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BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo)


REFORMA TRABALHISTA

Da coluna Holofote na revista Veja:

Reformas na gaveta

O presidente do PT, Ricardo Berzoini, deu um banho de água fria em um grupo de banqueiros durante um jantar promovido pelo cientista político Murillo de Aragão. Berzoini disse que o governo Lula não patrocinará as reformas trabalhista e da Previdência, porque, a seu ver, elas teriam um custo político muito alto. Insistir nas reformas, afirmou, é "fetiche". Ele acha que o país crescerá apenas com mudanças microeconômicas. Também admitiu que o PT pode apoiar um candidato de outro partido em 2010.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h01
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GRAU DE INVESTIMENTO

Da coluna Mercado Aberto, na Folha e S. Paulo:

Risco

Os títulos de longo prazo em moeda estrangeira do Banco do Brasil conquistaram o "investiment grade", com classificação Baa3. A Moody's também elevou o rating dos depósitos de longo e curto prazo em moeda local e de longo prazo em moeda estrangeira do BB. Os depósitos de longo prazo em moeda estrangeira do banco passaram de B1 para Ba3, enquanto os depósitos de longo e curto prazo em moeda local receberam o rating A1/Prime-1 em substituição a A3/Prime-2.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h44
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A FARRA DOS BANCOS

Banco ganha benefício antes de mutuário

Com novo pacote, custo de captação de recursos para empréstimos cairá, mas redução não deve ser repassada de imediato a clientes

Prestação fixa para imóvel é vista como mais segura para os bancos; associação de mutuários prevê que o crédito continuará caro


SHEILA D"AMORIM
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Enquanto, por um lado, o pacote habitacional anunciado pelo governo na última semana diminuiu o risco e reduzirá imediatamente o custo dos bancos para financiar a compra da casa própria, por outro, o mutuário ainda deverá esperar até que a concorrência gere juros menores do que os atuais.

Com a permissão do governo para fazerem empréstimos com taxas fixas dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), os bancos reduzirão, já na largada, o custo de captação dos recursos que são repassados aos clientes nesse tipo de operação de algo entre 14% ao ano e 15% ao ano para perto de 8% ao ano.

Isso porque, em vez de utilizar nesses empréstimos dinheiro captado no próprio mercado, que custa mais caro, eles poderão fazer essas transações com recursos da caderneta de poupança, que rendem um pouco mais de 8% ao ano (6% ao ano mais a variação da TR).

Como a taxa cobrada do cliente deverá ficar, pelo menos inicialmente, no mesmo patamar da que vinha sendo praticada nos empréstimos normais do SFH, entre 14% e 15% ao ano (equivalente à variação da TR mais juros de 12% ao ano), essas operações serão bem mais lucrativas para os bancos do que os empréstimos com prestações fixas feitos até agora.

Apesar das taxas maiores -entre 18% ao ano e 19% ao ano-, os financiamentos habitacionais atuais com parcelas prefixadas rendem menos para os bancos porque a demanda é baixa e a margem de lucro também.

Seguro
Além de pagar caro para captar o dinheiro no mercado financeiro, o risco do descasamento entre os juros de mercado e o embutido no contrato obriga as instituições financeiras a fazerem seguro, já que os contratos habitacionais são de longo prazo.

Isso reduzia a margem de lucro dos bancos nessas operações, que eram oferecidas por poucas instituições. Segundo Osvaldo Correa Fonseca, diretor da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), cerca de 2,8% da taxa final era apenas para garantir a proteção desse descasamento.

Com isso, um banco que captasse dinheiro a 14% ao ano e emprestasse a 18% ao ano, ficava com apenas 1,2 ponto percentual para acomodar os outros custos e o seu lucro com a operação.

Agora, além de minimizar esse risco, já que os financiamentos serão baseados na TR e, portanto, não terão o impacto integral de uma alta dos juros de mercado, os bancos têm mais garantia, podendo descontar as prestações diretamente na folha de pagamento, e uma margem de lucro bem maior.

Considerando o banco que aplicar a 14% ao ano, terá seis pontos percentuais para cobrir custos bem menores e um lucro maior. Por outro lado, o consumidor que se recusava a pegar um empréstimo a 18% ao ano ou 19% ao ano, continuará com a mesma opção do SFH, com o custo de TR mais 12% ao ano (cerca de 14% ao ano).

"O novo modelo é mais seguro para o banco. O risco de oscilação é apenas o do diferencial da poupança. Com isso, cada banco vai criar seu produto, e as instituições não vão querer perder mercado", diz Fonseca. Ele argumenta que a concorrência fará a taxa cair.

"O financiamento habitacional continuará caro", afirma o advogado Cleiton Pena Araújo, diretor-adjunto da Asmut (Associação dos Mutuários e Consumidores de Imóveis). Segundo ele, o interessante no primeiro momento é ter uma prestação fixa.

"Não é porque é fixa que o consumidor vai aceitar pagar o olho da cara", afirma. Portanto, recomenda, é preciso ter muito cuidado.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h43
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MÚSICA NO CCBB DE BRASÍLIA

Passeio pelos ritmos cubanos

As músicas que marcam os ritmos cubanos chegam à Brasília com a série Música de Cuba, como parte da programação da exposição Arte de Cuba, no CCBB. Os cubanos se orgulham de sua música local criada com a mistura de toques europeus somados aos 15 milhões de negros desembarcados no Caribe entre os séculos 16 e 19. Enraizada na cultura, a música é parte da alma do povo cubano e seus ricos estilos que incluem rumba, mambo, chá-chá-chá, conga, salsa, bolero e outras inúmeras possibilidades.

No sábado 16, sobe ao palco o grupo Cuba Jazz Plus, com todo o seu virtuosismo jazzístico influenciado pelos contextos culturais cubanos. O grupo é formado por Dafnis Prieto (bateria), Yosvany Terry (sax), Yaniel Matos (piano), Julio Padrón (trompete) e Yunior Terry (contrabaixo). O repertório se baseia nas composições dos próprios músicos que revelam as influências de suas experiências e as raízes da formação de cada integrante.

No domingo 17, o grupo Cuba Clássica – Mahe Ensemble apresenta o lado erudito cubano, pouco conhecido pelo público em geral. Interpretações clássicas refletem a versatilidade de compositores como Lecuona, Saumell, M. Vitier e Paquito de Rivera.

A série Música de Cuba acontece sábado, às 21h e domingo, às 20h, no Centro Cultural Banco do Brasil (Setor de Clubes Sul, trecho 2). Ingressos a R$ 15 e R$ 7,50 (meia).
 
Fonte: ComuniWeb


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h39
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CAMPANHA SALARIAL NO RIO GRANDE DO SUL

Bancários retardam abertura de agências do BB em Pelotas

Os funcionários das seis agências do Banco do Brasil em Pelotas paralisaram durante toda a manhã (até as 12h) e fizeram manifestação em frente à agência central. A mobilização fez parte do calendário de lutas da categoria e seguiu os mesmos moldes da paralisação ocorrida no Banrisul na terça-feira. "Assim como em anos anteriores, os bancários de Pelotas estão dando demonstração de força e organização nesta Campanha Salarial", disse o diretor do Sindicato dos Bancários, André Amaral.

A adesão de praticamente todos os funcionários do Banco do Brasil do município reflete o estado geral de indignação da categoria com a direção do banco e com a Fenaban, que até agora não apresentaram nenhuma contraproposta e estão dificultando as negociações. "Vamos seguir fazendo manifestações e esperamos que os bancários de todo o país façam o mesmo, pois parece que os banqueiros só entendem a linguagem da pressão", disse Amaral.

Durante a manifestação de hoje os diretores do sindicato e os funcionários do BB conversaram com clientes e usuários, explicando os motivos da paralisação demonstrando a intransigência da direção da instituição e da Fenaban.

São Paulo - As atividades da Campanha Nacional dos bancários continuaram nesta sexta-feira, dia 15, quando acontece, às 14h, mais uma rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para discutir as cláusulas econômicas da minuta.

A região escolhida para as manifestações na manhã desta sexta foi a zona Oeste da cidade. As atividades, que começaram nas primeiras horas da manhã e só terminaram ao meio dia, envolveram 28 agências do Banco do Brasil, Caixa Federal, Bradesco, Unibanco e Itaú no centro de Osasco, Jaguaré, Km 18 e Vila Yara, entre outros bairros da região.

A intenção é cobrar dos banqueiros que essa não seja mais uma negociação vazia, como as anteriores, que poucos avanços trouxeram na discussão das reivindicações da categoria.

Fonte: Bancnet



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h34
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CAMPANHA SALARIAL NA PARAÍBA

Bancários fazem protesto e fecham agência do BB na Capital

foto_mancheteOs bancários fecharam nesta sexta-feira, dia 15, a agência do Banco do Brasil da Praça 1817, no Centro de João Pessoa. A mobilização faz parte da estratégia da categoria para pressionar os bancos a negociarem um reajuste salarial. A categoria promete realizar novos bloqueios de agências.

Nesta quinta-feira, dia 14, os bancários já hviam fechado agência do Banco Itaú, na Duque de Caxias, Centro da Capital, durante duas horas. Até os caixas eletrônicos ficaram inacessíveis para os clientes. A mobilização de advertência faz parte da determinação do Comando Nacional da categoria. O objetivo é pressionar banqueiros e Governo Federal para apresentar contraproposta de reajuste salarial. Os trabalhadores já têm um indicativo de greve para o dia 29 deste mês.

O diretor de Comunicação do Sindicato dos Empregados e Estabelecimentos Bancários da Paraíba (Seeb-PB), Marcelo Alves, nenhuma contraproposta concreta foi apresentada pela classe patronal.

Os bancários pedem reajuste de aproximadamente 10,5% no total. Deste percentual, 7,05% é referente ao crescimento do setor entre primeiro de setembro a 31 de agosto. O restante do índice está relacionado às perdas com a inflação do mesmo período.

A categoria reivindica ainda o direito à Participação nos Lucros e Resultados (PLR). O valor a ser repassado para a classe seria correspondente a 5% do PLR dividido de forma linear para todos os bancários. A quantia seria acrescentada ao salário bruto.

Na próxima terça-feira, 19, os bancários se reúnem em São Paulo para definir os rumos da campanha salarial e definir se mantém ou não o indicativo de greve, por tempo indeterminado, previsto para o dia 29 deste mês.

Fonte: O Norte Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h29
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NÃO VOTE

NÃO VOTE EM MENSALEIROS, VAMPIROS E SANGUESSUGAS



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h52
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Mittal e a custosa batalha no Brasil

Sarah Laitner, Jonathan Wheatley e Peter Marsh

Quando Arcelor e Mittal, depois de cinco meses de ferrenhas disputas, finalmente acertaram acordo de fusão de 26,9 bilhões de euros em junho, devem ter torcido para que não fossem incomodadas no processo de criação da nova empresa. Em vez disso, agora se deparam com um confronto sobre a rentável divisão da Arcelor no Brasil.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador do mercado financeiro no Brasil, ordenou que a Mittal faça uma oferta pública para os acionistas minoritários da divisão. A decisão poderia custar à Mittal cerca de US$ 5 bilhões adicionais, segundo cálculos de um acionista da subsidiária com sede em São Paulo.

A decisão da CVM ressalta a complexidade da tarefa de completar a oferta da Mittal pela rival, que começou hostil, sem a aprovação da direção da Arcelor, mas acabou tornando-se amigável. As duas siderúrgicas combinadas produzirão 10% do aço mundial.

Depois de ter superado a resistência à oferta por parte de políticos europeus e da direção da Arcelor, a Mittal inicia agora o processo para formar o novo grupo, a ser chamado Arcelor Mittal.

Para isso, precisará resolver a questão da Arcelor Brasil, na qual a Arcelor detém 66% do capital. A subsidiária brasileira, com valor de mercado de US$ 11,5 bilhões, é negociada na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e gera mais de 30% dos lucros da Arcelor. Em 1º de agosto, a CVM determinou que a Mittal precisa fazer uma oferta pública pela divisão por ter assumido "poder de controle indireto" sobre a Arcelor Brasil.

Frente à perspectiva de ter de fazer um pagamento multibilionário, a Mittal argumenta que o acordo com a Arcelor foi uma fusão e não uma aquisição, portanto, não resultou em mudança de controle na unidade brasileira.

"Está no interesse dos acionistas manter sua participação na empresa (a subsidiária brasileira), para que continue a ser uma empresa aberta, listada no Brasil", afirmou o presidente do conselho de administração e principal acionista da Mittal, Lakshmi Mittal, em entrevista ao "Financial Times". "A empresa tem um futuro muito bom e será uma forte participante na indústria siderúrgica em toda América do Sul. Estamos comprometidos a investir muitos bilhões de dólares nestas operações nos próximos anos."

O cenário é completado pelos argumentos de dois importantes acionistas da Arcelor Brasil, de que seu estatuto exige que a Mittal lhes conceda as mesmas condições oferecidas à Arcelor. Os acionistas da Arcelor receberam ágio de 82% sobre o valor de suas ações.

"Acreditamos que estamos absolutamente qualificados aos mesmos 82% de ágio que os acionistas da Arcelor receberam, o que nos dá direito a um preço obrigatório de R$ 53 por ação", afirmou Chris Hohn, do The Children's Investment Fund, dos Estados Unidos.

O fundo de hedge londrino TCI informou ter participação "significativa" na Arcelor Brasil, adquirida depois do anúncio da oferta da Mittal pela Arcelor em janeiro. O fundo calcula que, com um prêmio de 82%, a Mittal teria de pagar um total de US$ 5,4 bilhões aos acionistas minoritários.

O TCI foi um dos investidores "rebeldes" na Deutsche Börse e foi fundamental na revolta que tirou Werner Seifert do cargo de executivo-chefe da controladora da bolsa alemã. O fundo de investimentos brasileiro Dynamo também pressiona pela obrigatoriedade da oferta aos minoritários com as mesmas condições oferecidas aos acionistas da Arcelor. O fundo informa possuir cerca de 1% das ações, sendo que adquiriu a maior parte antes da oferta pela Arcelor feita em janeiro.

Os próximos passos dependem da CVM. A decisão, tomada por sua área técnica, foi sustentada pela mesma divisão em 29 de agosto. A Mittal apelou e o caso será avaliado pela direção da CVM. Não foi fixada data para uma decisão final, embora seja esperada para breve. O órgão teria de aprovar o preço no caso de uma oferta obrigatória.

A CVM vem prestando atenção particular à governança corporativa no mandato de seu presidente Marcelo Trindade, no cargo desde junho de 2004. Essa postura foi reforçada pelas exigências da lei Sarbanes-Oxley - muitas empresas brasileiras são listadas na Bolsa de de Nova York, por meio de American Depositary Receipts (ADRs).

Dentro dos esforços para defender sua posição, no mês passado Mittal visitou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Trindade, durante excursão por instalações da empresa no país.

Mittal, que será o presidente do novo grupo, também se reuniu com dois dos principais acionistas minoritários da Arcelor Brasil, o fundo de pensão Previ, do Banco do Brasil, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A Previ tem 4,61% de ações da Arcelor, avaliadas em R$ 988 milhões, e pediu à CVM para que mantenha as decisões anteriores.

A Mittal ainda poderia apelar nos tribunais brasileiros, ampliando ainda mais à tórrida saga da onda de fusões do setor siderúrgico.

Fonte: Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h55
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ELEIÇÕES 2006

TSE nega registro a funcionário do BB que não cumpriu desincompatibilização

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou que funcionários de economia mista que queiram se candidatar nas eleições devem se afastar dos cargos até três meses antes da data da votação.

Com a decisão, o TSE manteve a negativa de registro de candidatura de Cleone José Garcia, escriturário do Banco do Brasil que pretendia concorrer a uma vaga de deputado no Distrito Federal pelo PSB.

O TSE rejeitou o recurso do escriturário no qual ele alegava ter se afastado do cargo que ocupa no Banco do Brasil no dia 6 de julho, cinco dias depois do prazo final para a desincompatibilização dos candidatos.

O candidato também alegava que a legislação sobre desincompatibilização não atingiria funcionários de empresas de economia mista, caso do Banco do Brasil.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h11
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NATAÇÃO

AABB/Rio Branco confirma participação no Regional

Manoel Façanha

RIO BRANCO, AC - Nem mesmo o fator financeiro foi motivo suficiente para a equipe bancária da Associação Atlética Banco do Brasil anunciar sua desistência da Copa Regional de Natação, a ser realizada neste fim de semana, na cidade de Porto Velho (RO).
 
O técnico Hélio Guimarães afirmou que o torneio, além de ser importante para o intercâmbio entre a natação dos dois estados, também diz respeito a uma retribuição aos clubes rondonienses que se fizeram presente à disputa da Copa Amazônica de Natação, evento realizado mês passado na cidade de Rio Branco.
 
A grande baixa do time bancário diz respeito à não-participação da nadadora Alecssandra Camargo – terceira melhor atleta do país na categoria Infantil I na prova dos 50m livres. A nadadora vai priorizar sua participação na disputa do Centro-Oeste, torneio que será disputado na próxima semana na cidade de Goiânia (GO).
 
Com a ausência de Alecssandra Camargo, a tendência é que os atletas Adão Barreto e Thais Fontes também acabem conquistando seu espaço. Uma delegação com cerca de 30 nadadores da equipe bancária devem seguir em ônibus particular a capital rondoniense.
 
Fonte: Notícias da Hora


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h09
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FUTEBOL DE SALÃO

AABB/Patos está na fase final da Taça Brasil

ERIK OLIVEIRA

Os atletas de futsal da AABB de Patos voltaram Bahia trazendo na bagagem a classificação para a fase final da 24ª Taça Brasil de Clubes Sub-20. No próximo dia 18, os garotos patoenses viajam para Betim (MG), onde será disputada a próxima fase da competição.

A equipe sertaneja está no Grupo G e terá pela frente Atlético Mineiro (sediante), Grajaú Country Club-RJ (2º colocado do Grupo B), Malwee/Jaraguá-SC (1º, do A), Mace/Uniderp-MS (2º, do C), Alecrim-MA (1º, do D) e Atlético Bahia Clube-AM (1°, do F-1). 

A vaga foi conquistada pelos paraibanos na manhã do domingo passado, quando o time do treinador Josival de Sousa goleou o Sergal/Colégio Intensivo-AL por 9 a 3, na Sede de Praia Paulo Maracajá, em Salvador. O resultado deixou a AABB na segunda colocação da Eliminatória E com nove pontos – a PMPE–PE ficou em primeiro lugar na chave com 12 pontos. 

Segundo o presidente da AABB de Patos, Pedro Romero, um dos destaques do time foi o atleta Gutembergue. Gutinho, como é conhecido, marcou sete vezes na goleada de 9 a 3 sobre o time alagoano. Jeferson fez os outros dois gols para a equipe. 

“Nosso time representou muito bem a Paraíba. Estamos todos muito felizes com isso. Agora os jogadores vão descansar um pouco para retomar os treinos ainda mais empolgados. Já estamos até pensando em marcar novos amistosos”, afirmou. 

Para o presidente da Federação Paraibana de Futebol de Salão, o resultado do time patoense comprovou que o Estado tem bons times também na região do Sertão. 

“Foi muito importante essa campanha da AABB, para mostrar o trabalho de interiorização do futsal paraibano. Vamos atrás desse título”, disse Geraldo Magela.

Fonte: Jornal da Paraíba



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h06
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O BB & O CRÉDITO RURAL

BB diminui exigências para liberar crédito rural

Banco vai rever produtividade baixa obtida por produtor nos anos de crise

Novas medidas passam a vigorar a partir do dia 25 e contemplam produtor que faz hedge, seguro, Proagro e já trabalha com o banco

MAURO ZAFALON
DA REDAÇÃO

Após a forte crise na agricultura, o governo conseguiu colocar à disposição dos produtores um volume de recursos bem superior ao dos anos anteriores. Mas esse dinheiro poderia não chegar ao bolso dos agricultores nesta safra 2006/7 se fossem mantidas as exigências do sistema de análise da capacidade de pagamento aplicadas nos anos anteriores para a liberação de crédito.

Os projetos atuais de financiamento que estão sendo encaminhados para o Banco do Brasil ainda são analisados conforme a capacidade de pagamento dos produtores seguindo as regras de anos anteriores. E muitos são rejeitados.

Com a quebra de safra, a produtividade média é menor e, em alguns regiões, mostra-se inferior ao patamar exigido para o produtor obter o financiamento no banco.

Rogério Pio, gerente-executivo da Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil, diz que a instituição já percebeu essa situação e que o sistema de financiamento está sendo adequado à nova realidade, considerando as quebras de safras.

Esse sistema de avaliação do BB, em vigor desde 1995, considera os custos projetados do empreendimento e a receita prevista. A metodologia leva em conta a produtividade e os preços médios dos últimos cinco anos. Pio diz que o banco vai reavaliar essa produtividade levando em consideração a perda nos dois últimos anos.

No sistema em vigor, quando o banco constata a baixa produtividade o financiamento não é liberado, diz Carlos Roberto Furlan, produtor e fornecedor de insumos no norte do Paraná.

Pio diz que há maior dificuldade dos produtores no momento e, por causa desses problemas, já foi submetida uma adequação do sistema ao conselho diretor do BB. A medida foi aprovada e a recomendação deve estar nas agências do BB a partir do dia 25 deste mês.

Na avaliação de Pio, essa nova adequação vai levar em consideração os produtores que são tradicionais parceiros do banco, que tenham seguro, hedge (garantia) de preços, hedge de moeda e Proagro.

Mas Pio adverte: se o empreendimento for deficitário o crédito não será liberado. Se os critérios de liberação de financiamento não forem adaptados à nova realidade, muitos produtores vão ficar sem crédito, diz Furlan.

Fábio Barbante, também produtor paranaense, diz que as exigências do sistema financeiro são um grande empecilho. Não bastassem o clima adverso e a falta de seguro, os produtores têm de conviver com "essa capacidade de pagamento". "Os bancos estão humilhando o produtor."

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h40
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O BB & O COOPERATIVISMO

BB avalia participação no capital do Bancoob

Mauro Zanatta

O Banco do Brasil avalia, de forma reservada, a possibilidade futura de adquirir uma participação acionária no Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), principal instituição financeira do segmento no país.

De Felice/Valor
Conceição, vice-presidente de Agronegócios do BB: "Se for necessário, a gente faz. Mas não está no horizonte de curto prazo"

De olho no rápido crescimento do cooperativismo de crédito, o BB pode utilizar a rede do Bancoob como um canal de distribuição complementar de seus produtos e serviços para regiões onde não atua diretamente. Dono da sétima maior rede de atendimento do país, com 1,5 mil pontos em 22 Estados, e à frente de instituições tradicionais como o Unibanco, o Bancoob tem uma carteira de 1,2 milhão de clientes espalhados por 792 cooperativas de crédito singulares.

Na verdade, a hipótese de participação acionária do BB é estudada desde antes da fundação do Bancoob, em 1997. Na época, cogitava-se essa alternativa para fortalecer a estrutura do cooperativismo de crédito no país.

As duas instituições firmaram recentemente uma parceria operacional nas áreas de cobrança, fundo de investimentos em direitos creditórios (FIDC) e fundos imobiliários, cujos negócios potenciais somam R$ 230 milhões. E avaliam a ampliação da associação para comercializar seguros, títulos de capitalização, previdência privada, consórcios de imóveis, automóveis e máquinas, além do compartilhamento de terminais de auto-atendimento, remessas de recursos do exterior para o Brasil e o acesso direto a recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO).

"Estamos num processo de namoro. O BB tem interesse em reforçar sua presença em pequenas localidades e de levar crédito a essas regiões. O Bancoob quer aumentar sua capitalização e o volume de empréstimos", diz João Rabelo, superintendente de Desenvolvimento Corporativo do Bancoob. Controlado por 14 cooperativas centrais de crédito, o Bancoob figura na 33º posição do ranking de ativos do Banco Central, com R$ 2,8 bilhões. O sistema Sicoob tem R$ 15 bilhões. De Buenos Aires, onde participa de reuniões de trabalho, o presidente do Bancoob, Antonio de Azevedo Bonfim, informou que as negociações estão "congeladas" no momento e ainda dependem de uma questão burocrática do próprio Bancoob. Ele se refere à necessidade de aprovação, pelo Banco Central, de um acordo de acionistas para definir os controladores do banco. Só depois disso, afirmou, será possível eleger um Conselho de Administração para avaliar uma proposta do BB.

Cauteloso, o BB admite as conversas, mas informa que nada está decidido. "Antes, enxergava-se os bancos cooperativos unicamente como concorrentes. Agora, temos uma aproximação em áreas complementares. Mas uma participação seria algo mais para o futuro", afirma o vice-presidente de Agronegócios do BB, Ricardo Conceição, responsável pela aproximação entre as instituições. "Se for necessário, a gente faz. Mas não está no horizonte de curto prazo. E também nem foi levado ao conselho do banco". Procurada, a área de Varejo e Distribuição do BB não se pronunciou sobre o assunto.

Interessado no fortalecimento da estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, diz que uma "aliança" entre BB e Bancoob daria um "bom casamento", já que auxiliaria nos planos do governo federal de ampliar a atuação no microcrédito em pequenas localidades do interior do país. "Nós temos a rede e os BB precisa buscar espaço no microcrédito", avalia. Uma participação acionária do BB no Bancoob reforçaria a capitalização das cooperativas do segmento. Recentemente, diante da antiga demanda, o governo criou linha de crédito de R$ 1 bilhão para financiar a capitalização via integralização das cotas-parte (ações) nas cooperativas singulares de crédito. "Isso nos permitirá dobrar o patrimônio das cooperativas de crédito em cinco anos", diz. Os recursos da linha vêm do BNDES e deverão ser pagos em 72 meses, com um ano de carência.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h27
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COOPERFORTE

A Força do Cooperativismo na Economia

Nesta quarta-feira (13), o presidente do Sistema OCB/Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, participou da Conferência “A força do cooperativismo na economia”, em Brasília (DF), que reuniu empresários, entidades de classe, estudantes e imprensa para palestra e bate-papo sobre os avanços e conquistas do setor cooperativista no País. No evento, promovido em parceria da Cooperforte, OCB e a Confederação Brasileira de Cooperativas de Crédito (Confebrás), foi lançado o curso on-line de cooperativismo que tem a chancela do Ministério da Educação (MEC).

O debate, escolhido oportunamente para este período eleitoral, teve como objetivo subsidiar a imprensa com fontes e dados atuais para retomar a discussão pela sociedade sobre o cooperativismo como alternativa de desenvolvimento e geração de renda, capaz de alavancar o crescimento da economia brasileira a partir da facilidade de crédito para subsidiar consumo, produção e exportação.

O presidente do Sistema OCB/Sescoop traçou um panorama do cooperativismo no mundo, destacando países como Japão e França que possuem grande parcela da população associada a cooperativas. “Na França, 90% da população é associada a uma cooperativa de crédito e no Japão uma em cada três famílias faz parte de uma cooperativa”, apontou.

No Brasil, Freitas chamou atenção para a evolução do cooperativismo de crédito nos últimos anos e os reflexos financeiros gerados pelas cooperativas nas comunidades em que atuam. De acordo com dados da OCB, as cooperativas de crédito geraram um diferencial de renda de R$ 373,04 milhões que beneficiaram a circulação de mercadorias e movimentaram a economia local. O aumento do número de cooperados, que soma hoje mais de 2 milhões de pessoas, foi outro ponto enfatizado pelo dirigente cooperativista.

O presidente da Cooperforte, José Valdir Ribeiro dos Reis, enfatizou que a cooperativa, fundada em 1984 por 33 funcionários do Banco do Brasil, ocupa o primeiro lugar no ranking de cooperados. “A Cooperforte é a maior cooperativa de crédito do Brasil em número de associados”, disse. Apesar do grande número de associados, são 75.913, a taxa de inadimplência da cooperativa é muito baixa, 1,5% frente aos 5,5% dos bancos tradicionais. “A evolução da Cooperforte é surpreendente. Eles modernizaram o atendimento com a implantação do call center e ganharam um prêmio da Associação Brasileira de Telesserviços“, destacou o técnico da Gerência de Mercados da OCB, Silvio Giusti.

O ramo Crédito é, atualmente, o segundo maior em número de cooperados e o terceiro em número de cooperativas (1.101) e de empregos gerados (20.555). No Brasil, existem registradas no Sistema OCB/Sescoop 7.518 cooperativas, em 13 diferentes ramos de atividade com 6,7 milhões de cooperados e que geram cerca de 200 mil empregos diretos.

Fonte: BrasilCooperativo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h38
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NÃO VOTE EM MENSALEIROS, VAMPIROS E SANGUESSUGAS




Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h02
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COOPERFORTE

Divulgando o cooperativismo

A Cooperforte realizou na manhã do dia 13, em Brasília, conjuntamente com a Organização das Cooperativas Brasileiras, uma apresentação institucional sobre a força do cooperativismo na economia e sobre o desempenho da Cooperforte em 2005, para formadores de opinião e representantes da imprensa e do sistema cooperativo.

O evento constou de palestras do presidente José Valdir e do presidente da OCB - Márcio Freitas e
 foi noticiado na edição noturna do mesmo dia do telejornal da TV Nacional - Radiobrás. O Jornal do Brasil desta quinta-feira, 14 de setembro, divulgou a seguinte matéria:

Crescem exportações das cooperativas

 

As cooperativas brasileiras exportaram US$ 1,07 bilhão no primeiro semestre de 2006. Um aumento de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Este ano, 140 cooperativas enviaram produtos para China, Emirados Árabes, Estados Unidos e Rússia. O faturamento anual do cooperativismo brasileiro é de R$ 90 bilhões. A participação no PIB agrícola é de 33%. Ou seja, 33% de tudo que se produz na agricultura brasileira vem de cooperativas. São dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), apresentados ontem na palestra A Força do Cooperativismo na Economia.

O cooperativismo é uma doutrina cultural e sócio-econômica presente em todo o mundo. No Canadá, uma em cada três pessoas participam diretamente de cooperativas. No Brasil os números são mais modestos. Hoje, existem 7 mil cooperativas e 6 milhões de associados.

 

- A cooperativa é uma ferramenta essencial na minha vida de agricultor. Cada pessoa tem um voto, independentemente do tamanho da empresa. - afirma Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB.

 

Para que as cooperativas cresçam no Brasil, Márcio Lopes acredita que elas devem ter acesso a fundos de recursos, como o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), e fazer redes empresariais não apenas entre elas, mas também com empresas mercantis. "A cooperativa tem de estar em rede e não andar apenas com as próprias pernas"- afirma.


A Coopeforte é a maior cooperativa de crédito do Brasil em número de associados - são 82 mil. "Em 2000, a participação das cooperativas de crédito era de apenas 1,24% no sistema financeiro. Em 2004, o número aumentou. Passou para 2,30%.


- A participação é ainda pequena. As maiores dificuldades que enfrentamos estão no desconhecimento da população, a regulamentação e a falta de recursos financeiros" - afirma o presidente da Coopeforte, José Valdir Ribeiro dos Reis.

 

Fonte: Cooperforte



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h38
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A FARRA DOS BANCOS

10 coisas que seu gerente nunca vai dizer

Todo mundo que tem algum dinheiro precisa lidar com um gerente de banco. Torne essa relação menos desigual 

Por Cláudia Bergamasco

Saiba as 10 coisas que seu gerente nunca vai dizer.

"O que eu ofereço é sempre bom para o banco, mas não para você"
Quem pensar no gerente do banco como um consultor financeiro pessoal corre o risco de acabar fazendo péssimos negócios. Quase todas as recomendações dos gerentes atendem aos interesses do banco, não aos do cliente. Não é desonestidade pessoal, mas o resultado da forma como os bancos trabalham. O gerente é um vendedor que tem metas a cumprir para os principais produtos -- cheque especial, títulos de capitalização, seguros, poupança --, e seu emprego depende de atin gir essas metas todos os meses. Obviamente, as metas são estabelecidas de modo que os produtos mais oferecidos sejam aqueles que fazem o banco lucrar mais e, portanto, custam mais para o cliente. O resultado é que, em um determinado mês, o gerente vai jurar para você que os títulos de capitalização serão o melhor negócio do mundo. No mês seguinte, será a vez da poupança e, depois disso, virão os seguros. O principal problema é que essas recomendações não costumam levar em conta nem o perfil de risco nem as necessidades individuais de cada cliente. "Seja firme na hora de dialogar sobre seus investimentos", diz Sérgio Galvão Bueno, sócio da consultoria paulista LLA, especializada em finanças pessoais. "Por mais persuasivos que sejam os argumentos, não compre o que o seu gerente quer vender, a menos que o produto seja adequado a seu perfil de investidor."

"Vou cobrar diversas tarifas sem avisar"
Muitas vezes os bancos escondem tarifas em seus serviços, que somente serão notadas bem mais tarde, quando chegar a conta. O analista de sistemas Delman Ferreira, de Brasília, imaginava que financiar a compra de seu Polo zero-quilômetro em um banco seria melhor do que parcelar na concessionária. As taxas costumam ser menores, e é possível -- pensava Ferreira -- evitar gastos como a taxa de abertura de crédito (TAC) cobrada pela financeira da concessionária, normalmente muito superior àquela dos bancos. Por isso, em fevereiro de 2006, Ferreira parcelou a compra em 60 prestações de 943 reais. Para pagar a primeira parcela, o analista de sistemas abriu uma conta no banco e depositou 1 000 reais. Ao consultar a instituição, dias depois, o analista teve a desagradável surpresa de ver um saldo negativo de quase 300 reais. Além de descontar de uma vez a contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF) referente ao valor total do carro, o banco cobrou para manter o limite do cheque especial e a conta aberta. A emissão de extratos também foi cobrada.


"O juro dobra se você estourar o cheque especial"

O cheque especial está entre os seis produtos mais rentáveis de qualquer banco. Não é para menos. Em junho, segundo o Banco Central (BC), os juros cobrados eram de 7,8% ao mês ou mais de 145% ao ano. É uma taxa altíssima. O que poucos clientes sabem é que a conta fica -- se é que isso é possível -- ainda mais salgada se os gastos ultrapassarem o limite estipulado pelo banco. Nesse caso, o cliente entra numa linha de crédito específica chamada Adiantamento a Depositante, que tem uma taxa de juro de cerca de 15% ao mês, o que representa estratosféricos 435% ao ano. O cliente também paga uma tarifa média de 20 reais para cada cheque emitido nessas circunstâncias. O peso disso em qualquer empréstimo pode ser demonstrado por um cálculo simples. Imagine um cliente com limite de cheque especial de 1 000 reais e que custa 7,8% ao mês. Se, por um descuido, ele passar a dever 1 500 reais no cheque especial, terá de pagar por mês 78 reais sobre o limite, 75 reais sobre o excesso de limite e mais 20 reais referentes à tarifa. Contabilizando impostos e CPMF, a fatura, só com os juros, vai para mais de 177 reais por mês. Se cair mais um cheque, além dos juros, o banco vai cobrar novamente a tarifa de 20 reais. São taxas elevadíssimas, mas sua aplicação pelos bancos é perfeitamente legal. Por isso, a recomendação é evitar ao máximo usar o cheque especial e nunca, nunca superar o limite.


"Sacar dinheiro com o cartão de crédito é caro"

O cartão de crédito funciona como meio de pagamentos e como forma de o banco emprestar dinheiro automaticamente para o cliente. Por isso, quase todo cartão de crédito permite ao usuário sacar dinheiro em caixas automáticos. Pouca gente sabe, porém, que os encargos que incidem sobre essa operação são salgados. O saque é um empréstimo no cartão, e as taxas médias são de 8% ao mês. Além disso, o usuário paga de 1,95 a 8 reais por saque. O cliente que fizer três saques de 10 reais vai levar 30 em dinheiro e terá de pagar 24 em juros e tarifas, 80% do total sacado. Esses detalhes constam do contrato do cartão de crédito, mas poucas pessoas se preocupam em lê-lo.


"Não conheço bem os produtos do banco"

Em fevereiro de 2006, o engenheiro mecânico paulista e Ph.D. em finanças Marcos Crivelaro decidiu investir 10 000 reais em um dos fundos do banco onde tinha conta. Saiu da agência de mãos abanando. Ele havia escolhido um fundo, mas seu gerente não conhecia o produto -- e, portanto, ignorava que só está aberto para captação em quatro dias no ano, das 10 às 15 horas. "Até pouco tempo atrás, o fundo não constava nem da tabela de rentabilidade que o banco envia aos clientes", diz Crivelaro.


"Os juros do crédito imobiliário são o dobro do que parecem"

Comprar um imóvel com financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) parece ser um ótimo negócio. Os juros variam de 6% a 12% ao ano, mais a variação da Taxa Referencial (TR), que costuma ser menor que 3% ao ano. Aparentemente, são taxas muito mais amigáveis do que a média das cobradas pelos bancos. Na prática, porém, outros custos farão o mutuário pagar quase o dobro de juros. Além dos juros, os bancos costumam cobrar uma taxa de administração do contrato que varia de 12 a 80 reais. Além disso, o mutuário geralmente tem de pagar dois seguros, um por morte ou invalidez permanente e outro por danos físicos ao imóvel. Juntos, eles representam cerca de 9% do valor da prestação, segundo cálculos do professor Rafael Paschoarelli, doutor em finanças pela Universidade de São Paulo e autor do livro A Regra do Jogo (Editora Saraiva, 180 págs.). Há mais duas taxas no financiamento: a de vistoria do imóvel e a de verificação da documentação. Além disso, o mutuário deve pagar o imposto de transmissão de bens intervivos (ITBI), equivalente a 2% do valor do imóvel, para que o dinheiro do financiamento seja liberado. Para ter idéia do peso desses adicionais, Paschoarelli simulou um empréstimo de 150 000 reais com taxa de 12% ao ano mais TR. "O comprador paga cerca de 15 000 reais a mais nesses penduricalhos, além dos juros", diz ele. Sua recomendação é fazer as contas com cuidado.

Fonte: Portal Exame

(continua)



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h54
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A FARRA DOS BANCOS

10 coisas que seu gerente nunca vai dizer

(continuação)

"Pagar dívidas antes do prazo custa dinheiro"
O cliente endividado que resolver quitar seu débito com o banco fará um mau negócio. Nesse caso, o banco deverá cobrar uma Tarifa de Antecipação de Crédito, que, na média, é igual a 10% do valor a ser quitado. "Para o banco, não é interessante que você pague a dívida antecipadamente porque, nesse caso, ele não vai receber os juros das parcelas restantes", diz Ricardo Almeida, professor do Ibmec São Paulo. "Se o cliente antecipar o pagamento, o contrato tem de ser revisto, o que gera custo para o banco." Segundo ele, o cliente tem direito de obter desconto na taxa de juro, mas dificilmente deixará de pagar a Tarifa de Antecipação de Crédito.

"Meus fundos de varejo conservadores rendem pouco"
Quando oferecem um fundo de investimento conservador a seus clientes, muitos gerentes comparam a rentabilidade do fundo com a da caderneta de poupança. "Como a poupança rende muito pouco, um fundo ruim parece ser um excelente investimento quando comparado a ela", diz William Eid Júnior, diretor do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, que realizou a avaliação dos fundos no Guia EXAME de Investimentos Pessoais. Para evitar ser enganado por essa distorção, o cliente deve tomar um cuidado específico na hora de investir. Nesse momento, a rentabilidade dos fundos DI ou de renda fixa -- os mais conservadores do mercado -- deve ser comparada à variação das taxas do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que balizam as operações realizadas entre bancos. Outro cuidado é prestar atenção na taxa de administração, que é a remuneração cobrada pelo gestor do fundo para administrar o dinheiro. Essa taxa é um percentual do total investido, e será cobrada todos os dias, independentemente do desempenho do fundo. Vale aqui uma velha regra do sistema bancário: quem tem menos dinheiro paga mais caro. Fundos de investimento mais populares, aqueles com depóstivo inicial mínimo de até 1 000 reais, costumam cobrar as taxas de administração mais altas, que podem chegar a 5% ao ano. Nesses casos, sempre vale a pena perguntar ao gerente qual é a taxa de juro paga para aplicações em renda fixa, como os Certificados de Depósito Bancário (CDB), e compará-la com o desempenho do fundo.

 

"A previdência privada custa mais do que você imagina"
Responda rapidamente: qual é a taxa de administração de seu plano de previdência privada? E a taxa de carregamento? Não se sinta mal por não saber o que esses nomes significam. Milhares de investidores ignoram que os bancos cobram um percentual do patrimônio para gerir o dinheiro (a taxa de administração) e um "pedágio" sobre cada nova aplicação, para cobrir os custos operacionais (a taxa de carregamento). A taxa de administração oscila entre 1% e 4% do total investido, sendo que a média é de 2,3% ao ano. A taxa de carregamento pode variar de 0,5% a 10% de cada aplicação. Sua média, atualmente, é de 3,3%. Os planos de previdência também podem cobrar uma taxa de saída, que incide sobre os valores resgatados e, na maioria das vezes, é de 0,38% sobre o montante resgatado. "Juntas, essas três taxas, mais o imposto de renda sobre os rendimentos ou sobre o total resgatado, que oscila de 10% a 35%, podem corroer a rentabilidade do plano", diz Marcelo D'Agosto, consultor da Investmate, consultoria especializada em finanças pessoais, de São Paulo. Como a previdência privada é uma aplicação de longo prazo por excelência, vale muito a pena procurar as menores taxas: a diferença é brutal depois de 15 ou 20 anos. Por exemplo, o investidor que tiver 1 milhão de reais aplicado vai pagar aproximadamente 10 000 reais por ano a mais a cada ponto percentual suplementar de taxas cobrado pelo banco.


"Capitalização é um péssimo negócio"
Um cliente que precise elevar seu limite de cheque especial pode ser "convidado" a comprar um título de capitalização para oferecer "reciprocidade" ao banco. "Os títulos de capitalização são a pior besteira que você pode fazer com seu dinheiro", diz o professor Rafael Paschoarelli. A capitalização mistura poupança com loteria, em que o investidor tem a chance de ganhar prêmios em dinheiro sorteados entre os clientes. "A capitalização é um investimento ruim e um jogo ineficiente, pois quem administra essa loteria cobra caro", afirma Paschoarelli. "É melhor arriscar na Megasena."

Fonte: Portal Exame



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h52
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A FARRA DOS BANCOS

Lucro de bancos sobe 43% até junho e atinge R$ 22,2 bi

Receita com cobrança de tarifas cresce 20%, aponta balanço geral feito pelo BC

Mudança de regra contábil diminuiu a despesa das instituições financeiras com tributação e ampliou os resultados no 1º semestre

NEY HAYASHI DA CRUZ
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Uma mudança na legislação tributária reduziu a despesa dos bancos com impostos e impulsionou o lucro do sistema financeiro no primeiro semestre deste ano. Segundo levantamento do Banco Central, os ganhos do setor somaram R$ 22,2 bilhões entre janeiro e junho, valor 43% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

No mesmo período, as despesas das instituições financeiras com Imposto de Renda e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) caíram quase pela metade: de R$ 6,421 bilhões para R$ 3,497 bilhões.

Os números apurados pelo BC incluem todo o sistema financeiro, que, além dos bancos, é formado por bancos de desenvolvimento (como o BNDES) e cooperativas de crédito.

Esse movimento se explica, principalmente, pelo novo tratamento contábil dado aos chamados créditos tributários. Esses créditos permitem que empresas paguem menos impostos em determinados anos para compensar prejuízos registrados no passado.

Inicialmente, os bancos tinham até cinco anos para usar esses créditos. Ou seja, depois de apurado o prejuízo, a instituição financeira ganhava direito a um "desconto" nos seus tributos que poderia ser usado em, no máximo, cinco anos.

Em março passado, porém, o CMN (Conselho Monetário Nacional) aumentou esse prazo de cinco para dez anos. Com isso, muitos bancos -especialmente os públicos- puderam se beneficiar de créditos tributários que já estavam vencidos.

O mais beneficiado com a mudança foi o Banco do Brasil, que, graças a esse procedimento contábil, teve no primeiro semestre o maior lucro de sua história: R$ 3,888 bilhões. Entre janeiro e junho do ano passado, o BB havia registrado despesas de R$ 1,129 bilhão com IR e CSLL. Desse valor, R$ 1,9 bilhão se refere a ganhos proporcionados pelo uso de créditos tributários. A Caixa Econômica Federal, por sua vez, reduziu de R$ 336 milhões para R$ 57 milhões suas despesas com esses dois tributos. No Itaú, a carga de IR e CSLL recuou de R$ 993 milhões para R$ 347 milhões.

Além da questão tributária, as maiores receitas obtidas com a concessão de empréstimos e com a cobrança de tarifas ajudaram a aumentar a rentabilidade das instituições.

A receita proporcionada pelos juros pagos nos empréstimos bancários, por exemplo, chegaram a R$ 81,944 bilhões no primeiro semestre, 20% a mais do que no mesmo período do ano passado. A cobrança de tarifas, por sua vez, rendeu R$ 23,822 bilhões ao sistema financeiro -um aumento também de 20%.

Já as despesas com pagamento de funcionários registraram uma pequena queda, passando de R$ 19,628 bilhões, uma redução de 4%. Por outro lado, o número de pessoas empregadas pelos 50 maiores bancos do país subiu, de acordo com o BC, de 506 mil para 523 mil, num sinal de que os menores gastos com mão-de-obra refletem um achatamento dos salários, e não uma redução de pessoal.

Safra passa HSBC
Ainda de acordo com o BC, a lista dos dez maiores bancos do país sofreu apenas uma alteração, com o Safra ultrapassando o HSBC e ganhando a oitava posição do ranking. A maior instituição financeira do país continua sendo o BB.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h28
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A FARRA DOS BANCOS

Mesmo com Selic menor, juro bancário recua pouco, diz Procon

DA FOLHA ONLINE

Os juros bancários continuam a declinar de forma bastante lenta, mesmo após a redução neste mês, pelo Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), da taxa básica da economia brasileira (Selic) para 14,25% ao ano, a menor ao menos desde 1996.

Os juros médios do cheque especial apresentaram pequena oscilação, passando de 8,17% ao mês em agosto para 8,16% em setembro, segundo pesquisa do Procon-SP realizada junto a dez bancos.

As únicas instituições que baixaram as taxas do cheque especial foram o Banco do Brasil (de 7,81% para 7,77%) e o Bradesco (de 8,09% para 8,05%).

Já a taxa do empréstimo pessoal, indica a pesquisa do Procon, passou de 5,36% para 5,29% ao mês. As quedas de taxa nessa modalidade aconteceram no HSBC (de 4,80% para 4,27%), na Caixa Econômica Federal (de 4,81% para 4,76%), no Bradesco (de 5,63% para 5,59%) e no Banco do Brasil (de 4,76% para 4,72%).

A taxa básica de juros da economia brasileira já caiu 5,5 pontos percentuais desde que o Copom iniciou o processo de redução, em setembro do ano passado. Na última reunião, a redução foi de 0,5 ponto percentual, de 14,75% ao ano para 14,25% ao ano.

Na ata que se seguiu à reunião, os diretores do Banco Central indicaram que poderão fazer mais uma redução de 0,5 ponto percentual na Selic, na próxima reunião do Copom, se a inflação permanecer sob controle.

Apesar de terem caído em um ritmo mais lento que a Selic, os juros do cheque especial e do empréstimo pessoal atingiram neste mês o menor patamar desde fevereiro de 2005, segundo o Procon-SP.

Cautela
"A discreta redução das taxas não significa que estejam em níveis aceitáveis", afirmou o Procon em nota. "É preciso ter cautela ao contratar qualquer modalidade de crédito."

O Procon-SP informa que considera, em seus estudos, a taxa do cheque especial para o período de 30 dias e o juro do empréstimo pessoal para pagamento em 12 meses.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h26
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A FARRA DOS BANCOS

O insustentável peso das taxas

Bancos já faturam mais com tarifas do que com títulos públicos. E vem mais por aí


Por Aline Lima

Muito se fala da explosão na concessão de crédito, uma atividade que vem ganhando força dentro dos bancos nos últimos tempos. Mas um fenômeno paralelo, de proporções tão impactantes para as instituições financeiras quanto a disparada dos financiamentos, cresce ainda mais vigorosamente sem o mesmo alarde. Trata-se da evolução das receitas obtidas com as taxas de serviço. Tarifas como as cobradas para se fazer um DOC, consultar um extrato ou mesmo para a manutenção de uma conta corrente inativa têm engordado como nunca o caixa dos bancos. Desde 1994, quando a estabilidade econômica eliminou os ganhos dos bancos na ciranda financeira, essas taxas crescem continuamente. Um levantamento feito pela consultoria Austin Rating para a DINHEIRO revela que, de lá para cá, as receitas originadas pela cobrança dessas taxas aumentaram 1.084% em cinco dos maiores bancos do País (a Caixa Econômica Federal ficou de fora da amostra). “Aumentaram a quantidade de serviços passíveis de cobrança, o valor das taxas e o número de clientes”, resume Erivelto Rodrigues, sócio da Austin.

Foto: Biô Barreira

Rodrigues, da Austin: Operações bancárias feitas pela internet podem vir a ser taxadas.

"Aumentaram os serviços passíveis de cobrança, o valor das taxas e o número de clientes".

No Bradesco, por exemplo, o faturamento com as taxas de serviço passou de R$ 510,8 milhões no final de 1994 para R$ 7,34 bilhões em dezembro de 2005 – um salto de 1.338%. Com o Banco do Brasil não foi muito diferente. A receita cresceu, no mesmo período, de R$ 1,02 bilhão para R$ 7,64 bilhões. Desse modo, ficaram para trás os tempos em que a meta dos bancos de varejo era saldar toda a folha de pagamentos com o dinheiro das tarifas. O Unibanco, por exemplo, atingiu esse objetivo em 1997. Hoje, os ganhos com essas taxas superam em 62,35% os gastos com funcionários. No caso do Itaú, tais receitas cresceram 1.551% nos últimos 11 anos. O banco, porém, ressalva que boa parte do aumento está em linha com a ampliação de sua base de correntistas, que passou de seis milhões em 1995 para dez milhões hoje.

Encontram-se listados no site do Banco Central 82 diferentes tipos de tarifas cobradas pelos bancos. Algumas delas, como as que incidem sobre a quitação antecipada de um empréstimo, parecem descabidas. “O cliente é penalizado por pagar com antecedência”, observa Rafael Paschoarelli Veiga, da consultoria Alianti. Em princípio, não há para quem se queixar. O BC dá às instituições financeiras liberdade total para fixar cada tarifa – e decidir quais serviços serão taxados. Só há base para contestação se a cobrança de uma nova taxa ou o aumento de seu valor for efetuado sem comunicação prévia ao cliente com antecedência de, no mínimo, 30 dias. “Nesses casos, o cliente pode pedir estorno e pelo dobro do valor”, explica Renata Reis, técnica do Procon de São Paulo.

O aumento dos ganhos com tarifas bancárias é antipático, mas permite ao menos uma leitura positiva. “Os bancos estão se tornando mais eficientes no seu papel principal, que é conceder crédito e prestar serviços”, afirma Ricardo Pereira Lima, analista do Inepad. No Itaú, por exemplo, o faturamento com a cobrança de tarifa ultrapassou, no primeiro semestre deste ano, o resultado das operações de tesouraria (onde estão os ganhos quase automáticos com a compra de títulos públicos). As receitas com serviços representam hoje 23,1% do faturamento total do banco, ante 22,6% da receita com tesouraria. A evolução das receitas com taxas de serviço é, além disso, uma tendência mundial. Nos Estados Unidos, o resultado obtido pelos bancos com a cobrança de tarifa equivale, proporcionalmente, ao dobro da despesa com funcionários. Moral da história: há mais taxas a caminho. “Ainda existe bastante espaço para a ampliação das cobranças”, avalia Rodrigues, da Austin Rating. “Muitas das operações feitas por meio da internet, por exemplo, ainda não são taxadas.”

R$ 7,6 bilhões foi o faturamento com taxas de serviço do Banco do Brasil no ano passado

Fonte: Isto É Dinheiro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h42
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CIRCUITO CULTURAL EM CURITIBA

Inscrições para Circuito Cultural BB em Curitiba terminam dia 22

Artistas e produtores culturais do Paraná têm até o dia 22 de setembro para inscreverem os seus projetos no Circuito Cultural Banco do Brasil, etapa de Curitiba, que acontece em novembro. O evento engloba artes cênicas, artes plásticas, música, idéias (palestras e seminários) e programas educativos (oficinas, cursos, entre outros), todos promovidos em 12 dias de atividades do circuito na capital paranaense.

O evento cultural é anual e itinerante desde 1999, passando por cinco capitais – Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Teresina (PI), Goiânia (GO) e Curitiba (PR) – entre os meses de abril e novembro. Segundo os organizadores, a mescla de artistas nacionais e locais busca democratizar o acesso à cultura ao oferecer espetáculos gratuitos ou a preços populares.

O regulamento e o formulário de inscrição estão disponíveis no site www.bb.com.br/cultura. A inscrição e os materiais com detalhes dos projetos deverão ser entregues até o dia 22 na Superintendência do Banco do Brasil em Curitiba, seguindo o modelo de proposta disponível no site.

A Superintendência do BB fica na Rua Comendador Araújo, 143, 20º andar – Edifício Center Everest – Centro. Curitiba/PR – CEP: 80.420-900. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3320-9000.

Fonte: Gazeta do Povo Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h30
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MAIS ESTILO NO BB

BB mira público de alta renda

O Banco do Brasil decidiu aumentar a sua participação no mercado de alta renda. Para isso, a diretoria do BB acaba de aprovar plano que permitirá expandir a base de clientes Estilo em mais de 160%. Atualmente, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, existem no país 1,1 milhão de pessoas cujos rendimentos mensais estão acima da faixa de 20 salários mínimos.

Para dar suporte ao crescimento da carteira de clientes Estilo, o BB irá inaugurar, até o final de 2007, mais 40 agências de atendimento exclusivo e 89 espaços compartilhados com as agências de varejo. Com isso, serão 317 pontos de atendimento BB Estilo em todo o País. O atendimento aos novos clientes de alta renda do Banco do Brasil será prestado por cerca de 700 funcionários, que receberão treinamento específico para tornarem-se consultores financeiros.

O Banco do Brasil Estilo oferece atendimento personalizado, em ambiente diferenciado ou no local de escolha do cliente, com discrição e sigilo. Dentre os serviços oferecidos, destacam-se a personalização de talões de cheque, salas do investidor, módulo especializado na Central de Atendimento e entrega de documentos em domicílio. Voltado para clientes com renda igual ou superior a R$ 10 mil mensais ou investimentos acima de R$ 50 mil, o novo modelo prioriza em sua oferta atributos valorizados pelo cliente alta renda, tais como sofisticação, atendimento especializado, credibilidade e alta performance.

Fonte: Consumidor Moderno



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h28
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RECORDE NO CCBB DO RIO

Exposição 'Ascension', no CCBB, é sucesso de público

Giovani Lettiere

RIO - A exposição "Ascension", do escultor britânico Anish Kapoor, alcançou o recorde de visitação deste ano do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) do Rio: no domingo, dia 10 de setembro, foi visitada por 4,5 mil pessoas. No dia 8 de setembro, outro número expressivo: 3,9 mil. Ao todo, 96.796 visitantes conferiram as obras do artista de 1º de agosto a 10 de setembro. A mostra fica em cartaz até este domingo, dia 17.

A média de visitação da exposição "Ascension" é de 2,7 mil pessoas. Os números são expressivos para uma exposição individual de arte contemporânea para um artista desconhecido do grande público brasileiro.

E vale lembrar que a contagem de visitação é feita na entrada da sala principal do segundo andar e não na porta do prédio, como de costume. Portanto, o número não se refere a quem passou pelo CCBB para ir à livraria, aos teatros, à biblioteca. Apenas são contabilizados os visitantes de Anish Kapoor.

De 1º de agosto a 10 de setembro passaram pelo CCBB do Rio 336.694 pessoas.

"Ascension" segue para o CCBB de Brasília a partir de outubro (até janeiro 2007), e encerra sua temporada no Brasil no CCBB de São Paulo, ficando em cartaz de janeiro de 2007 a 1º de abril de 2007.

Fonte: O Globo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h04
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CINEMA FRANCÊS NO CCBB DE SÃO PAULO

CCBB exibe ciclo de cinema francês pós-nouvelle vague

Da quarta-feira (13/9) a 24/9, o Centro Cultural Banco do Brasil, em parceria com o Consulado Geral da França em São Paulo e a Cinemateca da Embaixada da França apresentam, na mostra “O Cinema Francês Pós-Nouvelle Vague”, uma seleção de filmes que representam a influência que o cinema moderno francês dos anos 60 exerceu nas futuras gerações de cineastas daquele país, além da produção contemporânea de alguns integrantes do movimento.

Em 15 filmes é contada uma pequena história do cinema francês entre os anos 70 e 2000, incluindo os trabalhos recentes dos nouvelle vaguistas: Rivette e Rohmer; um Chabrol dos anos 80 e os “herdeiros” Assayas e Dumont.

O painel é formado, ainda, pelos que navegaram fora da aura modernista mas que,  direta ou indiretamente, fizeram seus cinemas mais arejados esteticamente.

Complementa a programação uma aula aberta voltada aos cinéfilos em geral, que será ministrada pelo crítico e curador da mostra Paulo Santos Lima. A idéia é dar uma pequena introdução sobre a nouvelle vague francesa (e, superficialmente, a japonesa e a brasileira), para analisar e debater como esses filmes estão inseridos na época atual.

Serviço

Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
Te. (11) 3113-3651 / 3113-3652O
De 13/9 a 24/9
R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada)

Fonte: Viva o Centro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h01
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A FARRA DOS BANCOS

Lucro líquido do setor financeiro cresceu 43,3% para R$ 22,2 bilhões

Maria Christina Carvalho

O lucro líquido do sistema financeiro nacional totalizou R$ 22,217 bilhões no primeiro semestre, de acordo com os dados divulgados pelo Banco Central (BC). O resultado é 43,3% superior ao de R$ 15,506 bilhões de igual período de 2005. Somente os 50 maiores bancos lucraram R$ 17,438 bilhões.

O patrimônio total do sistema financeiro atingiu R$ 179,9 bilhões, 16,4% acima dos R$ 154,6 bilhões de junho de 2005. O retorno anualizado ficou em 26,2%, acima dos 21% do primeiro semestre de 2005.

Os ativos totais aumentaram 18,5% entre junho de 2005 e o mesmo mês deste ano para R$ 1,816 trilhão. A carteira de crédito cresceu mais, 21,1%, de R$ 510,35 bilhões para R$ 618,137 bilhões.

As receitas com operações de crédito e serviços cresceram no mesmo ritmo. As de crédito aumentaram em 20,2% para R$ 81,943 bilhões no primeiro semestre deste ano; e as de serviço, 20,4% para R$ 23,822 bilhões. As receitas de serviços, que cobriam todas as despesas de pessoal com uma sobra de 11,6% no primeiro semestre de 2005, agora cobrem esses gastos com folga de 21,4%.

Outro indicador importante, os depósitos totais, exibe evolução de 18% para R$ 720,9 bilhões em junho deste ano.

No ranking dos 50 maiores bancos do BC por ativos totais, as mudanças mais significativas entre o primeiro semestre de 2005 e igual período deste ano foram o ganho de um posto do Banco Safra, que ultrapassou o HSBC e atingiu o oitavo posto; e o avanço do Banco BBM, do 18 º para o 14 º lugar.

A solução das disputas societárias dentro da família Safra, no início do ano, parecem ter tido efeito positivo no banco, que aumentou em 35,2% os ativos totais dos R$ 41,835 bilhões de junho de 2005 para R$ 51,3156 bilhões em junho passado. Com isso, o banco ultrapassou o HSBC, cujos ativos totais cresceram 12,2%, de R$ 41,835 bilhões para R$ 51,316 bilhões no mesmo período.

A mudança mais notável foi do Banco BBM, cujos ativos totais somavam 9,672 bilhões em junho de 2005, o suficiente para lhe garantir o 18 º lugar no ranking de junho de 2005. Em junho passado, o banco atingiu R$ 16,998 bilhões, subindo quatro postos no ranking para a 14ª colocação.

Entre os primeiros lugares, não houve mudanças. O ABN AMRO continua à frente do Santander Banespa em ativos totais, critério normalmente utilizado pelos analistas, com R$ 86,5 bilhões e R$ 85,9 bilhões, respectivamente. Se forem excluídas as operações de pura intermediação financeira, no entanto, como prefere o Banco Central, o Santander fica à frente, com 84,833 bilhões, para R$ 83,975 bilhões do ABN AMRO.

Se o critério for operações de crédito, porém, o ABN AMRO salta à frente até do Unibanco, com uma carteira de R$ 40,122 bilhões ao final do primeiro semestre, de acordo com os dados do Banco Central. Enquanto isso, o Unibanco aparecia no ranking do BC com R$ 37 bilhões na carteira de crédito; e o Santander Banespa ficava mais atrás ainda, com R$ 27 bilhões. É preciso levar ainda em conta que os dados do BC incluem os resultados dos bancos apenas com operações bancárias, excluindo por exemplo, dados da área de seguros.

Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h51
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A FARRA DOS BANCOS

Lucro do sistema cresce 40% em um ano, segundo o BC

São Paulo, Total registrado pelas 50 maiores instituições chegou a R$ 17,4 bi no primeiro semestre. Os 50 maiores bancos brasileiros registraram um crescimento de 40,3% no lucro líquido em um ano, segundo ranking do Banco Central (BC), relativo ao primeiro semestre deste ano. O lucro deste universo de instituições, que representam 84% do ssitema financeiro brasileiro, ficou em R$ 17,4 bilhões no período, ante R$ 12,4 bilhões nos primeiros seis meses de 2005.

Os ativos totais somavam R$ 1,536 trilhão em 30 de junho, um crescimento de 19,9% em relação aos R$ 1,282 trilhão no mesmo mês do ano passado. O patrimônio líquido passou de R$ 118,7 bilhões para R$ 132,2 bilhões; e os depósitos totais, de R$ 563,3 bilhões para R$ 662,5 bilhões. A rentabilidade também cresceu bastante, de 20,9% para 25,4%.

O ranking do BC, que classifica as instituições pelos ativos totais menos intermediação financeira, ficou inalterado em relação ao que era há um ano e há seis meses. Nos primeiros dez lugares, permanecem Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Unibanco, Santander Banespa, ABN Amro Real, Safra, HSBC e Banco Votorantim.

Receitas de crédito

O aumento do lucro e da rentabilidade dos bancos no período deu-se em função da forte expansão no crédito. Apesar da alta da inadimplência, que obrigou o reforço nas provisões contra créditos de difícil liquidação (o que tem impacto negativo sobre os lucros), as margens cresceram devido a alguns fatores, como a queda da taxa básica e a mudança do mix das carteiras, cada vez mais voltadas a operações de varejo, de maior risco e maior retorno.

Estudo da consultoria Austin Asis com base nos primeiros 16 balanços semestrais publicados pelos bancos mostra que os ganhos com as operações de crédito vêm crescendo em ritmo mais acelerado do que os volumes emprestados: enquanto a carteira chegou a R$ 359 bilhões em junho (uma alta de 23% em doze meses), as receitas com crédito aumentaram 28%, para R$ 39 bilhões.

Mas alguns analistas acreditam que daqui para a frente o cenário pode mudar um pouco: para eles, a redução dos spreads deve fazer com que os lucros cresçam a uma taxa menor daqui para a frente. A alta dos ganhos entre dezembro e junho último foi de 13,7% - se esta taxa se mantiver nos próximos seis meses, o aumento dos lucros dos bancos em dezembro deste ano em relação à dezembro de 2005 ficará em 27,5% - bem menos do que os 40,3% dos últimos doze meses. Erivelto Rodrigues, presidente da Austin, acredita que a médio prazo, os bancos terão que deixar de ganhar na margem e ganhar com escala.

Fonte: Agência Anabb/gazeta Mercantil



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h49
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MERCADO PUBLICITÁRIO

Conta do BB gera conflito no setor

Paula Ganem

A concorrência pela conta publicitária do Banco do Brasil, encerrada semana passada, tocou em um nervo exposto do mercado publicitário: a forma de remuneração das agências. O desempate entre as três finalistas - Master, Artplan e Lowe - foi feito por sorteio depois que as empresas apresentaram a mesma proposta de preço. A oferta consistiu no custo zero sobre gastos internos das agências, como criação de texto e layout.

O edital definia em 5% o mínimo a ser cobrado em honorários de produção - comissão que pode chegar a 15%. Mas as agências decidiram baixar o preço.

A Lowe, melhor classificada na primeira etapa da concorrência, que levava em conta os trabalhos de criação em si e contou com 19 agências, acabou, assim, desclassificada.

- As agências vencedoras vão ser remuneradas com os 5% sobre o trabalho de produção e com 15% do desconto padrão de agência, concedido pelos veículos - explica o advogado da Associação Brasileira de Agências de Publicidade Capítulo Rio (Abap-Rio), João Luiz Faria Netto.

De acordo com o advogado, não houve nada de ilegal ou imoral no processo. Ainda assim, publicitários consideram que episódio deprecia o trabalho das empresas do setor.

- É um processo de esmagamento - afirma o presidente da Associação Brasileira de Propaganda (ABP) e da Giovanni, FCB, Adilson Xavier. - O preço se reflete também na qualidade. Cada um dá ao seu trabalho o valor que acha que tem.

- Pode não ser ilegal, mas do aspecto profissional é imoral - opina o vice-presidente executivo da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), Humberto Mendes.

A Fenapro vai convocar reunião esta semana para debater o tema. Mas para o presidente da Master, Antônio Freitas, a discussão ocorre na hora errada.

- As agências tiveram 60 dias para consultar e dar sugestões ao edital e na época nenhuma entidade reclamou.

Por sua vez, o presidente da Lowe, Yan Mello Von Brewer, afirma que a agência não entrará com recurso já que as regras do jogo eram claras.

O BB também é atendido pela Ogilvy e pela D+ Brasil, cujos contratos vencem em breve. Até o início de 2007 será concluída nova licitação. A verba publicitária do banco é de R$ 160 milhões neste ano.

Fonte: JB



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h26
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Previ contra-ataca no caso Mittal

O embate entre o grupo ArcelorMittal e seus acionistas minoritários no Brasil ganhou mais um capítulo.

Ontem, a Previ entregou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) uma representação pedindo que o colegiado da autarquia confirme o parecer de suas duas instâncias técnicas, que determinaram ao novo dono da Arcelor Brasil a realização no país de uma oferta pública pelas ações dos minoritários.

O fundo de pensão do Banco do Brasil está entre os acionistas que se sentiram prejudicados pela incorporação da Arcelor pela Mittal Steel, do indiano Lakshmi Mittal. Mês passado, ele veio ao Brasil e visitou inclusive o presidente Lula, para tentar impedir que o órgão regulador do mercado acionário brasileiro lhe impusesse a derrota, que o mercado estima em R$ 5 bilhões.

Mittal esteve na Previ, no BNDES e na CVM. Em vão. Dias depois de sua partida, as superintendências de empresas e de registro da autarquia confirmaram o parecer de que, como houve mudança de controle acionário, a oferta pública terá de ser feita. O grupo Mittal apresentou à CVM três pareceres de juristas contrários à decisão técnica. Os textos somavam mais de 200 páginas.

No documento de ontem, encaminhado ao relator Wladimir Castelo Branco, o fundo pede que o colegiado confirme a decisão técnica.

O desfecho será conhecido em algumas semanas.

Fundo de pensão quer que CVM confirme decisão sobre oferta aos acionistas minoritários.

Fonte: O Globo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h25
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CAMPANHA SALARIAL

Comando Nacional faz reunião nesta terça-feira para avaliar Campanha Salarial

Após um mês da entrega da minuta de reivindicações, os trabalhadores do ramo financeiro ainda não receberam uma proposta da Fenaban e não há rodadas de negociações marcadas.

Diante disso, o Comando Nacional, liderado pela Contraf - CUT, reúne-se nesta terça-feira, às 10h, para avaliar o andamento da Campanha Nacional 2006 e preparar os próximos passos para a mobilização dos bancários.

A Contec também não avançou em suas negociações com a Fenaban na última reunião (30/08). Com o Banco do Brasil também não foi diferente. O encontro, que estava marcado para esta segunda-feira (11/9) foi cancelado e ainda não foi divulgada uma nova data.

A Confederação reivindica um reajuste salarial de 16,67% além da inflação. Já a Contraf-CUT pede aumento de 7,05% além da inflação e PLR de um salário, mais R$ 1.500,00, mais 5% do lucro líquido do banco.

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h13
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Telemar anuncia conselho com 7 membros independentes

A Telemar anunciou ontem à noite qual será a nova composição do seu conselho de administração, caso os acionistas aprovem a proposta de reestruturação societária da companhia. Dos 11 membros, sete serão independentes.

O presidente da Telemar, Luiz Eduardo Falco, afirmou à Agência Estado que todos os indicados possuem opiniões próprias, o que afasta a percepção de que os atuais controladores poderiam continuar mandando na nova companhia. "Estamos cumprindo o que prometemos. Acho que o conselho será recebido pelo mercado como um pequeno alívio porque as pessoas querem ver para crer", afirmou.

Os quatro membros indicados pelos controladores são: Carlos Jereissati (representa a La Fonte), Otavio Marques de Azevedo (Andrade Gutierrez), Carlos Medeiros Silva Neto (GP) e Luciano Siani Pires(ex-McKinsey, foi indicado pelo BNDES, banco no qual trabalha atualmente).

Já os sete conselheiros independentes são: Augusto Cruz (ex-presidente do Pão de Açúcar), Carlos Langoni (ex-presidente do Banco Central), Armando Galhardo Nunes Guerra Junior (ex-Siderbrás, com atuação no setor de siderurgia e ferrovias), Fernando Magalhães Portella (ex-Citibank e O Dia), Luciano Coutinho (economista, sócio da consultoria LCA), Luis Antonio de Moraes Carvalho (ex vice-presidente da C&A no Brasil) e José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha (vice-presidente do BNDES no governo de Fernando Henrique Cardoso e ex-diretor da Braskem), que assumirá a presidência do conselho, caso a reestruturação seja aprovada.

Fonte: Último Segundo

Comentários do Blog:

1. A Previ participa da Telemar, junto com outras fundações, por intermédio da Fiago
2. Armando Galhardo Nunes Guerra Junior atuou como competente conselheiro independente nas empresas vinculadas à Brasil Ferrovias, indicado pela Previ. Ao Armando - de quem fui companheiro do conselho de administração da própria Brasil Ferrovias e da Ferronorte - desejo sucesso se o conselho acima vier a ser instalado.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h57
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ONZE DE SETEMBRO

Há 33 anos golpe militar no Chile terminava com a morte de Allende

Há 11 de setembro para todos os gostos. Enquanto todos lembram o ocorrido há cinco anos, nos Estados Unidos, prefiro lembrar o 11 de setembro que aconteceu há 33 anos, no Chile.

Transcrevo a seguir notícia da Agência Estado:

SANTIAGO - A presidente do Chile, Michele Bachelet, lembrou nesta segunda-feira os 33 anos do golpe militar que derrubou o presidente socialista Salvador Allende e prometeu trabalhar por um país mais justo e solidário e aprofundar a democracia.

"Trinta e três anos depois do 11 de setembro de 1973 estamos aqui com respeito, com reconhecimento por aquelas pessoas que perderam a vida na ocasião, e também na luta para reconstituirmos e reconstruirmos a democracia em nosso país", disse Bachelet após ter participado de um ato religioso ecumênico em um dos pátios do Palácio de La Moneda, a sede do governo chileno, em Santiago.

Depois da breve cerimônia, a mandatária socialista, junto a três de seus ministros, depositou uma rosa vermelha no local onde Allende se suicidou para evitar de cair nas mãos das forças militares, que bombardearam e tomaram de assalto a sede governamental.

Bachelet afirmou também que o aniversário do golpe liderado pelo general Augusto Pinochet a fez refletir sobre a necessidade de trabalhar por uma melhor e mais profunda democracia, por um país mas justo e solidário, "razão pela qual muitos perderam a vida neste local".

Com relação àqueles que lançaram uma bomba incendiária contra uma das janelas da sede do governo no domingo, Bachelet disse que La Moneda "é um símbolo pátrio e que ninguém tem o direito de atentar contra ela". Durante uma série de distúrbios durante todo o domingo, cerca de 62 pessoas foram detidas.

Na cerimônia desta segunda-feira, realizada no Pátio das Camélias, compareceram dirigentes da coalizão governamental e familiares de Allende, além de parentes de funcionários mortos durante o assalto ao palácio.

O aniversário do golpe coincidiu com os seis meses de governo da primeira mulher a ocupar a presidência do Chile. O governo fez um balanço positivo de sua gestão, mas a oposição direitista a criticou duramente.

Enquanto dentro da sede do governo ocorria a cerimônia, do lado de fora, em uma das esquinas de La Moneda, dezenas de pessoas faziam homenagens e depositavam flores aos pés de uma estátua de Allende.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h39
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NOUVELLE VAGUE NO CCBB DE BRASÍLIA

Mostra no CCBB apresenta toda a obra da cineasta belga Agnès Varda

Brasília teve poucas oportunidades de conhecer a obra da cineasta belga Agnès Varda, a única mulher do movimento da Nouvelle Vague. E nenhuma delas foi tão intensa como a da mostra Agnès Varda -  O Movimento Perpétuo do Olhar, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de 12 a 24 de setembro, que traz toda a obra de Varda.

Ao todo são 33 filmes (sendo 18 longas-metragens e 15 curtas), que abordam desde o feminismo até o lirismo poético. "A obra de Agnès Varda é de uma importância muito grande porque ela deu um novo olhar ao cinema documental ao inserir nos filmes seu ponto de vista de uma maneira subjetiva", afirma Gabriela Campos, que assina a curadoria da mostra com Cristian Borges e Inês Aisengart.

A obra de Agnès Varda é extensa e muito variada. “Ela viaja muito e coloca a visão dela em cada cidade por onde passa. Além disso, é uma das poucas cineastas que intercala longas e curtas em sua carreira, ainda mais começando por longas”, diz Gabriela.

A variação temática da mostra Agnès Varda -  O Movimento Perpétuo do Olhar vai desde o movimento hippie, presente em Amor de Leão, até a rotina dos catadores de lixo, presente em Os Catadores e Eu, filme mais recente de Varda.

"Esse filme é um dos destaques da mostra porque nele a cineasta se coloca como um objeto a ser catado e não como uma catadora, como seria mais comum”, ressalta Gabriela, acrescentando que o feminismo e a política estão sempre presentes nos filmes da mostra, "às vezes de uma forma mais explícita, outras, mais implícitas mesmo".

Além desse filme, Gabriela ainda destaca as presenças do longa As Duas Faces da Felicidade e dos curtas Panteras Negras, Salve os Cubanos e Ulisses. "É interessante notar como os curtas e longas têm a mesma força na obra de Agnès Varda", afirma Gabriela. Atualmente, a cineasta belga está com uma vídeo-instalação em cartaz em um museu em Paris, onde mora.


Programação

12/09 (Terça-feira)
17h - Os Panteras Negras (28 min) e Muros e Murmúrios (81 min)
19h - Documentira (63 min)
21h - Primeiros Curtas: Oh, Estações! Oh, Castelos! (22 min); A Ópera-Mouffe (17 min); Do Lado da Riviera (24 min); Tio Yanco (22 min)

13/09 (Quarta-feira)
17h - Elsa, a Rosa (20min); Daguerreótipos (80 min)
19h - Amor e Prazer no Irã (6 min); Uma Canta, a Outra Não (120 min)
21h20 - Os Catadores e Eu (82 min)

14/09 (Quinta-feira)
17h - Dois Anos Depois (63 min)
19h - Outros Curtas: Resposta de Mulheres (8 min); As Tais Cariátides (13 min); 7 Cômodos, Coz., Banh... Imperdível!  (28min); Você Tem Belas Escadarias, Sabia? (3 min); O Leão Volátil (12 min)
21h - La Pointe Courte (89 min)

15/09 (Sexta-feira)
16h30 - As 101 Noites (122 min)
19h - Programa Cinevardafoto: Ydessa, os Ursos e etc... (42 min); Ulisses (22 min); Saudações, Cubanos! (30 min)
21h - Cléo das 5 às 7 (90 min)

16/09 (Sábado)
17h - Sem Teto, nem Lei (105min)
19h - As Duas Faces da Felicidade (82 min)
21h - Amor de Leões (110 min)

17/09 (Domingo)
17h - O Universo de Jacques Demy (80 min)
19h - As "Garotas Românticas" Fizeram 25 anos (63 min)
21h - Jacquot de Nantes (118 min)

19/09 (Terça-feira)
17h - Primeiros Curtas: A Ópera-Mouffe (17 min); Do Lado da Riviera (24 min); Tio Yanco (22 min)
19h - Os Catadores e Eu (82 min)
21h - Páginas Íntimas (105 min)

20/09 (Quarta-feira)
17h - Outros Curtas: Resposta de Mulheres (8 min); As Tais Cariátides (13 min); 7 Cômodos, Coz., Banh... Imperdível!  (28min); Você Tem Belas Escadarias, Sabia? (3 min); O Leão Volátil (12 min)
19h - Amor de Leões (110 min)
21h - Sem Teto, Nem Lei (105min)

21/09 (Quinta-feira)
17h - O Universo de Jacques Demy (80 min)
19h - Elsa, a Rosa (20min) e Daguerreótipos (80 min)
21h - Programa Cinevardafoto: Ydessa, os Ursos e etc... (42 min); Ulisses (22 min); Saudações, Cubanos! (30 min)

22/09 (Sexta-feira)
17h - Páginas Íntimas (105 min)
19h - O Mestre do Kung-Fu (78 min)
21h - Jane B. por Agnès V. (97 min)

23/09 (Sábado)
17h - Jacquot de Nantes (118 min)
19h - Documentira (63 min)
21h - Os Panteras Negras (28 min) e Muros e Murmúrios (81 min)

24/09 (Domingo)
17h - La Pointe Courte (89 min)
19h - Cléo das 5 às 7 (90 min)
21h - As Duas Faces da Felicidade (82 min)

Agnès Varda -  O Movimento Perpétuo do Olhar: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). De 12 a 24 de setembro. De terça-feira a domingo. Ingressos a R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)

Fonte: ClicaBrasília



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h03
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SIGILO VIOLADO

Palocci denunciado à Justiça por 7 crimes

O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci - candidato a deputado federal pelo PT - será denunciado à Justiça por sete crimes: formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, peculato, quebra de sigilo bancário, quebra de sigilo funcional e prevaricação. As denúncias, da Polícia Federal e da Polícia Civil, referem-se ao envolvimento de Palocci na quebra do sigilo do caseiro Francenildo dos Santos Costa e nas fraudes nos contratos de lixo em suas duas administrações na prefeitura de Ribeirão Preto (1993-1996 e 2001-2002).

Um dos homens fortes do governo Lula, Palocci sobreviveu às acusações de integrar a máfia que fraudava contratos de lixo e de ter ligação com o caixa 2 do PT. Ele só saiu do governo quando foi desmentido pelo caseiro que trabalhava na mansão onde ele se reunia com os amigos da chamada República de Ribeirão. A mansão de Brasília era usada para fazer lobbys. Palocci jurava jamais ter ido até a casa e desconhecer totalmente o que se passava dentro dela. O caseiro, no entanto, disse o contrário, que ele freqüentava o lugar e lá era chamado de "chefe".

A partir daí, criou-se uma operação irregular de quebra dos sigilos do caseiro, que, segundo a PF, envolveu Palocci e a alta cúpula da Caixa Econômica Federal, para tentar desqualificar o depoimento de Francenildo. A farsa, porém, foi descoberta e custou a cabeça de Palocci. Ele deixou o governo em 27 de março.

O processo contra Palocci no caso de Ribeirão Preto é um documento com 15.000 páginas e detalha todo o esquema de corrupção no sistema de coleta de lixo e limpeza pública durante sua gestão e a de seu sucessor, Gilberto Maggione.

Fonte: Veja Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h05
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A FARRA DOS BANCOS

Bancos pagam feriado na praia de 47 juízes

Febraban gasta R$ 182 mil e leva magistrados e suas famílias a Comandatuba, na Bahia, para discutir "spread" e crédito

Encontro contou ainda com outros 60 participantes; banqueiros dizem que evento visa um diálogo aberto com os juízes

FERNANDO RODRIGUES
ENVIADO ESPECIAL A COMANDATUBA

O feriado de Sete de Setembro foi especial para 16 ministros (dois aposentados) do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e 31 desembargadores de sete Estados: eles receberam passagem e estada grátis no resort de luxo Transamérica da Ilha de Comandatuba, no litoral baiano, para assistirem a algumas palestras sobre como funciona a arquitetura do crédito do sistema bancário brasileiro.

O patrocínio do evento foi da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), que arcou com uma fatura de ao menos R$ 182 mil com hospedagem e transporte dos 47 juízes. Esse valor é estimado com base no número de magistrados presentes e de seus acompanhantes multiplicado pelo preço básico promocional cobrado pelo pacote.

Os magistrados podiam trazer familiares para o hotel. A lista completa de participantes não foi divulgada.

A agenda em Comandatuba foi leve. As palestras começavam às 16h. Terminavam por volta de 20h30, com jantar e algum show. O restante do tempo era livre. O domingo também foi aberto para passeios.

O seminário "A importância do crédito como fator de desenvolvimento econômico e social" teve como ponto alto, logo na sessão de abertura -às 18h30 do dia 7 de setembro- uma palestra de Pedro Moreira Salles, presidente e acionista do Unibanco. Com gráficos e tabelas projetadas num telão, o banqueiro tentou explicar aos juízes que o spread cobrado nas operações de crédito no Brasil não é tão alto como se pensa.

O spread é a diferença entre o que o banco paga para captar o dinheiro e a taxa que cobra de quem pede recursos emprestados. Para Moreira Salles, esse spread, após descontados custos do banco e impostos, seria próximo de 1%. O banqueiro disse que o lucro médio sobre o patrimônio líquido médio das dez maiores instituições financeiras do país seria menor do que o apurado em mineração, siderurgia, transportes e concessões e petróleo.

Os juízes só chegaram a Comandatuba na tarde de 7 de setembro num Air Bus fretado da TAM que atrasou a saída de São Paulo. O avião fez escala em Brasília para pegar magistrados de tribunais superiores. Aterrissou na pista do hotel Transamérica por volta das 16h.

Além dos magistrados, o evento contou com outras 60 autoridades. Além de Pedro Moreira Salles, compareceram o presidente do Bradesco e da Febraban, Marcio Cypriano, o presidente do Itaú, Roberto Setúbal, o presidente do Banco Real, Fábio Barbosa, e até Ivan Moreira e Rodrigo Pacheco, do Banco Rural, instituição que teve o nome ligado ao mensalão.

Quando indagados, os banqueiros explicam o evento como um diálogo com os juízes. Uma maneira de "um conhecer melhor o outro", na explicação de Marcio Cypriano. Esse é o terceiro encontro realizado nesse formato nos últimos três anos, sempre num resort de luxo e com o patrocínio da Febraban. Nada é feito de maneira escondida e a imprensa tem acesso a todos os debates.

No segundo dia, os juízes assistiram à apresentação "Spread bancário: trabalho científico sobre sua composição", feita pelo professor Alexandre Assaf, da FEA-USP, contratado pela Febraban e pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras.

Com transparências projetadas na tela do auditório, Assaf concluiu que o spread anual médio dos bancos ficaria em até 2%. No meio da apresentação, um quadro mostrava que o lucro líquido dos bancos subiu de 2002 a 2005 de 10,6% para 15,6% em relação ao chamado "valor adicionado" (todas as riquezas produzidas pelo setor). Um juiz que pediu anonimato, saiu da sala e ironizou: "Bom, o tal do spread eles estão dizendo que é baixo, mas o lucro deles cresceu 50% em quatro anos".

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h01
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Mais banco, menos popular

Com inadimplência batendo em 25% da carteira de crédito, instituição troca regras para concessão de empréstimos e fica parecida com as entidades comerciais normais

Marcelo Tokarski
Da equipe do Correio

Criado pelo governo Lula para promover a inserção dos brasileiros de baixa renda no sistema bancário, o Banco Popular do Brasil acumula um prejuízo de R$ 126,6 milhões nos seus dois primeiros anos de operação. A situação levanta dúvidas sobre a viabilidade do sistema. Para reverter o quadro, a instituição - que é uma subsidiária do Banco do Brasil (BB) -, começou a tratar os clientes de baixa renda com critérios utilizados pelo sistema financeiro tradicional, distanciando-se do modelo de crédito simples, fácil e rápido. O objetivo das mudanças é reduzir a alta inadimplência de sua carteira, que no primeiro semestre de 2006 respondeu por cerca de 80% de seu prejuízo operacional, devido às provisões (poupança) que precisaram ser feitas para cobrir o calote.

O presidente do Banco Popular, Robson Rocha, revelou ao Correio que a inadimplência chega a impressionantes 25% do total que o banco empresta. Ou seja, de cada R$ 4 de crédito concedido, R$ 1 não volta. No sistema bancário comercial, o atraso da carteira costuma ser abaixo de 10%. "O que tem impactado fortemente no nosso resultado operacional é a inadimplência", reconheceu. As mudanças, espera Rocha, vão permitir que a instituição deixe de ter prejuízo já no próximo ano - na verdade, a meta é fazer com que as contas passem a ficar azuis no fechamento do primeiro semestre de 2007. Até agora, o banco já concedeu R$ 285 milhões em empréstimos para pessoas de baixa renda.

A alta inadimplência se explica, segundo o executivo, pelos critérios antes utilizados na abertura das contas correntes. Até março deste ano, o cliente recebia o cartão do Banco Popular em 20 dias, ficando automaticamente apto a contrair um empréstimo entre R$ 50 e R$ 600, sem qualquer restrição cadastral. Além disso, não são exigidos sequer comprovantes de renda e de residência. Agora, após a abertura da conta corrente, o cliente precisa esperar 90 dias para poder ter acesso ao crédito.

Durante esse prazo, a instituição faz uma análise de crédito do novo cliente, procedimento antes inexistente, apesar de comum nos bancos. O estudo de risco começou a ser feito no final de junho com o objetivo de reduzir o calote. "Analisamos o histórico de quem já foi cliente, o padrão de gasto e a renda familiar", explicou o presidente. A avaliação é feita de acordo com metodologia criada pela Diretoria de Crédito do Banco do Brasil. Segundo Robson Rocha, a partir de dezembro a carteira deve se mostrar mais saudável, o que será fundamental para reverter o prejuízo.

Além de passar a analisar o risco de calote, o Banco Popular tomou medidas administrativas para reverter os prejuízos milionários. Uma delas foi a redução da estrutura operacional. No final do ano passado, eram 5 mil postos de atendimentos. Agora, são 4,2 mil, uma diminuição de 16%. As metas para conquista de novos clientes também estão bem mais modestas. Hoje, são 1,4 milhão de correntistas, número que deve chegar a 1,5 milhão até o final do ano. "Nos últimos seis meses, reduzimos em 27% nossa folha de pagamento. Além disso, em julho, pela primeira vez na história do banco, houve queda na inadimplência", afirmou, esperançoso, o presidente da instituição.

Mudança de filosofia

As medidas de segurança adotadas pelo Banco Popular vão contra a própria filosofia do governo Lula ao abrir a subsidiária do BB. Em 2003 foi elaborada uma legislação específica para criar as contas simplificadas, voltadas às pessoas de baixa renda. De acordo com a lei, para abrir uma dessas contas o consumidor deve apresentar apenas o CPF e um documento de identidade. Não é preciso fiador ou comprovante de renda para ter acesso ao crédito. A idéia era popularizar o crédito e inserir essas pessoas nos serviços do sistema financeiro.

O público é específico, e bastante diverso daquele disputado à tapa pelas maiores instituições bancárias do país. Em geral, a renda mensal nunca deve ultrapassar três salários mínimos, ou R$ 1.050. O número de operações mensais é limitado a 12 (quatro saques, quatro extratos e quatro depósitos). Além disso, o valor máximo para movimentação no período é de R$ 1 mil. Pelos empréstimos, são cobrados juros de 2% ao mês, ou 26,82% ao ano, e podem ser pagos num prazo de 4 a 12 meses, com prestação mínima de R$ 8. O valor médio dos empréstimos já feitos é de apenas R$ 110. Os bancos que oferecem a conta simplificada são impedidos de cobrar dos clientes as famosas tarifas, justamente uma das principais fontes de receita dessas instituições comerciais.

Outra novidade será o lançamento, até o final do ano, de um cartão de débito para os correntistas. Hoje, o cartão do Banco Popular permite apenas o saque de dinheiro ou pagamento de contas nos correspondentes bancários. O cartão de débito, que funcionará nos mesmos moldes dos utilizados pelos correntistas tradicionais, poderá ser utilizado para pagar compras em estabelecimentos comerciais, como lojas, restaurantes e supermercados. Não haverá limitações de operações de débito em conta. Mas, os tetos para extratos, saques e depósitos continuam.

O objetivo é induzir o cliente a manter o dinheiro depositado no banco - dados do setor mostram que o pessoal de baixa renda costuma sacar grandes quantias de uma vez só. "O cartão irá facilitar a vida do cliente, ao garantir a portabilidade do dinheiro que está em sua conta corrente", explicou Robson Rocha, presidente do Banco Popular. Sem querer antecipar a bandeira do serviço, disse apenas que "será uma dessas empresas conhecidas". Outro objetivo é captar futuros clientes para o Banco do Brasil. "O Banco Popular é uma porta de entrada dessas pessoas (de baixa renda) no sistema bancário. Acaba funcionando como uma forma de captação de novos clientes." (MT)

Fonte: Correio Braziliense



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h20
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MASTER NA AABB NATAL

AABB Natal vai sediar o Brasileiro de Basquete

A AABB Natal vai ser o principal palco, em novembro, do Campeonato Brasileiro de Basquete Master. O evento vai envolver cerca de 1,3 mil atletas, que disputarão títulos em oito categorias masculinas e três femininas, no período de 11 a 18 de novembro. O torneio vai ser disputado pelas seleções de todos os estados e do Distrito Federal. A AABB Natal vai sediar os principais jogos da competição, que também terá partidas em outros oito ginásios de Natal. Os homens vão disputar os títulos de oito categorias, divididas por faixas etárias: 35 a 39 anos, 40 a 44 anos, 45 a 49 anos, 50 a 54 anos, 55 a 59, 60 a 64, 65 a 69 e 70 em diante. Já as mulheres disputarão as categorias de 30 a 37 anos, 38 a 47 anos e 48 anos em diante.

O campeonato está sendo organizado pela Associação de Veteranos e Amigo do Basquete do Rio Grande do Norte (Abav-RN) e pela Federação Brasileira de Basquete Master. A expectativa dos organizadores é de que o evento traga mais de dois mil visitantes a Natal.

Fonte: Diário de Natal



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h49
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TEATRO NO CCBB DO RIO

Julia Lemertz volta aos palcos depois de cinco anos


Após meia década afastada dos palcos, a atriz Julia Lemertz volta ao teatro na peça "Molly Sweeney – Um rastro de luz", com direção de Celso Nunes e que estréia no CCBB carioca.

A atriz vive a história da personagem que dá título à peça, Molly Sweeney, uma mulher cega, desde os 10 meses, que aos 41 anos, seu marido encontra um cirurgião interessado em restaurar-lhe a visão.

No palco, os três personagens dividem o palco sem contracenar, apenas contam a mesma história, cada um com sua versão.

A peça é escrita pelo irlandês Brian Friel, e a história muda drasticamente a partir da operação bem sucedida, que coloca os personagens em uma nova situação: a necessidade de reaprender a se relacionar com o mundo.

O CCBB do Rio fica na Rua Primeiro de Março, 66, no Centro.
Quarta à domingo às 19h30.
R$ 10.

Fonte: ObaOba



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h46
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