílio, por meio de
uma carta à Caixa Postal 3050, CEP 01061-970, São Paulo-SP, na qual deve conter
o motivo principal para estar no vermelho, cópias de documentos que comprovem o
fato, nome, endereço e telefone.
O projeto Núcleo de Tratamento ao
Superendividado tem como objetivo alertar a sociedade sobre o problema que não
repercute somente para a pessoa que tem dívidas, mas em toda a economia.
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h10
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CASSAVETES NO CCBB DE SÃO PAULO
John
Cassavetes ganha grande retrospectiva no CCBB
SÃO PAULO -
Começa terça, no CCBB do Rio, a grande retrospectiva que vai trazer ao Brasil,
com curadoria de Joel Pizzini, todos os filmes realizados pelo ator e diretor
John Cassavetes. O CCBB de São Paulo não abrigará o evento e, assim, apenas uma
pequena parcela daquilo que os cariocas verão em película será exibida, em DVD,
na Sala Cinemateca, em fevereiro. Um dos filmes que integram o programa,
mostrando o Cassavetes ator, é O Bebê de Rosemary, o clássico de
Roman Polanski.
A jovem Mia Farrow faz Rosemary, a recém-casada que se
muda para prédio um tanto lúgubre (o Dakota) de Nova York. Ela desconfia dos
vizinhos e, aos poucos, descobre que está no centro de uma conspiração para
gerar o filho do Diabo. Cassavetes faz o marido canalha, um ator que, por
ambição, reproduz a tragédia de Fausto e vende a alma, quer dizer, a mulher, a
ao capeta para obter sucesso. Com base no livro de Ira Levin, Polanski fez um
filme que virou referência para os estudiosos de sua vida (e obra). Mia Farrow é
excepcional no papel e o filme culmina com aquela cena-chave que expressa o tema
de Polanski - o conflito entre o instinto materno e a cultura repressora.
Fonte: Agência
Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h55
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A FARRA DOS BANCOS
Adiamento de conta salário racha Febraban
Santander diz que medida poderá entrar em vigor sem chance de pane; Nossa Caixa afirma que há risco
SHEILA D'AMORIM DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O adiamento da entrada em vigor da nova conta salário -instrumento que permitirá ao trabalhador transferir, sem custo, seus rendimentos do banco utilizado pela empresa para o da sua preferência- gerou uma racha até mesmo na Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).
Embora esteja previsto para entrar em funcionamento no mês que vem, os bancos alegam que não têm condições de operacionalizar a nova modalidade de conta. Em nota oficial, a Febraban confirma informação, divulgada pela Folha, de que pediu ao BC (Banco Central) um prazo maior para implementar o novo instrumento.
O argumento técnico para o pedido é a "necessidade de todos os bancos adaptarem seus sistemas a fim de atender a demanda dos clientes".
Segundo Jorge Higashino, superintendente de projetos especiais da Febraban, a entidade apóia o objetivo da medida de dar mais liberdade ao trabalhador, mas alega que vários detalhes relativos aos procedimentos que terão que ser adotados pelos bancos para efetuar a transferência automática dos salários não foram regulamentados devidamente pelo Banco Central.
Com isso, nem todos os bancos estão devidamente adaptados e "há riscos de problemas". Ele afirma que a entidade não entra no mérito de questões políticas ou de competição entre os bancos. Afirma ainda que a preocupação é fazer uma transição tranquila para o novo sistema.
Segundo a Folha apurou, no entanto, além das questões técnicas, há uma queda de braços política entre o banco Santander e a Nossa Caixa. O primeiro é o responsável pelo pagamento do 1,1 milhão de servidores do governo de São Paulo desde a privatização do Banespa, em 2000. Pelo contrato de venda, essa exclusividade acaba este ano. A Nossa Caixa assumirá a função.
Em reunião recente da diretoria da Febraban, o debate teria ficado polarizado entre as duas instituições. O Santander alega que a medida pode entrar em vigor sem risco de pane. A Nossa Caixa afirma que não.
"Hoje, temos uma quantidade "x" de transferências eletrônicas (TED) rodando no sistema, se apenas 10% dos assalariados resolverem fazer TED a partir de janeiro, o sistema [dos bancos] não agüenta", afirma o presidente da Nossa Caixa, Carlos Eduardo Monteiro. "Pode haver uma trava no sistema", completa.
Higashino, porém, minimiza esse risco de o sistema parar. "Não sei se tem [risco de trava] porque não temos nem idéia de qual será o universo [de trabalhadores que irão aderir à nova conta]. Mas não podemos correr risco e temos que estar preparados".
Segundo ele, o problema da sobrecarga com aumento de transferências eletrônicas já está sendo trabalhado com o BC. Para Higashino, o risco maior é que bancos que não estejam completamente adaptados para operar as transferências (fazendo os registros e cumprindo os prazos estabelecidos na regulamentação já publicada) criem problemas para os que já estão prontos.
Monteiro nega ainda que haja interesse do governador eleito de São Paulo, José Serra, de criar uma exceção para o funcionalismo público para poder terceirizar o pagamento da folha de salário do Estado. "Isso não tem fundamento. O pleito [de Serra] de deixar de fora os funcionários públicos é para não gerar prejuízo para Nossa Caixa, que é um banco público", diz, referindo-se à importância para o banco de movimentar os recursos do Estado.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h45
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APOSENTADORIA: UM POUCO MAIS DISTANTE
INSS divulga tabela que reduz valor das aposentadorias
O Ministério da Previdência divulgou no final da tarde desta sexta a tabela do fator previdenciário que começou a valer hoje, alterada pelo aumento da expectativa de vida do brasileiro.
A tabela pode ser acessada no site da Previdência. Com ela, o segurado pode multiplicar a média do rendimento mensal pelo número correspondente à idade e ao tempo de contribuição para saber de quanto seria o seu benefício se a aposentadoria fosse solicitada hoje.
Por exemplo: um segurado de 57 anos de idade e 37 anos de tempo de contribuição tinha, até ontem fator previdenciário igual a 0,843. A partir de hoje, esse número cai para 0,840.
Na prática, se ele tem rendimento mensal médio de R$ 500, seu benefício, que seria de R$ 421,91 até ontem, cairá para R$ 420,08 hoje.
Se o rendimento médio mensal for como o teto do INSS, de R$ 2.801,82, o benefício será reduzido de R$ 2.364,24 para R$ 2.353,96.
Fator
O fator previdenciário é uma fórmula usada pelo governo para calcular o valor dos benefícios e leva em conta o tempo de contribuição, a idade e a expectativa de vida do segurado. Na prática, o fator previdenciário reduz o benefício de quem se aposenta antes e premia o trabalhador que contribui por mais tempo.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) divulgou nesta sexta-feira que a expectativa de vida do brasileiro aumentou em dois meses, pulando de 71,7 para 71,9. A tabela do fator previdenciário é refeita a cada divulgação anual do IBGE.
O resultado, segundo Newton Conde, atuário especializado em previdência, diretor da Conde Consultoria e professor da USP, é que o trabalhador que resolver se aposentar a partir de agora receberá um benefício em média 0,44% menor daquele que ganharia até ontem. Se optar por manter o valor antigo, o brasileiro deverá trabalhar --e contribuir para a Previdência-- entre um e dois meses a mais.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h06
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INVESTIMENTOS DA PREVI
Previ e BNDES poderão votar na AGE de reestruturação da
Telemar, diz CVM
Em mais um episódio do conturbado processo que visa a reestruturação das
empresas do Grupo Telemar, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) emitiu
comunicado sinalizando que todos os acionistas detentores de ações preferenciais
poderão votar na assembléia que vai deliberar sobre o caso.Na última semana, a
Justiça do Rio de Janeiro concedeu uma liminar suspendendo a realização da
terceira assembléia que iria deliberar a reestruturação e outra impedindo Previ
e BNDES - controladores possuem ações preferenciais - de votar na
assembléia.
A participação dos dois é de quase 7% dos papéis preferenciais da
Telemar.
A premissa apresentada era a de que esses acionistas, também
detentores de ações ordinárias, não poderiam votar porque estariam apreciando
uma matéria que geraria um 'benefício particular', o que é proibido pela
CVM.
Impasse sobre a reestruturação se foca na relação de troca
O
impasse sobre a reestruturação se foca na relação de troca de 2,6 ações
preferenciais da Telemar para uma ação ordinária da OI Participações, holding
que será criada e vai concentrar as operações de todas as empresas do Grupo. Os
preferencialistas acreditam que esta relação de troca é injusta.
Em
agosto, impedindo os acionistas detentores de ações ordinárias de votar sobre o
caso, a CVM publicou um parecer de orientação a respeito do impedimento de voto
em casos de benefício particular nas operações de incorporação em que sejam
atribuídos diferentes valores para diferentes classes de ações.
De acordo
com o parecer, nas situações em que o objetivo é a unificação das espécies de
ações ou a migração para segmentos especiais de listagem, os acionistas
beneficiados pela relação de troca estarão impedidos de votar sobre a aprovação
das propostas de incorporação, o que no caso da Telemar atinge os acionistas
detentores de ações ordinárias.
Sucesso da reestruturação ainda é
incerto
Apesar de a possibilidade de os acionistas controladores
detentores de ações preferenciais votarem na assembléia de reestruturação do
Grupo Telemar se apresentar como um ponto favorável a aprovação da medida, isso
não significa que ela será aprovada.
Uma série de importantes acionistas
e fundos de investimentos já anunciaram que não concordam com a relação de troca
das ações e que vão votar contra a medida.
É interessante lembrar que, ao
contrário das duas últimas assembléias marcadas para votar a reestruturação, que
foram invalidadas devido à falta de quorum, o próximo encontro de acionistas
será o último e decisivo. Nesta terceira assembléia, o quorum mínimo cairia para
25% dos preferencialistas. Nos eventos anteriores, o quorum foi de 50% dos
preferencialistas.
Pontos a serem avaliados pelos
acionistas
Dentre os analistas que sugerem adesão à reestruturação,
salienta-se que os papéis da nova holding, a OI Participações, deverão ter maior
liquidez, padrões mais elevados de governança corporativa e uma política de
dividendos mais transparente.
Na ponta contrária, os acionistas
detentores de papéis preferenciais terão sua participação na empresa diluída. Os
detentores de ações ordinárias terão sua participação ampliada de
aproximadamente 13% para 22% do capital total da nova companhia, enquanto os
preferencialistas passarão de cerca de 54% para 36%.
Em complemento,
ressalta-se que os novos papéis da Telemar seriam negociados em um patamar em
linha ou levemente abaixo frente os múltiplos atuais, passado o período inicial
de euforia causada pela distribuição de altos dividendos. Outro ponto levantado
é que a reestruturação diminui a possibilidade de venda futura da Telemar.
Fonte: Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h52
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A AABB E A COMUNIDADE
AABB Comunidade realiza piquenique em Maracaju
As crianças do Programa Integração AABB Comunidade e seus educadores estiveram no dia 30 de novembro, no clube AFUCOTRI, onde realizaram um piquenique muito saboroso com alimentos enriquecidos com farelo de trigo, folhas e legumes de alto valor nutritivo. Foram saboreados: chipa de mandioca, bolo Peteleco enriquecido, torta de repolho, bolo de cenoura, gelatina, frutas e chá gelado.
Segundo a Coordenadora do Projeto ABBB Comunidade, Symone Marcondes de Lima Siede, com o projeto Alimentação Sustentável, os educandos e educadores estão aprendendo a valorizar os alimentos orgânicos que são mais saudáveis e contribuem para uma melhor qualidade de vida e consciência sócio-ambiental. Hoje o projeto ABBB Comunidade em Maracaju, atende 100 crianças na faixa etária de 7 a 17 anos.
Fonte: Maracaju News
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h48
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MEMÓRIA DO SINDICALISMO GAÚCHO
Projeto Memória Bancária guarda história do Sindicato
Em solenidade realizada nesta quinta-feira, dia 30, na Casa dos Bancários, no centro da capital, o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) e a Caixa Econômica Federal assinaram um contrato de patrocínio para o projeto de Memória Bancária e Cultural do Sindicato. A parceria visa resgatar, organizar, digitalizar e preservar o acervo histórico e cultural da entidade.
Pelo SindBancários, o contrato foi assinado pelo presidente Juberlei Bacelo e pelo diretor financeiro Devanir Camargo da Silva. Pela Caixa, subscreveu o superintendente regional Valdemir Cola.
O projeto, além de preservar o acervo de 73 anos de lutas dos bancários, fará com que a categoria e a sociedade possam acessar esse material para fins de consulta, servindo de estudo para universitários e pesquisadores.
As atividades contempladas no projeto são: levantamento da tipologia documental, elaboração do quadro de arranjo, reorganização das séries documentais, digitalização dos documentos selecionados, transferência de suporte de conteúdo em fitas VHS para discos DVD, elaboração do guia de acervo para pesquisa e conclusão do projeto.
O evento foi apresentado pelo diretor do Sindicato, Sandro Rodrigues, um dos idealizadores do projeto. “A entidade tem uma história de lutas e conquistas que não pode passar em branco e precisa ser preservada para documentação e pesquisa”, destacou.
“O que será do futuro se não resgatarmos o passado”, salientou Juberlei, que agradeceu a parceria da Caixa. Para ele, “o projeto é uma forma de disponibilizar a história de lutas dos bancários para a sociedade”.
Cola parabenizou o Sindicato pelo projeto, destacando que “é importante para a categoria, para a Caixa e para a sociedade”. O superintendente aproveitou que esse patrocínio é mais uma das iniciativas culturais da Caixa em Porto Alegre. Ele lembrou o investimento de R$ 15 milhões no Centro Cultural da Caixa e os apoios ao Museu do Rio Grande do Sul, Museu de Comunicação, Santa Casa de Misericórdia e Feira do Livro.
O gerente da Caixa, Danilo Pickhordt, elogiou a recuperação da antiga Sede Ladeira do Sindicato, que foi revitalizada e inaugurada no último dia 28 de agosto como Casa dos Bancários. Para ele, “é fundamental preservar o acervo do Sindicato e é uma satisfação para a Caixa ser parceira desse projeto”.
A digitalização de documentos, fotografias e jornais será executada pela Scripta Arquivos e Informações. Segundo o gerente Eduardi Miranda Siufi, “nossa preocupação é dar importância para esse acervo, a fim de preservá-lo e disponibilizá-lo para todos os interessados”. A recuperação de fitas e filmes será feita pela Arqvive.
A campanha de marketing do projeto será elaborada pela Interlig Propaganda, que presta assessoria para o SindBancários. Segundo o diretor de criação e estratégia Henrique Pereira, “feliz quem conhece a sua história e a história do Sindicato se confunde com a história do movimento sindical”.
Fonte: Bancários POA
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h46
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'UNIDOS VENCEREMOS"
BB e
Bradesco devem compartilhar caixas no início de 2007
O vice-presidente de Varejo e
Distribuição do Banco do Brasil, Antonio Francisco de Lima Neto, afirmou hoje
que o compartilhamento de caixas eletrônicos com o Bradesco deve ter início no
próximo ano.
"Nós assinamos um acordo de intenções com o Bradesco e
queremos até o início do ano que vem trazer o banco para compartilhar conosco,
nos terminais externos. Em breve deveremos fazer um anúncio das duas
instituições", afirmou o executivo, que participou hoje da apresentação dos
dados financeiros do BB a analistas e investidores, em São Paulo.
Segundo ele, ainda em dezembro as duas instituições devem entrar na fase
de testes para colocar as operações no ar a partir do ano que vem.
Segundo ele, a intenção é fazer o compartilhamento também com outros
bancos e já existem conversas neste sentido. "Não só o Bradesco mas outros
bancos também podem fazer parte." "É claro que estamos conversando a mais tempo
com a Caixa Econômica e o Bradesco, mas nada impede de trazermos outros bancos
no meio do caminho."
O BB e a Caixa já estão compartilhando terminais
desde fevereiro deste ano. O presidente do BB, Rossano Maranhão, afirmou que a
operação com a Caixa foi "muito bem sucedida".
"Temos 42.580 terminais,
nós conhecemos muito bem o que é a logística, o custo e a importância desses
terminais. Nós iniciamos essa ação pioneira com a Caixa Econômica que mostrou
ser uma ação muito bem sucedida, principalmente em um cenário de queda de taxa
de juros e de melhoria de atendimento", disse.
De acordo com ele,
trata-se de um avanço para o sistema financeiro nacional e quanto mais
instituições financeiras aderirem ao conceito, melhor para os bancos, os
clientes e a sociedade.
"Na medida em que você tem uma maior mobilidade
de colocação de terminais e compartilha os seus custos, isso melhora o seu nível
de eficiência, reduz a sua necessidade de compra de terminais e permite uma
realocação."
Fonte: Agora MS
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h40
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A FARRA DO CRÉDITO
Governo dobra limite máximo de empréstimos do
microcrédito
BRASÍLIA - Para ajudar as instituições financeiras a cumprir o
limite de aplicação no microcrédito, o Conselho Monetário Nacional (CMN) dobrou,
na média, os tetos das três faixas dessas operações.
No fim de outubro,
os bancos aplicavam somente 58% (R$ 982 milhões) dos 2% de depósitos à vista
obrigatórios, cuja média de 12 meses estava em R$ 1,6 bilhão.
"Estamos
flexibilizando, para atingir o objetivo de ampliar o microcrédito" , justificou
o diretor de Normas do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, lembrando que há
um teto de 2% de juros mensais para essas operações.
Com o aumento dos
limites dos empréstimos, os bancos que operam o microcrédito deixam de perder
dinheiro, pois a parcela não aplicada (os 42%) é depositada, sem remuneração, no
BC.
O limite do empréstimo nas contas simplificadas para pessoas físicas
sobe de R$ 600 para R$ 1.000. Nas operações a empreendimentos produtivos, passa
de R$ 1.500 para R$ 3.000 e no microcrédito produtivo, com acompanhamento
técnico, sai de R$ 5.000 para R$ 10.000.
Outra mudança é na taxa de
abertura da operação, que antes variava entre 2% e 4% do valor do empréstimo, e
agora foi fixada em 3%.
Tombini afirmou que, ao lançar o programa em
2003, o governo queria um alcance maior do projeto para levar crédito a quem
estava fora do sistema bancário. Por isso, fixou limites menores.
Para o
assessor do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, o fato de estarem
sobrando recursos do microcrédito nos bancos não significa que o programa seja
um fracasso.
"Estamos crescendo, mês a mês, e à medida que os juros estão
em queda, a taxa de 2% torna-se atrativa para as instituições financeiras
aumentarem a aplicação " , afirmou.
Segundo Bittencourt, já foram
realizadas 19,954 milhões de operações, no valor de R$ 3,7 bilhões, no
microcrédito para uso livre, ou seja, a faixa destinada a pessoas
físicas.
Para os microempreendimentos, foram emprestados R$ 233 milhões
em 336 mil operações, desde o início do programa.
"Essas flexibilizações
são para estimular o microcrédito e mostrar aos bancos que é uma política que
veio para ficar", afirmou o técnico da Fazenda. (Azelma Rodrigues/Valor
Online)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 01h06
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O BB E OS CARTÓRIOS
Parceria com BB garante sistema de cartório
24h
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Uma parceria entre a Associação dos Notários e Registradores
(Anoreg) e o Banco do Brasil prevê a utilização de um sistema de atendimento na
internet para serviços de cartório 24 horas.
O programa Cartório do
Futuro foi anunciado hoje (21) durante o 8º Congresso Brasileiro de Direito
Notarial e de Registros, que se realiza em Brasília. A intenção é facilitar a
retirada de documentos, melhorar a estrutura dos cartórios e democratizar
serviços bancários. No endereço www.cartorio24horas.com.br, podem ser adquiridos
documentos como títulos, certidões de nascimento, registros de imóveis, com
pagamento por boleto bancário e espera de 72 horas a sete dias. Os documentos
são entregues pelos Correios.
O presidente da Anoreg Brasil, Rogério
Bacellar, afirmou que qualquer cartório poderá oferecer os serviços on-line. A
parceria, acrescentou, deverá diminuir os custos e agilizar serviços. Os preços
variam de acordo com a tabela de cursos de cada estado, acrescidos do valor da
postagem – Sedex ou carta registrada.
Os cartórios também funcionarão
como agentes bancários, a partir de janeiro de 2007, segundo o analista Reinaldo
Ferreira, do Banco do Brasil. Ele explicou que poderão ser feitos nos cartórios
"pagamentos de contas, retiradas de extratos, solicitações de empréstimos,
saques e até planos de aposentadoria".
Para os programas Cartório do
Futuro e Correspondente Bancário, o Banco do Brasil abriu uma linha de
financiamento de até R$ 80 mil, corrigidos pela Taxa de Juros de Longo Prazo
(TJLP), mais 4% fixos ao ano.
Fonte: Pernambuco.com, com Agência
Brasil |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h26
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BB QUER AMPLIAR BASE DE CLIENTES
BB espera aumento de 8,3% na base de correntistas em
2007
O Banco do Brasil espera aumentar em 8,3 por cento sua base de correntistas e
atingir a marca de 26 milhões em 2007, contra 24,1 milhões no final de setembro.
A estimativa consta da apresentação que será feita a analistas na
quinta-feira e foi disponibilizada nesta quarta pelo site da Bolsa de Valores de
São Paulo.
Conforme o documento, a base total de clientes da maior instituição
financeira do país --que também inclui poupadores não-correntistas e
beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS)-- deverá chegar a 36
milhões no ano que vem, contra 32 milhões em 2006.
O banco vê oportunidade de avançar no segmento de alta renda, em que opera
com as bandeiras BB Private e BB Estilo. A previsão é mais do que dobrar a base
de clientes na categoria, passando de 119 mil este ano para 276 mil em 2007.
Os recursos de clientes de alta renda administrados pelo BB devem evoluir de
30 bilhões para 56 bilhões de reais de um ano para o outro, indicou o banco.
Ainda de acordo com as projeções da instituição financeira, a base total de
cartões de crédito do BB, que estava em 11,36 milhões de unidades em setembro,
deve alcançar 16 milhões em 2007. A maior parte do crescimento ocorrerá com
clientes não-correntistas e parceiros.
Fonte: O Globo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h15
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ÓPERA NO CCBB DE BRASÍLIA
Sessão de quinta-feira de ópera no CCBB Brasília é
cancelada
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O Pescador e sua Alma terá sessão extra no
domingo
| A sessão
desta quinta-feira da ópera O Pescador e Sua Alma, no Centro Cultural
Banco do Brasil, foi cancelada. A produção informou que o cancelamento se deu
"por motivos técnicos".
Em compensação, a ópera ganhou uma sessão extra
no domingo, às 16h. Quem quiser conferir o espetáculo, que adapta Oscar Wilde
para a ópera deve aproveitar esta semana, pois é a última da temporada de O
Pescador e sua Alma.
Fonte: ClicaBrasília
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h08
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CCBB DE SÃO PAULO DISCUTE A APARÊNCIA
Oficina
“Fachadas e Avessos”, no CCBB
Contra a cultura do modismo e do consumo, o Centro
Cultural Banco do Brasil promove a oficina “Fachadas e Avessos”, que propõe uma
reflexão sobre a importância que a sociedade dá à aparência e o que isso pode
acarretar no convívio social. Fotos de personagens anônimos ajudam os
participantes a fazerem uma leitura inicial sobre a questão da
aparência.
A atividade
conta com a exibição de um vídeo criado pelos arte-educadores do CCBB, o qual
apresenta uma série de imagens, frases e trilhas sonoras que levam os
telespectadores à reflexão. Também serão abordados os trabalhos de artistas
contemporâneos, como Nazaré Pacheco, Orlan, Nan Goldin, Cindy Sherman, Vanessa
Beecroft e Spencer Tunick.
“Fachadas e
Avessos” acontece todos os dias, menos às segundas-feiras. De terça a sábado é
necessário agendamento pelo tel. (11) 3113-3649, mas aos domingos não é preciso
agendar.
Serviço
Centro
Cultural Banco do Brasil Rua Álvares
Penteado, 112, Centro Tel. (11)
3113-3651 www.bb.com.br/cultura Entrada
Franca
Fonte:
Viva O Centro
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h04
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A FARRA DOS BANCOS - O RETORNO
A imprensa atribui ao presidente Lula um suposto desabafo que teria feito à época da campanha, quando teria dito não entender porque os ricos não gostam dele se nunca ganharam tanto dinheiro como em seu governo.
Mas, pelo menos no que se refere aos banqueiros, sua percepção estava equivocada. Os bancos foram o grupo que mais dinheiro doou para a última campanha do presidente Lula, como podemos ler nas notícias publicadas hoje na imprensa (veja matéria a seguir).
Individualmente, porém, o maior valor doado veio da Vale do Rio Doce. Curiosamente trata-se de uma empresa que, segundo se deduz dos debates eleitorais, o Lula não teria privatizado.
A Vale do Rio Doce tem seu Conselho de Administração presidido por Sérgio Rosa, presidente da Previ.
Setor bancário deu maior doação à campanha de Lula
Após lucro recorde, bancos doam R$ 10,5 mi a petista, mesmo valor que para Alckmin
Empreiteiras, com R$ 10 mi, ficam em 2º no ranking dos financiadores da campanha do PT; mineradoras e siderúrgicas têm destaque
SILVIO NAVARRO FÁBIO ZANINI DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Os bancos foram os principais financiadores da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com doações que somam R$ 10,5 milhões, segundo a prestação de contas dos candidatos que disputaram o segundo turno da eleição presidencial, enviada à Justiça Eleitoral ontem, último dia do prazo legal.
Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu montante idêntico, de R$ 10,5 milhões. Nos dois casos, o principal doador do ramo foi o Itaú, com R$ 3,5 milhões. Os bancos, como o próprio Lula disse em discurso recente no qual citava os juros altos, nunca ganharam tanto. No ano passado, lucraram R$ 28,3 bilhões, recorde histórico -e só no primeiro semestre deste ano, R$ 22,2 bilhões (43% a mais do que em 2005).
Todo o montante repassado pelos bancos para o comitê de Lula foi transferido entre setembro e outubro -antes do primeiro turno. No caso de Alckmin, consta apenas um repasse feito no segundo turno, de R$ 200 mil, do Banco Alvorada, controlado pelo Bradesco.
Montante ainda maior que o dos bancos foi repassado "internamente" para a campanha de Lula. Segundo o tesoureiro da candidatura, José de Filippi Jr., cerca de R$ 15 milhões foram transferidos à campanha pelos comitês estaduais e distrital por conta do compartilhamento de material gráfico.
Alckmin também recebeu boa parte dos recursos dos comitês espalhados pelo país. No total, foram R$ 8,2 milhões oriundos de diretórios e comitês do PSDB e do PFL. Desse montante, R$ 4,2 milhões saíram dos cofres do Diretório Nacional do partido, e R$ 2,8 milhões do diretório paulista.
O segundo maior ramo de atividade que figura na contabilidade é outro com diversos interesses na relação com o governo, o das empreiteiras, com um montante de R$ 10 milhões repassados ao comitê petista, e R$ 4,8 milhões ao tucano.
A lista de doadores petistas é encabeçada pelo grupo Camargo Corrêa, com R$ 3,5 milhões, e pela Construtora OAS, com R$ 1,6 milhão. A OAS também foi uma das maiores financiadoras dos candidatos do PT à Câmara. Em um único caso, consta transferência de R$ 1 milhão da Carioca Christiani Nielsen Engenharia diretamente para o candidato, ou seja, sem passar pelo comitê. Para Alckmin, a Andrade Gutierrez disponibilizou R$ 1,5 milhão.
O presidente Lula também recolheu R$ 4,5 milhões de mineradoras -R$ 4 milhões de subsidiárias do Grupo Vale do Rio Doce. Alckmin recebeu um pouco menos: R$ 3,7 milhões.
Outros R$ 6,2 milhões declarados por Lula vieram de siderúrgicas, sendo R$ 3,1 milhões do grupo Gerdau, cujo empresário Jorge Gerdau Johanpetter é cotado para virar ministro de Lula. Gerdau também doou R$ 3 milhões para Alckmin.
A análise das empresas que abasteceram a campanha petista inclui um total de R$ 3,6 milhões repassados pelo ramo de bebidas, com destaque para a AmBev: R$ 1,5 milhão. Integram a lista as cervejarias Petropolis, com R$ 750 mil, e a Schincariol, R$ 500 mil. A Recofarma, do sistema Coca-Cola, forneceu R$ 880 mil.
A maior doação feita por uma só empresa a Lula foi da processadora de suco de laranja Cutrale, com dois repasses que somam R$ 4 milhões. A empresa trava disputa jurídica para evitar investigação por cartel -o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) recusou proposta de pagamento de multa de R$ 100 milhões para evitar a apuração. Para Alckmin, destaca-se o repasse de R$ 2,6 milhões da Ibar Administrações, do Grupo Votorantim.
A campanha de Lula recebeu pelo menos três repasses milionários de pessoas físicas. Os empresários Pedro e Alexandre Grendene (do ramo calçadista) doaram R$ 2 milhões (R$ 1 milhão cada um); Eike Batista, que atua na área de energia, transferiu R$ 1 milhão.
Alckmin recebeu doação de R$ 1 milhão de Antonio José de Almeida Carneiro, dono de uma corretora financeira.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, doou R$ 2.000, dez vezes o valor dado pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC). O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, doou R$ 20 mil. Ricardo Berzoini, ex-chefe da campanha lulista, deu R$ 800. O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, que disse ter pago uma dívida de R$ 29 mil de Lula, doou R$ 400.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h14
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TESE DERROTADA
Aposentado não terá reajuste em novo plano de
cargos
Funcionário aposentado não tem direito de reajuste dos vencimentos em função
da implantação de um novo plano de cargos da empresa que trabalhava. O
entendimento é da 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que negou a um
aposentado do Banco do Brasil o direito de receber diferença na complementação
de aposentadoria depois da implantação de um novo Plano de Cargos de
Comissão.
O relator do caso foi o ministro Ives Gandra Martins Filho. Para ele, "o fato
de o reclamante ter incorporado a função comissionada aos seus proventos de
aposentadoria não significa dizer que possa ter direito à revisão da mensalidade
a partir do momento em que o banco reestruturou as gratificações de função".
O ministro considerou, ainda, que não há previsão no regulamento da
Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) da obrigação de
reajustar as gratificações incorporadas à época da aposentadoria com base
"naquelas posteriormente alteradas". De acordo com o relator, a obrigação da
entidade de previdência privada é reajustar os vencimentos dos seus
beneficiários quando houver realinhamento geral dos vencimentos dos funcionários
do banco.
Segundo o processo, o funcionário se aposentou em 1991 por ter
aderido ao plano de incentivo à aposentadoria do banco. Este plano garantiu para
os aposentados a incorporação das gratificações aos benefícios da
complementação. Em 2005, pediu na Justiça Trabalhista a revisão dos valores da
aposentadoria em função da reestruturação do plano de cargos em comissão. A
primeira instância acatou parcialmente o pedido. O Tribunal Regional do Trabalho
da 10ª Região (Distrito Federal e Tocantins) manteve a sentença por entender que
o novo plano deveria repercutir sobre a complementação sem restrições.
Por isso, o banco recorreu ao TST. Alegou que, calculado o valor da
aposentadoria, os reajustes a partir daí obedeceriam a sistemática comum. Ives
Gandra Martins Filho acolheu o argumento. Segundo o relator, a reestruturação
não atingiu os aposentados, pois foi direcionada aos atuais ocupantes de cargos
comissionados do Banco do Brasil.
"Como se afirmou na norma regulamentar
que a base de cálculo seria a ‘verba remuneratória do cargo comissionado,
atualmente denominada Abono de Função e Representação (AFR)’, não poderá o
intérprete ampliar a vontade do instituidor do benefício, passando a entender
que qualquer majoração ou criação de cargo comissionado pelo Banco do Brasil
poderia alcançar os empregados já aposentados", concluiu.
Fonte:Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h21
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BANCO DO BRASIL CONDENADO
Abuso de direito: BB é condenado a indenizar por acusação de estelionato
O Banco do Brasil terá de pagar indenização por danos morais a dois agropecuaristas - R$ 35 mil para cada um. Eles foram acusados de crime de estelionato pelo banco. A decisão de segunda instância foi mantida pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.
Jardelino e Odonelso Bettiato obtiveram financiamentos agrícolas no banco para custeio de plantação de soja. O contrato foi firmado com adesão do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). De acordo com o processo, o contrato de financiamento foi descumprido pelos agropecuaristas com a justificativa de improdutividade decorrente de excesso de chuvas exatamente no período da colheita — o que lhes obrigou a pedir cobertura pelo Proagro, cujo agente era o Banco do Brasil.
Inicialmente, o pedido foi negado pelo Proagro. O banco foi autorizado a execução do crédito em relação aos dois, o que foi feito. No entanto, após o recurso administrativo proposto por eles, houve o deferimento da cobertura.
O banco recorreu da decisão administrativa. Ajuizou ação contra os agropecuaristas. Afirmou que eles desviaram a produção obtida das lavouras para obtenção de vantagem ilícita. Eles, por sua vez, alegaram que se sentiram ofendidos e também entraram com processo.
Indenização
Em primeira instância, o banco foi condenado a pagar “mil salários mínimos, para cada requerente, à base do salário mínimo vigente quando da execução e liquidação da sentença, como reparação do dano moral experimentado pelos autores”. Na apelação, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por maioria, confirmou a sentença. Porém, reduziu o valor dos danos morais. A quantia foi fixada em R$ 35 mil para cada um.
O banco sustentou que, no caso, houve desvio de plantio com intuito de lhe causar prejuízos. Segundo o banco, a única conduta era comunicar o fato à autoridade competente. Para tanto, alegou que o simples fato de haver requerido a abertura de inquérito policial caracteriza exercício regular de direito, incapaz de gerar responsabilidade.
Segundo o relator, ministro Castro Filho, o banco não se limitou a “representar” à autoridade policial, mas permitiu que as acusações ficassem amplamente conhecidas, reiterando, inclusive, o pedido de desarquivamento do inquérito logo após a propositura da ação, criando constrangimento aos agropecuaristas.
Nesse caso, afirmou o relator, a temeridade ou a mera leviandade configurou abuso de direito, passível de responsabilização reparatória. Para o ministro, não se pode aceitar que o banco tenha agido no exercício regular de seu direito.
Quanto ao valor fixado para pagamento da indenização, ele ressaltou que só é admitida a intervenção do STJ no seu controle quanto presente distorção. “No caso vertente, a quantia fixada pelo tribunal a quo, R$ 35 mil, a título de danos morais, não escapa à razoabilidade, nem se distancia do bom senso e dos critérios recomendados pela doutrina e jurisprudência, não merecendo sofrer interferência deste Tribunal”, concluiu.
Fonte: Consultor Jurídico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h16
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FUNDOS DE PENSÃO
Prossegue até amanhã, em Curitiba, o Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão, do qual estou participando.
Da Folha Online transcrevo matéria a respeito do que se falou, ontem, na abertura oficial do evento. A seguir:
Governo finaliza projeto de autarquia para previdência até dezembro
DENYSE GODOY Enviada da Folha Online a Curitiba
O governo deve encaminhar ainda neste ano ao Congresso Nacional o projeto que cria a Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), uma autarquia que terá como função fiscalizar e regular as atividades dos fundos de pensão.
Trata-se de uma antiga reivindicação dos próprios fundos, a qual é apoiada pela gestão Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2004, o presidente mandou o projeto em forma de medida provisória, de número 233, para a avaliação do Legislativo, mas ela não foi aprovada e acabou perdendo a validade por decurso de prazo.
'Agora, vamos reapresentar o projeto, para dotar a estrutura de supervisão da previdência complementar de um quadro próprio de pessoal, de melhores equipamentos, enfim, de melhores condições para que ela exerça suas importantes atribuições', diz Leonardo Paixão, titular da Secretaria de Previdência Complementar. 'A idéia é encaminhar o projeto para o Congresso ainda neste ano, mas o trâmite na Casa depende, naturalmente, da agenda dos parlamentares.'
Ainda não está decidido se a Secretaria seria totalmente substituída pelo novo órgão. 'Ela pode ficar restrita à formulação de políticas e à proposição de normas, por exemplo', explica Paixão.
Ao contrário da Secretaria de Previdência Complementar, que faz parte do Ministério da Previdência Social, a Previc seria independente como as agências reguladoras do mercado de telefonia (Anatel) e energia elétrica (Aneel) e teria um orçamento somente seu. Os recursos para o funcionamento --pela estimativa de Paixão, seriam necessários aproximadamente R$ 40 milhões por ano-- viriam de uma taxa de fiscalização arrecadada das entidades que administram os fundos de pensão. Atualmente, a Secretaria dispõe de R$ 10 milhões anuais, vindos do Ministério.
Para Paixão, o ideal é que a autarquia tenha de 600 a 700 funcionários --hoje, a as atividades de fiscalização do setor são executadas por um grupo de cerca de 200 pessoas. 'São especialistas, mas não exatamente em previdência. Temos funcionários do Ministério do Planejamento, do Tesouro, do Banco Central...', comenta o secretário.
Para saber mais sobre o Congresso, clique aqui
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h51
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MUDANÇAS NO BB
Maranhão quer conter ação petista antes de
deixar o BB
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Demissionário há duas semanas, o presidente do Banco do Brasil, Rossano
Maranhão, aguardará o melhor momento para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva
oficializar a sua saída. Ate lá, tentará desviar as especulações em torno do seu
futuro e, se preciso, voltará a negar o seu pedido de afastamento, como fez na
última semana.
A preocupação é evitar o que se classifica ironicamente dentro do BB como "um
ataque especulativo dos petistas", que conseguiram lotear parcialmente a
instituição no primeiro mandato, mas não obtiveram o comando do banco até agora.
Rossano Maranhão é um funcionário de carreira, que contou com o aval do senador
José Sarney (PMDB-AP).
Maranhão - que negociou sua saída ao mesmo tempo em que recebeu da área de
auditoria do BB a primeira parte das investigações contra Expedito Veloso,
ex-diretor de risco envolvido na montagem do dossiê contra tucanos - continuará
cumprindo seus compromissos como presidente oficial.
Ele confidenciou a amigos que poderá ficar mais um, dois ou três meses no
cargo. O acerto com Lula é que o presidente terá o tempo que for necessário para
formar a nova equipe.
Maranhão já recebeu dois convites da iniciativa privada para quando deixar o
BB.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h51
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CONSELHO DA ANABB
Previ e Cassi na pauta de reuniões
Esteve reunido neste sábado, em Brasília, o Conselho de Administração da
Anabb.
Entre os assuntos tratados estiveram em pauta a utilização do superavit da
Previ - em favor de melhoria de benefícios - e a situação crítica da Cassi.
No dia anterior reuniram-se os Grupos Temáticos - entre os quais o de
Previdência - do qual sou membro.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h33
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INVESTIMENTOS DA PREVI
Liminar cancela assembléia da Telemar na
segunda-feira
Reunião deveria votar o plano de reestruturação societária da empresa;
votação já foi adiada duas vezes
A Telemar cancelou no início da noite desta sexta-feira (24) a assembléia de
acionistas marcada para segunda-feira, na qual seria colocado em votação o plano
de reestruturação societária da empresa. O pedido de suspensão foi feito pela
operadora de telefonia e deferido pela desembargadora Valéria Maron, da 1ª
Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.
De acordo com ela, a assembléia não poderá ser realizada até que a Comissão
de Valores Mobiliários (CVM) se pronuncie sobre quem poderá votar na
assembléia.
Na manhã desta sexta, a segunda tentativa da Telemar de colocar a
reestruturação societária em votação foi frustrada, conforme as expectativas,
por ausência de quórum suficiente. A companhia encerrou os trabalhos do encontro
depois de contabilizar presença de investidores representantes de 35,25% das
ações preferenciais e 57,20% das ordinárias. O mínimo necessário para abrir a
discussão a respeito da reorganização do grupo, para unificação das companhias
na Oi Participações, era de 50% do capital preferencialista.
A desembargadora é a mesma que, na quinta-feira, havia concedido duas
liminares que favorecem os minoritários contrários à reestruturação. Uma delas
impedia que BNDES e Previ pudessem votar. Outra determinava que acionistas que
detêm papéis ordinários e preferenciais não poderiam se manifestar e que só os
preferencialistas poderiam apresentar seus votos. Ambas foram pedidos feitos
pela Polo Capital. A gestora de recursos também solicitou a suspensão da
assembléia, mas não foi atendida nesse ponto.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h29
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PREVI 100 BI
Previ fechará o ano com patrimônio de R$ 100
bi
O patrimônio líquido do fundo
de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) deverá chegar a R$ 100
bilhões no final deste ano, representando valorização de 20% frente aos R$ 83
bilhões do final do ano passado. Para se ter uma idéia, o valor é o suficiente
para que a instituição adquira um banco privado de grande porte como o Brasdesco
ou o Itaú, que estão avaliados em torno de R$ 70 milhões. O montante, que
equivale a quase duas vezes o valor do próprio Banco do Brasil, cresceu 185% se
comparado ao patrimônio de seis anos atrás, em 2000.
O aumento do patrimônio reflete principalmente os ganhos que a
instituição obteve com a privatização de algumas das maiores ex-estatais
brasileiras, como o sistema Telebrás (atuais Telemar, Telefônica, Brasil Telecom
e Embratel), siderúrgicas, petroquímicas, além da Companhia Vale do Rio Doce.
Trata-se do único fundo de pensão que mantém o salário da ativa
para os aposentados por tempo indefinido, na modalidade "benefício definido". A
outra opção, "contribuição definida", é proporcional à poupança acumulada no
período de trabalho.
Atualmente a Previ tem participações relevantes em quase 60
grandes empresas nacionais, entre elas, Vale do Rio Doce, Embraer, Perdigão,
Telemar, CPFL, Neoenergia (que controla a Coelba), Paranapanema, ALL/Brasil
Ferrovias, Fundição Tupy, além do próprio Banco do Brasil e até no Itaú, entre
outras.
Fonte: Monitor Mercantil Digital
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h27
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MUDANÇA NA BB-DTVM
Presidente da administração de fundos
do BB pede demissão
Nelson Rocha da Distribuidora de
Títulos e Valores Mobiliários do Banco do Brasil será substituído pelo atual
gerente-executivo, Alberto Monteiro de Queiroz
BRASÍLIA - O presidente da Banco do Brasil (BB)
Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM), Nelson Rocha, pediu nesta
sexta-feira demissão do cargo. "Ele já vinha pedindo para sair há algum tempo",
disse à Agência Estado o presidente do BB, Rossano Maranhão. De acordo
com Rossano, o executivo pretende agora dar prosseguimento à vida profissional
no setor privado. "Rocha desenvolveu um belo trabalho ao longo dos quatro anos
que ficou na BB-DTVM", comentou. Antes de ir para o BB, Rocha passou pelos
bancos Votorantim e Ribeirão Preto.
Para substituí-lo, foi designado o atual gerente-executivo da BB-DTVM,
Alberto Monteiro de Queiroz. "A orientação do trabalho dele será de continuidade
nos direcionamentos estratégicos já traçados na gestão de Rocha e de expansão
dos produtos oferecidos pela BB-DTVM", disse Rossano. Com 22 anos de banco,
Queiroz é funcionário de carreira do BB e tem mestrado em administração pela
Fundação Getúlio Vargas (FGV). A BB-DTVM administra hoje cerca de R$ 183 bilhões
em recursos de terceiros e ocupa a liderança neste mercado.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h24
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MÚSICA NO CCBB DE SÃO PAULO
Toninho Ferragutti e Antonio Bombarda terça no CCBB
Por Roberta Cunha Valente
Este show faz parte do projeto Artesania Sonora, que acontece no CCBB.
As sanfonas serão representadas pelo virtuose Toninho Ferragutti, um dos mais
requisitados e completos acordeonistas do país. Compositor sensível e grande
improvisador, Toninho talvez seja o músico que possui a mais ampla visão sobre a
família das sanfonas, tendo sido o responsável pela concepção de diversos
projetos envolvendo o instrumento no país. Neste espetáculo, Toninho convida
Antonio Bombarda, veterano músico de rodas de choro em São Paulo, verdadeiro
mestre do choro que há décadas vem acompanhando diversos nomes da música
brasileira. Juntos, Ferragutti e Bombarda fazem uma viagem pelas diferentes
sonoridades do instrumentos no país e prestam uma homenagem a alguns dos grandes
sanfoneiros e acordeonistas brasileiros. Outra participação especial do show é
de Zé Alexandre (contrabaixo acústico).
Toninho Ferragutti é um virtuose
de seu instrumento, há muito tempo reconhecido. Sua incrível técnica e domínio
das possibilidades do acordeon ou da sanfona estão à serviço da sensibilidade e
da qualidade artística de sua música. Toninho se destaca como improvisador e
compositor fluente, circulando com grande desenvoltura pelas rodas de choro,
gafieiras e forrós e pelos grupos de música instrumental e jazística. Toninho,
bastante requisitado como músico, integrou a Orquestra Popular de Câmara já se
apresentou com nomes como Hermeto Pascoal, Dominguinhos, Gilberto Gil, Mônica
Salmaso, Chico César, Antônio Nóbrega, Edu Lobo, Elba Ramalho, Marisa Monte,
Roberto Sion, entre outros. Lançou seu primeiro CD solo em 1998, o elogiado
"Sanfonemas". Antes, dividiu com saxofonista e flautista Roberto Sion o disco
"Oferenda" (1996). Em 2000, participou com Maria João e Mário Laginha do álbum
comemorativo dos 500 anos de descoberta do Brasil, "Chorinho Feliz". Já este
ano, Toninho juntou-se ao duo e a Helge Norbakken para formar o quarteto
Mumadji, cujo nome deu origem a um disco ao vivo.
Bombarda é músico
muito conhecido nas rodas de choro de São Paulo, mas nasceu em Guararapes -
interior do estado de SP - escutando as orquestras de Nelson de Tupã, Pedrinho e
sua Orquestra, e muito choro e músicas de seresta. Mais tarde cursou o
Conservatório Santa Cecília em Araçatuba e, em São Paulo, formou-se pela
Faculdade Paulista de Música. Dono de grande fluência musical e conhecedor dos
segredos do choro e do acordeon na música popular, participou de gravações e de
regionais famosos como os de Evandro do Bandolim, Carlos Poyares, Izaias, e de
gravações com Simoneti, Canhotinho dos Demônios da Garoa, Antonio Nóbrega, entre
outros.
Este é mais um daqueles shows imperdíveis.
Dia 28 de
novembro, terça-feira, às 13 h e 19h30. Centro Cultural Banco do Brasil: Rua
Álvares Penteado, 112 - Centro - São Paulo. informações: (11) 3113.3651 /
3113.3652 - bb.com.br/cultura (Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô). R$
6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia).
Fonte: Agenda do Samba & Choro
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h21
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FUNDOS DE PENSÃO
Nesta segunda-feira terá início em Curitiba o 27o. Congresso Brasileiro dos
Fundos de Pensão, promovido pela Abrapp, intitulado "Gestão e Comunicação -
Compromissos Permanentes".
Estarei participando do evento - que durará três dias - e, quando possível,
divulgarei notas neste BBlog.
Para saber mais sobre o Congresso, clique aqui
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h17
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PREVIDÊNCIA
Previ pagará pensão a companheiro de
bancário morto
Pensão total agora será dividida
entre a mãe e o namorado do falecido
GOIÂNIA - A Justiça de Goiás reconheceu a relação
contratual e a dependência econômica, e condenou a Caixa de Previdência Privada
dos Funcionários do Banco do Brasil (BB), a Previ, a pagar 50% do benefício do
plano de previdência complementar de pensão a V., companheiro de H., um
ex-funcionário do BB em Goiás que morreu em 2000 de causas não-reveladas. A
outra parte da pensão (50%) é paga à mãe de H.
A decisão foi tomada nesta sexta-feira, 24, pelo juiz Eudécio Machado
Fagundes, da 7ª Vara Cível de Goiânia, ao acatar ação declaratória de
convivência. Os outros 50% da pensão já são pagos pelo INSS, conforme decisão
recente do mesmo Tribunal. Nos dois casos, o ex-companheiro de H. tem direito a
receber, também, os pagamentos da pensão que não foram pagos nos últimos seis
anos, por recusa da Previ do BB.
"Trata-se de direito assegurado", afirmou o juiz Eudécio Machado Fagundes
para o Estado. "Isto porque, cerca de quatro anos antes de sua morte, H.
incluiu o nome de V. na lista de beneficiários do seu plano de seguro e
aposentadoria", disse o juiz. "No entanto, após a morte, ela (Previ) recusou-se
a pagar o benefício, embora não o tenha recusado, quando da inclusão do seu nome
no contrato", disse.
De acordo com dados do Tribunal de Justiça, a família do bancário H., que era
solteiro e não tinha filhos, lavrou escritura pública de declaração, em Cartório
de Notas de Goiânia, reconhecendo a convivência entre ambos.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h04
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CORREÇÃO
Em Curitiba, não em Brasília
Desculpem a falha técnica. A nota abaixo foi postada em Curitiba e não em Brasília, como consta. Depois de amargar 8 horas no aeroporto de Brasília, neste sábado, penso que fiquei grograficamente confuso.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h49
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PREVI 100 BI
Da coluna Radar, na revista
Veja:
100 000 000 000
Em meados deste mês, mais precisamente no dia 16, a Previ,
o poderoso fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, ultrapassou pela
primeira vez os 100 bilhões de reais em ativos. Passa a ser, assim, o 59º maior
fundo de pensão do mundo.
Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 12h47
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