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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
O MICROCRÉDITO PREMIADO
Comentário do BBlog: Desde ontem, tão logo foi divulgada a notícia da concessão do Prêmio Nobel da Paz, que este BBlog vem repercutindo a notícia por acreditar que o microcrédito produtivo - e não o assistencialismo ou crédito para consumo - pode ser um instrumento libertador da pobreza e um elemento de resgate da dignidade dos cidadãos excluídos.
Para saber mais, leia notas postadas no dia de ontem ou clique na seção opinião, na coluna da esquerda do BBlog.
O recado: não é a caridade que elimina a pobreza
Nobel premiou iniciativa que gera progresso sem assistencialismo
Jamil Chade
Num mundo em que mais de 2 bilhões de pessoas sobrevivem com menos de US$ 2 por dia, o número de desempregados - 195 milhões - é recorde e a expectativa de vida cai em muitos países, o Comitê do Prêmio Nobel deu um claro sinal político de que o combate à pobreza é fundamental para garantir a paz. E, ao premiar o economista Muhamad Yunus, sinalizou que o combate eficiente não se dá por meio de assistencialismo ou doações, mas de geração de produtividade, incorporação dos excluídos à economia e criação de postos de trabalho.
No comunicado divulgado ontem, o comitê enfatiza que o trabalho do economista e do Banco Grameen cria condições para que populações inteiras saiam da pobreza. 'Yunus mostrou que até os mais pobres podem trabalhar para gerar seu próprio desenvolvimento', diz o texto, que destacou também que o microcrédito é uma 'força libertadora nas sociedades'.
Avaliação semelhante foi feita pelo economista Frank Grozel, chefe do departamento de microcrédito da Unctad (órgão da ONU responsável por comércio e desenvolvimento), ao comentar a premiação: 'Não há segredo. Hoje, estima-se que 500 milhões de pessoas poderiam se beneficiar do microcrédito para iniciar seus empreendimentos, por mais simples que sejam. Se tiverem acesso a crédito, poderão sustentar sozinhas suas famílias. Isso significa que 3 bilhões de pessoas - metade da população mundial - seriam beneficiadas, e sem nenhum assistencialismo', disse.
Para a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a exclusão de certas populações dos benefícios da economia internacional alimenta muitos conflitos mundiais. A exclusão dos jovens, além disso, estimula a criminalidade nas grandes cidades e até mesmo o terrorismo. 'Yunus dedicou toda uma vida a dar crédito a quem merece crédito: milhões de homens e mulheres lutando por oportunidade', afirmou o diretor-geral da OIT, Juan Somavia, para quem os beneficiários do programa se tornaram 'cidadãos econômicos'.
A própria OIT foi laureada com o Nobel da Paz, em 1969, com base em argumento de que justiça social traz paz. Em 1979, foi a vez de madre Teresa de Calcultá receber o prêmio por seu trabalho com os pobres. Neste ano, porém, especialistas reconhecem que a mensagem de Oslo é a de que o bom combate à pobreza não deve se basear apenas em caridade.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h00
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SINDICALISMO: ENTIDADES CHAPA-BRANCA
CUT e UNE usam artifício para apoiar Lula
Entidades organizam campanha contra Alckmin para tentar driblar lei
que as impede de fazer publicidade para presidente
Para advogado,
propaganda e antipropaganda são faces da mesma moeda: "É o mesmo que fazem
partidos de aluguel. Isso é campanha"
ROGÉRIO
PAGNAN DA REPORTAGEM LOCAL
Engajadas na
reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entidades de classe e
sindicais -entre elas CUT, UNE e MST- iniciaram uma campanha nacional contra
Geraldo Alckmin (PSDB).
A UNE (União Nacional dos Estudantes), por exemplo, está distribuindo
panfletos em que diz que o ex-governador de São Paulo vai fazer privatizações,
criminalizar os movimentos sociais e, até, cobrar mensalidades das universidades
públicas.
Os custos estão sendo bancados pelas próprias entidades, segundo Antonio
Carlos Spis, da CUT (Central Única dos Trabalhadores). "É uma quantidade
considerável [de panfletos] para distribuir para população, mas é tipo xerox, é
só papel, preto-e-branco, frente e verso", disse o sindicalista sobre o baixo
custo da campanha.
Pela resolução 22.250, "é vedado a partido e a candidato receber, direta ou
indiretamente, doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio
de publicidade de qualquer espécie" de "entidade de classe ou sindical".
Para o especialista em legislação eleitoral, Alberto Rollo, 61, presidente do
Idipea (Instituto de Direito Político, Eleitoral e Administrativo), essa
campanha anti-Alckmin também fere a legislação. "A propaganda e antipropaganda
são faces da mesma moeda. É o mesmo que fazem os partidos de aluguel. Isso é
campanha."
Ainda segundo ele, se confirmado o financiamento do material pelas entidades,
a campanha de Lula, que seria a principal beneficiária, poderá ser enquadrada no
artigo 30-A da lei 9.504/97, que prevê até a cassação do diploma do eleito.
As entidades informam que, na quinta-feira, haverá um ato nacional pró-Lula,
mas que seus representantes participarão como militantes, e não em nome delas,
dentro da lei.
As mesmas entidades de classe tentaram, em junho passado, um grande ato
pró-Lula, mas conseguiram reunir apenas 1.000 pessoas em SP. As três receberam
do governo Lula, até abril, cerca de R$ 60 milhões, mas negam favorecimento.
Dizem que são financiamentos de projetos, todos com rigorosa prestação de
contas.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h34
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PRIVATIZAÇÃO DO BB?
Do Blog do jornalista Josias de Souza:
"É verdade, é mentira, é verdade, é mentira, é...
O Grito/Edvard Munch
Num processo eleitoral, só há uma coisa absolutamente certa: a decepção pós-eleitoral. O signatário do blog afirma peremptoriamente que todas as promessas de campanha são verdadeiras. E aconselha os leitores a jamais acreditar nesse tipo de afirmação.
Há dois dias, em entrevista ao Globo, Lula dissera que faria o Brasil crescer sem promover cortes nos gastos públicos. Nesta sexta, Marco Aurélio Garcia, coordenador da campanha reeleitoral, num rasgo de sinceridade, disse que haverá, sim, cortes.
Incomodado com a pecha de privatista, Alckmin acusa Lula de ter criado uma estatal metafórica, a “Mentirobras”. Julga-se vítima de terrorismo eleitoral: "Como eles não têm muito o que mostrar, ficam nessa campanha de criar medo. Campanha do medo.”
O ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) contra-ataca: "Terrorismo significa dizer o que se quer do futuro? Os tucanos fizeram um processo de privatização do país continuado por Alckmin no governo de São Paulo. É justo ou não que se esclareça quem tem postura privatizante para o futuro?"
A verdade é que Alckmin tem mesmo uma visão privatista. Não ousaria, porém, privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica, como insinua o PT. E Tarso Genro sabe disso. Eis aí um tiroteio que, antes de esclarecer qualquer coisa, transforma o eleitor em candidato. Candidato a uma bala perdida."
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 00h42
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CAMPANHA SALARIAL
Cinco capitais e três Estados encerram greve dos
bancos
Os bancários de cinco capitais e três Estados decidiram encerrar a greve nos
bancos públicos e o comando nacional dos bancários considerou que a maioria da
categoria aceitou a proposta dos bancos e o acordo com a Fenaban (Federação
Nacional dos Bancos) deve ser assinado na semana que vem.
Terminaram a
greve no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal as capitais Porto Alegre
(RS), Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG) e Florianópolis (SC) e os Estados
de SE, AL e MA. Na capital Rio de Janeiro a greve acabou no BB e a votação na
Caixa ainda não terminou.
A decisão do comando gerou críticas por parte
da oposição bancária, mas a Contraf-CUT (Confederação dos Trabalhadores do Ramo
Financeiro) considera o acordo aceito. "O que importa é a decisão na assembléia.
A maioria dos trabalhadores aceitou o acordo", disse Vagner Freitas, presidente
da Contraf, que reúne 95% dos sindicatos dos bancários do país.
Das
regiões que marcaram para esta sexta-feira suas assembléias, apenas PI
e RN não se decidiram. Os sindicatos ligados à Contec (Confederação Nacional dos
Trabalhadores nas Empresas de Crédito), Amazonas e Tocantins, também devem tomar
uma posição.
BA, PE e AC também estão em greve e devem realizar
assembléias durante o final de semana para decidir sobre o movimento. Em
Pernambuco, a greve continua no Banco do Brasil.
Além da proposta de
reajuste salarial de 3,5% feita pela Fenaban, os bancos públicos ofereceram um
pacote diferenciado para os funcionários.
No BB, além do reajuste de
3,5%, a proposta inclui PLR (participação nos lucros e resultados) semestral de
95% do salário, mais um valor fixo de R$ 412, mais R$ 1.814 a título de
distribuição linear de 4% do lucro líquido do banco apurado neste semestre, além
do módulo bônus que varia de acordo com a referência salarial da
função.
Na Caixa, além de uma série de alterações em questões
específicas, a PLR prevê o pagamento de 80% do salário mais parcela de R$ 3.167.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 00h21
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PRIVATIZAÇÃO DO BB?
Tarso nega terrorismo eleitoral, mas diz que Alckmin vai privatizar estatais
GABRIELA GUERREIRO
O ministro de Relações Institucionais, Tarso Genro, negou nesta sexta-feira que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição tenha adotado o "terrorismo eleitoral" como tom para evitar o crescimento do candidato Geraldo Alckmin (PSDB) nas pesquisas de intenção de voto.
Segundo o ministro, quando aliados de Lula propagam que Alckmin vai privatizar empresas como a Petrobras e o Banco do Brasil, estão apenas tentado trazer o "debate programático" para a campanha eleitoral.
"Terrorismo significa dizer o que se quer do futuro? Os tucanos fizeram um processo de privatização do país continuado por Alckmin no governo de São Paulo. É justo ou não que se esclareça quem tem postura privatizante para o futuro?", questionou o ministro.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 00h18
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ALEIJADINHO NO CCBB DO RIO
A arte barroca do Aleijadinho é a atração nos 17 anos do
CCBB
Alícia Uchôa, do G1, no Rio
Símbolo
da arte barroca brasileira, Aleijadinho foi escolhido para comemorar os 17 anos
do Centro Cultural Banco do Brasil. A exposição ‘Aleijadinho e seu tempo / Fé,
engenho e arte’ traz 208 peças originais desse estilo que foi trazido ao Brasil
pelos colonizadores 100 anos depois de seu surgimento na Europa, nos séculos XVI
e XVII. São estátuas, objetos sacros, oratórios, desenhos, peças de ouro, além
de mapas e fotografias.
Distribuída em 11 módulos, a mostra começa com réplicas autorizadas de
Isaías, Abdias, Ezequiel e Joel, do clássico conjunto dos 12 profetas do artista
que estão em Congonhas do Campo, em Minas Gerais.
No segundo andar, a exposição quer exibir mais do que a obra de Antônio
Francisco Lisboa e se propõe a fazer o visitante entrar na atmosfera
barroca, que, profundamente influenciada pelo catolicismo, teve seu
apogeu no Brasil no século XVIII e nas primeiras décadas do século XIX. Na
Europa e, mais tarde, em toda a América Latina, o estilo representava uma
mensagem religiosa da Contra-Reforma.
Nos módulos ‘O lugar, o território, a época’ e ‘Ouro’, estão mapas, obras de
artistas viajantes e moedas da época em que viveu o artista. Mas o barroco
brasileiro exibe o melhor de sua forma na sala ‘Antonio Francisco Lisboa, o
Aleijadinho’, com detalhes e fragmentos de entalhes, imagens de santos e
relicários originais. O circuito traz ainda um conjunto de oratórios do século
18.
Procissão com trilha sonora Seguindo o percurso, um piso
de vidro leva o visitante sobre uma reprodução da decoração das ruas das cidades
históricas de Minas feitas nas procissões, que tem cuidado até com a
trilha sonora.
A partir daí é mais fácil entrar no clima de ‘Aleijadinho – vida e obra’. O
módulo conta a trajetória do artista, contextualizada com a história do Brasil
em uma cronologia multimídia.
De lá, o expectador entra em contato com o mais famoso conjunto da
Igreja de Bom Jesus de Matosinhos de Congonhas do Campo: ‘Os 7 passos da paixão
de Cristo’ e os 12 profetas de Congonhas em projeção panorâmica. São 81
imagens de grande escala das cenas da paixão.
Achou pouco? A exposição tem ainda fotografias de Marc Ferrez nas cidade
mineiras, maquete reconstruindo a Igreja de São Francisco de Assis, de Ouro
Preto, conjuntos de ex-votos (pintura sobre madeira) e peças de artistas
contemporâneos de Aleijadinho, além de 12 filmes sobre a vida e a obra do
artista.
O Centro Cultural Banco do Brasil fica na Avenida Primeiro de Março, 66,
Centro do Rio. Fuciona de terça a domingo, de 10h às 21h. Entrada franca.
Telefone: 21 3808-2020
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h59
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CAMPANHA SALARIAL
Duas capitais encerram greve e acordo com bancos deve
sair em uma semana
Os bancários de duas capitais decidiram encerrar a greve no Banco o Brasil e
Caixa Econômica Federal. Com a decisão de Campo Grande (MS) e Belo Horizonte
(MG), o comando nacional dos bancários considerou que a maioria da categoria
aceitou a proposta dos bancos e o acordo com a Fenaban (Federação Nacional dos
Bancos) deve ser assinado na semana que vem.
A decisão do comando
provocou críticas internas da categoria, principalmente nos locais onde a
paralisação prossegue e da oposição bancária. "O que importa é a decisão na
assembléia. A maioria dos trabalhadores dos maiores sindicatos aceitou o
acordo", disse Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT (Confederação dos
Trabalhadores do Ramo Financeiro), que reúne 95% dos sindicatos dos bancários do
país.
De acordo com ele, com a maioria dos bancários a favor da proposta,
o acordo com a Fenaban pode ser assinado em uma semana.
Outros sete
locais em greve realizam assembléia hoje: as capitais Rio de Janeiro, Porto
Alegre, Florianópolis e os Estados MA, PI, SE, RN. Os sindicatos ligados à
Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito),
Amazonas, Tocantins e Goiás também devem realizar assembléias para decidir sobre
a continuidade da paralisação.
BA, AL e AC também estão em greve e devem
realizar assembléias para decidir sobre o movimento. Em Pernambuco, a greve
continua no Banco do Brasil.
Compensação
De acordo com
Freitas, as horas paradas deverão ser compensadas até 31 de dezembro. As que não
forem compensadas até lá, serão anistiadas pelos bancos. A compensação também
provocou críticas de sindicalistas da oposição bancária, que consideração uma
punição ao trabalhador a obrigatoriedade de compensar as
horas.
Acordo
A maiorias dos sindicatos que envolvem
bancários em grande número já aprovaram a proposta dos bancos, entre eles São
Paulo e Brasília.
Além da proposta de reajuste salarial de 3,5% feita
pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), os bancos públicos ofereceram um
pacote diferenciado para os funcionários.
No BB, além do reajuste, a
proposta inclui PLR (participação nos lucros e resultados) semestral de 95% do
salário, mais um valor fixo de R$ 412, mais R$ 1.814 a título de distribuição
linear de 4% do lucro líquido do banco apurado neste semestre, além do módulo
bônus que varia de acordo com a referência salarial da função.
Na Caixa,
além de uma série de alterações em questões específicas, a PLR prevê o pagamento
de 80% do salário mais parcela de R$ 3.167.
Nos bancos privados, a maior
parte dos bancários do país aceitou o reajuste de 3,5% para todas as verbas
salariais e PLR de 80% do salário mais R$ 828 com adicional variável entre R$
1.000 e R$ 1.500 de acordo com o lucro do banco.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h12
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CAMPANHA SALARIAL
Greve no BB e Caixa continua em cinco Estados e cinco
capitais
Pelo menos cinco Estados e cinco capitais não aceitaram as propostas da Caixa
Econômica Federal e do Banco do Brasil e continuam em greve hoje.
Os
Estados que votaram contra a proposta e decidiram permanecer em greve são BA,
RN, SE, AL e PI. As capitais que também rejeitaram as propostas foram Rio de
Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Campo
Grande (MS).
Em Pernambuco, a greve continua no Banco do Brasil. Em Campo
Grande, Sergipe e Piauí a greve está mantida nas agências do setor privado, além
das do setor público.
Em outras nove regiões a greve foi encerrada no BB
e Caixa na última quarta-feira, durante assembléia com os funcionários, entre
elas as capitais Brasília (DF), São Paulo (SP) e Curitiba (PR) e os Estados PB,
PA, AP, CE, MT, RO.
Segundo a Contraf-CUT, outros três Estados ainda vão
decidir em assembléia sobre a continuação da greve, MA, ES e AC.
Além da
proposta de reajuste salarial de 3,5% feita pela Fenaban (Federação Nacional dos
Bancos), os bancos públicos ofereceram um pacote diferenciado para os
funcionários.
No BB, além do reajuste, a proposta inclui PLR
(participação nos lucros e resultados) semestral de 95% do salário, mais um
valor fixo de R$ 412, mais R$ 1.814 a título de distribuição linear de 4% do
lucro líquido do banco apurado neste semestre, além do módulo bônus que varia de
acordo com a referência salarial da função.
Na Caixa, além de uma série
de alterações em questões específicas, a PLR prevê o pagamento de 80% do salário
mais parcela de R$ 3.167.
Nos bancos privados, a maior parte dos
bancários do país aceitou o reajuste de 3,5% para todas as verbas salariais e
PLR de 80% do salário mais R$ 828 com adicional variável entre R$ 1.000 e R$
1.500 de acordo com o lucro do banco.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h39
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O MICROCRÉDITO PREMIADO
O microcrédito como libertação
Este BBlog tem como um dos seus temas o microcrédito, sobretudo o crédito
cooperativo e o microcrédito produtivo.
E quando abordo o microcrédito, penso nele como propiciador do crescimento
das pessoas e imagino o microcrédito voltado para permitir o surgimento ou
fortalecimento de variadas formas de empreendimento, que resultarão em
crescimento econômico para as pessoas, suas cidades e seus países. Não o
crédito limitado ao consumo, que este propicia lucro
principalmente aos credores e aos grandes fabricantes de bens semiduráveis.
O microcrédito pode ser uma excelente ferramenta de
libertação das pessoas da pobreza, respeitando-lhes a dignidade e estimulando-as
ao trabalho. Este é o caminho do banco Grameen: quem o procura não são
"beneficiários" em busca de paternalismo, mas pessoas em busca da cidadania
propiciada pela atividade econômica.
No Brasil este caminho é buscado há mais de vinte anos - se não me engano
começou com a UNO, no Nordeste - mas tem enfrentado muitas dificuldades. E esses
pioneiros brasileiros certamente estão se sentindo de certa forma premiados
também.
Lamento dizer que o Banco Popular do Brasil - que integra o conglomerado BB -
não tem dado a devida contribuição, chegando ao absurdo de gastar mais em
publicidade do que no crédito propriamente dito, o que é lamentável.
Na outorga do prêmio, o comitê do Nobel em seu comunicado sintetizou a
importância do Grameen e do trabalho de Muhammad Yanus, ao ressaltar este papel
libertador:
- "Yunus e o banco Grameen mostraram que até o mais pobre entre os
pobres pode trabalhar e obter seu próprio desenvolvimento".
Categoria: Opinião
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h49
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O MICROCRÉDITO PREMIADO
Nobel da Paz vai para Muhammad Yunus e o
banco Grameen
OSLO, 13 Out (AFP) - O Prêmio Nobel da Paz foi entregue nesta
sexta-feira a Muhammad Yunus, de Bangladesh, e ao banco Grameen Bank, que
oferece microcréditos a pessoas sem recursos.
"Uma paz duradoura não pode
ser obtida sem que uma parte importante da população encontre os meios para sair
da pobreza", declarou Ole Danbolt Mjoes, presidente do Comitê Nobel norueguês,
ao explicar as razões que decidiram o ganhador do prêmio em 2006.
"O
microcrédito é um desses meios", acrescentou.
Yunus disse à rede pública
de TV norueguesa NRK por telefone que está "encantado, muito encantado" com o
prêmio.
"Vocês estão apoiando o sonho de obter um mundo sem pobreza",
acrescentou.
Chamado de o "banqueiro dos pobres", Muhammad Yunus,
brilhante economista, fundou o banco Grameen, primeiro banco no mundo que dá
microcréditos a pessoas totalmente insolventes.
Fundado em 1976, o
Grameen Bank obteve status de banco em 1983.
A única condição para ser
aceito: os que pedem créditos devem pedir empréstimo em grupos de cinco e se
apoiar para reembolsar a dívida.
O Nobel da Paz - um diploma, uma medalha
de ouro e um cheque de 10 milhões de coroas suecas (1,1 milhão de euros) - será
entregue em Oslo no dia 10 de dezembro, data de aniversário da morte de seu
fundador, o filantropo sueco Alfred Nobel, inventor da dinamite.
Fonte: UOL Últimas Notícias
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h16
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O MICROCRÉDITO PREMIADO
Divulgados vencedores do Prêmio Nobel
da Paz
Muhammad Yunus e seu banco de
microcréditos Grameen Bank foram escolhidos por seus esforços para criar
desenvolvimento econômico e social em Bangladesh
Das agências internacionais
Oslo - O pioneiro do microcrédito, Muhammad Yunus, e seu
Grameen Bank, de Bangladesh, ganharam o prêmio Nobel da Paz, por seu trabalho de
levar oportunidades sociais e econômicas para os pobres, que ajudou tirar
milhões da pobreza. Ao conferir o prêmio, o Comitê do Nobel disse que o trabalho
de Yunus mostrou como o esforço para eliminar a pobreza pode resultar em paz
duradoura.
"A paz duradoura não pode se atingida a menos que grandes grupos da população
encontrem formas de sair da pobreza", disse o comitê. "O microcrédito é um
destes meios. O desenvolvimento a partir das bases também serve para avançar nos
direitos humanos e na democracia".
O economista de 65 anos, chamado de "o banqueiro dos pobres", e o banco que
ele fundou em 1976 vão dividir o prêmio. Eles foram citados por seus esforços
para ajudar "a criar o desenvolvimento econômico e social a partir das bases" em
seu país ao usarem programas econômicos inovadores como o microcrédito.
O Grameen Bank ajudou milhões de pobres de Bangladesh, a maioria mulheres, ao
emprestar pequenas quantias para abrirem seus negócios. Os créditos vão para
coisas como comprar vacas ou galinhas para iniciar uma produtora de leite ou
ovos, ou telefones móveis para iniciarem negócios em vilas sem acesso a
telefone.
"Todo indivíduo na terra tem o potencial e o direito de viver uma vida
decente. Yunus e o Grameen Bank mostraram, por culturas e civilizações, que
mesmo os mais pobres podem trabalhar para conseguir seu próprio
desenvolvimento", disse o comitê Nobel.
Contatado pela fundação Nobel, Yunus mostrou-se emocionado com o prêmio.
"Estou absolutamente encantado. Não posso acreditar que isto de fato aconteceu",
disse por telefone. "Todos estavam me dizendo que eu ganharia o prêmio, mas para
mim foi uma surpresa. É uma notícia fantástica para as pessoas que nos
apoiaram".
O Grameen Bank tem 6,6 milhões de clientes, 97% dos quais são mulheres e atua
em mais de 70 povoados em Bangladesh. Yunus tem sido elogiado por desenvolver o
microcrédito não apenas em Bangladesh, mas também na Ásia, África e Oriente
Médio.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h05
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CAMPANHA SALARIAL
Banco abre em SP; greve segue em dez
regiões
DA REPORTAGEM LOCAL
Bancários de dez regiões do país mantêm greve hoje nas agências do Banco do
Brasil, da Caixa Econômica Federal e de alguns bancos estaduais, como o Besc
(Banco do Estado de Santa Catarina) e o BNB (Banco do Nordeste).
A paralisação por tempo indeterminado continua no setor público nos seguintes
locais: Rio (RJ), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Bahia, Alagoas,
Florianópolis (SC), Rio Grande do Norte, Campo Grande (MT), Sergipe e Piauí
porque nessas localidades os funcionários rejeitaram as propostas de
reajuste.
Em Pernambuco, a greve continua no Banco do Brasil. Em Campo Grande, em
Sergipe e no Piauí, a greve está mantida nos dois setores.
Em São Paulo, os bancos voltam a funcionar normalmente hoje. A paralisação
também foi encerrada em outros oito Estados -Pará, Paraíba, Amapá, Ceará, Paraná
(Curitiba), Mato Grosso, Rondônia e Roraima -, além do Distrito Federal.
Na cidade do Rio, as agências do setor privado também atenderão normalmente.
No Acre, no Maranhão e no Espírito Santo, assembléias devem avaliar hoje a
paralisação.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h58
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MENSAGENS NO BBLOG
Respostas aos bbnautas
1. Ronaldo Gomes Pontes, Campos dos Goytacazes-RJ - Muito obrigado por suas palavras carinhosas, principalmente quando afirma: "já o acompanho de diversas outras labutas em prol do BB e do seu sofrido funcionalismo". Este BBlog está permanentemente à disposição para a divulgação da luta dos funcionários do BB, em todos os campos: sindicalismo, cooperativismo, associativismo, etc, bem como para atuar em defesa do Banco do Brasil e de suas entidades.
2. Jose Luiz de Souza, Santópolis-SP - Seja bem-vindo à comunidade BB, espero que seu ingresso ocorra o mais rapidamente possível. Seus 12 anos de HSBC certamente o qualificam para uma brilhante carreira no BB. Por favor, continue fazendo suas visitas periódicas ao nosso BBlog
3. Pedro Ernesto Veras, Crato-CE; Choppmotorrad, Joaçaba-SC e Adauto Beserra, Pernambuco - Sobre o tema "privatização do BB": todos os assuntos que se referem ao BB são abordados neste BBlog e sobretudo este, por sua importância, não poderia ficar de fora. Suas opiniões são respeitadas, mas esclareço que divulgo, jornalisticamente, ambas as versões, dos dois candidatos. Não sei se isso favorece a algum dos candidatos, mas o debate certamente favorece a melhor compreensão dos assuntos.
Especificamente para o caro colega Adauto Beserra, esclareço que no governo FHC eu era presidente da Cassi, fiz o enfrentamento à Diretoria do BB relativamente a medidas que entendia prejudiciais à nossa Caixa de Assistência e, por isso, fui afastado do cargo, em agosto de 1995, apesar de estar com o mandato em vigor e vi-me obrigado a antecipar em mais de dois anos minha aposentadoria prevista para o final do referido mandato. Por outro lado, conheço muitos que hoje esbravejam contra aquele período mas que à época engoliram as críticas para preservar seus cargos.
Espero continuar contando com as visitas - e as críticas, é claro - de todos vocês.
Abraços, Romildo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h43
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DOS JORNAIS: PRIVATIZAÇÃO DO BB?
Lula insiste em dizer que Alckmin vai privatizar Petrobras,
BB e Caixa
Desde debate, candidato do PSDB vem repetindo que é mentirosa
afirmação feita pelo presidente
SERGIO
TORRES RAPHAEL GOMIDE DA SUCURSAL DO RIO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva insistiu ontem à noite na tentativa de
carimbar como privatista seu adversário na disputa pela Presidência, o tucano
Geraldo Alckmin. A uma platéia de cerca de mil pessoas, reunidas na praça do
Pacificador, em Duque de Caxias (RJ), acusou Alckmin de querer privatizar a
Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, caso
seja eleito.
"O que eles querem? Vender o restante das coisas que não venderam no governo
passado. Querem privatizar o que resta neste país. Coisas importantes, como a
Petrobras, o BB e a CEF. Como eles nunca trabalharam, querem vender o que
têm."
Desde o debate na TV Bandeirantes, no domingo, Alckmin tem rotulado como
mentirosas as afirmações de que pretenda vender as estatais citadas por Lula.
"Não há nenhuma linha do meu programa de governo que diga isso", declarou
Alckmin ontem mesmo a uma emissora de rádio.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h30
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DOS JORNAIS; INVESTIMENTOS DA PREVI
Compra atípica de Perdigão começou antes nos EUA Tatiana Bautzer
As operações atípicas com ações da Perdigão que estão sendo investigadas como "insider trading" começaram antes nos Estados Unidos do que no Brasil. Em 10 de julho, uma semana antes do anúncio da oferta de compra pela Sadia, foram negociados na bolsa de Nova York 170 mil papéis da Perdigão.
O volume equivale a quase o triplo da média diária de negociação nos meses anteriores. Em maio e junho, a média de negócios com American Depositary Shares (ADS) da companhia oscilou entre 60 mil e 68 mil. Outro dia que chama a atenção é a quarta-feira, 12 de julho, na qual mais de 150 mil ações trocaram de mãos. No dia 17, com o anúncio oficial, foi negociado o volume inédito de 377 mil ações.
Os indícios de vazamento no mercado brasileiro fizeram a Sadia antecipar o anúncio da oferta pública de aquisição da Perdigão para o domingo, 16 de julho. As ordens de compra da corretora Coinvalores na bolsa paulista foram executadas entre quarta-feira e sexta-feira (12 a 14) e as ordens de venda nos três pregões posteriores. Ontem, a diretoria da Coinvalores disse não poder revelar, por questão de sigilo bancário, o nome do cliente que operou.
Algumas empresas citadas pela Securities and Exchange Commission (SEC) como tendo negociado papéis da empresa já têm outras condenações do órgão regulador americano, por outros motivos. O fundo Gartmore, por exemplo, pagou no dia 7 de setembro uma multa para encerrar um processo sobre conduta irregular na administração de fundos de investimento. Segundo o comunicado divulgado pela SEC, a Gartmore Funds, que tem sede em Delaware, cobrou US$ 632 mil em taxas indevidas de seus cotistas. Além dessa administradora de fundos, são citados nos questionários da SEC os bancos Santander e HSBC (subsidiárias nos EUA e Europa), além da Northern Trust Company, administradora de recursos sediada em Chicago que tem US$ 3,2 bilhões em patrimônio de trustes familiares.
Consultada ontem, a SEC não se pronunciou sobre a investigação, ainda em andamento.
A Sadia divulgou comunicado ao mercado ontem confirmando as investigações da SEC e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre "insider trading" ligado à oferta de compra da Perdigão, como reportado pelo Valor ontem. A empresa recebeu a informação sobre as operações da Coinvalores em 3 de agosto e informou o fato à CVM no dia seguinte. As ações da Sadia reagiram mal à divulgação das investigações e caíram 2,5% em São Paulo ontem, enquanto o índice Bovespa subiu 0,65%. Foi a terceira maior queda entre os papéis que compõem o índice. Os papéis da Perdigão perderam 1,9%.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h17
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BANCO SOBRE RODAS
Ônibus de Presidente Prudente viram "agências bancárias" a partir de 2ª feira
SÃO PAULO - O sistema Passe-Pague —que permite que os ônibus se transformem em correspondentes bancários, podendo receber contas e recarregar celular— será implantado na próxima quinta-feira (12) em 22 veículos de Presidente Prudente (565 km a oeste de São Paulo).
A partir daí, 20 ônibus serão modificados a cada semana, até que toda a frota da cidade possa receber contas e prestar outros serviços. E nos próximos três anos, o sistema será implantado em 10 mil ônibus de outras cidades, incluindo algumas capitais.
O Passe-Pague, que foi testado durante os meses de julho e agosto de 2005 em Presidente Prudente, teve boa aprovação entre os moradores da cidade.
Como funciona o sistema O Passe-Pague é um sistema de pagamentos que permite receber as mesmas contas aceitas pelos correspondentes bancários tradicionais, como farmácias, lotéricas, supermercados e bancas de jornais.
Entretanto, ao invés de ser conectado a uma linha de telefone fixa, o aparelho responsável pelo pagamento das contas é ligado a um celular, de forma que todo o processo pode ser realizado em movimento.
Para efetuar um pagamento, o cidadão deve pagar sua passagem e passar na catraca. Feito isso, o passageiro volta e entrega suas contas ao cobrador ou pede para efetuar uma recarga em seu celular.
O cobrador, por sua vez, confere as contas e pega o dinheiro do pagamento das mesmas. Além disso, ele passa os documentos no leitor de código de barras e grampeia uma fita comprovante da quitação da conta.
Expectativa é de 6 milhões de pagamentos por mês De acordo com a Innovare, responsável pelo projeto, a estimativa de arrecadação é de 600 contas mensais por ônibus, o que representará 6 milhões de pagamento por mês quando o sistema estiver ativo em 10 mil veículos.
Considerando um ticket médio de R$ 48, o Passe-Pague deverá movimentar entre R$ 270 e R$ 300 milhões mensais. Vale lembrar que serão aceitas apenas contas de até R$ 200, sendo que o sistema se encerra às 17 horas.
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 00h45
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CAMPANHA SALARIAL
Bancários encerram greve em Brasília, mas mantêm
paralisação em 13 estados
Agência Brasil
BRASÍLIA - Em assembléia encerrada na noite desta quarta-feira, cerca de 60%
dos bancários de Brasília decidiram encerrar a greve de 12 dias (oito dias
úteis).
Os funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e dos bancos
privados voltarão ao trabalho amanhã (sexta-feira). Eles aceitaram a proposta de
reajuste salarial de 3,5% feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
Apesar de acordos verificados em várias regiões do país, os bancários mantêm
a greve em 13 estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Amapá, Mato Grosso do
Sul, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Pará, Paraíba, Piauí, Roraima e
Sergipe.
Segundo o diretor do Sindicato dos Bancários do Distrito Federal, Eduardo
Araújo, “esse índice (3,5%) não é satisfatório pela memória inflacionária do
brasileiro, mas o acordo foi possível pela força do movimento, mesmo tendo que
enfrentar os interditos proibitórios”. Araújo informou que as negociações vão
continuar, de maneira específica em cada banco.
Fonte: Globo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 00h39
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CAMPANHA SALARIAL
Bancários da Caixa e Banco do Brasil decidem encerrar greve em São Paulo
Os bancários da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil decidiram na noite desta quarta-feira (11) encerrar a greve em São Paulo, Osasco e região.
Cerca de 80% dos 1.485 trabalhadores da CEF que compareceram à Quadra dos Bancários, no Centro da Capital, votaram pelo fim da paralisação e pela reapresentação da proposta que havia sido rejeitada na terça-feira (10). Como o banco não havia retirado a proposta, ela foi levada novamente a plenário e aprovada.
O mesmo aconteceu no Banco do Brasil: 80% dos 1.290 trabalhadores presentes à assembléia que aconteceu no Clube Trasmontano, também no Centro, votaram pelo fim da greve e pela reapresentação da proposta que nesta quarta-feira foi aprovada.
Na avaliação do presidente do Sindicato dos Bancários, Luiz Cláudio Marcolino, os bancários que compareceram à assembléia nesta quarta não tinham tomado conhecimento da proposta em sua totalidade e por isso não estiveram na assembléia na terça.
“A proposta tem importantes avanços que foram reconhecidos pela maioria dos trabalhadores. A minoria que não queria a aprovação chiou, mas a assembléia é democrática e soberana, sua decisão deve ser sempre respeitada”, diz Marcolino.
Além do índice de reajuste de 3,5%, as propostas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal têm PLR e questões específicas que podem ser conhecidas em detalhes no site do Sindicato dos Bancários.
Os bancários de bancos privados permaneceram em greve de 5 a 10 de outubro. O de bancos públicos ficaram parados mais um dia, até o dia 11. A categoria decidiu pela greve por tempo indeterminado em assembléia realizada na noite de 4 de outubro e após sete rodadas de negociação.
No Brasil há pouco mais de 400 mil bancários, 106 mil deles atuam na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h49
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CAMPANHA SALARIAL
Bancários da Caixa e BB recuam em SP e Brasília e
aprovam reajuste 3,5%
Os bancários de Brasília (DF) e São Paulo, Osasco e região recuaram da
decisão de manter a greve por tempo indeterminado e aceitaram a proposta de
reajuste salarial de 3,5% feita pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
Hoje a greve atingiu 14 Estados e sete capitais.
Em Belo Horizonte (MG),
os funcionários dos estatais decidiram manter a greve. Na capital Rio de
Janeiro, a paralisação continua na Caixa. No BB a votação não terminou.
A
Contraf-CUT (Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) informou que os
bancários reavaliaram a proposta e o fato de alguns Estados terem aprovado ontem
a proposta feita pela Fenaban, principalmente os bancários de instituições
privadas. Também teria pesado a informação de que os bancos estatais não
melhorariam a proposta.
A oposição bancária foi contra a reapresentação
da mesma proposta, que havia sido rejeitada ontem, e afirmou que os sindicatos
manipularam a categoria para aprovar o acordo e não prolongar a greve.
No
BB, além do reajuste, a proposta inclui PLR (participação nos lucros e
resultados) semestral de 95% do salário, mais um valor fixo de R$ 412, mais R$
1.814 a título de distribuição linear de 4% do lucro líquido do banco apurado
neste semestre, além do módulo bônus que varia de acordo com a referência
salarial da função.
Na Caixa, além de uma série de alterações em questões
específicas, a PLR prevê o pagamento de 80% do salário mais parcela de R$ 3.167.
Em São Paulo, os trabalhadores de bancos privados e da Nossa Caixa
voltaram ao trabalho hoje. Eles aceitaram proposta de 3,5% de reajuste para
todas as verbas salariais e PLR de 80% do salário mais R$ 828 com adicional
variável entre R$ 1.000 e R$ 1.500 de acordo com o lucro do banco.
Na
avaliação do presidente do Sindicato dos Bancários, Luiz Cláudio Marcolino, os
bancários que compareceram hoje à assembléia não tinham tomado conhecimento da
proposta em sua totalidade e por isso não estiveram na assembléia ontem. "A
proposta tem importantes avanços que foram reconhecidos pela maioria dos
trabalhadores. A minoria que não queria a aprovação chiou, mas a assembléia é
democrática e soberana, sua decisão deve ser sempre respeitada", disse
Marcolino.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h05
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CAMPANHA SALARIAL
Greve termina em apenas quatro
estados
Bancários de todo o Brasil se reuniram na tarde dessa terça-feira (10/10)
para definir os rumos da campanha salarial, mediante a nova proposta de reajuste
oferecida pela Fenaban: 3,5%. Somente em quatro estados, funcionários de todos
os bancos (públicos e privados) aceitaram a proposta. Foram eles: Ceará,
Curitiba, Mato Grosso e Rondônia. Em outros estados, os bancários de bancos
privados aceitaram a proposta e da CEF e BB rejeitaram e, 14 estados ou capitais
decidiram manter a greve.
Confira, abaixo, a situação da greve nos estados ou capitais:
Aprovaram as Propostas Bancos
Privados/BB/CEF Ceará Curitiba Mato
grosso Rondônia Aprovaram a Proposta Bancos Privados,
mas Rejeitaram Propostas BB/CEF São Paulo Rio de
Janeiro Alagoas Rio Grande do Norte Rejeitaram as
Propostas e Mantêm a Greve Belo
Horizonte Brasília Bahia Pernambuco Amapá Campo
Grande Espírito
Santo Florianópolis Maranhão Pará Paraíba Piauí Roraima Sergipe
Bancos privados ainda não realizaram assembléia e BB e CEF rejeitaram
a proposta Rio Grande do Sul
Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h25
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CAMPANHA SALARIAL
Bancos privados de São Paulo e Rio terminam greve e
reabrem nesta quarta
KAREN CAMACHO da Folha Online
Os bancários
de instituições privadas de São Paulo e Rio de Janeiro decidiram acabar com a
greve em suas capitais e voltam a funcionar hoje. No ABC paulista, a paralisação
teve fim em todos os bancos, públicos e privados. A categoria aprovou o reajuste
de 3,5% e outros benefícios, como PLR (participação nos lucros e resultados) de
80% do salário mais R$ 828.
Foram oito rodadas de negociações, os bancos
fizeram a terceira proposta de reajuste ontem. Os bancários entraram na
negociação reivindicando aumento real de 7,05%, além da reposição da inflação. A
greve começou na quinta-feira da semana passada.
Na capital paulista,
Osasco e região e no Rio a greve continua na Caixa Econômica Federal e no Banco
do Brasil. No entanto, os funcionários da Nossa Caixa votaram pelo fim da greve
e retomam o trabalho nesta quarta.
A Fenaban (Federação Nacional dos
Bancos) propôs 2%, depois 2,85%, o que equivale à reposição da inflação de
acordo com o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) dos últimos 12
meses, até chegar aos 3,5%, que representa aumento real de 0,63%.
A
proposta de PLR ficou em 80% do salário, mais R$ 828 (valor fixo do ano passado,
corrigido pelos 3,5%), acrescidos de uma parcela adicional que varia entre R$
1.000 e R$ 1.500 - composta por 8% da diferença entre o lucro líquido de 2005 e
2006 divididos linearmente entre os funcionários.
Na última proposta, a
Fenaban oferecia R$ 750 de parcela adicional a serem pagas pelos bancos cujos
lucros líquidos crescessem pelo menos 20%.
De acordo com a proposta, a
antecipação da PLR será paga em até 10 dias úteis depois da assinatura da
convenção coletiva.
As diferenças de salários e benefícios serão pagas na
folha de pagamento de novembro, se a convenção for assinada até o final do mês
de outubro. Os vales-refeição e alimentação devem ser corrigidos a partir de
novembro e as diferenças de setembro e outubro serão quitadas no mês de
novembro.
No país
Outras assembléias decidiram sobre o
movimento e o quadro é dividido. Os bancários da Bahia, Maranhão, Roraima,
Sergipe, Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG) rejeitaram a proposta e a greve
continua.
Em Rondônia, Ceará, Curitiba (PR), Campina Grande (PB) e
Londrina (PR) os bancários aprovaram a proposta da Fenaban e também acabaram com
a greve.
Convenção
O presidente da Contraf-CUT
(Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), Vagner Freitas, disse que a
convenção será assinada se a maioria dos trabalhadores decidir pela aprovação da
proposta. Se a categoria ficar dividida entre o sim e o não, haverá novas
reuniões para decidir o que fazer.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h39
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DA IMPRENSA
Consignado do BB cresce 150% ao ano
O volume de crédito consignado do Banco do Brasil passou de R$ 600 milhões em dezembro de 2003 para R$ 7 bilhões estimados para outubro de 2006, segundo o vice-presidente da área de Finanças e Mercado de Capitais, Aldo Mendes. De acordo com ele, esse crescimento de cerca de 150% ao ano ocorre porque o banco tem praticado taxas abaixo do mercado. Além disso, esse crescimento se insere em cenário de crescimento do crédito no Brasil.
Fonte: Gazeta do Povo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h32
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CPMF
Haja azeite e sal...
O ministro do Planejamento e Orçamento, Paulo Bernardo, funcionário do
Banco do Brasil, defendeu que o "P" de CPMF passe a significar
Permanente (veja nota postada imediatamente anterior a esta).
Para quem não lembra, recordo uma historinha de azeite e sal. Em meados de
agosto o ministro acompanhou o presidente Lula a uma visita ao Banco do Brasil.
Impedido de fazer campanha em prédios públicos e em pleno expediente,
acompanhado de auxiliares, o presidente utilizou como pretexto comemorar o lucro
do BB que havia sido recorde.
Questionado por jornalistas sobre o fato de que parecia novidade o PT
comemorar esse tipo de evento, o ministro garantiu que o partido nunca fora
contra lucro de banco. "Se você encontrar um papel do PT assinado dizendo isso,
eu terei o prazer de comê-lo com azeite e sal porque não existe isso",
provocou.
Agora, ao defender que a Contribuição Provisória sobre Movimentação
Financeira, a CPMF, torne-se Permanente e com alíquotas atuais, será
que o ministro se proporá a comer, " com azeite e sal", algum
documento escrito pelo PT contra a CPMF?
É aguardar para ver.
Categoria: Opinião
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h07
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A FARRA DOS IMPOSTOS
Ministro propõe CPMF permanente e 10 a 15 anos para diminuir alíquota
Da Redação Em São Paulo
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defendeu nesta terça-feira que a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) deixe de ser temporária e se torne permanente.
| "PROVISÓRIO" HÁ 13 ANOS |
| 1993 |
Criado o IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira) para gerar recursos à saúde |
| 1994 |
Começa a cobrança do imposto, com alíquota de 0,25% |
| 1997 |
Muda de nome para CPMF, com alíquota de 0,2%, e passa a ser usado no combate à pobreza |
| 1999 |
Alíquota sobe para 0,38% |
| 2000 |
Alíquota cai para 0,3% |
| 2001 |
Alíquota volta a subir para 0,38% |
|
Além disso, ele propôs que a redução da alíquota de 0,38% para 0,08% seja feita "entre 10 e 15 anos", vinculada a um plano de longo prazo de diminuição das despesas correntes do governo (gastos para manter a máquina, fora investimento).
Segundo o governo, não há condições de abrir mão dos R$ 32 bilhões arrecadados com a CPMF de forma imediata.
Bernardo justificou que esse seria um sinal positivo de controle fiscal, "para alavancar de vez" o crescimento do país. Ele lembrou que a prorrogação da CPMF acaba em dezembro de 2007.
Ele fez as propostas durante audiência na Comissão Mista de Orçamento do Congresso.
"É preciso esforço para reduzir a carga tributária, e todos concordam com isso" , disse o ministro. "Mas não dá para ser da noite para o dia" , completou. "Com redução de despesas fiscais, dá para abrir mão de uns R$ 20 bilhões dessa receita, sem precisar criar outro imposto em substituição à CPMF", completou.
Ele justificou que um prazo de dez anos, "no mínimo", para a redução gradativa dessa alíquota "seria razoável para conciliar a diminuição nos gastos, o que caberia nos próximos dois mandatos de governo".
Bernardo afirmou ser essa a sua posição como ministro do Planejamento, pois o Palácio do Planalto ainda não tem uma posição fechada sobre a prorrogação da CPMF. Mas ele defendeu que essa é uma discussão que precisa ser iniciada no Congresso "ainda neste ano".
O ministro lembrou que também a Desvinculação de Receitas da União (DRU) deixa de vigorar no fim de 2007. Sua proposta é de elevar dos 20% atuais, para "25% ou 30%" da receita de todos os tributos, o que forma uma fonte de recursos que o governo federal pode aplicar livremente. (Com informações do Valor Online)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h51
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PRIMEIRO ANINHO...
Aniversário do BBlog
Completa um ano no mês em curso este BBlog, o qual trata do Banco do Brasil, seus funcionários e suas entidades, bem como discute questões pertinentes a esses temas, porém mais abrangentes, como cooperativismo, sindicalismo e associativismo.
No dia 2 de outubro de 2005, às 09h21, enviamos nosso primeiro "post", que dizia:
"AGORA UM BLOG. POR QUÊ?
Apesar de já ter um ter um site (www.romildo.com), busco no blog uma maior adequação à linguagem informal, à publicação instantânea, ao formato de um comentário ligeiro... e, por que não confessar?, à constante necessidade de novas e mais modernas formas de comunicação. Ou seja, o blog é mais uma maneira de expressar minhas opiniões, de meter minha colher."
A cada mês cerca de 2.500 bbnautas passam por aqui, o que para nós é significativo. Para os padrões da internet é um número de acessos baixo (como exemplo cito os sites que mantenho sobre outros temas, Italiaoggi e NordesteWeb, que recebem em torno desse número de visitas, 2.500, por dia). Mas considerando a especificidade dos assuntos aqui tratado o número de visitas me deixa sobremaneira satisfeito.
Brevemente estarei promovendo alterações no blog, cuja estratégia previa nesses primeiros doze meses a predominância de notas publicadas na imprensa e, a partir de agora, a introdução paulatina de notas e comentários de minha própria autoria.
Enfim, um grande agradecimento aos que aqui buscam informações, aos que deixam seus comentários ou aqueles que apenas fazem sua visita periódica para manter-se informado sobre o que acontece no conglomerado e na comunidade BB.
Um abraço a todos.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h27
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CAMPANHA SALARIAL
Fenaban oferece reajuste de 3,5% aos bancários; assembléias acontecem hoje
Da Redação Em São Paulo
Na sétima rodada de negociações entre representantes dos bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada nesta terça-feira pela manhã, surgiu uma nova proposta patronal.
Os bancos oferecem aos trabalhadores reajuste de 3,5% sobre salários e demais verbas, além de 80% do salário como participação nos lucros e resultados (PLR), mais parcela fixa de R$ 828 (tal benefício ainda inclui um adicional que pode ampliar o valor pago dependendo do lucro dos bancos).
Os bancários realizam desde a última quinta-feira uma greve em nível nacional. Hoje é o sexto dia consecutivo de paralisação.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf, que representa a categoria nacionalmente nas negociações), vai se abster de sinalizar uma posição sobre a aceitação ou não da proposta, abrindo espaço para as discussões de cada assembléia.
A proposta deverá ser apresentada pelos representantes da categoria às assembléias que acontecem hoje. Em São Paulo, a assembléia dos bancários do setor privado será às 19h, no Centro Trasmontano (rua Tabatingüera, 294, centro da capital paulista).
Estão previstas outras duas assembléias na capital paulista: para a Caixa Econômica Federal (CEF), às 18h; e para o Banco do Brasil (BB), às 19h30, ambas na quadra do Sindicato do Bancários de São Paulo, Osasco e Região, na rua Tabatingüera, 192. Os bancos públicos mantêm negociação específica para algumas cláusulas, com exceção do reajuste salarial.
O fator de cálculo do pagamento da PLR proposto pela Fenaban prevê uma parcela adicional que poderá variar entre R$ 1.000 e R$ 1.500. Essa parcela será definida levando em conta 8% da diferença entre o lucro líquido de 2005 e 2006 divididos linearmente entre os funcionários.
"Essa proposta ainda é baixa diante do lucro dos bancos, mas traz aumento real de salário e uma alteração importante na composição da PLR, já que essa parcela adicional passa a ser um direito adquirido pelo bancário nas próximas campanhas, e representa uma divisão melhor e mais justa do lucro entre os bancários", avalia Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
A proposta anterior da Fenaban previa reajuste de 2,85% (equivalente à reposição das perdas inflacionárias acumuladas pela categoria nos últimos 12 meses encerrados em setembro), 80% do salário de PLR, mais R$ 823 fixos, com adicional de R$ 750 para os bancários de instituições com crescimento de 20% ou mais no lucro líquido.
Os bancários reivindicam aumento de 7,05%, além da correção da inflação de 2,85%, PLR equivalente a 5% do lucro líquido linear dos bancos, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500.
Em relação aos bancos oficiais, o BB ofereceu pagamento de PLR semestral de 95% do salário, mais um valor fixo de R$ 412 e R$ 1.814 a título de distribuição linear de 4% do lucro líquido do banco apurado neste semestre. A proposta inclui também um bônus variável segundo a função.
Para os funcionários da CEF, a proposta indica pagamento da PLR na forma de 80% do salário, mais parcela fixa R$ 828, acrescidos de valor adicional R$ 1.000 e PLR extraordinária de R$ 1.339.
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h25
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CAMPANHA SALARIAL
Banqueiros oferecem aumento de 3,5% em nova proposta a grevistas
Luciana Bonadio, do G1, em São Paulo
Banqueiros aumentam proposta em nova reunião com representantes dos funcionários
Representantes da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentaram em reunião nesta terça-feira (10) uma proposta para acabar com a greve dos bancários, que entrou no 4º dia útil. A nova oferta aumenta de 2,85% a 3,5% a proposta de reajuste de saláriose verbas de natureza salarial, e de R$ 1 mil para R$ 1,5 mil o pagamento adicional de participação nos lucros.
A proposta será levada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) aos sindicatos de todo o País, para que a categoria possa votar em assembléia se aceita, ou não, a oferta.
A Fenaban propôs também a mudança na regra da Participação sobre Lucros e Resultados (PLR), que deve ser de 80% sobre o salário já reajustado mais uma parcela fixa de R$ 828. A PLR deve ser paga dez dias após a assinatura da convenção coletiva.
Uma novidade apresentada na reunião, ocorrida esta manhã em São Paulo, foi a proposta de um pagamento adicional de R$ 1 mil a R$ 1,5 mil para os bancos que tiveram um acréscimo nos lucros de pelo menos 15% em 2006, em comparação com o ano passado. O benefício será pago, se a oferta for aceita, no começo do ano.
A proposta será discutida pelos trabalhadores em assembléias marcadas para esta noite em todo o País. Em São Paulo, estão agendadas três assembléia, com horários entre 18h e 19h30.
Na última negociação, no dia 3, a Federação ofereceu aos bancários reajuste salarial de 2,85% e participação nos lucros e resultados (PLR) de 80% do salário, mais R$ 823 de parte fixa (os R$ 800 pagos em 2005, corrigidos pelos 2,85% de reajuste proposto), além de um adicional de R$ 750 para os bancários de instituições que tiverem crescimento de 20% do lucro líquido ou mais.
Os bancários reivindicam, por sua vez, aumento real de salários de 7,05%, além da reposição da inflação, e participação maior nos lucros e resultados - de 5% do lucro líquido linear, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500. Fora isso, querem o fim do assédio moral e das metas abusivas e a isonomia de direitos entre trabalhadores aposentados, afastados e de bancos que foram alvo de fusões, entre outros pontos.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h11
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CAMPANHA SALARIAL
Fenaban e bancários reúnem-se hoje para discutir reajuste salarial
Da Redação Em São Paulo
Representantes da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e dos bancários reúnem-se nesta terça-feira, ainda pela manhã, para uma nova rodada de negociações em São Paulo visando o fim do movimento grevista da categoria.
Ontem, sem nova proposta dos banqueiros até o fim do dia, os funcionários decidiram manter a greve nesta terça-feira.
Segundo levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a adesão ao movimento foi mantida e cerca de 190 mil trabalhadores, de um total de 400 mil da categoria, seguiram parados em todo o país. Nacionalmente, hoje é o sexto dia consecutivo de paralisação, apesar de em algumas localidades a greve chegar ao 15º dia.
Ontem, houve negociação entre os bancários e o Banco do Brasil (BB), que tem uma proposta de participação de lucros e resultados diferenciada.
A Caixa Econômica Federal (CEF) também sentou à mesa ontem com os bancários e ofereceu à categoria avanços no Plano de Cargos Comissionados (PCC) e no programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), entre outros itens, segundo informa a Contraf.
"Além da PLR, as mudanças no PCC são importantes e atendem muitos itens da nossa pauta de reivindicações", avalia Plínio Pavão, diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, segundo nota divulgada pela entidade.
O reajuste salarial reivindicado pela categoria, de 7,05% além da reposição da inflação, de 2,85%, não é discutido com o BB e a CEF, pois é esperado um acordo com a Fenaban.
Na última proposta, feita há uma semana, os banqueiros aceitaram apenas repor a inflação, com reajuste de 2,85%, entre outros benefícios. No ano passado, os bancos deram aumento real de 1% após seis dias de greve.
Ontem, o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Márcio Cypriano, disse que os bancos e bancários estão próximos de um entendimento.
"Eu diria para você que está muito próximo de ser acertado. A gente está conversando um pouco, tenho a impressão de que a gente rapidamente vai conseguir uma solução", disse Cypriano a jornalistas. (Com informações do Valor e da Reuters)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h33
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PRIVATIZAÇÃO DO BB?
Da coluna Painel na Folha de S. Paulo:
Escalada do medo
Depois de dizer que Geraldo Alckmin privatizaria Petrobras, BB e CEF, a
campanha de Lula tenta associar a eventual vitória do tucano a um desastre
econômico. Nota assinada pelo coordenador Marco Aurélio Garcia cita entrevista
do ex-secretário paulista Yoshiaki Nakano, apresentado como "potencial ministro
da Fazenda", e diz que o corte de R$ 60 bi sugerido por ele "paralisaria a
máquina administrativa".
As conseqüências, adverte Garcia, seriam a redução de benefícios de idosos, a
interrupção do "processo de redução da pobreza e da desigualdade" e a recessão.
Em outro boletim, a campanha petista reafirma que Alckmin fará privatizações e
cortará o Bolsa Família caso eleito, o que o candidato nega que irá fazer.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h37
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INVESTIMENTOS DA PREVI
Infra-estrutura é novo alvo de fundos
Silvia Rosa
Com grande potencial de crescimento no Brasil, os projetos de infra-estrutura têm atraído a participação de fundos de pensão e private equity . Nos próximos quatro anos o setor deve receber R$ 2,5 bilhões de aporte por meio de Fundos de Investimentos e Participações (FIPs), segundo estimativas da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP).
Com a perspectiva de queda da taxa de juros, os investimentos nas áreas de saneamento, transporte e logística têm representado uma boa alternativa para diversificar a carteira dos fundos e obter rentabilidade a longo prazo, afirma o diretor de investimentos e finanças da Valia (fundo da Companhia Vale do Rio Doce), Manoel Cordeiro. Segundo ele, cerca de 5% do patrimônio, atualmente em R$ 8 bilhões, são destinados às aplicações alternativas, que incluem os FIPs e fundos de private equity, voltados para a compra de parte ou totalidade de uma empresa.
A Valia aplica no InfraBrasil, maior fundo FIP do País, que possui R$ 520 milhões captados. “A perspectiva é que esse volume possa chegar a R$ 1 bilhão com investimentos de outras fundações, inclusive do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)”, afirma. O InfraBrasil, lançado no ano passado, é gerido pelo banco ABN Amro Real e também conta com a participação de outros fundos de pensão como a Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobas) e Funcef (Caixa Econômica Federal), além de recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O fundo deve atender cerca de dez a doze projetos no prazo de quatro anos, e atualmente avalia quatro empreendimentos nas áreas de transporte (ferrovia), e de geração e transmissão de energia elétrica.
A Valia ainda possui participação em projects finances em parceria com Petrobras, para investimentos no campo de Marlim, na bacia de Campos, além da participação de 10% no Metrô do Rio de Janeiro, no porto de Santos e na Companhia de Saneamento do Paraná (Sanespar), por meio do Fundo de Investimento em Ações (II-FIA), gerido pela Angra Partners.
A Funcef é outra fundação que decidiu investir em infra-estrutura. O fundo de pensão possui R$ 800 milhões destinados a aplicação em FIPs e private equity, o que representa 3,5% de sua carteira. A instituição participa do GP Logística, AG Angra, Darby Stratus e InfraBrasil, no qual detém um aporte de R$ 225 milhões. A fundação também aplicou R$ 170 milhões no fundo Brasil Energia, que já tem investimentos aprovados para linha de transmissão e termoelétrica. “Nós preferimos passar a administração dos ativos para gestoras de fundos e assim compartilhar os riscos”, afirma o diretor presidente da fundação, Guilherme Lacerda. Além dos fundos, a Funcef detém 4% do capital da América latina Logística (ALL), advindo da participação na Brasil Ferrovias.
Segundo Lacerda, o setor de infra-estrutura representa boa oportunidade para diversificar a carteira.
O crescimento do setor também atraiu a participação de grandes fundos como a Previ e a Petros.
O primeiro possui cerca de R$ 200 milhões aprovados para aplicação em FIPs, fundos de private equity e venture capital , que envolve a participação em empresas. Já o Petros possui R$ 877,5 milhões programados para investimento nos fundos FIP´s e private equity, o que representa 3% de seu patrimônio. A fundação participa dos fundos InfraBrasil, Logística Brasil, Brasil Energia, Dynamo Puma II, AG Angra Infra-estrutura, Fundo Mesanino Darby Stratus e Fundo Governança e Gestão.
Entrada das gestoras
A administradora de fundos Angra Partners lançou o FIP AG Angra Infra-Estrutura, que acumula captação de R$ 700 milhões para investimentos em saneamento, transportes, parques industriais e no setor de óleo e gás. De acordo com diretor executivo da Angra, Eduardo Farhat, o fundo possui participação de 10 investidores, entre eles a Petros e Funcef, e deve começar a aplicar em alguns projetos ainda este ano, que podem incluir a participação em parcerias Público Privadas (PPPs). “Há escassez de investimentos em infra-estrutura que geram oportunidades em todos os setores”, diz.
A GP Investimentos também lançou um fundo FIP voltado para a área de logística, que possui uma carteira de R$ 462 milhões. O GP Logística tem como cotistas os fundos Funcef, Petros, Previ e Fibra (Itaipu), além da Fundação Atlântica, o BNDES e o Banco do Brasil. A alavancagem do fundo pode chegar a quatro ou cinco vezes o valor total captado.
Os gargalos logísticos e a pouca oferta de recursos para essa área já fazem a GP pensar na formatação do Logística II. A captação deve iniciar em três anos, quando pelo menos 75% dos recursos do primeiro fundo já estiverem aplicados. Atualmente estão em análise cerca de 14 projetos.
Com foco também em projetos na área de transporte e logística, o FIP Darby Stratus Infra- estrutura possui R$ 400 milhões para aplicação em empreendimentos como rodovias, terminais de portos, gasodutos, alcooldutos, terminais de estocagem e plataformas de petróleo. Segundo o diretor da administradora, Marcelo Moraes, o fundo é espécie de mezanino, que pode tanto emprestar capital como fazer aquisições. Ele ressalta que há um grande potencial para entrada de novos investidores. “As grandes gestoras de fundos, como os bancos de varejo Bradesco e Itaú, devem começar a investir nesse setor, o que ainda é muito pouco praticado no Brasil”, afirma.
Mesmo a participação de fundos de pensão ainda é muito pequena no Brasil se comparada a países como Estados Unidos e Reino Unido, nos quais os investimentos nesses fundos e em infra-estrutura compõem grande parte da carteira.
Fonte: DCI
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h18
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SHOW DE BELEZA NA AABB/FORTALEZA
| Kiko
Silva |
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| GRUPO DE
GINASTAS realiza exercícios com o arco durante o III Torneio Cearense de
Ginástica Rítmica | |
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Ginástica rítmica faz a festa
na AABB
Um show de beleza, talento e graciosidade.
É como pode ser definido o III Torneio Cearense de Ginástica Rítmica. Esse
evento, organizado pela professora Ester Vieira, docente da Universidade Federal
do Ceará (UFC) e ex-técnica de seleções brasileiras infantis da modalidade, foi
realizado, sábado passado, no ginásio da AABB (Av. Beira-Mar).
Com a
participação de aproximadamente 80 atletas, na faixa etária de 6 a 10 anos, o
III Torneio Cearense de Ginástica Rítmica apontou como campeãs o grupo da
Academia de Ballet Goretti Quintela, na prova de Conjunto Mãos Livres, com as
ginastas Beatriz de Oliveira Lima, Ana Beatriz Carvalho, Lara Luppi, Ariela
Oliveira, Giovana Soares e Anna Oliveira, todas com 8 anos; na prova individual
com aparelho bola, a campeã foi a atleta Beatriz de Oliveira; e na categoria
Pré-Infantil o destaque foi Gabriela Oliveira.
“A menina cearense é muito
bonita, talentosa, alegre, versátil e carismática, qualidades muito importantes
para a ginástica rítmica”, analisou a professora Ester Vieira, entusiasmada com
a performance das suas pupilas — as ginastas foram treinadas pela professora
Ester.
Fonte: Diário do Nordeste
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h12
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ALEIJADINHO NO CCBB DO RIO
Brasilcap apóia mostra de Aleijadinho no Rio de Janeiro
Entra em cartaz no próximo dia 14, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, a mostra ?Fé, Engenho e Arte - Aleijadinho e seu Tempo?, que ocupará todos os espaços do centro cultural. Na exposição, que tem o apoio da Brasilcap, será possível ver réplicas da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto e o conjunto dos 12 profetas de Congonhas, além de peças barrocas originais, filmes, fotografias, música sacra, ciclo de palestras e ações educativas, que completam a programação da mostra.
Por meio de seu programa de investimentos em cultura e da parceria com o CCBB, a Brasilcap, braço de capitalização do BB, já patrocinou exposições recordistas de público, entre elas Surrealismo, Arte da África e Por ti América.
A empresa também está apoiando a mostra Anish Kappor que estréia no próximo dia 16, no CCBB de Brasília após uma temporada no Rio de Janeiro.
Fonte: SEGS
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h03
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DIÁLOGOS NO CCBB DE SP
Barbara Gancia e Marcelo Tas discutem crônica no CCBB
Dando seqüência ao programa “Cronicamente Viável - A Crônica no Brasil: de
Machado de Assis aos Cronistas Digitais”, o CCBB (Centro Cultural Banco
do Brasil) recebe nesta terça-feira Barbara Gancia e Marcelo Tas. Os
dois vão discutir a crônica na Internet, no rádio e na TV.
Com mediação
de Marcelo Rubens Paiva, o programa está reunindo,
mensalmente, jornalistas e escritores para debater a crônica brasileira, em
seus vários suportes e contextos, desde seu surgimento no século XIX até a nova
geração de blogueiros.
O encontro acontece, às 19h30, na sala de
cinema, com entrada gratuita, sendo que as senhas para o evento devem
ser retiradas com meia hora de antecedência na bilheteria. O CCBB fica na rua
Álvares Penteado, 112 - Centro de São Paulo).
Fonte: Diário Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h59
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CAMPANHA SALARIAL
Bancários decidem manter greve; adesão foi de 185 mil bancários no 3º dia de paralisação
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| Assembléia de bancários na sede do sindicato em São Paulo, onde decidiu-se pela manutenção da greve nesta terça | SÃO PAULO - Sem uma nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para aumento de salários e de participação em lucros e resultados, os bancários decidiram nesta tarde continuar em greve por tempo indeterminado. De acordo com informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), no terceiro dia de paralisação 185 mil dos cerca de 400 mil bancários do país mantiveram adesão à greve, que atinge 25 estados, mais o Distrito Federal. Em São Paulo, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região informa que 36 mil funcionários cruzaram os braços em 494 locais de trabalho, entre agências e centros administrativos. Menos do que os 39 mil empregados parados no primeiro dia de manifestação, na quinta-feira, quando 517 locais pararam as atividades. Segundo a assessoria de imprensa da Contraf, havia a expectativa de uma reunião com a Fenaban nesta tarde, que acabou não ocorrendo. A última negociação ocorreu no dia 3, quando a Federação ofereceu aos bancários reajuste salarial de 2,85% e participação nos lucros e resultados (PLR) de 80% do salário, mais R$ 823 de parte fixa (os R$ 800 pagos em 2005, corrigidos pelos 2,85% de reajuste proposto), além de um adicional de R$ 750 para os bancários de instituições que tiverem crescimento de 20% do lucro líquido ou mais. Os bancários reivindicam, por sua vez, aumento real de salários de 7,05%, além da reposição da inflação, e participação maior nos lucros e resultados - de 5% do lucro líquido linear, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500. Fora isso, querem o fim do assédio moral e das metas abusivas e a isonomia de direitos entre trabalhadores aposentados, afastados e de bancos que foram alvo de fusões, entre outros pontos. (Valor Online)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h26
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DEBATE DA BAND
Internautas apontam vitória de Geraldo
Alckmin
Os portais do Estado, do UOL e do
Globo indicam vitória de Geraldo Alckmin no debate. Até as 23h40 de ontem, 75,8%
dos internautas que acessaram o estadao.com.br disseram que o tucano se saiu
melhor. No UOL, Alckmin teve 64%. O Globo permitiu quatro respostas: 59,48% do
total preferiu Alckmin; 36,55%, Lula; 1,46% achou que houve empate e 2,50% que
os dois perderam.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h16
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CAMPANHA SALARIAL
Greve nacional dos bancários entra no seu quinto dia consecutivo
Da Redação Em São Paulo
A greve nacional dos bancários prossegue por tempo indeterminado e entra em seu quinto dia consecutivo nesta segunda-feira. Em algumas localidades, onde o movimento foi deflagrado antes do previsto pelo comando nacional da greve, a paralisação vai para seu 14º dia.
De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf, que encabeça o movimento), até a última sexta-feira a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban, que representa os empregadores) não havia marcado qualquer nova negociação com a categoria.
Na sexta-feira, houve adesão à paralisação de cerca de 185 mil trabalhadores, atingindo localidades em 24 Estados e no Distrito Federal, onde ao movimento.
"Construímos um movimento muito forte, que envolveu toda a categoria. Esperamos que a Fenaban acabe com sua intransigência e apresente uma proposta que atenda às nossas reivindicações", disse Carlos Cordeiro, secretário-geral da Contraf-CUT, segundo nota divulgada pela entidade.
A última rodada de negociações entre representantes do bancos e dos trabalhadores aconteceu na terça-feira, dia 3 de outubro, quando a Fenaban apresentou a proposta rejeitada pela categoria, que prevê reajuste salarial de 2,85% (cobrindo a variação da inflação no período de 12 meses) e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 80% do salário, mais R$ 823 de parte fixa, além de um adicional de R$ 750 para os funcionários dos bancos que tiverem crescimento de pelo menos 20% no lucro líquido.
Os bancários reivindicam aumento real de 7,05%, além dos 2,85% de reposição da perdas, participação linear nos lucros e resultados (PLR) de 5%, mais R$ 1.500 fixos.
"Estamos negociando há quase dois meses e se os banqueiros não propuserem aumento real e a PLR digna a greve continuará", afirmou Cordeiro, de acordo com a nota.
Hoje, novamente estão marcadas reuniões de negociação com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que têm processos de entendimento específicos. Caso novas propostas sejam apresentadas pelas instituições, elas serão levadas às assembléias específicas dos respectivos bancos, previstas para acontecerem nesta terça-feira, dia 10, em horário a ser definido.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h15
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CAMPANHA SALARIAL
Greve dos bancários: como agir no caso de contas atrasadas?
SÃO PAULO - Diante da greve dos bancários por tempo indeterminado, decidida na noite da última quarta-feira (04), os consumidores que possuem contas atrasadas devem procurar outras formas de quitá-las.
Segundo o Procon-SP, para os boletos e carnês de lojas que oferecem produtos ou serviços, o consumidor deve se direcionar ao próprio estabelecimento comercial para realizar o pagamento.
Já as contas denominadas de consumo - água, luz e telefone - podem ser pagas em lotéricas e correspondentes bancários, que somam mais de 90 mil em todo o País, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Casos extremos
O Procon esclarece, por meio de sua assessoria, que os consumidores devem buscar formas alternativas de pagamento e que devem mostrar interesse em quitar as contas atrasadas. Depois disso, caso não tenham conseguido, poderão se encaminhar ao órgão para orientação.
Tentar realizar o pagamento somente nas agências bancárias, não conseguir e depois se encaminhar ao Procon para reclamar não adianta. "A pessoa deve provar que tentou quitar as contas de outras formas", esclarece o órgão de defesa do consumidor.
Outros serviços
O cidadão que quiser realizar transações bancárias poderá fazê-las por telefone, pela internet ou nos caixas eletrônicos.
Além disso, as pessoas contam com os chamados "correspondentes" - agências lotéricas e lojas de departamentos que aceitam o pagamento de contas e a realização de outros serviços.
Greves
Na sexta-feira (06), segundo dia da greve nacional dos bancários, nos 24 estados e no Distrito Federal, onde há 108 sindicatos ligados à Contraf-CUT, o número de bancários parados continuou estável, por volta de 185 mil.
Na terça-feira (03), a Fenaban propôs reajuste de 2,85%, o que repõe a inflação do período, mas sem um centavo de aumento real. O índice também corrige as demais verbas salariais. No entanto, os bancários não aceitaram a proposta.
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h13
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Bancários permanecem de braços cruzados nesta segunda-feira
A greve dos bancários entra no terceiro dia útil nesta segunda-feira (9). A manutenção da paralisação foi decidida em assembléia realizada na sexta-feira (6) na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, no centro da cidade.
“Não há nova proposta, os bancários devem permanecer em greve por tempo indeterminado”, disse o presidente do sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.
O sindicato conseguiu uma liminar na Justiça garantindo o direito de os grevistas permanecerem em frente às agências bancárias em sinal de protesto. A liminar atende a ação civil pública movida pelo sindicato contra a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e mais 13 bancos que tentaram barrar o direito de greve da categoria.
Balanço Na sexta-feira (6) quase 40 mil bancários deixaram de trabalhar em 555 postos, entre agências e centros administrativos. Foram 92 locais parados no Centro da capital, 165 na Zona Leste, 84 na Zona Oeste, 43 na Zona Sul, 44 na Zona Norte e 76 na região de Osasco. O sindicato atua em 17 municípios paulistas e possui 106 mil bancários filiados.
A assessoria da Fenaban informou que seguirá entrando com medidas judiciais e práticas possíveis para manter o funcionamento das agências.
Recomendação A Fenaban orienta ainda a população a procurar locais alternativos de pagamento como casas lotéricas, agências dos Correios e a internet. Segundo a federação, de todas as operações bancárias registradas no ano passado, apenas 10,6% foram realizadas na boca do caixa.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h45
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