| |
| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
Do Blog do jornalista Ricardo Noblat:
Vale tudo - como sempre valeu
Alckmin voltou a garantir na manhã de hoje que não demitirá funcionários públicos caso seja eleito. Ontem ele havia dito que não acabará com o programa Bolsa-Família - e anteontem que não privatizará o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.
O PT está se valendo da mesma arma usada contra ele no passado: falsas afirmações, capazes de provocar prejuízo eleitoral ao adversário. Na reta final do segundo turno da eleição de 1989, a turma de Collor espalhou que Lula confiscaria a poupança.
Uma vez eleito, Collor confiscou a grana de todo mundo. Fidel Castro, que viera para a cerimônia de posse, comentou que nem ele tivera tamanha coragem depois do triunfo da revolução cubana. Bem, Collor, hoje, apóia Lula.
Não será por elegância que Lula perderá o poder.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h16
[]
[envie esta mensagem]
PRIVATIZAÇÃO DO BB?
Alckmin: Lula não tem compromisso com a verdade
O candidato da coligação PSDB-PFL à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou que o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está com medo de perder as eleições neste segundo turno. "O outro candidato (Lula) não tem compromisso com a verdade e isso mostra o nível de desespero dos nossos adversários em levar essas mentiras (aos eleitores)", disse o tucano, em resposta a afirmações ou insinuações de Lula e de correligionários de que, se o ex-governador paulista for eleito, pretende acabar com o Bolsa Família e privatizar empresas do governo. "São totalmente improcedentes as afirmações de que cogito acabar com o Bolsa Família e privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e Petrobras", ressaltou.
"Eu até não acreditei, quando me falaram que o próprio presidente (Lula) estava falando essas coisas", comentou. Depois de reiterar que isso é um prova "do nível de desespero" da campanha do PT, Alckmin questionou: "Onde fica a credibilidade do presidente, que não sabia (dos escândalos) e agora fala coisas inverídicas? No fundo, é o medo de perder as eleições."
Ao garantir que nunca cogitou de privatizar Petrobras, BB e Caixa, o tucano disse que, se vencer o pleito no dia 29 de outubro, pretende prestigiar essas empresas e seu funcionalismo. E alfinetou: "Essas empresas não são do PT, mas do povo brasileiro. São instituições que não podem ser utilizadas politicamente e não podem ser instrumentalizadas ou envolvidas em escândalos."
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h29
[]
[envie esta mensagem]
PRIVATIZAÇÃO DO BB?
Lula ataca Alckmin em discurso na Bahia
O presidente falou que se o candidato tucano for eleito haverá privatizações e aumento no preconceito contra os nordestinos
Cida Fontes
SALVADOR - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sexta-feira, voltou a subir o tom de seu discurso contra as oposições, afirmando que se o candidato tucano Geraldo Alckmin vencer o segundo turno da eleição presidencial haverá demissão de funcionários públicos, privatização do Banco do Brasil e da Petrobrás e aumento do preconceito contra nordestinos. Lula fez comício ontem à noite para cerca de 10 mil pessoas no Farol da Barra, bairro nobre de Salvador.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h26
[]
[envie esta mensagem]
SEU DINHEIRO
Queda do juro faz poupança voltar a crescer
Depósitos em poupança superam retiradas em mais de R$ 2 bilhões em setembro; o maior valor de 2006
Alexandro Martello, do G1, em Brasília
A queda da taxa básica de juros, a Selic, aumentou a procura por uma velha conhecida: a segura e tradicional caderneta de poupança. Após relegada a segundo plano no primeiro semestre, a poupança voltou a ganhar fôlego em setembro: os depósitos superaram as retiradas em R$ 2,07 bilhões, segundo informou o Banco Central nesta sexta-feira (6).
O saldo positivo de setembro é o maior de 2006. No mês passado, os depósitos na poupança somaram R$ 62,5 bilhões, enquanto as retiradas de recursos totalizaram R$ 60,49 bilhões. O resultado é explicado pela redução da taxa Selic, que caiu 5,5 pontos porcentuais nos últimos 12 meses, reduzindo a diferença de rendimento entre a caderneta de poupança e outras aplicações e fundos de renda fixa.
Apesar da recente retomada, a poupança ainda não saiu do vermelho em 2006. Neste ano, até setembro, o saldo de depósitos e saques na modalidade de investimento é negativo em R$ 4,84 bilhões. Em agosto, os saques foram maiores do que as retiradas em R$ 280 milhões.
O saldo da poupança, isto é, o volume de recursos aplicados na modalidade, somou R$ 174,4 bilhões no fim de setembro, contra R$ 170,2 bilhões em agosto e R$ 168,7 bilhões no fim de 2005.
Rendimento Segundo cálculos da Caixa Econômica Federal, o rendimento líquido da poupança somou 5,54% de janeiro a agosto deste ano. O rendimento projetado para os doze meses seguintes é de 8,46% (considerado o valor da TR de 1º de setembro). É um percentual superior a de outros investimentos, quando se calculam descontos da taxa de administração, Imposto de Renda e CPMF. Em 2006, o rendimento da caderneta de poupança deve ser de 8,3%, conta uma inflação projetada de 3,6%.
Por conta da estimativa de maior aporte de recursos na poupança, começaram a circular informações de que o governo e as instituições financeiras estariam considerando mudanças no formato de correção da poupança. O medo é que a queda dos juros básicos possa gerar uma grande migração de recursos para esta modalidade de aplicação financeira e, com isso, atrair especuladores.
Idéia levada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) à equipe econômica prevê que a poupança manteria um nível de correção de 65% a 75% dos Certificados de Depósito Bancários (CDB's), em valores líquidos. Entretanto, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, negaram nesta semana ter conhecimento de qualquer mudança na forma de correção da caderneta de poupança.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h21
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Sem acerto, greve nos bancos do país
continua
No segundo dia de paralisação, 185 mil pararam
CLAUDIA ROLLI DA REPORTAGEM LOCAL
Os bancários vão manter a greve por tempo indeterminado na segunda-feira em
diferentes regiões do Brasil. A decisão foi referendada ontem em assembléias
realizadas em algumas regiões do país.
No segundo dia de paralisação, ontem, cerca de 185 mil funcionários cruzaram
os braços em 24 Estados e no Distrito Federal, segundo a Confederação Nacional
dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, ligada à CUT. Esse número corresponde a
46,2% do total de pessoas que trabalham nos bancos.
Na quinta-feira, primeiro dia da paralisação, a adesão havia sido de 190 mil
-ou de 47,5%.
A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) não informou o percentual de
trabalhadores parados ou o número de agências afetadas pela greve.
Em São Paulo, 40 mil bancários participaram da greve em 555 locais de
trabalho -entre agências e centros administrativos. Anteontem, eram 517. Os
bancos conseguiram vários interditos proibitórios (instrumento jurídico que as
instituições obtêm na Justiça para evitar bloqueio nas portas das agências). Por
causa disso, em algumas regiões, os bancários foram forçados a reabrir as
agências que estavam fechadas pela paralisação, diz o sindicato. Mas, no final
da tarde, a entidade conseguiu liminar na Justiça para garantir o direito de os
grevistas permanecerem em frente às agências e, assim, evitar confronto com
policiais.
No setor privado, o impasse continua e não há perspectiva de nova negociação.
Os bancos oferecem reajuste de 2,85% e participação nos lucros (PLR) de 80%
do salário mais R$ 823 fixos, além de R$ 750 nos bancos que tiveram alta do
lucro líquido de 20% (ou mais) sobre 2005. Os bancários pedem 7,05%, além de
INPC e PLR de 5%, paga de forma linear, um salário mais R$ 1.500.
No setor público, bancários e representantes do Banco do Brasil e da Caixa se
reuniram ontem, mas não chegaram a um acordo. Novas reuniões devem ocorrer a
partir de hoje.
A decisão de permanecer em greve ocorreu na assembléia de ontem à noite em
São Paulo. Um grupo de servidores da Caixa exibiu cartaz em protesto ao
sindicato. Ele dizia: "2,85%??? Enfia na CUT", em alusão à oferta dos bancos.
""Foi um protesto contra o sindicato [filiado à CUT], que está mais
preocupado com a campanha eleitoral do que com a nossa campanha salarial", diz
Heloísa Farias Tarragon, 38, funcionária da Caixa, uma das bancárias que fez o
cartaz.
Para o sindicato, o cartaz foi criado pela oposição e é levado há dois dias
na assembléia.
Os bancos informam que o atendimento aos clientes pode ser feito por
telefone, internet, além de lotéricas e Correios. Severina de Oliveira Silva,
68, não conseguiu receber a aposentadoria no Itaú, da região central. "Devo ir
para Goiânia. Queria pegar o dinheiro para comprar a minha passagem." O Itaú não
comentou. (Colaborou CINTHIA FANIN, do "Agora")
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h19
[]
[envie esta mensagem]
AABB COMUNIDADE EM CARUARU
Crianças de Caruaru ganham semana especial para
elas
A Secretaria da Infância e da Juventude, em parceria com a Secretaria de
Esportes e a Fundação de Cultura de Caruaru, promove a Semana da Criança, de 9 a
12 de outubro. A programação é destinada a todas as crianças da cidade e
será desenvolvida nas praças do Vassoural, Cohab 3, e da Criança.
A entidade espera reunir mais de 300 crianças por dia, que poderão
participar de oficinas de arte, pintura, desenho, leitura, práticas esportivas e
assistir a apresentações culturais. A programação é aberta para toda a
comunidade. Apenas no dia 11, as atividades serão exclusivas para os
participantes do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e do
programa AABB Comunidade.
Confira a programação:
Segunda-feira (09) Local: Praça do
Vassoural Horário: 8h às 11h e 14h às 16h30min Atividades: Oficinas de
artes, pintura, desenho, leitura, jogos (dama e dominó), apresentações de
danças, práticas esportivas (futsal, mini-campo, voleibol, boca-larga, pescaria,
quebra-panela, corrida de estafeta) Terça-feira
(10) Local: Praça da Cohab 3 Horário: 8h às 11h e 14h às
16h30min Atividades: Oficinas de artes, pintura, desenho, leitura, jogos
(dama e dominó), apresentações de danças, práticas esportivas (futsal,
mini-campo, voleibol, boca-larga, pescaria, quebra-panela, corrida de
estafeta)
Quarta-feira (11) Local: Shopping Caruaru e Parque de
Diversões Horário: 9h e 15h Atividades: Cinema e participação nos
brinquedos do parque OBS.: Participação apenas das crianças do PETI e
AABB Comunidade Quinta-feira
(12) Local: Praça da Criança Horário: 8h às 11h e 14h às
16h30min Atividades: Oficinas de artes, pintura, desenho, leitura, jogos
(dama e dominó), apresentações de ginástica rítmica, práticas esportivas
(futsal, mini-campo, voleibol, boca-larga, pescaria, quebra-panela, corrida de
estafeta, corrida de saco, lance e lance)
Fonte: PE360Graus
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h00
[]
[envie esta mensagem]
INVESTIMENTOS NO BB
BB DTVM cresceu o equivalente a um Bradesco, nos últimos 3,5 anos
Patricia Eloy - O Globo
RIO - Em apenas três anos e meio, os recursos administrados pela BB DTVM quase triplicaram. Saltaram de R$ 66 bilhões em janeiro de 2003 para R$ 180 bilhões em setembro deste ano, um avanço de R$ 114 bilhões. É quase o tamanho que o Bradesco tem hoje no mercado: R$ 120 bilhões, segundo dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid).
A instituição ocupao terceiro lugar no ranking geral de administradores de recursos (que considera carteira total administrada mais fundos sob gestão).
Em primeiro lugar está o BB, com R$ 180 bilhões, de acordo com dados de setembro. O último levantamento da Anbid considera informações de agosto, mês em que a BB DTVM tinha R$ 171 bilhões administrados.
Em segundo lugar fica o Itaú, com R$ 128 bilhões, seguido de perto pelo Bradesco (R$ 120 milhões). Distantes, no quarto e quinto lugares, estão Caixa Econômica Federal (R$ 53,6 bilhões) e HSBC (R$ 47 bilhões).
Nelson Rocha Augusto, presidente da BB DTVM, destaca que grande avanços na regulação dos fundos de investimento permitiram o rápido avanço da indústria no Brasil:
— A criação da conta investimento, a auto-regulação da indústria pela Anbid e a instrução 409, que segregou investidores de varejo e investidores qualificados foram enormes avanços. O Brasil tem hoje o que há de mais moderno e sofisticado (na indústria de fundos) — avalia o economista.
Fonte: O Globo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h55
[]
[envie esta mensagem]
DIÁLOGOS NO CCBB DE SP
CCBB reúne professores de 'Diálogos e Reflexões com
Educadores'
O CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) sedia neste sábado apresentações dos
trabalhos realizados por participantes dos encontros “Diálogos e Reflexões com
Educadores”.
O projeto é uma iniciativa patrocinada e realizada pelo CCBB
desde 2003, para estimular professores a divulgar as mensagens das exposições em
cartaz no local em sala de aula, com alunos do Ensino Fundamental e Médio, de
escolas públicas e particulares.
Serão
selecionados 14 relatos de experiências e cada professor terá 20
minutos para apresentação. Em seguida, haverá 10 minutos
de comentários e debate com especialistas da área de arte-educação, em que
a platéia poderá participar.
O evento será apresentado em duas
sessões: cinema, 10h às 13h30, e auditório, das 14h30 às 18h. O CCBB fica na rua
Álvares Penteado, 112 - Centro de São Paulo.
Fonte: Diário Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h51
[]
[envie esta mensagem]
GUERRA NO CCBB DE BRASÍLIA
A estética de Ruy Guerra no CCBB
Brasília recebe a mostra de cinema que faz uma
retrospectiva da obra do cineasta Ruy Guerra. A versatilidade de Guerra será
exaltada, possibilitando ao público conhecer ou rever suas obras.
Com 75
anos de idade e 50 de carreira, o moçambicano naturalizado brasileiro, tem uma
longa estrada de experimentações cinematográficas, inúmeros estilos, e uma
característica básica: a abordagem esteticamente inovadora, que sempre revela a
força de diferentes tipos de relações socioeconômicas. Mais conhecido como
diretor, ele também atua como roteirista, montador, diretor de fotografia,
produtor e ator.
Na programação da mostra 12 longas-metragens, além de
documentários, curtas e produções feitas para TV e vídeo. Entre os filmes estão
Os Cafajestes (1963), primeiro longa de Ruy Guerra; Os Fuzis (1964) - ganhador
do Urso de Prata em Berlim; e Os Deuses e os Mortos (1970), considerado como uma
obra referencial do cinema brasileiro.
O Veneno da Madrugada, sua mais
recente produção, também compõe a programação.O filme ganhou os prêmios de
Melhor Fotografia (Walter Carvalho) e Direção de Arte (Marcos Flaksman) no
Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 2005. Entre os curtas destacam-se:
Quand Le Soleil Dort (1954), Operação Búfalo (1978), Um Povo Nunca Morre (1980),
Os Comprometidos (1984) e Obvius Child (1990).
A mostra Ruy Guerra,
Filmar e Viver, acontece até 15 de outubro, às 15h, 17h, 19h e 21h, no Centro
Cultural Banco do Brasil (SCES trecho 2, lote 22). Ingressos a R$ 4 e R$ 2
(meia).
Fonte: ComuniWeb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h49
[]
[envie esta mensagem]
BOATOS
Alckmin diz que ministros espalham "boatos" sobre
privatização do BB
ANDREA CATÃO da Folha Online
O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse hoje
que ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão
"esparramando boatos" de que ele vai acabar com o Bolsa Família e promover a
privatização do Banco do Brasil, dos Correios e da Caixa
Econômica Federal.
"Esses ministros que, em vez de trabalhar, ficam
fazendo campanha eleitoral, utilizando prédio público e transformando ministério
em comitê eleitoral, estão querendo assustar as pessoas", disse.
Alckmin
afirmou que as informações divulgadas pelos petistas tratam-se de "inverdades".
"Essa rede de proteção social [Bolsa Família] foi criada no nosso governo, do
PSDB."
Quanto às privatizações --outra informação que ele diz ter sido
espalhada pelos ministros de Lula--, o tucano disse que suas propostas visam a
"fortalecer a empresa privada" e não privatizar as estatais.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h16
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Adesão cai de 190 mil para 185 mil, mas greve dos
bancários continua
SÃO PAULO - O segundo dia de greve por tempo indeterminado registrou uma
redução da adesão dos bancários ao movimento. Embora os 24 estados e o Distrito
Federal mantenham a paralisação, o número de bancários parados diminuiu de 190
mil para 185 mil nesta sexta-feira. No total o país conta com cerca de 400 mil
bancários. Os números são do Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo
Financeiro, Contraf-CUT. Após uma nova assembléia nesta tarde, os empregados
decidiram pela continuidade da paralisação.
A adesão entre os
profissionais em São Paulo foi mantida em cerca de 40 mil bancários, conforme o
Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Participaram da greve em
555 locais de trabalho, entre agências e centros administrativos.
Os
sindicatos informam que continuam em andamento as negociações entre os
dirigentes do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e representantes dos
trabalhadores para tratar de planos de cargos e salários e caixas de assistência
- além da participação nos lucros e resultados.
A categoria dos bancários
entrou em greve por tempo indeterminado após discordância com a proposta
oferecida pelos empregadores. No dia 3, os bancos ofereceram reajuste salarial
de 2,85% e participação nos lucros e resultados (PLR) de 80% do salário, mais R$
823 de parte fixa (os R$ 800 pagos em 2005 corrigidos pelos 2,85% de reajuste
proposto), além de um adicional de R$ 750 para os bancários de instituições que
tiverem crescimento de 20% do lucro líquido ou mais.
Os bancários
reivindicam, por sua vez, aumento real de salários de 7,05%, além da reposição
da inflação, e participação maior nos lucros e resultados - de 5% do lucro
líquido linear, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500. Fora isso, querem o
fim do assédio moral e das metas abusivas e a isonomia de direitos entre
trabalhadores aposentados, afastados e de bancos que foram alvo de fusões, entre
outros pontos.
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h15
[]
[envie esta mensagem]
O BB E O ESCÂNDALO DO DOSSIÊ
PT expulsa ex-diretor do BB e mais três envolvidos em "dossiêgate"
FELIPE NEVES da Folha Online
A Executiva nacional do PT decidiu nesta sexta-feira pela expulsão de quatro envolvidos no chamado "dossiêgate": Oswaldo Bargas, Jorge Lorenzetti, Hamilton Lacerda e Expedito Veloso. O partido também decidiu por colocar Marco Aurélio Garcia na presidência, após o pedido de licença do cargo encaminhado hoje por Ricardo Berzoini.
Valdebran Padilha, detido em São Paulo com R$ 1,7 milhão que seria utilizado para a compra do dossiê, já havia sido suspenso pelo PT de Cuiabá (MT).
"Os filiados que assim agiram [no episódio do dossiê] colocaram-se, na prática, fora do partido. E, por decisão da Executiva nacional, estão politicamente expulsos do PT", disse Marco Aurélio.
Lorenzetti e Lacerda haviam encaminhado antes da reunião da Executiva seus pedidos de desfiliação do partido.
Lacerda era coordenador de comunicação da campanha do senador Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo. A Polícia Federal acredita que ele tenha sido o responsável por levar os R$ 1,7 milhão que seriam usados para a compra do dossiê ao hotel onde estavam Valdebran Padilha e Gedimar Passos --advogado e ex-policial federal.
Já Lorenzetti coordenava o "núcleo de informações" da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. Teria sido ele quem negociou com o empresário Luiz Antonio Vedoin, dono da Planan e um dos chefes da máfia dos sanguessugas, a entrega do dossiê. Em depoimento à PF, Lorenzetti afirmou que prometeu auxílio jurídico a Vedoin.
Bargas foi secretário no Ministério do Trabalho durante a gestão Berzoini e ocupava o cargo de coordenador de programa de governo da campanha do PT à Presidência. Procurou a imprensa para oferecer o dossiê.
O ex-diretor do Banco do Brasil Expedito Afonso Veloso foi acusado de envolvimento com o caso após Valdebran ter dito que havia recebido parte do dinheiro de uma pessoa chamada "Expedito". Ele teria participado da operação de montagem e divulgação do documento.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h47
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários fazem greve até receberem contraproposta, diz
sindicato de SP
Da Redação Em São Paulo
 Os bancários paulistas pretendem continuar com a greve por
tempo indeterminado até que consigam uma contraproposta da Fenaban (Federação
Nacional dos Bancos) nas negociações salariais, afirmou Luiz Cláudio Marcolino,
presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. De
acordo com a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo
Financeiro) e os sindicato locais, estavam parados em São Paulo, até as 14h30
desta sexta-feira, segundo dia de greve, mais de 35 mil trabalhadores em 493
locais entre agências e centros administrativos. Os caixas eletrônicos funcionam
normalmente. Em entrevista à Agência Brasil, Marcolino afirmou que a
greve não será encerrada enquanto a Fenaban mantiver a atual proposta de aumento
de 2,85%. O presidente do sindicato dos bancários afirmou que o movimento
grevista está forte e que a tendência é ampliá-lo nos próximos dias, caso a
Fenaban não atenda às exigências dos trabalhadores. "Nós esperamos que, com a
greve, que está forte em todo país, a Fenaban se sensibilize com as nossas
reivindicações", disse. "Mas que [a Fenaban] apresente uma proposta que
efetivamente possa ser colocada em votação para ser apreciada e aprovada pelos
trabalhadores". Segundo Marcolino, o comando geral de greve reúne-se na
noite desta sexta com representantes da Caixa Econômica Federal (às 18 horas) e
com o Banco do Brasil (às 19 horas), em busca de uma melhor proposta do que a
oferecida pela Fenaban. A assessoria de imprensa da Fenaban informou à
Agência Brasil que a entidade mantém a proposta oferecida ao Comando Nacional
dos Bancários na última terça-feira (4) e aguarda um posicionamento oficial dos
bancários. A assessoria também orienta a população a utilizar "canais
alternativos" de atendimento, como operações pela Internet, telefone e casas
lotéricas. Segundo a Fenaban, esses canais têm sido utilizados cada vez
mais. Dados da entidade mostram que, das 35 bilhões de operações bancárias
realizadas em 2005, apenas 10,6% foram feitas diretamente no caixa dos bancos.
Já operações por débito automático somam 28,7%. De acordo com apuração do
sindicato, mais de 39 mil bancários aderiram ao primeiro dia de greve. Mais de
500 centros administrativos ou agências pararam, em grande parte
estabelecimentos concentrados na região central de São Paulo. Os
bancários optaram pela greve por tempo indeterminado, em assembléia realizada na
terça-feira (3). A categoria pede a reposição da inflação do período de vigência
dos acordos da categoria, de 2,85%, mais aumento real dos salários em
7,05%. A Fenaban só elevou o índice total de 2% para 2,85%, que é a
inflação plena do período da categoria (setembro de 2005 a agosto de 2006),
medida pelo IPCA do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística. BalançoSegundo dados do site da Confaraf, no
ABC paulista, os bancários permanecem em greve por tempo indeterminado com o
mesmo quadro de ontem: cerca de 150 agências fechadas e 3.700 trabalhadores
parados. Em Santos e região, a paralisação atinge 80% da categoria. Além
de São Paulo, ABC, Assis, Santos e Bauru, pararam no Estado os bancários de
Araraquara, Barretos, Bragança, Catanduva, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi das
Cruzes, Presidente Prudente e Taubaté. A greve também afeta Rio de
Janeiro, Angra dos Reis, Baixada Fluminense, Campos, Itaperuna, Macaé, Niterói,
Nova Friburgo, Petrópolis, Sul Fluminense, Teresópolis e Três Rios. Na
região do Sindicato de Belo Horizonte (MG), 109 unidades de trabalho estão
paradas. (Com informações de Agência Brasil e Valor Online)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h17
[]
[envie esta mensagem]
AOS FUTUROS CALOUROS
Greve nos bancos faz universidades adiarem
inscrições Com as instituições bancárias fechadas, candidatos
poderiam ser prejudicados; inscrições para o vestibular foram
prorrogadas
Fernanda Bassette, do G1, em São Paulo
A greve nacional dos bancários, que foi anunciada na
quarta-feira (4) à noite, está refletindo diretamente no calendário das
universidades que estão com o vestibular programado. Pelo menos cinco
instituições de ensino superior - Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Estado da Bahia (Uneb) - adiaram o
período de inscrição para não prejudicar seus candidatos, já que as inscrições
precisam ser pagas em agências bancárias.
A Universidade Estadual
Paulista (Unesp)
e a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) também adiaram as inscrições para não prejudicar seus
candidatos, mas alegam que a decisão não está diretamente relacionada com a
greve e tem como propósito dar mais chances para os vestibulandos que resolveram
se inscrever de última hora.
A Unesp e a Unifesp, por exemplo, aumentaram
os postos para recebimento da taxa de inscrição: os candidatos podem pagar nas
agências dos Correios, nas casas lotéricas, nos supermercados e em caixas
eletrônicos. O pagamento da inscrição da Ufop também pode ser feito nas casas
lotéricas.
Veja abaixo como fica o novo calendário:
Ufop = até o
dia 8 de outubro; taxa de R$ 98 Unicamp = até o dia 11 de outubro; taxa de R$
100 Unesp = até o dia 11 de outubro; taxa de R$ 100 UnB = até o dia 11 de
outubro; taxa de R$ 80 UFSC = até o dia 16 de outubro; taxa de R$
90 Unifesp = até o dia 16 de outubro; taxa de R$ 97 Uneb = até o dia 15 de
outubro; taxa de R$ 80
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h00
[]
[envie esta mensagem]
OS APOSENTADOS E O INSS
Prazo para aposentado se recadastrar acaba hoje, apesar
de greve nos bancos
Da Redação Em São Paulo
Os aposentados e pensionistas convocados para o Censo Previdenciário a
partir do mês de junho têm prazo até hoje para regularizar a situação. É preciso
ir à agência onde recebe seu benefício e entregar os documentos pedidos ou seus
nomes serão incluídos em edital de suspensão publicado na próxima
semana.
O prazo continua valendo, apesar da greve dos bancários. De 1,5
milhão de convocados, 151 mil ainda precisam atualizar seus
dados.
Segundo Benedito Brunca, diretor de Benefícios do Instituto
Nacional de Seguro Social (INSS), os beneficiários que não conseguirem se
recadastrar em razão da greve poderão entregar o formulário depois da
paralisação, mesmo que seus nomes tenham sido incluídos no edital.
A
segunda etapa do Censo começou em março, prossegue até julho do ano que vem e
pretende convocar 14,7 milhões de pessoas.
Convocações As
convocações se deram por meio de correspondência mensal. Quem possui o benefício
com final 1 faz censo desde abril, final 2 desde maio. Para os benefícios com
final 3, o cadastramento ocorre desde junho. Essa regra segue até janeiro de
2007, quando serão atualizados os cadastros dos segurados com benefício de final
0.
O segurado que não se recadastrar em até 60 dias após o aviso,
receberá uma carta de convocação para que a atualização seja providenciada em
até 30 dias. Se mesmo assim o INSS não receber resposta, o benefício será
suspenso, mas não cancelado, como podem pensar muitos beneficiários.
Apesar dessa suspensão, os segurados poderão voltar a receber seus
proventos depois de atualizar os dados na agência bancária em que o valor é
sacado mensalmente. Em 95% dos bancos, a quantia é liberada imediatamente. Nos
bancos de menor porte, o valor será desbloqueado em até 13 dias. (Com
informações do InfoMoney)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h36
[]
[envie esta mensagem]
BOATOS
Tucano diz que pretende manter Petrobras e Banco do
Brasil estatais
Leonel Rocha Enviado Especial
São Paulo - Na busca de alianças para o segundo turno da campanha eleitoral e
tentando evitar arestas ideológicas com possíveis novos aliados, o candidato da
coligação PSDB-PFL à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou que, se
chegar ao Palácio do Planalto, não vai privatizar nenhuma empresa estatal. Em
entrevista exclusiva ao Correio, ele prometeu: "O governo privatizou o que devia
ser privatizado. Não vai ter privatização". A garantia se choca com o que
defendem os tucanos e os liberais nos seus programas partidários.
Durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi adotado o
Plano Nacional de Desestatização, que leiloou empresas como a Companhia
Siderúrgica Nacional (CSN) e Companhia Vale do Rio Doce, e ainda é um dos
pilares do modelo de Estado defendido pelos economistas tucanos para controlar
os gastos públicos e melhorar a eficiência estatal.
"Não vou privatizar"
O PSDB sempre defendeu a privatização de empresas estatais como política
de gestão do Estado. Se o senhor vencer as eleições, vai retomar o programa de
privatizações?
Não tenho nenhuma proposta de privatização. Muito pelo contrário. Vou
valorizar o Banco do Brasil, que não pode ter o seu nome envolvido em escândalos
de corrupção. Valorizar a Caixa Econômica Federal, que não pode ter o seu nome
envolvido em violação de sigilos, como no caso do (caseiro da mansão da
"República de Ribeirão Preto") Francenildo. E valorizar a Petrobras, que não
pode estar envolvida em escândalos, como foi o caso da Gtech, e os Correios, uma
instituição secular. Empresas estatais fortes serão valorizadas para servir ao
Brasil. Não tem nenhuma privatização. O que pretendo é fazer parceria
público-privada para poder trazer as empresas para ampliar a infra-estrutura
para o Brasil crescer. Vou recuperar também a capacidade de investimento do
governo federal, que no ano passado foi de 0,4% do PIB, e trazer o setor privado
para complementar essa ampliação da infra-estrutura.
Mas a privatização não era uma das propostas do PSDB e do PFL para
melhorar a gestão pública e resolver a questão fiscal?
O governo privatizou o que devia ser privatizado. Por exemplo, a Embraer, que
tinha quatro mil empregados e hoje tem 11 mil. Privatizou indústrias como a CSN
(Companhia Siderúrgica Nacional), que dava prejuízo e hoje dá lucro e paga
imposto. Privatizou aquilo que não era atividade própria do Estado, típicas da
iniciativa privada. O Banco do Brasil é de interesse do Estado. Banco privado já
tem muitos. O Banco do Brasil é importante, a Caixa Econômica Federal também.
São instrumentos de desenvolvimento do país. A Petrobras é uma empresa
estratégica para o Brasil, os Correios são um prestador de serviços importante.
Nós temos uma crise anunciada na área de energia. Se o Brasil tivesse crescido,
a crise já teria acontecido agora. Como não cresceu, ficou um pouco mais pra
frente. Mas não tem um investimento em geração de energia. O Brasil precisa
gerar quatro mil megawats de energia por ano para poder crescer. Não tem
privatização. Vamos valorizar as empresas estatais e profissionalizar. Além
disso, as agências reguladoras e os marcos regulatórios estão enfraquecidos, há
insegurança jurídica, invasões de terras, MST (Movimento dos Sem Terra), o
episódio da Bolívia e não tem investidor.
Estão previstos vários concursos públicos para o próximo ano. O senhor
pretende fazer uma reforma administrativa, vai manter as contratações, já que o
senhor se preocupa com o gasto público?
Vou reduzir drasticamente os cargos em comissão. Estou até preparando um
trabalho sobre essa questão. Vou estimular o concurso público e as carreiras
para prestigiar os servidores e os funcionários de carreira das estatais. Hoje
nem mesmo em uma prefeitura pequenininha se faz esse aparelhamento do Estado
porque não funciona. Não vou deixar haver esse atraso. O governo precisa ter uma
equipe profissionalizada, prestigiar concurso público, valorizar as carreiras e
não o aparelhamento. Administração pública é gente. Primeiro, é gente. Segundo,
é gente. Terceiro, é gente. Se não tiver a pessoa certa no lugar certo, nem com
dinheiro se faz. Não se faz governo com a patota, com os amigos. Governo é para
servir ao povo. Para os servidores públicos, quero levar o meu compromisso com o
serviço público de qualidade. E como eu vou investir pra valer em educação,
saúde e segurança, isso gera muito emprego. No mundo moderno, o setor terciário
da atividade econômica que é o setor de serviços, ele é o que mais emprega. Na
medida em que vou recuperar a qualidade do SUS - e vou devolver o dinheiro do
SUS porque perto de R$ 1,6 bilhão foi tirado - vamos gerar emprego.
Fonte: Correio Braziliense
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h36
[]
[envie esta mensagem]
A FARRA DO CRÉDITO
Insolvência ameaça expansão do crédito
Atrasos de pagamentos superiores a 90 dias já representam 7,4% da
carteira de empréstimos dos cinco maiores bancos
Crédito pessoal e ao
consumidor provocam deterioração das carteiras das instituições, mostra estudo
do Inepad
SANDRA BALBI DA REPORTAGEM
LOCAL
A expansão do crédito bancário dos últimos três anos
está cobrando seu preço: o nível de insolvência - atrasos superiores a 90 dias-
dos cinco maiores bancos do país saiu de 6,1% do total da carteira de
empréstimos, em 2004, para 7,4% no segundo trimestre do ano.
Isso significa que em junho havia R$ 16,9 bilhões com pagamentos atrasados a
mais de três meses nessas instituições. Os dados são de estudo do Inepad
(Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração).
No conjunto do mercado financeiro a insolvência variou de 9,7% para 9,8% do
crédito total no mesmo período. "Os bancos expandiram suas carteiras, e a
qualidade dos empréstimos caiu, obrigando-os a aumentar seus provisionamentos",
diz Edson Carminatti, analista financeiro do Inepad.
Segundo o estudo, foram esses empréstimos de maior risco, e não a
inadimplência -atrasos de pagamentos entre 15 e 90 dias-, os responsáveis pela
alta das provisões para devedores duvidosos feitas pelos bancos neste ano.
Essas provisões são valores que os bancos lançam como despesa nos balanços
para se proteger de perdas futuras. O provisionamento dos bancos, que em 2004
representavam 9% da receita bruta, em junho deste ano chegaram a 14%,
totalizando R$ 7,4 bilhões.
O estudo mostra que as duas curvas -a da insolvência e a das provisões- andam
na mesma direção e quase coladas, segundo modelo estatístico que mede a
correlação entre dois indicadores. "Há uma correlação de 97% entre o aumento da
insolvência e o das provisões dos cinco grandes bancos", afirma Carminatti.
O estudo mostra que os atrasos até 90 dias (inadimplência) voltaram a crescer
e atingiram 30% do total da carteira de crédito desses bancos em junho deste
ano, totalizando R$ 95,6 bilhões. Em dezembro de 2004 eles representavam 31,7%
da carteira depois de terem recuado em 2005 e no primeiro trimestre de 2006.
Para os bancos, o aumento da insolvência é mais preocupante devido à demora
em receber e ao custo de recuperação dos créditos via cobrança.
O estudo do Inepad, feito com base em dados fornecidos pelos bancos ao Banco
Central, mostra que a modalidade de financiamento que mais sofreu deterioração
foi o crédito pessoal, onde se inclui o financiamento à compra de bens.
A insolvência dessa carteira saltou de 9,3% em 2004 para 16% no segundo
trimestre deste ano. "O aumento do crédito pessoal elevou o risco dessa carteira
e fez crescer a insolvência", diz Carminatti.
Segundo ele, como os bancos aumentaram muito a oferta de crédito nos últimos
três anos, é natural que aumente o risco e os indicadores de insolvência e de
inadimplência. E, conseqüentemente, os provisionamentos para perdas futuras.
O que chama a atenção é, que enquanto os bancos brasileiros provisionaram em
junho deste ano o equivalente a 14% de sua receita bruta, no mercado
internacional esse percentual foi de 5,9%.
O aumento do risco das carteiras de crédito deve levar os bancos a rever suas
estratégias na área de crédito. "Eles devem destinar mais recursos para outros
segmentos, de menor risco como o habitacional, que tem o bem como garantia", diz
Carminatti. Na sua opinião, o crédito pessoal e ao consumo devem continuar
crescendo, mas de forma mais compassada.
A Folha procurou a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) para
comentar os dados, mas não obteve resposta.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h28
[]
[envie esta mensagem]
A FARRA DOS BANCOS
Até junho/06, lucro de bancos cresceu
43%
Os bancos lucraram 43% a mais no primeiro semestre deste ano do que o
registrado no mesmo período do ano passado. Segundo levantamento do Banco
Central, os ganhos do setor somaram R$ 22,2 bilhões.
Os números do BC incluem todo o sistema financeiro, que, além dos bancos, é
formado por bancos de desenvolvimento (como o BNDES) e cooperativas de crédito.
Segundo a entidade, uma mudança na legislação tributária reduziu a despesa dos
bancos com impostos e impulsionou o lucro do sistema financeiro no primeiro
semestre deste ano.
Estudo feito pela economista Ana Carolina Tosetti, do Dieese, mostra que os
reajustes salariais concedidos pelos bancos privados foram de 153% entre 1995 e
2005, enquanto no período a inflação medida pelo INPC correspondeu a 169,56%.
"Só que os lucros obtidos pelas instituições financeiras no período aumentaram
1.697,13%." No estudo, foram considerados os 11 maiores bancos do país -pelo
critério de ativos. "Há condições para os bancos melhorarem sua proposta, tanto
na participação dos lucros e resultados como na concessão de aumento real", diz
ela. (CR)
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h13
[]
[envie esta mensagem]
SINUCA NA AABB/SALVADOR
VII Etapa do Baiano de Sinuca
começa amanhã
A VII etapa do Baiano, que
acontece na AABB de Salvador e vai até o domingo, reúne os primeiros colocados
no ranking deste ano

A XI Copa Estadual de Sinuca da AABB, que corresponde à VII
etapa do Campeonato Baiano de Sinuca, começa amanhã e vai até o domingo. A
competição, que será disputada na AABB de Salvador, reúne 21 taquistas na
categoria máster (qualquer idade) e 25 na categoria sênior (a partir de 50
anos).
Os principais atletas ranqueados têm presença garantida na
categoria máster do evento, que conta com a presença do itabunense Krishna
Kumar, o Bombaim (Módulo Rural/ VIP Car Veículos). Exceção feita a Wilson Alves,
suspenso pela Federação de Sinuca e Bilhar da Bahia (Fesiba) até o final de 2007
por conduta antidesportiva no ano passado, todos os taquistas que participaram
do Brasileiro, disputado entre os dias 20 e 23 em Brasília, estão presentes no
torneio. São eles: Robertinho (de Salvador), Dênio (de Feira de Santana) e o
próprio Bombaim (de Itabuna). Além desses, China (de Salvador – 2º colocado no
ranking), João Batista (de Salvador – 4º) e Vasconcelos (de Feira de Santana –
5º) são outros favoritos que marcam presença no torneio.
Após essa etapa, o campeonato baiano de Sinuca pára por duas
semanas. O circuito volta à ativa nos dias 21 e 22 desse mês, quando acontece o
Campeonato Interclubes, onde os atletas contam pontos pela posição de seu
respectivo clube no evento. Depois, outras duas competições previstas, com o
retorno da pontuação individual. A primeira é nos dias 11 e 12 de novembro e a
segunda vai do dia 30 de novembro até 3 de dezembro.
Fonte: Agora Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h02
[]
[envie esta mensagem]
BRAÇOS ABERTOS
AABB sedia competição de
ginástica rítmica
Jovens integrantes do Projeto
Braços Abertos — que visa promover a inclusão social de alunos de escolas
públicas na faixa etária entre 7 e 17 anos —, participam, neste sábado, do III
Torneio Cearense de Ginástica Rítmica. A competição acontece a partir das 9
horas na sede da AABB — Av. Beira-Mar. Cerca de 80 ginastas apresentarão
coreografia na abertura desse evento.
O torneio será disputado na
categoria mirim — atletas de 6 a 8 anos e 9 a 10 anos —, e contará com a
participação de alunas do Colégio Militar de Fortaleza (CMF), Corpo de Bombeiros
Militar, Academia de Ballet Gorete Quintela, Faculdades Fanor, Colégio Ebenezer
e do Colégio Farias Brito.
O Projeto Braços Abertos, que conta com apoio
da Secretaria do Esporte e Juventude (Sejuv), trabalha por meio de parcerias com
empresas da iniciativa privada. O intuito é viabilizar a utilização de espaços
privados para a prática esportiva.
Fonte: Diário do Nordeste
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h59
[]
[envie esta mensagem]
A FARRA DO CRÉDITO
Crescem vendas de
carteiras
Tatiana Bautzer
Estão
crescendo as vendas de carteiras de crédito. As maiores transferências são de
créditos em atraso, cujo estoque é estimado em R$ 100 bilhões.
O ABN AMRO leiloou R$ 2,5 bilhões de créditos podres para
os americanos Lehman Brothers e Credigy.
Embora sem anúncio formal, outros estão fazendo o mesmo. O
Unibanco fez várias cessões de créditos pessoal e de veículos
em atraso, para bancos como Deutsche Bank, Lehman Brothers,
Goldman Sachs e seguradoras como a AIG. O
pool de compradores de ativos brasileiros inclui até mesmo alguns hedge funds.
Praticamente todos os credores originais da Jari saíram do
risco.
Recentemente, o ABN AMRO vendeu um crédito em dia para a
AmBev, um dos melhores riscos do país. A razão era a
necessidade de gerar mais operações com a empresa (que emitiu R$ 2 bilhões em
debêntures) sem estourar os limites máximos de crédito para a companhia. Pelo
mesmo motivo, o Itaú tentou vender a fundos de pensão uma
debênture da Gafisa. Os bancos preferem não comentar as
vendas de créditos bons temendo melindrar os clientes. Quando decidiu reduzir a
exposição ao país, o Wachovia vendeu ao
Unibanco créditos externos com a Embratel
e Aracruz.
A tendência é que o crescimento do mercado de capitais mais operações sejam
vendidas para evitar o estouro de limites. À medida que os bancos fiquem mais
próximos dos seus limites de capital mínimo, a cessão de créditos de grandes
companhias, que rendem menos pelo menor risco, será uma maneira de aumentar a
rentabilidade total dos ativos. Os compradores de créditos em dia são diferentes
dos interessados em operações em atraso - fundos de investimento multicarteira,
fundos de pensão, seguradoras e outros bancos.
Não há dados sobre o mercado secundário de crédito, porque a maior parte das
operações é feita com Cédulas de Crédito Bancário (CCB), que não precisam de
registro público. Outras alternativas são a cessão da carteira ou até mesmo
operações de derivativos de crédito, nas quais o risco é transferido sem a
necessidade de tirar a operação do balanço.
Segundo o sócio da KPMG especializado em reestruturação,
Salvatore Milanese, as empresas internacionais especializadas na compra de
empréstimos em atraso ("non performing loans") já estão aumentando contratações
nos EUA, preparando-se para a esperada alta na inadimplência com a desaceleração
da economia. Depois das operações anunciadas pelo ABN, vários bancos procuraram
a KPMG interessados em vender para os especialistas em "distressed assets".
Outra mudança que deve estimular a cessão para empresas especializadas é a
uma regra da IFRS (International Financial Reporting Standard) que obriga
consolidar no balanço do grupo todas as coligadas do banco. Os bancos
internacionais já estão adotando a regra e as instituições brasileiras que têm
ações no exterior devem adotá-las - o que tornará inúteis transferências dentro
do mesmo grupo.
Um executivo de banco que já coordenou vendas diz que os compradores pagam
entre 6% e 9% do valor de face do crédito, raramente chegando a 10%.
Segundo dados do Banco Central, há R$ 30 bilhões em créditos de risco E até H
(em atraso de 90 a 180 dias). Mas estima-se que haja mais de R$ 100 bilhões
incluindo operações fora dos balanços.
O principal motivo de venda de créditos ruins é fiscal. Créditos abaixo de R$
5 mil são automaticamente considerados como prejuízo fiscal quando saem do
balanço. O mesmo não ocorre com financiamentos de carros, que têm garantia real.
"Num financiamento de veículo, se o cliente quer pagar só 40% e a garantia já
não cobre o valor do empréstimo, a Receita considera o abatimento de 60% como
liberalidade e tributa 100%", explica um diretor de banco.
As carteiras de varejo são mais fáceis de vender porque há modelos
estatísticos para determinar o preço. Outra vantagem de ceder o crédito é
unificar dívidas do mesmo cliente com várias instituições (hoje a cobrança já é
terceirizada pelos bancos).
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h50
[]
[envie esta mensagem]
A FARRA DO CRÉDITO
Transferir dívidas já tem regras
Sergio Leo
O Ministério da Fazenda concluiu a regulamentação que permitirá aos devedores
transferir, sem custos, as suas dívidas bancárias para outro credor, com quem
negocie melhores condições de pagamento. A regulamentação, que será divulgada na
próxima semana, permite a quitação da dívida com o credor original, sem
pagamento de CPMF, pela instituição que passará a deter o crédito renegociado. A
medida havia sido decidida no início de setembro, pelo Conselho Monetário
Nacional, entre outras iniciativas para aumentar o poder de barganha dos
consumidores e facilitar a redução dos custos financeiros.
O governo ainda discute detalhes para a regulamentação de outras três
medidas, que, a depender do resultado dessa discussão, poderão até ser
abandonadas, ou modificadas, segundo apurou o Valor. São elas o chamado "crédito
consignado" para empresas, pelo qual as firmas poderão contratar empréstimos
oferecendo contratos de clientes como garantia; a chamada "portabilidade" dos
créditos consignados, pela qual devedores poderão mudar de credor mais
facilmente; e a "portabilidade" também para empréstimos imobiliários. Essas
medidas fazem parte de um conjunto de dez iniciativas do gênero, em análise pelo
Ministério da Fazenda e o Banco Central. Ainda não há prazo para o anúncio das
que forem escolhidas pelos economistas do governo.
A portabilidade dos créditos consignados, por exemplo, equivale, na prática,
a um refinanciamento da dívida, e permitirá um devedor, com empréstimos a juros
muito altos, buscar bancos que lhe ofereçam custo menor dos empréstimos e
transferir a dívida para esse novo credor, com menor burocracia e sem encargos
tributários adicionais. As empresas que participam do sistema mantém contratos
com os bancos fornecedores do crédito, garantido por descontos diretos nas
folhas de pagamento. A portabilidade poderia criar custos adicionais imprevistos
a essas empresas, e esse é um dos empecilhos à mudança.
Os encarregados da discussão sobre as mudanças rejeitam os rumores de que
pressões dos bancos poderiam reduzir o pacote de medidas. Eles argumentam que há
obstáculos ou implicações jurídicas e de custo para o Tesouro Nacional, que
estão sendo levados em conta. No caso da "portabilidade" dos créditos
imobiliários, por exemplo, há custos de cartório que terão de ser compensados;
no caso do crédito consignado às empresas, há dúvidas sobre o impacto real da
medida no mercado.
Também neste semestre será regulamentada a "portabilidade" das contas-
salários, pela qual empregados poderão transferir para o banco de sua
preferência, sem ônus e burocracia, as contas-salário recebidas em um banco
escolhido pelo empregador. Uma parte dos assalariados pode ingressar no ano que
vem sem o benefício, porém. Segundo informou ao Valor um graduado integrante da
equipe econômica, é possível que as contas-salário hoje mantidas em contrato
entre bancos e empregadores (ou por decreto, em caso de governos estaduais e
prefeituras) continuem sem o benefício da portabilidade após o prazo determinado
para a medida, 1º de janeiro de 2007. A intervenção nesses contratos é um
assunto considerado delicado juridicamente, e, no governo, já se admite que se
pode chegar até o fim do ano sem solução jurídica. Nesse caso, seria garantida a
portabilidade para novos contratos e assalariados sem essa amarra contratual, e
o restante ficaria para uma segunda etapa.
Essas iniciativas têm a intenção de aumentar o poder de barganha dos
consumidores e estimular a competição entre instituições. O resultado, na
avaliação da Fazenda, deverá ser a redução das taxas de risco (os spreads)
cobrados sobre empréstimos bancários.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h49
[]
[envie esta mensagem]
BB INTERNACIONAL
BB DTVM vai aconselhar fatia de Brasil em fundo
BRIC
Vera Saavedra Durão
A BB DTVM, gestora de recursos do Banco do
Brasil, está sendo contratada para ser consultora ("advisor") da
empresa americana de investimentos Principal num fundo BRIC
(Brasil, Rússia, Índia e China), que vai ser lançado em novembro no mercado
asiático, informou Nelson Rocha Augusto, presidente da gestora.
A asset vai aconselhar o B de Brasil deste fundo, recomendando quais ativos
brasileiros a Principal deve colocar na carteira, usando a larga experiência que
tem no assunto. Ele disse que vai se frustrar se não atingir num período
relativamente curto, entre seis meses e um ano, algo próximo a US$ 50 milhões.
"É o começo do começo", destacou.
O executivo adiantou que o "road show" do BRIC para investidores estrangeiros
acontece também em novembro, em Hong Kong. A Principal tem uma capacidade de
captar recursos muito grande, gerindo atualmente uma carteira de US$ 170
bilhões.
Esta será a primeira experiência internacional da BB DTVM e também marca a
sua estréia na prestação de consultoria para terceiros. Até agora, a empresa tem
atuado como uma gestora unicliente - só trabalha para clientes do BB. "Mas,
estamos prontos para ter outros balcões de distribuição de nossos produtos",
disse Augusto.
Segundo ele, o ambiente concorrencial da indústria de fundos está mudando no
Brasil e por esta razão a BB DTVM vem se preparando para enfrentar o novo
processo de consolidação do setor financeiro, a partir da compra de gestoras e
bancos brasileiros por bancos estrangeiros, como vem ocorrendo.
Ele lembrou que o UBS comprou o
Pactual, há rumores de que o Lehman
Brothers vai comprar o Fator, a
Hedging-Griffo está sendo cortejada pelo Credit
Suisse e o Goldman Sachs quer entrar no mercado de
varejo. "Há modificações importantes dentro deste segmento. Nosso grande
diferencial é que conhecemos profundamente a realidade brasileira".
De olho nestas mudanças que podem engordar as carteiras dos concorrentes
estrangeiros que estão entrando no país, Augusto pretende solicitar uma
aprovação formal para a gestora começar a distribuir seus fundos em outros
canais na próxima reunião do conselho de administração da BB DTVM, que acontece
no dia 26. Segundo o estatuto da empresa, a aprovação do conselho é necessária
para ela dar este novo passo.
Na virada de setembro para outubro a BB DTVM bateu mais um recorde. "Viramos
o mês com a responsabilidade de administrar R$ 180 bilhões do que é disputado em
mercado, conforme dados da Anbid", adiantou o presidente da gestora. Até agosto,
sua carteira somava R$ 153,5 bilhões. No total, a asset está gerindo uma
carteira que soma R$ 215 bilhões, contando com os clientes cativos, de governo,
como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). No cenário da gestora, 2006 vem
sendo um bom ano para o setor de fundos no Brasil, por conta do crescimento do
mercado de capitais e expansão do crédito. Para 2007, o quadro é semelhante. A
avaliação de Augusto é também auspiciosa, sem nenhum indicativo de redução
radical da liquidez internacional nos próximos 15 meses.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h47
[]
[envie esta mensagem]
BB INTERNACIONAL
BB DTVM mira na Ásia e terá, pela primeira vez, outro
cliente além do BB
Patricia Eloy - O Globo
RIO - A gestora de recursos BB DTVM, líder no segmento no Brasil, está
prestes a fechar um acordo que acabará com décadas de hegemonia do Banco do
Brasil como único cliente da instituição. Numa parceria com a gestora americana
Principal, a BB DTVM lançará um fundo BRIC na Ásia.
Os fundos BRIC viraram febre nos últimos dois anos, por aplicarem recursos em
ativos de Brasil, Rússi, Índia e China (as iniciais dos países emprestam nome
aos produtos), economias em desenvolvimento que, como tal, podem oferecer lucros
elevados.
Segundo o presidente da instituição, Nelson Rocha Augusto, a instituição
ficará responsável pela recomendação das aplicações que serão feitas no Brasil.
O fundo será vendido em Hong Kong e, a partir do mês que vem e aplicará em ações
e títulos públicos. A proposta de entrada na Ásia será feita no dia 26 deste mês
ao Conselho de Administração da BB DTVM.
— É o primeiro caso na história da BB DTVM em que alguém fora o Banco do
Brasil usará nossos serviços. Estamos prontos para ter outros balcões de
distribuição de nosso produtos além do Banco do Brasil. Esse é o primeiro passo.
Os contratos ainda não foram assinados, mas já estão bem encaminhados. Podemos
vender o fundo a grandes fundos de pensão asiáticos, por exemplo. Vou me
frustrar se não atingirmos, num período de até 12 meses algo em torno de US$ 50
milhões sob gestão nesse fundo. Com a aprovação do nosso Conselho de
Administração, vamos buscar outras casas que vendam nossos fundos — adianta
Rocha Augusto, que esclarece que a venda deve ser feita via gestoras de recursos
independentes.
A BB DTVM tem hoje 1,4 milhão de cotistas, 350 fundos de investimento e 93
carteiras administradas.
Fonte: O Globo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h44
[]
[envie esta mensagem]
CÍRIO DE NAZARÉ
BB prepara duas toneladas de
papel
A imagem de Nossa Senhora de Nazaré e os
romeiros serão recepcionados com duas toneladas de papel picado, no domingo do
Círio. A tradicional homenagem do Banco do Brasil será, como todos os anos,
emocionante. Para isso, os organizadores já estão com praticamente tudo pronto.
Até o final de semana, serão dados os últimos ajustes. O papel picado é apenas
uma parte da homenagem, que deverá contar com a participação de aproximadamente
150 pessoas, entre funcionários, familiares e clientes do banco. Este é o 15º
ano que o banco faz uma homenagem à Santa, na agência da avenida Presidente
Vargas.
Na tarde de ontem, o superintendente de varejo do BB nos
Estados do Pará e Amapá, Clenio Severio Teribele, revelou algumas
características da homenagem de 2006. Segundo ele, a decoração deste ano será
alusiva ao Glória do Altar-mor da Basílica, local onde a imagem original de
Nossa Senhora fica durante o ano (só sai de lá na época do Círio). Para lembrar
o Glória, foram reproduzidos objetos em vitral, compensado, isopor e objetos.
'Não é uma réplica, mas sim uma alusão ao nicho de Nossa Senhora', complementou.
Segundo Teribele, a frente da agência na Presidente Vargas, com
duas rampas e uma pequena escadaria, forma uma espécie de palco natural, onde a
decoração já começou a ser feita na tarde de ontem. Os convidados e funcionários
do banco ficarão no 11º andar do prédio, de onde soltarão as duas toneladas de
papel picado no domingo. A chuva de papel cobrirá os romeiros a partir do
momento em que a berlinda com a imagem da Santa surgir na avenida Presidente
Vargas. Mesmo após a passagem de Nossa Senhora, a chuva de papel continuará por
algum tempo, até que os dois mil quilos se esgotem.
A homenagem também ocorrerá no sábado, dia da Trasladação. Como
a romaria ocorre à noite, a chuva será de papel metalizado, para que tenha um
efeito diferente. Desta vez, os funcionários soltarão 500 quilos de papel
metalizado picado. A homenagem será complementada com holofotes e equipamentos
de iluminação.
Na Trasladação e no domingo de Círio, dois convidados especiais serão a
atração musical da homenagem promovida pelo Banco do Brasil. No sábado, a
atração ficará por conta do padre Fábio de Melo, do grupo musical paulista
Canção Nova. Clenio Teribele fez mistério sobre quem cantará no domingo. 'Só
posso dizer que trata-se de uma bela voz feminina da Música Popular Brasileira',
adiantou.
Fonte: Amazônia Hoje
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h42
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Greve dos bancários continua em 24 Estados e no
DF
Confederação dos trabalhadores espera aumento na adesão. Na quinta, 190 mil
trabalhadores cruzaram os braços A greve nacional dos bancários entra no
segundo dia. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro
(Contraf), ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), espera aumento
da adesão dos trabalhadores.
A paralisação foi definida em assembléias realizadas em diversos estados na
quarta-feira (4). Vinte e quatro estados e o Distrito Federal devem ser
atingidos.
Na quinta-feira (5), primeiro dia de mobilização nacional, 190 mil
funcionários cruzaram os braços, segundo a confederação. O número corresponde a
quase 50% da categoria no País (cerca de 490 mil pessoas).
A assessoria da entidade informa que o Sindicato dos Bancários do Rio de
Janeiro e a Federação dos Bancários do Rio Grande do Sul conseguiram liminares
que garantem o direito de greve e inviabilizam os interditos proibitórios.
De acordo com a Contraf, no Rio de Janeiro, a decisão judicial beneficia os
funcionários do Itaú, ABN Real, Sudameris e Citibank de todo o estado. No Rio
Grande do Sul, o juiz da 29ª Vara do Trabalho, de Porto Alegre, garantiu o
direito à manifestação dos sindicatos de Alegrete, Bagé, Camaquã, Carazinho,
Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Frederico Westaphalen, Guaporé, Horizontina,
Ijuí, Lajeado, Nova Prata, Novo Hamburgo, Litoral Norte, Passo Fundo, Pelotas,
Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo, Rosário do Sul, Santa Cruz do Sul, Santana
do Livramento, Santa Rosa, Santiago, Santo Ângelo, São Borja, São Leopoldo, São
Luiz Gonzaga, Vale do Caí e Vale do Paranhana.
A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) informa que não fez balanço do
primeiro dia de greve e que os bancos estão tomando as medidas necessárias para
garantir o funcionamento das agências e o atendimento dos clientes.
Impasse
A paralisação é resultado do impasse na negociação entre os trabalhadores e
os bancos. Bancários de 16 estados já estavam de braços cruzados desde a semana
passada.
Há dois meses, a Contraf pede aumento de 7,05% no salário, além de melhorias
na participação dos lucros e resultados (PLR) e das condições de trabalho.
Em reunião realizada na quarta (4), a Fenaban ofereceu reajuste de 2,85%. Os
funcionários rejeitaram a proposta e ampliaram a paralisação.
Os usuários são orientados a procurar correspondentes como lotéricas e
supermercados para pagar as contas, além dos serviços via Internet e
telefone.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h01
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários mantêm paralisação nesta
sexta-feira
190 mil bancários estão em greve em
24 Estados e do Distrito Federal desde quinta-feira
Milton F. da Rocha Filho, Solange Spigliatti e Flavio
Leonel
SÃO PAULO - A greve dos bancários vai prosseguir nesta
sexta-feira em todo o País, com a categoria querendo um ajuste salarial acima
dos 2,85%, oferecido pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban). A Federação
destaca que não recebeu comunicado oficial dos trabalhadores, em relação à
proposta apresentada na terça-feira, 3.
A greve dos bancários, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do
Ramo Financeiro (Contraf), que representa cerca de 450 mil trabalhadores, atinge
190 mil bancários em 24 Estados, além do Distrito Federal, onde há 108
sindicatos ligados à confederação. Entre eles, estão os sindicatos das cidades
de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife.
Os bancários não aceitam o ajuste proposto e já houve alguns atritos entre a
categoria e a Policia Militar em São Paulo, com os trabalhadores querendo
impedir a entrada de funcionários em agências ou ainda, realizando bloqueio a
caixas automáticos, impedindo a entrada de usuários.
A Febraban instrui os clientes a usarem canais de atendimento alternativo,
como caixas eletrônicos, internet, telefone, correios, lotéricas e lojas de
departamentos, considerados meios alternativos para o pagamento de contas e
saque de valores.
Contas
A Febraban alertou que os clientes que tiverem contas vencidas terão de pagar
os juros estabelecidos pelas empresas e pelos bancos correspondentes ao
pagamento. Já as contas com vencimento programado para os próximos dias, devem
ser quitadas nas agências bancárias ou em locais alternativos.
Clientes que necessitam sacar o FGTS e o seguro desemprego, entretanto, devem
procurar uma agência da Caixa Econômica Federal, única autorizada a
disponibilizar este tipo de serviço, segundo a Febraban.
A Fundação considerou que a decisão sobre a greve prejudica, principalmente
aposentados e pensionistas, já que o pagamento dos benefícios deve cair nas
contas nesta quinta-feira. Porém, afirma que grande parte dos beneficiários já
utiliza os caixas eletrônicos para sacar o valor recebido.
De acordo com relatório da Febraban, em 2005 apenas 10,6% dos correntistas,
das cerca de 95 milhões de contas correntes existentes no país, utilizaram os
serviços em caixas de agências. Um número considerado pequeno pela Federação
Brasileira de Bancos (Febraban). Em 2005, foram feitas 35 bilhões de transações
bancárias, sendo que apenas 10% delas foram registradas nos caixas das agências,
segundo a Febraban.
INSS
O Instituto Nacional de Seguridade social (INSS) não vai prorrogar o prazo de
recadastramento dos aposentados e pensionistas, em função da greve nacional dos
bancos. Por esse motivo, cerca de 151 mil segurados com benefícios de final 3
que ainda não responderam à convocação, feita a partir de junho, poderão ficar
sem o pagamento no mês de novembro.
Esses beneficiários deveriam se recadastrar até esta sexta-feira, 06. Mas
segundo o INSS, os beneficiários ainda podem tentar se recadastrar no final da
greve dos bancários, caso isso aconteça até o dia 27 de outubro.
O aposentado ou pensionista deverá verificar se seu nome já foi incluído no
edital de suspensão e comparecer a uma agência bancária para pedir o
cancelamento dessa suspensão e fazer o recadastramento.
De acordo com o INSS, os beneficiários têm sido chamados a atualizar seus
dados desde junho e, portanto, já tiveram quatro meses para comparecer ao banco.
O INSS também concluiu, após contato com instituições financeiras, que a
paralisação dos bancários não está prejudicando o censo.
O prazo do censo termina nesta sexta-feira para o grupo 3, já que os bancos
precisam de até 13 dias para repassar as informações ao Instituto, a tempo de
incluir ou excluir os pagamentos da folha, que deve ser fechada próximo ao dia
20 de outubro.
Greve
Segundo balanço divulgado na tarde de quinta-feira, 5, pela Contraf, bancos
de 24 Estados e do Distrito Federal aderiram à paralisação, por tempo
indeterminado. Com isso, 190 mil bancários estavam parados no País.
A greve por tempo indeterminado foi decidida durante assembléia na noite de
quarta-feira, depois de sete rodadas de negociações com os banqueiros. Os
bancários reivindicam aumento real de 7,05%, enquanto a Fenaban, braço sindical
da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), ofereceu reajuste de 2,58%.
Segundo balanço do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região,
mais de 39 mil bancários permaneceram parados em 517 locais de trabalho na
região de abrangência do sindicato, entre agências e centros administrativos. Em
São Paulo, Osasco e nos 15 municípios da região de Osasco, há cerca de três mil
locais de trabalho e 106 mil bancários. (Esta matéria foi atualizada às 10h50
para acréscimo de informações.)
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h57
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Greve dos bancários continua nesta sexta-feira
Da Redação Em São Paulo
Bancários de quase todo o país seguem em greve nesta sexta-feira. Ontem, cerca de 190 mil trabalhadores da categoria pararam em 24 Estados e no Distrito Federal, segundo avalia a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), que coordena a paralisação em nível nacional.
O movimento visa pressionar os bancos a concederem um reajuste melhor do que o oferecido até agora, de 2,85% para a reposição das perdas inflacionárias entre setembro de 2005 e o mês passado. Os bancários reivindicam aumento de 7,05% além da correção da inflação.
A aprovação do movimento pelas assembléias de trabalhadores prevê que a paralisação é por tempo indeterminado.
De acordo com a Contraf, até ontem, os representantes dos bancos ainda não haviam agendado nova rodada de negociações com a categoria.
Já a Caixa Econômica Federal confirmou para esta sexta-feira, às 16h, em São Paulo, novas negociações com os representantes dos bancários. O Banco do Brasil também realiza negociação hoje.
Outro banco público federal que tem negociações com os bancários nesta sexta-feira é o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), com reunião em Fortaleza.
"A greve foi muito forte neste primeiro dia e os bancários estão de parabéns. O movimento aconteceu no Brasil inteiro e isso é fundamental para que os banqueiros se sintam pressionados e atendam nossas reivindicações. Enquanto isso não acontecer, continuaremos em greve", afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf, conforme nota divulgada pela entidade.
Em São Paulo, por exemplo, cerca de 40% dos bancários pararam, de acordo com sindicalistas. Segundo o último balanço feito, às 16h30, mais de 39 mil bancários permaneceram parados em 517 locais de trabalho entre agências e centros administrativos.
Os trabalhadores rejeitaram a proposta da Fenaban que previa, além dos 2,85% de reajuste sobre os salários e demais verbas, PLR (participação nos lucros e resultados) de 80% do salário, mais R$ 823 de parte fixa, além de um adicional de R$ 750 para os bancários de instituições que tiverem crescimento de 20% do lucro líquido, ou mais, em relação ao ano passado.
"A parcela adicional da PLR é muita baixa, e como seu pagamento está condicionado ao crescimento do lucro é discriminatório, pois muitos bancários deixarão de receber", avaliou Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, segundo divulgou a entidade.
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h54
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários vão pressionar governo para conseguir reajuste
salarial
KAREN CAMACHO da Folha Online
Os bancários
vão pressionar o governo federal para conseguir um acordo melhor e garantir o
reajuste salarial reivindicado pela categoria. Alguns sindicatos, de centrais
diferentes, pedem uma reunião com Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. O
pedido também será feito, por carta, aos ministérios da Fazenda e do
Planejamento.
O objetivo é conseguir dos bancos estatais uma proposta
melhor que os 2,85% apresentados pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
Com o aumento, eles querem pressionar os bancos privados a conceder o mesmo
reajuste que os públicos.
Entre os sindicatos que pedem a audiência estão
os de Porto Alegre (RS), Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo,
Florianópolis, Bauru (SP), além da Federação dos Bancários do Rio Grande do
Sul.
Até agora, sete rodadas de negociações foram feitas entre Fenaban e
bancários. Os encontros com Caixa e BB trataram de pontos específicos dos
funcionários, como PLR (participação nos lucros e resultados) e plano de cargos
e carreiras.
Os bancários querem aumento real de 7,05% e a reposição da
inflação. Os bancos propuseram apenas a reposição de 2,85%.
A Fenaban
argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida nos últimos 12
meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os bancos também
alteraram a proposta em relação ao pagamento de PLR e propõem agora o pagamento
de 80% do salário mais R$ 823 de parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos
bancos em que o lucro cresceu ao menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida
ainda de R$ 750.
Negociação
Os bancos não pretendem
procurar os bancários para propor novo reajuste para acabar com a greve. A
Fenaban informou nesta quinta-feira que já fez a sua proposta e que aguarda
contraproposta por parte da categoria.
Os bancários, por sua vez, dizem
que aguardam que os bancos melhorem sua propostas e se negam a voltar ao
trabalho sem que suas reivindicações sejam atendidas.
No impasse, a greve
atingiu hoje, primeiro dia de envolvimento nacional, 190 mil bancários, quase
50% da categoria no país. Alguns Estados e cidades já tinham iniciado a
paralisação na semana passada. Em São Paulo, a greve teve participação de 39 mil
bancários.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h31
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Sindicato diz que 190 mil bancários aderiram à greve em
todo o País
Fenaban garante que paralisação não vai prejudicar o atendimento aos
clientes
Agência fechada no Centro de São Paulo
A greve dos bancários deflagrada nesta quinta-feira (5)
atinge 190 mil trabalhadores em todo o País, segundo a Confederação Nacional dos
Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), ligada à Central Única dos
Trabalhadores (CUT). A greve nacional por tempo indeterminado foi decidida em
assembléias realizadas na quarta-feira (4) em todo o País. Segundo a Contraf, a
categoria reúne 400 mil trabalhadores em todo o País.
Os bancários pedem reajuste de 7,05% nos salários, além de melhorias na
participação nos lucros e resultados (PLR) e nas condições de trabalho.
A Contraf rejeitou a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de
reposição salarial de 2,85%, correspondente à inflação do período de 1º de
setembro de 2005 a 31 de agosto de 2006. O percentual corresponde ao Índice
Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Na negociação da Participação dos
Lucros e Resultados (PLR), a proposta dos bancos é de 80% dos salários, mais R$
823 de fixo e parcela anual fixa de R$ 750. Esta última, com a restrição de que
apenas será repassado o valor aos funcionários de bancos que tiverem lucro
líquido superior a 20%.
De acordo com a Fenaban, a greve não deve prejudicar o atendimento. Segundo a
assessoria da entidade, apenas 10% das movimentações financeiras do País são
realizadas nos caixas das agências. O restante é feito por meio de
correspondentes (como lotéricas e supermercados) e pelo telefone ou Internet.
Além disso, a Fenaban informa que deve tomar medidas "práticas e judiciais" para
garantir o acesso dos clientes aos bancos.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h16
[]
[envie esta mensagem]
ELEIÇÕES 2006
Alckmin nega plano de privatização
Na Bahia, tucano nega que vá acabar com Bolsa-Família e privatizar estatais como Caixa e Banco do Brasil
O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, procurou nesta quinta (5) desmentir informações atribuídas a adversários de que se eleito irá privatizar empresas estatais como Banco do Brasil e Caixa Econômica, e acabar com o Bolsa-Família.
"Meus adversários andam espalhando por aí algumas mentiras. Vamos reestatizar o que o PT privatizou para o PT. Não há nenhum projeto de privatização. Pelo contrário. Vamos investir em empresas públicas, como Banco do Brasil, Correios, Caixa Econômica Federal e Petrobrás", disse ele, ao se referir à partidarização de algumas instituições, que teriam sido instrumentalizadas pelo PT
"O que fez o PT? Tomou conta das estatais. Mas essas empresas não são do PT, mas do povo, da sociedade. Temos que respeitar seus funcionários suas carreiras e fazer concurso público", destacou. Segundo Alckmin, esse tipo de especulação visa tirar votos e também criar um clima negativo nos funcionários destas instituições
Outro boato, segundo ele, é o de que pretende acabar com o Bolsa-Família. "Mas vamos fortalecer o Bolsa-Família, que nasceu no governo Fernando Henrique Cardoso. Vamos mantê-lo, ampliá-lo e ajudar as famílias que precisam."
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h33
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Greve envolve 39 mil bancários em São Paulo e 190 mil no
país
KAREN CAMACHO da Folha Online
O primeiro dia da greve nacional dos bancários envolve mais de 39 mil
trabalhadores em São Paulo, cerca de 40% da categoria, segundo balanço
atualizado do sindicato. No país, 190 mil estão parados, o que representa quase
metade da categoria, formada por 400 mil bancários. Os bancários reivindicam
reajuste salarial e outros benefícios.
Na capital paulista, Osasco e
região a greve atinge 517 locais de trabalho entre agências e centros
administrativos, segundo o sindicato da categoria.
Em todo o país, a
Contraf-CUT contabiliza greve em 24 Estados onde o a confederação têm sindicatos
filiados, incluindo o Distrito Federal. Apenas Goiás, Amazonas e Tocantins não
têm sindicatos filiados.
Procurada, a Fenaban (Federação Nacional dos
Bancos) ainda não se pronunciou sobre uma contraproposta para acabar com a
greve. Ela propôs reajuste salarial de 2,85%, um pouco maior do que a primeira
proposta, de 2%, mas muito inferior ao reivindicado pelos bancários, que pedem
reposição de 7,05%.
A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é
equivalente à inflação medida nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de
Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística).
A Fenaban também alterou a proposta em relação ao pagamento
de PLR. Os bancos propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823
de parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos bancos em que o lucro cresceu ao
menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.
Foram sete
rodadas de negociação entre os bancos e os representantes da categoria. os
bancários chegaram a fazer 24 horas de greve nacional e ontem, seis Estados e
seis capitais já tinham parado.
Em reunião na segunda-feira (4), os
sindicalistas avisaram que o reajuste de 2,85% não contemplava as reivindicações
da categoria.
Para o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo,
Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, "a proposta não representa aumento real
e manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma
distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor."
No país,
aprovaram a greve os sindicatos Belo Horizonte, Maranhão, Rondônia, Rio de
Janeiro e Brasília. Outros bancários já estavam em greve e continuaram em
Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Salvador e região, Pernambuco, Rio Grande
do Norte, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Piauí e Goiás.
No Estado de São
Paulo, além da capital, Osasco e região, a greve foi confirmada nas regiões de
Bragança, Limeira, Bauru, Jundiaí, Guarulhos, Assis, Mogi das Cruzes e
ABC.
No ano passado, quando houve greve de seis dias, os bancários
receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR
(participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800. Na
ocasião, a primeira proposta dos bancos foi de 4% de reajuste.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h40
[]
[envie esta mensagem]
O BB E O ESCÂNDALO DO DOSSIÊ
Ex-diretor do BB nega ter tomado empréstimo para comprar dossiê
A informação de que ele teria feito o pedido por R$ 200 mil foi publicada na edição desta quarta do jornal Correio Braziliense
Expedito Filho
BRASÍLIA - O ex-diretor de Análise de Risco do Banco do Brasil (BB) Expedito Veloso, negou, nesta quarta-feira, que tenha pedido um empréstimo de R$ 200 mil ao Banco de Boston. Ele assegurou que não somente não requereu qualquer valor, como nunca sequer entrou nas dependências do banco. "Eu nunca entrei no Bank Boston. Isso não é só mentira, mas um mal, uma farsa", disse.
A informação de que ele teria feito o pedido foi publicada na edição desta quarta do jornal Correio Braziliense. Supostamente, os R$ 200 mil seriam parte do total de R$ 1,75 milhão que seria usado por petistas para comprar um dossiê contra candidatos tucanos. "Estão querendo criar fatos novos. A única possibilidade de algum contato com esse banco pode ter ocorrido via telemarketing ter me ligado. Dizer que eu pedi empréstimo é uma barbaridade", contestou Expedito Veloso.
Ele voltou a insistir em que sua participação na tentativa de compra do dossiê foi apenas para fazer uma análise como bancário dos documentos apresentados pelo empresário Luiz Antônio Vedoin, dono da Planam e chefe da máfia das ambulâncias superfaturadas.
O mesmo jornal publicou que Expedito teria feito operações em uma casa de factoring. O ex-diretor afirmou que comprou 100 metros de asfalto para a frente de sua casa, no valor de R$ 5 mil, e que fez o pagamento com dez cheques de R$ 500.
A revendedora do material teria trocado, à sua revelia, sete dos dez cheques com uma empresa de factoring. "Eu confirmei isso com a própria empresa. Eu também nunca entrei numa factoring" , concluiu o ex-diretor do BB.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h17
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários iniciam greve nacional contra proposta de
reajuste da Fenaban
Da Redação Em São Paulo
 Bancários de quase todo o país estão em greve por tempo indeterminado a
partir desta quinta-feira. De acordo com a Confederação dos Trabalhadores
do Ramo Financeiro (Contraf), praticamente todos os 108 sindicatos filiados à
entidade —incluindo os das principais capitais do país— realizaram assembléias e
decidiram pela paralisação em protesto contra proposta de reajuste feita da
Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que na terça-feira passada ofereceu
reposição da inflação do período, de 2,85%, entre outros benefícios. Os
bancários reivindicam como ponto principal da pauta de negociações um aumento de
7,05% além da correção da inflação registrada entre setembro de 2005 e o mês
passado. Em algumas localidades, como Rio de Janeiro, Porto Alegre,
Florianópolis, Brasília, Pernambuco, Maranhão, entre outras, os bancários já
estavam em greve, contrariando orientação do Comando Nacional de Greve, que
recomendava que o movimento fosse deflagrado somente a partir de hoje, depois da
realização de uma paralisação de 24 horas na última quarta-feira, dia 27 de
setembro. "A greve é uma resposta aos banqueiros, que estão com a nossa
pauta de reivindicações desde 10 de agosto e não apresentaram uma proposta
decente. Por isso, temos que construir uma greve forte em todo o Brasil. Só com
pressão vamos conseguir aumento real de salários, PLR (participação nos lucros e
resultados) mais justa e melhores condições de trabalho. Nossa experiência
mostra que todas as conquistas da categoria sempre vieram com muita luta",
afirma Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT, em comunicado divulgado pela
entidade sindical. De acordo com a Contraf, até o momento, sete rodadas
de negociações foram realizadas com a Fenaban, sendo que a última proposta
apresentada pelos banqueiros prevê o reajuste salarial de 2,85%, mais
participação nos lucros equivalente a 80% dos salários, acrescida de R$
823. "Não aceitaremos proposta que não traga aumento real de salário.
Além disso é necessária uma PLR que dialogue com os lucros recordes que os
bancos vêm obtendo", ressalta Vagner na nota. "Os banqueiros empurraram
os bancários para a greve. Nossa data-base é 1º de setembro, já estamos em
outubro e eles se recusam a aumentar os salários dos trabalhadores", disse o
presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz
Cláudio Marcolino, em comunicado. Os bancários reivindicam, além do
aumento real de 7,05%, abono de um salário bruto acrescido de R$ 1.500, e
participação de 5% no lucro dos bancos, excluídos fatores extraordinários.
(Com informações da Reuters e da Contraf)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h56
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários entram em greve hoje
Paralisação, por tempo indeterminado, afeta maior parte do país;
proposta de reajuste fica aquém do reivindicado pela categoria
Após sete
rodadas de negociações, Fenaban eleva proposta de aumento para 2,85%, mas
sindicato quer reposição de 7,05%
KAREN CAMACHO DA FOLHA ONLINE
Os bancários decidiram entrar em
greve a partir de hoje, na maior parte do país, por tempo indeterminado. A
orientação é que toda a categoria, formada por 400 mil funcionários de
instituições públicas e privadas, cruze os braços para pressionar os bancos a
atender a pauta de reivindicações.
A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) propõe reajuste de 2,85%, um pouco
maior que a primeira proposta, de 2%, mas muito inferior ao reivindicado pelos
bancários, que pedem reposição de 7,05%.
A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida
nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor),
calculado pelo IBGE.
A Fenaban também alterou a proposta em relação ao pagamento de PLR. Os bancos
propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823 de parte fixa -na
proposta anterior, eram R$ 816 fixos.
Nos bancos em que o lucro líquido tiver crescido ao menos 20% neste ano, a
PLR seria acrescida ainda de R$ 750.
Foram sete rodadas de negociações entre os bancos e a categoria. Os bancários
chegaram a fazer paralisação nacional de 24 horas na semana passada. Desde
então, sindicatos de algumas regiões já haviam decidido entrar em greve,
contrariando o comando nacional.
A última reunião aconteceu anteontem, quando os sindicalistas avisaram que o
reajuste de 2,85% não contemplava as reivindicações da categoria. A Fenaban não
quis comentar ontem a ameaça de greve.
Para o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região,
Luiz Cláudio Marcolino, "a proposta não representa aumento real e manteve uma
PLR que não contempla todos os trabalhadores nem representa uma distribuição
mais justa do crescimento do lucro do setor".
Apesar de o comando indicar greve a partir de hoje, várias regiões já fazem
paralisações desde a semana passada. Já estavam em greve anteontem funcionários
de seis capitais (Rio, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Salvador e
Florianópolis), seis Estados (PE, SE, MA, RN, AL, PI) e duas cidades -Campina
Grande (Paraíba) e Bauru (São Paulo).
No Estado de São Paulo, a greve foi confirmada na capital e nas regiões de
Bragança, Limeira, Jundiaí e ABC.
Em 2005, quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de
6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR mínima de 80% do salário
mais R$ 800. Na ocasião, a primeira proposta dos bancos foi de 4% de reajuste.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h33
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários anunciam greve nacional por tempo indeterminado
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), que reúne 140 sindicados dos bancários de todo o país, anunciou greve nacional a partir desta quinta-feira (5) por tempo indeterminado. A intenção dos trabalhadores é fazer com que os bancos fechem como forma de protesto por um reajuste salarial.
O anúncio foi feito após assembléia realizada em São Paulo, na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, na Sé, Centro da capital. No encontro paulista, 1,3 mil bancários participaram da votação e a maioria decidiu não aceitar a proposta feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste salarial de 2,85%.
No Brasil, a estimativa do sindicato é que a decisão afete 400 mil trabalhadores. Em São Paulo, devem cruzar os braços 106 mil trabalhadores de 17 municípios. Nesta quinta-feira (5), por volta das 17h, está marcada uma passeata na região central de São Paulo e uma nova assembléia para discutir os rumos da greve.
Negociação
Na semana passada, após 46 dias de negociação, a Fenaban fez a sua primeira proposta salarial ao sindicato dos bancários. Ofereceu um percentual de reajuste salarial de 2%, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 80% mais R$ 816 e distribuição de R$ 500 fixos nos bancos em que a lucratividade anual aumentou 25%.
A proposta foi rejeitada e na terça-feira (3) a federação fez uma nova oferta de reajuste de 2,85% (o equivalente a inflação pelo INPC dos últimos 12 meses), PLR de 80% mais R$ 823 e adicional de R$ 750 nos bancos com crescimento de 20% nos lucros.
Os bancários querem rejuste salarial de 7,05%, mais reposição da inflação, PLR de 5% do lucro líquido dos bancos para todos os trabalhadores e um acréscimo de R$ 1.500 no salário bruto.
Fonte: F1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h12
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários entram em greve amanhã por reajuste
salarial
KAREN CAMACHO da Folha Online
Os bancários
decidiram entrar em greve a partir de amanhã por tempo indeterminado. A
orientação é que toda a categoria, formada por 400 mil funcionários de
instituições públicas e privadas no país, cruzem os braços para pressionar os
bancos a atender a pauta de reivindicações.
A Fenaban (Federação Nacional
dos Bancos) propõe reajuste salarial de 2,85%, um pouco maior do que a primeira
proposta, de 2%, mas muito inferior ao reivindicado pelos bancários, que pedem
reposição de 7,05%.
A Fenaban argumenta que o reajuste de 2,85% é
equivalente à inflação medida nos últimos 12 meses pelo INPC (Índice Nacional de
Preços ao Consumidor), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística).
A Fenaban também alterou a proposta em relação ao pagamento
de PLR. Os bancos propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823
de parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos bancos em que o lucro cresceu ao
menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.
Foram sete
rodadas de negociação entre os bancos e os representantes da categoria. os
bancários chegaram a fazer 24 horas de greve nacional e ontem, seis Estados e
seis capitais já tinham parado.
A última reunião aconteceu anteontem,
quando os sindicalistas avisaram que o reajuste de 2,85% não contemplava as
reivindicações da categoria. Hoje, a Fenaban não quis falar sobre a ameaça de
greve.
Para o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco
e Região, Luiz Cláudio Marcolino, "a proposta não representa aumento real e
manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma
distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor."
No país,
aprovaram a greve os sindicatos Belo Horizonte, Maranhão, Rondônia, Rio de
Janeiro e Brasília. Outros bancários já estavam em greve e devem continuar hoje
em Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Salvador e região, Pernambuco, Rio
Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Piauí e Goiás.
No Estado de
São Paulo, além da capital, Osasco e região, a greve foi confirmada nas regiões
de Bragança, Limeira, Bauru, Jundiaí, Guarulhos, Assis, Mogi das Cruzes e
ABC.
No ano passado, quando houve greve de seis dias, os bancários
receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR
(participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800. Na
ocasião, a primeira proposta dos bancos foi de 4% de reajuste.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h03
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Indicativo de Greve em todo o
país
Diante da nova proposta da Fenaban, que ofereceu reajuste salarial de 2,85%,
a indicação do Contraf é que os sindicatos que farão assembléias hoje (04/10)
entrem em greve. Em todo o país, o atendimento bancário de 12 estados já está
paralisado. As outras regiões fazem assembléia hoje e também devem
aderir ao movimento. Confira abaixo a situação de cada estado:
Belém e Macapá – Greve por tempo indeterminado a partir da
próxima quinta-feira (5/10). Assembléia: a conferir. Informações:
(91)3241-7799 www.bancarios-pa-ap.org.br
Belo Horizonte – Greve por tempo indeterminado.
Assembléia Quarta-feira, dia 4 de outubro, às 16h, na sede do Sindicato (Rua
Tamoios, 611 – Centro). Informações: (31) 3279-7891 http://www.bancariosbh.org.br
Brasília – Greve por tempo indeterminado. Assembléia
quarta-feira (04/10) às 17hs, no Setor Bancário Sul. Informações: (61)
3346.9090 http://www.bancariosdf.com.br
Campo Grande – (04/10) - Assembléia marcada para
quarta-feira (04/10), na sede do sindicato dos bancários. Horário a
definir. Informações: (67)3325-0003 http://www.seebcgms.org.br
Cuiabá – (04/10) - Assembléia geral com toda a categoria no
auditório do SEEB/MT quarta-feira para apresentação das orientações do Comando
Nacional para a categoria de todo o país, e para deliberação da greve
geral. Informações: (65)3623-5333 www.bancariosmt.com.br
Curitiba – Assembléia dia 04/10 para decretação de greve por
tempo indeterminado Na Soc. Thalia (Comendador Araújo, 338), às
19h. Informações: (41) 3015-0523 www.bancariosdecuritiba.org.br/site
Florianópolis – Greve por tempo indeterminado. Assembléia,
quarta-feira (04/10), às 17 horas, no antigo Cine Ritz (Rua Arcipreste Paiva, nº
11, Centro, em frente ao Hotel Cecontur). www.seebfloripa.com.br
Fortaleza – (04/10) - Assembléia marcada para quarta-feira
(04/10), na sede do sindicato dos bancários, às 18h30. Informações: (85)
3252-4266 http://www.bancariosce.org.br
Goiás – Greve por tempo indeterminado. Assembléia , dia
04/10 às 19:00h, no Clube da APCEF-GO (Av. T-8 c/T-1, Setor
Bueno). Informações: (62) 3216-6500. www.bancariosgo.org.br
João Pessoa – Assembléia marcada para quarta-feira (04/10),
na sede do sindicato dos bancários. Horário a definir. Indicativo de greve para
5ª feira, dia 05/10. Informações: (83) 3224- 2040/3224-2054 http://www.bancariospb.com.br
Maceió – Assembléia marcada para quarta-feira (04/10), na
sede do sindicato dos bancários, às 18 horas. Informações: (82)
2121-9200 http://www.bancariosal.com.br
Natal - Greve por tempo indeterminado. Assembléia às
18:00hs no Sindicato dos Educadores (SINTE). Informações: (82)
2121-9200 http://www.bancariosal.com.br
Porto Alegre – Greve por tempo indeterminado. Assembléia de
avaliação ocorre nesta quarta-feira, dia 4, às 16h, no Clube do Comércio (rua
dos Andradas, 1085). Informações: (51) 3212-1200 http://www.bancariospoa.com.br/default2.asp
Porto Velho – Greve por tempo indeterminado.
Assembléia a conferir Informações: (69)3224-5259 www.bancariosro.com.br
Recife – Orientação de greve permanece para esta
terça-feira, (04/10). Assembléia(04/10) às 18:00hs. Informações: (81)
3421.3233 http://www.sindbancariospe.com.br
Rio Branco – (04/10) - Assembléia marcada para quarta-feira
(04/10), na sede do sindicato dos bancários. Horário a definir. Informações:
(68)3224-4188 www.seebac.com.br
Rio de Janeiro – Greve por tempo indeterminado. Assembléia
quarta-feira, às 18h, haverá assembléia na Galeria dos Empregados do
Comércio. Informações: (21) 2103-4117 http://www.bancariosrio.com.br
Salvador e Aracaju – Assembléia (04/10), às 19hs. Caso não
seja firmado nenhum acordo, a greve será por tempo indeterminado a partir de
quinta-feira. Informações: (71)329-2333 http://www.bancariosbahia.org.br
São Luís – Greve por tempo indeterminado. Assembléia no
Sindicato dos Bancários, às 17:00hs, rua do Sol.. Informações:
(98)3232-3500 http://www.seebma.org.br
São Paulo – (04/10) – Realizam assembléia na quarta-feira,
com indicação de greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira,
(5/10) Informações: (11) 3188-5200 http://www.spbancarios.com.br/spb/index.asp
Teresina – Greve por tempo indeterminado (04/10). Assembléia
quarta-feira (04/10), às 17:00hs (Rua Gabriel Ferreira, nº 740 –
Centro). Informações: (86)3222-8353 www.bancariospi.com.br
Vitória – (04/10) – Realizam assembléia na quarta-feira, com
indicação de greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira
(05/10). Informações: (27)3223-1477 www.bancarios-es.org.br
Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h33
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários rejeitam proposta de reajuste e greve deve
começar na quinta
Os sindicatos dos bancários que negociam o reajuste para a categoria
rejeitaram a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e a greve
nacional deve começar na quinta-feira. A decisão será tomada em assembléia da
categoria nesta quarta-feira.
Os bancos elevaram a proposta de reajuste
salarial para os bancários de 2% para 2,85%, mas mesmo assim está bem inferior
ao reivindicado pelos bancários, que pedem reposição de 7,05%.
A Fenaban
argumenta que o reajuste de 2,85% é equivalente à inflação medida nos últimos 12
meses pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), calculado pelo
IBGE.
A Fenaban alterou também a proposta em relação ao pagamento de PLR.
Os bancos propõem agora o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 823 de
parte fixa, contra R$ 816 anteriormente. Nos bancos em que o lucro cresceu ao
menos 20% neste ano, a PLR seria acrescida ainda de R$ 750.
"A Fenaban
trouxe à negociação uma proposta que não representa aumento real e manteve uma
PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma distribuição
mais justa do crescimento do lucro do setor, ou seja, as reivindicações da
categoria não foram atendidas", afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários
de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino.
No ano passado,
quando houve greve de seis dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de
aumento real), mais R$ 1.700 de abono e PLR (participação nos lucros e
resultados) mínima de 80% do salário mais R$ 800.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h22
[]
[envie esta mensagem]
GUERRA NO CCBB
Cineasta Ruy Gerra ganha mostra completa no CCBB
Brasília
Da densidade de Estorvo e O Veneno da Madrugada ao lirismo
de A Ópera do Malandro e A Fábula da Bela Palomera. Poucos são
os cineastas brasileiros que podem ser orgulhar de tanto ecletismo e
importância. É o caso de Ruy Guerra, que nasceu em Moçambique, mas se
naturalizou brasileiro.
Todo esse múltiplo universo estará em cartaz na
mostra Ruy Guerra, Filmar e Viver, que ficará no Centro Cultural Banco
do Brasil (CCBB) de Brasília de 3 a 15 de outubro. A obra completa de
Guerra estará reunida na mostra, que é composta por 12 longas-metragens,
documentários, curtas, produções para a TV e para o vídeo.
"É a maior
mostra já realizada da obra de Ruy", afirma a curadora Dolores Papa. Ela
ressalta que apenas um longa-metragem do cineasta ficou de fora de Ruy
Guerra, Filmar e Viver.
Um dos maiores divulgadores do cinema
nacional no exterior – “Guerra tem uma maneira de filmar genuinamente
brasileira”, afirma Dolores – Ruy Guerra faz parte da história da nossa
cinematografia. “Ele é um ícone”, diz a curadora.
Entre as raridades
apresentadas em Ruy Guerra, Filmar e Viver, estão os filmes que ele fez
para a TV, as séries e o longa Mueda – Memória e Massacre, de 1980.
"Esse filme é muito interessante porque fala de um período de libertação de
Moçambique e só foi feito 20 anos depois", explica Dolores.
Além das
raridades, os clássicos são outro bom motivo apontado pela curadora para não
deixar de ir à mostra. "Guerra fez filmes como Os Cafajestes e Os
Fuzis, que merecem sempre ser vistos e revistos tanto pelo público que
gosta de cinema como por aqueles que estudam o assunto", diz
Dolores.
Preocupado com a renovação dos cineastas brasileiros, Ruy Guerra
dirige o curso superior de cinema na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro,
onde leciona a disciplina Linguagem Cinematográfica.
"Ruy agora esse
contato com o publico e faz questão de participar de eventos que possibilitem
essa troca", afirma Dolores. Em Brasília, o cineasta estará à disposição do
público do CCBB no dia 4 de outubro, quando estará à frente da palestra A
Direção Cinematográfica.
Programação
Dia 3 de outubro
(Terça-feira) 19h – O Veneno da
Madrugada
Dia 4 de outubro (Quarta-feira) 15h –
Os Fuzis 17h – A Queda
Dia 5 de outubro
(Quinta-feira) 15h – Os Comprometidos – Episódios 1 e
2 17h – Me Alquilo para Soñar – Episódios 1 e 2 19h –
Monsanto 21h – Os Cafajestes
Dia 6 de
outubro (Sexta-feira) 15h – Mix - Curtas-metragens 17h – O
Estorvo 19h – O Veneno da Madrugada 21h – Mueda, Memória
e Massacre
Dia 7 de outubro (Sábado) 15h –
Os Comprometidos – Episódios 3 e 4 17h – Os Fuzis 19h –
A Queda 21h – Kuarup
Dia 8 de outubro
(Domingo) 15h – Mix - Curtas-metragens 17h – Os Deuses e os
Mortos 19h – Ópera do Malandro 21h –
Erendira
Dia 10 de outubro (Terça-feira) 17h
– Os Comprometidos – Episódios 5 e 6 19h – Kuarup 21h –
A Fábula da Bela Palomera
Dia 11 de outubro
(Quarta-feira) 17h – Me Alquilo para Soñar – Episódios 3 e
4 19h – Mueda, Memória e Massacre 21h – Os
Cafajestes
Dia 12 de outubro (Quinta-feira) 19h
– A Fábula da Bela Palomeira 21h – Ópera do
Malandro
Dia 13 de outubro (Sexta-feira) 19h
– Me Alquilo para Soñar – Episódios 5 e 6 21h – Os Deuses e os
Mortos
Dia 14 de outubro (Sábado) 19h –
Erendira 21h – O Estorvo
Dia 15 de outubro
(Domingo) 19h – A Fábula da Bela Palomera 21h –
Monsanto
Ruy Guerra, Filmar e Viver – Mostra de
cinema com a obra de Ruy Guerra, de 3 a 15 de outubro, no Centro Cultural Banco
do Brasil. Ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).
(Vide no próximo post a sinopse dos filmes)
Fonte: ClicaBrasília
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h26
[]
[envie esta mensagem]
GUERRA NO CCBB
Cineasta Ruy Gerra ganha mostra completa no CCBB
Brasília (2)
Sinopses (Vide post anterior)
Os Cafajestes
- Sucessivas chantagens feitas por dois amigos – um vigarista de
Copacabana (RJ) e um filho de banqueiro – acabam revelando relações de amor e
frustração.
Os Fuzis - Num vilarejo do interior da
Bahia, um grupo de soldados tenta impedir que a população faminta invada e
saqueie os depósitos de alimentos, enquanto aguardam a promessa de chuva
profetizada por um beato e seu boi santo. Um motorista de passagem, ex-militar,
acaba por incitar o povo e é morto pelos soldados.
Os Deuses e os
Mortos - No sul da Bahia, nos anos 30, um homem sem nome, nem passado,
se intromete na luta dos grandes coronéis pela posse da terra e do cacau. É uma
luta de interesses econômicos e financeiros, de produtores e exportadores, no
clima úmido e tropical dos cacauais e bananais, numa corrida do ouro que chama
aventureiros e jagunços, sertanejos fugidos do sertão, prostitutas, jogadores,
vendedores ambulantes, circos e ilusões.
A Queda - Um
soldado cai do andaime onde trabalha sem segurança. A caminho do hospital, um
companheiro relembra passagens vividas pelos dois no sertão baiano (Os
Fuzis). A morte do operário complica a empresa, que não quer correr o risco
de ser denunciada pelas más condições de trabalho de seus
empregados.
Mueda - Memória e Massacre - Depois de duas
décadas de auto-exílio, Ruy Guerra retorna a sua terra natal para realizar essa
produção. O filme documenta a reconstituição teatral popular do massacre
perpetrado pelas forças coloniais portuguesas na localidade de Mueda, em 16 de
junho de 1960, data que constitui um dos marcos históricos da luta pela
independência de Moçambique.
Erendira - Baseado no
livro A Incrível e Triste História da Cândida Erendira e Sua Avó Desalmada, de
Gabriel García Márquez. Na solidão do deserto, Erendira mora numa mansão com sua
avó. Com a morte do marido, a avó dispensa os empregados e todo o serviço
doméstico da casa fica por conta da neta. Um incêndio, provocado acidentalmente
por Erendira, destrói o casarão. A avó decide, então, vender o corpo da
neta.
Ópera do Malandro - Filme baseado na peça de Chico
Buarque, inspirada no clássico de John Gray e no musical A Ópera dos Três
Vinténs, de Berthold Brecht e Kurt Weill. Em 1941, em plena Segunda Guerra
Mundial, uma dançarina de cabaré é explorada por um cafetão, no bairro da Lapa
(RJ). O cabaré pertence a um alemão, odiado pelo cafetão e seus seguidores, que,
num acesso de fúria, destroem o cabaré. Em represália, o alemão despede a
dançarina, mas vê sua filha seduzida pelo malandro.
A Fábula da
Bela Palomera - Da série Amores Difíceis, baseado em episódio do
romance O Amor Nos Tempos do Cólera, de Gabriel García Márquez. No final do
século 19, um rico aristocrata, fabricante de cachaça em Paraty (RJ) apaixona-se
por uma jovem casada. Os amantes clandestinos utilizam-se de pombos-correio para
se comunicar, temendo que a cidade saiba da ligação entre os dois e que o
romance tenha um desfecho trágico.
Kuarup - Adaptação do
romance Quarup, de Antônio Callado. Nando, um padre pernambucano em crise
existencial, relembra dez anos de sua vida (1954-1964), como seu envolvimento
político pouco antes do golpe de 1964, a sobrevivência na clandestinidade e a
luta contra as tentações da carne, simbolizadas na paixão irreprimível pela
jovem Sônia.
Estorvo - Baseado no livro homônimo de
Chico Buarque de Hollanda. O pesadelo existencialista de um personagem anônimo
que vaga por uma grande cidade, desconfiado de tudo e de todos, afrontando a
violência cotidiana, o próprio passado e seus fantasmas. Nessa fuga sem destino,
revê amigos, busca a família e se envolve com personagens extremados, na
tentativa de descobrir o enigma de sua
caminhada.
Monsanto - Rui Sequeira, ex-combatente na
Guerra Colonial, habitante de uma pequena vila do Alentejo, festeja mais um
aniversário da Revolução dos Cravos na companhia da sua mulher e da sua filha, a
jovem Sara, com a qual possui uma relação conflituosa. Na noite das
comemorações, a morte de um amigo altera para sempre as suas vidas, acordando um
passado há muito adormecido.
O Veneno da Madrugada -
Baseado em livro homônimo de Gabriel García Márquez. A chuva constante e a lama
fazem parte do cotidiano dos habitantes de um povoado localizado em algum lugar
da América do Sul. As várias construções decadentes revelam a expectativa do
progresso no passado, que não se realizou. A estagnação do povoado sofre um
abalo quando diversos bilhetes anônimos são espalhados por toda a cidade,
denunciando traições amorosas e políticas, assassinatos, romances secretos e
segredos de família envolvendo filhos bastardos.
Quand Le Soleil
Dort - Prova final de Ruy Guerra no curso de cinema do IDECH
(França), baseado em romance de Elio Vitorini. Durante a Segunda Guerra Mundial,
um grupo de soldados alemães vigia prisioneiros pertencentes à resistência
italiana.
Operação Búfalo - Documentário sobre o abate
ecológico de manadas de búfalos em Moçambique.
Um Povo Nunca
Morre - Realizado em Moçambique, o filme registra o cerimonial de
transladação da Tanzânia para Moçambique dos restos mortais de guerrilheiros da
Frelimo, heróis nacionais da luta pela independência.
Os
Comprometidos - Entre 1978 e 1979, centenas de pessoas foram
entrevistadas por um comitê da Frelimo - Frente de Libertação de Moçambique, com
vistas a tornar públicos fatos da história recente do país. Exibição de 5
capítulos de uma série de 30.
Obvious Child - Videoclipe
de Rythm of The Saints, de Paul Simon. Filmado em Salvador com o grupo
Olodum.
Me Alquilo Para Soñar - A partir de idéia
original de Gabriel García Márquez e roteiro em parceria com Ruy Guerra. O livro
foi escrito durante a oficina de roteiros da Escola de Cinema e TV de San
Antonio de Los Baños (Cuba), culminando na produção da série. História de uma
mulher que oferece seus serviços de sonhadora.
Carta Portuguesa a
Sarajevo - Filmado em Lisboa (Portugal). Episódio da série de TV
Saravejo: Chronique d’une Rue Assiegée que, de novembro de 1993 a março de 1994,
pediu a vários realizadores para dar um depoimento sobre Sarajevo sitiada.
Fonte: ClicaBrasília
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h24
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
No BB, nova rodada de debates na
sexta-feira
Banco pede prazo para fazer novos cálculos; funcionários
se preparam para greve
São Paulo - Nas negociações da terça-feira, 3 de outubro, entre o banco
e a Comissão de Empresa, ao lado da Contraf-CUT, o banco solicitou que um novo
encontro fosse marcado para a próxima sexta-feira, dia 6, quando pretende
apresentar números finais à proposta de PLR.
"As negociações sobre a PLR
ainda podem avançar e esperamos que o BB apresente seus cálculos para avaliarmos
em seguida", explica o diretor do Sindicato William Mendes. Ainda
assim, a reunião trouxe um novo avanço, ao incorporar os R$ 31,80 do dissídio de
2004 aos salários-base dos escriturários. Com isso, o cálculo da PLR será
88% dos salários E-6 mais R$ 31,80, além da parte fixa e da distribuição linear
de 4% do lucro líquido do último semestre. “Trata-se de mais uma reivindicação
conquistada pelos trabalhadores”, opina William.
Na luta – William afirma ainda que é preciso que os
funcionários do BB se preparem para a greve da categoria, que será deliberada em
assembléias de bancários por todo o país.
“Até aqui, e apesar da
intransigência da Fenaban, a campanha nacional já conseguiu que os
banqueiros propusessem a reposição da inflação. Mas temos que lutar para manter
a recuperação salarial dos bancários, com reajustes acima da inflação, como
conquistamos nos últimos anos. Por isso, é importante irmos à greve junto com
toda a categoria”.
Fonte: Sindicato dos Bancários - SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h18
[]
[envie esta mensagem]
SUAS FINANÇAS
Fórmula de correção da poupança pode mudar
Raquel Balarin
As taxas de juro caíram, vão cair mais e tornar quase imbatível a
rentabilidade da poupança. Conversas cautelosas entre bancos e governo começam a
tomar conta dos gabinetes em Brasília, tendo por pano de fundo a possibilidade
de uma migração maciça de recursos para as cadernetas. Hoje, 65% dos depósitos
em poupança têm obrigatoriamente de ser investidos em crédito imobiliário.
Na quinta-feira, representantes da Associação Brasileira das Entidades de
Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estiveram no Ministério da Fazenda para
propor mudanças na fórmula de cálculo da TR, que corrige a poupança. Elas
manteriam a rentabilidade entre 65% a 75% da média do CDB, líquido de Imposto de
Renda, diz Décio Tenerello, presidente da Abecip.
No ano até setembro, pelos dados do site Fortuna, a caderneta rendeu 6,22% e
os fundos de investimento (curto prazo, DI e renda fixa) de grandes bancos de
varejo, com aplicação mínima de até R$ 5 mil, 8,83%. Se os recursos forem
sacados do fundo antes de 180 dias, a incidência de IR reduz o ganho a 6,84%. A
TR não ficará abaixo de 2% ao ano, prevê Luiz Rodrigues, diretor de crédito
imobiliário do Itaú. "Se a Selic cair mais 1,5 ponto, vai entrar um caminhão de
dinheiro na poupança", diz. Fazenda analisa mudanças na
correção da poupança pela TR
Raquel Balarin
As conversas são cautelosas, mas começam a tomar conta dos
gabinetes em Brasília. Bancos e governo estão atentos ao movimento de
recuperação da rentabilidade da poupança e discutem as consequências que uma
migração maciça de recursos para as cadernetas poderia poderia provocar. Hoje,
65% dos depósitos em poupança têm obrigatoriamente de ser investidos em
financiamento imobiliário, pelas regras do Sistema Financeiro da Habitação
(SFH).
Na quinta-feira, representantes da Associação Brasileira das Entidades de
Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estiveram no Ministério da Fazenda para
propor mudanças na fórmula de cálculo da TR - índice que corrige a caderneta de
poupança. "Se a caderneta tiver uma remuneração melhor, atrairá um grupo de
investidores que são especuladores e não poupadores. Apresentamos um estudo que
mantém uma rentabilidade para a poupança de 65% a 75% da média do CDB
(Certificado de Depósito Bancário), líquido de imposto de renda", diz Décio
Tenerello, presidente da Abecip.
De janeiro a setembro, segundo dados do site Fortuna, a
rentabilidade da caderneta foi de 6,22% e a remuneração média dos fundos de
investimento (curto prazo, DI e renda fixa) de grandes bancos de varejo, com
aplicação mínima de até R$ 5 mil, foi de 8,83%. Se os recursos forem sacados do
fundo antes de 180 dias, há a incidência de uma alíquota de Imposto de Renda de
22,5%, o que reduz a rentabilidade para 6,84%. Não há IR sobre a poupança. As
curvas entre as duas aplicações estão se aproximando e, nos últimos três meses,
a poupança já teve uma rentabilidade melhor do que o ganho líquido desse tipo de
fundo.
A remuneração da caderneta melhorou a partir de abril, mas poucos perceberam.
No fim de março, temendo que os poupadores pudessem amargar uma rentabilidade
real negativa (descontada da inflação), o governo já alterou a fórmula de
cálculo da TR. Antes, era tomada como base a Selic e aplicada a ela um redutor
variável. Agora, o redutor é aplicado à Taxa Básica Financeira (TBF), calculada
sobre o juro pago pelos 30 maiores bancos em seus CDB.
"Por essa fórmula, a TR não ficará abaixo de 2% ao ano e a rentabilidade
anual da poupança, será superior a 8%. Se a Selic, hoje em 13,75%, cair mais 1,5
ponto percentual, vai entrar um caminhão de dinheiro na poupança", diz Luiz
Antonio Rodrigues, diretor de crédito imobiliário do Itaú.
Ele diz que essa migração de recursos seria ruim porque os bancos, hoje, têm
obrigatoriamente de direcionar recursos da caderneta para o financiamento
imobiliário, de longo prazo. Se, em um segundo momento, esse "caminhão de
dinheiro" voltasse para os fundos, os bancos estariam comprometidos com
empréstimos de 10 a 20 anos.
Hoje, o estoque da poupança é de R$ 135 bilhões. Segundo a Abecip, 78% dos
depositantes respondem por 4% do saldo.
O Valor apurou que o governo analisa com cautela uma possível alteração na
poupança por causa do número de pessoas envolvidas e por causa da lembrança que
a população ainda tem do confisco feito pelo ex-presidente Fernando Collor. Além
disso, a TR corrige o contrato de milhões de mutuários. As mudanças feitas no
financiamento imobiliário - com a eliminação da aplicação da TR para empréstimos
com taxas prefixadas no âmbito do SFH - foram um primeiro passo nesse
sentido.
Com a medida, o governo autorizou que os bancos embutissem a TR média dos
últimos meses no financiamento com taxa pré. Hoje, esse tipo de empréstimo teria
taxa anual de cerca de 14%. "O problema é que a captação (poupança) é corrigida
pela TR. Quando a taxa de juro está caindo, esse descasamento entre captação e
aplicação dos recursos não traz problema. Mas se esse cenário muda, pode haver
um passivo a descoberto no longo prazo", explica Rodrigues.
Por causa desse descasamento, os bancos acreditam que só é possível conceder
financiamento com taxa pré se fizerem um "swap" (troca de índices), uma espécie
de proteção caso o juro suba. Mas o swap tem um custo. Segundo Rodrigues, se o
banco pagar 10% para captar (poupança mais o swap), não é possível financiar o
imóvel a 14% e arcar com o PIS, Cofins, inadimplência e outros custos.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h06
[]
[envie esta mensagem]
A FAVOR DOS BANCOS
Decisões mostram que risco de hacker é do cliente do
banco
Cristine Prestes
Daniela Toviansky/Cia de
Foto/Valor
 Diante da falta de legislação no país, Justiça tem definido temas
relacionados à internet. Renato Opice Blum: entendimento ganha espaço nos TJs e
no próprio STJ.
O cliente de um grande banco acessa sua conta pelo seu computador pessoal e
identifica uma transferência de R$ 50 mil não autorizada por ele. O banco se
exime da responsabilidade, alegando que a transferência foi feita com o uso do
login e senha do cliente, e o caso vai parar na Justiça. Pela jurisprudência do
Judiciário brasileiro, cabe ao banco provar que o cliente fez a transferência,
certo? Errado. A tendência dos juízes hoje tem sido a de, diante da prova feita
pelo banco de que seu sistema de segurança é eficiente, exigir que o próprio
cliente comprove que utilizou todas as medidas de segurança possíveis - como a
atualização de antivírus - para evitar a ocorrência de fraudes virtuais em sua
máquina pessoal. Se o acesso for feito de um cibercafé, por exemplo, a chance de
o cliente perder a ação é grande.
De acordo com o advogado especialista em direito digital Renato Opice Blum,
presidente do conselho de comércio eletrônico da Fecomercio, trata-se de uma
nova interpretação do Código de Defesa do Consumidor que vem ganhando espaço nos
Tribunais de Justiça (TJs) - há decisões no Paraná, no Distrito Federal e no
Maranhão - e no próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a recente
jurisprudência, os bancos não podem fazer prova negativa contra eles. Em outros
tribunais, ainda persiste o entendimento tradicional de que o cliente é parte
hipossuficiente na relação com o banco e que, por isso, cabe a este último o
ônus da prova - como estabelece o Código do Consumidor.
No caso descrito acima, o juiz de primeira instância da Justiça paulista
determinou uma perícia no sistema de segurança do banco e concluiu que não havia
prova de negligência da instituição - negando a indenização ao cliente, que está
recorrendo da decisão no TJSP.
O caso é um exemplo da jurisprudência que vem sendo formada pelos diferentes
níveis da Justiça brasileira com relação a temas que envolvem a internet.
Segundo uma pesquisa feita pelo conselho de comércio eletrônico da Fecomercio,
há hoje 3.214 decisões judiciais de tribunais superiores que tratam de assuntos
relacionados à internet no país - incluindo o STJ, o Supremo Tribunal Federal
(STF) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST). Nos TJs, as decisões já somam
5.146, e nos Tribunais Regionais Federais (TRFs), são 716. A pesquisa foi
realizada com a busca da palavra-chave "internet" nos tribunais em que há
decisões disponíveis na própria rede - todos os TRFs, os superiores e 21
TJs.
Segundo a opinião de especialistas em direito digital, os temas mais
recorrentes no Judiciário são os relacionados a fraudes virtuais, comércio
eletrônico, uso indevido de imagens, calúnia, injúria e difamação e concorrência
desleal - como a divulgação pela internet de dados confidenciais de empresas. Em
todos eles, há divergência de decisões judiciais. Os casos envolvendo comércio
eletrônico são dos mais recorrentes. Nas ações, a discussão principal é se a
responsabilidade pela indenização do cliente que comprou um produto não recebeu,
por exemplo, atinge também o portal que intermediou o negócio, além da empresa
que vendeu. O advogado André de Almeida, sócio do escritório Almeida Advogados e
coordenador do comitê jurídico da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico,
defende um portal que agencia serviços para empresas e que freqüentemente é
acionado na Justiça em ações que pedem sua responsabilização por falhas nos
serviços adquiridos. "Há decisões o condenando e decisões o inocentando",
diz.
A jurisprudência que vem sendo formada pelos tribunais brasileiros é
importante pela ausência de legislação que regule os temas da internet hoje.
Embora existam cerca de 150 projetos de lei que tratam da rede em tramitação no
Congresso Nacional hoje, poucas são as legislações já existentes ou adaptadas
para o mundo virtual. Sem legislação, os juízes, ao se depararem com esses
temas, acabam julgando de forma divergente nas diversas regiões do país. "As
decisões são conflitantes porque quando há um vazio na legislação a Justiça usa
de interpretações por analogia, o que é muito subjetivo, cria divergências e
provoca insegurança jurídica", diz André de Almeida.
As decisões são divergentes também porque há questões complicadas a serem
analisadas pelos juízes no que se refere à internet. Tome-se como exemplo um
caso de furto de dados. "A doutrina define furto quando, para subtrair algo, é
preciso tornar algo indisponível", diz a advogada especialista em direito
digital Patrícia Peck, do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados. Mas, no
caso de furto de bancos de dados de empresas, não é o que acontece. "Na internet
se leva mas deixa", afirma. Segundo ela, em casos de roubo de informações
virtuais às vezes há dificuldades em se configurar o furto perante a
Justiça.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h03
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Sindicalistas desaprovam proposta dos bancos e bancários
decidem amanhã sobre greve
SÃO PAULO - O Comando Nacional dos Bancários discordou da nova proposta de
ajuste salarial e benefícios apresentada pela Federação Nacional dos Bancos
(Fenaban) nesta tarde e vai sugerir greve por tempo indeterminado na assembléia
nacional de amanhã. Na mais recente rodada de negociações, encerrada nesta
tarde, os bancos elevaram a proposta de aumento salarial de 2% para 2,85% sobre
o salário de agosto. Os bancários no entanto pedem 7,05% de aumento real.
Já estão em greve bancários de 12 estados do país, aguardando a negociação de
hoje. Em São Paulo, a categoria ainda trabalha normalmente, mas após a
deliberação de amanhã, agendada para as 19h, a greve pode se estender pelo resto
do país.
A nova proposta da federação dos bancos prevê um benefício adicional de R$
750,00, a ser pago a título de PLR, cifra maior do que os R$ 500 propostos
inicialmente para os funcionários de instituições financeiras que tiverem
crescimento de 20% ou mais do lucro líquido em 2006, na comparação com 2005.
Antes, os bancos condicionavam a correção salarial a uma expansão igual ou
superior a 25% do ganho líquido.
Permanece na proposta, entretanto, a regra geral de pagamento da PLR: os
bancos sugerem pagar 80% do salário, mais o valor fixo de R$ 823,00, sendo o
valor limitado a R$ 5.462,00. Por ora, a regra vigente no setor bancário prevê
pagamento mínimo de 5% do lucro líquido do banco no exercício de 2006, o que, se
não for alcançado, é limitado a dois salários do funcionário ou R$ 10.924,00.
Nesse caso, o repasse do benefício não pode ultrapassar 15% do ganho líquido
para o exercício de 2006.
Os bancários, por sua vez, afirmam que, por essa regra, a categoria continua
desfavorecida, pois a conta de 80% dos salários mais R$ 823 nunca chega ao
montante equivalente a 5% dos lucros, que vêm crescendo ano a ano. Assim, o PRL
dos funcionários acaba restrito sempre a dois salários.
Tendo isso em conta, a categoria reivindica a distribuição linear de 5% do
lucro líquido das instituições bancárias aos funcionários a título de PLR, além
de um salário bruto acrescido de R$ 1.500.
"A Fenaban trouxe à negociação uma proposta que não representa aumento real e
manteve uma PLR que não contempla todos os trabalhadores e nem representa uma
distribuição mais justa do crescimento do lucro do setor", diz Luiz Cláudio
Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e
Região.
Os bancários pedem também o aumento do piso salarial da categoria para R$
1.500 (hoje, é de R$ 839,93), aumento no auxílio creche/babá, no valor da cesta
alimentação, na gratificação de caixa, o pagamento de 14º salário e da 13ª cesta
alimentação.
Fazem parte das reivindicações também o fim do assédio moral e das metas
abusivas, maior segurança no trabalho, o aumento do horário de atendimento e a
divisão em dois turnos de trabalho. (Bianca Ribeiro | Valor Online)
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h53
[]
[envie esta mensagem]
O BB NA BOLSA DE VALORES
Investida no financiamento ao consumo puxa ação do
BB
Maria Christina Carvalho
As ações ordinárias do Banco do Brasil (BB) foram um destaque de alta, ontem,
na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os papéis subiram 3,78% para R$
49,30, animadas pelo acordo que o banco fez com a Localiza Rent a Car para
financiar a venda de veículos usados. Parte da valorização também foi atribuída
ao movimento de alta generalizada dos papéis de estatais, movido pela
expectativa dos investidores de uma nova onda de privatizações se Geraldo
Alckmin ganhar o segundo turno da eleição presidencial, em 29 de outubro.
O analista do Banco Pactual, Pedro Guimarães, enviou aos clientes relatório
prevendo que o Banco do Brasil vai ganhar US$ 1 bilhão com a parceria com a
Localiza durante os 10 anos do acordo. A previsão é que o BB vai aumentar o
financiamento de automóveis em R$ 600 milhões por ano, o equivalente a 150% da
carteira de veículos. A taxa de crescimento esperada é de 15% ao ano. O analista
também prevê uma receita anual de R$ 160 milhões com a venda de seguros.
As ações ordinárias da Localiza também subiram, 4,65% para R$ 47,20 uma vez
que a parceria lhe dará mais fôlego no negócio de venda de veículos usados. A
Localiza renova sua frota a cada 12 meses, em média. No ano passado, a empresa
comprou 26 mil veículos e vendeu 18,7 mil. Fazer uma boa revenda é importante
porque reduz os custos de amortização da empresa. Ter um parceiro forte em
funding contribui para alavancar os resultados.
Para o BB, avalia o Pactual, o acordo coloca o banco em um dos negócios mais
importante da área de financiamento ao consumo, onde os principais bancos de
varejo concorrentes já estão bem posicionados.
O Bradesco, por exemplo, tem uma operação forte de financiamento ao consumo,
inclusive para a compra de veículos, desde que adquiriu a Finasa, além de
possuir parcerias com outras empresas de varejo, como a Casas Bahia. Segundo
cálculos do Pactual, a carteira de financiamento ao consumo de R$ 18,9 bilhões
representa 21,4% do total de R$ 88,6 bilhões de crédito do Bradesco e 7,6% do
lucro líquido consolidado. Dos R$ 18,9 bilhões, R$ 13,1 bilhões são
financiamento de veículos.
No caso do Itaú, a área de financiamento ao consumo (Itaucred) com R$ 19,6
bilhões em crédito representa 26,2% da carteira total de R$ 74,8 bilhões do
banco, ainda segundo informações do Pactual, e 8,1% do lucro líquido. No caso da
Itaucred, a concentração em veículos também é grande, com 73,7% do total.
Guimarães considera que o Unibanco é o que melhor tira proveito do
financiamento ao consumo. O aumento da inadimplência afetou os resultados do
primeiro semestre, quando o financiamento ao consumo com R$ 2 bilhões
representou 5% da carteira total de R$ 41,9 bilhões, e 0,6% do lucro
consolidado. Em igual período de 2005, porém, a carteira era equivalente a 13,3%
do total e a 7% do resultado.
Fonte: Valor Econômico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h15
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários voltam à mesa de negociação com Fenaban; greve
atinge vários Estados
Acontece nesta tarde, em São Paulo, a sétima rodada de negociações
entre representantes dos bancários e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).
No último encontro, os banqueiros ofereceram à categoria 2% de reajuste salarial
(entre outros benefícios), proposta bem abaixo das reivindicações dos
trabalhadores, que pedem 7,05% de aumento real.
O movimento está marcado
por certa divisão da categoria, já que o Comando Nacional de Greve, que coordena
as negociações de todos os bancários do país, promoveu uma paralisação da
categoria na última quarta-feira, dia 27 de setembro, e havia indicado aos
trabalhadores que retornassem ao trabalho e aguardassem até esta quarta-feira,
dia 4 de outubro, para realizar assembléias visando um possível movimento
grevista caso as propostas patronais não fossem aceitas.
No entanto,
parte dos sindicatos ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo
Financeiro (Contraf, que encabeça as negociações nacionais) foi contrária à
indicação do comando do movimento.
Assim, várias localidades decidiram
pela extensão da greve. Em algumas delas, a paralisação entra no oitavo dia
seguido nesta terça-feira.
Estão em greve trabalhadores do Rio de
Janeiro, Brasília, Pernambuco, Florianópolis e Maranhão. Em Porto Alegre, Bahia
e Rio Grande do Norte as paralisações atingiram os bancos públicos. Há ainda
paralisações em Bauru (SP), Joinville (SC), Campina Grande (PB), Alagoas,
Sergipe, Piauí e indicativo de greve em Palmas (TO).
"Já estamos em
Campanha há quase dois meses, e, até agora, os banqueiros só apresentaram uma
proposta, que soou como provocação para a categoria. Voltamos a nos reunir com a
Fenaban nesta terça-feira e se nossas reivindicações não forem atendidas vamos à
greve partir desta quinta-feira, sem data para voltar ao trabalho", afirma
Vagner Freitas, presidente da Contraf, segundo divulgação da entidade.
Os
bancários reivindicam —além dos 7,05% de aumento mais a correção da inflação no
período, que totaliza 2,8%— Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 5% do
lucro líquido linear para todos, mais um salário bruto acrescido de R$ 1.500,
piso da categoria de R$ 1.500 (valor atual R$ 839,93) e outros
benefícios.
(Com informações do Valor Online, Agência Brasil, Contraf
e sindicatos dos bancários locais)
Fonte: Uol Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h18
[]
[envie esta mensagem]
ELEIÇÕES 2006
Conheça os funcionários do BB eleitos
O funcionalismo do Banco do Brasil vai ter representantes na Câmara dos Deputados, no Senado e nas Assembléias Legislativas de alguns estados brasileiros no mandato 2007/2010. Segundo levantamento feito pela Diretoria Parlamentar da ANABB, seis bancários foram eleitos como deputados federais, sete, deputados estaduais e um (1) como senador. Na eleição para governador, a bancária Ana Júlia (PT) vai disputar o governo do Pará em 2º turno.
Conheça os eleitos
Senador
Maranhão: Epitácio Cafeteira (PTB)

Deputado Federal
Ceará - José Pimentel (PT)

Distrito Federal: Augusto Carvalho (PPS)

Distrito Federal: Geraldo Magela (PT)

Rio Grande do Sul: Pompeo de Matos (PDT)

São Paulo: Ricardo Berzoini (PT)

Tocantins: José Santana (PT)

Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h54
[]
[envie esta mensagem]
ELEIÇÕES 2006
Conheça os funcionários do BB eleitos (2)
Deputado Estadual
Bahia: João Bomfim (PFL)

Ceará: Nelson Martins (PT)

Minas Gerais: Almir Paraca (PT)

Pernambuco: José Queiroz (PDT)
Obs. O filho do deputado José Queiroz, Wolney Queiroz, foi eleito Deputado Federal (PDT-PE)

Paraná: Tadeu Veneri (PT)

Rio Grande do Sul: Gilmar Sosselha (PDT)

São Paulo: Rafael Silva (PDT)

Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h54
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Bancários ampliam greve para 8 Estados e 6 capitais a
partir desta terça
A greve dos bancários será ampliada a partir desta terça-feira e deve atingir
oito Estados e seis capitais, além de cidades do interior.
O calendário
oficial do comando nacional dos bancários está mantido. A reunião de negociação
com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) acontece na tarde de hoje, a
assembléia nacional está marcada para amanhã e a greve geral, para
quinta-feira.
No entanto, alguns sindicatos discordam do calendário do
comando e iniciaram as assembléias que decidiram pela greve imediata e não a
partir de quinta.
A paralisação, que começou na quarta-feira da semana
passada, atingia nesta segunda cinco Estados e cinco capitais. Estão em greve as
agências dos Estados do Maranhão, Rio Grande do Norte, Bahia, Pernambuco e
Goiás. Também há bancários de braços cruzados nas capitais Rio de Janeiro (RJ),
Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Palmas (TO). No total, a
oposição bancário estima que cerca de 80 mil estão parados. A Contraf-CUT
(Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) não confirma o
número.
A partir desta terça devem parar os bancários de Alagoas,
Paraíba, Piauí e da capital mineira Belo Horizonte.
Em São Paulo, apenas
o sindicato de Bauru decidiu pela greve, seguida por parte dos bancários. Os
demais acompanham o calendário do comando nacional e aguardam a
negociação.
Para o presidente da Contraf-CUT, Vagner Freitas, a
mobilização nacional é importante para a greve e uma divisão interna na
categoria pode deixar os banqueiros "tranqüilos" na negociação. Para os
oposicionistas, a participação de São Paulo e dos demais Estados na greve já
deveria ter sido decidida.
Os bancários pedem reposição da inflação,
7,05% de aumento real e participação nos lucros. Os bancos oferecem 2%. A
Fenaban também propôs o pagamento de PLR de 80% do salário mais R$ 816 de parte
fixa. Nos bancos em que o lucro cresceu ao menos 25% neste ano, a PLR seria
acrescida ainda de R$ 500.
No ano passado, quando houve greve de seis
dias, os bancários receberam reajuste de 6% (1% de aumento real), mais R$ 1.700
de abono e PLR (participação nos lucros e resultados) mínima de 80% do salário
mais R$ 800.
Na última terça-feira, os bancários fizeram uma greve de 24
horas que parou 120 mil dos 400 mil bancários, segundo balanço da
Contraf-CUT.
A Fenaban foi procurada, mas não se manifestou até o
momento.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h34
[]
[envie esta mensagem]
CAMPANHA SALARIAL
Oposição à CUT quer negociar hoje reajuste com
bancários e bancos
Greve se amplia no país, apesar de comando defender paralisação
só quinta-feira
CLAUDIA ROLLI DA REPORTAGEM LOCAL
A oposição bancária, formada por sindicalistas independentes
do comando nacional de greve (ligados à CUT), quer participar hoje da negociação
entre representantes dos bancos e dos funcionários para discutir o impasse na
campanha salarial da categoria.
Até agora, as negociações ocorrem entre a Fenaban (federação que representa
os bancos) e o comando nacional, integrado por dirigentes da Contraf
(confederação que agrupa 140 sindicatos no país, a maior parte filiada à
CUT).
Na última reunião, na quarta-feira passada, a Fenaban propôs 2% de reajuste.
Os bancários pedem aumento real de 7,05%, além da inflação (estimada desde a
última data-base em 2,8%, segundo o INPC). Os bancos propuseram ainda
participação nos lucros de 80% do salário, mais R$ 816 fixos -e R$ 500 no caso
de o banco aumentar sua lucratividade em pelo menos 25% em relação a 2005.
A paralisação dos bancários tem se ampliado desde a semana passada em várias
regiões, apesar de o comando nacional defender greve por tempo indeterminado a
partir de quinta.
Na terça-feira passada, uma paralisação nacional de 24 horas teve adesão de
120 mil bancários do país. Desde então, algumas regiões decretaram greve por
tempo indeterminado.
Integrantes da Conlutas (ligados ao PSTU) e sindicalistas do PSOL, que fazem
parte do movimento nacional de oposição bancária, informam que a greve atinge
Rio, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Brasília, Rio Grande do Sul, Santa Catarina,
Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal e da cidade de Bauru (SP).
Podem parar a partir de hoje, segundo informam, funcionários dos bancos em
Belo Horizonte, Alagoas, Paraíba e Piauí.
A Contraf-CUT não faz estimativa da adesão.
Representantes de cinco sindicatos (MA, RN, BA, Bauru e Florianópolis,
regiões em greve desde a semana passada) se reuniram ontem para discutir a
participação da oposição nas negociações salariais.
Na semana passada, a Fenaban disse à Folha que não havia espaço para formar
nova bancada de negociação, além das existentes -com a CUT e com a Contec
(confederação com direito, pela legislação sindical, de representar bancários,
mas reúne a minoria deles).
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h36
[]
[envie esta mensagem]
Até domingo, rica programação de filmes no
CCBB
“Serras da Desordem”, de Andrea Tonacci é o filme que
abre o “Encontro com o Cinema Brasileiro”, do Centro Cultural Banco do Brasil
(CCBB) nesta terça-feira (3/10), às 19h. Com o tema “Cinema Cidadão”, a
programação vai até domingo (8/10) e traz títulos consagrados como “Cidade de
Deus”, de Fernando Meirelles.
O objetivo da mostra é o debate da figura do cidadão e sua
responsabilidade na construção da sociedade. Na terça, após o filme, o diretor
Andrea Tonacci fará um debate com o público. Seu filme retrata a história de um
índio que escapa de uma emboscada de fazendeiros e fica foragido durante 10
anos. Depois de capturado o índio tenta retomar a vida comum em sua aldeia, mas
encontra um ambiente bem diferente.
O documentário “Meninas”, de Sandra Werneck, retrata o cotidiano de
três adolescentes pobres que estão grávidas. Já em “Anjos do Sol”, de Rudi
Lagemann, o universo da prostituição infantil no Brasil é desvendado pela
história de uma menina de 12 anos que é vendida pelos pais. Além das obras
citadas, “Cinema Cidadão” ainda exibe “O Bicho Dá. O Bicho Toma”, de Beatriz
Thielmann, e “À Margem da Imagem”, de Evaldo
Mocarzel.
O CCBB é mantido pelo Banco do Brasil que é uma instituição parceira
e patrocinadora da Associação Viva o Centro.
Serviço
Centro Cultural Banco do Brasil Rua Álvares Penteado, 112, Centro Tel. (11) 3113-3651 3/10 a 8/10 R$ 4 ou R$ 2 (meia)
Fonte: Viva o Centro
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h33
[]
[envie esta mensagem]
CINEMA NO CCBB DE SÃO PAULO
Longa "Serra da Desordem" abre série no CCBB
O Encontro com o Cinema Brasileiro ganha nova edição no Centro Cultural Banco
do Brasil hoje, às 19h, com a exibição de "Serras da Desordem", seguido de
debate com o diretor Andrea Tonacci. Até domingo, a programação traz ainda
"Meninas", de Sandra Werneck, e "Anjos do Sol", de Rudi Lagemann, entre outros.
Os ingressos custam R$ 4. O CCBB fica na r. Álvares Penteado, 112, centro, SP,
tel. 0/xx/11/3113-3651.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h27
[]
[envie esta mensagem]
TRABALHO & RENDA
Estudo do Ipea diz que carga sobre salários é alta no
Brasil
Encargos sobre a folha de pagamento são quase a metade em outros
países da América Latina
Alexandro Martello, do G1, em Brasília
Estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Aplicadas (IPEA), órgão ligado ao
Ministério do Planejamento, conclui que a legislação trabalhista brasileira
impõe um custo excessivo para a contratação de trabalhadores com carteira
asssinada no Brasil. Segundo o documento, o custo de contratação no Brasil é de
26,8% o valor do salário pago, enquanto que, no caso dos outros países da
América Latina, este valor está em 15,9%, ou seja, quase a metade. O estudo foi
feito pelos pesquisadores Gabriel Ulyssea e Maurício Cortez Reis.
Entre os componentes que incidem sobre a folha de pagamento no Brasil estão:
férias, bônus anual, décimo terceiro salário, contribuição ao Fundo de Garantia
por Tempo de Serviço (FGTS), contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS), mais seguro contra acidentes e a contribuição para o Sistema S (Sesi,
Sesc e Senai, entre outros). O Imposto de Renda não foi incluído no cálculo. Com
estes componentes, sem o IR, a alíquota média sobre o salário brasileiro estaria
na faixa dos 27,5%, concluíram os pesquisadores do IPEA.
"Entretanto, alguns dos custos incluídos no cálculo desse indicador são
diretamente apropriados pelos trabalhadores e, direta ou indiretamente,
incorporados ao salário, como o adicional de 1/3 de férias e o FGTS. Outros
itens, porém, não são diretamente apropriados pelos trabalhadores ou a percepção
do benefício por parte destes é muito baixa, como é o caso da contribuição ao
INSS, ao Sistema S, ao salário-educação e ao seguro de acidentes", analisam os
pesquisadores.
O estudo do IPEA conclui que reduções nos encargos que incidem sobre os
salários teriam "efeitos significativos" sobre o grau de formalização dos
trabalhadores. Do mesmo modo, essas reduções contribuiriam para um "aumento do
nível de emprego e dos rendimentos". Caso a alíquota média que incide sobre os
salários caísse de 27,5% para 25%, por exemplo, o percentual de ocupados com
carteira subiria de 39,6% para 41,2% do total. Se a alíquota recuasse para,
respectivamente, 20% e 15%, o percentual de ocupados com carteira assinada
subiria para 44,6% e 46,3%. O estudo foi feito com base nos dados da Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada entre 1992 a 2003.
Fonte: G1
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h25
[]
[envie esta mensagem]
BB INTERNACIONAL
BB revisa estratégia de atuação para a AL
De Buenos Aires
O Banco do Brasil (BB) está revisando sua estratégia para
a América Latina. Com filiais na Venezuela, Peru, Bolívia, Chile e Paraguai,
além da Argentina (a do Uruguai está em processo de fechamento), a intenção é
"aumentar os negócios com outros bancos, com objetivo de aumentar o volume de
negócios com as empresas da região", explicou Alexandre Cardoso, gerente geral e
principal executivo do BB em Buenos Aires.
O BB espera ampliar a capacidade de captação de recursos interbancários na
região, através de acordos para operações de derivativos, linhas comerciais e
linhas de crédito alinhadas com a estratégia do governo brasileiro para
estimular o comércio exterior e investimentos. A revisão estratégica está em
análise em Brasília e deve ser concluída no início de 2007.
A operação argentina do banco já tinha passado por uma reestruturação depois
da crise de 2001. Focado em negócios corporativos, até aquele ano, o BB
trabalhava com qualquer empresa argentina ou brasileira desde que apresentassem
um limite mínimo de faturamento. A partir de 2003 passou a trabalhar apenas com
empresas brasileiras ou multinacionais que sejam clientes do banco no Brasil.
"Fizemos uma depuração da base de clientes", diz Cardoso, que não revela qual
foi o prejuízo do BB com a crise argentina. O BB não está constituído como banco
na Argentina, mas como uma sucursal de um banco estrangeiro, o que limita muito
sua atuação. A grande maioria de seus 1,1 mil clientes são pessoas jurídicas,
sendo que 60% são empresas brasileiras ou multinacionais instaladas no Brasil e
40% argentinas que mantém negócios com o Brasil.
Não tem rede de agências e as poucas pessoas físicas que atende são
funcionários das empresas-clientes, funcionários públicos do governo brasileiro,
aposentados e turistas. Ainda assim, só abre contas correntes para movimentos
acima de US$ 3 mil mensais e não pode oferecer cartões de crédito para estas
pessoas. Ocupa três andares de um enorme edifício de 22 andares na Av.
Sarmiento, bem no centro da capital portenha, que foi construído no fim dos anos
70 quando desembarcou na Argentina por força de um decreto presidencial,
resultado de um acordo entre os dois governos. Os 55 funcionários da instituição
ocupam os três primeiros andares e os demais são alugados.
A partir de 2005, o banco começou um programa de financiamento de exportações
de empresas argentinas que vendem ao Brasil, dentro do programa de substituição
de importações do governo brasileiro - que visa estimular a compra de produtos
produzidos no Mercosul. Nesse caso, o banco assume o risco do importador
brasileiro.
Os recursos emprestados pela sucursal argentina do BB são limitados ao
capital próprio do banco, de US$ 20 milhões, enquanto operações estruturadas
envolvendo crédito, assessoria e emissão de títulos utiliza o capital do banco e
sua estrutura de captação no exterior, a partir da matriz em Brasília. "Nossa
exposição é muito maior que o valor do capital", acrescenta Cardoso. "Nosso
conceito é de trabalho de nicho, concentrado em duas linhas de negócios:
assistência creditícia e financiamento e serviços de comércio exterior como
emissão de cobranças e cartas de crédito", define Cardoso.
Segundo ele, o volume de negócios vem crescendo junto com a expansão das
empresas brasileiras para o exterior. "Esse processo (de internacionalização),
que já vinha se consolidando, se acentuou a partir de 2003 e aqui algumas
empresas que haviam saído por causa da crise começaram a voltar e reconquistar
mercado." (JR)
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h53
[]
[envie esta mensagem]
PARCERIA ESTRATÉGICA
BB e Localiza fecham parceria
Maria Christina Carvalho
 Banco vai fornecer crédito para a venda de usados da locadora. Mattar
(à esquerda), presidente da Localiza, e Maranhão, presidente do BB: acordo
pode girar R$ 125 milhões no primeiro ano.
O Banco do Brasil (BB) e a Localiza
assinaram, sexta-feira, um acordo pelo qual o BB será o financiador exclusivo
dos automóveis seminovos vendidos ao público pela empresa de locação ao renovar
a frota de 40 mil veículos. A expectativa é que o acordo resulte em R$ 125
milhões em financiamentos no primeiro ano, além de propiciar a venda de seguros
outros produtos financeiros.
O acordo será um trampolim para o BB mergulhar no cobiçado mercado de
financiamento de veículos, modalidade de crédito para pessoa física que mais
cresce depois do consignado. Nos doze meses terminados em junho, o saldo do
financiamento de veículos no mercado cresceu 33,9% para R$ 60,3 bilhões, ficando
atrás só do crédito consignado, que aumentou 52,1%%. O mercado é dominado pelos
bancos ABN AMRO Real, Votorantim,
Bradesco e Itaú.
O BB entrou nesse disputado mercado em março e a carteira já triplicou,
atingindo agora R$ 650 milhões. Mas, o volume é muito pequeno perto do total do
mercado e dos R$ 20,5 bilhões em crédito de varejo que o banco possuía em junho.
O presidente do BB, Rossano Maranhão, acredita que pode replicar a
experiência do banco no consignado no financiamento de automóveis. O BB tinha R$
2,5 bilhões aplicados no consignado em junho de 2005 e saltou para R$ 6 bilhões
em junho deste ano. E conta com o acordo para isso: "A Localiza tem 18% do
mercado brasileiro de locação de veículos. Financiar veículos é uma das
prioridades do banco. A parceria vai acelerar a taxa de crescimento da nossa
carteira", afirmou ao Valor.
A Localiza também tem muita expectativa em relação ao acordo. "A parceria vai
contribuir para a nossa colocação estratégica no mercado de seminovos", disse o
presidente do grupo Localiza, Salim Mattar.
Fundada em 1973, com uma frota de seis fuscas usados e financiados, a
Localiza é hoje líder do mercado nacional, com 310 agências de aluguel de
automóveis, 117 próprias e 193 franqueadas.Opera também em nove países da
América Latina. No ano passado, a empresa comprou 26 mil veículos e vendeu 18,7
mil. No primeiro semestre deste ano, 12 mil foram comprados e 10 mil vendidos.
A renovação da frota é constante. Após um prazo médio de 12 meses, os
veículos são postos à venda. A revenda virou um negócio, tocado pela Seminovos
Localiza, que tem 26 lojas e vende 79% dos veículos usados ao consumidor final.
Uma boa operação de revenda é estratégica, disse o diretor de finanças e
relações com os investidores, Roberto Antonio Mendes, porque influi nos custos
de depreciação, influindo na competitividade.
A Localiza resolveu então fazer uma concorrência, organizada pelo
Banco Pactual e com assessoria jurídica do escritório
Pinheiro Neto. Participou um número não revelado de bancos e o BB ofereceu as
melhores condições financeiras, também não discriminadas. O processo levou cerca
de três meses.
O acordo vai durar 10 anos e estará funcionando até janeiro. Com ele, disse
Maranhão, o BB adota uma metodologia de avaliação de risco diferente, não mais
baseada em cadastro mas sim em "behaviour score", técnica adequada às operações
com quem não é correntista do banco.
Anteriormente, o BB fechou acordos de parceria com as empresas de varejo
Hi Happy, Bistek, Lojas
Maia, Tecnomania e
Todeschini.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h51
[]
[envie esta mensagem]
BATUQUE NO CCBB
Barbatuques abre projeto Lé com Cré no CCBB
O grupo de percussão corporal Barbatuques se apresenta amanhã, às 13h e às 19h30, ao lado da violinista Badi Assad no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O show marca a abertura do projeto Lé com Cré, que trará todas as terças de outubro espetáculos marcados pela união entre os universos infantil e adulto. Ingressos de R$ 3 a R$ 6 (r. Álvares Penteado, 112, SP, tel. 0/xx/11/3113-3651).
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h29
[]
[envie esta mensagem]
A FARRA DOS BANCOS
Bancos brasileiros têm ganho maior na
AL
Setor tem retorno projetado de 53,1% para 2007, mais que o dobro
do de bancos mexicanos, diz estudo do Bear Stearns
JP Morgan
considera positiva a perspectiva para banco brasileiro; segundo relatório, setor
se beneficia de taxas comparativamente altas
MARIA CRISTINA
FRIAS DA REPORTAGEM LOCAL
Bancos
brasileiros têm uma expectativa de retorno bem maior que instituições
financeiras no México, no Chile e na Colômbia, segundo analistas
estrangeiros.
Um estudo do Bear Stearns estima para o final do ano que vem um retorno total
de 53,1% do setor bancário brasileiro, mais que o dobro do projetado para o
setor bancário mexicano, que é de 24,1%.
A comparação com outros países latino-americanos é vantajosa para o Brasil: a
projeção para bancos na Colômbia é de 27,8%, e no Chile, o retorno esperado é de
12,1%.
O interesse de investidores estrangeiros no setor é uma boa notícia para a
Bolsa em tempos de muita incerteza em relação a commodities.
"Quando virar o ano, e olharem para as commodities, investidores verão com a
comparação que as perspectivas para os bancos são muito boas", diz Luiz Antonio
Vaz das Neves, diretor de pesquisa da Planner.
O relatório do Bear Stearns considera em sua análise os três maiores bancos
privados brasileiros, Bradesco, Itaú e Unibanco. A Argentina não entrou no
estudo.
Outro banco estrangeiro, o JP Morgan, considera positiva a perspectiva para
bancos brasileiros. O setor, de acordo com relatório divulgado na semana
passada, tem "fortes fundamentos" e "se beneficia de taxas comparativamente
altas".
Com relação a riscos para os lucros dos bancos no Brasil, o JP inclui "revés
no atual ciclo de redução de juros, deterioração na qualidade dos ativos e
competição mais agressiva".
Bancos brasileiros Embora os dois
principais bancos privados brasileiros, Bradesco e Itaú, tenham projeções de
lucros bem semelhantes, o segundo é levemente beneficiado pela análise de alguns
analistas. Um exemplo, na projeção do ROE ("Return on Equity", rentabilidade
sobre o patrimônio), o Itaú tem 33% e o Bradesco, 32%, segundo o cálculo do Bear
Stearns.
Para analistas, o banco tem um histórico de rentabilidade maior, se
considerado período mais longo, a partir de 2001.
"O Itaú tem um ROE mais elevado porque é um banco mais rentável, daí os
múltiplos serem maiores. Nos últimos dois anos, com a rentabilidade do Bradesco
se aproximando da do Itaú, a diferença entre os múltiplos vem se estreitando",
diz um dos autores do relatório, Paulo Ribeiro, analista para o setor na América
Latina.
"O Bradesco deu um salto de rentabilidade e colhe frutos do investimento
pesado feito na concessão de crédito", diz Rafaela Quintanilha, da corretora
Ágora, que faz projeções muito próximas às do banco estrangeiro para os líderes
do setor bancário privado no Brasil.
O estudo do Bear Stearns salienta que há desconto de 10% nos números
projetados para o Unibanco pelo fato de a instituição não dar aos detentores de
ações preferenciais do banco "tag along" -extensão do prêmio de controle a
minoritários.
A taxa de desconto pelo risco soberano usada pelo Bear Stearns para cálculo
de projeções de bancos no Brasil é maior que a empregada a instituições da
Colômbia, o dobro da do México e três vezes a do Chile. O prêmio de risco
soberano para o Brasil é 3%, para a Colômbia, 2%, para o México, 1,5% e, para o
Chile, 1%.
"Há uma relação desse desconto com o risco-país. O do Brasil ainda é maior
que o dos outros países mencionados", lembra Vaz das Neves.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h26
[]
[envie esta mensagem]
O BB SOB SUSPEITA
MP do Paraná examina operação do
BB
Banco quita por fração a dívida de um agronegócio familiar de
deputado do PP; advogado do grupo nega
irregularidade
Denúncia foi de ex-mulher de sócio do
Grupo Sperafico, que se diz chantageada; Banco do Brasil considera que o acordo
foi vantajoso
JOSÉ MASCHIO DA AGÊNCIA FOLHA, EM TOLEDO
O Ministério Público do Paraná em Toledo (oeste do Estado)
recebeu denúncia, com pedido de providências, contra acordo homologado em março
de 2005 entre o Banco do Brasil e o Grupo Sperafico. Na denúncia, a empresária
Hosana Maria Conti, ex-mulher de um dos sócios do grupo, afirma que uma dívida
de R$ 780 milhões com o banco foi saldada por apenas R$ 29 milhões.
O advogado Sérgio Canan, que representou o Grupo Sperafico no acordo, disse
que não houve irregularidades na homologação. "Acabou sendo melhor para o banco,
pois já havíamos ganho ações principais contra ele, como o fato de [o Banco do
Brasil] não poder cobrar juro capitalizado, como queria."
O Ministério Público em Toledo não forneceu detalhes sobre o pedido de
providências. Informou apenas que o procedimento está sob sigilo. A 3ª
Promotoria Cível de Toledo informou ainda que enviou pedidos de informações à
presidência do Banco do Brasil e notificação à Procuradoria Geral de República,
à Procuradoria Geral do Estado do Paraná, à Receita Federal e ao TCU (Tribunal
de Contas da União).
Hosana Conti diz que uma procuração que deu ao grupo em 1993 foi usada na
homologação do acordo "como se fosse para esse fim". Separada de Itacir
Sperafico, ela -que aparecia como avalista em várias operações- afirma que,
"pela evidência de fraudes no acordo", não quis assiná-lo.
O Grupo Sperafico, com atuação em agronegócios no Paraná, em Mato Grosso do
Sul e em Mato Grosso, controla agroindústrias e fazendas de soja e milho nos
três Estados e é dirigido pelos irmãos Levino, Itacir e Dilso Sperafico. Este
último foi deputado federal pelo PSDB do Mato Grosso na legislatura 1995/99.
Outro irmão, o deputado federal Dilceu Sperafico (PP-PR), aparece como um dos
executados em 13 ações que o BB movia contra o grupo. Nas ações ele consta como
avalista ou com bens hipotecados.
O banco não informou o montante da dívida do grupo quando houve o acordo, sob
a alegação de sigilo bancário. Mas admitiu que a dívida do grupo seria 22% do
valor denunciado por Hosana Conti -ou seja, R$ 171,6 milhões. Bens hipotecados
pelo grupo somavam, em 1995, R$ 129 milhões (em valores da época).
No acordo, do qual a Folha obteve cópia, são declaradas extintas 13 ações de
execução que o Banco do Brasil movia contra o grupo desde 1995, nas comarcas de
Toledo (PR) e Amambai (MS).
Para isso, o Banco do Brasil aceitou receber R$ 29 milhões. O grupo ficou
responsável ainda pelo pagamento de R$ 1,2 milhão para a cobertura dos
honorários de advogados.
O advogado de Hosana Conti, Paulo Henrique Exposto Sanches Vargas, questiona
o fato de o acordo nominar as ações de execuções judiciais sem, no entanto,
especificar de quanto era a dívida do grupo.
Hosana Conti diz que resolveu denunciar o acordo e entregar documentos ao
Ministério Público depois que se sentiu "chantageada". Ela teria que receber R$
1 milhão, após acerto de separação judicial, e os advogados do grupo Sperafico
condicionaram o pagamento à assinatura do acordo que estava para ser homologado
na 1ª Vara Cível de Toledo.
Outro lado O advogado Sérgio Canan
confirmou que Hosana Conti não quis assinar o acordo, "mas ela recebeu o
dinheiro da separação corretamente, e não houve pressão para que assinasse
condicionando pagamento para ela. Isso não existiu", disse.
Para o advogado, o fato de Dilceu Sperafico ser deputado só atrapalhou a
negociação. "Só saiu acordo depois que o Banco do Brasil perdeu as ações
principais", disse. Dilceu Sperafico, para quem sua condição de político
"certamente" atrapalhou, afirmou dever "cerca" de R$ 400 mil ao banco.
O gerente executivo da Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais do
Banco do Brasil, Ciomar Farias, disse que, em razão do elevado endividamento do
grupo, o acordo foi um caminho melhor do que uma lenta demanda judicial. Segundo
ele, as operações de 1995 com o grupo foram alvo de auditoria interna, que as
considerou "boa prática bancária".
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h06
[]
[envie esta mensagem]
A TIRA DO DIA
De Allan Sieber, na Folha de S. Paulo:
Preto no Branco

Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h23
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|