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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
PREMIADO PELO CCBB
Um Kennedy no sertão do
Ceará
Dois textos para teatro do jornalista cearense
Walter Coe são contemplados pelo projeto Seleção Brasil em Cena, prêmio nacional
concedido pelo Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de
Janeiro
De um lado, espaço e tempo imprecisos. Ali, surgem dois homens
solitários, 'puros' e enfadados. Um dia, um deles encontra um anjo - faísca e
fumaça - que lhe revela sua missão: crescer e se multiplicar. A partir daí, a
estrutura dramática de GNS (referência ao Gênesis) se desenvolve. Do outro
lado, espaço e tempo precisos: Independência, sertão cearense, em 1963. Ali,
mora um afilhado do ex-presidente estadunidense John F. Kennedy, elemento
condutor da narrativa de Mississipis e Missouris. Ambos os textos,
de autoria do jornalista cearense Walter Coe, foram contemplados pelo projeto
Seleção Brasil em Cena, prêmio nacional voltado a novos
dramaturgos concedido pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de
Janeiro. Entre os 12 textos escolhidos entre mais de 300 concorrentes, Walter
foi o único que emplacou duas peças, que vão ganhar leitura dramática no CCBB
carioca (GNS no próximo dia 28 e Mississipis em 19 de dezembro). Também
em dezembro, ocorre a divulgação dos três trabalhos premiados. O texto vencedor
ganha montagem e entra na programação do Centro Cultural em 2007.
"Pelo
menos (a escolha) significa que os textos têm pouca coisa em comum e isso me
deixa muito satisfeito. Sempre fazer diferente, como se o cérebro pudesse mudar
de cor como um camaleão", afirma o autor. Com o O POVO, Walter Coe conversou por
e-mail e pelo MSN Messenger ("tem gente que nasce pra dar entrevista. Eu prefiro
escrever"). Até dezembro, ele permanece em Berkeley, Califórnia, cursando
Cinema/Dramaturgia no Berkeley Theater Repertory.
Jornalista por
formação, Walter já foi editor do Vida & Arte e do suplemento cultural
Sábado, ambos do O POVO. O hábito de escrever, portanto, já existia
desde cedo. Mas o escrever "de uma maneira convincente", como diz, "levou algum
tempo". Foi nos anos 1990, durante um curso de Dramaturgia promovido pela
Secretaria de Cultura do Estado (Secult), quando Walter começou a escrever os
textos agora classificados na seleção do CCBB. "Escrever ficção - quando você
não está na Globo, imagino - é algo muito solitário. Você divide isso com alguns
amigos no princípio, mas, na medida em que não publica, não encena, as pessoas
vão ficando cada vez mais desinteressadas. Você tem de ser determinado", afirma.
Para Walter, a experiência como jornalista - "você sempre acaba
escrevendo muito sobre o que lê ou o que as pessoas contam" - foi fundamental
para a construção dos textos. De fato, Mississipis e Missouris tem
lastro no relato. "Alguém me contou uma piada sobre esse afilhado de John
Kennedy perdido no interior do Ceará. Dois anos depois, lendo um livro do
Graciliano Ramos, descobri um personagem cuja grande virtude era ser o maior
mentiroso do mundo. Comecei a juntar as histórias. Fiz do compadre de Kennedy
esse faroleiro". Imperialismo estadunidense e consciência classista são
elementos que compõem uma interpretação do texto, que ainda brinca com a
prosódia nordestina e vai além na caracterização de um sujeito que "se supõe
letrado e sabido" somente porque sabe dizer "how are you".
GNS, por
sua vez, já teve três versões. A primeira, escrita em inglês e intitulada
God Live Upstairs (na época, Walter morava nos EUA), contava as
"aventuras" de Adão e Eva no Éden. "Um dia, já no Rio, mostrando esse texto a
alguém, esse diretor me responde que era divertido, mas que mais de 300 pessoas
já haviam escrito sobre Adão e Eva. Daí, veio a idéia de imaginar uma versão
diferente do Gênesis e brincar com dois mitos: o da criação e o da evolução". No
texto final, os homens "se multiplicam" com macacas - anos depois, surgem "as
mulheres como as conhecemos". "Engraçado que a maioria das pessoas acha isso
nojento ou injusto com as mulheres. Eu, não. Pelo contrário. E outros, vendo
exatamente o outro ponto de vista, acham que é um texto gay. Acho que não é".
Para Walter, a história se constrói a partir de uma postura de "cinismo
absoluto": o braço-direito do criador todo-poderoso é, "na verdade, uma espécie
de CEO de uma grande corporação, visitando o filho pródigo do mesmo
criador."
Fonte: O Povo
Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 13h46
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A FARRA DOS BANCOS - O OUTRO LADO
Bancos doam mais a candidatos ligados ao governo federal
Petista que mais recebeu
recursos, segundo o TSE, foi Aloizio Mercadante, derrotado em São Paulo
Mariângela Gallucci,
BRASÍLIA
Levantamento com base em informações
divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que os bancos doaram
neste ano mais dinheiro para os candidatos que contaram com o apoio do governo
federal. Tradicionais grandes doadoras de campanhas eleitorais, as instituições
financeiras brasileiras entregaram milhões de reais para os políticos.
O
campeão em doações foi o Itaú. De acordo com os dados do TSE, o banco doou pelo
menos R$ 4.685.001,48. Em seguida, vieram o Banco Mercantil de São Paulo, com R$
1.750.000, o Unibanco, com R$ 1.740.418,90, e o Alvorada - ligado ao Bradesco -,
com R$ 1.420.000. Os dados são parciais e ainda não levam em conta as doações
aos candidatos que disputaram o segundo turno das eleições.
Em 2002,
segundo a ONG Às Claras, o Itaú doou para todos que apoiou, incluindo os
candidatos à Presidência, um total de R$ 2,8 milhões.
O petista que mais
recebeu dinheiro dos bancos, de acordo com as informações parciais da Justiça
Eleitoral, foi Aloizio Mercadante, derrotado no primeiro turno da disputa para o
governo de São Paulo pelo tucano José Serra. Conforme as informações do TSE,
Mercadante recebeu R$ 1.000.000 do Alvorada, R$ 500.000 do Itaú, R$ 300.000 do
Unibanco e R$ 100.000 do Alfa.
O tucano contemplado até agora com mais
doações de bancos foi Aécio Neves, reeleito governador de Minas. Recebeu R$
800.000 do Itaú e R$ 350.000 do Unibanco. Também reeleito, o governador de Mato
Grosso, Blairo Maggi (sem partido), recebeu R$ 100.000 do BMC e R$ 100.000 do
BMG. Eleito no primeiro turno para o governo da Bahia, Jaques Wagner (PT)
conseguiu R$ 300.000 em doações do Mercantil de São Paulo.
Derrotado na
disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul, o senador petista Delcídio Amaral
recebeu R$ 400.000 do Mercantil de São Paulo. Ex-ministro da Fazenda, Antonio
Palocci não foi esquecido pelos bancos em sua campanha bem-sucedida por uma
cadeira na Câmara. Recebeu R$ 150.000 do Unibanco e R$ 100.000 do
Itaú.
LULA E ALCKMIN
As informações divulgadas pelo TSE são
parciais já que por enquanto só 67% dos cerca de 20 mil candidatos prestaram
contas à Justiça Eleitoral. Entre os que não prestaram contas estão os que
descumpriram prazos e os que disputaram o segundo turno para governos estaduais
e para o Palácio do Planalto.
A expectativa é de que as instituições
financeiras tenham doado grandes somas para as campanhas do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva e de seu opositor no segundo turno, o tucano Geraldo
Alckmin. No entanto, essas informações só serão conhecidas no dia 28 deste mês,
quando termina o prazo para que os dois prestem contas ao TSE.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 17h20
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TRABALHO & RENDA
Negros e pardos ganham metade do salário dos brancos
A população de negros e pardos também é maioria entre os desempregados
Eduardo Cucolo, do G1, em São Paulo
Trabalhador negro encontra emprego na construção civil e nos serviços domésticos
O salário dos brasileiros negros ou pardos representa pouco mais da metade do que ganham os brancos. Segundo a pesquisa “Mercado de trabalho segundo a cor ou raça”, do IBGE, essa proporção vem se mantendo desde 2002 (período analisado pelo instituto), mas houve uma ligeira melhora nos últimos dois anos, pois, até 2005, os negros ganhavam menos da metade.
O estudo mostra que o nível de escolaridade do trabalhador negro continua baixo.
Em 2002, o rendimento médio de negros e pardos representava 49% do que ganhavam os brancos. Nos dois anos seguintes houve uma piora (eram 48,8% em 2003 e 48% em 2004). Em 2005, a proporção passou para 49,3%. Em 2006, ultrapassou os 50% pela primeira vez. Segundo o IBGE, em setembro de 2006, o salário médio de negros e pardos era de R$ 660,45, ou 51,1% do rendimento dos brancos (R$ 1292,19).
Essa diferença se mantém mesmo entre as pessoas com mesmo emprego e nível de escolaridade. Ao completar o nível médio, por exemplo, os negros e pardos têm um acréscimo de 62% no rendimento em relação àqueles com 8 a 10 anos de estudo. Já os brancos passavam a receber 2,5 vezes a mais.
“No que se refere ao rendimento habitual os pretos e pardos recebiam menos que os brancos, ainda que calculados para o mesmo nível educacional, ou o mesmo grupamento de atividade ou a mesma posição na ocupação”, diz o IBGE.
Construção civil Outros indicadores reforçam essas diferenças. A renda per capita em domicílios cujos principais responsáveis são negros ou pardos (R$ 417,23) é menos que a metade que naqueles onde os principais responsáveis eram brancos (R$ 950,46). Além disso, 58,9% das pessoas que recebiam até 1 salário mínimo eram negros e pardos.
Esses trabalhadores também são maioria em profissões com baixa remuneração e sem muitas garantias trabalhistas. A construção civil e os serviços domésticos foram os empregos que mostraram predominância de negros e pardos: eles representam 55,4% das pessoas ocupadas na construção e 57,8% das pessoas ocupadas nos serviços domésticos.
A ocupação com a menor participação de negros e pardos é a de Serviços Prestados à Empresas e Intermediação Financeira (bancos) e Atividades Imobiliárias, com 34,6%.
Desemprego A população de negros e pardos também é maioria entre os desempregados. Nesse caso, não houve mudanças na diferença entre as taxas desde 2002. Embora a soma de negros e pardos represente menos da metade (42,8%) da população em idade ativa, quando se considera a população desocupada passava a representar a maior parcela (50,8%). A taxa de desemprego para este grupo (11,8%) é mais elevada que entre os brancos (8,6%).
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 17h06
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FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DA PREVI
Previ reabre carteira imobiliária nesta sexta
A Previ se prepara para anunciar a reabertura do financiamento de imóveis pela Carim, a Carteira Imobiliária do fundo de pensão, atendendo uma antiga reivindicação dos funcionários do Banco do Brasil. Nesta sexta-feira, dia 17, a Previ vai apresentar para o funcionalismo e suas entidades representativas os detalhes da linha de crédito, com todas as regras e vantagens.
A reabertura dos financiamentos foi um dos compromissos assumidos pelos dirigentes eleitos da Previ em maio passado.
Estão habilitados a pegar o empréstimo mais de 50 mil associados do Plano de Benefícios 1 que nunca tiraram financiamento. “Essa é mais uma antiga reivindicação que foi atendida e o desafio agora é garantir o financiamento imobiliário para os associados do Previ Futuro”, afirma José Ricardo Sasseron, diretor de Seguridade da Previ.
Estão habilitados a pegar o empréstimo mais de 50 mil associados do Plano de Benefícios 1 que nunca tiraram financiamento. “Essa é mais uma antiga reivindicação que foi atendida e o desafio agora é garantir o financiamento imobiliário para os associados do Previ Futuro”, afirma José Ricardo Sasseron, diretor de Seguridade da Previ.
Melhoria de benefícios
Após a apresentação dos dados sobre o financiamento da Carim, os dirigentes eleitos da Previ vão debater com os representantes dos bancários propostas para melhorar os benefícios com a utilização da reserva especial de revisão de plano, composta por parte do superávit da Previ.
Serão apresentados dados e custos de cada uma das propostas. A Comissão de Empresa já reivindicou ao BB a abertura das negociações sobre esta melhoria de benefícios.
A reunião desta sexta-feira é aberta a todos os interessados e será realizada na sede da Previ, que fica na Praia do Botafogo, 501, Centro de Convenções Mourisco, no Rio de Janeiro.
Fonte: Contraf-CUT com informações da Previ
Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 21h58
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BANCOS DE MÃOS DADAS
Bradesco quer usar caixas eletrônicos do BB e Caixa
O Bradesco deve fechar em breve um acordo de compartilhamento dos caixas eletrônicos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal em todo país, disse na segunda-feira, dia 13, o presidente da instituição, Márcio Cypriano. "Ainda não temos data, mas isso deve ocorrer em breve."
Cypriano tem mais seis meses de mandato como presidente da Febraban e durante sua gestão tentou fechar um acordo de compartilhamento das redes de caixas eletrônicos que envolvesse o maior número possível de bancos.
Apesar dos resultados com a população de baixa renda nas agências do Banco Postal, o Bradesco desistiu de operar com as linhas de microcrédito obrigatórias que estavam sendo repassadas principalmente por essa rede. Só o Bradesco e o Banco do Brasil conseguiram aplicar o total de 2% sobre o total de depósitos à vista em operações de microcrédito, ao invés de recolher os recursos ao Banco Central.
"Paramos de operar porque estávamos tendo prejuízo. A inadimplência foi altíssima, de 18%", disse Cypriano. O problema foi agravado pelo teto de 2% de taxa de juro, que inviabilizou a rentabilidade da operação. "É possível que a pressa em atingir o limite de 2% tenha afetado a qualidade da concessão, mas decidimos parar de operar. Chegamos a ter uma carteira de R$ 200 milhões."
Cypriano espera crescer o volume de crédito no ano que vem entre 20% e 25%, dependendo do crescimento da economia. Se o PIB crescer 3,5%, a carteira deve aumentar 20%, e chegará a 25% se o crescimento econômico atingir 5%. A carteira de crédito global da instituição teve um pequeno crescimento de inadimplência, para 4,21% em setembro, mas Cypriano diz que o índice não preocupa porque houve um aumento no crédito massificado à pessoa física, que tem spread suficiente para suportar um risco mais alto, e redução da participação do segmento "corporate". O índice de atrasos já recuou em outubro, disse.
O presidente do Bradesco acredita que haverá redução na taxa de juros básica na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), apesar da recente alta do IGP-M. Em entrevista à Bloomberg, disse esperar uma redução de 0,5 ponto. Cypriano afirmou que espera uma taxa de juros básica de 12% no fim do ano que vem.
O presidente da Febraban disse que procura "não interferir" na disputa entre os bancos médios em relação à portabilidade das operações de crédito consignado. Diz que "ainda é preciso aguardar um pouco" para sentir os efeitos da transferência de carteiras, e lembra que alguns bancos têm custos altos na geração de empréstimos consignados por causa das comissões dos "pastinhas". O Bradesco tem uma carteira de R$ 600 milhões em empréstimos consignados, comprada de bancos médios com os quais tem acordo de cessão de crédito.
Por enquanto o Bradesco não pensa em expandir-se no exterior como alguns de seus concorrentes. Mas Cypriano diz que num horizonte de dez anos, a bancarização brasileira pode chegar ao limite e essa será uma alternativa a ser considerada. "Por enquanto ainda estamos longe disso". As condições para aquisições no exterior melhoraram muito. O valor de mercado do banco subiu de US$ 7 bilhões há quatro anos para US$ 38 bilhões hoje. "Essa valorização pelo menos cria a possibilidade de caçar e não ser caçado".
O executivo não teme os bancos abertos por grandes varejistas como C&A e Wal-Mart. "Acho que eles sempre terão uma atuação limitada, vinculada às suas vendas", diz.
Fonte: Valor Econômico - Tatiana Bautzer
Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 21h20
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DE OLHO NOS CARGOS
Políticos já estão de olho nos
cargos de bancos federais
O presidente Lula ainda não terminou o primeiro mandato, mas já está sendo
pressionado dentro do governo e por partidos aliados que estão em busca de
ocupar cargos estratégicos nos bancos federais.
Estão na mira dos políticos 47 vagas para o comando de seis instituições
financeiras - Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste (BNB),
Banco da Amazônia (Basa), Banco de Santa Catarina (Besc) e Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - que, para lideranças regionais, têm
muito mais importância do que cadeiras na Esplanada dos Ministérios. Os seis
bancos movimentam bilhões de reais e os recursos destinados para empreendimentos
vinculados a políticos costumam ser decisivos na hora de os eleitores
depositarem seus votos nas urnas.
A briga mais acirrada será pelo comando do Banco do Brasil. O presidente da
maior instituição bancária da América Latina, Rossano Maranhão, já comunicou a
vários auxiliares que não continuará no cargo no segundo mandato de Lula.
Funcionário de carreira do BB, Maranhão disse ter cumprindo sua principal missão
quando foi nomeado: tornar o BB um dos bancos mais lucrativos do país. Ele
também admitiu que se desgastou demais para despolitizar o comando da
instituição, envolvido em muitas das irregularidades que abalaram a
credibilidade do governo. Outro motivo que levou Maranhão a optar por deixar o
Banco do Brasil - o que deve ocorrer até o final de dezembro - foi a sua relação
com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Os dois não têm a mínima afinidade. E
cabe ao ministro da Fazenda sugerir ao presidente da República o nome para a
presidência do banco. O único motivo que levaria o atual presidente do BB a se
manter no cargo seria um pedido pessoal de Lula, de quem se aproximou muito nos
últimos meses, ao apresentar uma série de propostas para redução das taxas de
juros e de maior acesso ao crédito. Não se sabe, porém, se a proposta de Lula
será tão tentadora como os dois convites que Maranhão recebeu para comandar
bancos privados, um deles, de capital estrangeiro.
Cargos estratégicos nos bancos federais:
Banco do Brasil (Presidência e sete vice-presidências); Caixa Econômica
Federal (Presidência e 11 vice-presidências); Banco de Santa Catarina
(Presidência e seis diretorias); Banco do Nordeste (Presidência e seis
diretorias); Banco da Amazônia (Presidência e cinco diretorias); BNDES
(Presidência, Vice-presidência e cinco diretorias).
Fonte: Agência ANABB, com
informações do Correio Braziliense
Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 21h05
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APOSENTADORIA NO BB
Alteração na regra de aposentadoria deixa
bancários do BB preocupados
Um dos problemas levantados é a alteração no estatuto da
Cassi
São Paulo - O STF julgou institucional o artigo da CLT que
trata da aposentadoria espontânea de empregados de empresas públicas e
sociedades de economista mista. Agora, o funcionário do Banco do Brasil pode
aposentar-se pelo INSS sem afastar-se do serviço.
Segundo o banco, todo
aquele que optar pelo desligamento terá de formalizar seu pedido de afastamento,
para a realização da rescisão do contrato de trabalho. “O problema é que o
estatuto da Cassi prevê que o associado demitido, mesmo a pedido, é
automaticamente excluído da entidade, sem direito a indenização”, argumenta o
secretário de Imprensa e Comunicação do Sindicato, Ernesto Izumi.
Segundo
a diretora da Fetec-CUT/SP Ana Paula Domeniconi, a questão deve ser levada à
direção da Cassi imediatamente. “Reivindicamos a alteração do estatuto para que
os funcionários não sejam prejudicados”, afirma a dirigente sindical.
Fonte: SEEB-SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h59
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DEBATE NO CCBB DE SÃO PAULO
Mirisola e Xico Sá discutem a crônica no Brasil
Marcelo Mirisola e Xico Sá se encontram no encerramento do "Cronicamente Viável - A Crônica no Brasil: de Machado de Assis aos Cronistas Digitais", hoje, às 19h30, no CCBB, com mediação de Marcelo Rubens Paiva. Os ingressos para o debate, gratuito, devem ser retirados na bilheteria do CCBB a partir das 19h, na r. Álvares Penteado, 112, tel. 0/ xx/11/ 3113-3651.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h29
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A FARRA DOS BANCOS
Bancos não figuram entre os maiores lucros
Os lucros do terceiros trimestre divulgados pelas companhias abertas mostram
um fato inusitado. Ao contrário do que ocorre tradicionalmente, os três grandes
bancos privados de capital nacional não figuram no ranking das 20 empresas mais
lucrativas. O Bradesco ficou em 21º lugar, o Unibanco, em 36º, e o Itaú, em
44º.
O lucro menor do terceiro trimestre foi uma ação deliberada dos próprios
bancos. Os grandes conglomerados financeiros privados decidiram amortizar no
balanço, de uma só vez, os valores das aquisições de outras instituições. Os
bancos tinham um prazo de até dez anos para lançar em seus balanços essas
amortizações.
Apesar de o resultado das instituições ter sido afetado por um motivo que não
tem nada a ver com o dia-a-dia da operação, não deixa de ser curioso o fato de
só o Banco do Brasil, com lucro de R$ 907 milhões e em quarto lugar, aparecer
com destaque entre os grandes conglomerados financeiros.
Segundo ranking elaborado pela Economática, o maior lucro do período foi o da
Petrobras (R$ 7 bilhões), seguido por Vale do Rio Doce (R$ 3,9 bilhões) e Itaúsa
(R$ 1,7 bilhão). Também aparecem bem colocadas as siderúrgicas Gerdau, Usiminas
e Arcelor Brasil, apesar de o lucro do setor ter caído cerca de 20% no
trimestre.
O economista Einar Rivero, da Economática, também chama a atenção para o fato
de os bancos terem aumentado significativamente o provisionamento para créditos
duvidosos neste ano. Para ter uma idéia, os quatro maiores bancos (BB, Bradesco,
Itaú e Unibanco) registraram, nos nove primeiros meses, um lucro de R$ 12,3
bilhões, e o provisionamento somou R$ 15 bilhões.
O aumento do provisionamento se deve basicamente à expansão das operações de
crédito para compensar a queda dos juros. Para Einar Rivero, o grande problema é
que a legislação brasileira ainda não oferece garantias muito seguras aos bancos
para a concessão dos empréstimos, e daí a necessidade do provisionamento
superior ao lucro.
Fonte: Mercado Aberto/Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h27
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FUTEBOL SOCIETY NA AABB CAMPO GRANDE
AABB define detalhes para a copa
society
Já estão definidos todos os detalhes para a
disputa da Copa AABB Empresarial de Futebol Society, que será realizada a partir
do próximo dia 24, na sede da Associação Atlética Banco do Brasil, no Parque dos
Poderes. As inscrições ainda poderão ser feitas até o dia 21, no escritório da
AABB que atenderá no horário comercial. Nesta mesma data acontecerá o congresso
técnico para a definilção dos últimos detalhes da competição.
A expectativa quanto ao torneio é muito
grande e todos querem evitar a conquista do bicampeonato por parte da
Transportadora Brito/Tatuzão. Uma outra motivação é o prêmio de R$ 3.500 que
será destinado à equipe campeã.
Até o fim de semana já haviam confirmado
participação as seguintes equipes: Telles Esportes, Posto e Churrascaria
Figueira, Metalfer/AABB/Serc/Chapadão do Sul, Transportadora Brito/Tatuzão,
Astecon Contabilidade,
Senna/FM Capital, Transportadora Roma, DD
São Paulo/Perfilferros, Dois Irmãos Automóveis, Cia das Águas, Hotcred, A
Popular Esportes/Chapadão do Sul, Cravo e Canela Prod. Naturais, Construmarc,
Mercantil do Brasil e AABB Campo Grande.
De acordo com o regulamento, as equipes
serão divididas em quatro grupos, com as duas melhores colocadas passando para a
segunda etapa. Na edição do ano passado, a média foi de 6 gols por partida e os
artilheiros prometem caprichar este ano para ampliar este número.
Os jogos serão sempre às sextas, sábados e segundas
(noite) e domingo (manhã), com entrada franca. (AF)
Fonte: Correio do Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h15
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O BB E O CRÉDITO
BB aposta em crédito para crescer em 2007
O Banco do Brasil (BB) aposta boa parte das fichas no crédito para crescer nos próximos meses. Em teleconferência para analistas, a direção do banco destacou a importância crescente da área para a instituição e sinalizou que novidades devem ser divulgadas nos próximos meses. A esperada estréia do BB no financiamento imobiliário, por exemplo, deve acontecer em meados de 2007. Há, ainda, perspectiva de parcerias e novos produtos no crédito pessoal.
Um dos principais lances do BB nos próximos meses será a abertura da área de crédito imobiliário. Atualmente, executivos do banco estruturam a unidade e a instituição espera ter os primeiros contratos assinados no início do segundo semestre de 2007. "Estamos montando a área, e nada ainda foi decidido", disse o gerente de relações com investidores do BB, Gilberto Lourenço.
Uma das possibilidades é que o BB estabeleça parceria internacional para entrar nesse segmento. Nos últimos meses, importantes executivos do banco estabeleceram contato com os principais nomes do setor nos Estados Unidos, Europa e até no Japão. 'Fomos atrás de instituições que têm experiência e já sinalizaram algum interesse em entrar no mercado brasileiro', citou recentemente um dos executivos do banco. O tour gerou bons frutos e há, dentro do BB, clara percepção de que há uma série de instituições do segmento de crédito imobiliário com a intenção de ingressar no mercado brasileiro.
Outra aposta do BB é o reforço do financiamento de veículos. Ao final de setembro, a carteira desse setor somava R$ 618 milhões, valor 229% superior ao observado em dezembro de 2005. 'Vamos atingir R$ 1 bilhão sem ter presença em São Paulo e Rio de Janeiro. Quando chegarmos nessas praças, esperamos dobrar o tamanho da carteira', citou o vice-presidente de finanças e RI do BB, Aldo Luiz Mendes, em teleconferência para analistas do mercado.
A terceira frente no crédito é o consignado. Atualmente cerca de sete milhões de trabalhadores recebem seus salários pelo BB. 'E somente dois milhões têm a chance de contrato para realizar o crédito consignado', citou Mendes, ao destacar o espaço que a unidade tem para crescer nos próximos meses. A unidade tem sido uma dos carro-chefe do crescimento da carteira de crédito. Nos nove meses encerrados em setembro, o total de empréstimos cresceu 93,1%, para R$ 7,356 bilhões.
Por fim, o BB espera reforçar as demais áreas voltadas à pessoa física. A estratégia inclui novas parcerias com o varejo e a possibilidade de criação de novos produtos. No comércio, o banco tem fechado acordos para financiar compras e emitir cartões de loja, os chamados 'private label'. 'Ainda há muito espaço para trabalhar nesse segmento. Ainda vamos ouvir falar de outras iniciativas', completou o gerente de relações com investidores do BB, Gilberto Lourenço. Ele negou, contudo, que as novidades estejam condicionadas à criação de uma financeira do BB. (Fernando Nakagawa/InvestNews)
Fonte: Gazeta Mercantil
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h07
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INVESTIMENTOS DA PREVI
2ª convocação de assembléia da Telemar será em
24/11
A Telemar marcou para o dia 24, às 10 horas, a segunda convocação da
assembléia de acionistas que tratará da reestruturação societária da companhia.
Uma eventual 3ª convocação está agendada para o dia 27, às 10 horas. A reunião
será realizada no mesmo local da 1ª convocação, na casa de shows Scala, Rua
Afrânio de Melo Franco, 296, Leblon, no Rio de Janeiro.
Telemar: minoritários saem frustrados da assembléia por
não votarem
Muitos acionistas da Telemar pessoas físicas, em sua maioria por conta dos
planos de expansão, compareceram à assembléia de hoje (ontem), que
trataria da reestruturação societária da companhia. No entanto, voltaram para
casa profundamente frustrados e revoltados com o fato de não terem conseguido
manifestar seu voto na reunião. Não houve votação, pois o quórum registrado não
era suficiente para colocação do tema em pauta.
O assunto será levado para uma segunda tentativa, até o final deste mês. Após
comunicar a impossibilidade de tratar do tema hoje (ontem), houve
tumulto entre esses pequenos investidores e os executivos da operadora. Alguns
acionistas chegaram até mesmo a subir no palco para se queixar com os
representantes da Telemar.
Acionista desde 1991, Seniramis Teresinha
Dória, veio de Salvador (BA) somente para participar da assembléia de hoje e
estava revoltada com a situação. Ela contou que arcou com todos os custos da
viagem: passagem e hospedagem no Rio de Janeiro, cidade onde está a sede da
empresa. Ciente da reestruturação, Seniramis quer sua opinião manifestar sobre o
tema, embora relate sua dificuldade de obter informações. Vale lembrar, porém,
que a companhia criou um site com todas as informações sobre o processo
disponíveis e um canal de contato com o departamento de relações com
investidores. Ela pretende vir para a próxima assembléia. "Vou vir porque isso é
um absurdo. Até o filho do Lula consegue financiamento da Telemar", disse
referindo-se ao polêmico aporte de R$ 5 milhões que a operadora fez na empresa
de games do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Outro motivo
de descontentamento que ajudava no clima de tensão dos minoritários pessoas
físicas é a elevada diluição que sofreram ao longo dos anos, desde os papéis
recebidos no plano de expansão da telefonia, por conta das diversas
reorganizações societárias que ocorreram ao longo dos anos, desde a
privatização. Seniramis, de Salvador, disse que chegou ao encontro com a crença
de deter 2,0 mil ações. No entanto, no credenciamento, foi informada que sua
posição se transformou em apenas três papéis.
A reunião contou com
diversos investidores que precisaram vir de longe. Além de Brasília e Salvador,
havia também acionistas vindos do Maranhão. A carioca Pabla Alessandra de
Viscontti disse deter ações da companhia há aproximadamente 50 anos. Ela
pretende ir à segunda reunião, mas mostrou profunda decepção com sua capacidade
de voto. Pabla registraria sua opinião sobre a reorganização com apenas uma ação
preferencial.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h04
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PRÊMIO BB DE JORNALISMO
Tudo pronto para o Prêmio BB Petrobras de
Jornalismo
O Sindicato dos Jornalistas de Alagoas, em parceria com o Banco do Brasil e a
Petrobras realiza no próximo sábado mais uma solenidade de entrega do Prêmio
Banco do Brasil Petrobras de Jornalismo, destinado aos profissionais da imprensa
que mais se destacaram em 2006. A cerimônia será as 20h30, na Stratégia Eventos,
com a presença de jornalistas, estudantes, empresários e outros convidados.
Mais de 70 jornalistas aguardam ansiosos pela cerimônia. Com cerca de 200
trabalhos inscritos, em sete categorias, eles concorrem a troféus e R$ 24 mil em
dinheiro. Serão premiadas as melhores reportagens, fotografias, diagramações e
outras produções nas áreas de Televisão, Jornal e Assessoria de Imprensa.
A primeira fase do julgamento foi encerrada há 15 dias. Doze jurados deram
notas aos trabalhos, para selecionar três finalistas em cada categoria. A
segunda fase acontecerá também no sábado, horas antes da cerimônia de entrega do
Prêmio.
Esta é a 16ª edição do prêmio, considerado o “Oscar” do jornalismo alagoano.
Realizado pelo Sindicato dos Jornalistas e patrocinado pelo Banco do Brasil e a
Petrobras, seu objetivo tem sido estimular o jornalismo investigo e a produção
de grandes reportagens. Nestes 16 anos, assuntos de grande interesse da
comunidade - nas áreas de saúde, política, economia, segurança, esporte,
turismo, cultura, família e direitos humanos - foram abordados nas matérias e
fotos premiadas.
O Prêmio Banco do Brasil Petrobrás de Jornalismo também homenageia um
jornalista a cada ano por sua contribuição à imprensa alagoana. O homenageado de
2006 é o jornalista José Carivaldo Brandão, 75, que além de ter atuado em
diversos veículos de comunicação do Estado foi o primeiro sócio do Sindicato dos
Jornalistas de Alagoas.
Fonte: Alagoas 24 Horas
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h00
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PUBLICIDADE NO BB
Cenp não vê irregularidade em concorrência do
BB
Disputa pela conta do Banco do Brasil, vencida pela Artplan e pela Master,
foi decidida por sorteio
O Conselho Executivo das
Normas-Padrão (Cenp) não vê irregularidade no fato de a concorrência pela conta
do Banco do Brasil, vencida pela Artplan e pela Master, ter sido decidida por
sorteio, depois que as duas agências e a Lowe ofereceram ao cliente taxa zero de
remuneração na área de produção.
O órgão informou que chegou a ser
consultado pela estatal para acompanhar o processo e dar sugestões. A Associação
Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), que considerou a taxa zero uma
ilegalidade, anunciou que pretende se manifestar oficialmente diante do Tribunal
de Contas da União (TCU), em breve.
Fonte: Meio &
Mensagem
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h57
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CRÔNICA NO CCBB DE SÃO PAULO
Marcelo Mirisola e Xico Sá discutem crônica brasileira
no CCBB
O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) realiza nesta terça-feira o último
encontro do programa “Cronicamente Viável – A Crônica do Brasil: de Machado de
Assis aos Cronistas Digitais”. O evento contará com a presença de Marcelo
Mirisola e Xico Sá e será mediado por Marcelo Rubens Paiva.
Além de sua realização no CCBB de São Paulo, “Cronicamente Viável”
está itinerando por quatro capitais brasileiras (Belém, Belo Horizonte, Teresina
e Curitiba), dentro do Circuito Cultural Banco do Brasil e também faz
parte da programação do segundo semestre do CCBB de Brasília.
Em São Paulo, já foram discutidos os temas: Machado de
Assis e os Grandes Cronistas do Século XX, com Ana Miranda e Zuenir
Ventura; Crônica e Jornalismo, com Ignácio de Loyola Brandão e
Nirlando Beirão; A Crônica na Ditadura Militar, com Ivan Angelo e Glauco
Mattoso; A Crônica Esportiva: Nelson Rodrigues e os Novos Boleiros, com o
cineasta Ugo Giorgetti e o ex-jogador Sócrates; Crônica e Humor, com Luis
Fernando Verissimo e Paulo Caruso; A Crônica na MPB, com Patrícia Palumbo
e Kid Vinil; A Crônica na Mídia Interativa, com Barbara Gancia e Marcelo
Tas.
O evento acontece na sala de cinema, com entrada gratuita,
sendo que as senhas para o evento devem ser retiradas na bilheteria do
CCBB, a partir das 19h. O CCBB fica na Rua Álvares Penteado, 112
(Centro, São Paulo, próximo às estações Sé e São Bento do Metrô,
tels.: 11 3113-3651 / 3113-3652).
Fonte: Diário Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h21
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A FARRA DOS BANCOS
Lucro dos bancos cai pela primeira vez em quatro
anos
IVONE PORTES da Folha Online
Pela primeira vez em quatro anos os bancos registram queda no lucro líquido.
Segundo levantamento da consultoria Economática, o lucro dos quatro maiores
bancos brasileiros que têm ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo
--Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Unibanco-- somou R$ 12,35 bilhões nos nove
primeiros meses deste ano.
Esse resultado é 2,17% inferior ao de igual
período do ano passado. A queda foi causada, basicamente, por amortizações de
ágios nos balanços dos três bancos privados. O cálculo da Economática leva em
conta dados ajustados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, do
IBGE).
O ágio é a diferença entre o valor nominal de um bem e o que é
efetivamente pago por quem o adquire. No caso dos bancos, quando uma instituição
financeira compra outra, o montante a ser pago pelo negócio é calculado levando
também em consideração os retornos futuros que a carteira de clientes poderá
proporcionar.
Esse ágio pode ser contabilizado como uma despesa no
balanço financeiro da empresa que fez a aquisição, o que reduz o seu lucro
tributável.
Dos quatro maiores bancos do país, apenas o Banco do Brasil
apresentou crescimento no lucro dos primeiros nove meses do ano, de 40,4% sobre
igual período de 2005, para R$ 4,8 bilhões.
O Bradesco acumulou ganho de
R$ 3,351 bilhões no período, uma queda de 17,3% sobre igual intervalo de 2005.
Nesta mesma comparação, o resultado do Itaú caiu 20,8%, para R$ 3,029 bilhões, e
o do Unibanco recuou 11,66%, para R$ 1,174 bilhão. Desconsiderando as
amortizações de ágios, os lucros dos três bancos registram aumentos no
período.
Einar Rivero, gerente de relações institucionais na Economática,
avalia que a queda nos lucros dos três bancos privados é pontual e não indica
uma tendência para o futuro.
Ele destacou o resultado da intermediação
financeira --tudo que os bancos ganham com suas atividades operacionais
típicas--, que avançou nas quatro instituições. Levando em conta os quatro
bancos, o crescimento foi de 24,14% sobre setembro de 2005, para R$ 90,9
bilhões.
Para Rivero, mais preocupante do que a queda no lucro dos bancos
foi o aumento do provisionamento para créditos de liquidação duvidosa, que quase
dobrou nos nove primeiros meses deste ano em relação a igual período de 2005. O
provisionamento dos quatro bancos passou de R$ 8,488 bilhões para R$ 15,066
bilhões, incremento de 77,5% no período.
Essa expansão na provisão,
segundo Rivero, é reflexo basicamente do aumento da carteira de crédito das
quatro instituições financeiras, que na média subiu mais de 20% de janeiro a
setembro sobre o mesmo intervalo do ano anterior.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h54
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Banco vai indenizar em R$ 50 mil ex-funcionário que
levava dinheiro a pé
A 3ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou o Banco do Estado
do Pará a indenizar um ex-funcionário em R$ 50 mil por tê-lo obrigado a
transportar grande quantidade de dinheiro a pé. Os ministros mantiveram a
condenação imposta pelo (Tribunal Regional do Trabalho) da 8ª Região por
entenderem que o transporte de altas quantias em dinheiro não está incluído
entre as atribuições do bancário.
De acordo com a assessoria do TST, o
ex-empregado ocupou as funções de caixa e de coordenador do posto de atendimento
bancário, durante 24 anos. Três vezes por semana, o ex-bancário transportava
entre R$ 10 mil e R$ 40 mil, a pé, do posto de atendimento até a agência do
banco.
Após se aposentar, o bancário ingressou na Justiça solicitando uma
indenização por danos morais, pelo transporte indevido de dinheiro. Não consta
do processo que o bancário tenha sido assaltado.
Na primeira instância, o
empregado teve seu pedido negado. Recorreu então ao TRT-8, que reformou a
decisão e condenou a empresa ao pagamento de R$ 50 mil de indenização. “É certo
que o ato causou ao bancário grande abalo emocional, não só pela guarda do
patrimônio do empregador, bem como pelo medo de ver sua integridade física e,
até mesmo sua vida, ameaçadas”, concluíram os desembargadores.
A
instituição bancária recorreu TST no intuito de rever a decisão. O relator do
processo no TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, manteve a decisão dos
desembargadores para quem “a exposição do empregado ao perigo constante das
ruas, exigindo-lhe o transporte de altas quantias, a pé, sem qualquer esquema de
segurança, é, no mínimo, ato abusivo e logicamente ilegal”.
“A
indenização por danos morais foi deferida como conseqüência da prática de ato
ilícito”, afirmaram os ministros. Segundo eles, o banco não poderia atribuir ao
bancário “a responsabilidade pelo transporte de valores sem qualquer esquema de
segurança, colocando em risco a sua integridade física”.
Fonte: Última Instância
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h32
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A FARRA DOS BANCOS
Lucro do Banco do Brasil cai no 3º trimestre, mas chega a R$ 4,8 bi no ano
SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil teve lucro líquido de R$ 907 milhões no terceiro trimestre, ante resultado positivo de R$ 1,438 bilhão no mesmo período de 2005.
De janeiro a setembro, o Banco do Brasil acumulou um lucro líquido de R$ 4,8 bilhões, resultado 40,4% superior ao observado no mesmo período de 2005. Isso corresponde a um retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado de 35,9%.
A instituição fechou o trimestre de julho a setembro com ativos totais de R$ 281,6 bilhões , acima dos R$ 245,5 bilhões do terceiro trimestre do ano passado.
O resultado bruto da intermediação financeira somou R$ 2,501 bilhões no terceiro trimestre, abaixo dos R$ 3,574 bilhões apurados no mesmo período de 2005.
A carteira de crédito do BB no trimestre passado somou R$ 118,34 bilhões. No mesmo período do ano passado, a carteira de crédito do banco somava R$ 94,68 bilhões.
As operações de crédito classificadas entre "AA-C" passaram de 89,5% em setembro de 2005 para 87,6% em setembro passado. O patamar está abaixo dos 89,6% do sistema financeiro nacional no terceiro trimestre do ano, informou o BB em comunicado.
As provisões para toda a carteira de crédito somaram R$ 8,2 bilhões em setembro, ante R$ 7,7 bilhões no encerramento do terceiro trimestre de 2005, acompanhando "o agravamento de risco na carteira rural referente à safra 2005/2006 e crescimento de volume nas carteiras de crédito para pessoas físicas e jurídicas".
O Banco do Brasil continua líder em base de clientes no sistema financeiro brasileiro, de acordo com comunicado da instituição divulgado nesta segunda-feira. O banco encerrou o trimestre com 24,1 milhões de correntistas, sendo 22,6 milhões de pessoas físicas e 1,5 milhão de pessoas jurídicas. (Por Renato Andrade)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h46
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EMPREGO & RENDA
Trabalhadores são maioria entre os pobres no Brasil
Participação dos ocupados entre os que ganham menos sobe de 43,3% para 52%
Já os inativos (aposentados e quem recebe verba social) diminuíram participação relativa no total dos pobres de 56,7% para 48% desde 90
FERNANDO CANZIAN DA REPORTAGEM LOCAL
Quem trabalha ou procura emprego no Brasil dos últimos anos empobreceu. Quem já se aposentou ou é beneficiado por programas sociais ou vinculados à Previdência conseguiu se proteger mais que os ativos.
Nos últimos anos, o país sofreu uma inversão. As pessoas inativas (aposentados, beneficiários da Previdência, deficientes, crianças no Bolsa Família etc.) diminuíram sua participação relativa no total da população pobre.
No início dos anos 90, os inativos pobres eram maioria: 56,7% do total dos pobres no país. Hoje, são minoria: 48% -considerando "pobre" quem ganha até meio salário mínimo.
Os trabalhadores foram no caminho inverso. Sua participação relativa na população pobre subiu significativamente, de 43,3% para 52% -sobretudo entre os desempregados.
Enquanto no passado a situação da pobreza relacionava-se mais com o segmento inativo da população (crianças, idosos, deficientes), ter ou procurar uma ocupação hoje não garante mais superar a miséria.
Segundo o economista Marcio Pochmann, da Unicamp e autor de estudo que chegou a essa conclusão, a piora na condição da população ativa se deu principalmente pelo baixo crescimento econômico nos últimos anos, pelo aumento do desemprego e pela precarização do mercado de trabalho.
"A situação da pobreza só não se tornou mais desfavorável devido aos avanços nas políticas sociais, em grande medida depois da Constituição de 1988, que expandiu o gasto social", afirma Pochmann.
Outros economistas, no entanto, avaliam que a forte expansão desses gastos sociais também é um dos motivos do baixo crescimento.
Para repassar dinheiro aos inativos, o Estado precisa onerar os ativos e o setor produtivo como um todo, cobrando cada vez mais impostos. Isso emperraria os investimentos produtivos e o crescimento.
Enquanto a carga tributária aumentou mais de dez pontos percentuais nos últimos dez anos, os gastos com benefícios assistenciais e subsidiados saltaram 1.362%, de R$ 5,2 bilhões por ano em 1987 para R$ 76 bilhões no ano passado.
Já os gastos com inativos e pensionistas da Previdência subiram 310% no mesmo período, passando de R$ 10,4 bilhões para R$ 42,6 bilhões.
Hoje, esses benefícios, mais os pagamentos da Previdência a quem recebe mais de um salário mínimo, correspondem a 60% do gasto não-financeiro da União. Há 15 anos, eram 22,3%.
"O maior aumento nesses gastos é recente. Nos benefícios maiores a aposentados com dinheiro retirado do setor produtivo, equivale a dizer que o Brasil aumentou o investimento no passado, quando deveria ser o contrário", afirma Sérgio Vale, da MB Associados.
O especialista em contas públicas Amir Khair afirma, porém, que o maior vilão da história do baixo crescimento do Brasil é o juro alto, não os programas sociais que seguraram o empobrecimento dos inativos.
"Embora venha se tornando uma crença, a idéia de que a redistribuição da renda via programas sociais emperra o crescimento não se confirma à medida que se observa um aumento da atividade econômica justamente nas regiões onde há mais atendidos por esses benefícios. O problema é o juro", diz.
Em 2005, o Brasil se comprometeu com R$ 160 bilhões para pagar e refinanciar sua dívida pública, na casa do R$ 1 trilhão. O valor representa a metade do que o país gasta com benefícios assistenciais, segundo cálculos do economista Raul Velloso.
"O corte de apenas um ponto percentual na taxa Selic [o juro básico] representa uma economia de R$ 10 bilhões por ano para o setor público", diz Khair. O valor é maior do que o gasto previsto em 2006 com o Bolsa Família (R$ 8,5 bilhões).
Pochmann concorda que o aumento dos gastos sociais também travou os investimentos públicos, mas pondera que a maior "asfixia" ocorreu pela "financeirização" da economia por conta dos juros elevados.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h31
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EMPREGO & RENDA (2)
Desemprego e precarização do trabalho explicam o empobrecimento dos ativos
DA REPORTAGEM LOCAL
No período em que houve uma "metamorfose" na composição da pobreza no Brasil, a taxa de desemprego no maior mercado de trabalho do país, a cidade de São Paulo, subiu de 8% para 16%, tendo batido em 20% no final dos anos 90.
Ao longo do período, o rendimento médio de quem ficou no mercado de trabalho ocupado caiu um terço, tanto em São Paulo como nas principais regiões metropolitanas do país.
Segundo Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), a atual "crise estrutural" no mercado de trabalho faz com que os trabalhadores aceitem valores mais baixos e vagas precárias -daí o empobrecimento dos ativos.
Isso explicaria em boa medida o fato de quase 90% das vagas formais hoje criadas pagarem só até R$ 700 ao mês.
Ao usar o salário mínimo como critério para medir a pobreza, também é preciso levar em conta tanto seu aumento real quanto o seu poder de compra.
Por causa da queda nos preços dos alimentos e dos aumentos reais dados ao mínimo no governo Lula (25% acima da inflação), o salário mínimo, que comprava apenas 70% de uma cesta básica ao final do governo FHC, hoje paga duas.
Como muitos dos benefícios assistenciais e previdenciários são indexados ao mínimo, a correção do poder de compra dos inativos foi maior do que para quem ficou no mercado.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h28
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TCU multa presidente do Banco do Brasil em R$ 15 mil
Tribunal diz que banco público não enviou dados requisitados sobre compra de empresa aos auditores, sob alegação de sigilo comercial
MARTA SALOMON DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Por sonegar documentos sobre operação considerada irregular pelo TCU (Tribunal de Contas da União), o presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão, foi condenado a pagar R$ 15 mil de multa. Uma nova punição foi determinada pelos ministros caso as informações solicitadas não sejam encaminhadas ao tribunal.
A decisão é mais um lance na queda-de-braço entre o TCU e as grandes estatais, que alegam sigilo comercial para recusar dados aos auditores. Banco do Brasil e Petrobras são as mais problemáticas, revela pesquisa feita em decisões do tribunal.
"Tal resistência configura grave irregularidade consistente na obstrução ao livre exercício da inspeção, bem assim na sonegação de documento ou informação, e reclama providências", diz o texto do relatório do ministro Walton Rodrigues, aprovado no mês passado.
"O banco negou-se a apresentar documentos, alegando sigilo comercial, com o único propósito de encobrir as práticas de seus gestores, que, com total imprudência em suas ações, causaram prejuízo ao banco da ordem de R$ 260 milhões", continua o texto.
A decisão do TCU trata da análise da compra de 49,9% do capital da MaxBlue, vinculada ao Deutsche Bank, pelo Banco de Investimentos do BB. A operação custou pouco mais de 102 milhões em fevereiro de 2002. "O negócio, que foi fechado por R$ 212 milhões, não deu certo e acarretou mais perdas para o banco", diz o TCU.
Informações e documentos sobre o negócio vinham sendo cobrados desde setembro de 2004. Depois de sucessivos pedidos de adiamento, o banco encaminhou parte do material. Sem os dados, o TCU diz que não pode concluir a análise da prestação de contas de 2002.
A recusa do Banco do Brasil em encaminhar informações ao tribunal é reincidente. Três anos atrás, o TCU ameaçou punir com multa a sonegação de dados sobre suposta fraude na administração de fundos de investimentos geridos por subsidiária do Banco do Brasil.
Casos freqüentes também são encontrados em auditorias do TCU na Petrobras.
A Constituição atribui ao Congresso Nacional, com apoio do TCU, a tarefa de fiscalizar as entidades da administração direta e indireta. Parte da polêmica sobre o acesso a documentos se deve à falta da regulamentação do artigo 173. Ele prevê que o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de subsidiárias será estabelecido por lei, que não existe ainda.
No ano passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) se manifestou sobre o assunto e determinou que lesão ao patrimônio de sociedades de economia mista atinge não só o capital privado, mas representa dano ao erário. A decisão foi uma resposta a mandado de segurança apresentado pela Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco) e pelo Banco do Nordeste do Brasil. O Banco do Brasil diz que a decisão não encerra o debate.
Outro lado
BB diz que informação é sigilosa
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A área jurídica do BB apresentou pedido de esclarecimento ao TCU e prepara um pedido de reconsideração caso o tribunal mantenha a multa ao presidente da estatal.
O TCU pede cópia do relatório de auditoria sobre a operação de compra da MaxBlue. O banco diz que, por questões de estratégia, deve tratar como confidenciais informações sobre negócios.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h47
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