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BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo)


Do Blog do jornalista Ricardo Noblat:

Vale tudo - como sempre valeu

Alckmin voltou a garantir na manhã de hoje que não demitirá funcionários públicos caso seja eleito. Ontem ele havia dito que não acabará com o programa Bolsa-Família - e anteontem que não privatizará o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. 

O PT está se valendo da mesma arma usada contra ele no passado: falsas afirmações, capazes de provocar prejuízo eleitoral ao adversário. Na reta final do segundo turno da eleição de 1989, a turma de Collor espalhou que Lula confiscaria a poupança. 

Uma vez eleito, Collor confiscou a grana de todo mundo. Fidel Castro, que viera para a cerimônia de posse, comentou que nem ele tivera tamanha coragem depois do triunfo da revolução cubana. Bem, Collor, hoje, apóia Lula. 

Não será por elegância que Lula perderá o poder.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h16
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PRIVATIZAÇÃO DO BB?

Alckmin: Lula não tem compromisso com a verdade

O candidato da coligação PSDB-PFL à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou que o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está com medo de perder as eleições neste segundo turno. "O outro candidato (Lula) não tem compromisso com a verdade e isso mostra o nível de desespero dos nossos adversários em levar essas mentiras (aos eleitores)", disse o tucano, em resposta a afirmações ou insinuações de Lula e de correligionários de que, se o ex-governador paulista for eleito, pretende acabar com o Bolsa Família e privatizar empresas do governo. "São totalmente improcedentes as afirmações de que cogito acabar com o Bolsa Família e privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e Petrobras", ressaltou.

"Eu até não acreditei, quando me falaram que o próprio presidente (Lula) estava falando essas coisas", comentou. Depois de reiterar que isso é um prova "do nível de desespero" da campanha do PT, Alckmin questionou: "Onde fica a credibilidade do presidente, que não sabia (dos escândalos) e agora fala coisas inverídicas? No fundo, é o medo de perder as eleições."

Ao garantir que nunca cogitou de privatizar Petrobras, BB e Caixa, o tucano disse que, se vencer o pleito no dia 29 de outubro, pretende prestigiar essas empresas e seu funcionalismo. E alfinetou: "Essas empresas não são do PT, mas do povo brasileiro. São instituições que não podem ser utilizadas politicamente e não podem ser instrumentalizadas ou envolvidas em escândalos."

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h29
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PRIVATIZAÇÃO DO BB?

Lula ataca Alckmin em discurso na Bahia

O presidente falou que se o candidato tucano for eleito haverá privatizações e aumento no preconceito contra os nordestinos

Cida Fontes

SALVADOR - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sexta-feira, voltou a subir o tom de seu discurso contra as oposições, afirmando que se o candidato tucano Geraldo Alckmin vencer o segundo turno da eleição presidencial haverá demissão de funcionários públicos, privatização do Banco do Brasil e da Petrobrás e aumento do preconceito contra nordestinos. Lula fez comício ontem à noite para cerca de 10 mil pessoas no Farol da Barra, bairro nobre de Salvador.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h26
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SEU DINHEIRO

Queda do juro faz poupança voltar a crescer

Depósitos em poupança superam retiradas em mais de R$ 2 bilhões em setembro; o maior valor de 2006

Alexandro Martello, do G1, em Brasília

A queda da taxa básica de juros, a Selic, aumentou a procura por uma velha conhecida: a segura e tradicional caderneta de poupança. Após relegada a segundo plano no primeiro semestre, a poupança voltou a ganhar fôlego em setembro: os depósitos superaram as retiradas em R$ 2,07 bilhões, segundo informou o Banco Central nesta sexta-feira (6).

O saldo positivo de setembro é o maior de 2006. No mês passado, os depósitos na poupança somaram R$ 62,5 bilhões, enquanto as retiradas de recursos totalizaram R$ 60,49 bilhões. O resultado é explicado pela redução da taxa Selic, que caiu 5,5 pontos porcentuais nos últimos 12 meses, reduzindo a diferença de rendimento entre a caderneta de poupança e outras aplicações e fundos de renda fixa.

Apesar da recente retomada, a poupança ainda não saiu do vermelho em 2006. Neste ano, até setembro, o saldo de depósitos e saques na modalidade de investimento é negativo em R$ 4,84 bilhões. Em agosto, os saques foram maiores do que as retiradas em R$ 280 milhões.

O saldo da poupança, isto é, o volume de recursos aplicados na modalidade, somou R$ 174,4 bilhões no fim de setembro, contra R$ 170,2 bilhões em agosto e R$ 168,7 bilhões no fim de 2005.  

Rendimento
Segundo cálculos da Caixa Econômica Federal, o rendimento líquido da poupança somou 5,54% de janeiro a agosto deste ano. O rendimento projetado para os doze meses seguintes é de 8,46% (considerado o valor da TR de 1º de setembro). É um percentual superior a de outros investimentos, quando se calculam descontos da taxa de administração, Imposto de Renda e CPMF. Em 2006, o rendimento da caderneta de poupança deve ser de 8,3%, conta uma inflação projetada de 3,6%.

Por conta da estimativa de maior aporte de recursos na poupança, começaram a circular informações de que o governo e as instituições financeiras estariam considerando mudanças no formato de correção da poupança. O medo é que a queda dos juros básicos possa gerar uma grande migração de recursos para esta modalidade de aplicação financeira e, com isso, atrair especuladores.

Idéia levada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) à equipe econômica prevê que a poupança manteria um nível de correção de 65% a 75% dos Certificados de Depósito Bancários (CDB's), em valores líquidos. Entretanto, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, negaram nesta semana ter conhecimento de qualquer mudança na forma de correção da caderneta de poupança.

Fonte: G1



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h21
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CAMPANHA SALARIAL

Sem acerto, greve nos bancos do país continua

No segundo dia de paralisação, 185 mil pararam

CLAUDIA ROLLI
DA REPORTAGEM LOCAL

Os bancários vão manter a greve por tempo indeterminado na segunda-feira em diferentes regiões do Brasil. A decisão foi referendada ontem em assembléias realizadas em algumas regiões do país.

No segundo dia de paralisação, ontem, cerca de 185 mil funcionários cruzaram os braços em 24 Estados e no Distrito Federal, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, ligada à CUT. Esse número corresponde a 46,2% do total de pessoas que trabalham nos bancos.

Na quinta-feira, primeiro dia da paralisação, a adesão havia sido de 190 mil -ou de 47,5%.

A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) não informou o percentual de trabalhadores parados ou o número de agências afetadas pela greve.

Em São Paulo, 40 mil bancários participaram da greve em 555 locais de trabalho -entre agências e centros administrativos. Anteontem, eram 517.
Os bancos conseguiram vários interditos proibitórios (instrumento jurídico que as instituições obtêm na Justiça para evitar bloqueio nas portas das agências). Por causa disso, em algumas regiões, os bancários foram forçados a reabrir as agências que estavam fechadas pela paralisação, diz o sindicato. Mas, no final da tarde, a entidade conseguiu liminar na Justiça para garantir o direito de os grevistas permanecerem em frente às agências e, assim, evitar confronto com policiais.

No setor privado, o impasse continua e não há perspectiva de nova negociação.

Os bancos oferecem reajuste de 2,85% e participação nos lucros (PLR) de 80% do salário mais R$ 823 fixos, além de R$ 750 nos bancos que tiveram alta do lucro líquido de 20% (ou mais) sobre 2005. Os bancários pedem 7,05%, além de INPC e PLR de 5%, paga de forma linear, um salário mais R$ 1.500.

No setor público, bancários e representantes do Banco do Brasil e da Caixa se reuniram ontem, mas não chegaram a um acordo. Novas reuniões devem ocorrer a partir de hoje.

A decisão de permanecer em greve ocorreu na assembléia de ontem à noite em São Paulo. Um grupo de servidores da Caixa exibiu cartaz em protesto ao sindicato. Ele dizia: "2,85%??? Enfia na CUT", em alusão à oferta dos bancos.

""Foi um protesto contra o sindicato [filiado à CUT], que está mais preocupado com a campanha eleitoral do que com a nossa campanha salarial", diz Heloísa Farias Tarragon, 38, funcionária da Caixa, uma das bancárias que fez o cartaz.

Para o sindicato, o cartaz foi criado pela oposição e é levado há dois dias na assembléia.

Os bancos informam que o atendimento aos clientes pode ser feito por telefone, internet, além de lotéricas e Correios. Severina de Oliveira Silva, 68, não conseguiu receber a aposentadoria no Itaú, da região central. "Devo ir para Goiânia. Queria pegar o dinheiro para comprar a minha passagem." O Itaú não comentou. (Colaborou CINTHIA FANIN, do "Agora")

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h19
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AABB COMUNIDADE EM CARUARU

Crianças de Caruaru ganham semana especial para elas

A Secretaria da Infância e da Juventude, em parceria com a Secretaria de Esportes e a Fundação de Cultura de Caruaru, promove a Semana da Criança, de 9 a 12 de outubro. A programação  é destinada a todas as crianças da cidade e será desenvolvida nas praças do Vassoural, Cohab 3, e da Criança.

A entidade espera reunir mais de 300 crianças por dia, que poderão participar de oficinas de arte, pintura, desenho, leitura, práticas esportivas e assistir a apresentações culturais. A programação é aberta para toda a comunidade. Apenas no dia 11, as atividades serão exclusivas para os participantes do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e do programa AABB Comunidade.

Confira a programação:
 
Segunda-feira (09)
Local: Praça do Vassoural
Horário: 8h às 11h e 14h às 16h30min
Atividades: Oficinas de artes, pintura, desenho, leitura, jogos (dama e dominó), apresentações de danças, práticas esportivas (futsal, mini-campo, voleibol, boca-larga, pescaria, quebra-panela, corrida de estafeta)
 
Terça-feira (10)
Local: Praça da Cohab 3
Horário: 8h às 11h e 14h às 16h30min
Atividades: Oficinas de artes, pintura, desenho, leitura, jogos (dama e dominó), apresentações de danças, práticas esportivas (futsal, mini-campo, voleibol, boca-larga, pescaria, quebra-panela, corrida de estafeta)
 
Quarta-feira (11)
Local: Shopping Caruaru e Parque de Diversões
Horário: 9h e 15h
Atividades: Cinema e participação nos brinquedos do parque
OBS.: Participação apenas das crianças do PETI e AABB Comunidade
 
Quinta-feira (12)
Local: Praça da Criança
Horário: 8h às 11h e 14h às 16h30min
Atividades: Oficinas de artes, pintura, desenho, leitura, jogos (dama e dominó), apresentações de ginástica rítmica, práticas esportivas (futsal, mini-campo, voleibol, boca-larga, pescaria, quebra-panela, corrida de estafeta, corrida de saco, lance e lance)
 
Fonte: PE360Graus


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h00
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INVESTIMENTOS NO BB

BB DTVM cresceu o equivalente a um Bradesco, nos últimos 3,5 anos

Patricia Eloy - O Globo

RIO - Em apenas três anos e meio, os recursos administrados pela BB DTVM quase triplicaram. Saltaram de R$ 66 bilhões em janeiro de 2003 para R$ 180 bilhões em setembro deste ano, um avanço de R$ 114 bilhões. É quase o tamanho que o Bradesco tem hoje no mercado: R$ 120 bilhões, segundo dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid).

A instituição ocupao terceiro lugar no ranking geral de administradores de recursos (que considera carteira total administrada mais fundos sob gestão).

Em primeiro lugar está o BB, com R$ 180 bilhões, de acordo com dados de setembro. O último levantamento da Anbid considera informações de agosto, mês em que a BB DTVM tinha R$ 171 bilhões administrados.

Em segundo lugar fica o Itaú, com R$ 128 bilhões, seguido de perto pelo Bradesco (R$ 120 milhões). Distantes, no quarto e quinto lugares, estão Caixa Econômica Federal (R$ 53,6 bilhões) e HSBC (R$ 47 bilhões).

Nelson Rocha Augusto, presidente da BB DTVM, destaca que grande avanços na regulação dos fundos de investimento permitiram o rápido avanço da indústria no Brasil:

— A criação da conta investimento, a auto-regulação da indústria pela Anbid e a instrução 409, que segregou investidores de varejo e investidores qualificados foram enormes avanços. O Brasil tem hoje o que há de mais moderno e sofisticado (na indústria de fundos) — avalia o economista.

Fonte: O Globo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h55
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DIÁLOGOS NO CCBB DE SP

CCBB reúne professores de 'Diálogos e Reflexões com Educadores'

O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) sedia neste sábado apresentações dos trabalhos realizados por participantes dos encontros “Diálogos e Reflexões com Educadores”.

O projeto é uma iniciativa patrocinada e realizada pelo CCBB desde 2003, para estimular professores a divulgar as mensagens das exposições em cartaz no local em sala de aula, com alunos do Ensino Fundamental e Médio, de escolas públicas e particulares.

Serão  selecionados 14 relatos de experiências e cada professor terá 20 minutos para  apresentação.  Em  seguida, haverá  10 minutos de  comentários e debate com especialistas da área de arte-educação, em que a  platéia poderá participar.

O evento será apresentado em duas sessões: cinema, 10h às 13h30, e auditório, das 14h30 às 18h. O CCBB fica na rua Álvares Penteado, 112 - Centro de São Paulo.

Fonte: Diário Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h51
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GUERRA NO CCBB DE BRASÍLIA

A estética de Ruy Guerra no CCBB

Brasília recebe a mostra de cinema que faz uma retrospectiva da obra do cineasta Ruy Guerra. A versatilidade de Guerra será exaltada, possibilitando ao público conhecer ou rever suas obras.

Com 75 anos de idade e 50 de carreira, o moçambicano naturalizado brasileiro, tem uma longa estrada de experimentações cinematográficas, inúmeros estilos, e uma característica básica: a abordagem esteticamente inovadora, que sempre revela a força de diferentes tipos de relações socioeconômicas. Mais conhecido como diretor, ele também atua como roteirista, montador, diretor de fotografia, produtor e ator.

Na programação da mostra 12 longas-metragens, além de documentários, curtas e produções feitas para TV e vídeo. Entre os filmes estão Os Cafajestes (1963), primeiro longa de Ruy Guerra; Os Fuzis (1964) - ganhador do Urso de Prata em Berlim; e Os Deuses e os Mortos (1970), considerado como uma obra referencial do cinema brasileiro.

O Veneno da Madrugada, sua mais recente produção, também compõe a programação.O filme ganhou os prêmios de Melhor Fotografia (Walter Carvalho) e Direção de Arte (Marcos Flaksman) no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 2005. Entre os curtas destacam-se: Quand Le Soleil Dort (1954), Operação Búfalo (1978), Um Povo Nunca Morre (1980), Os Comprometidos (1984) e Obvius Child (1990).

A mostra Ruy Guerra, Filmar e Viver, acontece até 15 de outubro, às 15h, 17h, 19h e 21h, no Centro Cultural Banco do Brasil (SCES trecho 2, lote 22). Ingressos a R$ 4 e R$ 2 (meia).

Fonte: ComuniWeb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h49
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BOATOS

Alckmin diz que ministros espalham "boatos" sobre privatização do BB

ANDREA CATÃO
da Folha Online

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse hoje que ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão "esparramando boatos" de que ele vai acabar com o Bolsa Família e promover a privatização do Banco do Brasil, dos Correios e da Caixa Econômica Federal.

"Esses ministros que, em vez de trabalhar, ficam fazendo campanha eleitoral, utilizando prédio público e transformando ministério em comitê eleitoral, estão querendo assustar as pessoas", disse.

Alckmin afirmou que as informações divulgadas pelos petistas tratam-se de "inverdades". "Essa rede de proteção social [Bolsa Família] foi criada no nosso governo, do PSDB."

Quanto às privatizações --outra informação que ele diz ter sido espalhada pelos ministros de Lula--, o tucano disse que suas propostas visam a "fortalecer a empresa privada" e não privatizar as estatais.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h16
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CAMPANHA SALARIAL

Adesão cai de 190 mil para 185 mil, mas greve dos bancários continua

SÃO PAULO - O segundo dia de greve por tempo indeterminado registrou uma redução da adesão dos bancários ao movimento. Embora os 24 estados e o Distrito Federal mantenham a paralisação, o número de bancários parados diminuiu de 190 mil para 185 mil nesta sexta-feira. No total o país conta com cerca de 400 mil bancários. Os números são do Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, Contraf-CUT. Após uma nova assembléia nesta tarde, os empregados decidiram pela continuidade da paralisação.

A adesão entre os profissionais em São Paulo foi mantida em cerca de 40 mil bancários, conforme o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Participaram da greve em 555 locais de trabalho, entre agências e centros administrativos.

Os sindicatos informam que continuam em andamento as negociações entre os dirigentes do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e representantes dos trabalhadores para tratar de planos de cargos e salários e caixas de assistência - além da participação nos lucros e resultados.

A categoria dos bancários entrou em greve por tempo indeterminado após discordância com a proposta oferecida pelos empregadores. No dia 3, os bancos ofereceram reajuste salarial de 2,85% e participação nos lucros e resultados (PLR) de 80% do salário, mais R$ 823 de parte fixa (os R$ 800 pagos em 2005 corrigidos pelos 2,85% de reajuste proposto), além de um adicional de R$ 750 para os bancários de instituições que tiverem crescimento de 20% do lucro líquido ou mais.

Os bancários reivindicam, por sua vez, aumento real de salários de 7,05%, além da reposição da inflação, e participação maior nos lucros e resultados - de 5% do lucro líquido linear, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500. Fora isso, querem o fim do assédio moral e das metas abusivas e a isonomia de direitos entre trabalhadores aposentados, afastados e de bancos que foram alvo de fusões, entre outros pontos.

Fonte: UOL Economia



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h15
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O BB E O ESCÂNDALO DO DOSSIÊ

PT expulsa ex-diretor do BB e mais três envolvidos em "dossiêgate"

FELIPE NEVES
da Folha Online

A Executiva nacional do PT decidiu nesta sexta-feira pela expulsão de quatro envolvidos no chamado "dossiêgate": Oswaldo Bargas, Jorge Lorenzetti, Hamilton Lacerda e Expedito Veloso. O partido também decidiu por colocar Marco Aurélio Garcia na presidência, após o pedido de licença do cargo encaminhado hoje por Ricardo Berzoini.

Valdebran Padilha, detido em São Paulo com R$ 1,7 milhão que seria utilizado para a compra do dossiê, já havia sido suspenso pelo PT de Cuiabá (MT).

"Os filiados que assim agiram [no episódio do dossiê] colocaram-se, na prática, fora do partido. E, por decisão da Executiva nacional, estão politicamente expulsos do PT", disse Marco Aurélio.

Lorenzetti e Lacerda haviam encaminhado antes da reunião da Executiva seus pedidos de desfiliação do partido.

Lacerda era coordenador de comunicação da campanha do senador Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo. A Polícia Federal acredita que ele tenha sido o responsável por levar os R$ 1,7 milhão que seriam usados para a compra do dossiê ao hotel onde estavam Valdebran Padilha e Gedimar Passos --advogado e ex-policial federal.

Já Lorenzetti coordenava o "núcleo de informações" da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. Teria sido ele quem negociou com o empresário Luiz Antonio Vedoin, dono da Planan e um dos chefes da máfia dos sanguessugas, a entrega do dossiê. Em depoimento à PF, Lorenzetti afirmou que prometeu auxílio jurídico a Vedoin.

Bargas foi secretário no Ministério do Trabalho durante a gestão Berzoini e ocupava o cargo de coordenador de programa de governo da campanha do PT à Presidência. Procurou a imprensa para oferecer o dossiê.

O ex-diretor do Banco do Brasil Expedito Afonso Veloso foi acusado de envolvimento com o caso após Valdebran ter dito que havia recebido parte do dinheiro de uma pessoa chamada "Expedito". Ele teria participado da operação de montagem e divulgação do documento.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h47
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários fazem greve até receberem contraproposta, diz sindicato de SP

Da Redação
Em São Paulo
 
Os bancários paulistas pretendem continuar com a greve por tempo indeterminado até que consigam uma contraproposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) nas negociações salariais, afirmou Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

De acordo com a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro) e os sindicato locais, estavam parados em São Paulo, até as 14h30 desta sexta-feira, segundo dia de greve, mais de 35 mil trabalhadores em 493 locais entre agências e centros administrativos. Os caixas eletrônicos funcionam normalmente.

Em entrevista à Agência Brasil, Marcolino afirmou que a greve não será encerrada enquanto a Fenaban mantiver a atual proposta de aumento de 2,85%.

O presidente do sindicato dos bancários afirmou que o movimento grevista está forte e que a tendência é ampliá-lo nos próximos dias, caso a Fenaban não atenda às exigências dos trabalhadores. "Nós esperamos que, com a greve, que está forte em todo país, a Fenaban se sensibilize com as nossas reivindicações", disse.

"Mas que [a Fenaban] apresente uma proposta que efetivamente possa ser colocada em votação para ser apreciada e aprovada pelos trabalhadores".

Segundo Marcolino, o comando geral de greve reúne-se na noite desta sexta com representantes da Caixa Econômica Federal (às 18 horas) e com o Banco do Brasil (às 19 horas), em busca de uma melhor proposta do que a oferecida pela Fenaban.

A assessoria de imprensa da Fenaban informou à Agência Brasil que a entidade mantém a proposta oferecida ao Comando Nacional dos Bancários na última terça-feira (4) e aguarda um posicionamento oficial dos bancários.

A assessoria também orienta a população a utilizar "canais alternativos" de atendimento, como operações pela Internet, telefone e casas lotéricas.

Segundo a Fenaban, esses canais têm sido utilizados cada vez mais. Dados da entidade mostram que, das 35 bilhões de operações bancárias realizadas em 2005, apenas 10,6% foram feitas diretamente no caixa dos bancos. Já operações por débito automático somam 28,7%.

De acordo com apuração do sindicato, mais de 39 mil bancários aderiram ao primeiro dia de greve. Mais de 500 centros administrativos ou agências pararam, em grande parte estabelecimentos concentrados na região central de São Paulo.

Os bancários optaram pela greve por tempo indeterminado, em assembléia realizada na terça-feira (3). A categoria pede a reposição da inflação do período de vigência dos acordos da categoria, de 2,85%, mais aumento real dos salários em 7,05%.

A Fenaban só elevou o índice total de 2% para 2,85%, que é a inflação plena do período da categoria (setembro de 2005 a agosto de 2006), medida pelo IPCA do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.


Balanço
Segundo dados do site da Confaraf, no ABC paulista, os bancários permanecem em greve por tempo indeterminado com o mesmo quadro de ontem: cerca de 150 agências fechadas e 3.700 trabalhadores parados. Em Santos e região, a paralisação atinge 80% da categoria.

Além de São Paulo, ABC, Assis, Santos e Bauru, pararam no Estado os bancários de Araraquara, Barretos, Bragança, Catanduva, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi das Cruzes, Presidente Prudente e Taubaté.

A greve também afeta Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Campos, Itaperuna, Macaé, Niterói, Nova Friburgo, Petrópolis, Sul Fluminense, Teresópolis e Três Rios.

Na região do Sindicato de Belo Horizonte (MG), 109 unidades de trabalho estão paradas. (Com informações de Agência Brasil e Valor Online)
 
Fonte: UOL Economia


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h17
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AOS FUTUROS CALOUROS

Greve nos bancos faz universidades adiarem inscrições

Com as instituições bancárias fechadas, candidatos poderiam ser prejudicados; inscrições para o vestibular foram prorrogadas

Fernanda Bassette, do G1, em São Paulo

A greve nacional dos bancários, que foi anunciada na quarta-feira (4) à noite, está refletindo diretamente no calendário das universidades que estão com o vestibular programado. Pelo menos cinco instituições de ensino superior - Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado da Bahia (Uneb) - adiaram o período de inscrição para não prejudicar seus candidatos, já que as inscrições precisam ser pagas em agências bancárias.

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) também adiaram as inscrições para não prejudicar seus candidatos, mas alegam que a decisão não está diretamente relacionada com a greve e tem como propósito dar mais chances para os vestibulandos que resolveram se inscrever de última hora.

A Unesp e a Unifesp, por exemplo, aumentaram os postos para recebimento da taxa de inscrição: os candidatos podem pagar nas agências dos Correios, nas casas lotéricas, nos supermercados e em caixas eletrônicos. O pagamento da inscrição da Ufop também pode ser feito nas casas lotéricas.

Veja abaixo como fica o novo calendário:

Ufop = até o dia 8 de outubro; taxa de R$ 98
Unicamp = até o dia 11 de outubro; taxa de R$ 100
Unesp = até o dia 11 de outubro; taxa de R$ 100
UnB = até o dia 11 de outubro; taxa de R$ 80
UFSC = até o dia 16 de outubro; taxa de R$ 90
Unifesp = até o dia 16 de outubro; taxa de R$ 97
Uneb = até o dia 15 de outubro; taxa de R$ 80

Fonte: G1



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h00
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OS APOSENTADOS E O INSS

Prazo para aposentado se recadastrar acaba hoje, apesar de greve nos bancos

Da Redação
Em São Paulo

Os aposentados e pensionistas convocados para o Censo Previdenciário a partir do mês de junho têm prazo até hoje para regularizar a situação. É preciso ir à agência onde recebe seu benefício e entregar os documentos pedidos ou seus nomes serão incluídos em edital de suspensão publicado na próxima semana.

O prazo continua valendo, apesar da greve dos bancários. De 1,5 milhão de convocados, 151 mil ainda precisam atualizar seus dados.

Segundo Benedito Brunca, diretor de Benefícios do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), os beneficiários que não conseguirem se recadastrar em razão da greve poderão entregar o formulário depois da paralisação, mesmo que seus nomes tenham sido incluídos no edital.

A segunda etapa do Censo começou em março, prossegue até julho do ano que vem e pretende convocar 14,7 milhões de pessoas.

Convocações
As convocações se deram por meio de correspondência mensal. Quem possui o benefício com final 1 faz censo desde abril, final 2 desde maio. Para os benefícios com final 3, o cadastramento ocorre desde junho. Essa regra segue até janeiro de 2007, quando serão atualizados os cadastros dos segurados com benefício de final 0.

O segurado que não se recadastrar em até 60 dias após o aviso, receberá uma carta de convocação para que a atualização seja providenciada em até 30 dias. Se mesmo assim o INSS não receber resposta, o benefício será suspenso, mas não cancelado, como podem pensar muitos beneficiários.

Apesar dessa suspensão, os segurados poderão voltar a receber seus proventos depois de atualizar os dados na agência bancária em que o valor é sacado mensalmente. Em 95% dos bancos, a quantia é liberada imediatamente. Nos bancos de menor porte, o valor será desbloqueado em até 13 dias. (Com informações do InfoMoney)
 
Fonte: UOL Economia


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h36
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BOATOS

Tucano diz que pretende manter Petrobras e Banco do Brasil estatais

Leonel Rocha
Enviado Especial

São Paulo - Na busca de alianças para o segundo turno da campanha eleitoral e tentando evitar arestas ideológicas com possíveis novos aliados, o candidato da coligação PSDB-PFL à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou que, se chegar ao Palácio do Planalto, não vai privatizar nenhuma empresa estatal. Em entrevista exclusiva ao Correio, ele prometeu: "O governo privatizou o que devia ser privatizado. Não vai ter privatização". A garantia se choca com o que defendem os tucanos e os liberais nos seus programas partidários.

Durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi adotado o Plano Nacional de Desestatização, que leiloou empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Companhia Vale do Rio Doce, e ainda é um dos pilares do modelo de Estado defendido pelos economistas tucanos para controlar os gastos públicos e melhorar a eficiência estatal.

"Não vou privatizar"

O PSDB sempre defendeu a privatização de empresas estatais como política de gestão do Estado. Se o senhor vencer as eleições, vai retomar o programa de privatizações?

Não tenho nenhuma proposta de privatização. Muito pelo contrário. Vou valorizar o Banco do Brasil, que não pode ter o seu nome envolvido em escândalos de corrupção. Valorizar a Caixa Econômica Federal, que não pode ter o seu nome envolvido em violação de sigilos, como no caso do (caseiro da mansão da "República de Ribeirão Preto") Francenildo. E valorizar a Petrobras, que não pode estar envolvida em escândalos, como foi o caso da Gtech, e os Correios, uma instituição secular. Empresas estatais fortes serão valorizadas para servir ao Brasil. Não tem nenhuma privatização. O que pretendo é fazer parceria público-privada para poder trazer as empresas para ampliar a infra-estrutura para o Brasil crescer. Vou recuperar também a capacidade de investimento do governo federal, que no ano passado foi de 0,4% do PIB, e trazer o setor privado para complementar essa ampliação da infra-estrutura.

Mas a privatização não era uma das propostas do PSDB e do PFL para melhorar a gestão pública e resolver a questão fiscal?

O governo privatizou o que devia ser privatizado. Por exemplo, a Embraer, que tinha quatro mil empregados e hoje tem 11 mil. Privatizou indústrias como a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), que dava prejuízo e hoje dá lucro e paga imposto. Privatizou aquilo que não era atividade própria do Estado, típicas da iniciativa privada. O Banco do Brasil é de interesse do Estado. Banco privado já tem muitos. O Banco do Brasil é importante, a Caixa Econômica Federal também. São instrumentos de desenvolvimento do país. A Petrobras é uma empresa estratégica para o Brasil, os Correios são um prestador de serviços importante. Nós temos uma crise anunciada na área de energia. Se o Brasil tivesse crescido, a crise já teria acontecido agora. Como não cresceu, ficou um pouco mais pra frente. Mas não tem um investimento em geração de energia. O Brasil precisa gerar quatro mil megawats de energia por ano para poder crescer. Não tem privatização. Vamos valorizar as empresas estatais e profissionalizar. Além disso, as agências reguladoras e os marcos regulatórios estão enfraquecidos, há insegurança jurídica, invasões de terras, MST (Movimento dos Sem Terra), o episódio da Bolívia e não tem investidor.

Estão previstos vários concursos públicos para o próximo ano. O senhor pretende fazer uma reforma administrativa, vai manter as contratações, já que o senhor se preocupa com o gasto público?

Vou reduzir drasticamente os cargos em comissão. Estou até preparando um trabalho sobre essa questão. Vou estimular o concurso público e as carreiras para prestigiar os servidores e os funcionários de carreira das estatais. Hoje nem mesmo em uma prefeitura pequenininha se faz esse aparelhamento do Estado porque não funciona. Não vou deixar haver esse atraso. O governo precisa ter uma equipe profissionalizada, prestigiar concurso público, valorizar as carreiras e não o aparelhamento. Administração pública é gente. Primeiro, é gente. Segundo, é gente. Terceiro, é gente. Se não tiver a pessoa certa no lugar certo, nem com dinheiro se faz. Não se faz governo com a patota, com os amigos. Governo é para servir ao povo. Para os servidores públicos, quero levar o meu compromisso com o serviço público de qualidade. E como eu vou investir pra valer em educação, saúde e segurança, isso gera muito emprego. No mundo moderno, o setor terciário da atividade econômica que é o setor de serviços, ele é o que mais emprega. Na medida em que vou recuperar a qualidade do SUS - e vou devolver o dinheiro do SUS porque perto de R$ 1,6 bilhão foi tirado - vamos gerar emprego.

Fonte: Correio Braziliense



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h36
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A FARRA DO CRÉDITO

Insolvência ameaça expansão do crédito

Atrasos de pagamentos superiores a 90 dias já representam 7,4% da carteira de empréstimos dos cinco maiores bancos

Crédito pessoal e ao consumidor provocam deterioração das carteiras das instituições, mostra estudo do Inepad


SANDRA BALBI
DA REPORTAGEM LOCAL

A expansão do crédito bancário dos últimos três anos está cobrando seu preço: o nível de insolvência - atrasos superiores a 90 dias- dos cinco maiores bancos do país saiu de 6,1% do total da carteira de empréstimos, em 2004, para 7,4% no segundo trimestre do ano.

Isso significa que em junho havia R$ 16,9 bilhões com pagamentos atrasados a mais de três meses nessas instituições. Os dados são de estudo do Inepad (Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração).

No conjunto do mercado financeiro a insolvência variou de 9,7% para 9,8% do crédito total no mesmo período. "Os bancos expandiram suas carteiras, e a qualidade dos empréstimos caiu, obrigando-os a aumentar seus provisionamentos", diz Edson Carminatti, analista financeiro do Inepad.

Segundo o estudo, foram esses empréstimos de maior risco, e não a inadimplência -atrasos de pagamentos entre 15 e 90 dias-, os responsáveis pela alta das provisões para devedores duvidosos feitas pelos bancos neste ano.

Essas provisões são valores que os bancos lançam como despesa nos balanços para se proteger de perdas futuras. O provisionamento dos bancos, que em 2004 representavam 9% da receita bruta, em junho deste ano chegaram a 14%, totalizando R$ 7,4 bilhões.

O estudo mostra que as duas curvas -a da insolvência e a das provisões- andam na mesma direção e quase coladas, segundo modelo estatístico que mede a correlação entre dois indicadores. "Há uma correlação de 97% entre o aumento da insolvência e o das provisões dos cinco grandes bancos", afirma Carminatti.

O estudo mostra que os atrasos até 90 dias (inadimplência) voltaram a crescer e atingiram 30% do total da carteira de crédito desses bancos em junho deste ano, totalizando R$ 95,6 bilhões. Em dezembro de 2004 eles representavam 31,7% da carteira depois de terem recuado em 2005 e no primeiro trimestre de 2006.

Para os bancos, o aumento da insolvência é mais preocupante devido à demora em receber e ao custo de recuperação dos créditos via cobrança.

O estudo do Inepad, feito com base em dados fornecidos pelos bancos ao Banco Central, mostra que a modalidade de financiamento que mais sofreu deterioração foi o crédito pessoal, onde se inclui o financiamento à compra de bens.

A insolvência dessa carteira saltou de 9,3% em 2004 para 16% no segundo trimestre deste ano. "O aumento do crédito pessoal elevou o risco dessa carteira e fez crescer a insolvência", diz Carminatti.

Segundo ele, como os bancos aumentaram muito a oferta de crédito nos últimos três anos, é natural que aumente o risco e os indicadores de insolvência e de inadimplência. E, conseqüentemente, os provisionamentos para perdas futuras.

O que chama a atenção é, que enquanto os bancos brasileiros provisionaram em junho deste ano o equivalente a 14% de sua receita bruta, no mercado internacional esse percentual foi de 5,9%.

O aumento do risco das carteiras de crédito deve levar os bancos a rever suas estratégias na área de crédito. "Eles devem destinar mais recursos para outros segmentos, de menor risco como o habitacional, que tem o bem como garantia", diz Carminatti. Na sua opinião, o crédito pessoal e ao consumo devem continuar crescendo, mas de forma mais compassada.

A Folha procurou a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) para comentar os dados, mas não obteve resposta.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h28
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A FARRA DOS BANCOS

Até junho/06, lucro de bancos cresceu 43%

Os bancos lucraram 43% a mais no primeiro semestre deste ano do que o registrado no mesmo período do ano passado. Segundo levantamento do Banco Central, os ganhos do setor somaram R$ 22,2 bilhões.

Os números do BC incluem todo o sistema financeiro, que, além dos bancos, é formado por bancos de desenvolvimento (como o BNDES) e cooperativas de crédito. Segundo a entidade, uma mudança na legislação tributária reduziu a despesa dos bancos com impostos e impulsionou o lucro do sistema financeiro no primeiro semestre deste ano.

Estudo feito pela economista Ana Carolina Tosetti, do Dieese, mostra que os reajustes salariais concedidos pelos bancos privados foram de 153% entre 1995 e 2005, enquanto no período a inflação medida pelo INPC correspondeu a 169,56%. "Só que os lucros obtidos pelas instituições financeiras no período aumentaram 1.697,13%." No estudo, foram considerados os 11 maiores bancos do país -pelo critério de ativos. "Há condições para os bancos melhorarem sua proposta, tanto na participação dos lucros e resultados como na concessão de aumento real", diz ela. (CR)

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h13
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SINUCA NA AABB/SALVADOR

VII Etapa do Baiano de Sinuca começa amanhã

A VII etapa do Baiano, que acontece na AABB de Salvador e vai até o domingo, reúne os primeiros colocados no ranking deste ano 

A XI Copa Estadual de Sinuca da AABB, que corresponde à VII etapa do Campeonato Baiano de Sinuca, começa amanhã e vai até o domingo. A competição, que será disputada na AABB de Salvador, reúne 21 taquistas na categoria máster (qualquer idade) e 25 na categoria sênior (a partir de 50 anos).

Os principais atletas ranqueados têm presença garantida na categoria máster do evento, que conta com a presença do itabunense Krishna Kumar, o Bombaim (Módulo Rural/ VIP Car Veículos). Exceção feita a Wilson Alves, suspenso pela Federação de Sinuca e Bilhar da Bahia (Fesiba) até o final de 2007 por conduta antidesportiva no ano passado, todos os taquistas que participaram do Brasileiro, disputado entre os dias 20 e 23 em Brasília, estão presentes no torneio. São eles: Robertinho (de Salvador), Dênio (de Feira de Santana) e o próprio Bombaim (de Itabuna). Além desses, China (de Salvador – 2º colocado no ranking), João Batista (de Salvador – 4º) e Vasconcelos (de Feira de Santana – 5º) são outros favoritos que marcam presença no torneio.

Após essa etapa, o campeonato baiano de Sinuca pára por duas semanas. O circuito volta à ativa nos dias 21 e 22 desse mês, quando acontece o Campeonato Interclubes, onde os atletas contam pontos pela posição de seu respectivo clube no evento. Depois, outras duas competições previstas, com o retorno da pontuação individual. A primeira é nos dias 11 e 12 de novembro e a segunda vai do dia 30 de novembro até 3 de dezembro.

Fonte: Agora Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h02
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BRAÇOS ABERTOS

AABB sedia competição de ginástica rítmica

Jovens integrantes do Projeto Braços Abertos — que visa promover a inclusão social de alunos de escolas públicas na faixa etária entre 7 e 17 anos —, participam, neste sábado, do III Torneio Cearense de Ginástica Rítmica. A competição acontece a partir das 9 horas na sede da AABB — Av. Beira-Mar. Cerca de 80 ginastas apresentarão coreografia na abertura desse evento.

O torneio será disputado na categoria mirim — atletas de 6 a 8 anos e 9 a 10 anos —, e contará com a participação de alunas do Colégio Militar de Fortaleza (CMF), Corpo de Bombeiros Militar, Academia de Ballet Gorete Quintela, Faculdades Fanor, Colégio Ebenezer e do Colégio Farias Brito.

O Projeto Braços Abertos, que conta com apoio da Secretaria do Esporte e Juventude (Sejuv), trabalha por meio de parcerias com empresas da iniciativa privada. O intuito é viabilizar a utilização de espaços privados para a prática esportiva.

Fonte: Diário do Nordeste



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h59
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A FARRA DO CRÉDITO

Crescem vendas de carteiras

Tatiana Bautzer

Estão crescendo as vendas de carteiras de crédito. As maiores transferências são de créditos em atraso, cujo estoque é estimado em R$ 100 bilhões.

O ABN AMRO leiloou R$ 2,5 bilhões de créditos podres para os americanos Lehman Brothers e Credigy.

Embora sem anúncio formal, outros estão fazendo o mesmo. O Unibanco fez várias cessões de créditos pessoal e de veículos em atraso, para bancos como Deutsche Bank, Lehman Brothers, Goldman Sachs e seguradoras como a AIG. O pool de compradores de ativos brasileiros inclui até mesmo alguns hedge funds. Praticamente todos os credores originais da Jari saíram do risco.

Recentemente, o ABN AMRO vendeu um crédito em dia para a AmBev, um dos melhores riscos do país. A razão era a necessidade de gerar mais operações com a empresa (que emitiu R$ 2 bilhões em debêntures) sem estourar os limites máximos de crédito para a companhia. Pelo mesmo motivo, o Itaú tentou vender a fundos de pensão uma debênture da Gafisa. Os bancos preferem não comentar as vendas de créditos bons temendo melindrar os clientes. Quando decidiu reduzir a exposição ao país, o Wachovia vendeu ao Unibanco créditos externos com a Embratel e Aracruz.

A tendência é que o crescimento do mercado de capitais mais operações sejam vendidas para evitar o estouro de limites. À medida que os bancos fiquem mais próximos dos seus limites de capital mínimo, a cessão de créditos de grandes companhias, que rendem menos pelo menor risco, será uma maneira de aumentar a rentabilidade total dos ativos. Os compradores de créditos em dia são diferentes dos interessados em operações em atraso - fundos de investimento multicarteira, fundos de pensão, seguradoras e outros bancos.

Não há dados sobre o mercado secundário de crédito, porque a maior parte das operações é feita com Cédulas de Crédito Bancário (CCB), que não precisam de registro público. Outras alternativas são a cessão da carteira ou até mesmo operações de derivativos de crédito, nas quais o risco é transferido sem a necessidade de tirar a operação do balanço.

Segundo o sócio da KPMG especializado em reestruturação, Salvatore Milanese, as empresas internacionais especializadas na compra de empréstimos em atraso ("non performing loans") já estão aumentando contratações nos EUA, preparando-se para a esperada alta na inadimplência com a desaceleração da economia. Depois das operações anunciadas pelo ABN, vários bancos procuraram a KPMG interessados em vender para os especialistas em "distressed assets".

Outra mudança que deve estimular a cessão para empresas especializadas é a uma regra da IFRS (International Financial Reporting Standard) que obriga consolidar no balanço do grupo todas as coligadas do banco. Os bancos internacionais já estão adotando a regra e as instituições brasileiras que têm ações no exterior devem adotá-las - o que tornará inúteis transferências dentro do mesmo grupo.

Um executivo de banco que já coordenou vendas diz que os compradores pagam entre 6% e 9% do valor de face do crédito, raramente chegando a 10%.

Segundo dados do Banco Central, há R$ 30 bilhões em créditos de risco E até H (em atraso de 90 a 180 dias). Mas estima-se que haja mais de R$ 100 bilhões incluindo operações fora dos balanços.

O principal motivo de venda de créditos ruins é fiscal. Créditos abaixo de R$ 5 mil são automaticamente considerados como prejuízo fiscal quando saem do balanço. O mesmo não ocorre com financiamentos de carros, que têm garantia real. "Num financiamento de veículo, se o cliente quer pagar só 40% e a garantia já não cobre o valor do empréstimo, a Receita considera o abatimento de 60% como liberalidade e tributa 100%", explica um diretor de banco.

As carteiras de varejo são mais fáceis de vender porque há modelos estatísticos para determinar o preço. Outra vantagem de ceder o crédito é unificar dívidas do mesmo cliente com várias instituições (hoje a cobrança já é terceirizada pelos bancos).

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h50
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A FARRA DO CRÉDITO

Transferir dívidas já tem regras

Sergio Leo

O Ministério da Fazenda concluiu a regulamentação que permitirá aos devedores transferir, sem custos, as suas dívidas bancárias para outro credor, com quem negocie melhores condições de pagamento. A regulamentação, que será divulgada na próxima semana, permite a quitação da dívida com o credor original, sem pagamento de CPMF, pela instituição que passará a deter o crédito renegociado. A medida havia sido decidida no início de setembro, pelo Conselho Monetário Nacional, entre outras iniciativas para aumentar o poder de barganha dos consumidores e facilitar a redução dos custos financeiros.

O governo ainda discute detalhes para a regulamentação de outras três medidas, que, a depender do resultado dessa discussão, poderão até ser abandonadas, ou modificadas, segundo apurou o Valor. São elas o chamado "crédito consignado" para empresas, pelo qual as firmas poderão contratar empréstimos oferecendo contratos de clientes como garantia; a chamada "portabilidade" dos créditos consignados, pela qual devedores poderão mudar de credor mais facilmente; e a "portabilidade" também para empréstimos imobiliários. Essas medidas fazem parte de um conjunto de dez iniciativas do gênero, em análise pelo Ministério da Fazenda e o Banco Central. Ainda não há prazo para o anúncio das que forem escolhidas pelos economistas do governo.

A portabilidade dos créditos consignados, por exemplo, equivale, na prática, a um refinanciamento da dívida, e permitirá um devedor, com empréstimos a juros muito altos, buscar bancos que lhe ofereçam custo menor dos empréstimos e transferir a dívida para esse novo credor, com menor burocracia e sem encargos tributários adicionais. As empresas que participam do sistema mantém contratos com os bancos fornecedores do crédito, garantido por descontos diretos nas folhas de pagamento. A portabilidade poderia criar custos adicionais imprevistos a essas empresas, e esse é um dos empecilhos à mudança.

Os encarregados da discussão sobre as mudanças rejeitam os rumores de que pressões dos bancos poderiam reduzir o pacote de medidas. Eles argumentam que há obstáculos ou implicações jurídicas e de custo para o Tesouro Nacional, que estão sendo levados em conta. No caso da "portabilidade" dos créditos imobiliários, por exemplo, há custos de cartório que terão de ser compensados; no caso do crédito consignado às empresas, há dúvidas sobre o impacto real da medida no mercado.

Também neste semestre será regulamentada a "portabilidade" das contas- salários, pela qual empregados poderão transferir para o banco de sua preferência, sem ônus e burocracia, as contas-salário recebidas em um banco escolhido pelo empregador. Uma parte dos assalariados pode ingressar no ano que vem sem o benefício, porém. Segundo informou ao Valor um graduado integrante da equipe econômica, é possível que as contas-salário hoje mantidas em contrato entre bancos e empregadores (ou por decreto, em caso de governos estaduais e prefeituras) continuem sem o benefício da portabilidade após o prazo determinado para a medida, 1º de janeiro de 2007. A intervenção nesses contratos é um assunto considerado delicado juridicamente, e, no governo, já se admite que se pode chegar até o fim do ano sem solução jurídica. Nesse caso, seria garantida a portabilidade para novos contratos e assalariados sem essa amarra contratual, e o restante ficaria para uma segunda etapa.

Essas iniciativas têm a intenção de aumentar o poder de barganha dos consumidores e estimular a competição entre instituições. O resultado, na avaliação da Fazenda, deverá ser a redução das taxas de risco (os spreads) cobrados sobre empréstimos bancários.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h49
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BB INTERNACIONAL

BB DTVM vai aconselhar fatia de Brasil em fundo BRIC

Vera Saavedra Durão

A BB DTVM, gestora de recursos do Banco do Brasil, está sendo contratada para ser consultora ("advisor") da empresa americana de investimentos Principal num fundo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que vai ser lançado em novembro no mercado asiático, informou Nelson Rocha Augusto, presidente da gestora.

A asset vai aconselhar o B de Brasil deste fundo, recomendando quais ativos brasileiros a Principal deve colocar na carteira, usando a larga experiência que tem no assunto. Ele disse que vai se frustrar se não atingir num período relativamente curto, entre seis meses e um ano, algo próximo a US$ 50 milhões. "É o começo do começo", destacou.

O executivo adiantou que o "road show" do BRIC para investidores estrangeiros acontece também em novembro, em Hong Kong. A Principal tem uma capacidade de captar recursos muito grande, gerindo atualmente uma carteira de US$ 170 bilhões.

Esta será a primeira experiência internacional da BB DTVM e também marca a sua estréia na prestação de consultoria para terceiros. Até agora, a empresa tem atuado como uma gestora unicliente - só trabalha para clientes do BB. "Mas, estamos prontos para ter outros balcões de distribuição de nossos produtos", disse Augusto.

Segundo ele, o ambiente concorrencial da indústria de fundos está mudando no Brasil e por esta razão a BB DTVM vem se preparando para enfrentar o novo processo de consolidação do setor financeiro, a partir da compra de gestoras e bancos brasileiros por bancos estrangeiros, como vem ocorrendo.

Ele lembrou que o UBS comprou o Pactual, há rumores de que o Lehman Brothers vai comprar o Fator, a Hedging-Griffo está sendo cortejada pelo Credit Suisse e o Goldman Sachs quer entrar no mercado de varejo. "Há modificações importantes dentro deste segmento. Nosso grande diferencial é que conhecemos profundamente a realidade brasileira".

De olho nestas mudanças que podem engordar as carteiras dos concorrentes estrangeiros que estão entrando no país, Augusto pretende solicitar uma aprovação formal para a gestora começar a distribuir seus fundos em outros canais na próxima reunião do conselho de administração da BB DTVM, que acontece no dia 26. Segundo o estatuto da empresa, a aprovação do conselho é necessária para ela dar este novo passo.

Na virada de setembro para outubro a BB DTVM bateu mais um recorde. "Viramos o mês com a responsabilidade de administrar R$ 180 bilhões do que é disputado em mercado, conforme dados da Anbid", adiantou o presidente da gestora. Até agosto, sua carteira somava R$ 153,5 bilhões. No total, a asset está gerindo uma carteira que soma R$ 215 bilhões, contando com os clientes cativos, de governo, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). No cenário da gestora, 2006 vem sendo um bom ano para o setor de fundos no Brasil, por conta do crescimento do mercado de capitais e expansão do crédito. Para 2007, o quadro é semelhante. A avaliação de Augusto é também auspiciosa, sem nenhum indicativo de redução radical da liquidez internacional nos próximos 15 meses.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h47
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BB INTERNACIONAL

BB DTVM mira na Ásia e terá, pela primeira vez, outro cliente além do BB

Patricia Eloy - O Globo

RIO - A gestora de recursos BB DTVM, líder no segmento no Brasil, está prestes a fechar um acordo que acabará com décadas de hegemonia do Banco do Brasil como único cliente da instituição. Numa parceria com a gestora americana Principal, a BB DTVM lançará um fundo BRIC na Ásia.

Os fundos BRIC viraram febre nos últimos dois anos, por aplicarem recursos em ativos de Brasil, Rússi, Índia e China (as iniciais dos países emprestam nome aos produtos), economias em desenvolvimento que, como tal, podem oferecer lucros elevados.

Segundo o presidente da instituição, Nelson Rocha Augusto, a instituição ficará responsável pela recomendação das aplicações que serão feitas no Brasil. O fundo será vendido em Hong Kong e, a partir do mês que vem e aplicará em ações e títulos públicos. A proposta de entrada na Ásia será feita no dia 26 deste mês ao Conselho de Administração da BB DTVM.

— É o primeiro caso na história da BB DTVM em que alguém fora o Banco do Brasil usará nossos serviços. Estamos prontos para ter outros balcões de distribuição de nosso produtos além do Banco do Brasil. Esse é o primeiro passo. Os contratos ainda não foram assinados, mas já estão bem encaminhados. Podemos vender o fundo a grandes fundos de pensão asiáticos, por exemplo. Vou me frustrar se não atingirmos, num período de até 12 meses algo em torno de US$ 50 milhões sob gestão nesse fundo. Com a aprovação do nosso Conselho de Administração, vamos buscar outras casas que vendam nossos fundos — adianta Rocha Augusto, que esclarece que a venda deve ser feita via gestoras de recursos independentes.

A BB DTVM tem hoje 1,4 milhão de cotistas, 350 fundos de investimento e 93 carteiras administradas.

Fonte: O Globo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h44
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CÍRIO DE NAZARÉ

BB prepara duas toneladas de papel

A imagem de Nossa Senhora de Nazaré e os romeiros serão recepcionados com duas toneladas de papel picado, no domingo do Círio. A tradicional homenagem do Banco do Brasil será, como todos os anos, emocionante. Para isso, os organizadores já estão com praticamente tudo pronto. Até o final de semana, serão dados os últimos ajustes. O papel picado é apenas uma parte da homenagem, que deverá contar com a participação de aproximadamente 150 pessoas, entre funcionários, familiares e clientes do banco. Este é o 15º ano que o banco faz uma homenagem à Santa, na agência da avenida Presidente Vargas.

Na tarde de ontem, o superintendente de varejo do BB nos Estados do Pará e Amapá, Clenio Severio Teribele, revelou algumas características da homenagem de 2006. Segundo ele, a decoração deste ano será alusiva ao Glória do Altar-mor da Basílica, local onde a imagem original de Nossa Senhora fica durante o ano (só sai de lá na época do Círio). Para lembrar o Glória, foram reproduzidos objetos em vitral, compensado, isopor e objetos. 'Não é uma réplica, mas sim uma alusão ao nicho de Nossa Senhora', complementou.

Segundo Teribele, a frente da agência na Presidente Vargas, com duas rampas e uma pequena escadaria, forma uma espécie de palco natural, onde a decoração já começou a ser feita na tarde de ontem. Os convidados e funcionários do banco ficarão no 11º andar do prédio, de onde soltarão as duas toneladas de papel picado no domingo. A chuva de papel cobrirá os romeiros a partir do momento em que a berlinda com a imagem da Santa surgir na avenida Presidente Vargas. Mesmo após a passagem de Nossa Senhora, a chuva de papel continuará por algum tempo, até que os dois mil quilos se esgotem.

A homenagem também ocorrerá no sábado, dia da Trasladação. Como a romaria ocorre à noite, a chuva será de papel metalizado, para que tenha um efeito diferente. Desta vez, os funcionários soltarão 500 quilos de papel metalizado picado. A homenagem será complementada com holofotes e equipamentos de iluminação.

Na Trasladação e no domingo de Círio, dois convidados especiais serão a atração musical da homenagem promovida pelo Banco do Brasil. No sábado, a atração ficará por conta do padre Fábio de Melo, do grupo musical paulista Canção Nova. Clenio Teribele fez mistério sobre quem cantará no domingo. 'Só posso dizer que trata-se de uma bela voz feminina da Música Popular Brasileira', adiantou.

Fonte: Amazônia Hoje



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h42
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CAMPANHA SALARIAL

Greve dos bancários continua em 24 Estados e no DF

Confederação dos trabalhadores espera aumento na adesão. Na quinta, 190 mil trabalhadores cruzaram os braços

A greve nacional dos bancários entra no segundo dia. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), espera aumento da adesão dos trabalhadores.

A paralisação foi definida em assembléias realizadas em diversos estados na quarta-feira (4). Vinte e quatro estados e o Distrito Federal devem ser atingidos.

Na quinta-feira (5), primeiro dia de mobilização nacional, 190 mil funcionários cruzaram os braços, segundo a confederação. O número corresponde a quase 50% da categoria no País (cerca de 490 mil pessoas).

A assessoria da entidade informa que o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e a Federação dos Bancários do Rio Grande do Sul conseguiram liminares que garantem o direito de greve e inviabilizam os interditos proibitórios.

De acordo com a Contraf, no Rio de Janeiro, a decisão judicial beneficia os funcionários do Itaú, ABN Real, Sudameris e Citibank de todo o estado. No Rio Grande do Sul, o juiz da 29ª Vara do Trabalho, de Porto Alegre, garantiu o direito à manifestação dos sindicatos de Alegrete, Bagé, Camaquã, Carazinho, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Frederico Westaphalen, Guaporé, Horizontina, Ijuí, Lajeado, Nova Prata, Novo Hamburgo, Litoral Norte, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo, Rosário do Sul, Santa Cruz do Sul, Santana do Livramento, Santa Rosa, Santiago, Santo Ângelo, São Borja, São Leopoldo, São Luiz Gonzaga, Vale do Caí e Vale do Paranhana.

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) informa que não fez balanço do primeiro dia de greve e que os bancos estão tomando as medidas necessárias para garantir o funcionamento das agências e o atendimento dos clientes.

Impasse

A paralisação é resultado do impasse na negociação entre os trabalhadores e os bancos. Bancários de 16 estados já estavam de braços cruzados desde a semana passada.

Há dois meses, a Contraf pede aumento de 7,05% no salário, além de melhorias na participação dos lucros e resultados (PLR) e das condições de trabalho.

Em reunião realizada na quarta (4), a Fenaban ofereceu reajuste de 2,85%. Os funcionários rejeitaram a proposta e ampliaram a paralisação.

Os usuários são orientados a procurar correspondentes como lotéricas e supermercados para pagar as contas, além dos serviços via Internet e telefone.  

Fonte: G1



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h01
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários mantêm paralisação nesta sexta-feira

190 mil bancários estão em greve em 24 Estados e do Distrito Federal desde quinta-feira

Milton F. da Rocha Filho, Solange Spigliatti e Flavio Leonel

SÃO PAULO - A greve dos bancários vai prosseguir nesta sexta-feira em todo o País, com a categoria querendo um ajuste salarial acima dos 2,85%, oferecido pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban). A Federação destaca que não recebeu comunicado oficial dos trabalhadores, em relação à proposta apresentada na terça-feira, 3.

A greve dos bancários, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), que representa cerca de 450 mil trabalhadores, atinge 190 mil bancários em 24 Estados, além do Distrito Federal, onde há 108 sindicatos ligados à confederação. Entre eles, estão os sindicatos das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife.

Os bancários não aceitam o ajuste proposto e já houve alguns atritos entre a categoria e a Policia Militar em São Paulo, com os trabalhadores querendo impedir a entrada de funcionários em agências ou ainda, realizando bloqueio a caixas automáticos, impedindo a entrada de usuários.

A Febraban instrui os clientes a usarem canais de atendimento alternativo, como caixas eletrônicos, internet, telefone, correios, lotéricas e lojas de departamentos, considerados meios alternativos para o pagamento de contas e saque de valores.

Contas

A Febraban alertou que os clientes que tiverem contas vencidas terão de pagar os juros estabelecidos pelas empresas e pelos bancos correspondentes ao pagamento. Já as contas com vencimento programado para os próximos dias, devem ser quitadas nas agências bancárias ou em locais alternativos.

Clientes que necessitam sacar o FGTS e o seguro desemprego, entretanto, devem procurar uma agência da Caixa Econômica Federal, única autorizada a disponibilizar este tipo de serviço, segundo a Febraban.

A Fundação considerou que a decisão sobre a greve prejudica, principalmente aposentados e pensionistas, já que o pagamento dos benefícios deve cair nas contas nesta quinta-feira. Porém, afirma que grande parte dos beneficiários já utiliza os caixas eletrônicos para sacar o valor recebido.

De acordo com relatório da Febraban, em 2005 apenas 10,6% dos correntistas, das cerca de 95 milhões de contas correntes existentes no país, utilizaram os serviços em caixas de agências. Um número considerado pequeno pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em 2005, foram feitas 35 bilhões de transações bancárias, sendo que apenas 10% delas foram registradas nos caixas das agências, segundo a Febraban.

INSS

O Instituto Nacional de Seguridade social (INSS) não vai prorrogar o prazo de recadastramento dos aposentados e pensionistas, em função da greve nacional dos bancos. Por esse motivo, cerca de 151 mil segurados com benefícios de final 3 que ainda não responderam à convocação, feita a partir de junho, poderão ficar sem o pagamento no mês de novembro.

Esses beneficiários deveriam se recadastrar até esta sexta-feira, 06. Mas segundo o INSS, os beneficiários ainda podem tentar se recadastrar no final da greve dos bancários, caso isso aconteça até o dia 27 de outubro.

O aposentado ou pensionista deverá verificar se seu nome já foi incluído no edital de suspensão e comparecer a uma agência bancária para pedir o cancelamento dessa suspensão e fazer o recadastramento.

De acordo com o INSS, os beneficiários têm sido chamados a atualizar seus dados desde junho e, portanto, já tiveram quatro meses para comparecer ao banco. O INSS também concluiu, após contato com instituições financeiras, que a paralisação dos bancários não está prejudicando o censo.

O prazo do censo termina nesta sexta-feira para o grupo 3, já que os bancos precisam de até 13 dias para repassar as informações ao Instituto, a tempo de incluir ou excluir os pagamentos da folha, que deve ser fechada próximo ao dia 20 de outubro.

Greve

Segundo balanço divulgado na tarde de quinta-feira, 5, pela Contraf, bancos de 24 Estados e do Distrito Federal aderiram à paralisação, por tempo indeterminado. Com isso, 190 mil bancários estavam parados no País.

A greve por tempo indeterminado foi decidida durante assembléia na noite de quarta-feira, depois de sete rodadas de negociações com os banqueiros. Os bancários reivindicam aumento real de 7,05%, enquanto a Fenaban, braço sindical da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), ofereceu reajuste de 2,58%.

Segundo balanço do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, mais de 39 mil bancários permaneceram parados em 517 locais de trabalho na região de abrangência do sindicato, entre agências e centros administrativos. Em São Paulo, Osasco e nos 15 municípios da região de Osasco, há cerca de três mil locais de trabalho e 106 mil bancários. (Esta matéria foi atualizada às 10h50 para acréscimo de informações.)

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h57
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CAMPANHA SALARIAL

Greve dos bancários continua nesta sexta-feira

Da Redação
Em São Paulo

Bancários de quase todo o país seguem em greve nesta sexta-feira. Ontem, cerca de 190 mil trabalhadores da categoria pararam em 24 Estados e no Distrito Federal, segundo avalia a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), que coordena a paralisação em nível nacional.

O movimento visa pressionar os bancos a concederem um reajuste melhor do que o oferecido até agora, de 2,85% para a reposição das perdas inflacionárias entre setembro de 2005 e o mês passado. Os bancários reivindicam aumento de 7,05% além da correção da inflação.

A aprovação do movimento pelas assembléias de trabalhadores prevê que a paralisação é por tempo indeterminado.

De acordo com a Contraf, até ontem, os representantes dos bancos ainda não haviam agendado nova rodada de negociações com a categoria.

Já a Caixa Econômica Federal confirmou para esta sexta-feira, às 16h, em São Paulo, novas negociações com os representantes dos bancários. O Banco do Brasil também realiza negociação hoje.

Outro banco público federal que tem negociações com os bancários nesta sexta-feira é o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), com reunião em Fortaleza.

"A greve foi muito forte neste primeiro dia e os bancários estão de parabéns. O movimento aconteceu no Brasil inteiro e isso é fundamental para que os banqueiros se sintam pressionados e atendam nossas reivindicações. Enquanto isso não acontecer, continuaremos em greve", afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf, conforme nota divulgada pela entidade.

Em São Paulo, por exemplo, cerca de 40% dos bancários pararam, de acordo com sindicalistas. Segundo o último balanço feito, às 16h30, mais de 39 mil bancários permaneceram parados em 517 locais de trabalho entre agências e centros administrativos.

Os trabalhadores rejeitaram a proposta da Fenaban que previa, além dos 2,85% de reajuste sobre os salários e demais verbas, PLR (participação nos lucros e resultados) de 80% do salário, mais R$ 823 de parte fixa, além de um adicional de R$ 750 para os bancários de instituições que tiverem crescimento de 20% do lucro líquido, ou mais, em relação ao ano passado.

"A parcela adicional da PLR é muita baixa, e como seu pagamento está condicionado ao crescimento do lucro é discriminatório, pois muitos bancários deixarão de receber", avaliou Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, segundo divulgou a entidade.
 
Fonte: UOL Economia


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h54
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários vão pressionar governo para conseguir reajuste salarial

KAREN CAMACHO
da Folha Online

Os bancários vão pressionar o governo federal para conseguir um acordo melhor e garantir o reajuste salarial reivindicado pela categoria. Alguns sindicatos, de centrais diferentes, pedem uma reunião com Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. O pedido também será feito, por carta, aos ministérios da Fazenda e do Planejamento.

O objetivo é conseguir dos bancos estatais uma proposta melhor que os 2,85% apresentados pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Com o aumento, eles querem pressionar os bancos privados a conceder o mesmo reajuste que os públicos.

Entre os sindicatos que pedem a audiência estão os de Porto Alegre (RS), Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Florianópolis, Bauru (SP), além da Federação dos Bancários do Rio Grande do Sul.

Até agora, sete rodadas de negociações foram feitas entre Fenaban e bancários. Os encontros com Caixa e BB trataram de pontos específicos dos funcionários, como PLR (participação nos lucros e resultados) e plano de cargos e carreiras.

Os bancários querem aumento real de 7,05% e a reposição da inflação. Os bancos propuseram apenas a reposição de 2,85%.

A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os bancos também alteraram a proposta em relação ao pagamento de PLR e propõem agora o pagamento de 80% do salário mais R$ 823 de parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos bancos em que o lucro cresceu ao menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.

Negociação

Os bancos não pretendem procurar os bancários para propor novo reajuste para acabar com a greve. A Fenaban informou nesta quinta-feira que já fez a sua proposta e que aguarda contraproposta por parte da categoria.

Os bancários, por sua vez, dizem que aguardam que os bancos melhorem sua propostas e se negam a voltar ao trabalho sem que suas reivindicações sejam atendidas.

No impasse, a greve atingiu hoje, primeiro dia de envolvimento nacional, 190 mil bancários, quase 50% da categoria no país. Alguns Estados e cidades já tinham iniciado a paralisação na semana passada. Em São Paulo, a greve teve participação de 39 mil bancários.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h31
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CAMPANHA SALARIAL

Sindicato diz que 190 mil bancários aderiram à greve em todo o País

Fenaban garante que paralisação não vai prejudicar o atendimento aos clientes

Foto: Odival Reis 
Agência fechada no Centro de São Paulo

A greve dos bancários deflagrada nesta quinta-feira (5) atinge 190 mil trabalhadores em todo o País, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT). A greve nacional por tempo indeterminado foi decidida em assembléias realizadas na quarta-feira (4) em todo o País. Segundo a Contraf, a categoria reúne 400 mil trabalhadores em todo o País.

Os bancários pedem reajuste de 7,05% nos salários, além de melhorias na participação nos lucros e resultados (PLR) e nas condições de trabalho.

A Contraf rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reposição salarial de 2,85%, correspondente à inflação do período de 1º de setembro de 2005 a 31 de agosto de 2006. O percentual corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Na negociação da Participação dos Lucros e Resultados (PLR), a proposta dos bancos é de 80% dos salários, mais R$ 823 de fixo e parcela anual fixa de R$ 750. Esta última, com a restrição de que apenas será repassado o valor aos funcionários de bancos que tiverem lucro líquido superior a 20%.

De acordo com a Fenaban, a greve não deve prejudicar o atendimento. Segundo a assessoria da entidade, apenas 10% das movimentações financeiras do País são realizadas nos caixas das agências. O restante é feito por meio de correspondentes (como lotéricas e supermercados) e pelo telefone ou Internet. Além disso, a Fenaban informa que deve tomar medidas "práticas e judiciais" para garantir o acesso dos clientes aos bancos.

Fonte: G1



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h16
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ELEIÇÕES 2006

Alckmin nega plano de privatização

Na Bahia, tucano nega que vá acabar com Bolsa-Família e privatizar estatais como Caixa e Banco do Brasil

O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, procurou nesta quinta (5) desmentir informações atribuídas a adversários de que se eleito irá privatizar empresas estatais como Banco do Brasil e Caixa Econômica, e acabar com o Bolsa-Família.

"Meus adversários andam espalhando por aí algumas mentiras. Vamos reestatizar o que o PT privatizou para o PT. Não há nenhum projeto de privatização. Pelo contrário. Vamos investir em empresas públicas, como Banco do Brasil, Correios, Caixa Econômica Federal e Petrobrás", disse ele, ao se referir à partidarização de algumas instituições, que teriam sido instrumentalizadas pelo PT

"O que fez o PT? Tomou conta das estatais. Mas essas empresas não são do PT, mas do povo, da sociedade. Temos que respeitar seus funcionários suas carreiras e fazer concurso público", destacou. Segundo Alckmin, esse tipo de especulação visa tirar votos e também criar um clima negativo nos funcionários destas instituições

Outro boato, segundo ele, é o de que pretende acabar com o Bolsa-Família. "Mas vamos fortalecer o Bolsa-Família, que nasceu no governo Fernando Henrique Cardoso. Vamos mantê-lo, ampliá-lo e ajudar as famílias que precisam."

Fonte: G1



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h33
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CAMPANHA SALARIAL

Greve envolve 39 mil bancários em São Paulo e 190 mil no país

KAREN CAMACHO
da Folha Online

O primeiro dia da greve nacional dos bancários envolve mais de 39 mil trabalhadores em São Paulo, cerca de 40% da categoria, segundo balanço atualizado do sindicato. No país, 190 mil estão parados, o que representa quase metade da categoria, formada por 400 mil bancários. Os bancários reivindicam reajuste salarial e outros benefícios.

Na capital paulista, Osasco e região a greve atinge 517 locais de trabalho entre agências e centros administrativos, segundo o sindicato da categoria.

Em todo o país, a Contraf-CUT contabiliza greve em 24 Estados onde o a confederação têm sindicatos filiados, incluindo o Distrito Federal. Apenas Goiás, Amazonas e Tocantins não têm sindicatos filiados.

Procurada, a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) ainda não se pronunciou sobre uma contraproposta para acabar com a greve. Ela propôs reajuste salarial de 2,85%, um pouco maior do que a primeira proposta, de 2%, mas muito inferior ao reivindicado pelos bancários, que pedem reposição de 7,05%.

A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A Fenaban também alterou a proposta em relação ao pagamento de PLR. Os bancos propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823 de parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos bancos em que o lucro cresceu ao menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.

Foram sete rodadas de negociação entre os bancos e os representantes da categoria. os bancários chegaram a fazer 24 horas de greve nacional e ontem, seis Estados e seis capitais já tinham parado.

Em reunião na segunda-feira (4), os sindicalistas avisaram que o reajuste de 2,85% não contemplava as reivindicações da categoria.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, "a proposta não representa aumento real e manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor."

No país, aprovaram a greve os sindicatos Belo Horizonte, Maranhão, Rondônia, Rio de Janeiro e Brasília. Outros bancários já estavam em greve e continuaram em Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Salvador e região, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Piauí e Goiás.

No Estado de São Paulo, além da capital, Osasco e região, a greve foi confirmada nas regiões de Bragança, Limeira, Bauru, Jundiaí, Guarulhos, Assis, Mogi das Cruzes e ABC.

No ano passado, quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR (participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800. Na ocasião, a primeira proposta dos bancos foi de 4% de reajuste.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h40
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O BB E O ESCÂNDALO DO DOSSIÊ

Ex-diretor do BB nega ter tomado empréstimo para comprar dossiê

A informação de que ele teria feito o pedido por R$ 200 mil foi publicada na edição desta quarta do jornal Correio Braziliense

Expedito Filho

BRASÍLIA - O ex-diretor de Análise de Risco do Banco do Brasil (BB) Expedito Veloso, negou, nesta quarta-feira, que tenha pedido um empréstimo de R$ 200 mil ao Banco de Boston. Ele assegurou que não somente não requereu qualquer valor, como nunca sequer entrou nas dependências do banco. "Eu nunca entrei no Bank Boston. Isso não é só mentira, mas um mal, uma farsa", disse.

A informação de que ele teria feito o pedido foi publicada na edição desta quarta do jornal Correio Braziliense. Supostamente, os R$ 200 mil seriam parte do total de R$ 1,75 milhão que seria usado por petistas para comprar um dossiê contra candidatos tucanos. "Estão querendo criar fatos novos. A única possibilidade de algum contato com esse banco pode ter ocorrido via telemarketing ter me ligado. Dizer que eu pedi empréstimo é uma barbaridade", contestou Expedito Veloso.

Ele voltou a insistir em que sua participação na tentativa de compra do dossiê foi apenas para fazer uma análise como bancário dos documentos apresentados pelo empresário Luiz Antônio Vedoin, dono da Planam e chefe da máfia das ambulâncias superfaturadas.

O mesmo jornal publicou que Expedito teria feito operações em uma casa de factoring. O ex-diretor afirmou que comprou 100 metros de asfalto para a frente de sua casa, no valor de R$ 5 mil, e que fez o pagamento com dez cheques de R$ 500.

A revendedora do material teria trocado, à sua revelia, sete dos dez cheques com uma empresa de factoring. "Eu confirmei isso com a própria empresa. Eu também nunca entrei numa factoring" , concluiu o ex-diretor do BB.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h17
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários iniciam greve nacional contra proposta de reajuste da Fenaban

Da Redação
Em São Paulo

Bancários de quase todo o país estão em greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira.

De acordo com a Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), praticamente todos os 108 sindicatos filiados à entidade —incluindo os das principais capitais do país— realizaram assembléias e decidiram pela paralisação em protesto contra proposta de reajuste feita da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que na terça-feira passada ofereceu reposição da inflação do período, de 2,85%, entre outros benefícios.

Os bancários reivindicam como ponto principal da pauta de negociações um aumento de 7,05% além da correção da inflação registrada entre setembro de 2005 e o mês passado.

Em algumas localidades, como Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Pernambuco, Maranhão, entre outras, os bancários já estavam em greve, contrariando orientação do Comando Nacional de Greve, que recomendava que o movimento fosse deflagrado somente a partir de hoje, depois da realização de uma paralisação de 24 horas na última quarta-feira, dia 27 de setembro.

"A greve é uma resposta aos banqueiros, que estão com a nossa pauta de reivindicações desde 10 de agosto e não apresentaram uma proposta decente. Por isso, temos que construir uma greve forte em todo o Brasil. Só com pressão vamos conseguir aumento real de salários, PLR (participação nos lucros e resultados) mais justa e melhores condições de trabalho. Nossa experiência mostra que todas as conquistas da categoria sempre vieram com muita luta", afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT, em comunicado divulgado pela entidade sindical.

De acordo com a Contraf, até o momento, sete rodadas de negociações foram realizadas com a Fenaban, sendo que a última proposta apresentada pelos banqueiros prevê o reajuste salarial de 2,85%, mais participação nos lucros equivalente a 80% dos salários, acrescida de R$ 823.

"Não aceitaremos proposta que não traga aumento real de salário. Além disso é necessária uma PLR que dialogue com os lucros recordes que os bancos vêm obtendo", ressalta Vagner na nota.

"Os banqueiros empurraram os bancários para a greve. Nossa data-base é 1º de setembro, já estamos em outubro e eles se recusam a aumentar os salários dos trabalhadores", disse o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, em comunicado.

Os bancários reivindicam, além do aumento real de 7,05%, abono de um salário bruto acrescido de R$ 1.500, e participação de 5% no lucro dos bancos, excluídos fatores extraordinários. (Com informações da Reuters e da Contraf)
 
Fonte: UOL Economia


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h56
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários entram em greve hoje

Paralisação, por tempo indeterminado, afeta maior parte do país; proposta de reajuste fica aquém do reivindicado pela categoria

Após sete rodadas de negociações, Fenaban eleva proposta de aumento para 2,85%, mas sindicato quer reposição de 7,05%


KAREN CAMACHO
DA FOLHA ONLINE

Os bancários decidiram entrar em greve a partir de hoje, na maior parte do país, por tempo indeterminado. A orientação é que toda a categoria, formada por 400 mil funcionários de instituições públicas e privadas, cruze os braços para pressionar os bancos a atender a pauta de reivindicações.

A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) propõe reajuste de 2,85%, um pouco maior que a primeira proposta, de 2%, mas muito inferior ao reivindicado pelos bancários, que pedem reposição de 7,05%.

A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE.

A Fenaban também alterou a proposta em relação ao pagamento de PLR. Os bancos propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823 de parte fixa -na proposta anterior, eram R$ 816 fixos.

Nos bancos em que o lucro líquido tiver crescido ao menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.

Foram sete rodadas de negociações entre os bancos e a categoria. Os bancários chegaram a fazer paralisação nacional de 24 horas na semana passada. Desde então, sindicatos de algumas regiões já haviam decidido entrar em greve, contrariando o comando nacional.

A última reunião aconteceu anteontem, quando os sindicalistas avisaram que o reajuste de 2,85% não contemplava as reivindicações da categoria. A Fenaban não quis comentar ontem a ameaça de greve.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, "a proposta não representa aumento real e manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores nem representa uma distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor".

Apesar de o comando indicar greve a partir de hoje, várias regiões já fazem paralisações desde a semana passada. Já estavam em greve anteontem funcionários de seis capitais (Rio, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis), seis Estados (PE, SE, MA, RN, AL, PI) e duas cidades -Campina Grande (Paraíba) e Bauru (São Paulo).

No Estado de São Paulo, a greve foi confirmada na capital e nas regiões de Bragança, Limeira, Jundiaí e ABC.

Em 2005, quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR mínima de 80% do salário mais R$ 800. Na ocasião, a primeira proposta dos bancos foi de 4% de reajuste.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h33
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários anunciam greve nacional por tempo indeterminado

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), que reúne 140 sindicados dos bancários de todo o país, anunciou greve nacional a partir desta quinta-feira (5) por tempo indeterminado. A intenção dos trabalhadores é fazer com que os bancos fechem como forma de protesto por um reajuste salarial.

O anúncio foi feito após assembléia realizada em São Paulo, na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, na Sé, Centro da capital. No encontro paulista, 1,3 mil bancários participaram da votação e a maioria decidiu não aceitar a proposta feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste salarial de 2,85%.

No Brasil, a estimativa do sindicato é que a decisão afete 400 mil trabalhadores. Em São Paulo, devem cruzar os braços 106 mil trabalhadores de 17 municípios. Nesta quinta-feira (5), por volta das 17h, está marcada uma passeata na região central de São Paulo e uma nova assembléia para discutir os rumos da greve.

Negociação

Na semana passada, após 46 dias de negociação, a Fenaban fez a sua primeira proposta salarial ao sindicato dos bancários. Ofereceu um percentual de reajuste salarial de 2%, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 80% mais R$ 816 e distribuição de R$ 500 fixos nos bancos em que a lucratividade anual aumentou 25%.

A proposta foi rejeitada e na terça-feira (3) a federação fez uma nova oferta de reajuste de 2,85% (o equivalente a inflação pelo INPC dos últimos 12 meses), PLR de 80% mais R$ 823 e adicional de R$ 750 nos bancos com crescimento de 20% nos lucros.

Os bancários querem rejuste salarial de 7,05%, mais reposição da inflação, PLR de 5% do lucro líquido dos bancos para todos os trabalhadores e um acréscimo de R$ 1.500 no salário bruto.

Fonte: F1



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h12
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários entram em greve amanhã por reajuste salarial

KAREN CAMACHO
da Folha Online

Os bancários decidiram entrar em greve a partir de amanhã por tempo indeterminado. A orientação é que toda a categoria, formada por 400 mil funcionários de instituições públicas e privadas no país, cruzem os braços para pressionar os bancos a atender a pauta de reivindicações.

A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) propõe reajuste salarial de 2,85%, um pouco maior do que a primeira proposta, de 2%, mas muito inferior ao reivindicado pelos bancários, que pedem reposição de 7,05%.

A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A Fenaban também alterou a proposta em relação ao pagamento de PLR. Os bancos propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823 de parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos bancos em que o lucro cresceu ao menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.

Foram sete rodadas de negociação entre os bancos e os representantes da categoria. os bancários chegaram a fazer 24 horas de greve nacional e ontem, seis Estados e seis capitais já tinham parado.

A última reunião aconteceu anteontem, quando os sindicalistas avisaram que o reajuste de 2,85% não contemplava as reivindicações da categoria. Hoje, a Fenaban não quis falar sobre a ameaça de greve.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, "a proposta não representa aumento real e manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor."

No país, aprovaram a greve os sindicatos Belo Horizonte, Maranhão, Rondônia, Rio de Janeiro e Brasília. Outros bancários já estavam em greve e devem continuar hoje em Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Salvador e região, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Piauí e Goiás.

No Estado de São Paulo, além da capital, Osasco e região, a greve foi confirmada nas regiões de Bragança, Limeira, Bauru, Jundiaí, Guarulhos, Assis, Mogi das Cruzes e ABC.

No ano passado, quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR (participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800. Na ocasião, a primeira proposta dos bancos foi de 4% de reajuste.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h03
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CAMPANHA SALARIAL

Indicativo de Greve em todo o país

Diante da nova proposta da Fenaban, que ofereceu reajuste salarial de 2,85%, a indicação do Contraf é que os sindicatos que farão assembléias hoje (04/10) entrem em greve. Em todo o país, o atendimento bancário de 12 estados já está paralisado. As outras regiões fazem assembléia hoje e também devem aderir ao movimento. Confira abaixo a situação de cada estado:

Belém e Macapá – Greve por tempo indeterminado a partir da próxima quinta-feira (5/10). Assembléia: a conferir.
Informações: (91)3241-7799
www.bancarios-pa-ap.org.br

Belo Horizonte – Greve por tempo indeterminado.  Assembléia Quarta-feira, dia 4 de outubro, às 16h, na sede do Sindicato (Rua Tamoios, 611 – Centro).
Informações: (31) 3279-7891
http://www.bancariosbh.org.br

Brasília – Greve por tempo indeterminado. Assembléia quarta-feira (04/10) às 17hs, no Setor Bancário Sul.
Informações: (61) 3346.9090
http://www.bancariosdf.com.br

Campo Grande – (04/10) - Assembléia marcada para quarta-feira (04/10), na sede do sindicato dos bancários. Horário a definir.
Informações: (67)3325-0003
http://www.seebcgms.org.br

Cuiabá – (04/10) - Assembléia geral com toda a categoria no auditório do SEEB/MT quarta-feira para apresentação das orientações do Comando Nacional para a categoria de todo o país, e para deliberação da greve geral.
Informações: (65)3623-5333
www.bancariosmt.com.br

Curitiba – Assembléia dia 04/10 para decretação de greve por tempo indeterminado Na Soc. Thalia (Comendador Araújo, 338), às 19h.
Informações: (41) 3015-0523
www.bancariosdecuritiba.org.br/site

Florianópolis – Greve por tempo indeterminado. Assembléia, quarta-feira (04/10), às 17 horas, no antigo Cine Ritz (Rua Arcipreste Paiva, nº 11, Centro, em frente ao Hotel Cecontur).
www.seebfloripa.com.br

Fortaleza – (04/10) - Assembléia marcada para quarta-feira (04/10), na sede do sindicato dos bancários, às 18h30.
Informações: (85) 3252-4266
http://www.bancariosce.org.br

Goiás – Greve por tempo indeterminado. Assembléia , dia 04/10 às 19:00h, no Clube da APCEF-GO (Av. T-8 c/T-1, Setor Bueno).
Informações: (62) 3216-6500.
www.bancariosgo.org.br

João Pessoa – Assembléia marcada para quarta-feira (04/10), na sede do sindicato dos bancários. Horário a definir. Indicativo de greve para 5ª feira, dia 05/10.
Informações: (83) 3224- 2040/3224-2054
http://www.bancariospb.com.br

Maceió – Assembléia marcada para quarta-feira (04/10), na sede do sindicato dos bancários, às 18 horas.
Informações: (82) 2121-9200
http://www.bancariosal.com.br

Natal - Greve  por tempo indeterminado. Assembléia às 18:00hs no Sindicato dos Educadores (SINTE).
Informações: (82) 2121-9200
http://www.bancariosal.com.br

Porto Alegre – Greve por tempo indeterminado. Assembléia de avaliação ocorre nesta quarta-feira, dia 4, às 16h, no Clube do Comércio (rua dos Andradas, 1085).
Informações: (51) 3212-1200
http://www.bancariospoa.com.br/default2.asp

Porto Velho – Greve por tempo indeterminado. Assembléia a conferir
Informações: (69)3224-5259
www.bancariosro.com.br

Recife – Orientação de greve permanece para esta terça-feira, (04/10). Assembléia(04/10) às 18:00hs.
Informações: (81) 3421.3233
http://www.sindbancariospe.com.br

Rio Branco – (04/10) - Assembléia marcada para quarta-feira (04/10), na sede do sindicato dos bancários. Horário a definir.
Informações: (68)3224-4188
www.seebac.com.br

Rio de Janeiro – Greve por tempo indeterminado. Assembléia quarta-feira, às 18h, haverá assembléia na Galeria dos Empregados do Comércio.
Informações: (21) 2103-4117
http://www.bancariosrio.com.br

Salvador e Aracaju – Assembléia (04/10), às 19hs. Caso não seja firmado nenhum acordo, a greve será por tempo indeterminado a partir de quinta-feira.
Informações: (71)329-2333
http://www.bancariosbahia.org.br

São Luís – Greve por tempo indeterminado. Assembléia no Sindicato dos Bancários, às 17:00hs, rua do Sol..
Informações: (98)3232-3500
http://www.seebma.org.br

São Paulo – (04/10) – Realizam assembléia na quarta-feira, com indicação de greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira, (5/10)
Informações: (11) 3188-5200
http://www.spbancarios.com.br/spb/index.asp

Teresina – Greve por tempo indeterminado (04/10). Assembléia quarta-feira (04/10), às 17:00hs (Rua Gabriel Ferreira, nº 740 – Centro).
Informações: (86)3222-8353
www.bancariospi.com.br

Vitória – (04/10) – Realizam assembléia na quarta-feira, com indicação de greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira (05/10).
Informações: (27)3223-1477
www.bancarios-es.org.br

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h33
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários rejeitam proposta de reajuste e greve deve começar na quinta

Os sindicatos dos bancários que negociam o reajuste para a categoria rejeitaram a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e a greve nacional deve começar na quinta-feira. A decisão será tomada em assembléia da categoria nesta quarta-feira.

Os bancos elevaram a proposta de reajuste salarial para os bancários de 2% para 2,85%, mas mesmo assim está bem inferior ao reivindicado pelos bancários, que pedem reposição de 7,05%.

A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE.

A Fenaban alterou também a proposta em relação ao pagamento de PLR. Os bancos propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823 de parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos bancos em que o lucro cresceu ao menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.

"A Fenaban trouxe à negociação uma proposta que não representa aumento real e manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor, ou seja, as reivindicações da categoria não foram atendidas", afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.

No ano passado, quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR (participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h22
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GUERRA NO CCBB

Cineasta Ruy Gerra ganha mostra completa no CCBB Brasília

Da densidade de Estorvo e O Veneno da Madrugada ao lirismo de A Ópera do Malandro e A Fábula da Bela Palomera. Poucos são os cineastas brasileiros que podem ser orgulhar de tanto ecletismo e importância. É o caso de Ruy Guerra, que nasceu em Moçambique, mas se naturalizou brasileiro.

Todo esse múltiplo universo estará em cartaz na mostra Ruy Guerra, Filmar e Viver, que ficará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília de 3 a 15 de outubro. A obra completa de Guerra estará reunida na mostra, que é composta por 12 longas-metragens, documentários, curtas, produções para a TV e para o vídeo.

"É a maior mostra já realizada da obra de Ruy", afirma a curadora Dolores Papa. Ela ressalta que apenas um longa-metragem do cineasta ficou de fora de Ruy Guerra, Filmar e Viver.

Um dos maiores divulgadores do cinema nacional no exterior – “Guerra tem uma maneira de filmar genuinamente brasileira”, afirma Dolores – Ruy Guerra faz parte da história da nossa cinematografia. “Ele é um ícone”, diz a curadora.

Entre as raridades apresentadas em Ruy Guerra, Filmar e Viver, estão os filmes que ele fez para a TV, as séries e o longa Mueda – Memória e Massacre, de 1980. "Esse filme é muito interessante porque fala de um período de libertação de Moçambique e só foi feito 20 anos depois", explica Dolores.

Além das raridades, os clássicos são outro bom motivo apontado pela curadora para não deixar de ir à mostra. "Guerra fez filmes como Os Cafajestes e Os Fuzis, que merecem sempre ser vistos e revistos tanto pelo público que gosta de cinema como por aqueles que estudam  o assunto", diz Dolores.

Preocupado com a renovação dos cineastas brasileiros, Ruy Guerra dirige o curso superior de cinema na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, onde leciona a disciplina Linguagem Cinematográfica.

"Ruy agora esse contato com o publico e faz questão de participar de eventos que possibilitem essa troca", afirma Dolores. Em Brasília, o cineasta estará à disposição do público do CCBB no dia 4 de outubro, quando estará à frente da palestra A Direção Cinematográfica.

Programação

Dia 3 de outubro (Terça-feira)
19h – O Veneno da Madrugada

Dia 4 de outubro (Quarta-feira)
15h – Os Fuzis
17h – A Queda

Dia 5 de outubro (Quinta-feira)
15h – Os Comprometidos – Episódios 1 e 2
17h – Me Alquilo para Soñar – Episódios 1 e 2
19h – Monsanto
21h – Os Cafajestes

Dia 6 de outubro (Sexta-feira)
15h – Mix - Curtas-metragens
17h – O Estorvo
19h – O Veneno da Madrugada
21h – Mueda, Memória e Massacre

Dia 7 de outubro (Sábado)
15h – Os Comprometidos – Episódios 3 e 4
17h – Os Fuzis
19h – A Queda
21h – Kuarup

Dia 8 de outubro (Domingo)
15h – Mix - Curtas-metragens
17h – Os Deuses e os Mortos
19h – Ópera do Malandro
21h – Erendira

Dia 10 de outubro (Terça-feira)
17h – Os Comprometidos – Episódios 5 e 6
19h – Kuarup
21h – A Fábula da Bela Palomera

Dia 11 de outubro (Quarta-feira)
17h – Me Alquilo para Soñar – Episódios 3 e 4
19h – Mueda, Memória e Massacre
21h – Os Cafajestes

Dia 12 de outubro (Quinta-feira)
19h – A Fábula da Bela Palomeira
21h – Ópera do Malandro


Dia 13 de outubro (Sexta-feira)
19h – Me Alquilo para Soñar – Episódios 5 e 6
21h – Os Deuses e os Mortos

Dia 14 de outubro (Sábado)
19h – Erendira
21h – O Estorvo

Dia 15 de outubro (Domingo)
19h – A Fábula da Bela Palomera
21h – Monsanto

Ruy Guerra, Filmar e Viver – Mostra de cinema com a obra de Ruy Guerra, de 3 a 15 de outubro, no Centro Cultural Banco do Brasil. Ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).

(Vide no próximo post a sinopse dos filmes)

Fonte: ClicaBrasília



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h26
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GUERRA NO CCBB

Cineasta Ruy Gerra ganha mostra completa no CCBB Brasília (2)

Sinopses (Vide post anterior)

Os Cafajestes
-  Sucessivas chantagens feitas por dois amigos – um vigarista de Copacabana (RJ) e um filho de banqueiro – acabam revelando relações de amor e frustração.

Os Fuzis - Num vilarejo do interior da Bahia, um grupo de soldados tenta impedir que a população faminta invada e saqueie os depósitos de alimentos, enquanto aguardam a promessa de chuva profetizada por um beato e seu boi santo. Um motorista de passagem, ex-militar, acaba por incitar o povo e é morto pelos soldados.

Os Deuses e os Mortos - No sul da Bahia, nos anos 30, um homem sem nome, nem passado, se intromete na luta dos grandes coronéis pela posse da terra e do cacau. É uma luta de interesses econômicos e financeiros, de produtores e exportadores, no clima úmido e tropical dos cacauais e bananais, numa corrida do ouro que chama aventureiros e jagunços, sertanejos fugidos do sertão, prostitutas, jogadores, vendedores ambulantes, circos e ilusões.

A Queda - Um soldado cai do andaime onde trabalha sem segurança. A caminho do hospital, um companheiro relembra passagens vividas pelos dois no sertão baiano (Os Fuzis). A morte do operário complica a empresa, que não quer correr o risco de ser denunciada pelas más condições de trabalho de seus empregados.

Mueda - Memória e Massacre - Depois de duas décadas de auto-exílio, Ruy Guerra retorna a sua terra natal para realizar essa produção. O filme documenta a reconstituição teatral popular do massacre perpetrado pelas forças coloniais portuguesas na localidade de Mueda, em 16 de junho de 1960, data que constitui um dos marcos históricos da luta pela independência de Moçambique.

Erendira - Baseado no livro A Incrível e Triste História da Cândida Erendira e Sua Avó Desalmada, de Gabriel García Márquez. Na solidão do deserto, Erendira mora numa mansão com sua avó. Com a morte do marido, a avó dispensa os empregados e todo o serviço doméstico da casa fica por conta da neta. Um incêndio, provocado acidentalmente por Erendira, destrói o casarão. A avó decide, então, vender o corpo da neta.

Ópera do Malandro - Filme baseado na peça de Chico Buarque, inspirada no clássico de John Gray e no musical A Ópera dos Três Vinténs, de Berthold Brecht e Kurt Weill. Em 1941, em plena Segunda Guerra Mundial, uma dançarina de cabaré é explorada por um cafetão, no bairro da Lapa (RJ). O cabaré pertence a um alemão, odiado pelo cafetão e seus seguidores, que, num acesso de fúria, destroem o cabaré. Em represália, o alemão despede a dançarina, mas vê sua filha seduzida pelo malandro.

A Fábula da Bela Palomera - Da série Amores Difíceis, baseado em episódio do romance O Amor Nos Tempos do Cólera, de Gabriel García Márquez. No final do século 19, um rico aristocrata, fabricante de cachaça em Paraty (RJ) apaixona-se por uma jovem casada. Os amantes clandestinos utilizam-se de pombos-correio para se comunicar, temendo que a cidade saiba da ligação entre os dois e que o romance tenha um desfecho trágico.

Kuarup - Adaptação do romance Quarup, de Antônio Callado. Nando, um padre pernambucano em crise existencial, relembra dez anos de sua vida (1954-1964), como seu envolvimento político pouco antes do golpe de 1964, a sobrevivência na clandestinidade e a luta contra as tentações da carne, simbolizadas na paixão irreprimível pela jovem Sônia.

Estorvo - Baseado no livro homônimo de Chico Buarque de Hollanda. O pesadelo existencialista de um personagem anônimo que vaga por uma grande cidade, desconfiado de tudo e de todos, afrontando a violência cotidiana, o próprio passado e seus fantasmas. Nessa fuga sem destino, revê amigos, busca a família e se envolve com personagens extremados, na tentativa de descobrir o enigma de sua caminhada.

Monsanto - Rui Sequeira, ex-combatente na Guerra Colonial, habitante de uma pequena vila do Alentejo, festeja mais um aniversário da Revolução dos Cravos na companhia da sua mulher e da sua filha, a jovem Sara, com a qual possui uma relação conflituosa. Na noite das comemorações, a morte de um amigo altera para sempre as suas vidas, acordando um passado há muito adormecido.

O Veneno da Madrugada - Baseado em livro homônimo de Gabriel García Márquez. A chuva constante e a lama fazem parte do cotidiano dos habitantes de um povoado localizado em algum lugar da América do Sul. As várias construções decadentes revelam a expectativa do progresso no passado, que não se realizou. A estagnação do povoado sofre um abalo quando diversos bilhetes anônimos são espalhados por toda a cidade, denunciando traições amorosas e políticas, assassinatos, romances secretos e segredos de família envolvendo filhos bastardos.

Quand Le Soleil Dort  - Prova final de Ruy Guerra no curso de cinema do IDECH (França), baseado em romance de Elio Vitorini. Durante a Segunda Guerra Mundial, um grupo de soldados alemães vigia prisioneiros pertencentes à resistência italiana.

Operação Búfalo - Documentário sobre o abate ecológico de manadas de búfalos em Moçambique.

Um Povo Nunca Morre - Realizado em Moçambique, o filme registra o cerimonial de transladação da Tanzânia para Moçambique dos restos mortais de guerrilheiros da Frelimo, heróis nacionais da luta pela independência.

Os Comprometidos - Entre 1978 e 1979, centenas de pessoas foram entrevistadas por um comitê da Frelimo - Frente de Libertação de Moçambique, com vistas a tornar públicos fatos da história recente do país. Exibição de 5 capítulos de uma série de 30.

Obvious Child - Videoclipe de Rythm of The Saints, de Paul Simon. Filmado em Salvador com o grupo Olodum.

Me Alquilo Para Soñar - A partir de idéia original de Gabriel García Márquez e roteiro em parceria com Ruy Guerra. O livro foi escrito durante a oficina de roteiros da Escola de Cinema e TV de San Antonio de Los Baños (Cuba), culminando na produção da série. História de uma mulher que oferece seus serviços de sonhadora.

Carta Portuguesa a Sarajevo - Filmado em Lisboa (Portugal). Episódio da série de TV Saravejo: Chronique d’une Rue Assiegée que, de novembro de 1993 a março de 1994, pediu a vários realizadores para dar um depoimento sobre Sarajevo sitiada.

Fonte: ClicaBrasília



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h24
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CAMPANHA SALARIAL

No BB, nova rodada de debates na sexta-feira
 
Banco pede prazo para fazer novos cálculos; funcionários se preparam para greve

São Paulo - Nas negociações da terça-feira, 3 de outubro, entre o banco e a Comissão de Empresa, ao lado da Contraf-CUT, o banco solicitou que um novo encontro fosse marcado para a próxima sexta-feira, dia 6, quando pretende apresentar números finais à proposta de PLR.

"As negociações sobre a PLR ainda podem avançar e esperamos que o BB apresente seus cálculos para avaliarmos em seguida", explica o diretor do Sindicato William Mendes.
 
Ainda assim, a reunião trouxe um novo avanço, ao incorporar os R$ 31,80 do dissídio de 2004 aos salários-base dos escriturários. Com isso, o cálculo da PLR será 88% dos salários E-6 mais R$ 31,80, além da parte fixa e da distribuição linear de 4% do lucro líquido do último semestre. “Trata-se de mais uma reivindicação conquistada pelos trabalhadores”, opina William.

Na luta – William afirma ainda que é preciso que os funcionários do BB se preparem para a greve da categoria, que será deliberada em assembléias de bancários por todo o país.

“Até aqui, e apesar da intransigência da Fenaban,  a campanha nacional já conseguiu que os banqueiros propusessem a reposição da inflação. Mas temos que lutar para manter a recuperação salarial dos bancários, com reajustes acima da inflação, como conquistamos nos últimos anos. Por isso, é importante irmos à greve junto com toda a categoria”.

Fonte: Sindicato dos Bancários - SP



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h18
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SUAS FINANÇAS

Fórmula de correção da poupança pode mudar

Raquel Balarin

As taxas de juro caíram, vão cair mais e tornar quase imbatível a rentabilidade da poupança. Conversas cautelosas entre bancos e governo começam a tomar conta dos gabinetes em Brasília, tendo por pano de fundo a possibilidade de uma migração maciça de recursos para as cadernetas. Hoje, 65% dos depósitos em poupança têm obrigatoriamente de ser investidos em crédito imobiliário.

Na quinta-feira, representantes da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estiveram no Ministério da Fazenda para propor mudanças na fórmula de cálculo da TR, que corrige a poupança. Elas manteriam a rentabilidade entre 65% a 75% da média do CDB, líquido de Imposto de Renda, diz Décio Tenerello, presidente da Abecip.

No ano até setembro, pelos dados do site Fortuna, a caderneta rendeu 6,22% e os fundos de investimento (curto prazo, DI e renda fixa) de grandes bancos de varejo, com aplicação mínima de até R$ 5 mil, 8,83%. Se os recursos forem sacados do fundo antes de 180 dias, a incidência de IR reduz o ganho a 6,84%. A TR não ficará abaixo de 2% ao ano, prevê Luiz Rodrigues, diretor de crédito imobiliário do Itaú. "Se a Selic cair mais 1,5 ponto, vai entrar um caminhão de dinheiro na poupança", diz.

Fazenda analisa mudanças na correção da poupança pela TR

Raquel Balarin

As conversas são cautelosas, mas começam a tomar conta dos gabinetes em Brasília. Bancos e governo estão atentos ao movimento de recuperação da rentabilidade da poupança e discutem as consequências que uma migração maciça de recursos para as cadernetas poderia poderia provocar. Hoje, 65% dos depósitos em poupança têm obrigatoriamente de ser investidos em financiamento imobiliário, pelas regras do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

Na quinta-feira, representantes da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estiveram no Ministério da Fazenda para propor mudanças na fórmula de cálculo da TR - índice que corrige a caderneta de poupança. "Se a caderneta tiver uma remuneração melhor, atrairá um grupo de investidores que são especuladores e não poupadores. Apresentamos um estudo que mantém uma rentabilidade para a poupança de 65% a 75% da média do CDB (Certificado de Depósito Bancário), líquido de imposto de renda", diz Décio Tenerello, presidente da Abecip.

De janeiro a setembro, segundo dados do site Fortuna, a rentabilidade da caderneta foi de 6,22% e a remuneração média dos fundos de investimento (curto prazo, DI e renda fixa) de grandes bancos de varejo, com aplicação mínima de até R$ 5 mil, foi de 8,83%. Se os recursos forem sacados do fundo antes de 180 dias, há a incidência de uma alíquota de Imposto de Renda de 22,5%, o que reduz a rentabilidade para 6,84%. Não há IR sobre a poupança. As curvas entre as duas aplicações estão se aproximando e, nos últimos três meses, a poupança já teve uma rentabilidade melhor do que o ganho líquido desse tipo de fundo.

A remuneração da caderneta melhorou a partir de abril, mas poucos perceberam. No fim de março, temendo que os poupadores pudessem amargar uma rentabilidade real negativa (descontada da inflação), o governo já alterou a fórmula de cálculo da TR. Antes, era tomada como base a Selic e aplicada a ela um redutor variável. Agora, o redutor é aplicado à Taxa Básica Financeira (TBF), calculada sobre o juro pago pelos 30 maiores bancos em seus CDB.

"Por essa fórmula, a TR não ficará abaixo de 2% ao ano e a rentabilidade anual da poupança, será superior a 8%. Se a Selic, hoje em 13,75%, cair mais 1,5 ponto percentual, vai entrar um caminhão de dinheiro na poupança", diz Luiz Antonio Rodrigues, diretor de crédito imobiliário do Itaú. Ele diz que essa migração de recursos seria ruim porque os bancos, hoje, têm obrigatoriamente de direcionar recursos da caderneta para o financiamento imobiliário, de longo prazo. Se, em um segundo momento, esse "caminhão de dinheiro" voltasse para os fundos, os bancos estariam comprometidos com empréstimos de 10 a 20 anos.

Hoje, o estoque da poupança é de R$ 135 bilhões. Segundo a Abecip, 78% dos depositantes respondem por 4% do saldo.

O Valor apurou que o governo analisa com cautela uma possível alteração na poupança por causa do número de pessoas envolvidas e por causa da lembrança que a população ainda tem do confisco feito pelo ex-presidente Fernando Collor. Além disso, a TR corrige o contrato de milhões de mutuários. As mudanças feitas no financiamento imobiliário - com a eliminação da aplicação da TR para empréstimos com taxas prefixadas no âmbito do SFH - foram um primeiro passo nesse sentido.

Com a medida, o governo autorizou que os bancos embutissem a TR média dos últimos meses no financiamento com taxa pré. Hoje, esse tipo de empréstimo teria taxa anual de cerca de 14%. "O problema é que a captação (poupança) é corrigida pela TR. Quando a taxa de juro está caindo, esse descasamento entre captação e aplicação dos recursos não traz problema. Mas se esse cenário muda, pode haver um passivo a descoberto no longo prazo", explica Rodrigues.

Por causa desse descasamento, os bancos acreditam que só é possível conceder financiamento com taxa pré se fizerem um "swap" (troca de índices), uma espécie de proteção caso o juro suba. Mas o swap tem um custo. Segundo Rodrigues, se o banco pagar 10% para captar (poupança mais o swap), não é possível financiar o imóvel a 14% e arcar com o PIS, Cofins, inadimplência e outros custos.

Fonte: Valor Online 



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h06
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A FAVOR DOS BANCOS

Decisões mostram que risco de hacker é do cliente do banco

Cristine Prestes

Daniela Toviansky/Cia de Foto/Valor

Diante da falta de legislação no país, Justiça tem definido temas relacionados à internet. Renato Opice Blum: entendimento ganha espaço nos TJs e no próprio STJ.

O cliente de um grande banco acessa sua conta pelo seu computador pessoal e identifica uma transferência de R$ 50 mil não autorizada por ele. O banco se exime da responsabilidade, alegando que a transferência foi feita com o uso do login e senha do cliente, e o caso vai parar na Justiça. Pela jurisprudência do Judiciário brasileiro, cabe ao banco provar que o cliente fez a transferência, certo? Errado. A tendência dos juízes hoje tem sido a de, diante da prova feita pelo banco de que seu sistema de segurança é eficiente, exigir que o próprio cliente comprove que utilizou todas as medidas de segurança possíveis - como a atualização de antivírus - para evitar a ocorrência de fraudes virtuais em sua máquina pessoal. Se o acesso for feito de um cibercafé, por exemplo, a chance de o cliente perder a ação é grande.

De acordo com o advogado especialista em direito digital Renato Opice Blum, presidente do conselho de comércio eletrônico da Fecomercio, trata-se de uma nova interpretação do Código de Defesa do Consumidor que vem ganhando espaço nos Tribunais de Justiça (TJs) - há decisões no Paraná, no Distrito Federal e no Maranhão - e no próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a recente jurisprudência, os bancos não podem fazer prova negativa contra eles. Em outros tribunais, ainda persiste o entendimento tradicional de que o cliente é parte hipossuficiente na relação com o banco e que, por isso, cabe a este último o ônus da prova - como estabelece o Código do Consumidor.

No caso descrito acima, o juiz de primeira instância da Justiça paulista determinou uma perícia no sistema de segurança do banco e concluiu que não havia prova de negligência da instituição - negando a indenização ao cliente, que está recorrendo da decisão no TJSP.

O caso é um exemplo da jurisprudência que vem sendo formada pelos diferentes níveis da Justiça brasileira com relação a temas que envolvem a internet. Segundo uma pesquisa feita pelo conselho de comércio eletrônico da Fecomercio, há hoje 3.214 decisões judiciais de tribunais superiores que tratam de assuntos relacionados à internet no país - incluindo o STJ, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST). Nos TJs, as decisões já somam 5.146, e nos Tribunais Regionais Federais (TRFs), são 716. A pesquisa foi realizada com a busca da palavra-chave "internet" nos tribunais em que há decisões disponíveis na própria rede - todos os TRFs, os superiores e 21 TJs.

Segundo a opinião de especialistas em direito digital, os temas mais recorrentes no Judiciário são os relacionados a fraudes virtuais, comércio eletrônico, uso indevido de imagens, calúnia, injúria e difamação e concorrência desleal - como a divulgação pela internet de dados confidenciais de empresas. Em todos eles, há divergência de decisões judiciais. Os casos envolvendo comércio eletrônico são dos mais recorrentes. Nas ações, a discussão principal é se a responsabilidade pela indenização do cliente que comprou um produto não recebeu, por exemplo, atinge também o portal que intermediou o negócio, além da empresa que vendeu. O advogado André de Almeida, sócio do escritório Almeida Advogados e coordenador do comitê jurídico da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, defende um portal que agencia serviços para empresas e que freqüentemente é acionado na Justiça em ações que pedem sua responsabilização por falhas nos serviços adquiridos. "Há decisões o condenando e decisões o inocentando", diz.

A jurisprudência que vem sendo formada pelos tribunais brasileiros é importante pela ausência de legislação que regule os temas da internet hoje. Embora existam cerca de 150 projetos de lei que tratam da rede em tramitação no Congresso Nacional hoje, poucas são as legislações já existentes ou adaptadas para o mundo virtual. Sem legislação, os juízes, ao se depararem com esses temas, acabam julgando de forma divergente nas diversas regiões do país. "As decisões são conflitantes porque quando há um vazio na legislação a Justiça usa de interpretações por analogia, o que é muito subjetivo, cria divergências e provoca insegurança jurídica", diz André de Almeida.

As decisões são divergentes também porque há questões complicadas a serem analisadas pelos juízes no que se refere à internet. Tome-se como exemplo um caso de furto de dados. "A doutrina define furto quando, para subtrair algo, é preciso tornar algo indisponível", diz a advogada especialista em direito digital Patrícia Peck, do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados. Mas, no caso de furto de bancos de dados de empresas, não é o que acontece. "Na internet se leva mas deixa", afirma. Segundo ela, em casos de roubo de informações virtuais às vezes há dificuldades em se configurar o furto perante a Justiça.

Fonte: Valor Online 



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h03
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CAMPANHA SALARIAL

Sindicalistas desaprovam proposta dos bancos e bancários decidem amanhã sobre greve

SÃO PAULO - O Comando Nacional dos Bancários discordou da nova proposta de ajuste salarial e benefícios apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) nesta tarde e vai sugerir greve por tempo indeterminado na assembléia nacional de amanhã. Na mais recente rodada de negociações, encerrada nesta tarde, os bancos elevaram a proposta de aumento salarial de 2% para 2,85% sobre o salário de agosto. Os bancários no entanto pedem 7,05% de aumento real.

Já estão em greve bancários de 12 estados do país, aguardando a negociação de hoje. Em São Paulo, a categoria ainda trabalha normalmente, mas após a deliberação de amanhã, agendada para as 19h, a greve pode se estender pelo resto do país.

A nova proposta da federação dos bancos prevê um benefício adicional de R$ 750,00, a ser pago a título de PLR, cifra maior do que os R$ 500 propostos inicialmente para os funcionários de instituições financeiras que tiverem crescimento de 20% ou mais do lucro líquido em 2006, na comparação com 2005. Antes, os bancos condicionavam a correção salarial a uma expansão igual ou superior a 25% do ganho líquido.

Permanece na proposta, entretanto, a regra geral de pagamento da PLR: os bancos sugerem pagar 80% do salário, mais o valor fixo de R$ 823,00, sendo o valor limitado a R$ 5.462,00. Por ora, a regra vigente no setor bancário prevê pagamento mínimo de 5% do lucro líquido do banco no exercício de 2006, o que, se não for alcançado, é limitado a dois salários do funcionário ou R$ 10.924,00. Nesse caso, o repasse do benefício não pode ultrapassar 15% do ganho líquido para o exercício de 2006.

Os bancários, por sua vez, afirmam que, por essa regra, a categoria continua desfavorecida, pois a conta de 80% dos salários mais R$ 823 nunca chega ao montante equivalente a 5% dos lucros, que vêm crescendo ano a ano. Assim, o PRL dos funcionários acaba restrito sempre a dois salários.

Tendo isso em conta, a categoria reivindica a distribuição linear de 5% do lucro líquido das instituições bancárias aos funcionários a título de PLR, além de um salário bruto acrescido de R$ 1.500.

"A Fenaban trouxe à negociação uma proposta que não representa aumento real e manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor", diz Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

Os bancários pedem também o aumento do piso salarial da categoria para R$ 1.500 (hoje, é de R$ 839,93), aumento no auxílio creche/babá, no valor da cesta alimentação, na gratificação de caixa, o pagamento de 14º salário e da 13ª cesta alimentação.

Fazem parte das reivindicações também o fim do assédio moral e das metas abusivas, maior segurança no trabalho, o aumento do horário de atendimento e a divisão em dois turnos de trabalho. (Bianca Ribeiro | Valor Online)

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h53
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O BB NA BOLSA DE VALORES

Investida no financiamento ao consumo puxa ação do BB

Maria Christina Carvalho

As ações ordinárias do Banco do Brasil (BB) foram um destaque de alta, ontem, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os papéis subiram 3,78% para R$ 49,30, animadas pelo acordo que o banco fez com a Localiza Rent a Car para financiar a venda de veículos usados. Parte da valorização também foi atribuída ao movimento de alta generalizada dos papéis de estatais, movido pela expectativa dos investidores de uma nova onda de privatizações se Geraldo Alckmin ganhar o segundo turno da eleição presidencial, em 29 de outubro.

O analista do Banco Pactual, Pedro Guimarães, enviou aos clientes relatório prevendo que o Banco do Brasil vai ganhar US$ 1 bilhão com a parceria com a Localiza durante os 10 anos do acordo. A previsão é que o BB vai aumentar o financiamento de automóveis em R$ 600 milhões por ano, o equivalente a 150% da carteira de veículos. A taxa de crescimento esperada é de 15% ao ano. O analista também prevê uma receita anual de R$ 160 milhões com a venda de seguros.

As ações ordinárias da Localiza também subiram, 4,65% para R$ 47,20 uma vez que a parceria lhe dará mais fôlego no negócio de venda de veículos usados. A Localiza renova sua frota a cada 12 meses, em média. No ano passado, a empresa comprou 26 mil veículos e vendeu 18,7 mil. Fazer uma boa revenda é importante porque reduz os custos de amortização da empresa. Ter um parceiro forte em funding contribui para alavancar os resultados.

Para o BB, avalia o Pactual, o acordo coloca o banco em um dos negócios mais importante da área de financiamento ao consumo, onde os principais bancos de varejo concorrentes já estão bem posicionados.

O Bradesco, por exemplo, tem uma operação forte de financiamento ao consumo, inclusive para a compra de veículos, desde que adquiriu a Finasa, além de possuir parcerias com outras empresas de varejo, como a Casas Bahia. Segundo cálculos do Pactual, a carteira de financiamento ao consumo de R$ 18,9 bilhões representa 21,4% do total de R$ 88,6 bilhões de crédito do Bradesco e 7,6% do lucro líquido consolidado. Dos R$ 18,9 bilhões, R$ 13,1 bilhões são financiamento de veículos.

No caso do Itaú, a área de financiamento ao consumo (Itaucred) com R$ 19,6 bilhões em crédito representa 26,2% da carteira total de R$ 74,8 bilhões do banco, ainda segundo informações do Pactual, e 8,1% do lucro líquido. No caso da Itaucred, a concentração em veículos também é grande, com 73,7% do total.

Guimarães considera que o Unibanco é o que melhor tira proveito do financiamento ao consumo. O aumento da inadimplência afetou os resultados do primeiro semestre, quando o financiamento ao consumo com R$ 2 bilhões representou 5% da carteira total de R$ 41,9 bilhões, e 0,6% do lucro consolidado. Em igual período de 2005, porém, a carteira era equivalente a 13,3% do total e a 7% do resultado.

Fonte: Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h15
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários voltam à mesa de negociação com Fenaban; greve atinge vários Estados

Acontece nesta tarde, em São Paulo, a sétima rodada de negociações entre representantes dos bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). No último encontro, os banqueiros ofereceram à categoria 2% de reajuste salarial (entre outros benefícios), proposta bem abaixo das reivindicações dos trabalhadores, que pedem 7,05% de aumento real.

O movimento está marcado por certa divisão da categoria, já que o Comando Nacional de Greve, que coordena as negociações de todos os bancários do país, promoveu uma paralisação da categoria na última quarta-feira, dia 27 de setembro, e havia indicado aos trabalhadores que retornassem ao trabalho e aguardassem até esta quarta-feira, dia 4 de outubro, para realizar assembléias visando um possível movimento grevista caso as propostas patronais não fossem aceitas.

No entanto, parte dos sindicatos ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf, que encabeça as negociações nacionais) foi contrária à indicação do comando do movimento.

Assim, várias localidades decidiram pela extensão da greve. Em algumas delas, a paralisação entra no oitavo dia seguido nesta terça-feira.

Estão em greve trabalhadores do Rio de Janeiro, Brasília, Pernambuco, Florianópolis e Maranhão. Em Porto Alegre, Bahia e Rio Grande do Norte as paralisações atingiram os bancos públicos. Há ainda paralisações em Bauru (SP), Joinville (SC), Campina Grande (PB), Alagoas, Sergipe, Piauí e indicativo de greve em Palmas (TO).

"Já estamos em Campanha há quase dois meses, e, até agora, os banqueiros só apresentaram uma proposta, que soou como provocação para a categoria. Voltamos a nos reunir com a Fenaban nesta terça-feira e se nossas reivindicações não forem atendidas vamos à greve partir desta quinta-feira, sem data para voltar ao trabalho", afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf, segundo divulgação da entidade.

Os bancários reivindicam —além dos 7,05% de aumento mais a correção da inflação no período, que totaliza 2,8%— Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 5% do lucro líquido linear para todos, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500, piso da categoria de R$ 1.500 (valor atual R$ 839,93) e outros benefícios.

(Com informações do Valor Online, Agência Brasil, Contraf e sindicatos dos bancários locais)
Fonte: Uol Economia


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h18
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ELEIÇÕES 2006

Conheça os funcionários do BB eleitos

O funcionalismo do Banco do Brasil vai ter representantes na Câmara dos Deputados, no Senado e nas Assembléias Legislativas de alguns estados brasileiros no mandato 2007/2010. Segundo levantamento feito pela Diretoria Parlamentar da ANABB, seis bancários foram eleitos como deputados federais, sete, deputados estaduais e um (1) como senador. Na eleição para governador, a bancária Ana Júlia (PT) vai disputar o governo do Pará em 2º turno.

Conheça os eleitos

Senador

Maranhão:  Epitácio Cafeteira (PTB)


Deputado Federal

Ceará - José Pimentel (PT)

Distrito Federal: Augusto Carvalho (PPS)

Distrito Federal: Geraldo Magela (PT)

Rio Grande do Sul: Pompeo de Matos (PDT)

São Paulo: Ricardo Berzoini (PT)

Tocantins: José Santana (PT)

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h54
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ELEIÇÕES 2006

Conheça os funcionários do BB eleitos (2)

Deputado Estadual

Bahia: João Bomfim (PFL)


Ceará: Nelson Martins (PT)

Minas Gerais: Almir Paraca (PT)

Pernambuco: José Queiroz (PDT)

Obs. O filho do deputado José Queiroz, Wolney Queiroz, foi eleito Deputado Federal (PDT-PE)

Paraná: Tadeu Veneri (PT)

Rio Grande do Sul: Gilmar Sosselha (PDT)

São Paulo: Rafael Silva (PDT)

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h54
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CAMPANHA SALARIAL

Bancários ampliam greve para 8 Estados e 6 capitais a partir desta terça

A greve dos bancários será ampliada a partir desta terça-feira e deve atingir oito Estados e seis capitais, além de cidades do interior.

O calendário oficial do comando nacional dos bancários está mantido. A reunião de negociação com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) acontece na tarde de hoje, a assembléia nacional está marcada para amanhã e a greve geral, para quinta-feira.

No entanto, alguns sindicatos discordam do calendário do comando e iniciaram as assembléias que decidiram pela greve imediata e não a partir de quinta.

A paralisação, que começou na quarta-feira da semana passada, atingia nesta segunda cinco Estados e cinco capitais. Estão em greve as agências dos Estados do Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia, Pernambuco e Goiás. Também há bancários de braços cruzados nas capitais Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Palmas (TO). No total, a oposição bancário estima que cerca de 80 mil estão parados. A Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) não confirma o número.

A partir desta terça devem parar os bancários de Alagoas, Paraíba, Piauí e da capital mineira Belo Horizonte.

Em São Paulo, apenas o sindicato de Bauru decidiu pela greve, seguida por parte dos bancários. Os demais acompanham o calendário do comando nacional e aguardam a negociação.

Para o presidente da Contraf-CUT, Vagner Freitas, a mobilização nacional é importante para a greve e uma divisão interna na categoria pode deixar os banqueiros "tranqüilos" na negociação. Para os oposicionistas, a participação de São Paulo e dos demais Estados na greve já deveria ter sido decidida.

Os bancários pedem reposição da inflação, 7,05% de aumento real e participação nos lucros. Os bancos oferecem 2%. A Fenaban também propôs o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 816 de parte fixa. Nos bancos em que o lucro cresceu ao menos 25% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 500.

No ano passado, quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR (participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800.

Na última terça-feira, os bancários fizeram uma greve de 24 horas que parou 120 mil dos 400 mil bancários, segundo balanço da Contraf-CUT.

A Fenaban foi procurada, mas não se manifestou até o momento.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h34
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CAMPANHA SALARIAL

Oposição à CUT quer negociar hoje reajuste com bancários e bancos

Greve se amplia no país, apesar de comando defender paralisação só quinta-feira

CLAUDIA ROLLI
DA REPORTAGEM LOCAL

A oposição bancária, formada por sindicalistas independentes do comando nacional de greve (ligados à CUT), quer participar hoje da negociação entre representantes dos bancos e dos funcionários para discutir o impasse na campanha salarial da categoria.

Até agora, as negociações ocorrem entre a Fenaban (federação que representa os bancos) e o comando nacional, integrado por dirigentes da Contraf (confederação que agrupa 140 sindicatos no país, a maior parte filiada à CUT).

Na última reunião, na quarta-feira passada, a Fenaban propôs 2% de reajuste. Os bancários pedem aumento real de 7,05%, além da inflação (estimada desde a última data-base em 2,8%, segundo o INPC). Os bancos propuseram ainda participação nos lucros de 80% do salário, mais R$ 816 fixos -e R$ 500 no caso de o banco aumentar sua lucratividade em pelo menos 25% em relação a 2005.

A paralisação dos bancários tem se ampliado desde a semana passada em várias regiões, apesar de o comando nacional defender greve por tempo indeterminado a partir de quinta.

Na terça-feira passada, uma paralisação nacional de 24 horas teve adesão de 120 mil bancários do país. Desde então, algumas regiões decretaram greve por tempo indeterminado.

Integrantes da Conlutas (ligados ao PSTU) e sindicalistas do PSOL, que fazem parte do movimento nacional de oposição bancária, informam que a greve atinge Rio, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Brasília, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal e da cidade de Bauru (SP).

Podem parar a partir de hoje, segundo informam, funcionários dos bancos em Belo Horizonte, Alagoas, Paraíba e Piauí.

A Contraf-CUT não faz estimativa da adesão.

Representantes de cinco sindicatos (MA, RN, BA, Bauru e Florianópolis, regiões em greve desde a semana passada) se reuniram ontem para discutir a participação da oposição nas negociações salariais.

Na semana passada, a Fenaban disse à Folha que não havia espaço para formar nova bancada de negociação, além das existentes -com a CUT e com a Contec (confederação com direito, pela legislação sindical, de representar bancários, mas reúne a minoria deles).

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h36
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Até domingo, rica programação de filmes no CCBB

“Serras da Desordem”, de Andrea Tonacci é o filme que abre o “Encontro com o Cinema Brasileiro”, do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) nesta terça-feira (3/10), às 19h. Com o tema “Cinema Cidadão”, a programação vai até domingo (8/10) e traz títulos consagrados como “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles. 

O objetivo da mostra é o debate da figura do cidadão e sua responsabilidade na construção da sociedade. Na terça, após o filme, o diretor Andrea Tonacci fará um debate com o público. Seu filme retrata a história de um índio que escapa de uma emboscada de fazendeiros e fica foragido durante 10 anos. Depois de capturado o índio tenta retomar a vida comum em sua aldeia, mas encontra um ambiente bem diferente.

O documentário “Meninas”, de Sandra Werneck, retrata o cotidiano de três adolescentes pobres que estão grávidas. Já em “Anjos do Sol”, de Rudi Lagemann, o universo da prostituição infantil no Brasil é desvendado pela história de uma menina de 12 anos que é vendida pelos pais. Além das obras citadas, “Cinema Cidadão” ainda exibe “O Bicho Dá. O Bicho Toma”, de Beatriz Thielmann, e “À Margem da Imagem”, de Evaldo Mocarzel.

O CCBB é mantido pelo Banco do Brasil que é uma instituição parceira e patrocinadora da Associação Viva o Centro.

Serviço

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112, Centro
Tel. (11) 3113-3651
3/10 a 8/10
R$ 4 ou R$ 2 (meia)

Fonte: Viva o Centro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h33
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CINEMA NO CCBB DE SÃO PAULO

Longa "Serra da Desordem" abre série no CCBB

O Encontro com o Cinema Brasileiro ganha nova edição no Centro Cultural Banco do Brasil hoje, às 19h, com a exibição de "Serras da Desordem", seguido de debate com o diretor Andrea Tonacci. Até domingo, a programação traz ainda "Meninas", de Sandra Werneck, e "Anjos do Sol", de Rudi Lagemann, entre outros. Os ingressos custam R$ 4. O CCBB fica na r. Álvares Penteado, 112, centro, SP, tel. 0/xx/11/3113-3651.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h27
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TRABALHO & RENDA

Estudo do Ipea diz que carga sobre salários é alta no Brasil

Encargos sobre a folha de pagamento são quase a metade em outros países da América Latina

Alexandro Martello, do G1, em Brasília

Estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Aplicadas (IPEA), órgão ligado ao Ministério do Planejamento, conclui que a legislação trabalhista brasileira impõe um custo excessivo para a contratação de trabalhadores com carteira asssinada no Brasil. Segundo o documento, o custo de contratação no Brasil é de 26,8% o valor do salário pago, enquanto que, no caso dos outros países da América Latina, este valor está em 15,9%, ou seja, quase a metade. O estudo foi feito pelos pesquisadores Gabriel Ulyssea e Maurício Cortez Reis.

Entre os componentes que incidem sobre a folha de pagamento no Brasil estão: férias, bônus anual, décimo terceiro salário, contribuição ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mais seguro contra acidentes e a contribuição para o Sistema S (Sesi, Sesc e Senai, entre outros). O Imposto de Renda não foi incluído no cálculo. Com estes componentes, sem o IR, a alíquota média sobre o salário brasileiro estaria na faixa dos 27,5%, concluíram os pesquisadores do IPEA.

"Entretanto, alguns dos custos incluídos no cálculo desse indicador são diretamente apropriados pelos trabalhadores e, direta ou indiretamente, incorporados ao salário, como o adicional de 1/3 de férias e o FGTS. Outros itens, porém, não são diretamente apropriados pelos trabalhadores ou a percepção do benefício por parte destes é muito baixa, como é o caso da contribuição ao INSS, ao Sistema S, ao salário-educação e ao seguro de acidentes", analisam os pesquisadores.

O estudo do IPEA conclui que reduções nos encargos que incidem sobre os salários teriam "efeitos significativos" sobre o grau de formalização dos trabalhadores. Do mesmo modo, essas reduções contribuiriam para um "aumento do nível de emprego e dos rendimentos". Caso a alíquota média que incide sobre os salários caísse de 27,5% para 25%, por exemplo, o percentual de ocupados com carteira subiria de 39,6% para 41,2% do total. Se a alíquota recuasse para, respectivamente, 20% e 15%, o percentual de ocupados com carteira assinada subiria para 44,6% e 46,3%. O estudo foi feito com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada entre 1992 a 2003.

Fonte: G1



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h25
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BB INTERNACIONAL

BB revisa estratégia de atuação para a AL

De Buenos Aires

O Banco do Brasil (BB) está revisando sua estratégia para a América Latina. Com filiais na Venezuela, Peru, Bolívia, Chile e Paraguai, além da Argentina (a do Uruguai está em processo de fechamento), a intenção é "aumentar os negócios com outros bancos, com objetivo de aumentar o volume de negócios com as empresas da região", explicou Alexandre Cardoso, gerente geral e principal executivo do BB em Buenos Aires.

O BB espera ampliar a capacidade de captação de recursos interbancários na região, através de acordos para operações de derivativos, linhas comerciais e linhas de crédito alinhadas com a estratégia do governo brasileiro para estimular o comércio exterior e investimentos. A revisão estratégica está em análise em Brasília e deve ser concluída no início de 2007.

A operação argentina do banco já tinha passado por uma reestruturação depois da crise de 2001. Focado em negócios corporativos, até aquele ano, o BB trabalhava com qualquer empresa argentina ou brasileira desde que apresentassem um limite mínimo de faturamento. A partir de 2003 passou a trabalhar apenas com empresas brasileiras ou multinacionais que sejam clientes do banco no Brasil. "Fizemos uma depuração da base de clientes", diz Cardoso, que não revela qual foi o prejuízo do BB com a crise argentina. O BB não está constituído como banco na Argentina, mas como uma sucursal de um banco estrangeiro, o que limita muito sua atuação. A grande maioria de seus 1,1 mil clientes são pessoas jurídicas, sendo que 60% são empresas brasileiras ou multinacionais instaladas no Brasil e 40% argentinas que mantém negócios com o Brasil.

Não tem rede de agências e as poucas pessoas físicas que atende são funcionários das empresas-clientes, funcionários públicos do governo brasileiro, aposentados e turistas. Ainda assim, só abre contas correntes para movimentos acima de US$ 3 mil mensais e não pode oferecer cartões de crédito para estas pessoas. Ocupa três andares de um enorme edifício de 22 andares na Av. Sarmiento, bem no centro da capital portenha, que foi construído no fim dos anos 70 quando desembarcou na Argentina por força de um decreto presidencial, resultado de um acordo entre os dois governos. Os 55 funcionários da instituição ocupam os três primeiros andares e os demais são alugados.

A partir de 2005, o banco começou um programa de financiamento de exportações de empresas argentinas que vendem ao Brasil, dentro do programa de substituição de importações do governo brasileiro - que visa estimular a compra de produtos produzidos no Mercosul. Nesse caso, o banco assume o risco do importador brasileiro.

Os recursos emprestados pela sucursal argentina do BB são limitados ao capital próprio do banco, de US$ 20 milhões, enquanto operações estruturadas envolvendo crédito, assessoria e emissão de títulos utiliza o capital do banco e sua estrutura de captação no exterior, a partir da matriz em Brasília. "Nossa exposição é muito maior que o valor do capital", acrescenta Cardoso. "Nosso conceito é de trabalho de nicho, concentrado em duas linhas de negócios: assistência creditícia e financiamento e serviços de comércio exterior como emissão de cobranças e cartas de crédito", define Cardoso.

Segundo ele, o volume de negócios vem crescendo junto com a expansão das empresas brasileiras para o exterior. "Esse processo (de internacionalização), que já vinha se consolidando, se acentuou a partir de 2003 e aqui algumas empresas que haviam saído por causa da crise começaram a voltar e reconquistar mercado." (JR)

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h53
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PARCERIA ESTRATÉGICA

BB e Localiza fecham parceria

Maria Christina Carvalho


Banco vai fornecer crédito para a venda de usados da locadora.
Mattar (à esquerda), presidente da Localiza, e Maranhão,
presidente do BB: acordo pode girar R$ 125 milhões no primeiro ano.

O Banco do Brasil (BB) e a Localiza assinaram, sexta-feira, um acordo pelo qual o BB será o financiador exclusivo dos automóveis seminovos vendidos ao público pela empresa de locação ao renovar a frota de 40 mil veículos. A expectativa é que o acordo resulte em R$ 125 milhões em financiamentos no primeiro ano, além de propiciar a venda de seguros outros produtos financeiros.

O acordo será um trampolim para o BB mergulhar no cobiçado mercado de financiamento de veículos, modalidade de crédito para pessoa física que mais cresce depois do consignado. Nos doze meses terminados em junho, o saldo do financiamento de veículos no mercado cresceu 33,9% para R$ 60,3 bilhões, ficando atrás só do crédito consignado, que aumentou 52,1%%. O mercado é dominado pelos bancos ABN AMRO Real, Votorantim, Bradesco e Itaú.

O BB entrou nesse disputado mercado em março e a carteira já triplicou, atingindo agora R$ 650 milhões. Mas, o volume é muito pequeno perto do total do mercado e dos R$ 20,5 bilhões em crédito de varejo que o banco possuía em junho.

O presidente do BB, Rossano Maranhão, acredita que pode replicar a experiência do banco no consignado no financiamento de automóveis. O BB tinha R$ 2,5 bilhões aplicados no consignado em junho de 2005 e saltou para R$ 6 bilhões em junho deste ano. E conta com o acordo para isso: "A Localiza tem 18% do mercado brasileiro de locação de veículos. Financiar veículos é uma das prioridades do banco. A parceria vai acelerar a taxa de crescimento da nossa carteira", afirmou ao Valor.

A Localiza também tem muita expectativa em relação ao acordo. "A parceria vai contribuir para a nossa colocação estratégica no mercado de seminovos", disse o presidente do grupo Localiza, Salim Mattar.

Fundada em 1973, com uma frota de seis fuscas usados e financiados, a Localiza é hoje líder do mercado nacional, com 310 agências de aluguel de automóveis, 117 próprias e 193 franqueadas.Opera também em nove países da América Latina. No ano passado, a empresa comprou 26 mil veículos e vendeu 18,7 mil. No primeiro semestre deste ano, 12 mil foram comprados e 10 mil vendidos.

A renovação da frota é constante. Após um prazo médio de 12 meses, os veículos são postos à venda. A revenda virou um negócio, tocado pela Seminovos Localiza, que tem 26 lojas e vende 79% dos veículos usados ao consumidor final. Uma boa operação de revenda é estratégica, disse o diretor de finanças e relações com os investidores, Roberto Antonio Mendes, porque influi nos custos de depreciação, influindo na competitividade.

A Localiza resolveu então fazer uma concorrência, organizada pelo Banco Pactual e com assessoria jurídica do escritório Pinheiro Neto. Participou um número não revelado de bancos e o BB ofereceu as melhores condições financeiras, também não discriminadas. O processo levou cerca de três meses.

O acordo vai durar 10 anos e estará funcionando até janeiro. Com ele, disse Maranhão, o BB adota uma metodologia de avaliação de risco diferente, não mais baseada em cadastro mas sim em "behaviour score", técnica adequada às operações com quem não é correntista do banco.

Anteriormente, o BB fechou acordos de parceria com as empresas de varejo Hi Happy, Bistek, Lojas Maia, Tecnomania e Todeschini.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h51
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BATUQUE NO CCBB

Barbatuques abre projeto Lé com Cré no CCBB

O grupo de percussão corporal Barbatuques se apresenta amanhã, às 13h e às 19h30, ao lado da violinista Badi Assad no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O show marca a abertura do projeto Lé com Cré, que trará todas as terças de outubro espetáculos marcados pela união entre os universos infantil e adulto. Ingressos de R$ 3 a R$ 6 (r. Álvares Penteado, 112, SP, tel. 0/xx/11/3113-3651).

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h29
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A FARRA DOS BANCOS

Bancos brasileiros têm ganho maior na AL

Setor tem retorno projetado de 53,1% para 2007, mais que o dobro do de bancos mexicanos, diz estudo do Bear Stearns

JP Morgan considera positiva a perspectiva para banco brasileiro; segundo relatório, setor se beneficia de taxas comparativamente altas

MARIA CRISTINA FRIAS
DA REPORTAGEM LOCAL

Bancos brasileiros têm uma expectativa de retorno bem maior que instituições financeiras no México, no Chile e na Colômbia, segundo analistas estrangeiros.

Um estudo do Bear Stearns estima para o final do ano que vem um retorno total de 53,1% do setor bancário brasileiro, mais que o dobro do projetado para o setor bancário mexicano, que é de 24,1%.

A comparação com outros países latino-americanos é vantajosa para o Brasil: a projeção para bancos na Colômbia é de 27,8%, e no Chile, o retorno esperado é de 12,1%.

O interesse de investidores estrangeiros no setor é uma boa notícia para a Bolsa em tempos de muita incerteza em relação a commodities.

"Quando virar o ano, e olharem para as commodities, investidores verão com a comparação que as perspectivas para os bancos são muito boas", diz Luiz Antonio Vaz das Neves, diretor de pesquisa da Planner.

O relatório do Bear Stearns considera em sua análise os três maiores bancos privados brasileiros, Bradesco, Itaú e Unibanco. A Argentina não entrou no estudo.

Outro banco estrangeiro, o JP Morgan, considera positiva a perspectiva para bancos brasileiros. O setor, de acordo com relatório divulgado na semana passada, tem "fortes fundamentos" e "se beneficia de taxas comparativamente altas".

Com relação a riscos para os lucros dos bancos no Brasil, o JP inclui "revés no atual ciclo de redução de juros, deterioração na qualidade dos ativos e competição mais agressiva".

Bancos brasileiros
Embora os dois principais bancos privados brasileiros, Bradesco e Itaú, tenham projeções de lucros bem semelhantes, o segundo é levemente beneficiado pela análise de alguns analistas. Um exemplo, na projeção do ROE ("Return on Equity", rentabilidade sobre o patrimônio), o Itaú tem 33% e o Bradesco, 32%, segundo o cálculo do Bear Stearns.

Para analistas, o banco tem um histórico de rentabilidade maior, se considerado período mais longo, a partir de 2001.

"O Itaú tem um ROE mais elevado porque é um banco mais rentável, daí os múltiplos serem maiores. Nos últimos dois anos, com a rentabilidade do Bradesco se aproximando da do Itaú, a diferença entre os múltiplos vem se estreitando", diz um dos autores do relatório, Paulo Ribeiro, analista para o setor na América Latina.

"O Bradesco deu um salto de rentabilidade e colhe frutos do investimento pesado feito na concessão de crédito", diz Rafaela Quintanilha, da corretora Ágora, que faz projeções muito próximas às do banco estrangeiro para os líderes do setor bancário privado no Brasil.

O estudo do Bear Stearns salienta que há desconto de 10% nos números projetados para o Unibanco pelo fato de a instituição não dar aos detentores de ações preferenciais do banco "tag along" -extensão do prêmio de controle a minoritários.

A taxa de desconto pelo risco soberano usada pelo Bear Stearns para cálculo de projeções de bancos no Brasil é maior que a empregada a instituições da Colômbia, o dobro da do México e três vezes a do Chile. O prêmio de risco soberano para o Brasil é 3%, para a Colômbia, 2%, para o México, 1,5% e, para o Chile, 1%.

"Há uma relação desse desconto com o risco-país. O do Brasil ainda é maior que o dos outros países mencionados", lembra Vaz das Neves.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h26
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O BB SOB SUSPEITA

MP do Paraná examina operação do BB

Banco quita por fração a dívida de um agronegócio familiar de deputado do PP; advogado do grupo nega irregularidade

Denúncia foi de ex-mulher de sócio do Grupo Sperafico, que se diz chantageada; Banco do Brasil considera que o acordo foi vantajoso

JOSÉ MASCHIO
DA AGÊNCIA FOLHA, EM TOLEDO

O Ministério Público do Paraná em Toledo (oeste do Estado) recebeu denúncia, com pedido de providências, contra acordo homologado em março de 2005 entre o Banco do Brasil e o Grupo Sperafico. Na denúncia, a empresária Hosana Maria Conti, ex-mulher de um dos sócios do grupo, afirma que uma dívida de R$ 780 milhões com o banco foi saldada por apenas R$ 29 milhões.

O advogado Sérgio Canan, que representou o Grupo Sperafico no acordo, disse que não houve irregularidades na homologação. "Acabou sendo melhor para o banco, pois já havíamos ganho ações principais contra ele, como o fato de [o Banco do Brasil] não poder cobrar juro capitalizado, como queria."

O Ministério Público em Toledo não forneceu detalhes sobre o pedido de providências. Informou apenas que o procedimento está sob sigilo.
A 3ª Promotoria Cível de Toledo informou ainda que enviou pedidos de informações à presidência do Banco do Brasil e notificação à Procuradoria Geral de República, à Procuradoria Geral do Estado do Paraná, à Receita Federal e ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Hosana Conti diz que uma procuração que deu ao grupo em 1993 foi usada na homologação do acordo "como se fosse para esse fim". Separada de Itacir Sperafico, ela -que aparecia como avalista em várias operações- afirma que, "pela evidência de fraudes no acordo", não quis assiná-lo.

O Grupo Sperafico, com atuação em agronegócios no Paraná, em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, controla agroindústrias e fazendas de soja e milho nos três Estados e é dirigido pelos irmãos Levino, Itacir e Dilso Sperafico. Este último foi deputado federal pelo PSDB do Mato Grosso na legislatura 1995/99.

Outro irmão, o deputado federal Dilceu Sperafico (PP-PR), aparece como um dos executados em 13 ações que o BB movia contra o grupo. Nas ações ele consta como avalista ou com bens hipotecados.

O banco não informou o montante da dívida do grupo quando houve o acordo, sob a alegação de sigilo bancário. Mas admitiu que a dívida do grupo seria 22% do valor denunciado por Hosana Conti -ou seja, R$ 171,6 milhões. Bens hipotecados pelo grupo somavam, em 1995, R$ 129 milhões (em valores da época).

No acordo, do qual a Folha obteve cópia, são declaradas extintas 13 ações de execução que o Banco do Brasil movia contra o grupo desde 1995, nas comarcas de Toledo (PR) e Amambai (MS).

Para isso, o Banco do Brasil aceitou receber R$ 29 milhões. O grupo ficou responsável ainda pelo pagamento de R$ 1,2 milhão para a cobertura dos honorários de advogados.

O advogado de Hosana Conti, Paulo Henrique Exposto Sanches Vargas, questiona o fato de o acordo nominar as ações de execuções judiciais sem, no entanto, especificar de quanto era a dívida do grupo.

Hosana Conti diz que resolveu denunciar o acordo e entregar documentos ao Ministério Público depois que se sentiu "chantageada". Ela teria que receber R$ 1 milhão, após acerto de separação judicial, e os advogados do grupo Sperafico condicionaram o pagamento à assinatura do acordo que estava para ser homologado na 1ª Vara Cível de Toledo.

Outro lado
O advogado Sérgio Canan confirmou que Hosana Conti não quis assinar o acordo, "mas ela recebeu o dinheiro da separação corretamente, e não houve pressão para que assinasse condicionando pagamento para ela. Isso não existiu", disse.

Para o advogado, o fato de Dilceu Sperafico ser deputado só atrapalhou a negociação. "Só saiu acordo depois que o Banco do Brasil perdeu as ações principais", disse. Dilceu Sperafico, para quem sua condição de político "certamente" atrapalhou, afirmou dever "cerca" de R$ 400 mil ao banco.

O gerente executivo da Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais do Banco do Brasil, Ciomar Farias, disse que, em razão do elevado endividamento do grupo, o acordo foi um caminho melhor do que uma lenta demanda judicial. Segundo ele, as operações de 1995 com o grupo foram alvo de auditoria interna, que as considerou "boa prática bancária".

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h06
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A TIRA DO DIA

De Allan Sieber, na Folha de S. Paulo:

Preto no Branco



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h23
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