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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
A FARRA DOS BANCOS
Tarifas bancárias crescentes
Uma pesquisa feita com base em dados do Banco Central pelo economista Miguel José Ribeiro de Oliveira, publicada no último domingo pelo Estado, mostra que os bancos continuam aumentando em ritmo alucinante as tarifas que cobram pelos serviços prestados às pessoas físicas e jurídicas. Esse aumento já havia sido demonstrado, nos balanços do primeiro semestre, pela elevação média de 17,3% das receitas com serviços, comparadas às de igual período de 2005.
As tarifas máximas cobradas pelos serviços chegam a ser estarrecedoras. A confecção de uma ficha cadastral para pessoas físicas pode custar até R$ 500,00; a consulta a um serviço de proteção ao crédito, R$ 300,00; a concessão de uma linha de cheque especial ou abertura de uma conta garantida, R$ 500,00; a inclusão ou exclusão de um cheque no Cadastro de Cheques sem Fundos, R$ 90,00; a segunda via de um documento, R$ 250,00; a abertura de um crédito ou a renegociação de uma dívida, R$ 1.000,00; e a substituição de uma garantia, R$ 528,00.
A título de comparação, uma única tarifa pode ser mais elevada do que o salário de um mês de um trabalhador. Em agosto, a renda bruta mensal média dos trabalhadores empregados nas seis principais regiões metropolitanas, segundo o IBGE, foi de R$ 1.036,20.
Entre janeiro de 2001 e junho de 2006, as tarifas chegaram a aumentar 49.900% – caso da substituição de garantias no Banco do Brasil, cujo custo passou de R$ 0,30 para R$ 150,00. A tarifa para tirar uma segunda via de documento no Itaú aumentou de R$ 4,20 para R$ 200,00, ou 4.661%. A CEF foi a que mais aumentou a tarifa de uma transferência bancária sem CPMF, de R$ 0,20 para R$ 6,60 (+3.200%), enquanto uma abertura de crédito no Santander Banespa passou a custar até 4.300% a mais.
Outros bancos ampliaram o número de serviços sujeitos a tarifas. Para as pessoas físicas, a CEF lidera, aplicando tarifas sobre 46 diferentes serviços, seguindo-se o Banco do Nordeste do Brasil, a Nossa Caixa, o Bradesco e o Santander Banespa. Para pessoas jurídicas, o Unibanco lidera com 64 diferentes tarifas, seguido pelo Santander Banespa, Bradesco, Citibank e Nossa Caixa.
Uma modalidade de tarifa – a da abertura de linhas de crédito – é particularmente onerosa. Uma operação de crédito consignado, com juro de 2,5% ao mês, torna-se muito cara com a cobrança de uma tarifa de abertura de crédito de R$ 300,00, notadamente em empréstimos de pequena monta. Nesses casos, os clientes pouco se beneficiam da redução dos juros e da inflação.
A política de aumento de tarifas começou após o Plano Real, quando os bancos perderam a maior parte do chamado “imposto inflacionário”, apropriado pelo governo e pelas instituições financeiras devido à desvalorização da moeda. Mas a política de juros altos continua beneficiando os bancos, admitiu o presidente do Itaú, Roberto Setúbal, em entrevista à editora de Finanças do jornal Valor, Maria Christina Carvalho. Cada ponto porcentual de redução do juro básico (a taxa Selic), disse ele, implica queda de R$ 268 milhões na receita do banco obtida pela aplicação dos depósitos à vista, floating (recursos sem remuneração que ficam na instituição), depósitos em garantia de obrigações fiscais e previdenciárias e do capital de giro.
E a diminuição destas receitas é compensada com o aumento tanto das tarifas como do crédito. Linhas de empréstimos imobiliários, por exemplo, voltaram a ser atrativas para as instituições e a se expandir.
Os bancos argumentam que as tarifas são livres e que elas correspondem a serviços livremente contratados pelos clientes. A Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban) explica que as tarifas variam conforme o relacionamento dos bancos com os clientes e os pacotes de preços. Há, além disso, isenções, mas é evidente que estas se devem ao interesse dos bancos em preservar os melhores clientes.
O que salta à vista é que o aumento contínuo das tarifas só pode ser explicado pelo regime imperfeito de concorrência que existe no setor bancário, que não faz distinção entre bancos privados, estatais e estrangeiros.
Fonte: Estadão
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h20
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ALEIJADINHO NO CCBB DO RIO
O barroco visto por "Aleijadinho", o "Michelangelo
brasileiro"
O artista mineiro Antônio Francisco Lisboa, o "Aleijadinho", é o
eixo central de uma exposição que oferece ao visitante do Rio de Janeiro um
passeio pelo barroco brasileiro em todo seu esplendor.
Com o título "Aleijadinho e seu tempo. Fé, engenho e arte", a exposição, que
estará aberta até 11 de fevereiro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB),
reúne mais de 200 objetos originais desse período artístico no estado de Minas
Gerais, entre esculturas, objetos sacros, plantas, mapas, desenhos, peças de
ouro e fotografias.
Antônio Francisco Lisboa (1738-1814), que alguns
especialistas classificam como o "Michelangelo do Brasil", era filho natural de
um arquiteto português, Manuel Francisco da Costa Lisboa, e uma de suas
escravas, Isabel.
Afligido por uma doença degenerativa que deformava seu
corpo, "Aleijadinho" chegou a trabalhar com os instrumentos atados às mãos sem
que a dor lhe impedisse de parar com sua arte.
Suas obras se
caracterizam pela expressividade, conseguidas com um tratamento irregular dos
traços faciais, como por exemplo, colocando os olhos em alturas ligeiramente
diferentes, com o que dava um dinamismo na imagem não conseguido por outros
artistas, explicou em entrevista à Efe o curador da mostra, o historiador e
crítico de arte Fábio Magalhães.
Também se distinguem por uma
sensualidade muito especial, que se manifesta na figura humana, onde contrapõe
as formas onduladas do corpo às angulosas da roupa, assinalou o historiador, que
destaca que em conjunto é um barroco menos dramático que o de países como o
México.
Esculturas em madeira, imagens de santos, relicários e oratórios
são alguns dos objetos expostos no CCBB, que apresenta desenhos da planta geral
e peças estruturais da Igreja de São Francisco de Assis, da qual Aleijadinho foi
autor, em Ouro Preto.
De suas mãos saíram, a fachada, o altar principal,
retábulos, várias imagens, como a de São Francisco com a cruz, os púlpitos e a
pia da sacristia, entre outros ornamentos.
A exposição contextualiza a
rica província de Minas Gerais e o Brasil do século XVIII, quando essa região
viveu um período de "enorme dinamismo", durante setenta anos, seguido de um
completo "imobilismo", que durou mais de um século, comentou seu curador.
O isolamento geográfico e o ouro encontrado em suas minas fez de Minas
Gerais um cenário rico e propício para o desenvolvimento de uma escola barroca
brasileira na qual, segundo Magalhães, a religião teve um papel fundamental.
"É um barroco muito tardio", diferente do da Bahia ou Pernambuco, com
características rococó, e que recebeu influências do sul da Alemanha e alguma,
embora menor, asiática.
"A Coroa (portuguesa) proibiu as ordens
religiosas de construírem sedes" na região, o que deu lugar "a uma grande
rivalidade" entre as numerosas paróquias, que alimentou a criação artística em
uma época em que "a vida social era uma vida religiosa", explicou.
A
rivalidade serviu como alimento à criação artística e fez surgirem artistas,
artesãos e músicos que puseram suas habilidades ao serviço da liturgia católica.
Além de obras do "Aleijadinho", a exposição oferece exemplos de outros
artistas de sua época, como Francisco Xavier de Brito ou Francisco Vieira
Servas.
Para ambientar ainda mais a exposição dentro da cultura
religiosa mineira, treze artistas reproduziram em uma das salas decorações que
mostram as ruas de cidades históricas de Minas Gerais para as procissões, a base
de serragem colorida, criando figuras que com os passos dos visitantes vão
perdendo sua forma.
Além disso, são projetados documentários sobre a
vida e obra do artista, a música, o ciclo do ouro e dos diamantes em Minas
Gerais.
Fonte: Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h15
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CIRCUITO CULTURAL BB EM CURITIBA
Los Hermanos no Circuito Cultural Banco do
Brasil em Curitiba
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Divulgação |
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Los Hermanos de volta a
Curitiba |
 | | Os sons do rock, do
reggae, da música caipira, da MPB e da música antiga estão no roteiro de shows,
da capital paranaense, na noite deste sábado (11). São atrações para todos os
gostos e bolsos.
Encerrando a programação do Circuito Cultural Banco do
Brasil (CCBB), o grupo Los Hermanos se apresenta no Teatro Guaíra, neste sábado
e domingo. Porém os ingressos, com preço camarada de R$ 15,00, já estão
esgotados. Na reta final da turnê do “álbum 4”, lançado no ano passado, os
Hermanos chegam à cidade após uma rápida passagem por Londres, onde tocaram em
um evento promovido pela revista Jungle Drums, dedicada à divulgação da cultura
brasileira na Inglaterra. Com o encerramento próximo do turnê, o grupo se
prepara para se isolar em uma chácara, no início do ano que vem, para fazer a
pré-produção das novas canções. Mas o próximo CD será lançado apenas no segundo
semestre de 2007, quando o quarteto comemora dez anos de carreira.
Fonte: Gazeta do Povo Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h13
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A FARRA DOS BANCOS
BNDES tem lucro recorde de R$ 2,4 bilhões no terceiro
trimestre
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou
lucro recorde no terceiro trimestre, de R$ 2,4 bilhões. O resultado é 276%
superior ao obtido no mesmo trimestre de 2005. No acumulado dos nove primeiros
meses de 2006, o lucro do banco de fomento federal também registrou marca
histórica, ao alcançar R$ 5,71 bilhões, montante 132% maior ao apurado no mesmo
período do ano passado.
As razões para os recordes estão relacionadas a
uma redução das provisões para empresas que estavam inadimplentes e que pagaram
suas dívidas, a um ganho com dividendos e juros sobre capital de empresas nas
quais o BNDES tem ações e, ainda, à venda de ações que se valorizaram nos
últimos meses.
Somente com a carteira de ações, o lucro correspondeu a
R$ 3,02 bilhões no acumulado de janeiro a setembro. Na renda fixa, o ganho
chegou a R$ 2,49 bilhões. Deste total, R$ 1,096 bilhão correspondeu à reversão
de provisão para risco.
"No que se refere à recuperação de crédito, os
dados refletem uma melhoria da situação financeira das empresas, que estão menos
endividadas. E reflete também uma melhor gestão em resolver questões antigas",
disse o presidente do BNDES, Demian Fiocca.
Um dos exemplos de resolução
de inadimplência foi o caso da Brasil Ferrovias, que devia R$ 1,2 bilhão ao
banco. O grupo ALL Logística conseguiu fazer um acordo com o banco, ao adquirir
as ações da empresa antes inadimplente. A taxa de inadimplência em relação à
certeira total do banco fechou o mês de setembro com 0,55%, inferior à taxa
observada ao final de junho, que foi de 0,69%, e ainda menor ao registrado em
dezembro de 2005 (2,08%).
"Na renda variável, o lucro mostra a qualidade
da carteira do BNDES e um bom desempenho das empresas ao pagar dividendos e pela
percepção positiva que se reflete no valor de mercado dessas ações", completou
Fiocca.
Na renda variável, a maior parte do lucro deveu-se à venda de
ações que estavam na carteira do banco, correspondendo a R$ 1,486 bilhão no
acumulado do ano até setembro. Um dos destaques foi a operação de venda de ações
do Banco do Brasil. A receita com dividendos e juros sobre capital próprio de
ativos de renda variável chegou a R$ 1,18 bilhão. (Ana Paula Grabois | Valor
Online)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h31
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MUDANÇAS NO BB E CEF
Comando dos bancos federais pode mudar
Alex Ribeiro
Com a decisão do presidente da BB DTVM, Nelson Rocha, de deixar o cargo,
abre-se um período de definições sobre o comando dos dois principais bancos
federais - o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.
Rocha, que estava à frente da administradora de recursos de terceiros do
Banco do Brasil, já comunicou sua decisão de sair ao presidente do banco,
Rossano Maranhão. Ficará no cargo até que sejam definidas as mudanças
ministeriais. Ligado ao ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, Rocha disse
querer voltar à iniciativa privada.
Maranhão é outro que tem vários convites para trabalhar na iniciativa
privada. Essa é, porém, apenas uma das variáveis que vão definir seu futuro no
BB. Uma outra, mais importante, é se Guido Mantega permanecerá na Fazenda.
Maranhão, indicado por Palocci, não tem bom entrosamento com o atual
ministro.
Rossano se manteve no cargo apenas porque, após a saída de Palocci,
estabeleceu um canal direto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com seu
perfil técnico, Rossano promoveu a despolitização de algumas áreas do banco,
que, sob comando do PT, foram foco de escândalos. Também ganhou proximidade com
o presidente nas discussões do pacote para a redução dos juros e do "spread"
bancário.
A avaliação de dentro do Banco do Brasil é que o processo de despolitização
da instituição não terá volta e que, por isso, a tendência é que seja nomeado
outro nome técnico, na hipótese de ser confirmada a saída de Rossano. Teria
ficado claro para o governo que é grande o risco do uso político de um banco com
capital aberto, com ações negociadas em mercado.
Já na Caixa Econômica, a situação é um pouco diferente - a instituição tem
capital fechado e alguma tradição em empregar quadros políticos em sua
diretoria. Dependendo do arranjo político negociado por Lula, a presidência da
instituição, hoje ocupada pela funcionária de carreira Maria Fernanda Ramos
Coelho, poderá ser entregue a algum partido da base aliada.
Outra possibilidade é a presidência da Caixa ficar com o próprio PT - neste
caso, com algum nome próximo da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy. Ela é
cotada para o Ministério de Cidades, e poderia levar junto a Caixa Econômica,
que é o braço operacional das políticas de habitação, saneamento e
desenvolvimento urbano. O presidente anterior da Caixa, Jorge Mattoso, era
indicado por Marta, embora também tivesse ligações pessoais com Lula.
Antes do anúncio de sua saída da BB DTVM, o nome de Nelson Rocha era cogitado
para a Caixa Econômica. Com experiência na área privada e um trabalho elogiado
na BB DTVM, pesa contra ele a proximidade com Palocci. Palocci esteve
diretamente envolvido na queda de Mattoso - ambos quebraram o sigilo bancário do
caseiro Francenildo dos Santos Costa.
Se, justamente para evitar o risco de novos escândalos, a opção for por um
nome técnico na presidência Caixa, Maria Fernanda poderá ser mantida. Mas
poderia haver mudanças em vice-presidências, algumas controladas pelo PTB, PMDB
e PT.
Sandro Kohler Marcondes, diretor comercial do Banco do Brasil, disse que
ficou sabendo a saída de Nelson Rocha pela imprensa. Ele disse não saber se
haverá novas mudanças no comando do banco.
Sobre o presidente da BB DTVM, ele disse que Rocha conseguiu
transformá-la na maior gestora de recursos da América Latina. (Colaboraram
Altamiro Silva Júnior e Catherine Vieira)
Fonte: Valor Econômico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h19
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SALÁRIO & RENDA
Nunca neste país
Lula fez escola. Arlindo Chinaglia (PT-SP), seu líder na Câmara e
pré-candidato à presidência da Casa, declarou na sessão de quarta que "não há
exemplo de qualquer governo no mundo, em qualquer época", que tenha dado
reajuste maior ao salário mínimo -13% de aumento real neste ano.
Antes neste país. O problema é que em 1995, primeiro ano de
mandato de Fernando Henrique Cardoso e auge da euforia do Plano Real, o aumento
real foi de 22%.
Fonte: Painel/Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h05
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SALÁRIO & RENDA
Centrais querem elevar mínimo a R$ 420
Reivindicação equivale a aumento de 20%, maior que o concedido neste
ano; governo defende valor próximo de R$ 375
Aumento de R$ 70 causaria
impacto de R$ 14 bi no Orçamento, segundo Dieese; entidades também querem
correção da tabela do IR
Alan Marques - 21.set.06/Folha Imagem
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Marinho (Trabalho), que defende alta do
mínimo para R$ 375 |
KAREN
CAMACHO ANA PAULA RIBEIRO DA FOLHA ONLINE, EM SP
E EM BRASÍLIA
As principais centrais sindicais vão negociar com o governo o reajuste do
salário mínimo dos atuais R$ 350 para R$ 420 no próximo ano, com antecipação
para março. O reajuste, de 20%, seria maior que o concedido na última
negociação, quando o mínimo subiu de R$ 300 para R$ 350 -16,6%, uma das maiores
altas da história.
Em 2005, no entanto, as centrais pediram alta de 33%, de R$ 300 para R$ 400.
Cerca de 25 milhões de brasileiros recebem um salário mínimo. Entre eles, 16
milhões de aposentados, que devem causar impacto de R$ 14 bilhões por ano ao
Orçamento se o mínimo for a R$ 420, de acordo com estimativa do Dieese.
Já o governo sinalizou que novamente a proposta inicial das centrais não será
aceita. O ministro Luiz Marinho (Trabalho) disse em Brasília que o governo vai
discutir um valor próximo ao que consta do Orçamento de 2007 enviado ao
Congresso, que é de R$ 375.
"O que devemos discutir com as entidades é o que está em torno da proposta
orçamentária e buscar interagir da forma que fizemos nos anos passado e
retrasado", disse o ministro, que se reúne com as centrais ainda neste ano.
Ele afirmou que o mínimo de R$ 375 repõe a inflação e que nos últimos anos os
aumentos já levaram a uma recuperação do valor do salário, mas que entende que
os sindicatos busquem agregar um ganho real.
Em reunião de representantes da CUT, da Força Sindical e da CGT, em São
Paulo, as centrais também decidiram que vão defender uma correção de 7,77% para
a tabela do Imposto de Renda no próximo ano.
O percentual da correção, segundo as centrais, equivale à defasagem da tabela
do IR em relação à inflação durante o governo Lula. As centrais apontaram,
ainda, defasagem de 39,52% no governo Fernando Henrique Cardoso.
"Para negociar o mínimo, vamos realizar reuniões nos Estados no dia 29 e, em
6 de dezembro, faremos uma marcha em Brasília", disse João Carlos Gonçalves, o
Juruna, secretário da Força.
Neste ano, a marcha deverá ser mais modesta que as realizadas nos anos
anteriores, sem carreatas partindo de outros Estados. Em compensação, as
centrais decidiram fazer uma mobilização unificada.
O presidente da CUT, Artur Henrique, disse que a reivindicação do mínimo de
R$ 420 pode ser atendida pelo governo. "É preciso colocar na pauta do país o
crescimento da economia, e, quanto mais distribuição de renda, mais a economia
vai se desenvolver", disse.
Corte de gastos
Lula ainda não se manifestou sobre o mínimo, mas tem feito promessas de
cortar gastos e aumentar investimentos. Por isso, o mercado financeiro espera um
reajuste menor.
O Congresso também está dividido. Senadores e deputados da Comissão Mista
Especial de Salário Mínimo devem enviar projeto que propõe elevação a R$ 400 a
partir de março -antecipando em um mês o reajuste, que neste ano saiu em
abril.
Já a Comissão de Orçamento vai analisar projeção do governo de que o mínimo
deverá subir para R$ 375 no próximo ano, uma alta de 7,14%.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h03
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QUADRILHA PREPARAVA GOLPE COM AÇÕES CUSTODIADAS NO BB
PF prende grupo acusado de fraudar negócios com
ações
Suspeitos teriam forjado documentos para assumir aplicações de
investidores
Integrantes agiriam com papéis da Petrobras e da Vale, em
golpes estimados em R$ 120 milhões; ontem 7 pessoas foram detidas
RAPHAEL GOMIDE SUCURSAL DO RIO
Sete integrantes de uma quadrilha de fraudadores de ações da
Petrobras e da Vale do Rio Doce no mercado financeiro foram presos pela Polícia
Federal ontem, no Rio e em São Paulo, após tentar fraudes de ao menos R$ 120
milhões. A PF, que atuou em parceria com o Ministério Público Federal, não
descarta a possibilidade de ter havido golpes bem-sucedidos nem soube avaliar o
eventual prejuízo, nesse caso.
O grupo era monitorado pela PF havia um ano, o que lhe permitiu evitar a
venda irregular de ações, por meio de documentos falsos, mediante aviso aos
bancos. Os donos das ações não sabiam das operações.
Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato, formação de
quadrilha, uso de documentos falsos e crime contra o sistema financeiro e até
lavagem de dinheiro.
A quadrilha começou a atuar no Rio, quando um corretor de valores obteve uma
lista de acionistas e resolveu fraudar OTAs (Ordens de Transferências de Ações)
no mercado financeiro, usando dados falsos dos supostos donos. O corretor
-contra quem existia mandado de prisão ontem- foi preso, em fevereiro, também
por estelionato em outro caso, mas o grupo continuou a atuar.
Com números de documentos falsos, obtinham procurações forjadas e abriam
contas bancárias, que lhes garantiriam a transferência de ações, sob o nome dos
acionistas lesados.
A partir da prisão do corretor, no início do ano, outros intermediários
ocuparam sua posição. O economista carioca Henrique Mitão Ramos, ligado ao
corretor, chamou um casal de São Paulo que tinha contatos no mercado
financeiro.
O casal, já antes envolvido em operações fraudulentas e preso ontem, passou a
comandar o esquema. Seus nomes não foram revelados. Moradores de Alphaville,
tiveram dois carros Audis blindados apreendidos -um deles adquirido em nome de
uma vítima. A irmã da mulher, sua secretária e um serventuário de cartório
também foram detidos em São Paulo.
Um gerente do Banco do Brasil da capital paulista, onde
estavam custodiadas ações, foi indiciado pela PF e teve a prisão pedida, mas a
Justiça negou. Segundo o delegado Fábio Seghese, os membros do grupo chegam a
15. Os fraudadores também pretendiam transferir ações pela internet, em sistema
do mercado financeiro conhecido como "home broker".
Ontem, Mitão Ramos tentou fugir da polícia pulando a janela do apartamento,
no segundo andar, mas quebrou uma perna e não escapou. O outro preso no Rio foi
um engenheiro identificado como Fernando César.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h01
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MICROCRÉDITO
Marinho quer banco estatal mais voltado para o
microcrédito
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou ontem em discurso durante a
instalação do CNES (Conselho Nacional de Economia Solidária) que vai pressionar
os bancos estatais a dar mais importância às operações de microcrédito, em
detrimento dos grandes clientes, mesmo que as instituições pertencentes ao
Estado não obtenham lucro com isso.
Minutos depois, durante entrevista, o ministro diminuiu o tom e enfatizou que
não pediria para os bancos "perderem" dinheiro. Mas, segundo ele, as
instituições estatais devem privilegiar os clientes menores, que custam mais
caro e dão menos retorno. Sua idéia é ter uma discussão "dura" com os bancos
sobre o assunto e "forçar a barra".
"A discussão não tem que ser se o microcrédito é lucrativo ou não. É política
de governo e os bancos terão que aplicá-la. Senão, para que ser banco público?
Não precisaríamos de bancos públicos, privatizem todos", afirmou Marinho aos
conselheiros.
Criado para trabalhar com microcrédito, o BB Popular, ligado ao Banco do
Brasil, teve um prejuízo de R$ 62 milhões no ano passado.
Ainda durante o discurso, o ministro disse: "Precisamos forçar a barra para
avançar. Não podemos ter a insegurança de dizer que o Estado brasileiro não foi
montado em sua estrutura para ser governado por nós."
Na platéia, havia representantes de ministérios, ONGs que fomentam o
microcrédito, representantes dos mais variados sindicatos, feministas,
quilombolas e empreendimentos de economia solidária. De acordo com decreto do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cabe ao conselho auxiliar o governo na
formulação de políticas, leis, e monitoramento de metas de economia solidária e
microcrédito.
Desde 2003, os bancos são obrigados a aplicar em operações de microcrédito
pelo menos 2% dos depósitos em contas correntes, mas esse limite nunca foi
respeitado. Em setembro, segundo dados do Banco Central, as instituições
financeiras estavam obrigadas a destinar R$ 1,6 bilhão para esse tipo de
empréstimo, no entanto apenas R$ 1 bilhão -ou 61,4% da exigência- havia sido
liberado.
Segundo dados do Ministério do Trabalho, há mais de 1 milhão de trabalhadores
envolvidos na chamada economia solidária, que engloba atividades como a
administração de empresas em vias de falência pelos próprios empregados e as
cooperativas em setores informais, como catadores de material reciclado. (IURI DANTAS e NEY HAYASHI DA CRUZ)
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h59
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QUADRILHA PREPARAVA GOLPE COM AÇÕES CUSTODIADAS NO BB
PF prende 8 por fraude milionária com ações da Petrobras
CLARICE SPITZ da Folha Online, no Rio
A
Polícia Federal prendeu oito pessoas suspeitas de envolvimento em esquema de
fraudes na venda de ações mais negociadas da Bovespa (Bolsa de Valores de São
Paulo), como a Petrobras e papéis da Companhia Vale do Rio Doce.
A
"Operação Reação", deflagrada nesta quinta-feira e comandada pelo chefe do
Núcleo de Operações da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros, delegado
Fabio Andrade, deteve cinco pessoas em São Paulo e duas no Rio de Janeiro, o
empresário Fernando Cesar e o economista Henrique Mitão.
Outro suspeito,
um corretor, que teria iniciado o esquema, já estava preso no Distrito Federal
desde fevereiro também por fraudes no mercado financeiro.
Na operação
também foram apreendidos computadores, carros e documentos que comprovam a
existência de contas bancárias fraudulentas.
O esquema consistia
basicamente na adulteração de procurações. Com os documentos falsos, os
fraudadores tentavam vender as ações por meio de OTA'S (Ordem de Transferência
de Ações).
Segundo a polícia, os criminosos criavam contas bancárias
falsas em nome de terceiros ou em nome deles próprios para receber o dinheiro
obtido com a venda das ações.
De acordo com Andrade, o esquema começou
quando o corretor conseguiu uma lista com nome de acionistas. Ele convidou o
economista para participar do negócio, que contava ainda com uma pessoa para
abrir as contas fraudulentas em nome dos acionistas.
Quando a pessoa que
abria as contas saiu da quadrilha, o esquema foi ampliado para São Paulo. Lá um
casal, que morava em Alphaville e tinha contato com o sistema bancário,
facilitava a abertura de contas.
Esse casal, por sua vez, tinha contato
com empresário no Rio de Janeiro que conseguia reconhecer a firma nas
procurações por meio de um cartório em Curitiba.
Andrade afirmou que em
princípio nem as corretoras nem os acionistas tinham participação no
esquema.
"O casal de São Paulo acabou se destacando no esquema. Eles eram
os líderes", afirmou.
A PF pediu, mas a Justiça negou a prisão de
um gerente de uma agência do Banco do Brasil em São Paulo, que
também é suspeito de participar do esquema.
Um homem, supostamente
hacker, que mora em Santa Teresa (zona central) do Rio de Janeiro, também foi
ouvido pela PF, mas não foi preso. Segundo o delegado, os criminosos queriam
realizar fraudes por meio do sistema "home broker" (o sistema de negociação de
ações pela internet).
A PF atuava monitorando a quadrilha e impedindo
que os criminosos sacassem o dinheiro das contas. Com a desarticulação, a PF diz
ter evitado um golpe de aproximadamente R$ 120 milhões. No entanto, não descarta
que os criminosos tenham conseguido obter dinheiro em Salvador (BA).
Os
acusados devem responder por estelionato, formação de quadrilha, lavagem de
dinheiro, uso de documentos falsos e crime contra o sistema financeiro.
A
investigação começou há um ano e foi acompanhada pelo Ministério Público
Federal. Andrade afirmou que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) não foi
contatada pela polícia durante a investigação.
A operação conta com 160
policiais federais que cumprem mandados de prisão temporária e mandados de busca
e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e no Paraná expedidos pela 5.ª Vara
Federal Criminal do Rio de Janeiro.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h01
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QUADRILHA PREPARAVA GOLPE COM AÇÕES CUSTODIADAS NO BB
Polícia Federal faz ação contra
fraude financeira
A Polícia Federal desencadeou
na manhã de ontem a Operação Reação, que visava desarticular uma quadrilha
especializada em fraudes com ações no mercado financeiro. Aproximadamente 160
policiais federais cumpriram oito mandados de prisão temporária — sendo três no
Estado do Rio de Janeiro e cinco em São Paulo —, e 28 mandados de busca e
apreensão — sendo 11 no Rio, 16 em São Paulo e um no Paraná. Segundo a PF-SP, já
foram presas cinco pessoas, três no Rio e duas em São Paulo. Os mandados foram
expedidos pela 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. De acordo com
informações da PF, com a operação, a Polícia evitou um golpe de aproximadamente
R$ 120 milhões, que teria sido aplicado com a venda fraudulenta de ações, “em
sua maioria da Petrobras”. O esquema, de acordo com a Polícia, consistia na
venda de ações de terceiros, por meio de Ordem de Transferência de Ações (OTAs)
com a participação de gerentes de instituições financeiras, corretores de
valores, funcionários de cartórios e especialistas em falsificações.
O Ministério Público Federal
(MPF), no Rio, informou nesta quinta que as ações da Petrobras que eram alvo da
operação de venda fraudulenta eram custodiadas pelo Banco do Brasil (BB).
Segundo o ministério, a quadrilha era composta por um gerente do
BB, um hacker, funcionários de cartórios e advogados. A ação desse
grupo estava concentrada sobre 42 acionistas com cotas que somavam R$ 120
milhões.
Por meio de comunicado, o MPF
informou que as fraudes eram realizadas com a “confecção e uso de documentos de
identificação pessoal e procurações falsificadas que permitiriam aos criminosos
se passarem por procuradores dos acionistas junto ao Banco do Brasil e
corretoras de valores mobiliários, com o objetivo de vendê-las”.
Fonte: DCI
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h58
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SALÁRIO & RENDA
Sindicalistas defendem
mínimo de R$ 420
As principais centrais sindicais brasileiras decidiram,
nesta quinta-feira, que vão pedir ao governo um aumento de 20% no salário mínimo
para o próximo ano. Querem que ele passe dos atuais 350 para 420 reais. A
proposta, que representaria um aumento real de 16,5 %, descontada a inflação
desde o último reajuste, foi acertada em uma reunião entre seis representantes
de CUT (Central Única do Trabalhadores), Força Sindical e CGT (Confederação
Geral dos Trabalhadores).
A exemplo do que aconteceu no ano passado, quando o pedido
inicial dos sindicalistas foi de 33% de aumento – de 300 para 400 reais -, o
governo sinalizou que não aceitará a proposta. O ministro do Trabalho, Luiz
Marinho, disse em Brasília que deve apresentar um valor próximo ao que consta no
Orçamento de 2007 enviado ao Congresso, que é de 375 reais. Marinho prevê
reuniões com as centrais sindicais até o final do ano para discutir o
número.
De acordo com ele, os últimos aumentos levaram o valor do
salário a uma recuperação real, acima da inflação. O ministro acredita que um
mínimo de 375 reais compensaria a inflação atual, mas declarou que entende o
pedido dos sindicalistas.
Na reunião, as centrais também decidiram que farão uma
marcha rumo a Brasília para pressionar o Planalto e o Congresso a aceitarem o
novo valor. A correção na tabela do Imposto de Renda também faz parte das
reivindicações. Segundo os trabalhadores, há uma defasagem de 7,77% na tabela do
governo Lula.
O presidente da CUT, Artur Henrique, disse em entrevista
que "é preciso colocar na pauta do país o crescimento da economia e, quanto mais
distribuição de renda tiver, mais a economia estará em desenvolvimento". Cerca
de 25 milhões de brasileiros recebem um salário mínimo por mês, entre eles 16
milhões de aposentados.
Fonte: Veja Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h09
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BB diz que Cassi preocupa, mas não melhora
proposta
Negociação desta quinta termina em impasse. Sobre a Previ,
BB não trouxe nenhuma novidade
 Terminou em impasse a primeira rodada de negociações com o
Banco do Brasil após a campanha nacional. Em reunião realizada nesta
quinta-feira, dia 9, não houve qualquer avanço nas discussões sobre a Cassi. A
Contraf-CUT também cobrou respostas sobre as reivindicações da Previ, mas o BB
também não trouxe nenhuma novidade. “Saímos das negociações da mesma
forma que entramos, sem nada de novo. O Banco do Brasil disse que o equilíbrio
financeiro da Cassi é importante e preocupa a direção. Mas na prática não faz
nada para avançarmos nessa questão. Só o fato de o BB não aceitar o cumprimento
do Estatuto mostra o seu descompromisso com a Caixa de Assistência e com a saúde
do trabalhador”, comentou Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos
Funcionários. A Contraf-CUT apresentou ao BB um documento no qual
concorda em debater o Fator Moderador, mas exige do banco o cumprimento do
Estatuto da Cassi, o aporte de recursos para recompor as reservas e a
implantação do plano odontológico, entre outros pontos.O debate destas questões
estão condicionados entre si. “Apesar da nossa disposição em negociar, o
BB não quis avançar e se manteve intransigente. Não assumiu nem o compromisso de
cumprir o estatuto e manteve a sua proposta anterior, que previa o investimento
de R$ 200 milhões em serviços próprios, muito menos do que o banco deve à
Cassi”, detalhou Olivan Faustino, representante da Feeb Bahia e Sergipe na
Comissão de Empresa. O banco também propôs incluir o Plano Odontológico
no Estatuto, sem implementá-lo, e não concordou em assumir as despesas
referentes às doenças do trabalho, causadas pela própria empresa. Em relação ao
fator moderador, o BB insiste que haja uma co-participação de 15% em exames e
10% nos casos de doenças crônicas. "Primeiro, o banco diz que a
co-participação é fator moderador, e não receita, e que só voltaria à mesa de
Cassi se debatêssemos o tema. Aceitamos discutir e, é lógico, apresentamos as
exceções que devem ser feitas para não prejudicar sobremaneira aos associados.
Hoje a postura do banco mudou. Já não aceita as exceções e nem diz que cumpre o
estatuto. É muita incoerência para quem quer resolver os problemas da Cassi.
Diante do impasse, encerramos as negociações sem avanços. Nova data deve ser
marcada em breve”, afirmou William Mendes, secretário de imprensa da Contraf-CUT
e membro da Comissão de Empresa. Previ - A Comissão de
Empresa também cobrou respostas para as propostas apresentadas pelos dirigentes
eleitos da Previ no final de 2005, como aumento do teto de benefício para 90% do
salário, aumento das pensões de 60% para 80%, revisão do critério de
proporcionalidade dos benefícios, revisão do teto de benefício para quem
contribuiu por mais de 30 anos, melhora do benefício mínimo e aposentadoria
antecipada para mulheres aos 45 anos. “Passado quase um ano do início dos
debates, o BB até agora não nos deu respostas. Não queremos repetir a negociação
da Parcela Previ, que se arrastou por mais de dois anos. Temos pressa e queremos
discutir o superávit construído na Previ para que ele seja revertido em
benefícios para os funcionários”, finalizou José Paulo Staub, da Fetec
Paraná.
Fonte: SEEB-SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h02
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MUDANÇAS NA BB-DTVM
Amigo de Palocci é a 1ª baixa de Lula depois
da reeleição
O governo Lula já tem a sua primeira baixa depois da reeleição. Depois de
três anos e sete meses na presidência da BBDTVM, a maior administradora de
recursos de terceiros da América Latina, o economista Nelson Rocha Augusto irá
deixar a instituição. Ao comunicar sua decisão ao presidente do Banco do Brasil,
Rossano Maranhão, ele alegou que iria voltar à iniciativa privada.
Desde a saída do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, seu amigo pessoal,
Nelson Rocha perdeu espaço no governo. O economista, que foi secretário de
Planejamento na primeira gestão de Palocci (1993-1996) na Prefeitura de Ribeirão
Preto, era interlocutor freqüente do ex-ministro enquanto ele esteve no
governo.
O nome de Nelson Rocha chegou a ser cogitado para assumir a presidência do
Banco do Brasil, no final de 2004, quando Cassio Casseb deixou a instituição.
Com o afastamento de Palocci, no entanto, o economista perdeu força no
governo.
A saída de Nelson Rocha pode ser interpretada também como uma perda de poder
e de prestígio de Palocci no Palácio do Planalto, apesar de ele ter sido eleito
deputado pelo PT com uma boa votação em São Paulo.
Nelson Rocha deixa bons resultados na BBDTVM. No período em que ficou à
frente da instituição, o total de recursos administrados de terceiros da BBDTVM
dobrou. A distribuidora acaba de superar a marca de R$ 182 bilhões em recursos
administrados.
Economista formado pela Unicamp, Nelson Rocha defendeu, durante a campanha
presidencial, independentemente de quem saísse vitorioso nas eleições, que os
dois candidatos dessem prioridade às reformas estruturais em 2007. Ele chegou a
dizer que, sem as reformas, o Brasil corria o risco de perder todas as
conquistas na economia obtidas nos últimos anos. Ou seja, o país poderia voltar
a conviver com o pior dos mundos: inflação junto com estagnação.
Entre as reformas, Nelson Rocha aponta como fundamentais a tributária, a
previdenciária, a trabalhista e a independência ou autonomia do Banco
Central.
Procurado pela Folha, Nelson Rocha preferiu não se pronunciar sobre os
motivos de sua saída da BBDTVM.
Fonte: Mercado Aberto/Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h15
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NEGOCIAÇÕES NO BB: CASSI EM FOCO
Contraf-CUT espera avanços para a Cassi nas negociações
Nesta quinta-feira, dia 9, a Contraf-CUT e o Banco do Brasil retomam o processo de negociações permanentes para debater, entre outros assuntos, os problemas da Cassi. Depois de três anos de negociações, os trabalhadores e o banco ainda não chegaram a um acordo.
Estratégia Saúde da Família Para subsidiar os debates, O Espelho Nacional de outubro trouxe uma entrevista com Aluísio Gomes, secretário-geral da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e que já trabalhou na Cassi.
Saúde é atuar preventivamente Aluísio Gomes da Silva Júnior, secretário-geral da Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, trabalhou na implantação do serviço de saúde da família no município de Niterói (RJ) e na Cassi. Nesta entrevista, ele fala das diferenças de concepção entre os planos de saúde tradicionais e a Cassi e da importância da implantação do serviço próprio.
O Espelho – Queria que o senhor conceituasse a saúde da família, explicando a diferença dela para a medicina tradicional. Aluísio Gomes da Silva Jr. – É uma estratégia de organização dos serviços de saúde em que os focos são as famílias em seus contextos e suas coletividades, o que é diferente do que se faz geralmente, em que o foco são os indivíduos isolados dos seus contextos. Ela é melhor sob alguns aspectos: primeiro do ponto de vista de entender o fenômeno de adoecimento e sofrimentos dos seres humanos como uma interação com o meio ambiente, em que existe uma questão social, uma questão conjuntural. O enfoque tradicional aborda só os aspectos biológicos, isolando os seres humanos. A saúde da família possibilita ver o ser humano mais amplo, como pessoa e dentro da sua família, da sua comunidade, da sua sociedade, com todos os reflexos que isso tem. A segunda questão é a possibilidade de você atuar preventivamente, acompanhando a saúde das pessoas, in-vestindo em saúde em vez de intervir só em caso de doença. Ou seja, pressupõe que a equipe tenha um vínculo com as famílias que permita acompanhar a evolução de saúde dessas pessoas, a atuar em prevenção, intervindo na promoção de saúde, agindo precocemente em caso de aparecimento de doenças.
O Espelho – Um dos grandes problemas dos planos de saúde hoje é que existem muitas rotinas complexas ou exames pedidos até desnecessariamente, por isso muitos planos cobram muito ou têm problemas de déficit... Silva Jr – Na realidade os planos de saúde hoje são muito focados em cima de doenças e procedimentos, não em cima de pessoas que podem não adoecer. Então, na maioria das vezes, você pega situações que vão se agravando e que exigem muitos investimentos de cura, isso é, de diagnóstico, de intervenção, o que torna o custo insuportável. No momento em que você adota uma estratégia de acompanhamento, investimento em prevenção e promoção consegue desviar um pouco esse foco, além de possibilitar o investimento na saúde das pessoas e um possível controle melhor dos custos, uma certa previsibilidade. Por exemplo, um diabético não acompanhado pode ser surpreendido por um coma, uma situação grave que fique hospitalizado, perca um pé, fique cego. Ou seja, uma complicação não só econômica, mas principalmente social. Com a atuação você pode diagnosticar precocemente e acompanhar esse paciente, investir na saúde dele para que a diabete possa ser uma doença de convívio, não de .flagelo.
O Espelho – Pois é uma doença de fácil controle... Silva Jr – Exato e que pode se tornar muito séria quando isso não é feito. Há também a discussão das questões emocionais. Hoje quase 70% do que se procura nos serviços médicos são queixas indefinidas, que têm muito a ver com o estresse urbano, com as preocupações das pessoas, certa angústia urbana. Os praticantes profissionais que atuam na abordagem da saúde da família têm a possibilidade de discutir esse contexto, entender esse contexto, traçar projetos de intervenção que levem em conta o estresse do trabalho, da vida da família, de todas as coisas, não só curar determinadas doenças estabelecidas.
O Espelho – Gostaria que o senhor contasse um pouco da experiência de quando trabalhou na Cassi e também na Prefeitura de Niterói. Silva Jr – Em Niterói, a construção do SUS vem de muito tempo, da década de 70 e com uma série de iniciativas inovadoras no campo da política pública.
Foi um dos primeiros municípios do Brasil a unificar serviços, a municipalizar determinados procedimentos e implantar uma lógica de vigilância em saúde, não de sair correndo atrás de doença. Distritalizou para conhecer melhor a cidade e, num contínuo, a estratégia de saúde da família, que foi de alguma forma dialogado com Cuba, incorporando novos procedimentos, um modo de agir da equipe diferenciado, que aumentou a cobertura das equipes e a interface com a comunidade, aumentando a possibilidade de intervenção na saúde das pessoas. Um resultado muito interessante, e isso foi implantado em 1992 e, hoje, quase 40% da população de Niterói é coberta por médicos de família com bastante sucesso, uma satisfação muito grande. A Cassi estava antenada com os movimentos que estavam acontecendo não só em Niterói, mas no mundo inteiro, com a implantação da estratégia da saúde da família.
Desde a década de 1970 trabalha-se com essa lógica na Inglaterra, no Canadá, em Cuba, ou seja, em alguns países que tiveram um salto de qualidade. Consolidada no mundo, quando a Cassi traz para dentro da sua política de saúde ela está com duas preocupações: a primeira de tentar promover saúde, de não ficar correndo atrás da doença. A segunda, a possibilidade de conhecer melhor sua clientela e oferecer serviços mais adequados, intervir mais preventivamente e, em última análise, controlar custos, tornar o sistema mais efetivo e mais eficiente.
O Espelho – Esses objetivos em relação à política de saúde da família foram atingidos? Silva Jr – Eu acho que vêm sendo. Estou afastado da Cassi nos últimos dois anos e meio, depois que entrei na Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, mas, pelo que tenho acompanhado, a Cassi tem sido usada como exemplo para as outras operadoras. Algumas que estão se formando agora praticamente se inspiraram na Cassi, com todas as suas políticas, lembrando que a estratégia da saúde da família não é isolada, é articulada com uma série de outras estratégias para garantir um sistema de saúde que atenda a integralidade dos problemas.
O Espelho – Uma discussão que vem dos tempos que o senhor estava lá é a necessidade ou não de rede própria para poder implantar o modelo. Há necessidade de instalá-la? Silva Jr – É estratégico, porque a rede própria no modelo da Cassi tem um papel muito interessante. Quando instala uma unidade dela, a Cassi passa a ter também controle sobre os prestadores, o que é um divisor de águas em situação de conflito e negociação. Por outro lado, existem poucos serviços no Brasil voltados para esse tipo de procedimento, ou seja, o sistema de saúde privado brasileiro é muito voltado para a venda de procedimentos, não é tão fácil assim encontrar equipes no setor privado disponíveis para desenvolver a estratégia da saúde da família. Isso é uma característica muito mais do sistema público que do privado. Ao tomar a atitude de montar serviços próprios, a Cassi não só garante um diferencial em relação aos concorrentes nos lugares que atua, mas também garante a assistência diferenciada para sua clientela, como criou um exemplo para o próprio mercado, que começa a correr atrás.
Fonte: SEEB-SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h04
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TERCEIRIZAÇÃO QUESTIONADA NO BB
BB tenta terceirização ilegal do
SESMT
Decisão do Conselho Diretor é para 14 estados
No dia 17 de outubro, o Conselho Diretor do Banco do Brasil
anunciou decisão de terceirizar os Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) em 14 estados. A medida contraria a
Norma Regulamentar 4 (NR 4) que trata de segurança e medicina do trabalho. A
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) quer
mobilizar todos os sindicatos para lutar contra a terceirização e defender a
segurança dos trabalhadores.
A Delegacia Regional do Trabalho (DRT) do
Distrito Federal já havia alertado o Banco sobre a ilegalidade, mas nada foi
feito. Todas as DRTs do país foram avisadas e devem autuar o Banco. Isso já
ocorreu no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.
Segundo levantamento do
diretor do Sindicato dos Bancários de Florianópolis, Julionir Andrightti, o
SESMT do BB encontra-se irregular desde 1995, quando a NR 4 passou por
alterações. A avaliação do grau de risco das empresas de intermediação
financeira, na qual estão inseridas todas do ramo financeiro, passou do nível de
risco 1 para 2, o que exigiria mais funcionários alocados nos SESMTs, entre
outras medidas.
“Pior do que não realizar a adequação é a decisão de
aprofundar a irregularidade, ao terceirizar o setor”, denuncia William Mendes,
secretário de imprensa da Contraf-CUT e representante na Comissão de Empresa
pela Fetec-CUT-SP.
Segundo José Pacheco Filho, diretor do Sindicato dos
Bancários do Distrito Federal, o BB será autuado porque não adequou seu quadro
de funcionários. “Em outros bancos a prática também vem ocorrendo, e vamos lutar
para que se cumpra a lei e não se terceirize. É a segurança do trabalhador que
está em jogo”, ressalta Pacheco.
Fonte: SEEB-SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h00
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NO EXPOMANAGEMENT 2006, EM SÃO PAULO
O
jogo do trabalho até 2025
“O cenário mundial é um rio de correnteza
rápida. Vocês precisam entrar nesta correnteza agora, pois daqui a dois anos vai
dobrar de velocidade. Países sem suporte tecnológico vão quebrar”, previu Jeff
Joerres, em sua apresentação.
Um amplo e detalhado painel sobre o trabalho - e as mudanças que este
deverá sofrer até o ano de 2025 – foi o tema da palestra de Jeff Joerres,
chairman, CEO e presidente da Manpower, Inc., líder mundial de Recursos Humanos,
a terceira apresentação do primeiro dia da ExpoManagement 2006, evento promovido
pela HSM.
“É disto que se trata: o que estamos fazendo (em relação ao trabalho) e o que
vai ser feito em 2025. Até lá, o jogo vai mudar rapidamente”, garantiu. A
Manpower realizou uma série de pesquisas relacionadas ao assunto com base em
seis itens específicos: 1 – Economia globalizada; 2 – Demografia: EUA,
Ásia e América Latina; 3 – Escassez de talentos; 4 – Produtividade; 5 –
Tecnologia; 6 – Globalização.
De acordo com o palestrante, as empresas terão de observar o que está
acontecendo em outros países e não apenas os concorrentes do seu país, pois é a
primeira vez, desde o ano 2000, que se pode observar que realmente a economia
está globalizada. “Este é o seu campo de batalha. É aí que você tem que fazer a
diferença”, enfatizou. Diante de tal panorama, investir em conhecimento e em
tecnologia será fundamental para sobreviver em um mercado cada vez mais
competitivo.
“O conhecimento tem muito mais capacidade de sobrevivência que a manufatura.
A força de trabalho diversificada estará espalhada pelo mundo. Para se
diferenciar, você precisará investir em tecnologia. A energia, a força de
trabalho, continuará importante, mas deixará de ter valor agregado”,
explicou.
Janela aberta – A questão demográfica
será relevante também para o trabalho em 2025. Para o palestrante, três blocos
terão destaque devido às suas características demográficas: Estados Unidos, Ásia
e América Latina. Os Estados Unidos sofrerão alteração devido à forte migração,
o que irá gerar uma diversidade crescente; ao envelhecimento da força de
trabalho; e à entrada de mais mulheres no mercado. Já a Ásia é relacionada por
contar com 3/5 da população mundial. “É um número muito grande”, enfatizou.
A América Latina, obviamente, mereceu uma maior atenção de Jeff Joerres em
sua explanação. De acordo com as pesquisas realizadas, até 2015 haverá quase 300
milhões de pessoas trabalhando na AL, criando a demanda de mais 50 milhões de
empregos no período de nove anos.
“É a segunda região que mais cresce no mundo. É a região que as grandes
corporações estão analisando como a próxima área de investimento. A América
Latina tem algumas das maiores metrópoles do mundo, uma população jovem, uma
migração constante para as grandes cidades. A questão demográfica é uma janela
que está aberta para o Brasil. Vocês têm que levantar o assunto Brasil onde os
CEOs estão discutindo todas estas questões”, instigou.
Fuga de cérebros – Um dos desafios
para as empresas até 2025 será criar talentos e impedir a fuga destes para
países mais desenvolvidos. Segundo Jeff Joerres, se os talentos não tiverem
oportunidades em seus países, com certeza irão procurá-la em outros países. Por
outro lado, quanto menos talentos especializados, mais necessidade as empresas
terão de pegar de outros países.
Desta forma, tal “fuga de cérebros”, como denominou o palestrante, irá criar
uma nova relação de trabalho, com contratos de duração limitada. “Os jovens não
estão interessados em permanecer muito tempo nas empresas, pois querem abrir seu
próprio negócio”, ilustrou. Jeff Joerres destacou que investir em educação é
fundamental para suprir a escassez de talentos. “Eu entendo que é preciso
limitar orçamentos, mas nunca vai se ganhar este jogo sem educação”, alertou.
Correnteza rápida – Dentre todos os
itens, o da tecnologia será o de maior peso na transformação do trabalho até
2025, conforme o palestrante. “O cenário mundial é um rio de correnteza rápida.
Vocês precisam entrar nesta correnteza agora, pois daqui a dois anos vai dobrar
de velocidade. Países sem suporte tecnológico vão quebrar”, alertou.
Antes de finalizar, Jeff Joerres fez um alerta tanto para empresários quanto
para o governo brasileiro. “Temos que compreender que estamos em uma corrida. Os
dados demográficos jogam a favor do Brasil. O Brasil sempre foi conhecido como o
país do futuro. No momento, precisa ser conhecido como o ‘país do agora’. Vocês
têm de começar a pensar nisso com urgência”, concluiu.
Fonte: HSM
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h33
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A FARRA DOS IMPOSTOS
Brasil é o pior em ranking mundial de
impostos
FERNANDO CANZIAN DA REPORTAGEM LOCAL
O Brasil aparece no último lugar em ranking divulgado ontem
pelo Banco Mundial sobre o tempo gasto pelas empresas para manter em dia suas
obrigações tributárias.
Segundo o relatório, as empresas brasileiras consomem, em média, 2.600 horas
cuidando do emaranhado tributário do país.
O penúltimo colocado do ranking de 175 países é a Ucrânia, com 2.185 horas
gastas anualmente. Entre os que têm sistemas de tributação mais simples,
destacam-se os Emirados Árabes (12 horas) e Cingapura (30 horas).
O relatório do Banco Mundial foi realizado em conjunto com a empresa de
auditoria PricewaterhouseCoopers, que forneceu os dados relativos aos sistemas
tributários dos países e a respeito de como as empresas lidam com eles no
dia-a-dia.
Na captação dos resultados, houve entrevistas diretas com os administradores
das empresas que compõem a amostra da pesquisa.
Na lista de 175 países, o Brasil também aparece como um dos locais onde as
empresas mais pagam impostos como proporção do lucro líquido que obtêm nas suas
operações comerciais.
Segundo o relatório, na média, as empresas brasileiras pagam o equivalente a
71% do total do seu lucro líquido anual em impostos. A divisão é a seguinte:
22,4% em impostos diretos, 42,1% em tributos relativos à mão-de-obra e 7,2% em
outras taxas e contribuições.
O Banco Mundial salienta que a América Latina figura entre as regiões onde
prevalecem os sistemas tributários mais complexos. Uma das exceções é o Chile,
onde a carga de impostos equivale a apenas 26% do total do lucro líquido aferido
pelas empresas.
Estudo realizado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário)
estimou que as empresas brasileiras gastam cerca de R$ 20 bilhões ao ano para
cumprir a burocracia exigida pelas autoridades fiscais no pagamento de mais de
60 impostos, taxas e contribuições a União, Estados e municípios, um "caos
tributário".
A emergente China, por exemplo, tem apenas 25 impostos e uma carga tributária
equivalente a cerca de 17% do PIB (Produto Interno Bruto), contra cerca de 38%
no Brasil, segundo o IBPT.
Atualmente, vigoram no Brasil cerca de 3.000 normas tributárias, que são
atualizadas ao ritmo de 300 modificações anuais. Segundo a OAB (Ordem dos
Advogados do Brasil), o segmento de planejamento tributário é o que mais cresce
e gera empregos hoje no país na área do direito.
A pesquisa do Banco Mundial demonstrou, no entanto, que mais elevados ou em
níveis menores, os impostos são os grandes inimigos dos empresários no mundo:
90% dos executivos entrevistados colocam os tributos como um dos cinco maiores
obstáculos para os negócios.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h17
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FREUD NO CCBB DE BRASÍLIA
Mostra no CCBB lembra os 150 anos de Freud
(4)
Programação:
Dia 7 de novembro (terça-feira)
16h30 - Clube da
Luta, de David Fincher, com Edward Norton e Brad Pitt. Classificação:
18 anos. (EUA, 1999) - O filme conta a história de um sofredor de insônia e um
vendedor de sabonete que canalizam sua agressão primitiva, transformando-a em
uma chocante forma de terapia. Vários clubes de luta clandestinos são formados
até que uma mulher entra na jogada e desencadeia uma situação rumo ao
caos.
19h - A Enguia, de Shohei Imamura, com Gong Li e Chang
Chen. Classificação: 14 anos. (Japão, 1997) - Após cumprir uma pena de oito anos
de prisão por ter assassinado a mulher infiel, Takuro Yamahita inicia uma nova
vida como barbeiro em uma pequena cidade. No entanto, pela lei japonesa ele só
pode ser totalmente perdoado pela justiça ao se arrepender do crime que cometeu,
o que ele se recusa a fazer. Sua vida muda radicalmente quando salva uma jovem
mulher, Keiko, que tenta se suicidar. Palma de Ouro em Cannes 1997.
21h –
Blade Runner: O Caçador de Andróides, de Ridley Scott (EUA, 1982),
com Harrison Ford, Rutger Hauer e Sean Young. Classificação: 16 anos. -
Deckard é um Blade Runner, um policial que caça e extermina replicantes, humanos
criados artificialmente. Seu desejo é sair da corporação, mas tem que adiar sua
decisão quando passa a procurar quatro novos da raça, que Deckard deve procurar
em um ambiente sujo e hostil. A dúvida é: quem é realmente humano e quem pode
ser replicante num lugar como este?
Dia 8 de novembro
(quarta-feira)
16h - De Olhos Bem Fechados, de Stanley
Kubrick, com Tom Cruise e Nicole Kidman. Classificação: 18 anos. (EUA, 1999) -
Bill Harford é casado com a curadora de arte Alice. Ambos vivem o casamento
perfeito até que, logo após uma festa, Alice confessa que sentiu atração por
outro homem no passado e que seria capaz de largar Bill e sua filha por ele. A
confissão desnorteia Bill, que sai pelas ruas de Nova York assombrado com a
imagem da mulher nos braços de outro.
18h45 - O Último Tango em
Paris, de Bernardo Bertolucci, com Marlon Brando e Maria Schnaider. Cor, 35
mm. Classificação: 18 anos. (França, 1972) - Enquanto procura um
apartamento em Paris, uma bela jovem conhece um americano, cuja esposa
recentemente cometeu suicídio. Instantaneamente, um deseja o outro ardentemente
e iniciam naquele momento um tórrido affair. Eles combinam que não revelariam
nada de suas vidas, nem mesmo seus nomes, sendo que o objetivo dos encontros
seria basicamente sexo. Mas gradativamente os acontecimentos vão fugindo do
controle de ambos.
21h15 - A Bruxa de Blair, de Daniel Myrick e
Eduardo Sánchez, com Healther Donahue e Michael C. Williams. Classificação: 14
anos (EUA, 1999) - Três estudantes de cinema embrenham-se nas matas do estado de
Maryland para fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair e
desaparecem misteriosamente. Um ano depois, uma sacola cheia de rolos de filmes
e fitas de vídeo é encontrada na mata. As imagens registradas pelo trio dão
algumas pistas sobre seu macabro destino. Ganhou o Independent Spirit Awards de
Melhor Filme com Orçamento Menor de US$ 500 mil, Ganhou o MTV Movie Awards de
Melhor Sequência de Ação.
Fonte: ClicaBrasília
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h05
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FREUD NO CCBB DE BRASÍLIA
Mostra no CCBB lembra os 150 anos de Freud
(3)
Programação:
Dia 9 de novembro (quinta-feira)
16h30 –
Paris, Texas, de Wim Wenders, com Harry Dean Stanton e Nastassja
Kinski. Classificação: 18 anos. (Alemanha/EUA, 1984) - Um homem é
encontrado exausto e sem memória, em um deserto ao sul dos EUA. Aos poucos ele
vai se recordando de sua vida, sendo acolhido pelo irmão Walt, que é casado com
Anne. Com eles vive também Alex, filho do homem sem memória, que aos poucos
volta a se identificar com o pai. Ganhou o BAFTA de Melhor Diretor, Ganhou a
Palma de Ouro, o Prêmio Ecumênico do Júri e o Prêmio FIPRESCI, no Festival de
Cannes, Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Europeu.
19h –
2046, de Wong Kar-wai, com Tony Leung Chiu e Gong Li. Classificação:16
anos. (China/Hong Kong/França/Alemanha, 2004) - Na seqüência de Amor à Flor da
Pele, Chow está escrevendo uma estória sobre o futuro, quando na verdade é sobre
o passado. Passado, presente e futuro se entrelaçam numa estória sobre a memória
e os perigos da mudança. O que seria 2046? Um ano? Um quarto de hotel? Um número
de trem? O nome de uma cidade? O título de um romance? Simplesmente um número?
Ou todos eles? Ganhou o prêmio de Melhor Fotografia e o Prêmio FIPRESCI, no
Festival de Valladolid. Sessão seguida de debate: Giovanna Bartucci e
Gustavo Galvão.
Dia 10 de novembro (sexta-feira)
18h30 –
O Casamento de Maria Braun, de Rainer Werner Fassbinder, com Hanna
Schygulla e Klaus Lowitsch. Classificação: 18 anos. (Alemanha, 1979) -
1943: o alemão Hermann Braun é chamado ao front um dia após o seu casamento com
Maria. Quando a guerra acaba, ele é dado como desaparecido, e Maria toma as
rédeas da própria vida. Trabalha em um bar e depois da guerra se envolve com um
soldado americano. De repente, Hermann aparece em casa e Maria assassina o seu
amante. Hermann assume a autoria do crime e vai para a cadeia. Durante a prisão
de Hermann, Maria tenta encontrar um novo sentido para sua
existência.
21h – Repulsa ao Sexo, de Roman Polanski, com
Catherine Deneuve e Ian Hendry. Classificação: 18 anos. (Inglaterra, 1965)
- Em Londres, Carol Ledoux é uma bela mulher sexualmente reprimida e vive com
sua irmã mais velha. Ela sempre resiste aos assédios do seu namorado e também
desaprova o amante da irmã. Quando esta viaja com ele, em férias, Carol fica
sozinha no apartamento e entra em uma profunda depressão, passando a ter várias
alucinações.
Dia 11 de novembro (sábado)
19h
– M: O Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang, com Peter Lorre e
Ellen Widmann. Classificação: 12 anos. (Alemanha, 1931) - Marginais de cidade
alemã se unem para caçar assassino de crianças procurado pela polícia. Uma vez
capturado, ele é julgado por um tribunal de criminosos por ter quebrado a ética
peculiar do submundo. Clássico do cinema expressionista alemão. O filme foi
proibido de ser exibido em 1934 na Alemanha, só sendo liberado para exibição em
1947.
21h – O Gabinete do Dr. Caligari, de Robert Wiene, com
Werner Krauss e Conrad Veidt. Classificação:Livre. (Alemanha, 1919) - Num
pequeno vilarejo da fronteira holandesa, um misterioso hipnotizador,
Dr.Caligari, chega acompanhado do sonâmbulo Cesare, que, supostamente estaria
adormecido por 23 anos. À noite, Cesare perambula pela cidade, concretizando as
previsões funestas do seu mestre. Clássico do horror e um dos melhores já feitos
de todos os tempos. A gênese do estilo expressionista no
cinema.
Dia 12 de novembro (domingo)
18h30 –
O Livro de Cabeceira, de Peter Greenaway, com Vivian Wu e Ken Ogata.
Classificação: 18 anos. (França/UK/Holanda, 1996) - Nagiko cresce em uma
tradicional família japonesa, sua mãe morreu, e seu pai escritor a cria com a
ajuda da tia. A cada ano, em seu aniversário, seu pai escreve de forma
ritualística uma saudação em seu rosto e nuca. Com o tempo, Nagiko passa a
aguardar ansiosamente tais momentos. Sua tia a presenteia com um livro de uma
escritora japonesa do final do século X, chamada Sei Shonagon.
21h -
Eros, de Wong Kar-wai, Steven Soderbergh e Michelangelo Antonioni, com
Gong Li, Chang Chen, Robert Downey Jr, Alan Arkin, Christopher Buchholz, Regina
Nemni. Classificação: 18 anos. (EUA/Itália/China/Hong Kong/França/UK/Luxemburgo,
2004) - Um jovem alfaiate cultiva um silencioso amor pela mulher para quem ele
confecciona roupas. Equilibrium, de Steven Soderbergh, é situado em Nova York,
em 1955. Um publicitário conta para seu analista os sonhos eróticos que tem com
uma mulher familiar, mas de quem ele esquece o rosto assim que acorda. Il Filo
Pericoloso Delle Cose, de Michelangelo Antonioni, tem como cenário a Toscana nos
dias de hoje, onde se destaca um casal de meia-idade numa relação desgastada. Em
meio ao impasse, o homem passa uma noite apaixonante com uma mulher mais jovem.
Três seqüências, filmadas por três famosos diretores, sobre sexo e
erotismo.
Dia 14 de novembro (terça-feira)
16h30
– A Estrada Perdida, de David Lynch, com Bill Pullman e Patrícia
Arquete. Classificação: 18 anos. (EUA, 1997) - Fred Madison é acusado, sob
misteriosas circunstâncias, de matar sua esposa Renee. Ele logo se vê
transformado em um outro homem, Pete Dayton, possuindo uma vida completamente
diferente. Quando Pete é solto no seu corpo e na sua mente, as coisas ficam cada
vez mais misteriosas e intrigantes.
19h – Adaptação, de Spike
Jonze, com Nicolas Cage e Maryl Streep. Classificação: 16 anos. (EUA, 2002) -
Charlie Kaufman (o roteirista do filme na vida real) é o protagonista da
história, um escritor que deve adaptar um impossível livro de ser adaptado sobre
orquídeas. Devido à falta de inspiração, ele decide escrever um roteiro sobre 'o
livro que não pode ser adaptado', que é justamente a história de Adaptação de
verdade! Misturando elementos reais com ficção (Kaufman tem um irmão gêmeo no
filme), é um grande filme sobre nada, divertido e com pitadas críticas à atual
indústria Hollywoodiana de se fazer cinema.
21h – A Enguia, de
Shohei Imamura, com Gong Li e Chang Chen. Classificação: 14 anos. (Japão, 1997)
- Após cumprir uma pena de oito anos de prisão por ter assassinado a mulher
infiel, Takuro Yamahita inicia uma nova vida como barbeiro em uma pequena
cidade. No entanto, pela lei japonesa ele só pode ser totalmente perdoado pela
justiça ao se arrepender do crime que cometeu, o que ele se recusa a fazer. Sua
vida muda radicalmente quando salva uma jovem mulher, Keiko, que tenta se
suicidar. Palma de Ouro em Cannes 1997.
Fonte: ClicaBrasília
(veja na nota acima o restante da programação completa)
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h04
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FREUD NO CCBB DE BRASÍLIA
Mostra no CCBB lembra os 150 anos de Freud
(2)
Programação:
Dia 15 de novembro (quarta-feira)
16h30
– Drácula de Bram Stocker, de Francis Ford Coppola, com Gary
Oldman e Winona Ryder. Classificação: 14 anos. (EUA, 1992) - No século XV, um
líder e guerreiro dos Cárpatos renega a Igreja quando esta se recusa a enterrar
em solo sagrado a mulher que amava, pois ela se matou acreditando que ele estava
morto. Assim, perambula através dos séculos como um morto-vivo e, ao contratar
um advogado, descobre que a noiva deste é a reencarnação da sua amada. Deste
modo, o deixa preso com suas "noivas" e vai para a Londres da Inglaterra
vitoriana, no intuito de encontrar a mulher que sempre amou através dos séculos.
Ganhou 3 Oscars: Melhores Efeitos Sonoros, Melhor Figurino e Melhor Maquiagem.
Foi ainda indicado na categoria de Melhor Direção de Arte.
19h –
Psicose, de Alfred Hitchcock, com Anthony Perkins, Vera Miles e Janet
Leigh. P & B, DVD. Classificação: 14 anos. (EUA, 1960) - Considerado
pelos críticos a melhor obra-prima de Hitchcock, e pelo American Film Institute
o melhor thriller de todos os tempos, Psicose é uma obra magnífica de suspense,
com personagens maravilhosos e que ficarão eternamente gravados na história.
Marion acaba tendo que passar a noite em um motel na beira da estrada, mas não
sabe que o lugar guarda seus segredos assustadores.
21h –
Europa, de Lars Von Trier, com Jean-Marc Barr e Bárbara Sukowa.
Classificação:16 anos. (Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Suíça, 1991)
- Um jovem americano de descendência germânica vai trabalhar na Alemanha ocupada
com seu tio e logo se vê envolvido no mundo subversivo da filha de um
industrial. Uma das obras-primas do diretor Lars von Trier.
Dia 16 de novembro (quinta-feira)
16h30 – O
Último Tango em Paris, de Bernardo Bertolucci, com Marlon Brando e Maria
Schnaider. Cor, 35 mm. Classificação: 18 anos. (França, 1972) - Enquanto
procura um apartamento em Paris, uma bela jovem conhece um americano, cuja
esposa recentemente cometeu suicídio. Instantaneamente, um deseja o outro
ardentemente e iniciam naquele momento um tórrido affair. Eles combinam que não
revelariam nada de suas vidas, nem mesmo seus nomes, sendo que o objetivo dos
encontros seria basicamente sexo. Mas gradativamente os acontecimentos vão
fugindo do controle de ambos.
19h – O Império dos Sentidos, de
Nagisa Oshima, com Eiko Matsuda e Tatsuya Fuji. Classificação: 18 anos.
(Japão/França, 1976) - Dois amantes se reúnem para experimentar todas as formas
de prazer que ampliem a vastidão do amor - desconhecendo fronteiras morais ou
sociais, mesmo que isso os leve à morte. Vencedor de prêmios internacionais. Um
grande sucesso de crítica e de público. Sessão seguida de debate com
Dinara Machado Guimarães e Humberto Haydt de Souza Mello.
Dia 17 de
novembro (sexta-feira)
18h30 – O Casamento de Maria
Braun, de Rainer Werner Fassbinder, com Hanna Schygulla e Klaus Lowitsch.
Classificação: 18 anos. (Alemanha, 1979) - 1943: o alemão Hermann Braun é
chamado ao front um dia após o seu casamento com Maria. Quando a guerra acaba,
ele é dado como desaparecido, e Maria toma as rédeas da própria vida. Trabalha
em um bar e depois da guerra se envolve com um soldado americano. De repente,
Hermann aparece em casa e Maria assassina o seu amante. Hermann assume a autoria
do crime e vai para a cadeia. Durante a prisão de Hermann, Maria tenta encontrar
um novo sentido para sua existência.
21h – Doublé de Corpo, de
Brian de Palma, com Craig Wasson, Gregg Henry e Melanie Griffith.
Classificação:16 anos. (EUA, 1984) - Ator desempregado e voyeur testemunha o
assassinato de sua vizinha, uma mulher bela e sensual, por quem ele nutre uma
paixão platônica. Ele decide investigar o crime e acaba envolvido no mundo dos
filmes de sexo explícito e com uma atriz pornô, a única pessoa capaz de
solucionar o mistério.
Dia 18 de novembro
(sábado)
18h30 - Paris, Texas, de Wim Wenders, com
Harry Dean Stanton e Nastassja Kinski. Classificação: 18 anos.
(Alemanha/EUA, 1984) - Um homem é encontrado exausto e sem memória, em um
deserto ao sul dos EUA. Aos poucos ele vai se recordando de sua vida, sendo
acolhido pelo irmão Walt, que é casado com Anne. Com eles vive também Alex,
filho do homem sem memória, que aos poucos volta a se identificar com o pai.
Ganhou o BAFTA de Melhor Diretor, Ganhou a Palma de Ouro, o Prêmio Ecumênico do
Júri e o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Cannes, Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor
Filme Europeu.
21h – Eros, de Wong Kar-wai, Steven Soderbergh e
Michelangelo Antonioni, com Gong Li, Chang Chen, Robert Downey Jr, Alan Arkin,
Christopher Buchholz, Regina Nemni. Classificação: 18 anos.
(EUA/Itália/China/Hong Kong/França/UK/Luxemburgo, 2004) - Um jovem alfaiate
cultiva um silencioso amor pela mulher para quem ele confecciona roupas.
Equilibrium, de Steven Soderbergh, é situado em Nova York, em 1955. Um
publicitário conta para seu analista os sonhos eróticos que tem com uma mulher
familiar, mas de quem ele esquece o rosto assim que acorda. Il Filo Pericoloso
Delle Cose, de Michelangelo Antonioni, tem como cenário a Toscana nos dias de
hoje, onde se destaca um casal de meia-idade numa relação desgastada. Em meio ao
impasse, o homem passa uma noite apaixonante com uma mulher mais jovem. Três
seqüências, filmadas por três famosos diretores, sobre sexo e
erotismo.
Dia 19 de novembro (domingo)
18h30 –
2046, de Wong Kar-wai, com Tony Leung Chiu e Gong Li. Classificação:16
anos. (China/Hong Kong/França/Alemanha, 2004) - Na seqüência de Amor à Flor da
Pele, Chow está escrevendo uma estória sobre o futuro, quando na verdade é sobre
o passado. Passado, presente e futuro se entrelaçam numa estória sobre a memória
e os perigos da mudança. O que seria 2046? Um ano? Um quarto de hotel? Um número
de trem? O nome de uma cidade? O título de um romance? Simplesmente um número?
Ou todos eles? Ganhou o prêmio de Melhor Fotografia e o Prêmio FIPRESCI, no
Festival de Valladolid.
21h – Sexo, Mentiras e Videotapes, de
Steven Soderbergh, com James Spader e Andie MacDowell. Classificação: 18 anos.
(EUA, 1989) - Um advogado enfrenta problemas de caráter sexual com sua mulher e
tem um caso com a cunhada, mas algo acontece com a chegada de um amigo de
infância do marido, que grava em vídeo o depoimento de mulheres que falam da
vida sexual que levam. Palma de Ouro no Festival de Cannes, indicação ao Oscar
de Melhor Roteiro Original, e Prêmio do Júri Popular do Festival de
Sundance.
Fonte: ClicaBrasília
(veja nas notas acima o restante da programação completa)
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h01
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FREUD NO CCBB DE BRASÍLIA
Mostra no CCBB lembra os 150 anos de Freud
A interação entre cinema e psicanálise – que nasceram juntos, no ano de 1895 – é o mote para a mostra Ciclo Freud 150 Anos, que será realizada desta terça-feira até o dia 19, de terça a domingo, das 16h às 21h, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
O evento é uma homenagem aos 150 anos de nascimento do pai da psicanálise, Sigmund Freud. As sessões virão seguidas de discussões, às quintas-feiras. Ingressos a R$ 4 (inteira).
Os filmes selecionados para a mostra, se por um lado podem suscitar profundas leituras psicanalíticas, por outro são considerados verdadeiras obras-primas. Por meio deles, é possível perceber como a psicanálise influenciou e continua influenciando a sétima arte.
Entre os filmes escolhidos estão o último de Stanley Kubrick, De Olhos Bem Fechados, que narra o pesadelo de um médico casado depois que toma conhecimento da atração de sua mulher por outro homem. No elenco, Tom Cruise e Nicole Kidman, em seu últi trabalho como casados.
Outro clássico é Paris, Texas, de Wim Wenders. No filme, Travis (Harry Dean Stanton), depois de decepcionar-se profundamente com a mulher Jane (Nastassja Kinski), passa a perambular pelo deserto texano, em silêncio, durante anos.
Já o horror psicológico de A Bruxa de Blair, de Joe Berlinger – no qual os protagonistas se perdem numa floresta mal-assombrada – evidencia toda a fragilidade do psiquismo humano.
Em Clube da Luta, de David Fincher, por sua vez, o que vem à tona é a violência latente nos grandes centros urbanos contemporâneos. Amargurados por suas existências vazias, os protagonistas Jack (Edward Norton) e Tyler (Brad Pitt) participam de lutas sangrentas, mas de motivação filosófica.
A sexualidade surge na mostra com O Império dos Sentidos, de Nagisa Oshima, clássico erótico que retrata a paixão entre uma ex-prostituta e seu patrão – que vivem uma busca obsessiva pelo prazer absoluto.
Fonte: ClicaBrasília
(veja nas notas acima a programação completa)
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h55
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CIRCUITO CULTURAL BB EM CURITIBA
Dalton Trevisan entra no roteiro do
Circuito Cultural Banco do Brasil
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Divulgação/Cia Máscaras de
Teatro |
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Histórias curitibanas em "O
Vampiro contra Curitiba" |
 | | A peça “O Vampiro
Contra Curitiba” sobe no palco do Guairinha, nesta terça-feira (7), dentro da
programação do Circuito Cultural Banco do Brasil (CCBB). A montagem, dirigida
por João Luiz Fiani, apresenta 18 contos do escritor curitibano Dalton Trevisan,
mesclando drama, comédia e contos policiais. A escolha dos contos incluídos na
montagem partiu da indicação do próprio Trevisan e foi aprovado por ele. O
espetáculo da Cia Máscaras de Teatro estreou no Festival de Teatro de Curitiba
(FTC) este ano, e já ficou seis meses em cartaz na capital
paranaense.
Dalton situa seus personagens em uma Curitiba da qual ele
indica ter saudades, do tempo em que se podia passear tranqüilamente na Rua XV
ou na Praça Tiradentes, porém também é focada a Curitiba, moderna “feita pra
turista ver”, nas palavras do conto “Curitiba Revisitada”, que abre o
espetáculo. A apresentação única dentro do circuito tem entrada franca.
Outras atrações
Ainda nesta terça, dentro do CCBB,
acontecem as apresentações da peça infantil “Surpresa”, no Museu Oscar Niemeyer
(MON), às 15 horas. Às 18h30, também no MON, está previsto o encontro
“Cronicamente Viável”, em um bate-papo sobre a crônica literária com Ana
Miranda, Zuenir Ventura, Nirlando Beirão e Ivan Ângelo. Também tem início a
oficina O Canto em Qualquer Canto, que prossegue até o domingo (12). Tudo com
entrada franca.
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Divulgação/Circuito Cultural
Banco do Brasil |
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"Surpresa" é um espetáculo de
teatro de bonecos |
 | | Na quarta-feira
(8) a atração é a peça “Molly Sweeney – Um Rastro de Luz”, protagonizada pela
atriz Júilia Lemmertz. A montagem foi uma das atrações no FTC 2006 e desta vez
terá duas sessões, na quarta (8) e quinta-feira (9), no Guairão.
Confira a programação completa do CCBB
Serviço: "O Vampiro Contra Curitiba". Terça-feira
(7) às 21 horas. Guairinha (Rua XV de Novembro, s/n.º) Tel.: 3315-0979. Entrada
Franca.
"Surpresa". Terça (7), quarta (8) e quinta-feira (9) às 15
horas. Auditório do Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999 – Centro
Cívico) Tel.: 3350-4400. Entrada Franca.
"Molly Sweeney - Um Rastro de
Luz". Quarta (8) e quinta-feira (9) às 21 horas. Guairinha (Rua XV de Novembro,
s/n.º). R$ 15,00 e R$ 7,50 (meia-entrada).
Fonte: Gazeta do Povo Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h51
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INVESTIMENTOS DA PREVI
Finep investe em fundo de venture capital para o
Nordeste
A Finep vai investir pela primeira vez em um fundo de venture capital voltado
exclusivamente para empresas inovadoras que atuem no Nordeste. Administrado pela
Rio Bravo, o RB Nordeste II deve aplicar nos próximos quatros anos cerca de 100
milhões de reais em dez empresas. O fundo, que ainda será objeto de registro na
Comissão de Valores Mobiliários, está em fase final de captação de recursos e
deve começar a operar em janeiro de 2007.
Apesar de multissetorial, o fundo irá atuar principalmente em segmentos
fortes na região, como turismo, entretenimento, tecnologia da informação e
agronegócios. Trata-se da segunda experiência da Rio Bravo no Nordeste. Entre
novembro de 2002 e novembro de 2005, a administradora de recursos aplicou 20
milhões de reais em sete empresas. ''Eram empreendimentos pequenos, quatro deles
ainda start ups, que receberam aportes de no máximo 4 milhões de reais. O
desempenho do fundo nos deixou bastante satisfeitos e, até o momento, nada
indica que teremos problemas em alcançar a taxa de 30% anual de retorno
prevista'', explica Fernando Buarque, gestor do fundo.
Fernando revela ainda que, durante a fase de investimentos do RB Nordeste I,
foram analisados mais de 250 planos de negócio. A partir desse trabalho, a
equipe da Rio Bravo identificou pelo menos 50 boas oportunidades em empresas
promissoras de médio porte, que necessitavam de aportes superiores ao máximo
permitido pelo fundo. Eram empreendimentos que já possuíam um ciclo comercial
completo, com produtos prontos, canais de distribuição e clientes, mas
precisavam de recursos que financiassem seus planos de expansão. ''O RB Nordeste
II vai aproveitar essa janela de oportunidade. Nosso foco agora estará em
empresas um pouco maiores que faturem até 100 milhões de reais por ano. O
investimento em cada empreendimento será em média de 10 milhões de reais'',
conclui Fernando.
A Finep apóia fundos de venture capital através da Finep Investimentos,
estrutura que deve beneficiar, nos próximos três anos, cerca de 100 empresas
inovadoras. Já foram comprometidos cerca de 100 milhões de reais em 11 Fundos de
Venture Capital. Desses, seis estão em operação. No total, GP Tecnologia,
Stratus VC, SPTec, Rio Bravo Investech II, Novarum e CRP Venture VI aportaram
recursos em 24 empresas inovadoras. Há ainda outros cinco fundos já aprovados e
em fase de captação financeira.
A incubadora é uma iniciativa conjunta da Finep, do Fundo Multilateral de
Investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (FUMIN/BID), do Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), do Banco do
Brasil Investimentos (BB - BI), da Bolsa de Valores de São Paulo
(Bovespa) e dos Fundos de Pensão dos funcionários do Banco do Brasil
(Previ), da Petrobrás (Petros) e da Caixa Econômica Federal
(Funcef).
Fonte: B2B Magazine
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h47
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INVESTIMENTOS DA PREVI
Vale e Previ farão oferta de R$ 1,5
bi
Vera Saavedra Durão
A reestruturação societária da Usiminas, que abriu as portas para a entrada
da Vale do Rio Doce no seu bloco de controle, terá como um dos pontos altos uma
oferta pública de 17,1 milhões de ações ordinárias da siderúrgica (cerca de 15%
do capital votante). A operação está avaliada em R$ 1,5 bilhão - com base na
cotação de ontem, de R$ 89 a ação ON na Bovespa -, o equivalente a US$ 720
milhões. Serão colocados 70% destes papéis no exterior e 30% no mercado
doméstico, sob a coordenação do banco americano Merrill Lynch.
A maior fatia das ações a serem ofertadas é de 13,8 milhões de papéis em
poder da Vale, ou 12,3% do capital votante da usina. É o volume que sobrou da
sua participação original de 23% na Usiminas, antes da reforma societária
anunciada ontem. A menor parcela, de 3,4 milhões de ON, pertence a Previ, fundo
de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. O fundo decidiu vender, com a
Vale, apenas 2,8% dos 14,9% que detém da Usiminas no seu portfólio. A idéia da
Previ é aguardar uma valorização futura do papel para novos negócios.
Na operação, pelo menos R$ 1,2 bilhão vai direto para o caixa da Vale, que
está levantando recursos para reduzir o impacto do aumento do seu endividamento
com a compara da Inco. A Previ deve obter cerca de R$ 290 milhões. A venda de
ativos faz parte do esforço da Vale para diminuir sua alavancagem, evitando o
rebaixamento de sua nota de grau de investimento pelas agências de risco. A
decisão de vender ações da Usiminas foi divulgada em relatório de analistas.
Na venda de quase 5% aos sócios da Usiminas, a Vale arrecadou mais cerca de
R$ 375 milhões.
Para Marcelo Aguiar, analista de siderurgia da Merrill Lynch, o cenário do
ciclo do aço aponta para uma melhor expectativa dos preços do produto em 2007, o
que pode ajudar a elevar a atratividade da oferta. No ranking da Merrill Lynch,
a Usiminas é a siderúrgica que apresenta o menor múltiplo de P/L (preço sobre o
lucro anual) estimado para 2007, de 4,5 vezes. A média global das usinas de aço
é da ordem de 8,3. Aguiar acredita que a mudança no grupo de controle da usina
de Ipatinga e no seu corpo executivo poderá levar a empresa a adotar melhores
medidas de governança, como recompra de ações e uma política de dividendos mais
em linha com sua geração de caixa e baixo endividamento. Isso, diz, poderá
melhorar o valor da sua ação quando comparada com seus concorrentes
internacionais.
Entretanto, para Rodrigo Barros, do Unibanco, Guilherme Marins, da Corretora
Ativa e Aguiar, esta melhora poderá beneficiar basicamente a ação ON da
Usiminas, cuja presença no mercado será reforçada pela oferta pública da Vale e
da Previ. Depois da oferta, o volume diário de negociação das ordinárias na
Bovespa poderá subir de R$ 6,4 milhões para R$ 23,3 milhões, na projeção de
Aguiar.
Os analistas temem que, com isso, o prêmio das ordinárias (diferença de preço
entre ON e PN), hoje de apenas 16%, poderia subir para um intervalo entre 30% a
40%, levando a uma corrida às ações com direito a voto (ordinárias),
principalmente se o mercado ficar confiante de que a oferta pública desses
papéis será bem sucedida. Para os especialistas, a oferta de ordinárias poderia
levar a uma pressão vendedora sobre as preferenciais da Usiminas, no sentido de
induzir o preferencialista a migrar para ordinárias. Para evitar uma
desvalorização muito grande das ações PN, a Usiminas poderia fazer uma operação
de recompra de preferenciais, o que seria um bom investimento para o caixa da
empresa. Ou unificar as ações no futuro.
O preço de venda das ações ON da Usiminas em poder da Vale para os acionistas
da siderúrgica, de R$ 70,59 por ação, não deve ser usado como referência para a
oferta pública de ordinárias. "A Vale pagou pedágio para entrar no bloco de
controle da Usiminas", avaliou Aguiar. Segundo apurou o Valor, o preço da oferta
pública da Vale e da Previ deverá ser fixado pelo processo de "book building",
consulta direta aos investidores qualificados interessados no negócio, no
momento da oferta.
Ontem, na Bovespa, as ordinárias da Usiminas (Usim3) foram cotadas a R$ 89
por ação, subindo 1,14% em relação a sexta-feira. A PNA (Usim5) fechou a R$
76,74, com alta de 1,70%. Os papéis ordinários da Vale (Vale3) subiram 2,81%,
negociados a R$ 57,99, enquanto a Vale PNA (Vale 5), vendida a 48,99, teve alta
de 2,16%.
Fonte: Agência Anabb/Valro Econômico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h45
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CINEMA NO CCBB DO RIO
Mostra de filmes musicais no CCBB do
Rio
Para o delírio dos fãs dos musicais
cinematográficos, o CCBB do Rio inicia nesta terça (07/11) a mostra “Dançando
e cantando no escuro”, com mais de 20 opções de produções do gênero, até o
dia 19 de novembro.
A programação abrange filmes de diversas épocas,
como os clássicos dos anos 30, “Picolino”, com Fred Astaire e Ginger Rogers, e
“Primavera”. Dos anos 40, está “Copacabana”, estrelado por Carmen Miranda. Os
anos 50 são representados pela versão cinematográfica de “Kiss me Kate” e “La
violetera”.
“Amor sublime amor”, ganhador de 10 Oscars, e “Os reis do iê
iê iê”, com os Beatles, são exemplos de produções dos anos 60. Dos anos 70, tem
“Momento de decisão”, e dos anos 80 será exibido o cultuado “Fama”. Ainda restam
filmes recentes como “Chicago”, vencedor de seis Oscars, “Moulin Rouge” e
“Dançando no escuro”.
Fonte: ObaOba
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h53
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MÚSICA NO CCBB DO RIO
Festival Hutúz no CCBB nesta terça
O CCBB carioca promove durante as terças de
novembro o encontro latino americano de hip hop, dentro do Festival
Hutúz. Nesta semana (07/11) ocorre a estréia do evento.
Considerado
uma das mais criativas manifestações da cena urbana, o Hip Hop surgiu na década
de 90 nos guetos e nas periferias das grandes cidades. A primeira apresentação
fica a cargo do grupo brasileiro Los Zombres. Eles apresentam a fusão
entre o melhor da música latina (naipe de metais e swing envolvente) e a atitude
do rap.
A direção artística deste projeto é de Marilza Pereira Athayde e
a direção geral é de Celso Athayde e Nega Gizza.
Fonte: ObaOba
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h51
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CAMPANHA SALARIAL
Contraf negocia com o BB na
quinta
No dia seguinte, será assinado o acordo
aditivo
Passada a campanha nacional, a Contraf-CUT e o Banco do Brasil retomam nesta
quinta-feira, dia 9, o processo de negociações permanentes. A reunião está
marcada para as 15h, na sede do banco, em Brasília.
No dia seguinte,
sexta-feira, a Contraf-CUT e o BB voltam a se reunir para a assinatura do acordo
aditivo à convenção coletiva, com as cláusulas específicas dos bancários do
Banco do Brasil. A assinatura será às 11h, também em Brasília.
Segundo o
coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Marcel Barros, a
primeira rodada de negociações após a Campanha Nacional deve tratar,
prioritariamente, de dois temas importantes para o funcionalismo: Cassi e
Previ.
“As negociações sobre a Cassi já estão ocorrendo há muito tempo.
Esperamos agora agilidade do banco para resolver os problemas da Caixa de
Assistência. Ainda não conseguimos construir uma proposta com o banco que atenda
às nossas reivindicações, há vários pontos em impasse”, explicou
Marcel.
Sobre a Previ, os bancários querem, entre outros itens, melhorias
nos planos de benefícios e a alteração do estatuto da Caixa de Previdência, para
acabar com o voto de Minerva no Conselho Deliberativo e restituir ao Corpo
Social a decisão final sobre mudanças estatutárias e nos regulamentos dos
planos, assim como sobre os relatórios anuais.
Fonte: SEEB SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h49
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MÚSICA NO CCBB DE SÃO PAULO
Violas, sanfonas e rabecas são destaque em série do
CCBB
RAQUEL COZER COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Uma jornada por manifestações da música brasileira leva ao CCBB, a partir de
hoje, curiosidades como a viola caipira típica da região retratada por Guimarães
Rosa em "Grande Sertão: Veredas" e a conjunção do acordeom com seu primo
portenho, o bandoneon.
A tais violas e sanfonas somam-se rabecas, tambores e pifes na série
Artesania Sonora, em que artistas conhecidos por reelaborar sonoridades
tradicionais recebem mestres instrumentistas regionais.
O violeiro Paulo Freire abre a seqüência unindo o traquejo cultivado na
Europa com o que colheu em 30 anos de lições com Seu Manelim, do interior de
Minas Gerais, com quem divide o palco.
O trio Carcoarco agrega a sofisticação de seus choros para rabeca ao
regionalíssimo fandango do litoral paranaense, base do trabalho dos irmãos
Leonildo Pereira e Zé Pereira. O choro também emerge das sanfonas de Toninho
Ferragutti e do veterano Antônio Bombarda.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h46
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INVESTIMENTOS DA PREVI
BNDES aprova crédito de R$ 2,4 bilhões à
Telemar
Recursos serão usados na expansão e na modernização das redes fixa e
móvel
Empresa é sócia de filho de Lula na Gamecorp, que recebeu R$ 5
milhões da operadora; banco nega relação com empréstimo
PEDRO SOARES DA SUCURSAL DO RIO
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social) aprovou financiamento de R$ 2,4 bilhões ao grupo Telemar, numa das
maiores operações já realizadas na história do banco estatal.
O empréstimo foi concedido sob a modalidade direta, na qual todo o risco de
inadimplência é assumido pelo banco, sem repassá-lo a nenhuma outra instituição
financeira.
Do total do empréstimo, R$ 1,97 bilhão será concedido à Telemar Norte Leste,
operadora de telefonia fixa, os R$ 466,7 milhões restantes vão para a
subsidiária Oi, de celular. O financiamento foi anunciado um mês após o BNDES
conceder empréstimo de R$ 2,1 bilhões à Brasil Telecom, operadora das regiões
das região Sul, Centro-Oeste e parte da Norte.
Maior operador de telefonia do país (26 milhões de clientes), o grupo Telemar
se tornou no final de 2004 sócio minoritário da Gamecorp, empresa que tem como
sócio Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", filho do presidente Lula. Investiu,
na época, R$ 5 milhões. Outros R$ 5 milhões são aportados anualmente pela tele
sob a forma de patrocínio a programas de TV da empresa, que desde maio controla
seis horas da programação da Play TV, do grupo Bandeirantes.
O BNDES nega qualquer relação com o fato ou eventual intermediação do filho
do presidente. Diz que o crédito foi dado a uma grande companhia, cliente do
banco desde 2000 e que presta serviços em 16 Estados, do Rio à Amazônia.
O presidente do BNDES, Demian Fiocca, também negou "qualquer relação" entre o
financiamento e a oferta de ações em curso pela Telemar, cujo objetivo é
pulverizar o controle da companhia.
Tarso Rebello, diretor de Tesouraria do Grupo Telemar, também negou relação
entre o empréstimo e a pulverização e que a empresa deu entrada no pedido de
financiamento em abril deste ano.
Banda larga
Sobre o financiamento aprovado, os recursos serão usados na expansão e na
atualização tecnológica da rede de telecomunicação fixa e móvel, programadas
para o período de 2006 e 2008. Parte dos investimentos será destinada à
ampliação dos serviços de banda larga, segundo o chefe do Departamento de
Telecomunicações do BNDES, Alan Fischler.
Ao todo, a Telemar projeta investimentos de R$ 6,7 bilhões até 2008. "Uma
parte virá de recursos próprios. Podemos também buscar financiamento no mercado,
mas não há nada fechado", disse Rebello.
Pelas condições do financiamento, a Telemar terá 30 meses de carência e mais
60 meses para amortizar o empréstimo. A empresa pagará juros de 4,5% ao ano,
acima da variação da TJLP (Taxa de Juro de Longo Prazo).
Desde a privatização da telefonia fixa no país, em 1998, o BNDES já aprovou
R$ 18 bilhões a companhias do setor, incluindo a operação anunciada ontem.
Somente a Telemar havia recebido R$ 4,1 bilhões antes do financiamento atual.
Desse total, restava pagar ao banco R$ 1,82 bilhão. Em 2000, a Telemar tomou um
financiamento de R$ 2,7 bilhões -nesse caso, R$ 810 milhões emprestados
diretamente pelo BNDES e R$ 1,89 bilhão por meio de bancos repassadores, que
assumem o risco da operação.
O financiamento à Telemar é um dos maiores da história do banco. Entre eles,
estão ainda os R$ 2,35 bilhões destinados à Suzano (papel e celulose), R$ 2,1
bilhões para a Brasil Telecom e R$ 1,7 bilhão para a Klabin (papel e
celulose).
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h45
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A FARRA DOS BANCOS
"Spread" bancário sobe, apesar de juro
menor
Pesquisa do Iedi aponta que cresceu diferença entre o que bancos pagam
para captar recurso e o que cobram do cliente
De janeiro a setembro, taxa média ficou em 28,8%, ante 28,2% em 2005;
"spread" diminui para pessoa física e aumenta para jurídica
GUILHERME BARROS COLUNISTA DA FOLHA
Apesar da queda da Selic e das medidas do governo para incentivar a
concorrência bancária, os "spreads" continuam em alta. De janeiro a setembro, o
"spread" médio no país ficou em 28,8%, enquanto no mesmo período de 2005 estava
em 28,2% e, em 2004, em 28,3%.
"Spread" é a diferença entre o juro pago pelos bancos para captar dinheiro no
mercado e as taxas cobradas nos empréstimos a clientes. Serve para cobrir custos
-gasto com impostos, despesas administrativas, pagamento de funcionários-, além
de ajudar a compor o lucro das instituições financeiras.
Desde 2001, o "spread" médio só não supera os anos de 2002 e 2003, que foram
afetados pela turbulência dos mercados financeiros em razão da sucessão
presidencial.
Os dados estão em pesquisa do Iedi (Instituto de Estudos para o
Desenvolvimento Industrial) para tentar detectar se a queda da Selic e as
medidas adotadas pelo governo para estimular a concorrência bancária
influenciaram o "spread".
O trabalho mostra que o "spread" tem sido muito resistente à queda. Desde
setembro de 2005, a Selic, por exemplo, não pára de cair, e, no início de
setembro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou medidas para tentar
estimular a concorrência bancária e reduzir o custo dos empréstimos.
Entre as medidas, Mantega baixou a zero a alíquota do IOF das operações de
crédito destinadas à liquidação antecipada de dívidas e a abertura simultânea de
nova linha de crédito em outro banco, desde que tenha o mesmo mutuário como
contratante. Até agora, o pacote se mostrou inócuo.
Para o economista Edgard Pereira, do Iedi, um dos desafios do próximo mandato
presidencial será baixar os juros e os "spreads" para o tomador de empréstimo,
principalmente quando se trata de empreendedor interessado em instalar ou
ampliar suas bases produtivas.
O problema maior, segundo Pereira, é que o Brasil está longe de dispor de um
mercado de capitais desenvolvido, o que torna ainda mais relevante o papel do
crédito bancário para o financiamento do consumo e do investimento.
Segundo a pesquisa do Iedi, a alta do "spread" se deve principalmente ao
aumento das taxas para as operações de financiamento com pessoas jurídicas. A
taxa média para esses empréstimos subiu de 13,7% em 2005 para 14,1% neste ano,
ambas no período de janeiro a setembro. Em 2001, o "spread" para pessoas
jurídicas estava em 11,3%.
O trabalho do Iedi constata que o "spread" para pessoas jurídicas aumentou
mesmo tendo em vista o recuo das taxas tanto para aplicação como para captação
de recursos. A taxa de captação caiu de 19,3% ao ano nos primeiros nove meses de
2005 para 15,5% anuais neste ano, e a de aplicação, de 33% ao ano para 29,6% ao
ano.
Já os "spreads" para operações com pessoas físicas caíram, favorecidos não só
pelos cortes na Selic como também pela difusão do empréstimo consignado. A taxa
caiu de 43,2% em 2005 para 41,7% neste ano. Ou seja, os bancos compensaram a
queda do "spread" nos empréstimos para pessoas físicas com o aumento das taxas
para as pessoas jurídicas.
O Iedi comparou também o "spread" do Brasil ao de outros países. A conclusão
foi que só no Brasil a tendência é de crescimento. Mesmo em países onde o
"spread" é relativamente alto, a tendência é de queda. O "spread" na Argentina,
por exemplo, que era superior a 30% em 2002, hoje está em apenas 1,4%. Na
Venezuela, o "spread" é de 10,6%.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h02
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A FARRA DOS BANCOS
Febraban responsabiliza
inadimplência e aumento do crédito pela alta da taxa
DO COLUNISTA DA FOLHA
Procurada pela Folha para comentar o trabalho do Iedi, a Febraban se
pronunciou por escrito. Segundo o texto, o principal responsável pela alta do
"spread" foi o aumento da inadimplência. Leia o texto:
"Em relação à Carta do Iedi, a Febraban comenta que a estabilidade do
"spread" "vis-à-vis" a queda da taxa Selic deve-se ao expressivo aumento do
volume de crédito para pessoas jurídicas, sobretudo para micro, pequenas e
médias empresas, o que mudou o perfil da carteira de crédito dos bancos.
O volume cresceu 8,45%, na média, no período janeiro-setembro de 2004,
somando, na média, R$ 187,3 bilhões, em comparação a R$ 172,71 bilhões do mesmo
período de 2003. Em 2005, cresceu 4,19%, registrando uma média de R$ 195,14
bilhões. Em 2006, o volume do crédito de janeiro a setembro cresceu 12,88%, na
média, sobre o mesmo período de 2005, registrando, na média, R$ 220,27
bilhões.
Ao mesmo tempo, os prazos se alongaram sensivelmente. Prazos mais longos
implicam maior risco, logo em "spread" mais largo.
Ao longo deste ano, a inadimplência, seja a das pessoas físicas seja a das
pessoas jurídicas, cresceu. A inadimplência das pessoas jurídicas saiu de 2,2%
do saldo em atraso (acima de 90 dias) em relação ao total emprestado em janeiro
para 2,7% no mês de setembro. Isso depois de ter registrado mínimas históricas
durante o ano de 2005 (1,9% na média)". (GB)
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h00
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SEGURANÇA NOS BANCOS
Bancos investem em novas tecnologias
de segurança
Área financeira testa até biometria
para aumentar segurança de pagamentos
SÃO PAULO - O celular de Maria Carolina Santos,
funcionária do Banco Real, já substitui o dinheiro e o talão de cheques que ela
carregava na bolsa para pagar uma corrida de táxi.
Há duas semanas ela e um grupo de funcionários do banco foram escolhidos para
testar uma nova forma de pagamento via telefone celular que envia para a fatura
do cartão de crédito o valor dos gastos. O alvo escolhido para o teste foi um
ponto de táxi na região da Avenida Paulista, onde está o edifício sede do Banco
Real.
A operação é simples. Em cada corrida o taxista registra o total da despesa
num terminal da Visanet (Mobil Mpay). O passageiro tem apenas de discar um
número no seu celular, teclar seu código de acesso e em seguida aproximar o
aparelho do terminal que marcou o valor da corrida.
No mesmo instante a transação é efetuada e o valor gasto, debitado na fatura
do cartão de crédito do passageiro. A cada gasto ele recebe uma mensagem (SMS)
no celular com o valor do débito.
“Não precisa usar o plástico do cartão de crédito e para fazer o pagamento
pode ser usado qualquer celular”, diz o superintendente de cartões do Banco
Real, Mario Mello. O taxista David Puosso, com 30 anos de praça, é um dos 12
motoristas do ponto que participam do piloto. “É uma garantia contra cheques sem
fundo.”
Até o fim de ano cerca de 4 mil funcionários que trabalham nessa agência vão
testar o sistema. Se for aprovado, em dois meses poderá ser usado por
consumidores fora do banco. O custo do aparelho ainda está em avaliação.
Proteção
Celulares, cartões com chip e até a biometria, que usa elementos do corpo
para identificação, são algumas das inovações tecnológicas que os bancos vêm
testando e utilizando para aumentar a segurança nas operações e facilitar a vida
do consumidor.
Os cartões com chip, os chamados smart cards, já somam 18 milhões de unidades
no País entre produtos da Visa e Mastercard de débito, crédito e múltiplos,
segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços
(Abecs).
A migração da tarja magnética para o chip foi intensificada nos últimos dois
anos, mas os bancos se encontram em fases diferentes no processo. O Bradesco,
por exemplo, planeja converter até março no ano que vem cerca de 10 milhões de
cartões.
“Nos últimos anos o preço do chip caiu muito, de US$ 2,57 por unidade em 2002
para US$ 1,20 este ano”, compara o executivo da área de cartões no Banco
do Brasil, Sérgio Donato Chrystal, que tem 45% da sua base de cartões
com chip, cerca de 5 milhões de plásticos.
Já o Santander Banespa adotou o chip em 2002 apenas em 17 universidades que
utilizam o cartão como identificação e controle de acesso, mas já testa
plásticos que dispensam o contato com um terminal. A partir do próximo ano, o
banco quer emitir alguns produtos com essa tecnologia (contactless).
Autenticação
Os bancos destacam a importância do chip para evitar clonagens e fraudes. Mas
investem em outras tecnologias que também ampliam a segurança nas transações
bancárias.
O Bradesco há 10 meses usa a biometria (medidas do corpo humano) para a
leitura da palma da mão em operações feitas em caixas eletrônicos na agência
matriz do banco, em Osasco, e na agência de Alphaville. Os 1.030 clientes
cadastrados já efetuaram 15 mil transações. Nesse sistema biométrico, para
efetuar um saque, por exemplo, o cliente aproxima a mão do caixa eletrônico e um
sensor lê os vasos sanguíneos da palma para autorizar a transação.
“O que chama a atenção na leitura da mão é o nível de segurança. A
probabilidade de haver coincidências de usuários com o mesmo desenho de veias na
palma é de 8 para 10 milhões ou 0,00004%”, diz o vice-presidente do Bradesco,
Laércio Albino Cezar.
Do total de R$ 1,5 bilhão que o Bradesco está investindo este ano em
tecnologia, R$ 150 milhões são para segurança nas operações bancárias. O sistema
que usa a biometria custa cerca de US$ 800 por máquina e não é considerado
barato. “Mas, com a massificação, o custo deverá ser menos salgado.” O teste
biométrico será estendido para 50 máquinas de auto-atendimento até o próximo mês
e em três anos, ampliado, aos poucos, para a rede.
O Banco do Brasil (BB) é outro com foco na captura de dados
da palma da mão. O BB testa o método na sede, em Brasília. “Descartamos a
leitura da íris do olho, outra possibilidade da biometria muito segura. Mas,
além de o custo ser alto, em torno de US$ 4 mil por terminal, as pessoas têm
receio de se expor a um flash de luz no olho”, diz o gerente-geral de Tecnologia
do BB, José Alvarez Raya.
A leitura da impressão digital, o método mais barato, observa, também tem
restrições. “Sujeira, calosidades e cortes nos dedos podem alterar o resultado.”
A captura de voz é outro método dispensado pelo banco. “Se o cliente falar e
estiver rouco ou fanhoso, sua identidade não será reconhecida”, diz Raya. O
teste com leitura da palma de mão, se aprovado, deve adotado em meados de
2007.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h56
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CIRCUITO BB DE VÔLEI EM JOÃO PESSOA
Circuito BB de Vôlei de Praia começa quinta-feira na
Capital
João Pessoa sedia de quinta-feira, dia 9, até domingo, dia 12, na Praia de
Tambaú, a 15ª etapa da temporada do Circuito Banco do Brasil Vôlei de Praia. Uma
das novidades é a arena montada próximo ao Busto de Tamandaré, no final da
Avenida Epitácio Pessoa, que terá apenas uma quadra central, ao contrário das
outras etapas, e cinco externas.
Três novos lances de degraus deixarão o público mais próximo dos atletas. A
competição terá jogos noturnos, a partir das 18h30, na sexta-feira e no sábado,
quando acontecem as semifinais.
O qualifying abre a etapa paraibana, que acontecerá na quinta-feira, seguindo
os moldes do Circuito Mundial. Dezesseis vagas estarão em jogo para o torneio
principal, sendo oito no feminino e oito no masculino. No torneio principal, que
acontecerá de sexta a domingo, 24 duplas femininas e 24 masculinas disputarão o
título da etapa.
A grande sensação será a dupla campeã olímpica Ricardo e Emanuel, que podem
comemorar a conquista do título ao lado dos paraibanos. Para que isso ocorra,
basta obter uma quinta colocação no torneio, e que Márcio e Fábio Luiz, atuais
vice-líderes do ranking brasileiro, não vençam na categoria masculino.
Fonte: O Norte Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h44
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CONSELHEIRO NAS PARTICIPADAS DA PREVI TEM INSCRIÇÃO
PREVI: Inscrições para conselheiro terminam dia 13
Até 13/11/2006, os interessados em participar da Seleção para Conselheiros 2007 devem acessar a seção Investimentos/Governança Corporativa/Cadastro de Currículo do site PREVI e preencher o currículo.
A seleção visa a preencher vagas em conselhos de administração e fiscal das empresas participadas por ocasião das assembléias ordinárias de março e abril de 2007. Quem participou da seleção de 2006 já concorre a todas as seleções para conselheiros.
Se for necessário atualizar alguma informação, o candidato já cadastrado pode acessar seu currículo no Auto-atendimento, acrescentar dados e clicar em validação do currículo. A atualização é feita na hora.
Fonte: Previ
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h34
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SINDICATO ACUSA BB EM SÃO LUÍS
Sindicato acusa banco de punir bancários após greve
POR AURELIO CARVALHO
Representantes do Sindicato dos Bancários do Maranhão se reuniram em frente à Superintendência do Banco do Brasil, no centro da cidade, para protestar contra a troca de funções de dez funcionários que participaram da última greve dos bancários. Segundo o Sindicato, a Superintendência quis punir quem participou da paralisação, colocando analistas e funcionários de gerências, para trabalhar organizando filas no banco, até o final do ano. Revoltada, a categoria se juntou e resolveu protestar. De acordo com o presidente do Sindicato, José Raimundo Costa, as ações de protesto continuarão até que os bancários voltem para suas devidas funções.
"Este foi apenas o início das nossas ações. Segunda-feira, 6, vamos nos reunir em frente à agência praça Deodoro, para continuar com as manifestações. Tentamos conversar com a Superintendência, para explicar que o que ela está fazendo é um ato de humilhação para os funcionários, que estão abalados emocionalmente e sem auto-estima. O respeito à Lei de greve deve ser cumprido. Não pode ser ignorado e transformado em punição, seja ela de que tipo for", disse o presidente do Sindicato dos Bancários.
Raimundo Costa também afirmou que a categoria irá acionar o judiciário, a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e o Ministério Público, caso a Superintendência do Banco do Brasil não volte atrás em sua atitude.
Os funcionários teriam sido transferidos de cargo desde o dia 16 de outubro - três dias após o término da greve.
Banco do Brasil - Para a superintendente do Banco do Brasil na capital, Ana Maria Pires Ferreira, essa mudança de funções é comum na empresa. "Isso só está sendo feito por causa do acúmulo de trabalho em decorrência da greve. Nós precisamos fazer com que o atendimento volte ao normal e por isso nos reunimos e escalamos algumas pessoas para trabalhar no auto-atendimento. As coisas foram feitas de forma tão democrática que os próprios funcionários escolheram para quais agências queriam ser remanejados", explicou Ana Maria.
A superintendente disse ainda que nenhuma pessoa foi escalada sem ter respaldo para exercer tal função, e que a escolha nada tem a ver com participação de cada um na greve. "Tanto é verdade, que dos dez funcionários escalados para o auto-atendimento, cinco não tinham aderido à greve. Nosso objetivo é o atendimento ao público. Agora, claro que na proporção em que as agências forem colocando os trabalhos pendentes em dia, as pessoas voltarão a ocupar seus devidos cargos. Isso eu garanto", finalizou Ana Maria Pires Ferreira.
Fonte: Jornal Pequeno
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h31
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PPP ENVOLVE BB E CEF
Caixa e BB investem R$ 800 mi em Parceria
Público Privada
A CEF (Caixa Econômica Federal) e o BB (Banco do Brasil)
vão investir cerca de R$ 800 milhões na construção e operação de um centro de
dados, através de uma PPP (Parceria Público Privada).
Para o ministro do
Planejamento, Paulo Bernardo, as PPP demoraram um pouco na fase inicial por
causa da definição das regras e para formular a normatização “Temos que ter
projetos como este para se lançar o edital, porque agora as PPP vão deslanchar”,
afirma o ministro.
Ele acrescentou que a instalação do Datacenter do
Banco do Brasil e da Caixa vai servir de âncora para que outras empresas se
instalem no local. “Isso pode transformar a cidade digital em um grande espaço
de produção de conhecimentos, serviços, empregos e impostos que serão recolhidos
para ajudar o Distrito Federal”, completou o ministro.
O Consórcio
Datacenter formado pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal prevê
investimentos de cerca de R$ 300 milhões só para a edificação de um complexo que
vai garantir a segurança dos dados das duas instituições financeiras.
Fonte: Jornal Bom Dia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h27
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