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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
ANABB participa de evento pelo voto consciente
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Deputado Jamil Murad, Frei Davi, deputados Chico Alencar, Osmar Serraglio e Jairo Carneiro e o diretor da ANABB Emílio Rodrigues na abertura do evento
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“Povo independente, vota consciente”. Esse foi o lema da mostra realizada nesta terça-feira (5/9) no Espaço Cultural Mário Covas na Câmara dos Deputados. | |
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Publicações de entidades representativas (ANABB e a Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB), religiosa (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB) e social (Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida) foram expostas como forma representativa de unir em um único espaço conteúdos produzidos por essas instituições para conscientizar a população sobre a importância do voto e garantir eleições com credibilidade. O deputado Chico Alencar (Psol-RJ), coordenador da mostra, elogiou o Manual do Candidato ANABB, voltada para orientar os funcionários do Banco do Brasil candidatos nessas eleições. “Uma publicação primorosa”, disse. |
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| O diretor da ANABB falou sobre a importância dessas iniciativas |
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Para o diretor de Relações Externas e Parlamentares da ANABB, Emílio Santiago Ribas Rodrigues, a iniciativa do Movimento "Conclamação ao Voto Cidadão", oportuna e necessária, deve ser seguida pela sociedade organizada. "As instituições devem levantar, sempre, suas vozes pela ética na política. Este exercício de cidadania mudará a realidade do nosso País", ressaltou. O Secretário-Geral da CNBB, Dom Odilo Pedro Scherer, disse que esse tipo de iniciativa é uma forma de garantir a lisura do processo eleitoral. “Antes das eleições é preciso que a população participe intensamente”, afirmou. O presidente da AMB, Rodrigo Collaço, disse que a cartilha “Eleições Limpas”, produzida pela Associação a qual preside, tem com um dos objetivos reduzir o número de votos nulos. De acordo com Collaço, o protesto a favor do voto nulo não é a melhor forma de se protestar. “Se querem protestar, votem consciente”. Segundo ele, anular o voto é um protesto equivocado que não surte o objetivo. Para o magistrado, o grande protesto que se pode fazer é votar e eleger bons políticos. Collaço afirmou também que o eleitor que vota nulo transfere a sua decisão para outros. Para o Deputado Jamil Murad (PCdoB-SP) esse evento representa uma campanha histórica do povo brasileiro. “As publicações mostram que a nossa batalha salutar tem se fortalecido”, disse. Já o Deputado Jairo Carneiro (PFL-BA) ressaltou a vigilância intensa dessas instituições.
Fonte: Agência Anabb | | |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h41
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A FARRA DOS BANCOS
CMN anuncia medidas para bancos reduzirem
custo de crédito
Da Redação Em São Paulo
O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu
nesta terça-feira medidas para incentivar o barateamento do crédito. O cliente
de bancos terá mais facilidade para transferir o salário e as dívidas de uma
instituição para outra, o que pode aumentar a concorrência e reduzir tarifas
pagas pelo consumidor.
Entre as ações, estão a criação obrigatória de
conta-salário pelos bancos a partir de 1º de janeiro do ano que vem, a
facilitação da portabilidade do crédito entre bancos (possibilidade de mudar de
uma instituição para outra) e a redução pela metade da alíquota de contribuição
para o Fundo Garantidor de Crédito (usado para garantir depósitos em caso de
quebra do banco), para 0,0125%.
O valor da cobertura garantida por esse
fundo subirá de R$ 20 mil para R$ 60 mil.
O governo também decidiu que o
Banco Central ampliará gradualmente a abrangência da Central de Risco, que
atualmente leva em conta operações a partir de R$ 5.000.
Esse limite será
reduzido para R$ 3.000 a partir de março de 2007 e deve chegar a R$ 1.000 reais
até o final do ano que vem.
"Com essa medida, as instituições financeiras
terão acesso a um número maior de informações qualificadas, reduzindo os custos
de avaliação de riscos. Os principais favorecidos serão os clientes bancários de
renda mais baixa", apontou o Ministério da Fazenda em nota divulgada à
imprensa.
Além disso, o governo encaminhará nos próximos dias ao
Congresso uma medida provisória que cria o chamado cadastro positivo (cadastro
para clientes usarem se quiserem mudar de banco).
Veja a seguir, as
principais medidas implementadas pelo CMN:
Portabilidade da
conta-salário O consumidor passa a escolher livremente o banco onde terá
a conta-salário. Pelas regras atuais, a oferta da conta-salário é prerrogativa
da instituição financeira.
A partir de agora, será obrigatória, sempre
que a instituição financeira prestar serviço de pagamento de folha
salarial.
Com essa medida, o trabalhador terá à sua disposição uma
conta-salário na instituição que sua empresa deposita o seu salário, podendo
resgatar ou mesmo transferir seus recursos para qualquer instituição financeira
de sua escolha, sem custos.
Em tese, pode haver mais concorrência e
redução de tarifas e de custo de empréstimos. A medida vale a partir de janeiro
do ano que vem.
Portabilidade do crédito A segunda medida está
relacionada à portabilidade do crédito. Permite a transferência, por solicitação
do próprio cliente, da operação de crédito que detém junto a uma instituição
financeira para outra.
Isso também permitiria ao consumidor melhores
condições, seja em termos de juros, volume ou mesmo de prazo.
Segundo o
Ministério da Fazenda, embora permitida, a portabilidade do crédito no Brasil
ainda está muito aquém do seu potencial, por vários motivos, inclusive a falta
de conhecimento dos clientes bancários quanto à sua possibilidade, mas
principalmente pela burocracia e custos envolvidos na operação.
Não
haverá custos nas operações de portabilidade do crédito no que diz respeito a
CPMF e IOF.
Portabilidade cadastral A partir de agora, as
instituições financeiras, quando autorizadas, deverão fornecer diretamente a
terceiros informações referentes ao cadastro / histórico de relacionamento do
respectivo cliente.
Com essa medida, bancos diferentes, quando
autorizados, passarão a ter acesso de forma mais fácil ao cadastro do cliente,
tendo com isso informações concisas e fidedignas para fins de avaliação de
risco, o que pode se traduzir em vantagens em termos de tarifas bancárias ou
mesmo melhores condições de crédito.
Cadastro positivo O
governo irá encaminhar nos próximos dias ao Congresso Nacional uma Medida
Provisória para regular atividades de empresas que têm cadastros de proteção ao
crédito (nos quais são listados os devedores).
A medida vai permitir que
as empresas que prestam o serviço de proteção ao crédito possam coletar
informações "positivas" dos respectivos consumidores. Pelas regras atuais, as
empresas só podem coletar informações de inadimplência
A coleta de
informação positiva possibilita haver um histórico completo do consumidor,
impedindo, dessa forma, que inadimplências pontuais manchem a sua reputação de
bom pagador.
Central de Risco do Banco Central Será ampliada a
abrangência da Central de Risco do Banco Central. Atualmente, a Central de Risco
registra apenas as operações de crédito superiores a R$ 5.000,00. A partir de
março de 2007, esse referencial será reduzido para R$ 3.000,00, e, ao final de
2007, para R$ 1.000,00.
Com essa medida, as instituições financeiras
terão acesso a um número maior de informações qualificadas, reduzindo os custos
de avaliação de risco, e minimizando os efeitos prejudiciais da informação
incompleta.
Os principais favorecidos serão os clientes bancários de
renda mais baixa que, naturalmente, tendem a obter créditos em volumes menores,
que não eram registrados na Central de Risco. Isso dificultava e encarecia as
operações das instituições financeiras com esses clientes.
Agora esse
público tende a obter créditos em volumes maiores e com custos
menores.
Fundo garantidor de crédito O CMN reduziu pela metade
(de 0,025% para 0,0125%) a alíquota de contribuição do Fundo garantidor de
crédito (usado para garantir depósitos em caso de quebra do banco). O valor
garantido para saque também foi ampliado de R$ 20 mil para R$ 60 mil.
Essas medidas foram adotadas porque o governo
considera que o fundo já tem recursos suficientes.
Segundo o governo, a redução da alíquota terá um
impacto nas taxas bancárias, e a expectativa é que haja uma redução do custo do
crédito para o usuário final. (Com informações da Reuters)
Fonte: UOL Economia
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h32
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CAMPANHA SALARIAL
Bancários querem reajuste de 7,05%
Mariana Flores Da Equipe do Correio
Quase um mês após apresentarem suas reivindicações, bancários de diferentes
cidades do país fizeram ontem protestos pedindo agilidade nas negociações com os
bancos. A entidade que representa as instituições, a Federação Nacional dos
Bancos (Fenaban), braço sindical da Federação Brasileira de Bancos (Febraban),
cancelou a reunião que deveria ocorrer nesta semana para discutir a questão
salarial. Segundo a assessoria de comunicação da entidade, não há previsão de
uma nova data para o encontro. Os funcionários tentam agora apressar as
discussões e não descartam a possibilidade de greve, seguindo o exemplo de anos
anteriores.
Em Brasília a manifestação limitou-se à distribuição de panfletos no Setor
Bancário Sul durante o horário de almoço. Mas em outras cidades, como São Paulo
e Rio de Janeiro, o protesto ganhou mais força. Nas duas capitais houve atraso
de até duas horas na abertura de algumas agências. Em Rio Branco, no Acre, os
funcionários de algumas agências distribuíram banana e pirulitos aos clientes.
Mas mesmo em Brasília, há a possibilidade de os trabalhadores reforçarem o
protesto nos próximos dias, segundo o diretor de Administração do Sindicato dos
Bancários em Brasília, José Avelino Barreto Neto. "Ainda não há nenhuma
assembléia agendada, mas ela não está descartada. Greve é um instrumento que a
gente tem que pensar o tempo todo", afirma.
Com data-base em 1º de setembro, os bancários apresentaram no último dia 11 a
proposta da campanha salarial deste ano. Eles reivindicam um reajuste de 7,05%
além da inflação acumulada no período. Na pauta estão ainda um índice de 5% como
participação nos lucros e resultados e um aumento considerável no piso salarial
- saltaria de R$ 839,93 para R$ 1,5 mil.
Amanhã o sindicato brasiliense representa a categoria em uma reunião com a
Caixa Econômica Federal para discutir questão específicas. Dos 19 mil
funcionários de bancos lotados no Distrito Federal, cinco mil são da
instituição, segundo o sindicato. Além das reivindicações gerais, eles brigam
por uma jornada de seis horas, isonomia entre os empregados e contratação de
mais trabalhadores. A maioria dos bancários da cidade, no entanto, está no
quadro do Banco do Brasil - cerca de nove mil. Nesse caso, a pauta específica de
reivindicação contempla implantação de um novo plano de carreira e devolução das
horas compensadas por causa de greves passadas, entre outros itens.
Fonte: Correio Braziliense
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h03
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CONTAS APROVADAS
Associados aprovam contas da CASSI
Funcionários da ativa e aposentados do BB dão mais de 28 mil votos favoráveis ao Relatório Anual 2005 da Caixa de Assistência
 O Relatório Anual 2005, referente às contas da CASSI no ano passado, foi aprovado por 28.705 votos na consulta realizada entre os dias 25 e 31 de agosto. Eles representam 46,64% dos 61.554 titulares do Plano de Associados que participaram da votação. Sem os votos nulos e brancos, os que votaram pela aprovação das contas (Sim) representam 76,72%.
As contas não foram aceitas por 8.712 votantes. Eles significam 14,15% do total de votantes ou 23,28% dos votos excluídos os brancos e nulos.
Outros 24.137 associados (39,21%) deram votos nulos ou em branco.
A consulta ao corpo social foi realizada pelo SissBB e terminais de auto-atendimento (funcionários da ativa) e pelo fone 0800 da Previ (aposentados). Esse processo assegura transparência à gestão e fortalece a participação dos associados nas decisões da CASSI.
Entre os funcionários da ativa, 60.439 (67,7% dos que tinham condições de voto) participaram da votação. Destes, 46,29% votaram pela aprovação do Relatório Anual, 13,85% pela rejeição e 39,86% nulo ou em branco.
Dos 1.115 aposentados que votaram, 65,29% aprovaram as contas, 30,49% rejeitaram e 4,22% depositaram voto nulo ou em branco.
Fonte: Cassi
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h00
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A FARRA DOS BANCOS
Dívida poderá migrar entre bancos
Correntista vai autorizar transferência sem o pagamento de tributos;
governo anuncia pacote hoje
Obrigatoriedade da conta salário
também estará no pacote, o qual permite que o trabalhador transfira o valor de
um banco a outro
LEANDRA PERES IURI
DANTAS
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA O pacote de redução dos juros
bancários que será anunciado hoje pelo governo incluirá pelo menos duas medidas
principais: a autorização para que os correntistas transfiram suas dívidas de um
banco para outro, sem o pagamento de tributos, e a obrigatoriedade da conta
salário, que, na prática, permitirá que o trabalhador repasse seu salário, sem
custo, para uma instituição diferente da que recebe seus vencimentos.
"As medidas serão anunciadas amanhã (hoje) e têm o objetivo de reduzir o
"spread'", disse o ministro Guido Mantega (Fazenda). "Spread" é a diferença
entre o custo de captação e a taxa cobrada pelos bancos nos empréstimos aos
correntistas.
Embora Mantega tenha negado, há possibilidade de o governo aprovar hoje,
também durante a reunião do CMN, a permissão para que os bancos financiem
imóveis com desconto em folha de pagamento.
O pacote incluirá também a redução no valor de R$ 5.000 das operações de
crédito que os bancos têm de incluir na Central de Risco de Crédito.
A ampliação da central custará R$ 40 milhões ao governo.
A obrigatoriedade da conta salário não terá aplicação imediata para todos os
trabalhadores. Ela é considerada a medida mais importante do pacote.
A Folha apurou que o governo estabelecerá um período de transição para
respeitar contratos e acordos que tenham sido fechados entre os bancos e os
empregadores e dará prazo para que os sistemas de informática dos bancos sejam
adaptado para essas operações.
A decisão do governo atende o lobby bancário contrário à portabilidade dos
salários no caso de acordos já assinados. Hoje, as empresas recebem entre R$ 4
milhões e R$ 50 milhões dos bancos para transferir suas folhas de pagamento para
uma instituição por períodos de cinco anos. O governo avalia que haveria
contestações jurídicas caso impusesse a obrigatoriedade da conta salário sem
prazo de transição.
O processo para transferência do salário deverá ser simples. O trabalhador
terá de ir apenas uma vez ao banco em que recebe para autorizar a operação. A
partir daí, a instituição financeira ficará encarregada de repassar o dinheiro
mensalmente para o banco indicado pelo cliente.
Já a migração de dívidas será um pouco mais trabalhosa para o correntista.
Ele terá de negociar com duas instituições bancárias: aquela em que ele tem o
financiamento e o banco no qual conseguiu refinanciar sua dívida com juros mais
baixos. A portabilidade valerá para todos os tipos de dívida -crédito direto ao
consumidor, financiamento de veículos-, exceto para os créditos habitacional e
consignado, que não poderão migrar entre os bancos.
Sem CPMF e
IOF A contrapartida a todo esse trabalho será a chance de fazer a
transferência sem o pagamento da CPMF e do IOF. Os bancos poderão cobrar tarifas
de seus clientes nessas operações, mas o governo vai regulamentar essa cobrança
de modo que não inviabilize a operação.
Hoje, quando refinancia suas dívidas em outro banco, o contribuinte paga os
impostos duas vezes. A primeira, quando saca o dinheiro de sua conta corrente
para quitar o débito no banco em que tomou o empréstimo originalmente. O segundo
recolhimento acontece no momento em que o cliente paga as prestações do novo
financiamento: quando os recursos saem da conta e quitam a dívida, há incidência
da CPMF.
A medida que será anunciada hoje dispensa o pagamento da CPMF e do IOF na
transferência dos recursos entre um banco e outro.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h51
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JUSTIÇA TRABALHISTA
TRTs dispensam conciliação e ações são extintas no
TSTZínia Baeta
A divergência de interpretação entre o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e
parte das demais instâncias da Justiça do Trabalho em relação ao uso das
comissões de conciliação prévia (CCP) tem feito com que processos trabalhistas
sejam extintos após anos de trâmite no Poder Judiciário. Das seis turmas da
corte superior, cinco entendem que é obrigatória a passagem do trabalhador pela
comissão - quando existente - antes de ingressar com uma ação na Justiça
trabalhista. Uma das turmas, a sexta, ainda não avaliou a questão.
O problema surge porque há tribunais, como o Tribunal Regional do Trabalho
(TRT) de São Paulo, para os quais a passagem pela comissão de conciliação é
facultativa e não é motivo para a extinção de processo judicial. Desde 2002 o
TRT possui uma súmula com essa previsão. Por isso, as ações dos trabalhadores
que não compareceram a uma comissão, ao chegarem ao TST, têm sido julgadas
extintas.
O ministro do TST Ives Gandra da Silva Martins Filho afirma que a Lei nº
9.958, de 2000, prevê que qualquer demanda de natureza trabalhista será
submetida à comissão de conciliação prévia caso tenha sido instituída a comissão
na empresa ou no sindicato da categoria. Mas, segundo ele, há situações em que o
trabalhador poderá justificar por que deixou de passar pela comissão. Se próxima
à casa do empregado há uma vara do trabalho e a comissão está em outra cidade,
esta poderia ser uma justificativa, exemplifica. Há também as situações,
questionadas na Justiça, de comissões que apenas referendariam a vontade do
empregador. "Nesse caso, o trabalhador deve entrar na Justiça e apontar os
problemas ocorridos. O que ele não pode deixar de fazer é passar pela comissão",
afirma.
O advogado Humberto Gordilho dos Santos Neto, do escritório Gordilho,
Napolitano e Checchinato Advogados, possui cerca de 80 processos nos quais a
obrigatoriedade de o trabalhador passar pelas comissões de conciliação prévia é
discutida. Deste total, cerca de 15 estão no TST e cinco já transitaram em
julgado, com extinção do processo. Santos Neto explica que, das ações
transitadas em julgado - nas quais ele representa as empresas -, os
trabalhadores ganharam na primeira e segunda instância, mas perderam na corte
superior. De acordo com ele, esses processos levam em média cinco anos até
chegarem ao TST. Santos Neto defende uma postura conservadora dos advogados
nessas situações, o que evitaria colocar em risco o direito do trabalhador. "É
lamentável que se demore tanto tempo em discussões como essa", afirma a advogada
Adriana Calvo. Para ela, essa demora representa um "sofrimento processual"
gerado por uma discussão técnica. "Imagina o advogado dizer para o cliente que o
processo foi extinto depois de dez anos de discussão", afirma.
O ministro do TST Carlos Alberto Reis de Paulo diz que na primeira e segunda
turmas da corte há processos sobre o tema com pedidos de vista. O que, segundo
ele, significa que a matéria poderá ser repensada. Quanto às divergências, caso
da súmula do TRT, o ministro diz que não há o que ser feito. Isso porque o TST
não possui uma orientação jurisprudencial sobre o tema. Portanto, não há uma
norma a ser seguida pelos TRTs.
O advogado Walter Silva, sócio do escritório Evaldo Ramos Advogados, lembra
que há uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal
Federal (STF) que questiona a Lei nº 9.958. A ação, proposta pela Confederação
Nacional dos Trabalhadores do Comércio em 2000, está com vista para o ministro
Sepúlveda Pertence. O advogado afirma que em diversos processos têm sido
discutida a inconstitucionalidade da norma. E em muitos casos há a declaração,
de forma incidental (apenas para o caso específico), de inconstitucionalidade da
legislação.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h38
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A FARRA DOS BANCOS - FOLHAS DE PAGAMENTO (1)
Banco paga até R$ 50 mi por conta
salário
Empresas fazem leilão de folhas de pagamento entre instituições
financeiras, que desembolsam valor para ter funcionários como
clientes
Antes restrita à negociação de tarifas,
prestação de serviço bancário agora envolve somas de acordo com o número de
empregados e seus salários
SANDRA BALBI DA REPORTAGEM LOCAL
Empresas nacionais e multinacionais estão leiloando suas
folhas de salários entre grandes bancos ávidos por arrebanhar, num só lance, um
pacote de milhares de correntistas. A Folha apurou que 11 grandes
empresas receberam dinheiro para entregar o processamento da folha de pagamento
dos empregados a um único banco, em licitações que envolveram as maiores
instituições financeiras do país.
Por trás dessa movimentação, iniciada no ano passado, há uma corrida para
garantir o máximo de contratos antes que o governo aprove medida que torne
obrigatória a conta salário e a livre opção bancária, permitindo ao trabalhador
decidir em que banco quer receber o dinheiro.
Nos leilões promovidos por empresas do porte do grupo Votorantim, JBS-Friboi,
Dixie-Toga, Arcelor, Tigre, Marco Polo e Boticário, os bancos pagaram entre R$ 4
milhões e R$ 50 milhões para ter a exclusividade da folha de salários, em geral
por um período de cinco anos. Nesse tempo, os bancos contam recuperar o
investimento com a venda de produtos financeiros aos empregados-clientes e com a
cobrança de tarifas.
Licitações feitas por Sadia, Colgate Palmolive, Goodyear e Philip Morris
também envolveram pagamento, segundo a Folha apurou, embora os valores não sejam
conhecidos. Todas as empresas negociaram, também, redução ou isenção temporária
de tarifas bancárias para seus empregados.
Valor de mercado
A movimentação no setor privado começou depois que o então prefeito José
Serra (PSDB) leiloou, em setembro do ano passado, a folha de pagamento dos 210
mil funcionários da Prefeitura de São Paulo. O Itaú pagou R$ 510 milhões pela
exclusividade do serviço -cerca de R$ 2.400 per capita.
Desde então, as empresas descobriram que suas folhas salariais valem muito e
obtêm entre R$ 833 e R$ 2.300 por funcionário nos seus leilões. Nos primeiros
leilões de folhas salariais realizados pelo setor privado, o preço pago por um
funcionário com alto salário equivalia a 60% do que o Itaú desembolsou por um
trabalhador graduado da Prefeitura de São Paulo. Para os salários mais baixos,
um empregado do setor privado valia 30% de um similar da prefeitura.
O "deságio" no preço per capita da folha salarial das empresas deve-se ao
risco de demissão no setor privado: um corte de pessoal pode dizimar o lote de
correntistas captado.
Na maior dessas licitações, feita pelo grupo Votorantim, que centralizou a
folha de pagamento dos quase 28 mil empregados da Votorantim Industrial, o ABN
Amro decidiu pagar R$ 1.789 por funcionário.
O banco holandês substituiu oito bancos que faziam o pagamento dos salários
das 12 empresas da unidade industrial do grupo. Consultado, o diretor financeiro
da Votorantim Participações, Luis Felipe Schiriak, informou que, no contrato,
"existe uma cláusula de confidencialidade" sobre o pagamento feito pelo ABN
Amro. O banco também não se manifestou sobre o valor pago.
"Ao avaliarmos uma licitação, levamos em consideração vários aspectos, entre
eles a quantidade de contas salário envolvidas, a segmentação da folha e a
necessidade de investimentos para suportar o atendimento aos potenciais
clientes", diz o diretor comercial do ABN Amro, Wagner Ferrari.
O segredo do negócio com folhas de pagamento, segundo consultores, é a
pirâmide salarial. Os bancos calculam o custo e as receitas por funcionário para
ver se compensa a aquisição. Empresas com um percentual elevado de trabalhadores
de baixa renda não interessam às instituições financeiras.
Já corporações como o grupo Votorantim são muito disputadas. A Folha teve
acesso à chamada da licitação ("request for proposal") do grupo Votorantim. No
documento, entre as informações relevantes, a companhia mostra que 46% dos
trabalhadores recebem entre R$ 1.000 e R$ 3.000, 40% até R$ 1.000 e 14% ganham
acima de R$ 3.000 mensais.
Outra licitação de peso foi a da folha de pagamento do grupo Arcelor Brasil,
realizada em julho deste ano. Com 14,5 mil empregados, a folha foi disputada por
oito bancos. Segundo informação da assessoria do grupo, participaram da
licitação Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú,
Unibanco, ABN Amro e Santander Banespa.
Quem levou o pacote de funcionários para sua base de clientes foi o espanhol
Santander Banespa, mediante o desembolso de cerca de R$ 35 milhões. O banco
começa a operar a folha a partir de outubro.
Silêncio
A Folha procurou as empresas que licitaram suas folhas, mas a maioria
não se manifestou. Os bancos, com exceção do ABN Amro, também não responderam ao
pedido.
A Philip Morris informou, por intermédio de sua assessoria, que todos os anos
faz licitação para fornecimento de serviços bancários. O objetivo, segundo a
companhia, é verificar se está pagando as menores tarifas bancárias do mercado.
Há seis anos é o Itaú que presta o serviço, e o banco não pagou para manter a
exclusividade, de acordo com a Philip Morris.
O grupo JBS-Friboi informou que, "recentemente, fez licitação da folha de
pagamento da empresa entre os maiores bancos brasileiros".
O objetivo foi "melhorar a prestação de serviços aos colaboradores da
empresa". Também não comentou o valor pago pelo Unibanco -avaliado em cerca de
R$ 10 milhões- para ter os 12 mil funcionários da empresa como correntistas.
Fonte: Folha de São Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h45
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A FARRA DOS BANCOS - FOLHAS DE PAGAMENTO (2)
Lobby tenta evitar que medidas do governo
"anulem" acordo entre empresas e bancos
DA REPORTAGEM LOCAL
Bancos e empresas correm contra o tempo e se armam para evitar que seus
negócios com a folha de pagamento de funcionários faça água. Amanhã, na reunião
extraordinária do Conselho Monetário Nacional, o governo deve anunciar medidas
que tornem obrigatória a abertura de conta salário pela empresa e que permitam
ao trabalhador transferir dinheiro para o banco da sua preferência, sem custos.
A decisão deverá sair via medida provisória.
Embora a conta salário exista há dois anos, ela é hoje opcional, e os bancos
criam dificuldades para transferir o dinheiro dos trabalhadores para outra
instituição de sua escolha.
Na semana passada, o assunto esteve na pauta do CMN e enfrentou forte pressão
dos bancos. Eles tentam ganhar tempo para ampliar sua base de clientes cativos,
conquistando novas folhas de pagamento. Querem que a obrigatoriedade da conta
salário só entre em vigor seis meses após a aprovação e que os contratos já
firmados não sejam atingidos pela medida. Também preferem que as medidas sejam
implantadas via resolução do BC, e não por MP.
A Folha teve acesso a uma minuta de resolução discutida no dia 14, no
conselho da Febraban, entre presidentes de bancos e diretores do Banco Central.
O texto foi aprovado com apenas um voto contrário e estabelece a obrigatoriedade
da transferência de salários e aposentadorias para o banco que o trabalhador
escolher.
Só contratos futuros
A Febraban conseguiu incluir no texto um artigo definindo que a norma não se
aplica a contratos e convênios já existentes. As empresas que licitaram suas
folhas de salários também têm interesse em manter contratos, já que a ruptura
implicaria devolução de parte do dinheiro recebido no leilão da folha de
pagamento.
A folha de salários sempre foi forte moeda de troca usada pelas empresas para
obter vantagens dos bancos, diz José Carlos Rodrigues, sócio da System Plus,
especializada em administração de pessoal.
"Nos tempos de inflação alta, os bancos que detinham o pagamento da folha
salarial antecipavam o dinheiro para as empresas e não cobravam juros."
Hoje, diz Rodrigues, eles querem reter os funcionários como clientes. As
empresas que ainda não aderiram aos leilões conseguem descontos nas tarifas,
juros menores nos financiamentos e até uma linha de crédito pré-aprovada.
Os bancos chegam a oferecer financiamentos com juros 30% abaixo dos de
mercado às empresas que lhes entregam suas folhas de pagamento, segundo Celso
Eduardo, diretor de recursos humanos do grupo Soma. "Também podem ocorrer
negociações de tarifas menores para os funcionários, mas isso não é
prioritário", observa.
Fonte: Folha de São Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h43
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A FARRA DOS BANCOS - FOLHAS DE PAGAMENTO (3)
Negociações são "imorais", diz
sindicato
DA REPORTAGEM LOCAL
No movimento sindical a onda de leilões de folhas de pagamento, iniciada no
ano passado, ainda é desconhecida. "Não sei se essa prática é legal, mas é
imoral", afirma o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Luiz
Cláudio Marcolino.
Na sua opinião, "as empresas estão usando um patrimônio do trabalhador -a
conta bancária- para fazer negócio".
Cada pacote de clientes que os bancos conquistam significa crescimento de
receitas para essas instituições, segundo ele.
"Até 1994, os bancos não cobravam pelos serviços de conta corrente. Hoje,
eles têm uma cesta de tarifas e cobram mesmo que o cliente não use os serviços",
diz Marcolino.
Estudo do Dieese constatou que no início de fevereiro o custo médio mensal de
uma cesta de tarifas bancárias era de R$ 22,48. O mesmo estudo aponta forte
crescimento das receitas dos três maiores bancos do país com as tarifas de conta
corrente.
No Banco do Brasil, o pacote de serviços (Plano Ouro) teve aumento real de
39,3% de 2001 para 2005. No Bradesco, os preços dos serviços de conta corrente
tiveram ganho real de 64,2% e no Itaú, de 39,9% no mesmo período.
Desde o ano passado, algumas categorias de trabalhadores conquistaram isenção
de tarifas nas suas contas de salários. Foi o caso dos metalúrgicos e dos
químicos do ABC.
"Os trabalhadores gastavam R$ 300 por ano com tarifas bancárias. Hoje, mais
de 60% da categoria está isenta desse pagamento", diz o presidente do Sindicato
dos Metalúrgicos do ABC, José Lopez Feijóo. O benefício só atinge os
trabalhadores atendidos por um posto bancário no local de trabalho.
Também os metalúrgicos de São Paulo negociaram o benefício com algumas
empresas em 2005. Eles incluíram a isenção de tarifas no rol de reivindicações
da campanha salarial deste ano, que termina em novembro. (SB)
Fonte: Folha de São Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h42
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CCBB EM BRASÍLIA
Sons do
Planalto
Shows apresentam diferentes estilos
musicais candangos
Os brasilienses terão a grande oportunidade de conhecer os diferentes
estilos da produção musical candanga nos palcos do CCBB. Entre os meses de
setembro e outubro acontece o projeto Sons do Planalto. Serão cinco shows
com músicos da cidade em parcerias inéditas.
O módulo Instrumental e MPB abre o evento com a participação da
consagrada Orquestra de Violões de Brasília. Os mestres de cordas
Jaime Ernest Dias e Paulo André Tavares aproveitam para comemorar
os 15 anos da Orquestra, com o cantor, compositor e pianista Eduardo
Rangel, a cantora Célia Porto e o violeiro Rênio Quintas.
No segundo domingo (10) o módulo Sertanejo e Música Folclórica reúne
Roberto Correia e viola do Seu Badia Medeiros. No dia 17, o
Rap reúne GOG, um dos maiores nomes do gênero do Brasil e a
juventude de Flora Matos.
O dia 24 de setembro será dedicado ao Pop Rock e traz ao palco
Móveis Coloniais de Acaju, com a participação de Gabriel Thomas,
ex Little Quail and the Mad Brids. E para fechar o projeto cultural, no
dia 08 de outubro o módulo Música Experimental anima o público com a
levada afro-tribal-brasileira do Há-ôno-BeKo (foto) e a improvisação do
histórico Liga Tripa.
Anote na agenda a programação do evento:
03/09 - Instrumental e MPB: Orquestra de Violões convidando Célia
Porto e Eduardo Rangel 10/09 - Sertanejo e Música Folclórica: Roberto
Correia convidando Seu Badia Medeiros 17/09 - Rap: Tropa de Elite com
a participação especial de GOG 24/09 - Pop Rock: Móveis Coloniais de
Acaju com a participação de Gabriel Thomas 08/10 - Música
Experimental: HA-ONO-BEKO e Liga Tripa
Fonte: Guia da Semana
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h49
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A GREVE QUE DERRUBOU O PIB
Auditores da Receita reagem a
afirmações de Mantega
O ministro da Fazenda atribuiu parte
da queda do PIB no segundo trimestre à greve da categoria
Adriana Fernandes
BRASÍLIA - Os auditores da Receita Federal reagiram nesta
sexta-feira à declaração em que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, atribuiu
parte da queda do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre à greve da
categoria. O presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Unafisco),
Carlos André Nogueira, disse que a culpa do resultado do PIB fraco é da política
econômica.
"Essa afirmação (do ministro) não tem sustentação. É uma tentativa de dividir
com outros a responsabilidade", disse Nogueira. Segundo ele, a declaração do
ministro deixou a categoria com uma imagem ruim perante a sociedade. "Fica
parecendo que a nossa greve teve todo esse efeito sobre o resultado do PIB",
ponderou ele.
Para explicar o desaquecimento da economia no segundo trimestre, o ministro
Mantega, em entrevista, citou na quinta-feira como fatores de desaceleração do
PIB a Copa do Mundo de Futebol, que diminuiu o número de dias de trabalho, a
greve dos auditores da Receita e serviços de manutenção em plataformas da
Petrobrás.
"A causa do fraco desempenho da economia está, principalmente, na alta
tributação sobre o consumo, que retira o poder de compra da população, nos juros
altos e na valorização do Real", afirmou o presidente do Unafisco. Ele ressaltou
que a construção civil desacelerou, passando de 7% no primeiro trimestre para
2,6% no segundo. E o investimento recuou 2,2% em comparação com os três
primeiros meses do ano.
Os auditores fiscais ficaram em greve por dois meses, de maio a junho. O
movimento só foi suspenso depois que o governo acenou com a edição de uma medida
provisória definindo reajustes salariais para várias categorias, entre elas a de
auditor da Receita.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h31
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SINDICALISMO
Do jornalista Elio Gaspari na Folha de S. Paulo:
Greve de placa
Os trabalhadores brasileiros deveriam mandar botar uma placa de bronze na
entrada do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Diria o seguinte:
"Sendo presidente deste sindicato o metalúrgico José Feijóo, às 21h30 de
terça-feira, 30 de agosto de 2006, horas depois da dispensa de 1.800 operários
da Volkswagen, a porta deste sindicato estava fechada. Se alguém quisesse saber
das novidades, era informado pelo guardião das duas fechaduras da portaria que
deveria voltar no dia seguinte.
Era presidente da República o excelentíssimo senhor Luiz Inácio Lula da
Silva, operário metalúrgico de 1959 a 1972 e presidente deste sindicato de 1975
a 1980.
Era ministro do Trabalho o excelentíssimo senhor Luiz Marinho. Operário da
Volkswagen desde 1978, presidiu este sindicato de 1997 a 2003. São Bernardo
do 173º da Independência, 116º da República, 3º do governo petista."
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h23
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