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Ode ao amor

Ode ao amor

A paixão de Oscar Wilde pela arte, seu anarquismo, humor inteligente e, sobretudo, sua busca incessante de amor como estratégia de sobrevivência formam o universo da ópera O Pescador e sua Alma, que tem estréia mundial marcada para o dia 17 de novembro, no CCBB Brasília.

 

Conduzido pelo diretor Antônio Karnewale, o espetáculo constrói, passo a passo, a história do amor impossível de um pescador por uma sereia. “É uma ópera contemporânea, que propõe a discussão de valores éticos e a batalha interna de um homem que não mede esforços quanto o assunto é amor, o sentimento que inundou sua alma, embaralhou seu raciocínio e sufocou seu coração,” diz o diretor.

 

O texto, adaptado da obra de Wilde por Guilherme Miranda e acompanhado pela música de Marcos Lucas, conservou o espírito transgressor de um dos grandes gênios da humanidade. Mesmo ao custo da saúde e da reputação, Wilde buscou a vida à sua maneira.

 

O projeto O Pescador e Sua Alma é resultado do esforço de um grupo de artistas radicados no Rio.

 

“Este espetáculo fala de um homem que está sempre em busca de seus sentimentos, seus desejos”, explica Guilherme Miranda. “Ao mesmo tempo que é uma ode ao amor, sem suprimir-lhe a lascívia, nosso teatro é de escolhas e conseqüências”.

 

O diretor musical e regente Julio Moretzsohn destaca que a narrativa associa um universo fantástico e o julgamento de valor na distinção entre o bem e o mal, argumento perfeito para um grande espetáculo. “É a história de um homem à deriva num mar de dúvidas e desejos, numa atitude arqueológica em busca de si mesmo, uma história trágica, de sofrimento”, define.

 

 

O Pescador e Sua Alma

De 17 de novembro a 3 de dezembro

De quinta a sábado, às 21h; domingo, às 20h.

Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília
Ingressos a R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada).

Informações: 3310-7087

Fonte: CCBB



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 19h20
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COMÉDIA NO CCBB DE SÃO PAULO

Divulgação

E

Comédia familiar no CCBB

 

Uma família, vários problemas e boas risadas. Esses são os ingredientes de “Outono e Inverno”, do sueco Lars Norén, que entra em cartaz neste sábado (25/11), às 19h30, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), região Central de São Paulo. A direção é de Eduardo Tolentino e o elenco é formado por Sérgio Britto, Suely Franco, Denise Weinberg e Emília Rev.

 

A peça começa em um jantar em que mãe, pai e os dois filhos começam a trocar farpas por causa de assuntos do cotidiano. Cada integrante da família conta a mesma história, mas com perspectiva diferente dos demais. A classificação do espetáculo é para maiores de 16 anos e a temporada vai até 17/12.

 

O CCBB é uma entidade mantida pelo Banco do Brasil que é uma instituição patrocinadora da Associação Viva o Centro e tem contribuído no processo de requalificação do Centro de São Paulo.

 

Serviço

CCBB

Rua Álvares Penteado, 112

Tel. (11) 3113-3651/3652

25/11 a 17/12

Terça a sábado, às 19h30, domingos, às 18h

R$ 15 (Estudantes e idosos pagam R$ 7)

 

Fonte: Viva o Centro



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 19h18
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Justiça impede Previ e BNDES de votarem na assembléia da Telemar

Juliana Rangel - O Globo Online

RIO - A desembargadora Valéria Maron, do Tribunal de Justiça do Rio, concedeu uma antecipação de tutela à Polo Capital Management impedindo que acionistas que detenham papéis preferenciais, mas também ordinários, da Telemar votem na assembléia desta sexta-feira, que definirá a reestruturação acionária da empresa. Na prática, a decisão afeta a Previ e o BNDES que, juntos, têm quase 6% das ações preferenciais da companhia, com forte poder de peso na decisão.

Em um parecer, a Comissão de Valores Mobiliários havia autorizado que detentores de ambos os papéis participassem da assembléia, com suas ações preferenciais. A decisão da Justiça, no entanto, se sobrepõe à da autarquia.

A reestruturação acionária da Telemar é a maior deste tipo já realizada no país. A assembléia de acionistas da Telemar nesta sexta-feira é a segunda tentativa da empresa de levar à frente a reestruturação. Na primeira tentativa, não houve quórum para votação.

A operação visa a retirar do mercado papéis da Telemar Participações, Tele Norte Leste Participações e Telemar Norte Leste, dando em troca, aos investidores, ações da nova empresa Oi Participações.

O problema é que, segundo a relação determinada pela Telemar, acionistas detentores de papéis ordinários receberão 2,6 vezes mais papéis da Oi Participações do que os preferencialistas caso a operação seja aprovada. A proporção está sendo considerada injusta por alguns fundos detendores de ações preferenciais.

Por conta disso, a Comissão de Valores Mobiliários determinou que apenas detentores destes papéis poderão votar na assembléia. Mas quem tem tanto ações ordinárias quanto preferenciais também pode participar.

- A questão é que o BNDES e a Previ têm tanto ações preferenciais quanto ordinárias e, por isso, podem votar na assembléia. Com a relação de troca estipulada, os controladores, entre eles Previ e BNDES, saem ganhando na operação. Sua participação atual de cerca de 15% da Telemar passa para 31% da nova companhia, o que dilui a fatia de outros acionistas - diz Claudio Andrade, analista da Pólo.

Para que a votação aconteça, é necessário um quórum de detentores de 50% mais uma ação preferencial da Telemar. Na primeira tentativa, quando foi exigido o mesmo quórum, só estiveram presentes acionistas de 29,17% dos papéis preferenciais da empresa.

A expectativa de analistas é de que a aprovação não aconteça nesta segunda tentativa.

- É interesse dos controladores tentar levar a decisão para a terceira assembléia, quando o quórum mínimo para a realização da votação cai para detentores de 25% das ações preferenciais - diz Fabio Cardoso, gestor da Maxima Asset.

Alguns fundos de peso, como o americano Brandes e o inglês Genesis, que juntos têm 15% do capital preferencial da empresa - já se disseram contra a operação.

Outros, como o Capital e o Templeton, ainda não se manifestaram. Mas, se votarem contra, representarão mais 15% dos papéis.

- A base de acionistas é enorme, mas são os grandes fundos que têm o maior poder de decisão - avalia o analista do Banco Modal, Eduardo Roche.

Segundo a Telemar, foram distribuídas malas-diretas a acionistas minoritários explicando a operação. Além disso, foi disponibilizado um call center para o esclarecimento de dúvidas, que recebeu quase 19 mil ligações até esta quinta-feira, de acordo com a empresa.

Ainda assim, na primeira assembléia, realizada no dia 13, o clima era de total desinformação, sendo que alguns dos minoritários acreditavam, inclusive, que poderiam vender seus papéis durante a reunião.

Fonte: O Globo



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 13h12
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Luxo reduz pobreza

Grandes empreendimentos têm programas para treinar mão-de-obra local e ajudar as comunidades vizinhas a escapar da miséria

Costa do Suípe abriu o caminho para outros megaresorts - e para a importância de ajudar as populações locais
É na Região Nordeste que o crescimento do turismo brasileiro se mostra mais pujante. O exemplo mais emblemático para ilustrar a história recente do turismo no Brasil é o do Complexo de Sauípe, na Bahia, cuja construção começou em 1996. Em 1999, o canteiro tinha 5 mil funcionários trabalhando a pleno vapor para a inauguração, no ano seguinte.

O caminho para o investimento nesse empreendimento – e em seguida em muitos outros – foi aberto pelo Prodetur-Nordeste, programa de financiamento para o setor público do BID criado na gestão de Fernando Henrique Cardoso que viabilizou obras de infra-estrutura em toda a região por intermédio do Banco do Nordeste. Em sua primeira fase, o Prodetur destinou US$ 670 milhões aos estados da região. A segunda etapa do programa, que está em curso, despejará outros US$ 400 milhões na região.

Club Med de Trancoso, na Bahia: parte do cluster do sul do estado
O raciocínio é lógico: com a infra-estrutura (saneamento, acessos por aeroportos e estradas) garantida pelo poder público, a iniciativa privada viria com a superestrutura. No caso de Sauípe, a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) aprovou e executou a construção do complexo, sobre um terreno da Odebrecht, no qual foram investidos cerca de R$ 340 milhões.

O modelo de megaresort não tardou a se multiplicar pelo litoral brasileiro. A bandeira espanhola da Iberostar já tremula na vizinha Praia do Forte, onde foi erguido um novo complexo turístico. O projeto engloba três hotéis, com 1.670 unidades, e deverá estar todo concluído em 2008, ao custo de US$ 370 milhões em investimentos próprios. O primeiro deles, com 406 unidades, já está funcionando.



Esperança e frustração
O aeroporto internacional do Recife, reformado com recursos do Prodetur
Com resorts num paraíso tropical de frente para o mar, Sauípe surgiu com a perspectiva de sucesso baseada num crescente fluxo de visitantes internacionais. Mas, se a expectativa do megaempreendimento gerou a esperança de melhoria na vida da população local, a realidade da implantação se mostrou um pouco mais dura. Um estudo que realizado pela jornalista Rosalina Couto, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), constatou que as condições de vida precárias das comunidades próximas, aliadas à ausência de ensino básico, geraram uma grande frustração, ao se constatar a dificuldade de adaptação da mão-de-obra ao serviço no complexo, na lida com os turistas, que requeria mão-de-obra treinada e capacitada. Mas, não por falta de treinamento, conta Rosalina: “Como a comunidade é muito pobre e tem dificuldade de acesso às fontes de informação, os conhecimentos básicos de higiene e saúde eram quase inexistentes. Mas quando alguém da família aprende esses conceitos no hotel, acaba levando essas informações para casa, praticando-os no dia-a-dia.”

Segundo ela, os impactos sociais também foram grandes, com aumento da prostituição e da incidência de consumo de drogas nas comunidades próximas. “Mas há coisas boas, como o esforço por parte do IH [Instituto de Hospitalidade, entidade sediada em Salvador dedicada ao desenvolvimento sustentável do turismo no Brasil] para capacitação de artesãs locais, que hoje mantêm uma lojinha no complexo”, conta.

Outra ação afirmativa que trouxe bons resultados para o objetivo de integrar a produção da comunidade ao consumo do complexo foi o projeto Berimbau. Trata-se de uma parceria entre a Sauípe S.A., a Fundação Banco do Brasil e a Previ, implantada em 2003 com o respaldo da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad, na sigla em inglês), visando à capacitação da população local e à concessão de microcrédito para a produção de artesanato, sabonetes e artigos têxteis para atender às exigências dos hóspedes dos luxuosos hotéis do resort. O projeto também ajudou na preservação do meio ambiente, com a criação de uma cooperativa de tratamento do lixo orgânico produzido pelos hotéis.

O Berimbau foi escolhido pelo ITC (International Trade Centre, ou Centro de Comércio Internacional, da Unctad) como piloto para a implantação, em âmbito nacional, do Programa de Redução da Pobreza por Meio da Exportação (EPRP), fruto de uma parceira entre o órgão e o Banco do Brasil.

Fonte: Revista UpDate



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 13h04
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CRISE DA CASSI


Diretores da Cassi encaminham balancetes ao presidente do BB


Os diretores eleitos da Cassi, Douglas Scortegagna e José Antonio Diniz, encaminharam ao Presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão Pinto, no dia 21 de novembro de 2006, os balancetes da Cassi, que acumulam em setembro de 2006, déficit de R$ 88.673 mil. No documento, os diretores ressaltaram a sua preocupação com a atual situação financeira da Cassi e com o andamento das negociações entre o BB e a Contraf-Cut, que não tem avançado na forma esperada.

Os diretores ainda se colocaram à disposição para contribuir nas negociações e buscar soluções para a Cassi.

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 12h44
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A FARRA DOS BANCOS

Financiamento para a alta renda é o que mais cresce

Saldo de créditos a pessoa física na faixa entre R$ 5.000 e R$ 50 mil subiu 23% desde dez/05

Mas, para as empresas, os financiamentos que mais se expandem são os de menor valor; relação crédito/PIB alcança 33,1% em outubro


DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Números divulgados ontem pelo Banco Central indicam que a expansão do crédito ocorrida neste ano está mais concentrada em pessoas de renda mais elevada e em empresas de pequeno e médio porte.

Do lado das pessoas físicas, os empréstimos com valores entre R$ 5.000 e R$ 50 mil foram os que mais cresceram: entre dezembro de 2005 e setembro último, o saldo desses créditos subiu 23,2%, chegando a um total de R$ 145,8 bilhões.

Já os financiamentos de até R$ 5.000 registraram aumento de somente 7,8% nesse período, somando R$ 110,6 bilhões em setembro. Os empréstimos a pessoas físicas como um todo chegaram a R$ 311,1 bilhões, alta de 16,7% no ano.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, a maior procura por empréstimos entre R$ 5.000 e R$ 50 mil reflete o crescimento registrado pelo chamado crédito consignado, tipo de financiamento em que as parcelas da dívida são descontadas diretamente no salário do cliente.

Essa é uma das modalidades de crédito que mais crescem no país e, de acordo com Lopes, costumam se situar nessa faixa de valores. Em outubro, o saldo de empréstimos consignados estava em R$ 86,6 bilhões, crescimento de 44,1% neste ano.

Do lado das empresas, ocorreu o contrário: os empréstimos de maior valor foram os que menos cresceram neste ano. Os financiamentos acima de R$ 10 milhões acumulavam alta de 8,1% até setembro, totalizando R$ 138,3 bilhões.

Na outra ponta, os créditos de até R$ 100 mil a pessoas jurídicas cresceram 8,3%, somando R$ 71,3 bilhões. Nas operações de valor intermediário, o aumento foi de 12,6%, com saldo de R$ 163,8 bilhões em setembro. Segundo Lopes, as empresas de pequeno e médio porte têm buscado mais empréstimos bancários, já que companhias maiores podem se financiar no mercado de capitais -com emissão de ações e debêntures, por exemplo.

Ao todo, o crédito oferecido pelo sistema financeiro nacional no mês passado estava em R$ 697,3 bilhões, o equivalente a 33,1% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. A proporção entre crédito e PIB é a mais alta em dez anos, embora ainda seja baixa quando comparada com a média internacional.

Para a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), a expectativa é que, ao longo de 2007, a oferta de crédito cresça 19%, puxada, principalmente, pelos financiamentos habitacionais.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 12h32
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A FARRA DOS BANCOS

Juros bancários caem menos que reduções da Selic

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A redução que a taxa Selic vem sofrendo desde o final do ano passado está tendo um efeito cada vez menor no custo dos empréstimos bancários. Isso porque, segundo dados do Banco Central, o peso do "spread" bancário sobre os juros cobrados nos financiamentos tem aumentado continuamente nos últimos meses.

"Spread" é a diferença entre os juros pagos pelas instituições financeiras para captar recursos no mercado e a taxa praticada nos empréstimos aos clientes. Entre setembro e outubro, os juros médios cobrados pelos bancos recuaram de 41,5% ao ano para 41,2%, nível mais baixo desde 2000. Mas o "spread" não se alterou, seguindo em 27,8 pontos percentuais.

Isso significa que, do custo médio de uma dívida bancária em outubro, 67% correspondiam ao "spread", e 33% ao custo de captação das instituições financeiras. Em setembro de 2005, quando teve início o processo de redução da taxa Selic, o "spread" representava 61% dos juros pagos pelos devedores.

A taxa Selic é um dos fatores que mais influenciam no custo de captação dos bancos. Entre setembro de 2005 e outubro de 2006, ela foi reduzida de 19,75% ao ano para 13,75%. No mesmo período, os juros médios dos bancos passaram de 48,1% para 41,2% ao ano, e o "spread", de 44,0 pontos percentuais para 39,9 pontos.

"O "spread" não tem que cair na mesma velocidade da taxa Selic", diz o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes. "Existe uma série de outros fatores, como risco [dos empréstimos], margem [de lucro dos bancos], impostos e custos administrativos."

Em nota distribuída após a divulgação dos números do BC, a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) afirmou que "as taxas de juros têm apresentado expressiva redução".

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 12h30
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BB NO RANKING DAS AMÉRICAS

BB é décimo maior em volume de ativos das América

O Banco do Brasil é o décimo colocado no ranking de bancos de capital aberto em volume de ativos das Américas, de acordo com levantamento feito pela Economática. Com ativos de US$ 129,5 bilhões, o BB também ocupa a posição de maior banco estatal de capital aberto da América Latina.

Entre as 20 instituições avaliadas, há mais dois bancos brasileiros. O Bradesco ocupa a décima terceira posição do ranking. Os ativos de US$ 111,9 bilhões também dão ao banco o título de maior instituição privada de capital aberto da América Latina. Com ativos de US$ 95,2 bilhões, o Itaú fica na décima oitava colocação.

De acordo com a Economática, o Banco do Brasil já tinha feito parte deste seleto grupo dos bancos com mas de US$ 100 bilhões em ativos em 1998, após esta data só voltou ao grupo no segundo trimestre de 2005. O Bradesco passa a fazer parte deste time somente em junho de 2006.

Todas as outras colocações são ocupadas por instituições norte-americanas. Liderando o ranking, o Citigroup conta com ativos de US$ 1,746 trilhão. Em segundo, está o BankAmerica, com US$ 1,449 trilhão e em terceiro o JP Morgan Chase ostenta US$ 1,338 bilhão em ativos. A diferença para o quarto lugar cresce muito, com o Wachovia registrando ativos de US$ 556 bilhões. (JB Online/Gazeta Mercantil/InvestNews)

Fonte: Gazetaweb



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 12h19
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Telemar: Justiça proíbe voto do BNDES e da Previ

Acionistas ordinaristas e acionistas controladores da Telemar Participações não poderão votar na Assembléia Geral Extraordinária (AGE) da Tele Norte Leste Participações (TNLP), cuja segunda e terceira convocações estão marcadas para esta sexta-feira, 24, e para próxima segunda-feira, 27, respectivamente.

A decisão é da desembargadora Valéria Maron, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, atendendo a um pedido de tutela antecipada feita pelo Polo HG Fundo de Investimento em Ações.

Em primeira instância, o pedido havia sido indeferido na 4a Vara Empresarial do Rio de Janeiro. Com a decisão da desembargadora, acionistas controladores que têm ações preferenciais da TNLP, como BNDES e Previ, não poderão votar. Vale lembrar que a Previ está impedida de exercer seus direitos de controlador na Telemar desde 2000, por ordem da Anatel.

A AGE decidirá a respeito da reestruturação societária da Telemar, que inclui a migração de todas as ações para um único papel, da Telemar Participações, além da pulverização do controle do grupo e a adoção de medidas para a entrada da companhia no chamado “Novo Mercado”.

Como o cálculo de conversão das ações diluirá a participação dos preferencialistas após a reestruturação, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidira que apenas os detentores de ações preferenciais poderão votar nesse item. Restava, porém, a dúvida se um acionista ordinarista que tivesse ações preferenciais poderia votar com essas últimas.

A primeira tentativa de realizar a AGE aconteceu na semana passada, mas fracassou por falta de quórum: apenas acionistas que representavam 29,17% dos papéis preferenciais compareceram. O mínimo para se instalar a AGE era de 50%. Para a segunda convocação o quórum também é de 50%. Na terceira, cai para 25%.

No mercado, comenta-se que para os controladores da Telemar é mais interessante levar a AGE para a terceira convocação, na qual seria mais fácil conseguir aprovar a reestruturação, em razão da exigência de um quórum menor.

Fonte: TI Inside



Escrito por Romildo, em BRASÍLIA, às 12h17
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APOSENTADORIA: VAI FICAR MAIS DIFÍCIL

Governo estuda idade mínima para aposentadoria em reforma do INSS

Medida seria implantada de forma gradual, para evitar corrida de contribuintes e aumento do déficit da Previdência

Adriana Fernandes, Fabio Graner

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, em meio às discussões de medidas de melhoria das contas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), avalia não apenas o choque de gestão - proposto em estudo do consultor Vicente Falconi -, mas também uma mudança estrutural nas regras: a imposição de idade mínima para a aposentadoria, tanto para homens como para mulheres.

Os técnicos ainda não encontraram o consenso nas discussões, mas o nível de resistência à adoção de uma idade mínima já está menor. A medida seria implementada de forma gradual, sem sustos para os contribuintes do INSS e sem estimular uma corrida aos benefícios.

A necessidade de o governo ter de enfrentar, em algum momento, a discussão de mudanças estruturais na Previdência é considerada até mesmo no estudo de Falconi, segundo técnicos. 'Ele (Falconi) deixou claro que o trabalho não era alternativo a uma futura reforma da Previdência', disse a fonte que ouviu uma apresentação do consultor, cujo trabalho foi encaminhado ao presidente pelo empresário Jorge Gerdau, cotado para ocupar um ministério no segundo mandato de Lula.

Atualmente, as aposentadorias são concedidas por tempo de contribuição, que já foi prolongado, no governo passado, com a adoção do fator previdenciário (ler mais ao lado). Por meio desse fator, quanto maior tempo o trabalhador se mantiver no mercado de trabalho maior será o valor de sua aposentadoria. O limite imposto por Lula é que nenhuma medida prejudique a classe média e as classes de menor renda, que garantiram sua reeleição.

LONGO PRAZO

Nos estudos sobre idade mínima, está em análise a criação de um mecanismo de ajuste periódico desse limite à expectativa de vida da população. A idéia é que esses ajustes sejam mecanismos de longo prazo - por exemplo, dez anos - e sempre relacionados ao censo populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, a expectativa de vida do brasileiro é de 70,8 anos. A discussão do tema no governo, porém, ainda é preliminar.

Embora o governo tenha uma idéia de onde quer chegar com o pacote fiscal - conter gastos correntes e elevar investimentos -, a verdade é que ainda não se tem clareza sobre que medidas devem ser adotadas. 'O presidente nos informou que pretende anunciar as medidas ainda este ano. Estou imaginando que o presidente deve anunciar lá pelo dia 15 de dezembro', disse Paulo Bernardo, ministro do Planejamento.

Na questão da Previdência, esse panorama também persiste nas discussões, embora se tenha reduzido a resistência a propostas como a fixação de idade mínima. A preocupação dos técnicos é com o modelo de transição. 'Sair do sistema atual para um com limites maiores de aposentadoria exige fazer uma transição, que é um debate delicado. Esse é o maior problema', disse um integrante da equipe econômica, lembrando que a mudança de regras, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, provocou uma corrida à aposentadoria que elevou o déficit num primeiro momento.

Mantega quer que o pacote seja palatável ao mercado. Deseja que o governo seja bem-sucedido no anúncio e implementação das medidas para construir uma mensagem positiva aos investidores. Uma sinalização positiva traz confiança e contribui para a melhora da classificação de risco do Brasil.

Fonte: O Estado de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h25
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COMANDO DAS ESTATAIS

Fotomontagem: André Felix
BNDS - Demian Fiocca
Lucro: R$ 5,7 bilhões

PETROBRAS - Sergio Gabrielli
Lucro: R$ 20,7 bilhões

BANCO DO BRASIL - Rossano Maranhão
Lucro: R$ 4,8 bilhões
 

As estatais exibem seus músculos

Nunca Banco do Brasil, BNDS e Petrobras luctaram tanto, é um sinal de que os atuais presidentes podem continuar


Por Gustavo Gantois

Alvos permanentes de disputas políticas, as estatais brasileiras ganharam uma musculatura adicional no momento em que o presidente Lula decidirá quem seguirá – ou não – no comando das empresas. Na semana passada, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, carimbou sua permanência ao anunciar um lucro líquido de R$ 7,1 bilhões no terceiro trimestre. No acumulado do ano, a cifra chega a R$ 20,7 bilhões, o que garantiu o melhor desempenho da história. Ao mesmo tempo, Rossano Maranhão anunciou que o Banco do Brasil registrou R$ 4,8 bilhões de lucro líquido no mesmo período, batendo os maiores bancos privados do País – o Bradesco acumulou um ganho de R$ 3,3 bilhões e o Itaú, de R$ 3 bilhões. Fechando a tríade, Demian Fiocca, o mais novo presidente a passar pelo BNDES, exibiu uma bela conta em sua estréia. Até setembro, o banco de fomento teve um lucro de R$ 5,7 bilhões – 132% maior do que em 2005.

No papel, é fácil justificar o que está por trás de números tão vultuosos. Para a Petrobras, o crescimento no lucro foi resultado do aumento na produção de petróleo, do reajuste dos preços médios dos produtos vendidos e da maior utilização da capacidade instalada das refinarias. Mas há uma questão: por que uma empresa que lucra R$ 20 bilhões em menos de um ano não repassa à população parte do ganho? Analistas apontam que o preço da gasolina no Brasil está 10% superior à média do mercado internacional. “A população é beneficiada com uma empresa sadia”, desconversa Almir Barbassa, diretor-financeiro da Petrobras. Seja como for, os bons resultados devem confirmar a presença de Gabrielli no comando, a despeito do apetite de alguns partidos aliados, como o PMDB, que aventaram a possibilidade de assumir a Petrobras.

O caso do BNDES é também ilustrativo. Fiocca aponta que a maior parte do lucro veio das operações de renda variável, com a valorização das empresas nas quais o banco tem ações. No entanto, o volume de dinheiro repassado à iniciativa privada não tem alcançado as metas nos últimos anos. Para chegar ao valor de R$ 55 bilhões, programado para 2006, o banco teria de emprestar R$ 9,8 bilhões em novembro e o mesmo valor em dezembro. Mas os desembolsos mensais foram de R$ 3,6 bilhões, em média, neste ano. Ainda assim, Fiocca tem lugar assegurado no próximo governo. Não necessariamente à frente do BNDES. Luiz Fernando Furlan, ministro do Desenvolvimento, fica se puder indicar o presidente do banco. Outra opção, o empresário Jorge Gerdau, também deu sinais semelhantes. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, porém, pretende lutar para manter seu pupilo à frente do BNDES. E um lucro tão vigoroso é uma boa credencial.

Quem vive hoje uma situação confortável é Rossano Maranhão. Funcionário de carreira do Banco do Brasil, o presidente da estatal conseguiu imprimir uma gestão técnica em seu mandato e seguiu à risca os pedidos de Lula. Ao garantir um lucro recorde ao banco, não esqueceu de distribuir os dividendos. A carteira de crédito chegou a R$ 118 bilhões em setembro, consolidando a participação de 17,3% da instituição no mercado. O mercado acabou validando o resultado. Na quinta-feira 16, as ações do banco acumulavam uma alta no ano de 44,16%, enquanto as do Bradesco chegavam a 24,7% e as do Itaú, 32,8%. “Não foi só o mercado que gostou”, disse Maranhão à DINHEIRO. “A população também está aplaudindo.” Maranhão também tem a aprovação de Lula. Ele se aproximou do presidente nos últimos meses, ao apresentar propostas para redução das taxas de juros e de maior acesso a crédito. Não se sabe, porém, se o possível apelo de Lula para ficar será tão tentador como os dois convites que Maranhão recebeu de instituições privadas. Caso decida seguir à frente do BB, Rossano pode disputar o cargo com dois nomes. Um deles é Adézio Lima, vice-presidente de crédito do banco e filiado ao PT. O outro seria o ministro Paulo Bernardo, do Planejamento. Rossano, porém, é favorito.

Fonte: Isto É Dinheiro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h31
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Empresas terão de superar as regras do Novo Mercado

Fernando Torres

A Previ prepara a criação de um rating (classificação) interno de avaliação de governança corporativa das empresas, que é mais exigente do que os padrões do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A avaliação é de que, com o crescimento da base de companhias já listadas nos níveis de governança, é interessante fazer uma distinção entre elas. Na opinião do diretor executivo do UBS, Marcelo Mesquita, a criação de um rating é um avanço natural do mercado. “Seria como se o Novo Mercado fosse o 'investment grade', que estabelece o limite. Mas dentro do 'investment grade', você tem uma companhia com nota A e outra com triplo A”, exemplifica.

Entre os itens que devem ser analisados para a elaboração de um rating de governança, e que vão além das regras do Novo Mercado, Mesquita cita a existência ou não de cláusulas de blindagem contra oferta hostil (poison pills) no estatuto da companhia — que geram um desconto no preço das ações — e também a existência de mandato dos conselheiros de administração. “Mas não é uma coisa simples. É preciso analisar vários quesitos”, afirma.

Para o analista da gestora de recursos Dynamo, Fernando Pires, a existência de volumes grandes de transações com “partes relacionadas” (em que as empresa contrata serviços dos sócios) é outro fator que deve ser analisado com cuidado, e que puxa para baixo o valor de uma companhia.
Essas exigências estão acima daquilo que o Novo Mercado requer. Para estar listada no nível mais alto da governança corporativa da Bovespa, a companhia deve seguir regras como: ter apenas ações ordinárias, dar direito de tag along aos minoritários, ter conselheiros independentes e aderir à Câmara de Arbitragem para soluções de conflitos.

Na avaliação da Previ, no entanto, as garantias não são suficientes. Para aportar recursos em ações de uma empresa, o fundo de pensão exige que a companhia possua também conselho fiscal permanente, o que não é determinado pelo Novo Mercado. A Previ defende também que a companhia facilite a representação dos minoritários no conselho de administração.

Segundo o diretor de participações da Previ, Renato Chaves, a entidade vai verificar a aderência das companhias em que o fundo possui ações em relação ao código de governança da fundação. “Aí, com os dados disponíveis, vamos analisar quais ações podemos tomar para melhorar a governança. E isso não é só discurso. Porque já tomamos atitudes em empresas como Perdigão, Embraer etc.”, afirma Chaves.

Ao buscar melhores práticas de governança corporativa, as empresas não querem apenas ser “boazinhas”. Elas buscam valorização dos seus papéis. De acordo com o vice-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) e diretor da Latin Finance, Luis Fernando Resende, as empresas do Novo Mercado tem valor de mercado equivalente a 10 ou 11 vezes a geração de caixa da empresa, ante média de 4 e 5 vezes nas empresas sem selo de governança corporativa.

Não visão de Mesquita, do UBS, o refinamento da avaliação da governança será a evolução natural do setor. “Talvez não seja para agora, mas esse é o próximo estágio, para daqui um ou dois anos”, diz o executivo.

Para João Batista Fraga, superintendente de relações com empresas da Bovespa, a sugestão da criação de um rating de governança é uma idéia a ser avaliada, mas ele garante que as regras do Novo Mercado, por enquanto, devem permanecer iguais. “Fizemos uma revisão no início desse ano. E cada mudança precisa ser aprovada por dois terços das companhias integrantes”, diz.

Um dos temas que Fraga pretende tratar na próxima revisão é o incentivo para que a participação nas assembléias seja via procurador ou virtualmente (assim que a legislação permitir). “Hoje em dia, se usa a Internet para tanta coisa, porque não para votar?”.

Os executivos participaram do 7º Congresso de Governança Corporativa, organizado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

Fonte: DCI



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h17
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NECESSIDADES ESPECIAIS

Apabb de Brasília promove curso sobre lazer para pessoas com deficiência

A Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil (Apabb) está desenvolvendo um curso diferente. Trata-se de “Como Desenvolver Atividades de Lazer e Recreação para Pessoas com Deficiência”, a ser realizado na AABB de Brasília no dia 25 de novembro.

Entre as atividades do curso, que vão das 8h30 às 17h30, estão palestras sobre família, músicas recreativas, atividades lúdicas e outras formas de lazer como ferramenta de inclusão. O palestrante é o professor Vagner Martins dos Santos Júnior, que é graduado em Educação Física e Coordenador Nacional dos Programas de Esporte e Lazer da Apabb.

Os interessados podem solicitar a ficha de inscrição pelo email apabb_df@apabb.org.br. O curso custa R$ 25,00 para profissionais e R$ 15,00 para estudantes. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 61 3310 2248 ou 61 3310 2239.

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h58
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AOS PEDAÇOS

Venda de 10% do BB

Até abril de 2009, governo terá de se desfazer de quase 84 milhões de ações do banco, avaliadas em R$ 4,6 bilhões. O negócio visa cumprir a exigência do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo

Vicente Nunes
Da equipe do Correio

O Banco do Brasil dominou boa parte do debate político na reta final da eleição presidencial que acabou há três semanas. O medo de se privatizar a instituição acabou rendendo votos importantes à reeleição do presidente Lula. A discussão eleitoral, no entanto, deixou de fora um tópico importante: o governo terá, obrigatoriamente, que vender, até abril de 2009, pelo menos 10% do capital do banco, quase 84 milhões de ações avaliadas em R$ 4,6 bilhões. A operação está prevista em um acordo fechado há sete meses entre o BB e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), para a inclusão do banco no chamado Novo Mercado do pregão paulista, no qual estão as empresas de primeira linha, transparentes e que respeitam seus acionistas.

Pelas regras da bolsa, as empresas listadas nesse mercado devem ter, no mínimo, 25% de suas ações em poder dos investidores. O BB está, no entanto, distante desse patamar: tem apenas 14,8% das ações negociadas na Bovespa. Para driblar os limites, o banco se comprometeu a atingir os 25% em três anos. E a expectativa é de que as ações a serem despejadas no mercado saiam do Tesouro Nacional, que detém, atualmente, 70% do capital do BB. Outros acionistas importantes são a Previ - o fundo de pensão dos empregados da instituição - e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que, em junho, venderam, cada um, 2% do capital do BB dentro do processo de se aumentar o volume de ações do banco em poder do mercado.

Com essa venda programada de ações, analistas e investidores estão acompanhando, como nunca, as movimentações dentro do BB. "Estamos falando de uma instituição que vem apresentando bons resultados, mas sofre por causa de ingerências políticas", diz Luiz Roberto Sampaio, diretor da Planner Corretora. Ele conta que os investidores, sobretudo aqueles que já possuem papéis do BB, estão ansiosos por saber como ficará o comando da instituição no segundo mandato de Lula.

O atual presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão, técnico da maior competência, já sinalizou que pretende deixar o posto. "O grande temor dos acionistas minoritários do BB é o de que a instituição volte a ser administrada por políticos", afirma Sampaio. No início do primeiro governo Lula, os cargos estratégicos do banco foram rateados entre petistas. Mas eles acabaram sendo demitidos por envolvimento em todos os escândalos que abalaram a imagem da administração lulista.

Custo político

Rafael Quintanilha, analista da Ágora Corretora, ressalta que a interferência política no BB - cujo lucro líquido nos nove primeiros meses do ano atingiu R$ 4,8 bilhões, 40,4% a mais do que em igual período de 2005 - reflete-se nos preços das ações do banco no mercado. Enquanto os papéis do Bradesco e do Itaú são cotados na Bovespa a valores quatro vezes superiores aos registrados em seus balanços, os investidores aceitam pagar, no máximo, 2,5 vezes o valor patrimonial das ações do BB. "Se fosse apenas pela lucratividade, certamente os papéis do BB estariam nos mesmos níveis dos de seus principais concorrentes. Mas o mercado prefere descontar do valor das ações o risco político", diz.

Tanto Sampaio quanto Quintanilha ressaltam que, por estarem mais cientes da interferência do governo no BB, os investidores brasileiros preferem ficar distantes das ações do banco. "Hoje, sem nenhuma dúvida, os grandes compradores de papéis do BB são os estrangeiros. Mas as compras são feitas não porque eles consideram o banco um primor de gestão e de rentabilidade. E, sim, porque os preços das ações estão baixos e tendem a registrar boa valorização no médio prazo", destacou o diretor da Planner Corretora. Foi justamente a demanda dos estrangeiros que levou o presidente Lula a baixar, em abril deste ano, um decreto ampliando de 5,6% para 12,5% o limite para a participação desses investidores no capital do BB. Se não cumprir o acordo com a Bovespa, o BB será excluído do Novo Mercado, um golpe mortal à sua imagem.

Fonte: Agência Anabb/Correio Braziliense



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h08
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FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DA PREVI

Previ reabre financiamento imobiliário

Os associados da Previ do Plano 1 vão poder contar, a partir de 2007, com uma opção de financiamento imobiliário. A Carim 2007 retorna com novas regras e é reaberta para associados da Previ que ainda não utilizaram financiamento da Carim.

De acordo com a Previ, são mais de 58 mil participantes, sendo que 62% são ativos, 28% aposentados e 9% pensionistas. Foram classificados todos os associados com mais de 10 anos de filiação à Previ e menos de 77 anos de idade. “A Previ está corrigindo uma injustiça. Está abrindo o empréstimo imobiliário para os associados que não tiveram esta oportunidade nos programas anteriores. Quem puder, deve aproveitar as novas condições oferecidas pela Previ, pois este é o melhor produto de financiamento imobiliário da atualidade”, afirma o presidente da ANABB e também conselheiro deliberativo da Previ, Valmir Camilo.

A Carim 2007 oferece financiamento de até 100% do valor de avaliação do imóvel por no mínimo 36 meses (três anos) e no máximo 240 meses (20 anos) e taxa de juros de 6% a.a.. O prazo do financiamento somado à idade do participante não pode ultrapassar 80 anos. Serão financiados somente imóveis residenciais, novos ou usados, de alvenaria, em boas condições de conservação, situados em áreas urbanas, com obras concluídas e com "habite-se".

A prestação ficará limitada a 25% da renda bruta do mutuário e as prestações mensais a 30%. Neste modelo, não há resíduo no final do contrato e, caso ainda haja algo a pagar, este valor será quitado pelo fundo de Hedge.

Como aderir ao programa
Até o final de novembro, a Previ enviará carta na qual vai informar a classificação do associado para obter o financiamento. O associado também poderá consultar sua situação pelo Auto-atendimento do site da Previ (www.previ.com.br) ou pelo 0800-729-0505. No site, também será possível fazer a simulação do financiamento. Caso tenha interesse, o participante deve informar à Previ, pelo site ou pelo 0800 e aguardar nova correspondência da entidade com as condições de financiamento e material explicativo. A partir desse momento, o associado tem 120 dias para apresentar a documentação.

Previ estuda financiamento para participantes do Previ Futuro
O novo programa da Carim contempla apenas associados do Plano 1. De acordo com a Previ, “o financiamento para os participantes do Previ Futuro depende de outras soluções e que o plano ainda não está enquadrado em alguns pré-requisitos exigidos pela legislação”. A entidade afirma que “está buscando alternativas como convênio com instituições financeiras, inclusive o Banco do Brasil”.

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h42
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A CRISE DA CASSI

Dirigentes eleitos da CASSI dizem NÃO à proposta do Banco do Brasil

Os dirigentes eleitos da CASSI, abaixo assinados, analisaram o relato da última rodada de negociação, entre o Banco e a Comissão de Empresa, divulgado na Agência de Notícias (SISBB) em 20.11.2006 e apresentaram as seguintes considerações:

Co-participação em eventos
Pelo que se depreende da notícia, não estão sendo observados os critérios técnicos necessários à implantação de um fator moderador de exames, de forma a garantir eqüidade e não sacrificar as pessoas mais doentes.

Plano Odontológico
O Banco anuncia o “compromisso de desenvolver um plano odontológico a ser implantado após estudos mais detalhados”. Além de a proposta ser vazia, ela desconsidera que a CASSI já executou todos os processos do projeto cobertura odontológica, aprovado inclusive pelos representantes no Conselho Deliberativo, desde 2004.

Eleições para a Diretoria de 4 em 4 anos
O argumento do Banco de que isso favorece a continuidade administrativa é falacioso. A eleição de 2 em 2 anos é que garante que não haja solução de continuidade. Em vez de querer mexer em questões que não representam problema, o Banco deveria se preocupar de fato com a continuidade administrativa dando mais estabilidade aos representantes que indica para a Diretoria. Para que se tenha uma idéia, nos últimos 8 anos o Banco trocou 8 vezes o Diretor Administrativo-Financeiro.

Paridade na Contribuição dos Novos
A proposta de definir em 3,75% (para o BB e para os associados admitidos a partir de 1998) é injusta, fere o Estatuto e os normativos da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Espanta que o Banco insista em descumprir o estatuto também neste particular.

Contribuição Extraordinária de R$ 200 milhões
O Banco chama de “contribuição extraordinária” a recomposição de reservas consumidas por sua política salarial e pelo desrespeito ao estatuto. O valor anunciado é insuficiente e não quita os valores não recolhidos sobre abonos e contribuição dos funcionários admitidos pós-98 (4,5%).

A CASSI apresentou, no Plano dos Associados, um déficit operacional acumulado de R$ 88,6 milhões no mês de setembro  e já está consumindo reservas provisionadas para pagar suas contas. A situação é muito grave e a proposta do Banco é insuficiente, está longe de contribuir para resolver o crônico desequilíbrio econômico-financeiro da Entidade.

Os eleitos da CASSI não admitem que a negociação não inclua os seus dirigentes (eleitos e indicados do BB), responsáveis legítimos pela gestão da Caixa de Assistência, e não apóiam os termos do acordo como divulgado até agora.

Graça Machado, Presidente do Conselho Deliberativo; Denise Lopes Vianna, Cláudio Barbirato, Maria do Carmo Trivizan e Geraldo Pedroso Magnanelli, Conselheiros Deliberativos; José Antônio Diniz e Douglas Scortegagna, diretores

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h39
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PREVIDÊNCIA: MAIS REFORMAS

Mantega admite discutir idade mínima para aposentados

Segundo o ministro da Fazenda, o governo não descarta esta possibilidade

Adriana Fernandes e Isabel Sobral

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta segunda-feira que a prioridade para as melhorias das contas da Previdência será discutir o programa apresentado pelo empresário Jorge Gerdau ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e elaborado pelo consultor Vicente Falconi. Pela proposta, Falconi apresenta uma série de medidas de gestão que, segundo ele, permitirão a redução das despesas da Previdência em R$ 50 bilhões no período de 3 a 4 anos. Questionado se o governo estaria aberto a discutir mudanças na idade mínima para acesso à aposentadoria, o ministro disse que está aberto a discutir tudo, mas acrescentou: "Não sei se essa é a prioridade".

Mantega reuniu-se nesta segunda-feira com o ministro da Previdência, Nelson Machado, para começar a discutir medidas que permitam equilíbrio nas contas da Previdência. Entre as medidas, Mantega citou as propostas apresentadas por Falconi. "Se elas são eficazes, será a descoberta da América", brincou Mantega, acrescentando depois: "o que queremos é que essa despesa tenha sustentabilidade", referindo-se às despesas da Previdência.

Ao final do encontro, Machado, evitou fazer declarações sobre as medidas em estudo. "A questão da melhora da gestão ainda está sendo analisada", resumiu o ministro, que saiu apressadamente do Ministério acompanhado do Secretário de Previdência Social, Helmut Schwarzer.

O ministro também explicou que o objetivo das medidas de gestão das contas da Previdência Social é o de dar sustentabilidade às despesas. "Até para garantir que o aposentado possa receber sua aposentadoria no futuro", explicou. Ele afirmou que o equilíbrio das contas públicas não será afetado pelas medidas que estão sendo preparadas, por determinação do presidente Lula.

Mantega contou que, na sexta-feira passada, dia 17, viajou com o presidente Lula e o empresário Jorge Gerdau, quando discutiram a proposta de Falconi. O ministro disse que pelo menos uma parte das medidas deverá ser adotada pelo governo. Mantega elogiou Falconi e disse que ele é "respeitado como especialista em reengenharia de gestão".

"Picadinho de medidas"

O ministro da Fazenda rebateu as críticas de que as propostas de desoneração tributária em estudo pelo governo representam "picadinho de medidas". "Não tem nada de picadinho. São medidas sólidas", afirmou. Segundo ele, o pacote em estudo pelo governo será anunciado nos próximos dias. Mantega informou que terá uma nova reunião com o presidente Lula até a próxima quarta-feira, e afirmou que as medidas em estudo são complexas e que todas estão concatenadas.

Mantega esteve nesta manhã numa reunião com o presidente Lula, quando, segundo ele, foram discutidas as medidas. Ele negou a informação de que Lula não tenha gostado das medidas apresentadas pelo Ministério da Fazenda. "Não é que o Lula não tenha gostado", afirmou. Segundo o ministro, a ousadia se faz de diversos lados, numa referência ao pedido do presidente Lula de mais ousadia nas medidas econômicas. Mantega ponderou que não dá para fazer ousadia só com renúncia fiscal. Na avaliação dele é preciso ter também ousadia no lado das despesas.

Ele antecipou que o governo estuda novas medidas na área de saneamento e habitação, mas fez mistério sobre o conteúdo dessas medidas. "Temos outras medidas que vocês não sabem", disse aos jornalistas.

Segundo o ministro, na área de desoneração tributária "não se pode anunciar, tem que fazer", numa referência do risco do simples anúncio de medidas tributárias travar o desempenho dos setores econômicos envolvidos nas mudanças.

Infra-estrutura

Conforme antecipou o jornal O Estado de S. Paulo, na edição do último domingo, Mantega confirmou que o governo vai incluir no pacote de medidas que será anunciado nos próximos dias, a redução do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido para os fundos de investimento em infra-estrutura.

Mantega disse que ele e o presidente Lula são favoráveis a essa medida, apresentada pela Associação Brasileira da Indústria de Base (Abdib). "É uma proposta muito boa, feita pela Abdib, tem um potencial grande, porque cria um fundo de investimento com oferta de cotas para quem quiser", afirmou o ministro, acrescentando que "essa é uma medida que já está praticamente certa".

Ele argumentou que como a taxa básica de juros, a Selic (atualmente em 13,75% ao ano), está caindo e com isso a remuneração dos fundos de renda fixa também está caindo, existe um ambiente favorável a fundos como esse de infra-estrutura, que podem oferecer maior rendimento aos investidores, principalmente se forem desonerados de IR e CSLL. "As aplicações financeiras hoje no Brasil estão recebendo uma remuneração cada vez melhor, o que leva à procura de novas oportunidades", disse.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h52
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CORRESPONDENTES BANCÁRIOS

Da coluna Mercado Aberto, na Folha de S. Paulo:

NO CAIXA
A Partner Conhecimento reunirá, na quarta, em São Paulo, representantes de BC, Bradesco, HSBC, Caixa e outros para discutir o desenvolvimento dos correspondentes bancários. O número de correspondentes no país, cerca de 90 mil pontos, superou em cinco vezes o volume de agências bancárias.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h22
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SALÁRIO MÍNIMO

Governo refaz contas e reduz proposta de mínimo de R$ 375 para R$ 367

ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília

O governo decidiu reduzir a previsão para o salário mínimo que será adotado a partir do ano que vem. A proposta vai passar de R$ 375 para R$ 367. A redução ocorreu por conta do PIB (Produto Interno Bruto) menor que o esperado para este ano.

"Isso é uma imposição da Lei de Diretrizes Orçamentários [LDO]. Temos que reajustar pela inflação e pelo crescimento da economia, o que dá efetivamente um salário mínimo de R$ 367. Nós tínhamos os parâmetros diferente do que é hoje", explicou o ministro Paulo Bernardo (Planejamento).

O reajuste de R$ 350 para R$ 367 (4,6%) leva em conta a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais a variação do PIB per capita.

O ministro negou que isso seja uma redução do valor previsto na proposta orçamentária, já que ela é feita com base nos parâmetros da LDO, que previa um crescimento da economia de 4,5%. No entanto, o Ministério da Fazenda já revisou essa projeção para 3,7%.

"Nós não vamos reduzir nada. Nós mandamos para o Congresso. O que está na LDO é R$ 367. A decisão passa agora por essa discussão que as centrais sindicais vão fazer pelo governo e com o Congresso."

As centrais sindicais defendem um mínimo de R$ 420, o que daria um reajuste de 20%. Cerca de 25 milhões de brasileiros recebem um salário mínimo por mês, entre eles 16 milhões de aposentados. É por essa razão que esse reajuste tem um forte impacto nas contas da Previdência Social.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h12
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