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BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo)


SINDICALISMO NO PODER

Da coluna Radar na revista VEJA:

Menos sindicalistas, mais empresários


O.k., os sindicalistas estão no poder – a começar pelo presidente Lula. Mas o desempenho da turma nas urnas de outubro deixou a desejar. A Câmara dos Deputados que toma posse em fevereiro terá mais empresários e menos sindicalistas. A bancada sindical, que era formada por 74 parlamentares nesta legislatura, caiu para 55, segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Já a bancada empresarial pulou de 104 para 120 deputados.



Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 23h03
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Receita de serviços amplia lucro dos bancos

Peso no faturamento total do setor subiu de 2,5% em 1994 para 20%

Renée Pereira

Seja com inflação, juros altos ou economia desaquecida, os bancos sempre arrumam uma saída para ganhar dinheiro e ter lucros invejáveis. Diferentemente do que se imaginava, essas instituições conseguiram se adaptar perfeitamente à estabilidade da economia brasileira e substituíram, com eficiência, os ganhos inflacionários pela cobrança de tarifas, cada vez mais altas.

O economista Miguel José Ribeiro de Oliveira, que estudou o assunto, lembra que no início do Plano Real havia a preocupação de que os bancos teriam dificuldade para sobreviver em um ambiente de estabilidade econômica. Isso porque, no passado, eles ganhavam com a inflação, investindo o dinheiro depositado pelos clientes em operações do overnight, o que rendia elevada rentabilidade. Com o fim desses ganhos, os bancos passaram a cobrar pelos serviços e substituíram perfeitamente os lucros inflacionários.

O presidente da consultoria Austin Rating, Erivelto Rodrigues, destaca, ainda, que antes do real as receitas de serviços representavam 40% das despesas de pessoal. Hoje, o ganho com tarifas já significa 130% da folha de pagamento. Além disso, em 1994, esse faturamento tinha participação de 2,5% nas receitas totais das instituições. Atualmente, esse porcentual é de 20%.

No primeiro semestre deste ano, as receitas de serviços dos bancos subiram em média 17,3%. Mas instituições como Bradesco e Santander Banespa viram o faturamento com tarifas subir mais de 20% só nos seis meses do ano, comparado com igual período de 2005.

O terceiro trimestre não tem sido diferente. As receitas de prestação de serviço do Itaú, que na terça-feira apresentou balanço do período de janeiro a setembro, subiram 18%, para R$ 6,6 bilhões. O banco teve lucro de R$ 3 bilhões no período, apesar da amortização de ágio pela compra do BankBoston, o que teve impacto negativo de R$ 1,76 bilhão.

Na avaliação de Rodrigues, o espaço para elevar ainda mais as receitas de prestação de serviços é grande. Isso porque ainda há serviços que não são cobrados, como é o caso da internet. Uma hora ou outra, eles vão acabar cobrando por esses serviços, alerta o executivo.

Outra explicação para as receitas de serviços é o crescimento da base de clientes e expansão dos cartões de crédito. Atualmente, as operações de crédito, que crescem a uma média de 20% ao ano, também têm contribuído para o aumento do faturamento com tarifas. Junta-se a isso o crescimento das áreas de administração de recursos de terceiros, com a popularização dos fundos de investimentos, como os DI e Renda Fixa. Nesses produtos, os clientes pagam uma taxa de administração sobre o valor aplicado.

O analista da consultoria Lopes Filho, João Augusto Salles, afirma que os bancos podem elevar as tarifas sem qualquer restrição. O que vai ditar o ritmo da alta é a concorrência entre as instituições. Ou seja, por enquanto, a competição entre bancos é pequena, pois o custo dos serviços não pára de subir acima da inflação.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 21h18
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A FARRA DOS BANCOS

Tarifas bancárias sobem bem mais para clientes do que para empresas

Entre 2001 e 2006, a maior alta para a pessoa jurídica foi de 4.661% e para pessoa física chegou a 49.900%

Renée Pereira

As tarifas bancárias aumentaram bem mais para a pessoa física do que para as empresas entre 2001 e 2006. A conclusão é de um levantamento feito pelo site Vida Econômica com os 13 principais bancos de varejo do País, que representam 80% dos ativos do setor. Enquanto a maior elevação de tarifa para pessoa jurídica ficou em 4.661%, os clientes pessoa física tiveram casos extremos de aumentos de até 49.900%.

A explicação está nos elevados volumes movimentados pelas empresas, o que lhes dá maior poder de barganha, afirma Miguel José Ribeiro de Oliveira, responsável pelo trabalho e sócio do site. Segundo ele, o cliente pessoa jurídica é mais criterioso e briga mais por descontos. 'Mas isso não os livra de pagar novas tarifas.'

Na média, o número de serviços cobrados das empresas saltou de 38, em janeiro de 2001, para 58 em junho deste ano. Para a pessoa física, o avanço médio foi de apenas duas novas tarifas, de 39 para 41. A razão é a quantidade de serviços exigidos pelas empresas, bem maior que a de outros clientes, especialmente no comércio exterior e no câmbio. Nessas operações, o número de taxas chega a 17.

Mas o presidente da consultoria Austin Rating, Erivelto Rodrigues, ressalta que, por causa dos elevados volumes movimentados, as empresas são disputadas pelos bancos. 'Nesses casos, as instituições chegam a isentar as companhias de alguns serviços. Mas isso envolve negociações e, quanto maior o poder da empresa, maiores serão os benefícios.'

Além disso, alguns serviços são mais caros para a pessoa física, como é o caso da anuidade do cartão internacional. Esses clientes pagam até R$ 53,80, enquanto as empresas são isentas em boa parte dos bancos. Na confecção do cartão múltiplo adicional, o preço para pessoa física é de R$ 42,80 e para empresas, de R$ 25,50.

De acordo com o levantamento do Vida Econômica, o campeão de tarifas cobradas das empresas é o Unibanco, com 64 serviços pagos. Em 2001, o banco ocupava a sétima posição do ranking, que tinha a Caixa Econômica Federal na liderança. Nas tarifas para pessoa física, a Caixa se mantém no topo desde 2001. O Unibanco é o 10º.

Entre os bancos que promoveram mais elevações nas tarifas para os consumidores pessoa jurídica, a Nossa Caixa ficou em primeiro lugar. A instituição aumentou o preço de 38 serviços, sendo 22 acima da inflação do período (51,64%, medida pelo IPCA). Na pessoa física, o Bradesco foi o que mais elevou o número de taxas. Foram 32, sendo 13 acima da inflação.

VARIAÇÃO

No período, a maior elevação de uma tarifa para empresas foi promovida pelo Itaú, que aumentou o preço da Segunda Via de Documentos em 4.661%, de R$ 4,20 para R$ 200. Em seguida aparece a taxa de abertura de crédito do Santander Banespa, que subiu 4.300%.

Para o consumidor pessoa física, o serviço que teve a maior alta foi a Substituição de Garantias do Banco do Brasil, cujo preço saltou 49.900%, de R$ 0,30 para R$ 150.

'A questão é que, independentemente do tipo de consumidor, os bancos estão cobrando cada vez mais pelos serviços', afirma Oliveira. Quadro que, segundo ele, não deve se alterar tão cedo no País, pelo menos enquanto não houver competição suficiente no mercado.

Um exemplo está na área de crédito, onde a demanda é maior que a oferta. É nessas operações que os clientes pessoa física pagam as maiores tarifas, em torno de R$ 400. Para as empresas, os serviços mais caros (média de R$ 700) são associados às operações de comércio exterior e de câmbio. Mas elas também pagam alto pelas operações de crédito, conforme o estudo do Vida Econômica.

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) tem várias restrições ao levantamento e diz que o trabalho não considera a isenção de tarifas para vários clientes, conforme o relacionamento com o banco, nem a ampla disseminação dos pacotes de tarifas.

A entidade também afirma que as tarifas bancárias são a justa contrapartida pelo serviço prestado a um cliente ou usuário do sistema, assim como se paga pelo fornecimento de energia elétrica, saneamento, transportes e cartórios, entre outros.

'Os critérios para alteração de preços variam de acordo com uma série de custos que são peculiares a cada banco ou suas estratégias de negócios', afirma a Febraban.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 21h15
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CIRCUITO CULTURAL BANCO DO BRASIL EM CURITIBA

Música brasileira une pais e filhos no palco em show inédito em Curitiba

O projeto Música Popular Brasileira Contemporânea, que acontece dentro do Circuito Cultural Banco do Brasil, promove nesta quinta-feira (02) e sexta-feira (03), mais do que um encontro musical: um encontro de gerações. De um lado, os ícones da Bossa Nova e da MPB Roberto Menescal e Joyce, compositores e intérpretes renomados e celebrados no Brasil, na Europa e na Ásia. De outro, dois legítimos representantes da cena musical carioca, Clara Moreno (filha de Joyce) e o grupo Bossacucanova (do qual faz parte Márcio Menescal, filho de Roberto).

Juntos, pais e filhos apresentam o melhor do samba e da bossa nova interpretado com muita criatividade e boas doses de música eletrônica. O Teatro Guairinha vai ouvir versões exclusivas de sucessos como “Clareana” e “Aldeia de Ogum” de Joyce, “O Barquinho” e “Nós e o Mar” de Roberto Menescal, além de grandes sucessos de ícones como Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Baden Powell, Cartola, Belchior, Chico Buarque e outros.

Os ingressos para as apresentações serão vendidos na bilheteria do Teatro a R$15,00 inteira e R$7,50 meia-entrada (estudantes com carteirinha e idosos). Clientes do Banco do Brasil também pagam meia-entrada, mediante apresentação do cartão de crédito ou débito BB. Pede-se a doação de 2 quilos de alimentos não perecíveis que serão doados para instituições sociais da região.

Sobre os músicos - Roberto Menescal é uma das mentes e vozes que, junto a nomes como Carlos Lyra, Tom Jobim e Ronaldo Bôscoli, criaram a Bossa Nova. Compositor de clássicos como “O Barquinho”, “Você” e “Nós e o Mar”, Menescal ajudou a divulgar a produção musical brasileira no exterior. Enquanto no EUA se produzia jazz, o Brasil exportava o swing da Bossa Nova, e conquistava o mundo. Em 1962 participou do famoso Conserto de Bossa Nova no Carniege Hall em New York. Em sua vida compôs, cantou, produziu e arranjou discos junto a grandes nomes como Elis Regina, Leila Pinheiro, Chico Buarque, Emílio Santiago, entre outros. Depois de 15 anos como diretor artístico e gerente geral da Polygram Discos, fundou sua própria gravadora, a Albatroz, que vem lançando os maiores artistas da música brasileira. Aos 40 anos de carreira, é uma lenda da Bossa Nova, e um patrono da nova música popular brasileira.

Mas Roberto Menescal não contribuiu apenas com sua música. Seu filho Márcio Menescal seguiu os passos do pai, e inovou com a criação do trio Bossacucanova. Engenheiros de som dos estúdios da gravadora Albatroz, Márcio reuniu os colegas Alexandre Moreira e Marcelinho Da Lua para uma brincadeira que deu muito certo. Um dia resolveram remixar uma gravação de “Só Danço Samba”, do grupo Os Cariocas.

A mistura de bossa com música eletrônica agradou aos artistas, que passaram a autorizar remixes de suas gravações. De música em música, de repente, a brincadeira havia produzido material suficiente para constituir o CD Revisited Classics, lançado em 1998. Desde então, o trio tem apresentado em diversos países a diversidade sonora do Brasil. No último trabalho, Uma Batida Diferente de 2004, congas, violoncelos, sopros, guitarras acústicas, batidas e samples se encontram em perfeita harmonia.

Outro expoente da Bossa Nova é a compositora e intérprete Joyce. Nascida e criada na Zona Sul do Rio, começou a tocar violão aos 14 anos de idade, observando seu irmão, o guitarrista Newton, amigo de músicos como Roberto Menescal e Eumir Deodato. Convidada por Menescal, participou pela primeira vez de uma gravação em estúdio em 1963, e a partir daí começou a compor.

Desde o lançamento de seu primeiro disco (Joyce, em 1968, com texto de apresentação assinado por Vinícius de Moraes), Joyce teve suas músicas premiadas em diversos festivais, e cantou junto a Nelson Ângelo, Toninho Horta e Naná Vasconcelos, entre outros. Teve suas composições gravadas por grandes intérpretes como Milton Nascimento, Elis Regina, Maria Bethânia, Boca Livre, Nana Caymmi, Quarteto em Cy, e Ney Matogrosso, e muitos mais. Hoje, tem mais de 30 discos lançados, e uma sólida carreira internacional. Em 2000, seu CD “Astronauta” foi indicado para o Grammy Latino, na categoria Melhor Disco de MPB.

O Brasil inteiro conheceu Joyce por seu sucesso “Clareana”, uma homenagem às filhas Clara e Ana, crianças na época. Hoje, Clara Moreno é mulher feita, e artista como a mãe. Filha de Joyce e do compositor e violonista Nelson Ângelo, Clara já gravou junto a alguns dos maiores nomes da música brasileira, como Milton Nascimento, Egberto Gismonti e outros. Carioca da gema e cidadã do mundo, Clara morou cerca de seis anos na França e começou carreira no Japão, por “uma questão de oportunidade”. Com três discos lançados no Brasil e no Japão, Clara passeia pelo samba, pela new bossa e pela música cantada sem palavras em seu último trabalho Morena Bossa Nova, de 2005.

Serviço:
Projeto Música Popular Brasileira Contemporânea – Grupo
Bossacucanova, Clara Moreno, Roberto Menescal e Joyce.
Dias 02 e 03 de novembro, às 21h00. Teatro Guairinha
Ingressos a R$ 15,00 e R$ 7,50. Mais 2kg de alimentos não-perecíveis.

Fonte: Agência Estadual e Notícias



Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 15h37
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AABB EM MARÍLIA

FUTEBOL SOCIETY - AABB e Oriente vão para final do ‘Bengala de Ouro’

As equipes da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) e de Oriente vão decidir o título da 5ª edição do Campeonato Municipal de futebol society – o ‘Bengala de Ouro’. A final será no dia 21, na Chácara Súria (ex-Jorginho Sport Center), às 21h30.

Na preliminar, às 20h30, o Esporte Clube Banespa, o ‘Banespinha’, e a Súria vão jogar pela 3ª posição. As semifinais aconteceram na noite de anteontem, também na Súria. O Oriente bateu o ‘Banespinha’ por 3 a 2 e a AABB goleou o Súria por 5 a 1.

O ‘Bengala de Ouro’ é organizado pela parceria entre a Liga Municipal de Futebol Sete Society de Marília e a Secretaria de Esportes e Lazer (SEL). O coordenador municipal e ex-jogador Antônio Vitório Silva é o patrono desta 5ª edição.

Fonte: Jornal da Manhã



Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 15h33
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FUNDOS DE PENSÃO

Previ sobe e ocupa 59ª posição na classificação mundial

A PREVI subiu para a 59ª posição na lista dos 300 maiores fundos de pensão do mundo, com recursos da ordem de US$ 35,5 bilhões. Em 2005, estava classificada como 67ª. Outros dois fundos de pensão brasileiros estão na lista: a Petros ocupa a 196ª posição, com US$ 11,7 bilhões em recursos e a Funcef está na 261ª, com US$ 8,9 bilhões.
O líder da lista é o fundo de pensão do governo japonês com US$ 870,6 bilhões. O total de ativos dos 300 maiores fundos de pensão do mundo somados ultrapassa US$ 9,3 trilhões.

A classificação foi divulgada em setembro deste ano pelo Jornal Pensions & Investments. Especializada em previdência complementar, a publicação americana divulga anualmente a classificação mundial dos fundos de pensão em termos de recursos administrados.
 
Fonte: SEEB Porto Alegre


Escrito por Romildo, em FLORIPA, às 15h28
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AABB: SOCIETY EM CAMPO GRANDE

AABB promove torneio de futebol society

Com abertura confirmada para o próximo dia 11, será disputada em Campo Grande a Copa AABB Empresarial de Futebol Society. A competição deverá contar com a participação de 20 equipes e as inscrições já estão abertas na sede da entidade, no Parque dos Poderes.

Já confirmaram participação as seguintes equipes: Transportadora Brito/Tatuzão, Astecon Contabilidade, Metalfer/AABB/Serc Chapadão do Sul, Posto e Churrascaria Figueira, FM Capital/Senna, Telles Esportes, Roma/Garolle Seguros, Dois Irmãos Automóveis, DD São Paulo/Perfilferros e AABB Campo Grande.

Além dos troféus, os primeiros colocados ainda receberão prêmios em dinheiro. O campeão levará R$ 2.500 e o vice-campeão terá direito a um prêmio de R$ 1.000. O goleiro menos vazado e o principal artilheiro da competição receberão o prêmio de R$ 100 cada um.

Segundo o presidente da AABB, Humberto Rodrigues Jorge, a competição já está tornando-se tradicional, reunindo equipes não apenas de Campo Grande, como de outros municípios. "Temos conhecimento que os times estão buscando reforços e certamente teremos um nível técnico bastante elevado", afirmou o dirigente. (AF)

Fonte: Correio do Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h08
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A AABB E OS ESPORTES

AABB São Luís promove variados torneiros esportivos

Além de promover uma competição interna que congrega atualmente quatro categorias (Efetivo, envolvendo funcionários ativos do Banco do Brasil; Principal, envolvendo sócios comunitários com idade inferior a 35 anos; Máster, com jogadores com idade superior a 35 anos e Cinquentão, que reúne funcionários aposentados do Banco do Brasil e convidados), a AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) está promovendo uma Copa Feminina Adulta de Voleibol, que tem merecido a atenção de um grande número de torcedores e o I Campeonato Maranhense Interno de Sinuca.

Mas isso não é só. Desde a semana passada a AABB está promovendo a II Copa Integração de Escolinhas de Futebol, envolvendo crianças divididas em três categorias: Sub-8, Sub-11 e Sub-13, todas com jogos aos sábados pela manhã.

Apenas na categoria Sub-8 aconteceu a primeira rodada no dia 21, com dois jogos: AABB 3 x 3 Maranhão e AABB Vespertino 2 x 2 Sampaio Corrêa.

No último sábado (28) aconteceram jogos para todas as categorias. Pela Sub-8, a AABB Vespertino derrotou o Parksport por 1 a 0, enquanto o Maranhão goleou o Sampaio por 5 a 1.

Pela categoria Sub-11, o time da AABB Matutino foi derrotado pelo Maranhão por 7 a 1 no primeiro jogo do dia e, no segundo, o Sampaio Corrêa goleou o AABB Vespertino por 5 a 0.

Finalmente, pela categoria Sub-13, Real e Sampaio empataram em 4 a 4 e, no segundo jogo, o Maranhão derrotou o AABB por 4 a 0, fechando a segunda rodada para o Sub-8 e primeira para as outras duas categorias.

Próxima rodada - A próxima rodada marca para o dia 4 de novembro, pela manhã: Parksport x Sampaio e AABB x AABB Vespertino, pela categoria Sub -8.

Pela categoria Sub-11, no primeiro jogo o AABB Matutino vai enfrentar o AABB Vespertino, enquanto o AABB entra em campo para enfrentar o Sampaio.

Pela categoria Sub-13 acontece o clássico Samará (Sampaio x Maranhão) no primeiro jogo e, no segundo e último jogo do dia o AABB enfrenta o Real.

Fonte: Jornal Pequeno



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h06
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A AABB E A COMUNIDADE

PROARTE está em clima de natal na AABB

A PROARTE- Produtos de Artesanato de Maracaju juntamente com a AABB- Associação Atlética do Banco do Brasil estará realizando no dias 6, 7, 8, 9 e 10 de Novembro uma feira de artesanato municipal onde serão comercializados presentes e novidades para a semana natalina. São diversos produtos como: panos de prato natalino, biscuit, crochê, artesanato em palha de milho, trabalho de vidro e madeira entre outros estarão sendo expostos na AABB com entrada em franca horário comercial.
O Secretário de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Paulo Koster Siede, faz um convite a toda população maracajuense para que prestigie esse evento que valoriza o artesanato local.

Fonte: Maracaju News



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h04
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VOLTAIRE NO CCBB

Voltaire é tema de debate no Centro Cultural Banco do Brasil

Dramaturgo Mario Bortolotto falará sobre o papel da filosofia em seus trabalhos

Redação

SÃO PAULO - O programa Pensamentos Instigantes, do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), promove nesta terça-feira, às 19h30, o debate Voltaire e a Dramaturgia.

O dramaturgo Mario Bortolotto falará sobre a importância da filosofia em seus trabalhos. O escritor Franklin de Matos, professor da USP, abordará a teatralidade do filósofo. O debate será mediado pelo psicólogo e arte-terapeuta Claudio Bergamo e terá trechos da obra de Voltaire encenados pela atriz Cristina Mutarelli.

O evento ocorre na sala de cinema do CCBB. A entrada é gratuita, mas é necessário retirar senha uma hora antes.

Voltaire e a Dramaturgia. R. Álvares Penteado, 112, Centro. Hoje, às 19h30

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h12
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A FARRA DOS BANCOS

Lucro do Itaú "cai" no terceiro trimestre 

O banco Itaú divulgou nesta terça-feira um balanço financeiro do terceiro trimestre de 2006, em que relata forte queda no lucro líquido em relação ao mesmo período do ano passado. A baixa se deve à compra do BankBoston aprovada em agosto. O resultado apresentado - 71 milhões de reais - é 94,75% menor do que o lucro de 1,352 bilhão de reais do mesmo período de 2005. Sem considerar a aquisição do Bank Boston, o lucro do  Itaú ficaria em 1,835 bilhão.

O lucro líquido consolidado nos nove primeiros meses do ano, desconsiderando a compra do BankBoston, foi de 4,793 bilhões de reais. Considerando os efeitos do negócio, o resultado ficou em 3,029 bilhões no período - queda de 20,83% em relação ao ganho de 3,826 bilhões de reais no terceiro trimestre de 2005. As operações do BankBoston no Brasil pertenciam ao Bank of America.

A carteira de crédito do banco atingiu 79,227 bilhões de reais no final do trimestre, crescimento de 5,9% em três meses. Somado o BankBoston, a carteira chega a 89,869 bilhões.

Entre os resultados positivos do Itaú, estão o crescimento da carteira de veículos e cartões de crédito no segmento de pessoa física, com evolução de 68% e 26,6%, respectivamente, sobre setembro de 2005. Em agosto, o volume de contratações de financiamentos imobiliários por mutuários pessoa física atingiu 30 milhões de reais, o maior valor obtido pelo banco em um único mês. Somado aos financiamentos de empreendimentos, esse volume totalizou mais de 150 milhões, o segundo maior dos últimos seis anos.

Fonte: Veja



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h56
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GRAVURAS NO CCBB

CCBB abriga painel histórico da arte da gravura

Com cerca de 200 obras, "Impressões Originais: A Gravura Desde o Século 15" exibe trabalhos de artistas como Dürer

Três curadores definiram sete nomes-chave na história da técnica e querem atestar que gravura não pode ser menosprezada

Fernando Donasci/Folha Imagem
Funcionário com obra de Roy Lichtenstein (à esq.) em montagem de "Impressões Originais"

MARIO GIOIA
DA REPORTAGEM LOCAL

Um panorama do essencial da história da gravura e uma prova de que ela não é uma técnica menor no universo das artes plásticas. Esses dois eixos norteiam a exposição "Impressões Originais: A Gravura Desde o Século 15", que é aberta para o público a partir de hoje no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) de São Paulo.

Os curadores Carlos Martins, Valéria Piccoli e Pieter Tjabbes selecionaram cerca de 200 obras realizadas nas mais variadas técnicas (xilogravura, água forte, litografia, entre outras) e elegeram sete artistas-chave para a mostra: Dürer, Callot, Goya, Rembrandt, Piranesi, Morandi e Picasso.

"Escolhemos esses nomes por eles serem muito importantes no desenvolvimento da linguagem da gravura e porque suas obras podem dar ao espectador uma idéia de como a técnica foi evoluindo", afirma Martins, ele próprio um experiente gravador, organizador do gabinete de gravuras do Museu Nacional de Belas Artes e ex-diretor dos Museus Castro Maya, ambos no Rio.

A sala que abre a exposição é uma réplica de um ateliê de gravura, com prensas, instrumentos e matrizes da versão portuguesa do manual de gravura em metal de Abraham Bosse. "Quisemos dar a idéia de como era o ambiente no qual se produziam as obras", diz Martins. No mesmo segmento, também serão exibidos um incunábulo do século 15, um livro com iluminuras, junto de trabalhos de Rembrandt (1606-1669), incluindo auto-retratos do artista.

Nomes importantes
Nesta sala, além de Rembrandt, também aparecem obras de Dürer (1471-1528), como a excepcional "Melancolia". "Ele foi o primeiro grande nome a impor a gravura como meio autônomo de expressão. Soube desenvolver diversas técnicas para criar efeitos plásticos", avalia Piccoli.

Callot (1592-1635), também presente na mesma sala, é um nome a ser descoberto pelo espectador. Ele marca a possibilidade da gravura como uma técnica que proporciona mais liberdade autoral ao artista, que, na época, ainda eram muito reféns da pintura a óleo, em geral feita por encomenda. "Seus trabalhos de maior qualidade são gravuras e, por não fazer óleos, ficou um pouco esquecido na história da arte. Mas é um grande nome", diz a curadora.

Muitas das obras retratam temas que fogem ao "bom gosto" da época em que foram feitas. Assim, a crítica de costumes e o retrato de cenas pitorescas ganham espaço nas matrizes dos artistas. Nesta sala, ainda podem ser vistas obras de Cranach, Holbein, Van Leyden e Schongauer, entre outros.

No espaço expositivo do segundo andar, as paisagens e arquiteturas fantásticas de Piranesi (1720-1778) se destacam. "Até hoje, seu estilo é intrigante e singular", afirma Piccoli. Goya (1746-1828) também é exibido, com alguns exemplares de sua conhecida série "Desastres da Guerra". Nesse espaço, ganham espaço nomes ligados à modernidade, como os expressionistas Nolde e Kirchner; Picasso (1881-1973) e Morandi (1890-1964).

IMPRESSÕES ORIGINAIS: A GRAVURA DESDE O SÉCULO 15
Quando:
de ter. a sáb., das 10h às 21h; dom., das 10h às 20h; até 7/1
Onde: CCBB-SP (r. Álvares Penteado, 112, tel. 3113-3651 e 3113-3652
Quanto: entrada franca

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h02
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TEATRÓLOGO NO CCBB DE SÃO PAULO

Mário Bortolotto participa de encontro no CCBB

O dramaturgo, diretor e ator Mário Bortolotto e o escritor e professor Franklin de Mattos participam hoje, às 19h30, de um debate no CCBB (r. Álvares Penteado, 112, centro, tel. 0/ xx/11/3113-3651). O encontro do programa "Pensamentos Instigantes -Filosofia e Arte", que tem como tema "Voltaire e a Dramaturgia", contará com a participação da atriz Cristina Mutarelli. O evento é gratuito, mas é preciso retirar senhas.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h01
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GRAVURAS NO CCBB DE SÃO PAULO

Gravuras desde o século 15, em mostra panorâmica

CCBB propõe percurso da produção gráfica por meio de obras de nomes de peso

Camila Molina

Reprodução
Gravura do espanhol Francisco de Goya y Lucientes
(1746-1828)

SÃO PAULO - Por mais de 200 obras é possível ver o percurso da história da arte gráfica na ampla mostra Impressões Originais: A Gravura desde o Século 15, que acaba de ser aberta no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo. Não se trata de uma exposição cronológica, mas nos três andares da instituição o percurso sobre a produção de gravura realizada entre os séculos 15 e 20, passando por obras feitas a partir de técnicas diferentes, estilos e movimentos artísticos distintos. Os artistas dessa panorâmica são de um pesado time, basta citar poucos dos nomes para se ter uma idéia: Goya, Rembrandt, Matisse Gauguin, Nolde, Miró, Lichtenstein, Kokoschka, Max Bill, Toulouse-Lautrec, Paul Klee e Sol Lewitt. Há brasileiros também, contemporâneos, representados por obras dos clubes de gravura do Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museus Castro Maya do Rio, mas eles estão na menor parte da exposição.

Tanta diversidade num período tão extenso de história, que começa no século 15 justamente porque a gravura começou a ser feita nessa época, fez com que os curadores Carlos Martins, Valéria Piccoli e Pieter Tjabbes elegessem a produção de sete artistas como fundamentais para a concepção dessa mostra. No terceiro andar do CCBB, o visitante vai encontrar prensas, instrumentos e edições, mas também obras de três dos artistas fundamentais, do alemão Albrecht Dürer (1471-1528), do francês radicado na Itália Jacques Callot (1592-1635) e do holandês Rembrandt van Rijn (1606-1669). "Dürer foi escolhido pelas inovações e por seu aprimoramento técnico; Callot inventou a técnica do verniz na água-forte; e Rembrandt não respeitou os limites das técnicas, as misturou em sua produção", diz Carlos Martins. O detalhamento da gravura em metal de Dürer e, como chama a atenção Tjabbes, o efeito do claro-escuro que Rembrandt transpõe para o papel são belos destaques.

Já o segmento no segundo piso, o mais numeroso, se faz a partir da produção dos italianos Giovanni Battista Piranesi (1720-1778) e Giorgio Morandi (1890-1964); e dos espanhóis Francisco de Goya y Lucientes (1746-1828) e Pablo Picasso (1881-1973). "Piranesi foi um sucesso editorial em vida, que imprimiu marca própria com as obras das paisagens de Roma", diz Valéria. Como conta a curadora, as obras críticas de Goya, sobre o "lado trágico da vida", foram editadas somente a partir de depois de 40 anos de sua morte. Dessa maneira, as gravuras de Goya se relacionam na mostra com as obras dos expressionistas, que carregavam em seus trabalhos os temas do trágico e da crítica social.

E, depois, Picasso e Morandi, contrastantes (o espanhol era o "artista de energia" e o italiano, um artista do silêncio que se dedicou a ir ao encontro do máximo da essência ao representar garrafas e a paisagem) abrem na exposição o caminho da arte moderna até a pop art, "o último momento em que a gravura está amalgamada em um movimento artístico", como define Martins. Nesse percurso, as cores vão ganhando mais presença, surgem o abstracionismo, o gestual - essa mostra vem claramente reafirmar que a gravura não é, de maneira alguma, um gênero menor.

Impressões Originais: a Gravura desde o Século XV. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112, (11) 3113-3651. 3.ª a sáb., 10 h às 21 h; dom., 10 h às 20 h. Grátis. Até 7/1

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h49
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CCBB NO METRÔ DO RIO

Metrô do Rio dá desconto em programações culturais

O Metrô Rio vai levar a cultura dentro de seus vagões durante todo o mês de novembro. Nos fins de semana e feriados, os passageiros poderão usar o bilhete de integração cultural (R$ 7), uma passagem de ida e volta que dá desconto em passeios, centros culturais, cinemas e restaurantes.

Responsável pelo projeto, o Clube da Cultura manterá uma lista das instituições participantes no seu site.

Entre as opções, estão programas turísticos como visitas guiadas ao Mosteiro de São Bento, à Lapa, às praças Quinze e Tiradentes e ao Museu Histórico Nacional, entre outros. Todos esses passeios serão gratuitos mediante o bilhete do metrô. Além disso, toda a programação do CCBB será oferecida pela metade do preço, igualmente ao Odeon BR, que dará meia-entrada nos dias 4, 5, 12, 18 e 19.

O Centro Cultural da Marinha fará o mesmo em visitas à Ilha Fiscal, ao Museu Naval e em passeios marítimos temáticos. Já a Casa França-Brasil, o Paço Imperial, o Centro Cultural da Justiça Federal, a Casa de Artes Paquetá e o Centro Cultural Correios terão entrada gratuita para suas exposições.

Fonte: ObaOba



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h47
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GOVERNADORA VISITA DATA CENTER DO BB/CEF

Abadia conhece projeto de Data Center do BB no Parque Digital

Pedro Henrique Freire
Do CorreioWeb

A governadora do Distrito Federal, Maria de Lourdes Abadia, conheceu na manhã desta segunda-feira o primeiro projeto que vai integrar o pólo tecnológico Parque Capital Digital. Abadia e o secretário de Ciência e Tecnologia, Antônio Fábio Ribeiro, receberam informações do consórcio Data Center, que será uma construção do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal para armazenamento e controle de dados dos seus correntistas.

Considerado o projeto âncora do parque digital, o Data Center receberá investimentos de R$ 300 milhões, dos quais R$ 200 milhões em automação, tecnologia da informação e inteligência predial. Para o secretário, o DF ganhará um investimento gigantesco para programas e equipamentos tecnológicos. “Os ativos de TI são da ordem de R$ 2 bilhões, o que irá representar a grande concentração de conhecimento”, enaltece.

O Capital Digital ocupará 40 mil metros quadrados do Parque Nacional de Brasília. A destinação do terreno e aprovação do projeto levou 16 meses para sair do Congresso Nacional. Agora, o GDF já prevê a entrega do espaço para abril de 2007. A partir desse período, o BB e a CEF podem implementar o Data Center.

Toda a estrutura do pólo, no entanto, deve ficar pronta em 15 anos, como explica o secretário. “Em todo o mundo, os parques tecnológicos demoraram de 13 a 15 anos para estarem prontos. É um projeto que exige um período longo de maturação. Isso é um programa de estado e não de governo”, afirma.

Operações bancárias
Nesta tarde, o BB e a CEF apresentaram com profundidade o projeto do Data Center para os interessados no setor de TI. Com esse novo espaço, os bancos poderão ampliar a capacidade de controle das operações bancárias. Hoje, o BB, o maior banco do país, monitora e acumula dados de mais de dois bilhões de operações feitas pelos 22 milhões de clientes.

A central de banco de dados do BB funciona na 916 Norte. O novo Data Center terá três edifícios, num total de 31 mil m². O prédio será capaz de resistir a quedas de pequenas aeronaves, explosões e poderá gerar energia própria durante 96 horas. O projeto urbanístico do empreendimento foi finalizado e a licitação para contratação da prestadora de serviço tramita na Terracap.

Fonte: CorreioWeb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h38
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ELEIÇÕES 2006

A Senadora Ana Júlia, funcionária do BB, vence eleições no Pará

Não foi só o presidente Lula que saiu vitorioso das eleições que se encerraram ontem. A bancária e atual senadora pelo PT, Ana Júlia Carepa, foi eleita governadora do Pará com 54,93% dos votos válidos no segundo turno. O candidato Almir Gabriel, do PSDB, que concorreu ao pleito com a Senadora, teve 45,07%. Segundo ela, as prioridades do governo do Pará serão educação, saúde e segurança.

Ana Júlia entrou no Banco do Brasil em 1983 e desde então tem uma história ligada aos movimentos sindicais bancários. Participou inclusive do Conselho Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil. A ex-bancária foi Vereadora, Deputada Federal e Senadora.

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h26
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Resorts pioneiros e hotéis de charme

A Bahia é um dos estados que mais atrai investimentos de turismo no País. Muitos deles pioneiros, como o resort Costa do Sauípe, no município Mata de São João.

Criado em 2000, o empreendimento foi viabilizado pela Previ (maior fundo de pensão do País, com um patrimônio de R$ 70 bilhões), que custeou 100% do projeto e hoje tem R$ 170 milhões do seu patrimônio aplicado em Sauípe. Ele inspirou projetos como o resort Iberostar, na Praia do Forte, que recebeu investimentos de R$ 680 milhões.

Agora outro grupo espanhol, o Sol Meliá, ensaia sua entrada no litoral baiano. O grupo prevê a construção de um resort e condomínio residencial com investimentos de US$ 800 milhões.

Segundo Cláudio Taboada, presidente da Bahiatursa, pelo menos mais cinco grupos planejam investir no estado nos próximos anos. Ele conta que, no extremo norte da Bahia, na região de Massarandupió, mais um grupo espanhol estuda abrir construir o maior resort do Brasil. "Mas já estamos chegando a um número satisfatório de resorts. Nossa procura agora é por hotéis de charme."

Fonte: Agência Anabb/Gazeta Mercantil



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h21
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A FARRA DOS BANCOS

BNDES empresta menos para as micro e pequenas

Financiamentos caem 18,7% de janeiro a setembro; para grandes há expansão de 46,9%

Setores tradicionais como montadoras, petroquímica, siderurgia e papel e celulose se destacam entre as aprovações da instituição

Leo Pinheiro - 5.out.06/Valor
O presidente Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Demian Fiocca



PEDRO SOARES
DA SUCURSAL DO RIO

Apesar dos esforços para atingir firmas de menor porte, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) não teve êxito nessa empreitada: as aprovações de financiamentos para micro e pequenas empresas caíram 18,7% de janeiro a setembro deste ano. Totalizaram R$ 4,856 bilhões -menos do que os R$ 5,969 bilhões em igual período de 2005.

Já o crédito aprovado às grandes empresas subiu 46,9%, passando de R$ 25,674 bilhões para R$ 37,713 bilhões, segundo levantamento do BNDES obtido pela Folha. Entre as companhias de médio porte, houve queda de 7% -de R$ 3,269 bilhões para R$ 3,042 bilhões, variação que o BNDES considera relativamente estável.

Sobre a queda nas aprovações de financiamentos às pequenas e empresas, o BNDES argumenta, por meio de sua assessoria de imprensa, que a crise da agricultura afetou o desempenho. É que o setor se constitui tradicionalmente de firmas de pequeno porte, diz o banco estatal.

No caso das grandes, o volume de crédito aprovado foi inflado por grandes operações concluídas até setembro, diz o BNDES. Entre elas, o banco destaca o apoio à expansão de uma fábrica da Kabin no Paraná -R$ 1,740 bilhões, um dos maiores da história do banco.

Brasil Telecom
Aprovado em outubro, o financiamento à Brasil Telecom (de R$ 2,1 bilhões) não entrou na contabilização. Quando uma operação recebe o aval da diretoria do banco, nem todos os recursos ainda foram desembolsados, sendo liberados de acordo com a evolução dos projetos.

Os dados revelam que o banco apoiou prioritariamente neste ano setores que tradicionalmente já são clientes da instituição: siderurgia, papel e celulose e petroquímica e automotivo -ou seja, indústrias de base.

Os financiamentos aprovados à metalurgia e siderurgia aumentaram 95%, para R$ 4,254 bilhões. Nesse setor, o destaque foi a linha de crédito pré-aprovada para a Usiminas de R$ 900 milhões (pela qual a empresa recebe o apoio a vários projetos num prazo determinado) e o crédito para expansão da CST-Arcelor (R$ 720 milhões).

No ramo de papel e celulose, destaca-se, além da Klabin, o crédito à Bahia Pulp -R$ 450 milhões. Os financiamentos aprovados para o setor subiram 393%, alcançando R$ 3,070 bilhões nos nove primeiros meses do ano.

Montadoras
Outro destaque foi o crescimento do apoio ao setor de material de transporte, que inclui as montadoras. A expansão foi de 96%. Os empréstimos aprovados somaram R$ 11,289 bilhões.

O BNDES diz que cresceu especialmente o financiamento às exportações de montadoras -e não o apoio a projetos de expansão de unidades fabris-, o que explica a maior parte do incremento do ramo de material de transporte. Também ressalta o aumento do crédito para a compra de vagões.

No caso da petroquímica, o maior financiamento aprovado foi para a PQU (Petroquímica União) -R$ 432 milhões. As aprovações somaram R$ 3,423 bilhões, com expansão de 165% ante os nove primeiros meses de 2005.

Indústria
Para a indústria como um todo, o valor das aprovações cresceu 67% de janeiro a setembro -de R$ 16,8 bilhões em 2005 para R$ 28,2 bilhões neste ano.

Sob impacto da atividade de energia elétrica, o setor de infra-estrutura teve a queda de 19% -de R$ 13,2 bilhões de janeiro a setembro de 2005 para R$ 10,6 bilhões no mesmo período deste ano.

O BNDES afirma que no caso da energia elétrica subiu o número de operações aprovadas, apesar da queda do valor a ser financiado. É que receberam apoio mais PCHs (Pequenas Centrais Elétricas), cujos investimentos são menores. Até o final do ano, diz a instituição, o quadro deve se reverter. Nesta semana, foram aprovados cinco novos financiamentos para três empresas de transmissão, uma PCHs e uma distribuidora, que totalizaram R$ 1,2 bilhão.

Até setembro, outro destaque negativo em infra-estrutura era a telefonia, com queda de 99% no valor dos financiamentos -apenas R$ 10,4 milhões aprovados. Com a operação da Brasil Telecom, porém, a situação se inverte e os financiamento vão superar os de 2005, prevê o BNDES.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h39
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PICASSO NO CIRCUITO CULTURAL BB EM CURITIBA

Curitiba recebe esta semana a mostra "Picasso: Paixão e Erotismo"

Divulgação/Museu Oscar Niemeyer
Divulgação/Museu Oscar Niemeyer / "Tête" obra de Picasso de 1964
"Tête" obra de Picasso de 1964
Na próxima quarta-feira (1º), chega a Curitiba mais uma etapa do Circuito Cultural Banco do Brasil (CCBB). Entre as atrações está a exposição “Picasso: Paixão e Erotismo”, que será aberta no Museu Oscar Niemeyer (MON). O evento, que acontece até o dia 12 de novembro, promove ainda espetáculos teatrais e shows musicais com nomes como Los Hermanos e Mombojó nos dias 11 e 12 de novembro; e Roberto Menescal nos dias 2 e 3 de novembro.

A mostra “Picasso: Paixão e Erotismo” reúne 89 obras, incluindo litografias, aguatintas e aguafortes produzidas pelo artista espanhol entre 1919 e 1972. Ainda abrindo o evento, no dia 1º acontece a apresentação do espetáculo de dança “Um Dia Fora do Tempo”, com a G2 Cia. de Dança Teatro Guaíra, com direção de Maurício Vogue, e tem início as apresentações da peça “Se Essa Rua Fosse Minha – Espetáculo de Brincar”, do grupo carioca Palco Produções. A proposta da montagem é de interação entre atores e público durante todo a encenação.

Também dentro da programação do CCBB, de 1º a 12 de novembro, acontece uma mostra de filmes de animação canadenses, com entrada franca, no auditório do MON.

Serviço:"Picasso: Paixão e Erotismo". A partir de 1º de novembro. Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999) Tel.: (41) 3350-4400. De terça a domingo, das 10h às 18h. Ingressos a R$ 4 e R$ 2 (estudantes). Crianças de até 12 anos, maiores de 60 e grupos de estudantes de escolas públicas, do ensino médio e fundamental, agendados não pagam.

"Se Essa Rua Fosse Minha – Espetáculo de Brincar". Dias 1.º e 2 de novembro, às 15 horas, no auditório do Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999). Entrada franca.

"Um Dia Fora do Tempo", com a G2 Cia. de Dança Teatro Guaíra. Dia 1º de novembro às 21h e dias 4, 5, 10, 11 e 12 às 19h30. Guairinha (Rua XV de Novembro, s/nº) R$ 15,00 e meia entrada para doadores de 2 quilos de alimentos não perecíveis, clientes do Banco do Brasil, estudantes e maiores de 60 anos.

Fonte: Gazeta do Povo Online

Saber + Confira a programação completa do CCBB



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h30
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GRAVURAS NO CCBB DE SÃO PAULO

Seis séculos de gravura

Alessandro Soares
Do Diário do Grande ABC

Narrar seis séculos de gravura é o que propõe a mostra Impressões Originais: A Gravura Desde o Século XV, que abre nesta terça-feira ao público no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em São Paulo, com mais de 200 obras de artistas como Albrecht Dürer, Francisco de Goya, Giovanni Battista Piranesi, Giorgio Morandi, Jacques Callot, Pablo Picasso e Rembrandt van Rijnde, e brasileiros que integram os clubes de gravura do MAM (Museu de Arte Moderna) de São Paulo e Castro Maya, do Rio, que promovem a produção e circulação da gravura do Brasil.

Outra vertente da mostra são obras que representam diferentes momentos em que a gravura foi usada na criação de poéticas artísticas, como o Expressionismo e a Pop Art. Obras de Andy Warhol, Antoni Tàpies, Henri Matisse, Joan Miró, Oskar Kokoschka e Roy Lichtenstein, e outros.

As peças principais vêm de acervos holandeses, os museus Haags Gemeentemuseum e Leiden Prentenkabinet, e de coleções públicas e particulares brasileiras, entre estas o Museu Nacional de Belas Artes, a Biblioteca Nacional, ambos no Rio, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o MAC (Museu de Arte Contemporânea) da USP (Universidade de São Paulo).

Uma impressão só da gravura não basta. A história da gravura na arte começa pela invenção da xilogravura, provavelmente na China no século VI, e sua utilização na Europa da Idade Média foi como meio técnico de reprodução de cópias.

O status de arte veio com o século XV e a invenção da imprensa. As gravuras saíam em preto-e-branco até o século XIX, quando a Europa conheceu as coloridas impressões japonesas. No século XX, a serigrafia foi o meio de reprodução de ícones da cultura popular na pop art. São alguns momentos da exposição.

Como se trata de seis séculos, a montagem da exposição ocupará três pisos no CCBB. No terceiro andar, obras do século XV ao XVII, organizadas em torno de Dürer, Rembrandt e Callot. Equipamentos (prensas e instrumentos) e matrizes da versão portuguesa do manual de gravura em metal de Abraham Bosse (artista francês do século XVII), datado de 1805, serão exibidas numa vitrina.

Ainda no terceiro piso, raridades bibliográficas que mostram o papel da gravura na difusão de informação a partir da mídia impressa: um livro do século XV ilustrado com iluminuras, e um incunábulo (livro contemporâneo às primeiras técnicas de impressão) da mesma época, com xilogravuras. Lado a lado, duas técnicas: a manual, feita por copistas, e o processo de produção em série.

No segundo andar, a mostra se orienta em dois sentidos: de um lado, Goya e o Expressionismo; do outro, Picasso, Morandi, os movimentos abstratos (geométricos e líricos) e a pop art. O primeiro andar é dedicado à gravura brasileira.

Impressões Originais: A Gravura Desde o Século XV – Exposição. Abertura nesta segunda-feira para convidados e nesta terça-feira para o público. No CCBB – r. Álvares Penteado, 112, Centro, São Paulo. Tels.: 3113-3651 e 3113-3652. De ter. a sáb., das 10h às 21h; dom., das 10h às 20h. Entrada Franca. Estacionamento na rua Libero Badaró, próximo à Praça do Patriarca. Até 7/1.

Fonte: Diário Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h28
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