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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
FIM DE SEMANA CULTURAL - RIO DE JANEIRO
Mergulho lírico no universo feminino
"Vida de Boneca" retrata
de forma poética as angústias da vida moderna
Mergulhada
em um clima de realismo fantástico, uma mulher solitária tranca as portas do
teatro e revela ao público um turbilhão de sentimentos, fantasias e angústias.
Com uma taça de vinho nas mãos, repleta de veneno, ela expõe de forma lírica e
cruel os motivos que a levaram a tomar um atitude drástica: dar um fim à própria
vida. Resultado de uma pesquisa de dois anos, a peça Vida de Boneca leva
para o palco do CCBB Rio um universo onde cada gesto transforma-se em um
elemento poético da ação dramática. Fruto do trabalho do grupo Lira Theatral
Mama Tonalona, desenvolvido há sete anos, o texto conta a história de Margarida,
uma mulher que coleciona caixinhas e bonecas; e que tem, como único contato com
o meio exterior, o programa de rádio "Vida de Boneca", uma espécie de
consultório sentimental que recebe cartas de ouvintes com o mesmo perfil da
protagonista.
Escrita
e dirigida pelo autor, diretor e ator Paulo Marcos de Carvalho, a peça conjuga
dois objetos de estudo do grupo, cuja proposta, segundo ele, é estudar a fundo a
dramaturgia e o trabalho do ator no que diz respeito à ação dramática. No currículo da trupe, criada na cidade
de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, estão 15 espetáculos e cerca de 40
prêmios.
"Já
vínhamos fazendo uma pesquisa sobre o universo da mulher, seus relacionamentos
amorosos, sua relação com os filhos. Daí surgiu a idéia de trabalhar esse
universo aliado à dificuldade de comunicação que existe nos dias atuais. Quanto
mais ferramentas aparecem, mas obstáculos surgem. Acreditamos que essa
dificuldade está muito presente no universo feminino, ora de forma velada, ora
de forma explícita. A mulher ainda enfrenta muitas barreiras na hora de expor
seus sentimentos", conta Paulo.
O texto,
segundo o autor, beira o teatro do absurdo, mas se aproxima mais do realismo
fantástico: "A personagem é uma mulher bonita, dona do mundo; que se casa e vira
dona casa; tem filhos e vira dona dos filhos. Aos poucos ela vai perdendo a sua
essência e desenvolve a síndrome do pânico. Até que resolve tomar atitude
radical", completa.
Em cena,
todos os elementos do espetáculo caminham em direção a um mesmo foco: o trabalho
de ator. A trilha sonora composta exclusivamente para o espetáculo pontua e
valoriza as situações trágicas, cômicas e líricas vividas pela personagem,
encenada pela atriz Joice Marino. O cenário e o figurino, construídos em
laboratórios pela própria atriz, se debruçam sobre aspectos do texto que remetem
à memória da personagem e à
situação limite para a qual ela vai sendo arrastada. Como contraponto, a
iluminação delicada e suave retrata o universo de fantasia da personagem,
pontuado de simbolismos.
Vida
de Boneca
De 30 de
setembro a 29 de outubro
Horários:
Quarta a domingo em duas sessões, às 17h e 19h
Centro
Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro
Local:
Teatro III
Endereço:
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Informações:
(21) 3808-2020
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h12
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FIM DE SEMANA CULTURAL - SÃO PAULO
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O baiano e o cearense
Bernardo Scartezini
Dois autores do nordeste aterrissam no CCBB São Paulo. O cearense Emmanuel Nogueira Ribeiro, em 11 de outubro, e o baiano Elísio Lopes Júnior, em 25 de outubro, agitam os dos próximos encontros da série Dramaturgias – Ciclo Novos Talentos. Sob consultoria de Silvana Garcia e direção geral de Neusa Andrade, o projeto – aberto no mês passado – visa apresentar ao público paulistano jovens autores do teatro nacional por meio de leituras dramáticas de textos inéditos.
Neste ano, o projeto Dramaturgias – Ciclo Novos Talentos pautou-se pela diversidade regional que pode ser contemplada, em seu conjunto, como uma pequena janela que se abre para a dramaturgia brasileira, revelando que há sim vida teatral inteligente para além de Ipanema e da Avenida Paulista”, provoca Emmanuel Nogueira.
E qual a importância de uma leitura dramática para o dramaturgo? "Um luxo! É o momento do texto. Morte aos diretores que afirmam categoricamente: Texto de teatro é pretexto! As leituras dramáticas são a nossa vingança”, detona Elísio Lopes, numa risada. “É importante, precisamos trazer a dramaturgia de volta às escolas, às faculdades, as pessoas precisam conhecer gente, gente de carne e osso e gente de papel!”
Emmanuel Nogueira apresentará De braços cruzados numa leitura com os atores Guilherme Santana e Walter Breda. Direção de Hélio Cícero. "Pessoalmente é uma satisfação ser lido em outras paragens, em outros sotaques, em outras praças”, admite Nogueira. “Principalmente sendo De braços cruzados um texto fincado nas veredas nordestinas, mas que aponta pra algo maior, universal, que é o homem diante do homem com seus sonhos, medos e desejos reprimidos. Acho que a leitura vai ser um bom teste para a comunicabilidade desta obra, para saber se ela tem realmente o valor da universalidade.
Febrônio e Indalécio, os personagens deste De braços cruzados, são dois sobreviventes do grupo de Lampião. São homens acuados pelos “macacos” (os soldados no dialeto dos cangaceiros), passando juntos aquela que pode ser a última noite deles.
“A primeira coisa que me veio foi o título, o nome de batismo da obra, que o considero muito significativo. Depois me veio a imagem deste dois cangaceiros numa situação inóspita, periclitante, vivida num lugar ermo. Só então percebi que poderia falar de amor em sua forma sublime, incondicional, platônica”, conta o autor. “Embora eu já tenha nascido em um ambiente habitado pelas novas tecnologias, a marca da tradição oral sempre esteve presente na cultura nordestina e na minha vida familiar, em particular, sobretudo na infância. Era muito comum ouvir na cozinha, no quarto ou na sala de estar da nossa casa histórias de cordel ou mesmo histórias fantásticas sobre a crueldade de Lampião e seu bando. É, portanto, nessa oralidade que repousa minha inspiração e muitas das imagens germinais que guardo comigo e que vieram à tona em De braços cruzados
Emmanuel Nogueira decidiu ser escritor depois de ler Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez, uma decisão que veio num “afã romântico” como ele próprio define. Então resolveu cursar jornalismo, numa tentativa de aprender a escrever. Foi mais feliz quando entrou no curso de dramaturgia do Instituto Dragão do Mar, de Fortaleza. Lá formou o Grupo Peripécias de Dramaturgia e Pesquisa Teatral. Sua primeira peça, A serva, foi escrita entre 1999 e 2000. De lá pra cá, não parou mais.
No teatro da vida
"Sou um péssimo ator”, confessa o espirituoso Elísio Lopes Júnior. “Sempre fui muito criativo nos ensaios, porém terrivelmente torturado em temporadas. Repetir, elaborar a performance, errar a marca, ficar atento à luz, a isso, aquilo... Decididamente esse não era o meu lugar. ao mesmo tempo queria mudar as palavras, reescrevia textos, sugeria caminhos.
Assim o ator Elísio virou o dramaturgo Elísio. Na verdade, eis uma carreira que ele vinha alimentando desde criança. “Comecei criando textos para encenar com vizinhos, com minha irmã. Tenho uma história engraçada. Escrevi um texto a pedido de uma vizinha para um evento da Apae, chamava-se O circo. Ensaiei todo mundo, escolhemos roupas, mas faltava a tinta do palhaço, que era eu. No desespero infantil, peguei umas tintas de minha mãe e rumei para o local do espetáculo. Eu só não sabia o efeito que causava pintar todo o rosto com tinta de tecido. Resultado: queimaduras de primeiro e segundo graus no rosto. Mas valeu a pena, sucesso na vizinhança!”
Um tanto mais experiente, Elísio chega ao CCBB com o texto Os pecados de Vênus. A leitura será feita pela A Peste Companhia Urbana de Teatro, sob direção de Pamela Duncan. A narrativa se desenrola na longínqua Mirante do Sul, onde chega a trupe do ator José Benício. Eles armam com o prefeito local a montagem de uma peça chamada justamente Os pecados de Vênus, apostando no sucesso para a continuidade da companhia.
O jogo é de máscaras”, desvenda Elísio Lopes, atento à metalinguagem em cena. “Se você perceber, o teatro está na vida real, no adultério, no casamento sem amor, nos amores não ditos, omitidos... Tentei mostrar que a dramaturgia da vida é mais perfeita que o drama teatral, sendo que para isso me utilizo do teatro. É a meta da meta-vida.
”Esse foi o primeiro texto para o público adulto que eu escrevi. Comecei trabalhando para crianças, com fábulas modernas, dialogando com as crianças de hoje. Quando escrevi esse texto tinha vinte anos, está fazendo 10 anos agora”, explica o autor. “Curioso que estava de férias, sem máquina, sem computador (que na época era raro ainda) então escrevi todo esse texto à mão, num caderninho que comprei numa venda simples do interior. Foram 20 dias trancado num quarto, um sol, um calor infernal lá fora e eu encantado com meus monstros (personagens). e a idéia nasceu da nossa dificuldade, enquanto artistas artesãos da prima pobre das artes.
Dramaturgias – Ciclo novos talentos Leituras dramáticas de textos de Emmanuel Nogueira Ribeiro e Elísio Lopes Júnior Dias 11 e 25 de outubro, às 20h Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo Local: Teatro Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Informações: (11) 3113-3651 Entrada franca (mediante retirada de senha meia hora antes do evento) E-mail: ccbbsp@bb.com.br |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h09
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FIM DE SEMANA CULTURAL - BRASÍLIA
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A arte além da forma e da sensação
O CCBB Brasília recebe, de 16 de outubro a 7 de janeiro de
2007, a mostra Ascension, a primeira mostra de individual de Anish
Kapoor na América Latina, reunindo dez grandes obras, sob curadoria de
Marcello Dantas. A exposição recebe o nome de uma de suas instigantes
obras realizadas em 2003: uma coluna de vapor em espiral lançada ao teto e
sugada por um equipamento especial a 120 quilômetros de velocidade. Nove outras
obras, algumas inéditas, completam um mundo singular de sensações e efeitos
visuais fascinantes.
Aos 52 anos, Anish Kapoor é considerado um dos ícones entre os
escultores contemporâneos e sua obra, das mais arrojadas. Peças de sua autoria
fazem parte das coleções de arte contemporânea de alguns dos principais museus
do mundo, como na Tate Britain e Tate Modern, em Londres; no Museu
de Arte Moderna de Nova York; no Palacio Velázquez e no Centro de Arte
Reina Sofia, em Madri e no Stedelijk Museum, em Amsterdam.
É de Kapoor a escultura Cloud Gate, peça em alumínio
instalada no Millenium Park de Chicago (EUA), considerada a mais cara
obra de arte em local público assinada por artista vivo. Com custo avaliado em
23 milhões de dólares, é inspirada em gotas de mercúrio: nas curvas da estrutura
o mundo se transforma – seres, carros e arranha-céus... tudo adquire forma nova
e oferece novas sensações.
Conhecido internacionalmente por suas obras tridimensionais que
invadem o espaço físico e psicológico, Anish Kapoor produz esculturas que vão do
pigmento a intervenções site specific – que não pode ser reaproveitada
em outro local. O público tem contato com conceitos como presença e ausência,
estar e não estar, lugar e não-lugar, sólido e intangível, a materialidade do
imaterial.
Esses são conceitos que, segundo o crítico de arte Agnaldo
Farias, são preocupações básicas de Kapoor em sua obra. “A maioria dos meus
trabalhos exige que você os contemple de um ponto de vista específico, de um
determinado lugar. Isso quer dizer que existe um ponto de vista claramente
formal", explica Kapoor
Quem visitar a mostra pode saber que vai ser atingido por
sensações de surpresa e de certa desorientação diante das obras do artista. Elas
não propõem a desmaterialização do objeto. Ao contrário, Kapoor pretende ir além
da materialização do imaterial: "Em meu trabalho, o que é e o que parece ser são
aspectos que, em geral, são confundidos. Na Ascension (a exposição), o
meu interesse não se restringe à idéia de o imaterial tornar-se objeto, que é o
que ocorre com "Ascension" (a obra homônima), onde a fumaça torna-se
coluna. Interessa-me como, ao atravessar aquela passagem, surge a idéia de que
Moisés seguiu uma coluna de fumaça, uma coluna de luz, em direção ao
deserto", explica Kapoor.
Anish
Kapoor se propõe a produzir objetos e instalações que pareçam importados “de
outro mundo”. O imaterial tornado objeto paira entre a geometria pura. O
envolvimento de cada espectador transforma os espaços internos e externos das
peças e é a experiência individual que, em última instância, dá vida à
obra.
Anish
Kapoor - Ascension
De
16 de outubro a 7 de janeiro Centro Cultural Banco do Brasil –
Brasília Endereço: SCES Trecho 2, lote 22 – Brasília/DF Informações: (61)
3310-7081
Entrada
franca |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h06
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GREVE NO BNDES
Funcionários do BNDES fazem
greve
Os funcionários do BNDES iniciaram ontem uma greve para protestar contra a
proposta de reajuste apresentada pela direção do banco, de 3,84%. Como ontem não
foi feita nova oferta, os trabalhadores decidiram que a paralisação continua
hoje.
Os empregados pleiteavam reajuste de 20% e abono de 1,5 salário. Além do
aumento de 3,84%, a administração ofereceu abono de meio salário. Diante da
recusa dos funcionários, a direção do BNDES passou o dia de ontem reunida.
Os líderes do movimento esperam que a administração do banco apresente uma
nova proposta até as 11h de hoje.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h47
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CAMPNHA SALARIAL
BB assina a Convenção Coletiva
e PLR
O Banco do Brasil assinou ontem, dia 18, a Convenção Coletiva de Trabalho dos
bancários. Assim, todas as cláusulas acordadas com a Fenaban serão cumpridas
integralmente pelo BB, o que melhora vários benefícios como o auxílio-creche ou
babá, a ajuda de deslocamento noturno, desconto do vale-transporte, gratificação
de função, gratificação de compensador de cheques e ausências
legais. Com o fechamento da Convenção Coletiva e a assinatura, no
mesmo dia, do acordo da Participação nos Lucros e Resultados, os bancários do BB
recebem a PLR nesta sexta-feira. O benefício prevê a distribuição de 95% do
salário do escriturário ou caixa (E6), ou do VR (valor de referência) dos
comissionados, mais R$ 412,00 de parcela fixa e a distribuição linear de 4% do
lucro líquido, no valor de R$ 1.814,49 para cada funcionário. O
Banco do Brasil também aceitou a reivindicação dos bancários e vai pagar o
módulo acordo de trabalho (ACT) proporcional para as agências que não o
cumpriram integralmente. O valor total do módulo será pago para as agências que
atingirem os 400 pontos do ACT e proporcional para as agências que garantirem no
mínimo 325,5 pontos.
Além disso, nenhum dia da greve será descontado dos bancários. O BB vai
devolver o dinheiro nesta sexta-feira, dia 20.
Fonte: Agência Anabb/Contraf
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h49
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BB E CEF: PARCERIA
BB e CEF lançam
consulta pública para data center
O Consórcio Datacenter, formado
por Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, lançou em Brasília consulta
pública para apresentação do projeto de construção do centro de dados que será
compartilhado pelas duas instituições. A partir de agora, o Consórcio Datacenter
passa a colher junto ao mercado contribuições que aumentem a viabilidade
econômico-financeira e técnico-operacional do empreendimento, que será erguido
no Distrito Federal em regime de co-location.
O Comitê Gestor de Parcerias do governo federal autorizou a publicação de
consulta pública para contratação de Parceria Público-Privada na modalidade de
concessão administrativa. Com previsão de investimentos de recursos da ordem de
300 milhões de reais para sua construção, o novo datacenter deve garantir alta
disponibilidade e a continuidade dos negócios dos dois bancos, mesmo em casos de
desastres.
O Datacenter proporcionará, ainda, a expansão da infra-estrutura de TI e a
redução imediata de riscos operacionais, atendendo às normas Basiléia II e
Surbanes Oxley. Para esclarecer eventuais dúvidas e prestar informações acerca
do empreendimento, executivos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal
realizarão no dia 30 de outubro, em Brasília, na sede do BB, apresentação
pública do projeto. O período para o recebimento de sugestões se encerra no dia
13 de novembro, após audiência aberta ao público, que acontecerá na sede da CEF.
Somente depois de analisadas todas as contribuições é que o consórcio Datacenter
publicará o edital de contratação.
O projeto para a construção do datacenter originou-se no Banco do Brasil, que
identificou a necessidade de 4 200 metros quadrados de área de piso elevado para
hospedar sua infra-estrutura de TI. Com o objetivo de obter ganho de escala no
processo e um valor de custo por metro quadrado mais favorável, foram contatados
órgãos e autarquias estabelecidas em Brasília que, pelo porte e similaridade
operacional, teriam interesse em ser parceiros do empreendimento.
O processo de consulta pública estará aberto das 8 horas do dia 11/10 às 18
horas do dia 13/11. A documentação está nos sites do BB e da CEF (www.bb.com.br
e www.caixa.com.br)
Fonte: Info Corporate
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h47
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PRIVATIZAÇÃO DO BB?
CLÓVIS
ROSSI
Uma falsa questão
SÃO PAULO - Não houve, desde o voto de 1º de outubro, nenhum fato novo
a favor de Lula capaz de explicar o salto de 7 pontos a seu favor, nas urnas,
para os 20 pontos da mais recente pesquisa.
Todas as bondades de seu governo (algumas reais, outras pura propaganda) já
haviam sido expostas à exaustão. Logo, parece razoável atribuir o salto a uma
queda de Geraldo Alckmin, sobre cuja candidatura, aí, sim, incidiu um dado novo:
a campanha adversária colou nele (e no tucanato em geral) o rótulo de
"privatista".
Privatizações não gozam de boa imagem não só no Brasil mas no conjunto da
América Latina, conforme mostraram pesquisas do "Latinobarômetro", que faz a
medida mais conceituada do humor do subcontinente.
Se essa percepção é correta, o centro do debate eleitoral estará girando em
torno de uma falsa questão. Não há demanda pela privatização do que restou
(basicamente Petrobras, Banco do Brasil, Caixa e Correios). Não
há demanda porque são empresas lucrativas, que, ao contrário de estatais
privatizadas antes, não sangram o Tesouro.
Além disso, é óbvio que a privatização ou a manutenção das quatro jóias
restantes da coroa do Estado brasileiro não afeta, a não ser talvez
marginalmente, o problema central, que é crescimento com menos desigualdade,
menos miséria e mais segurança.
O crescimento foi pífio com essas empresas todas em mãos do Estado, e a
desigualdade manteve-se obscena. Se a miséria caiu (pouco, mas caiu) foi,
primeiro, pelo controle da inflação e, depois, por programas tipo Bolsa Família.
Idênticos problemas se mantiveram depois da privatização das teles,
siderurgia etc. Se teria sido melhor ou pior de outra forma é impossível saber.
Tudo somado, tem-se que a campanha não forneceu indícios de como se vai desatar
o nó brasileiro.
rossi@uol.com.br
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h28
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PRESIDENCIÁVEIS NA ANABB
Em Brasília, Alckmin volta a negar privatizações
Em debate promovido por associação de servidores do Banco do Brasil, candidato tucano promete estimular geração de empregos
Gustavo Tourinho, do G1, em Brasília
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, voltou a desmentir, em debate promovido pela Associação dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb), nesta tarde, em Brasília, a intenção de privatizar empresas públicas, como os Correios, a Petrobras, a Caixa Econômica Federal e o próprio Banco do Brasil. O candidato chegou a vestir uma jaqueta com a logomarca das quatro empresas.
“Isso (a privatização) nunca existiu. Meu plano de governo tem 216 páginas e em nenhuma delas isso está escrito. O Lula, ao contrário, privatizou dois bancos estaduais em sua gestão, os bancos estaduais do Maranhão e do Ceará”, afirmou o tucano, fazendo questão de ressaltar que uma das prioridades de seu governo será a valorização dos funcionários públicos.
No mesmo encontro, que terminou por volta das 16h50, o tucano reiterou o compromisso com as áreas de saúde, educação e segurança pública, e frisou que o caminho para melhorá-las é investir na geração de empregos. “O que falta ao Brasil é um aumento dos investimentos. O governo atual perdeu sua capacidade de investir e, com isso, quem saiu mais prejudicado foi a população mais pobre. Eu vou reverter essa situação."
Para Alckmin, a perda de capacidade de investimendo do governo Federal é resultado de uma carga tributária injusta, de uma taxa de juros elevada e da desvalorização superficial do dólar. "Precisamos melhorar a qualidade do gasto público", declarou. Em sua opinião, o primeiro caminho para isso é não partidarizar as instituições. "O estado brasileiro não é de um partido só, mas do povo. O mesmo ocorre com as empresas públicas, como o Banco do Brasil."
Lula também foi convidado pela Anabb para participar de um debate na sede da associação, que possui mais de cem mil associados. Até agora, no entanto, não há confirmação de quando isso ocorrerá - ou se ocorrerá algum dia.
Debate na tevê Perguntado se manterá o tom agressivo, usado no debate promovido pela TV Bandeirantes no último dia 08, no encontro desta quinta, no SBT, Alckmin foi taxativo: "Não houve agressão alguma. Apenas falei com firmeza sobre os problemas que interessam ao povo brasileiro. Agi daquela maneira por respeito ao eleitor."
Outro tema que deve entrar na pauta do debate desta quinta é aquilo que Alckmin classifica por "divisão do país", criada pela campanha do presidente-candidato Lula. Segundo o tucano, ao duividir o país entre pobres e ricos, Lula está dividindo o país ao meio.
Produtores rurais Alckmin foi para a Anabb depois do encontro que teve com produtores rurais do Mato Grosso (MT) em seu comitê de campanha, a 10 quilõmetros do centro de Brasília. Lá, o candidato recebeu uma pauta de reivindicações da categoria. Mesmo sem divulgar o conteúdo à imprensa, afirmou que cumprirá todos os itens, caso seja eleito.
Ao comitê e à Anabb, estiveram presentes para dar apoio ao tucano muitos figurões do PSDB e do PFL, como os deputados Sílvio Torres (PSDB-SP), Roberto Freire (PPS-PE) e o federal recém-eleito Augusto Carvalho (PPS-DF), e o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
O candidato tucano embarcou por volta das 17h30 para São Paulo, onde terá um encontro com sindicalistas ainda nesta noite.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h30
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PRESIDENCIÁVEIS NA ANABB
Alckmin no Banco do Brasil veste camisa de
estatais
Depois de
rejeitar, mais uma vez, a acusação do PT de que promoveria privatização de
estatais caso eleito, o candidato da coligação PSDB-PFL à presidência da
República, Geraldo Alckmin, vestiu, literalmente, a camisa do Banco do Brasil,
em palestra na Associação Nacional dos Funcionários do BB
(Anabb), em Brasília. Além disso, Alckmin usou uma jaqueta bege
com os símbolos das estatais Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás
e Correios.
Em entrevista, depois de palestra aos funcionários do BB,
Alckmin afirmou: "Não vamos vender nenhuma estatal, não vamos privatizar nada."
O candidato disse que quer ser "o presidente do bicentenário do Banco do
Brasil", que será comemorado em 2008. Ele afirmou que o BB e a Caixa são
"instrumentos de desenvolvimento" do País, que podem ajudar o País a crescer
mais.
Para Alckmin, é preciso fortalecer a profissionalização dessas
estatais, evitando sua partidarização. "Essas instituições são da sociedade
brasileira, não do PT." Apesar de negar a intenção de privatizar estatais,
Alckmin defendeu as privatizações feitas no governo Fernando Henrique Cardoso
(PSDB). Citou como exemplo a privatização do sistema Telebrás, que, segundo ele,
gerou investimentos de R$ 100 bilhões, fazendo com que a população tivesse
acesso mais fácil a linhas telefônicas.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h27
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PRESIDENCIÁVEIS NA ANABB
Alckmin nega que haverá
privatização do BB se for eleito presidente da
República
Em encontro realizado na tarde desta quarta-feira (18/10),
pela Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil
(ANABB), o candidato da coligação PSDB/PFL, Geraldo Alckmin,
negou o boato que irá privatizar o Banco do Brasil e outras empresas
públicas e estatais, se for eleito presidente da República. “O meu programa de
governo tem 216 páginas e 30 capítulos. Não tem uma linha que trate de
privatização do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, dos Correios, da
Petrobras”, afirmou.
Alckmin disse ainda que durante a sua gestão no
governo de São Paulo e como vice-governador de Mário Covas, não houve
privatização do banco estadual de São Paulo. “São Paulo é um dos poucos estados
que tem banco público, a Nossa Caixa. Não privatizados, fortalecemos a Nossa
Caixa. Abrimos capital, a empresa cresceu, hoje é um banco forte”, garantiu.
Na abertura do encontro, o diretor Administrativo e Financeiro, Willian José
Alves Bento, disse que eventos dessa natureza são tradição na ANABB, nos
períodos eleitorais, como ocorreu nas eleições de 1994.
Participaram do encontro, a diretoria executiva da ANABB, conselheiros
deliberativos e fiscais, diretores estaduais da Associação, representantes do
Banco do Brasil, Contraf-CUT, Contec, Cooperforte, Fenabb, Afabb, entre outras
entidades ligadas ao BB, além veículos de comunicação de todo o país.
O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT, PCdo B/PRB) também foi convidado,
no dia 6 de outubro, para expor suas propostas sobre o mesmo tema. No entanto,
ainda não foi confirmada sua presença. Se confirmado, o encontro também
acontecerá na sede da ANABB, em dia e horários a serem divulgados posteriormente
e o candidato terá o mesmo tempo para apresentar suas propostas.
Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h23
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PRESIDENCIÁVEIS NA ANABB
Alckmin promete a funcionários não privatizar BB
Segundo ele, não há nenhuma menção em seu programa de governo à venda de estatais como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras
Fabio Graner e Cida Fontes
BRASÍLIA - O candidato da coligação PSDB-PFL, Geraldo Alckmin, prometeu nesta quarta-feira a funcionários do Banco do Brasil, em Brasília, que não privatizará a instituição. Dizendo-se até constrangido por ter de desmentir um boato, Alckmin enfatizou que, em seu programa de governo, não há nenhuma menção à intenção de vender estatais como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras. "Meu programa de governo tem 216 páginas. Não há nenhuma linha tratando de privatização da Caixa, do BB ou da Petrobras", disse.
Para fortalecer a sua argumentação, Alckmin disse que sua gestão em São Paulo fortaleceu a Nossa Caixa, banco pertencente ao Estado de São Paulo. "São Paulo é um dos poucos estados, que tem um banco estatal. Nós não privatizamos a Nossa Caixa, pelo contrário, nós a fortalecemos. Ela estava no redesconto do Banco Central e foi totalmente recuperada", disse o tucano.
Alckmin tentou associar o presidente Lula, candidato à reeleição, à privatização de bancos. "O meu adversário é que privatizou. Ele vendeu o Banco do Estado do Maranhão e o Banco do Estado do Ceará", afirmou. O tucano assumiu o compromisso de profissionalizar a gestão das estatais, não permitindo o aparelhamento das empresas públicas.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h34
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DIREITOS TRABALHISTAS
TST confirma decisão do TRT-PB sobre transferências no BB
A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho confirmou, por unanimidade, a validade de decisão regional que restringiu a possibilidade do Banco do Brasil impor transferência a seus empregados. O julgamento do TST sobre o tema resultou na negativa de recurso de revista da instituição financeira e na manutenção de acórdão firmado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (Paraíba), favorável ao autor do processo, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Campina Grande e Região.
O primeiro tema do recurso examinado pelo TST foi o da legitimidade da entidade sindical para propor a ação em nome dos empregados do BB na cidade paraibana e suas proximidades. “A substituição processual pelo sindicato profissional é legítima e, neste caso, trata-se de direitos individuais homogêneos”, registrou o relator da questão, o ministro Renato de Lacerda Paiva.
Segundo o Banco do Brasil, a legitimidade para a substituição processual não poderia ter sido reconhecida pelo TRT paraibano, uma vez que não existe previsão legal que autorize a substituição processual para demandas como a examinada: declaração da abusividade das transferências de locais de trabalho. A decisão regional teria violado a norma constitucional que prevê a possibilidade de atuação judicial dos sindicatos na defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria.
O relator afastou este argumento após frisar que a solução adotada no processo pelo Tribunal Regional coincidiu com o posicionamento do Supremo Tribunal Federal e do TST sobre o tema. Segundo os dois órgãos, a legitimidade do sindicato para a substituição processual é ampla.
O BB sustentou que, embora esteja incluído na administração pública indireta, sujeita-se ao regime próprio das empresas privadas, dispensando aos empregados o mesmo tratamento destas empresas, inclusive quanto às regras de transferência de locais de trabalho. Também alegou que as transferências decorreram da necessidade de remanejamento de pessoal, provocada pela implantação de plano de demissão voluntária (PDV).
A Segunda Turma decidiu manter esse outro ponto da decisão regional, que afirmou a obrigatoriedade da comprovação da necessidade de serviço para que a transferência seja considerada válida, sob pena de caracterizar-se como medida abusiva. O TRT-PB destacou que a CLT disciplina o tema e estabelece a transferência como exceção, e não regra, exceto para ocupantes de cargos comissionados e para aqueles cujos contratos tenham a transferência como condição implícita ou explícita.
Renato Paiva observou que os autos não indicaram que os trabalhadores afetados pelas transferências ocupassem cargos de confiança nem que seus contratos tivessem cláusula expressa de transferência.
A decisão do TST citou, ainda, a argumentação do TRT-PB sobre a eventual necessidade do Banco do Brasil de remanejar os empregados locais. “É indiscutível que essa necessidade também existe em Campina Grande, fato público e notório, evidenciado nas quilométricas filas que infernizam a vida dos clientes, nas agências daquela cidade”, registrou o TRT paraibano.
Fonte: Paraíba.com.br
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h33
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CIÊNCIA NO CCBB DE BRASÍLIA
Mostra Ver Ciência deste ano aposta na
criatividade e na inovação
A 12ª edição da Ver Ciência 2006 – Mostra Internacional de
Ciência na TV terá início nesta terça-feira no Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB) de Brasília. O tema deste ano é Criatividade e Inovação em Ciência
e Tecnologia.
Esta edição do Ver Ciência conta com produções de 16
países. São 45 programas de TV que estarão divididos em seis sessões: Sessão
Espaço Aberto: Ciência e Tecnologia, em homenagem ao programa da GloboNews;
Sessão Imagem e Ciência Internacional, com os vídeos apresentados no
Festival da França; Sessão BBC, com documentários da TV inglesa;
Sessão Ciência Brasil, trazendo produções nacionais; Sessões
Especiais, com vídeos do Japão, França, Dinamarca, Argentina e Áustria; e a
Sessão Santos Dumont, em comemoração ao centenário do vôo do
14-Bis.
Um dos destaques da programação é Segredos dos Sexos,
produzido pela BBC, no qual um grupo de cientistas discute a influência da
bioquímica nas relações amorosas e na atração sexual entre homens e mulheres. Já
em Quem tem Medo de Bebês sob Encomenda? e Resfriamento x
Aquecimento Global, questões éticas e ecológicas entram na
pauta.
Programação
Dia 17 de outubro
(Terça-feira)
16h30 – Deep Impact, Rota de Colisão e
Hidrogênio, Energia do Futuro 18h – Mundo da Ciência: Lentes de
Contato, Pára-raios e Casa do Futuro 19h30 – Mundo
da Ciência: Telefone, Lápis e Airbus x Boeing 21h –
Homem no Espaço: a Preparação de um Astronauta e O Bom Jeitinho
Brasileiro: Tião e a Física
Dia 18 de outubro
(Quarta-feira)
16h30 – Do Sonho aos Ares e 100%
Brasil: Ciência e Tecnologia 18h – Mundo da Ciência:
Telescópio, Meteorologia e Obesidade, Uma Questão de
Peso 19h30 – Espaço Aberto: Nanotecnologia, o Mundo Invisível,
Cirurgia Videogame e Globo Ciência: a Cidade e a Moda 21h –
Repórter Eco: Telha de Papel, Forro de Caixa de Leite e
Guerra dos Chipes
Dia 19 de outubro
(Quinta-feira)
16h30 – Missão Centenário e Uma
Guerra Contra a Ciência 18h – Por Ares Nunca Dantes Navegados e
Segredos dos Sexos 19h30 – Cenas do Século e A Verdade
Sobre os Dinossauros Assassinos 21h – Santos Dumont e Quem
Tem medo dos Bebês sob Encomenda?
Dia 20 de outubro
(Sexta-feira)
18h – Bebê-rinoceronte de Proveta e
Encontros com a Mídia: um Laptop em Cada Escola 19h30 –
Científicos, Indústria Argentina: Nanotecnologia, Globo Ecologia:
Consumo Responsável e Não Tem Mistério: o Maior Viaduto do
Mundo 21h – Mundo da Ciência: Eletrocardiógrafo/sono e
Santos Dumont: uma Vida Não se Conta em uma
Hora
Dia 21 de outubro (Sábado)
18h
– Cenas do Século, Rir, um Poderoso Remédio e Ciência na
Páscoa 19h – Nascentes do Amazonas e Face a Face com Nossos
Ancestrais 21h – Ciência em Quadro e Revolução dos
Ciborgues
Dia 22 de outubro (Domingo) 18h –
Índios Yaualapitis e Ciência em Revista: Luz, Muita
Luz! 19h – Mundo da Ciência: Lente de Contato, Pára-raios e
Eliica e O Super-carro Elétrico 21h – Cozinha
Solar e Teste seu Animal de Estimação
Mostra Ver
Ciência - De 17 a 22 de outubro, de terça a
sexta-feira. No CCBB (SCES trecho 02, lote 22).
Entrada franca mediante apresentação de ingressos distribuídos com
antecedência de 60 minutos. Informações: 3310-7087.
Fonte: ClicaBrasília
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h27
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CAMPANHA SALARIAL
Fim da greve em todo o país
A greve dos bancários está suspensa em todo o país. O atendimento nos bancos já tinha voltado ao normal na semana passada em mais de 20 estados. Nesse fim de semana, Bahia e Pernambuco também decidiram em assembléia pelo encerramento das paralisações. Apenas o Acre marcou assembléia para hoje (16/10), na qual provavelmente também decidirá pelo fim da greve. Alguns estados permanecem com atendimentos de bancos regionais paralisado, mas apenas em situações pontuais.
Os bancários aceitaram a proposta da Fenaban de 3,5% de reajuste. No caso do Banco do Brasil, a proposta de Participação nos Lucros e Resultados foi 75% maior do que a PLR oferecida no último ano e os bancários aceitaram fechar o acordo mesmo com a indicação da contec de que recusassem a proposta. É que a maior parte do aumento oferecido na proposta do BB fica na parte variável da PLR, não sendo igual para todos. Mesmo contra, a Confederação tem uma reunião agendada com o Banco do Brasil para esta segunda-feira, às 15h, em Brasília, na qual deve assinar o acordo. A Contraf ainda não marcou reunião com o Banco.
Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h44
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TRABALHO & PREVIDÊNCIA: ENCONTRO MARCADO COM NOVAS REFORMAS
Do Blog do jornalista Josias de Souza:
Favorito na corrida presidencial, Lula mantém em segredo um lote de providências e planos que seus ministros e auxiliares consideram incontornáveis num eventual segundo mandato. São temas que, por impopulares, não freqüentam os palanques e a propaganda eletrônica do candidato. A agenda secreta de Lula inclui cortes nos gastos públicos e o envio ao Congresso de propostas de reforma da Previdência e da legislação trabalhista.
O blog conversou com dois ministros de Lula a respeito dos temas que vêm sendo escamoteados na campanha eleitoral. Falaram sob a condição do anonimato. Disseram que, internamente, as providências vêm sendo consideradas há meses. Os cortes no orçamento público são vistos como inevitáveis no próximo ano.
As mudanças na Previdência e nas leis que regem as relações entre empregadores e empregados compõem o que o governo chama de “novo ciclo de reformas”. Reformas que, a depender da vontade de Lula, serão negociadas num amplo entendimento com os partidos de oposição.
Um dos ministros informou que os cortes de gastos são necessários inclusive para compensar novas despesas que foram criadas neste ano eleitoral. Só no primeiro semestre, informou o auxiliar do presidente, as despesas do governo cresceram 14%. Acima da arrecadação de tributos, que aumentou 11%.
A defasagem entre os dois percentuais fez cair de 4,18% do PIB para 3,87% o superávit primário, a economia que o governo é obrigado a fazer para pagar a dívida pública. “Os cortes são inevitáveis para que a gente possa aumentar os investimentos em infra-estrutura sem comprometer o equilíbrio fiscal”, disse o auxiliar de Lula. “São necessários também para que se possa manter o pagamento de benefícios sociais como o Bolsa Família, dos quais o presidente não abre mão.”
Quanto às reformas, o seu formato final ainda não foi fechado. Há detalhes sobre os quais ainda não há consenso. Alguns deles, se explicitados publicamente, decerto afugentariam eleitores. Na discussão previdenciária, por exemplo, desde a hipótese de fixação de uma idade mínima para a aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada e até a reformulação do sistema de benefícios do setor público.
Pelas regras atuais, só se exige idade mínima para a concessão de aposentadorias dos servidores públicos: 60 anos para os homens e 55 anos para as mulheres. Do trabalhador do setor privado, exige-se apenas um tempo mínimo de contribuição: 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres.
A reforma trabalhista inclui aspectos ainda mais controversos. Um dos ministros que conversaram com o blog disse que há concordância no governo em relação à tese de que é necessário diminuir a informalidade no emprego.
A divergência surge no instante em que o debate avança para a forma de estimular o incremento dos contratos com carteira assinada. Parte da equipe econômica de Lula acha que basta “desonerar” a folha de salários, eliminando taxas e contribuições exigidas do empregador. Outra parte da equipe defende a “flexibilização” de direitos trabalhistas. Mesmo falando em reserva, o ministro esquivou-se de dizer que tipo de benefício os advogados da tesoura avaliam que poderia ser cortado.
Embora ainda não tenha produzido consensos, o debate distancia-se dos desejos do PT e aproxima-se dos anseios do grupo de empresários que manifestou apoio a Lula. Em entrevista publicada aqui no blog no início de julho, Lawrence Pih, dono do Moinho Pacífico, comentara: “É importante desonerar a folha. As contribuições sociais chegam a quase 100% dos salários. Temos também que flexibilizar a legislação. O mundo está mudando e o Brasil precisa acompanhar”.
O esconde-esconde eleitoral vem sonegando ao eleitor a discussão de assuntos que interessam diretamente ao seu cotidiano. A prática não é exclusividade da campanha de Lula. Na semana passada, o economista Yoshiaki Nakano, um dos autores do programa de Geraldo Alckmin, ousou prever corte de gastos num eventual governo tucano. O candidato apressou-se em desautorizá-lo: “Não vai cortar. Isso não consta do meu programa”.
Consta, sim. Está escrito: "O governo não pode gastar mais do que arrecada”. Ou ainda: “Esse programa visa a criar condições para zerar o déficit nominal, com corte de despesas correntes dos governos, incluindo juros, da ordem de 4,4% do PIB no decorrer do próximo mandato".
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h21
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A FARRA DOS BANCOS
Dez bancos concentram 85% do crédito no
Brasil
Volume de financiamento cresceu 77% entre 2002 e 2006, mas taxas
continuam altas
Empréstimos concedidos pelos líderes de mercado representavam 73,89%
do total em 2002; opções para os devedores diminuíram
NEY HAYASHI DA CRUZ DA SUCURSAL DE
BRASÍLIA
A expansão do crédito ocorrida nos últimos anos
intensificou o movimento de concentração do setor bancário brasileiro. De cada
R$ 100 em empréstimos concedidos, R$ 84,79 estão nas mãos dos dez maiores bancos
do país, segundo informações levantadas pelo Banco Central a partir de balanços
do primeiro semestre.
O grau de concentração desse mercado tem subido constantemente de 2002 para
cá. Há quatro anos, os dez maiores bancos do país possuíam 73,89% do total de
empréstimos concedidos.
Nesse período, o volume de crédito oferecido pelos bancos -exceto bancos de
desenvolvimento, como o BNDES, e financeiras- cresceu 76,8%.
Os números mostram que, com o passar dos anos, tem sido cada vez menor a
quantidade de opções para quem precisa de financiamento. Não há consenso, porém,
sobre o impacto que essa concentração tem sobre a concorrência entre os
bancos.
Para Edson Carminatti, analista financeiro do Inepad (Instituto de Ensino e
Pesquisa em Administração), a concentração é uma tendência observada em vários
países, mas, no Brasil, esse movimento é um obstáculo à concorrência, o que
acaba afetando as taxas de juros e as tarifas praticadas.
"Concorrência, no Brasil, não existe. As taxas de juros cobradas no mercado,
as tarifas, os pacotes de benefícios, são sempre muito parecidos [de um banco
para o outro]", afirma o especialista.
De acordo com Carminatti, o mercado brasileiro ainda é muito pequeno e tem
crescido de forma razoavelmente acelerada. Isso significa que os bancos são
capazes de conseguir, a cada ano, um número grande de novos clientes sem
precisar reduzir os juros para enfrentar a concorrência. "Na Europa, um banco
não cresce sem tirar mercado de outro. No Brasil, isso é diferente", diz.
Em junho de 2002, as operações de crédito efetuadas pelo sistema financeiro
equivaliam a 27,1% do PIB. Em junho deste ano, essa proporção chegou a 32,5%,
sendo que em outros países emergentes esse número pode chegar a 70%.
Apesar da expansão do volume de crédito, o chamado "spread" bancário ficou
praticamente inalterado nesse período. "Spread" é a diferença entre os juros
pagos pelos bancos para captar dinheiro no mercado e as taxas cobradas nos
empréstimos a clientes.
Segundo o BC, esse "spread" era de 26,9 pontos percentuais em junho de 2002 e
estava em 28,0 pontos em junho passado.
Estudo feito por dois técnicos do BC, por sua vez, contesta a idéia de que a
concentração bancária seja um fator que favoreça a manutenção do "spread" em
níveis elevados.
Fatia maior, taxa menor Trabalho feito por
Fernando Bignotto e Eduardo Rodrigues, funcionários do Departamento de Estudos e
Pesquisas do BC, aponta outras causas para os altos "spreads" praticados no
país. A partir de análises estatísticas feitas sobre o desempenho do setor
bancário, os pesquisadores afirmam ter encontrado sinais de que, quanto maior a
fatia de mercado de um banco, menores as taxas praticadas por ele.
"O fato de os bancos que possuem uma carteira de crédito grande em relação ao
total de crédito da economia cobrarem um diferencial de taxas menor pode ser
reflexo de ganhos de escala", diz o estudo.
Em outras palavras, bancos que tenham maior participação no mercado são
capazes de diluir seus custos operacionais em um volume maior de empréstimos, o
que lhes permitiria cobrar taxas mais baixas nos seus empréstimos.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h56
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A FARRA DOS BANCOS
Número de instituições financeiras cai 30% desde 96
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A privatização dos bancos estaduais, aliada a iniciativas como o Proer, ajudou a reduzir em quase 30% o número de instituições financeiras que atuam no país. Nos últimos dez anos, cerca de 40 bancos "desapareceram" do mercado brasileiro -muitos quebraram ou foram comprados pela concorrência.
Em junho de 1996, instituições como Bamerindus, Banerj e Banespa ainda figuravam entre os líderes do setor. Naquela ocasião, os bancos com as dez maiores carteiras de crédito do mercado respondiam por 77,6% dos empréstimos concedidos pelo sistema financeiro.
O Bamerindus acabou sendo incluído no Proer e teve parte de seus ativos vendida para o HSBC em 1997, mesmo ano da privatização do Banerj -vendido para o Itaú. O Banespa foi comprado pelo Santander em 2000.
Para Edson Carminatti, do Inepad (Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração), o processo de privatização foi conduzido de forma a aumentar a concentração do mercado bancário.
O analista cita como contraponto o setor financeiro dos EUA, onde é muito forte a atuação de bancos regionais -papel que poderia ser desempenhado, no Brasil, pelos bancos estaduais.
Por causa dos vários programas de socorro a bancos públicos e privados, as estatísticas sobre crédito no Brasil são um pouco distorcidas, principalmente de 2001 para trás. Naquele ano foi feito o último pacote de ajuda oficial ao setor, desenhado para atender os bancos federais.
O socorro significou a transferência, para o Tesouro Nacional, de cerca de R$ 50 bilhões em créditos podres que estavam nas mãos dos bancos federais (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste). Como conseqüência, esse valor deixou de aparecer nos balanços dessas instituições.
Esse encolhimento da carteira dos bancos federais ajudou a diminuir a concentração das operações de crédito. Em junho de 2002, as dez maiores instituições do mercado estavam com 73,9% do total de financiamentos, mas essa proporção voltou a subir nos anos que se seguiram.
Para compensar a redução no número de bancos operando no país, houve, nos últimos anos, um crescimento na quantidade de cooperativas de crédito que operam no país. Em 1996, existiam 568 dessas cooperativas, que respondiam por R$ 3,755 bilhões em empréstimos.
Em junho passado, as cooperativas já eram 1.419, e a carteira de crédito administrada por elas somava R$ 10,905 bilhões.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h54
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PRIVATIZAÇÃO DO BB?
Em carta ao PDT, Alckmin se compromete a não
privatizar
CATIA SEABRA da Folha de S.Paulo
Chamado
diariamente de privatista pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato
do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, enviou ao PDT uma carta em que se
compromete com a manutenção da Petrobras, do Banco do Brasil,
da Caixa Econômica Federal e da Empresa de Correios e Telégrafos "sob controle
estatal".
Alckmin negou, porém, que seja uma resposta ao adversário, que,
no segundo turno, investe na estratégia de rotulá-lo como privatista. "Não levo
muito a sério. O Lula não tem compromisso com a verdade."
O documento foi
enviado na terça-feira, mas só foi incluído no site do PDT depois de Lula também
se comprometer, ainda que genericamente, com as reivindicações do partido, na
quarta-feira.
"Meu governo manterá sob controle estatal e estimulará os
papéis estratégicos que cumprem a Petrobras, o Banco do Brasil,
a Caixa Econômica Federal e os Correios", diz a carta de Alckmin.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h33
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O BB E O ESCÂNDALO DO DOSSIÊ
Da coluna do jornalista Claudio Humberto:
Fundação BB na mira
A Polícia Federal investiga várias pistas da origem do dinheiro apreendido com petistas da gangue do dossiê, e uma delas leva à ONG Unitrabalho, de Jorge Lorenzetti. A ONG do amigo e churrasqueiro do presidente Lula mantém convênio de repasses de R$ 5,4 milhões com a Fundação Banco do Brasil, que, às vésperas da prisão da gangue, recebeu R$ 3,4 milhões do Ministério do Trabalho – onde atuava Oswaldo Bargas, outro acusado. O presidente da Fundação Banco do Brasil é um petista histórico, Jacques Penna, que já presidiu o Sindicato dos Bancários de Brasília.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h29
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