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INVESTIMENTOS DA PREVI

A descoberta do Brasil

O grupo português Pestana, um dos maiores da Europa, abre um hotel a cada oito meses no País. Agora, vai para a Costa do Sauípe e anuncia a entrada no setor de condomínios de luxo


Por Carlos Sambrana

O português Dionísio Pestana, 54 anos, dono da rede Pestana, uma das maiores cadeias hoteleiras da Europa, é mais um dos fãs que o técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari conquistou na terra de Camões com o quarto lugar na Copa da Alemanha. “Ele fez milagre, é um grande motivador”, diz. O elogio parte de um homem que entende do assunto: nem tanto de futebol, mas sim de realizar grandes proezas. Pestana conseguiu transformar um hotel falido, na Ilha da Madeira, território português no continente africano, em um conglomerado de 75 unidades espalhadas ao redor do mundo com faturamento anual de 250 milhões de euros. Na semana passada, este senhor de fala pausada, avesso a entrevistas e conhecido pelo tino comercial, esteve no Brasil para selar outro feito. A rede Pestana, presente no País desde 1999, assinou um contrato de dez anos com a Costa do Sauípe, empreendimento turístico do fundo de pensão Previ, a 76 quilômetros de Salvador, para operar seis pousadas até então administradas pela própria Costa do Sauípe. “Assim completamos a nossa atuação na Bahia”, disse Pestana em entrevista exclusiva à DINHEIRO. “Temos o Pestana Bahia, o Convento do Carmo, ambos em Salvador, e, agora, um resort para oferecer aos nossos hóspedes.”

O mercado estima que para cravar a bandeira na Costa do Sauípe o Pestana desembolsará cerca de R$ 6,6 milhões ao ano. É um bom negócio para ambas as partes porque o grupo tem potencial para levar turistas para a região e porque Sauípe ganha mais uma bandeira internacional somada às cadeias Accor, Marriot e Superclubs, que já atuam no lugar. “O Pestana se encaixa no que estávamos procurando”, diz Alexandre Zubaran, presidente da Costa do Sauípe. “Eles sabem operar tanto hotéis como pousadas.” Este é, na verdade, o grande segredo da cadeia hoteleira portuguesa. Todos os seus negócios se casam de forma que um possa dar suporte ao outro. No Exterior, o grupo atua em grandes hotéis, pousadas históricas, tem cassino, uma companhia aérea para vôos fretados com oito Boeings, é dono de campos de golfe e de grandes operadoras de turismo. Assim, pode fazer com que o turista compre todos os serviços da rede, desde o pacote até o transporte, atravessando todas as opções de hospedagem. “O futuro das grandes redes depende da sinergia”, diz Pestana.

Ao que parece, essa estratégia começa a ganhar maior escopo no Brasil. Além de ter oito hotéis no País, mais de um erguido por ano, ela vai entrar em outros segmentos. “Investiremos no mercado imobiliário brasileiro”, diz Pestana. O grupo construirá condomínios de luxo. Pretende vender as casas e oferecer serviços hoteleiros para os moradores. “Já estamos procurando terrenos para iniciar as operações.” Paralelo a isso, o Pestana também pretende abrir outro hotel na região Nordeste. “Estivemos perto de abrir uma unidade em Ipojuca, em Pernambuco, mas não deu certo”, diz Pestana. Mas novos hotéis em outras cidades não estão descartados. Desde que comprou a primeira unidade no País, o Pestana Rio Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro, a empresa já investiu R$ 200 milhões no Brasil e os resultados estiveram acima das expectativas. Dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil, o Fohb, mostram que a média de ocupação dos hotéis no País, em 2005, alcançou 61%. O Pestana, por sua vez, obteve uma média de 70%.

O segredo para obter esses resultados se esconde na tal sinergia de que Dionísio Pestana tanto fala. Como tem uma ampla estrutura montada na Europa, a rede consegue trazer um grande número de turistas estrangeiros ao Brasil. No Pestana de Natal, por exemplo, 70% dos hóspedes vêm do Exterior. No Convento do Carmo, na Bahia, 65%, e no Rio de Janeiro, 50%. “É aí que está o sucesso de redes portuguesas como o Pestana”, diz Eraldo Alves da Cruz, presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, a Abih. O que acontece, na verdade, é que o grupo soube expandir as operações de modo ordenado para, assim, descobrir os principais nichos. “Eles estão fazendo um grande trabalho no Brasil”, diz Guilherme Paulus, dono da CVC, a maior operadora de turismo do País. “Constroem vários hotéis com linhas diferenciadas.” E isso começa a ganhar destaque no restante da América do Sul. “O Brasil é a nossa base de expansão”, diz Pestana.

Depois de inaugurar uma unidade em Buenos Aires, na Argentina, a rede parte agora para Caracas, na Venezuela. “Há uma grande colônia de portugueses naquele país”, diz Pestana. Aliás, as decisões da empresa se baseiam, principalmente, nessa questão. A internacionalização do grupo começou com os países de língua portuguesa. Primeiro foi a vez de Moçambique e depois, o Brasil. De acordo com o empresário, fica mais fácil se adaptar aos países que falam o mesmo idioma. O curioso, contudo, é que Pestana aprendeu a falar português somente aos 24 anos. Isso mesmo. Filho de portugueses, ele nasceu na África do Sul, onde seu pai, Manuel Pestana, trabalhava com a venda de bebidas e, no início da década de 70, decidiu investir em um hotel na Ilha da Madeira. Na época, o pai fechou uma parceria com a rede Sheraton e concedeu aos americanos a administração do empreendimento. Acontece, porém, que, em 25 de abril de 1974, a Revolução dos Cravos, que derrubou a ditadura e impôs o regime socialista, mudou todos os contratos das empresas no país.

Com a mudança de governo, o hotel da família Pestana passou por sobressaltos, pagava juros altíssimos e tinha que destinar boa parte dos ganhos para a cadeia americana. O jovem Dionísio foi para a Ilha da Madeira com a missão de sanar as dívidas e reerguer o hotel. Em seis anos – além de trocar o idioma inglês pelo português – ele cumpriu a tarefa e, depois, multiplicou o negócio. Em 2003, quando tinha 35 unidades, assinou um acordo com as Pousadas de Portugal, conjunto de 40 pousadas históricas espalhadas no país, para revitalizá-las e explorá-las comercialmente. Foi um sucesso. É o famoso toque de Midas, como dizem os portugueses? “Não, meu caro, é um toque de muito trabalho com uma boa equipe”, diz Pestana.

Fonte: Isto É Dinheiro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h56
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VIOLAÇÃO DE SIGILO BANCÁRIO

Caixa nega quebra e diz que "transferiu" sigilo do caseiro

Com argumento, banco negou indenização por danos morais a Francenildo Costa

Nildo contradisse Antonio Palocci e teve uma cópia do extrato bancário levada pelo ex-presidente da Caixa ao ex-ministro da Fazenda


MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Com o argumento de que não violou a conta de Francenildo dos Santos Costa, mas apenas "transferiu" o sigilo bancário ao então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, a Caixa Econômica Federal se recusou a pagar indenização ao caseiro. Francenildo pede na Justiça R$ 17,5 milhões da estatal por danos morais.

Cópia do extrato bancário do caseiro foi levada pessoalmente pelo então presidente da Caixa Jorge Mattoso a Palocci na noite de 16 de março. Naquele dia, Francenildo testemunhara contra o ex-ministro da Fazenda na CPI dos Bingos, que investigava envolvimento de ex-assessores de Palocci em esquema de corrupção.

Antes que a informação sobre supostas "operações atípicas" no valor de R$ 30 mil na conta de Francenildo chegasse ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão que combate a lavagem de dinheiro, o extrato entregue a Palocci já havia sido divulgado pela revista "Época".

Na defesa à Justiça, a Caixa nega responsabilidade no crime. O documento diz que a estatal "tão somente transferiu" o sigilo bancário ao Ministério da Fazenda, "na pessoa do ex-ministro Antonio Palocci", e não participou do vazamento das informações à imprensa.

A Polícia Federal já indiciou Palocci e o ex-presidente da Caixa, além do ex-assessor de imprensa do ministro, Marcelo Netto. O relatório final do inquérito deve ser apresentado na próxima semana pelo delegado Rodrigo Gomes.

A Caixa sustenta que se limitou a cumprir rotina burocrática ao identificar depósitos e saques não compatíveis com a renda mensal de R$ 510 declarada pelo caseiro. Os depósitos haviam sido feitos pelo pai biológico de Francenildo. A quebra do sigilo expôs a condição de filho de relação extraconjugal do empresário piauiense Eurípedes Soares Silva.

O acordo com o pai biológico é citado na defesa da Caixa para ironizar o valor da indenização pedida pelo caseiro: "Não resta dúvida de que o autor [Francenildo] atribuiu ao seu estado de filiação o valor de R$ 30 mil. Flagrante é a desproporção entre tal valor, tarifado para o "estado de filiação", e os R$ 17,5 milhões pretendidos a título de indenização por suposta quebra de sigilo bancário".

Segundo cálculo apresentado pela estatal, Francenildo teria de trabalhar durante 2.859 anos com o salário que recebia à época para receber o valor pedido a título de indenização. Francenildo está desempregado há mais de cinco meses.

A Caixa também contesta que o caseiro tenha sofrido danos morais e alega que o episódio lhe deu notoriedade, um "momento de fama": "É até mesmo difícil se imaginar como o autor, homem novo, saudável, apto para o trabalho e demais atividades, teria tido sua vida tão desestruturada em decorrência de tal episódio", escreve o advogado da estatal.

O advogado de Francenildo, Wlício Nascimento, vai contestar os argumentos da Caixa. Ele insiste em que o valor da indenização pedida é "pequeno" ante o patrimônio da estatal e a ofensa a seu cliente. "O desejo implícito [da violação] era achincalhar, amedrontar, bem como induzir a opinião pública à falsa interpretação de que o autor mantinha créditos oriundos de propina de políticos da oposição", diz a ação.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h31
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CONSELHOS CONSULTIVOS DA PREVI

Conselhos Consultivos reuniram-se pela primeira vez

Em 30/8, ocorreu a primeira reunião dos Conselhos Consultivos do Plano 1 e do PREVI Futuro. Suas atribuições incluem acompanhar os aspectos relevantes dos Planos, solicitar esclarecimento ou estudo adicional a respeito de assuntos importantes e apresentar propostas e sugestões quanto à gestão do Plano.

Foram eleitos para o primeiro período, no Plano 1, Romildo Gouveia Pinto, como Coordenador e José Paulo Staub, como suplente. No Plano PREVI Futuro, foram eleitos Humberto Fernandes de Oliveira, como Coordenador e Isabel Cristina dos Santos de Souza, como suplente. De forma diversa da dos Conselhos Fiscal e Deliberativo, os Conselhos Consultivos têm coordenador em vez de presidente. Os coordenadores são eleitos pelo conselho entre os conselheiros eleitos.

Fonte: Previ



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h20
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CCBB DE SÃO PAULO

Programação do CCBB para setembro

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) possui uma extensa programação cultural para o mês de setembro. Ciclos de cinema, espetáculos de dança, exposições, debates, música e teatro – a maioria da programação gratuita para a população e de facílimo acesso. O CCBB fica no Centro de São Paulo, próximo às estações São Bento e Sé do Metrô.

 

Entre os destaques do mês de setembro estão a mostra “Cinema Francês Pós-Nouvelle Vague”, que apresenta a diversidade estética do país; a série “Dança em Pauta”, que encerra no começo do mês; as exposições “Um Indeterminado”, de Edouard Fraipont, que começa no dia 26/9, destacando imagens fotográficas de paisagens noturnas e ambientes fechados. No campo das idéias, a jornalista Patrícia Palumbo e o radialista Kid Vinil irão debater no dia 12/9 sobre “A Crônica na MPB”. E no dia 19/9, o “Quinteto Pau-Brasil” se apresenta trazendo elementos nacionais e internacionais da música primitiva e contemporânea.

Divulgação

Quinteto Pau-Brasil, integrado por Rodolfo Stroeter (baixo), Nelson Ayres (piano e teclados), Paulo Belinatti (violão), Teco Cardoso (sax e flauta) e Ricardo Mosca (bateria)

 

O CCBB é mantido pelo Banco do Brasil que é um dos patrocinadores da Associação Viva o Centro. 

Confira a programação completa do CCBB no site:
http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/sp/index.jsp

 

Serviço

Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)

Rua Álvares Penteado, 112

Tel. 3113-3651

Ter a dom, das 10h às 21h

P/ agendamento de escolas, associações ou grupos, é necessária solicitação prévia, de seg a sex, das 9h às 18h, pelo tel. 3113-3649. Os programas acontecem de ter a sab, em diversos horários. Aos domingos não é preciso agendar, basta chegar e solicitar a atividade.

Metrô Sé e São Bento



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h56
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A FARRA DOS BANCOS

Banqueiros mantêm felizes seus diretores
 
Bancos distribuem milhões de reais aos seus executivos, mas suspendem negociação com os bancários
 
A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) avisou nesta sexta-feira, dia 1º, que a rodada de negociação prevista para a próxima semana não vai mais acontecer. Nem informou uma nova data para apresentar propostas às cláusulas econômicas da minuta de reivindicações dos trabalhadores, conforme havia se comprometido a fazer.

Se por um lado os banqueiros fazem questão de ignorar os anseios dos mais de 400 mil bancários do país, por outro mantêm felizes seus diretores e superintendentes.

Alguns dos maiores bancos do país já distribuíram milhões de reais a título de participação nos lucros e resultados ou bônus para seus executivos.
“Recebemos informações de diretores que receberam mais de um milhão de reais. Enquanto isso, para os bancários que sofrem no dia-a-dia a cobrança por metas e estão na linha de frente do atendimento aos clientes, nem proposta têm para apresentar”, afirma o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino. “Não podemos nos iludir: tamanho desrespeito tem que ser respondido à altura. E só a mobilização dos bancários pode fazer isso.”

A partir da próxima semana, serão intensificadas as atividades de mobilização. Na segunda, dia 4, tem Dia Nacional de Luta. “Cada local de trabalho precisa começar a se organizar, definir formas de participar das atividades propostas pelo Sindicato. A participação tem que aumentar a cada dia. E, se o descaso continuar, a greve pode ser a única saída”, avalia Marcolino.
 
Fonte: Sindicato dos Bancários


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h48
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BB INVESTIMENTOS

BB conquista o primeiro lugar no ranking da Anbid

O BB Investimentos conquistou, em julho, o primeiro lugar em volume de operações de Renda Fixa, tanto em originação quanto em distribuição, no ranking da Associação Nacional de Bancos de Investimento.

Esse resultado se deve a um volume total de R$ 9 bilhões em operações coordenadas. Desse montante, o BB foi responsável pela distribuição de R$ 2,33 bilhões, o equivalente a 23,7% do mercado. O Banco esteve presente em 9 das 20 operações realizadas no período de janeiro a julho de 2006.

O ranking da Anbid é o principal mensurador do desempenho das instituições financeiras atuantes no mercado de capitais brasileiro e é observado pelas empresas emissoras para a escolha de uma instituição financeira estruturadora quando pensam em acessar esse mercado.

Nesses primeiros 7 meses, o BB coordenou as operações de debêntures da Petroflex S.A., CPFL Piratininga, Telemar Norte Leste, CSN, BV Leasing, Vigor e BR Telecom, além das Notas Promissórias de Cemig Distribuição e Cemig Geração e Transmissão.

O grande destaque foi a operação da Telemar, a maior emissão de empresa ano financeira já realizada no mercado nacional, no valor de R$ 2,1 bilhões.

Fonte: Em Pauta



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h40
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EMPREGO & RENDA

Concursos para 45,9 mil

Orçamento da União para o ano que vem prevê gasto de R$ 1,4 bi na contratação de servidores no Executivo, Judiciário e Legislativo

Lúcio Vaz
Da equipe do Correio

A um mês das eleições gerais de outubro, o governo Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem o Orçamento da União para o próximo ano, com previsão de aumento de despesas concentrado nas áreas de transportes, segurança pública e contratação de pessoal. Serão criadas 45,9 mil vagas nos três Poderes, com investimento de R$ 1,4 bilhão. Só no Executivo serão criados 28 mil novos postos de trabalho, dos quais 13,5 mil em substituição a trabalhadores terceirizados - uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). Os investimentos do governo deverão somar R$ 17,6 bilhões, um aumento de 8,6%.

As contratações no Executivo, em carreiras típicas de Estado, vão custar R$ 796 milhões. As 14,9 mil novas vagas no Judiciário aumentarão as despesas em R$ 433 milhões. O Ministério Público Federal vai criar 2,2 mil novos cargos, com gasto extra de R$ 103 milhões. O Legislativo vai ampliar o seu quadro de carreira em 799 vagas, a um custo de R$ 65 milhões. O total de gastos com pessoal vai passar de R$ 106,7 milhões neste ano para R$ 119,3 milhões em 2007 - aumento de 11,2%. Nesses valores já estão embutidos os aumentos que serão concedidos aos servidores do Poder Judiciário e do TCU, em tramitação no Congresso.

O valor do salário mínimo, a partir de abril do próximo ano, foi fixado em R$ 375 - um aumento real de 3%. O principal programa do governo Lula, o Bolsa Família, terá um crescimento relativamente pequeno, de R$ 8,2 bilhões neste ano para R$ 8,6 bilhões no próximo ano. A variação, porém, é maior em comparação com os primeiros anos do governo petista. Foram investidos apenas R$ 3,2 bilhões em 2003, quando o programa estava em fase de implantação, com atendimento de 3,6 milhões de famílias. Os orçamentos tiveram acréscimos sucessivos, com R$ 5,2 bilhões em 2004, R$ 6,3 bilhões em 2005 e R$ 8,3 bilhões em 2006. O número de famílias beneficiadas atingiu 11,1 milhões neste ano e deverá ser mantido no próximo ano.

Estradas

Depois de permitir a deterioração de grande parte das estradas federais nos primeiros anos de mandato, o governo Lula aumentou os gastos com recuperação da malha viária. No próximo ano, os investimentos serão ainda maiores. O Ministério dos Transportes terá orçamento de R$ 6,3 bilhões. Desse total, R$ 4,6 bilhões serão investidos em rodovias. O maior gasto será com adequação de estradas, uma despesa contida nos últimos anos: R$ 1,8 bilhão. A manutenção e recuperação das rodovias vai consumir R$ 2,1 bilhões. Os principais projetos serão as obras de duplicação da BR-101/Nordeste, com R$ 802 milhões, e da BR-101/Sul, com R$ 523 milhões.

O reforço na área de segurança pública é nítido. Após as seguidas crises provocadas pelo crime organizado em São Paulo, o governo federal aumentou o orçamento do Ministério da Justiça de R$ 1,4 bilhão para R$ 1,7 bilhão (variação de 19,2%). Os gastos com o Fundo Nacional de Segurança Pública, Polícia Federal e Polícia Rodoviária vão passar de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,28 bilhão. Os investimentos em penitenciárias vão ser ampliados de R$ 140 milhões neste ano para R$ 200 milhões no próximo ano - um aumento de 43%.

Ao anunciar o projeto de lei orçamentária para 2007, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, garantiu que não haverá aumento da carga tributária. "O aumento da arrecadação se dará pelo crescimento da economia e pela continuidade do trabalho de fiscalização da Receita. Não há criação de novos impostos nem aumento de alíquotas", afirmou o ministro.

A proposta de Orçamento para 2007 já prevê o repasse aos estados como compensação pela aplicação da Lei Kandir. Estão previstos R$ 3,9 bilhões para essa despesa. Neste ano, o governo deverá repassar R$ 4,3 bilhões aos estados. Em anos anteriores, porém, essa verba não estava prevista na proposta apresentada pelo governo, o que exigiu uma complicada negociação com o Congresso. O dinheiro reservado para as emendas dos parlamentares, R$ 3,5 bilhões, está previsto na reserva de contingência.

Fonte: Correio Braziliense/Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h40
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EMPREGO & RENDA

Governo prevê contratação de mais de 46 mil servidores em 2007

Regina Alvarez - O Globo/Reuters

BRASÍLIA - A proposta de Orçamento da União para 2007, encaminhada nesta quinta-feira pelo governo ao Congresso, prevê a contratação de 46.652 servidores. Para o Executivo, serão realizados concursos para contratação de 28.727 pessoas, 13.532 delas para substituir os terceirizados. No Judiciário, serão contratados 14.936 servidores, no Legislativo, 799, e no Ministério Público, 2.190.

O Orçamento destina R$ 796,7 milhões para as contratações no Executivo, R$ 433,2 milhões para o Judiciário, R$ 65,3 milhões para o Legislativo, e R$ 103,8 milhões para o MP. O Orçamento, no entanto, não prevê reajuste adicional para o funcionalismo no ano que vem.

A proposta prevê ainda um aumento do salário-mínimo dos atuais R$ 350 para R$ 375. Diferentemente do que havido sido informado, está previsto um reajuste real. Isso ocorre porque, ao prever o reajuste pela variação do PIB per capita, o Orçamento garante aumento acima da inflação. O Orçamento, porém, não prevê nenhum reajuste acima do que prevê a lei: variação da inflação mais variação do PIB per capita.

De acordo com a proposta orçamentária, é esperada uma elevação do déficit da Previdência de R$ 41 bilhões este ano (1,95% do PIB) para R$ 46,4 bilhões em 2007 (2,02% do PIB). As despesas primárias devem atingir R$ 547,7 bilhões e as financeiras, R$ 963,7 bilhões, totalizando R$ 1,511 trilhão.

Está previsto ainda um crescimento das receitas totais de R$ 549,4 bilhões este ano (26,14% do PIB) para R$ 603,4 bilhões (26,24% do PIB) em 2007. As receitas administradas pela Receita Federal sobem de R$ 362,3 bilhões (17,24% do PIB) para R$ 400,3 bilhões (17,41% do PIB). Já as receitas líquidas, sem as transferências para estados e municípios, sobem de R$ 458,5 bilhões (21,82% do PIB) para R$ 501,6 bilhões (21,81%) no ano que vem.

O governo deixou fora do projeto um dispositivo de redução de 0,1 ponto percentual do PIB nos gastos correntes, como estava indicado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o ministério não pode chegar a um consenso sobre a base de cálculo porque ainda há créditos pendentes no Congresso, referente ao Orçamento deste ano.

Apesar disso, o ministro disse que o governo defende a redução de gastos e está dialogando com o Congresso para que o mecanismo seja incluído no Orçamento ao longo do processo de aprovação.

Os gastos com servidores públicos federais deverão ser de R$ 117,9 bilhões no ano que vem, um aumento nominal de R$ 11,2 bilhões em relação a 2006. A proposta indica ainda que o governo federal deve registrar déficit nominal de 3,07% do PIB.

E, na composição do superávit primário, o governo federal terá menos relevância no ano que vem. O peso maior ficará com os estados e municípios. Os investimentos públicos serão de R$ 17,6 bilhões em 2007, frente a R$ 16,2 bilhões previstos para 2006.

As estatais federais investirão outros R$ 49,4 bilhões no ano que vem, um aumento em relação aos R$ 42,3 bilhões estimados para este ano. A maior parte dos investimentos públicos irá para infra-estrutura - com destaque para rodovias, que receberão R$ 4,6 bilhões em 2007.

Fonte: Globo Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h19
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Usiminas recebe R$ 900 milhões para modernização

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou ontem o financiamento de até R$ 900 milhões ao grupo Usiminas. Os recursos serão utilizados para a modernização das siderúrgicas da companhia em Ipatinga (MG), R$ 400 milhões, e da Cosipa em Cubatão (SP), R$ 500 milhões.

"No ano passado a produção atingiu 8,7 milhões de toneladas, fazendo da companhia a maior fabricante de aços planos da América Latina", informou o BNDES. O último grande investimento da Usiminas ocorreu em 2001, com a expansão da capacidade de produção da Cosipa, de 2,7 milhões de toneladas para 4,5 milhões de toneladas. Com isso, a companhia passou a ter capacidade para a produção de 10 milhões de toneladas de aço por ano.

O grupo Usiminas é controlado pela Nippon Usiminas Co. Ltd., com 19,4%; Caixa dos Empregados da Usiminas, com 13,2%; Camargo Corrêa, com 7,6%; Votorantim, com 7,6%; Bradesco, com 2,6%; e Sudameris, com 1,9%. Apesar de maior acionista individual, com 23%, a Companhia Vale do Rio Doce está fora do bloco de controle da companhia e atualmente negocia sua entrada com os sócios do grupo, segundo fontes. A Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, também está fora do controle e detém 14,9% do capital, mas não pretende alterar sua posição.

A Usiminas atende principalmente o segmento de bens de consumo de linha branca e a indústria automotiva, enquanto a Cosipa visa os mercados automotivo, naval, agrícola, eletroeletrônico, máquinas e equipamentos.

Fonte: Monitor Mercantil



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h31
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CAMPANHA SALARIAL DO BB

Negociações com o BB terminam sem avanços

 

(São Paulo) Terminaram em impasse as duas rodadas de negociações realizadas com o Banco do Brasil nesta quinta-feira para debater a Cassi e as reivindicações complementares do funcionalismo. Pela manhã, as discussões sobre a Caixa de Assistência continuaram sem avanços, já que o BB insiste em esconder os números que o levaram a apresentar sua proposta.

 

“A proposta do Banco do Brasil para a Cassi é muito diferente da nossa. Pelos dados que temos e que nos foram repassados pelos diretores eleitos da Caixa, precisamos de no mínimo R$ 850 milhões de receita para sustentar o Plano de Associados. Os números dos eleitos mostram também que a taxa de administração do Plano teria de ser fixada em 12% para um índice inflacionário de 13,75%. Com esses dados, a proposta do BB é insustentável”, afirma Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários.

 

Segundo o dirigente, o Banco do Brasil tem se recusado a apresentar seus números. “Deixamos claro na reunião que a diretoria do BB precisa abrir os dados sobre a Cassi para que possamos negociar e chegar a um denominador comum. Pelos números dos eleitos, a proposta do Banco não viabiliza financeiramente a Cassi. O BB, por exemplo, considera fundamental a co-participação dos associados, que nós somos contra. Ao contrário dos diretores eleitos da Cassi que defendem este princípio. Mas não podemos negociar isso, sem os dados do banco”, destaca Marcel.

 

A Comissão de Empresa também cobrou a implantação do Plano Odontológico. O Banco diz que aceita negociar, mas novamente não apresentou nenhuma proposta durantes as negociações.

 

Reivindicações específicas

As negociações sobre a minuta complementar dos funcionários do BB, entregue no último dia 17, também não avançaram. Um dos principais anseios dos bancários, a implantação de um novo Plano de Cargos e Salários (PCS), não pôde ser negociado porque, segundo o banco, a Lei Eleitoral proíbe mudanças que possam levar a reajustes salariais às vésperas das eleições. As discussões sobre o PCS ficaram para depois de outubro.

 

Na questão da isonomia, a direção do BB jogou um balde de água fria no funcionalismo. Segundo os negociadores, o banco já avançou onde pôde e novas mudanças foram praticamente descartadas pela direção.“A licença-prêmio, por exemplo, foi totalmente negada pelo BB. Não conseguimos respostas para nenhuma das cláusulas apresentadas. Precisamos intensificar a pressão para arrancar novas conquistas do banco”, ressaltou Marcel.

 

Outras pendências, como a regularização do vale-transporte e a o pagamento da verba de R$ 31,80, também continuam. O BB levou um técnico para provar que o vale-transporte está sendo pago corretamente. “Já entramos com uma representação no Ministério Público e vamos aguardar a manifestação dos promotores sobre o caso”, lembra Marcel.

 

A Comissão de Empresa provou para a diretoria do banco que a verba 109, de R$ 31,80, não está sendo paga a todos os funcionários que têm esse direito. O banco ficou de analisar.

 

Acordo prorrogado

Com o início das negociações complementares, o Banco do Brasil aceitou prorrogar as cláusulas do atual acordo até o dia 30 de setembro. A direção do BB se comprometeu a manter as conquistas trabalhistas dos funcionários na Campanha Nacional do ano passado. Com relação à PLR, o banco diz que pretende seguir o que for acordado com a Fenaban, mas manterá a proporcionalidade em relação ao que foi pago no ano passado.

 

Fonte: Contraf



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h28
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CCBB EM BRASÍLIA

Sons do Planalto no CCBB

A área externa do Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília recebe nomes da música candanga em cinco diferentes shows para mostrar a identidade musical de Brasília. Isso acontece nas tardes de setembro e no segundo domingo de outubro, de graça. No segundo domingo, dia 10, o módulo Sertanejo e Música Folclórica reúne Roberto Correia e viola do Seu Badia Medeiros. Os shows acontecem aos domingos sempre às 17h.

Fonte: ComunIWeb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h12
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Fundo investe no setor ferroviário

Patrícia Nakamura e Raquel Balarin

Leo Pinheiro/Valor
GP Logística negocia compra de lote de 360 vagões para arrendar à Agrenco. Guilherme Lacerda, presidente do Funcef: "É uma oportunidade de diversificar investimentos e melhorar os nossos ganhos".

Nos próximos dias, a GP Administração de Recursos (subsidiária da GP Investimentos) lança oficialmente o GP Logística, fundo de investimento em participações (FIP) que vai aplicar recursos em empreendimentos na área de logística. O GP Logística tem como cotistas os fundos de pensão Funcef (dos funcionários da Caixa Econômica Federal), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Fibra (Itaipu), além da Fundação Atlântica, o BNDES e o Banco do Brasil.

Foram captados R$ 462 milhões, ou 15% a mais que a meta traçada pela GP. A formatação do fundo levou 18 meses. A administradora de recursos fez aportes de R$ 12 milhões. A alavancagem pode chegar a quatro ou cinco vezes o valor total do fundo.

De acordo com fontes ouvidas pelo Valor, o primeiro negócio formatado pelo fundo, há um mês, é a aquisição de até 360 vagões ferroviários, que serão repassados via leasing à Agrenco, empresa do setor agrícola, e operados pela ALL Logística, maior concessionária ferroviária do país. O contrato é válido por 10 anos e a compra dos vagões está avaliada entre R$ 70 milhões e R$ 80 milhões. Procurada pelo jornal, a direção da Agrenco não se pronunciou. A ALL tem como principais sócios a GP a Funcef.

Os representantes do GP Logística não confirmaram o investimento. "Muitos projetos estão sob análise e serão discutidos com o comitê gestor em breve", afirmou ao Valor Nelson Rozental, diretor da GP Administração de Recursos. Entre eles estão aportes em centros de distribuição, armazéns, silos, tancagem, dutos (granéis sólidos e líquidos), portos e retroportos e infra-estrutura ferroviária.

O leasing de vagões é uma modalidade que vem crescendo no Brasil. A japonesa Mitsui já tem cerca de 600 unidades arrendadas.

Para cada investimento será criada uma sociedade de propósito específico (SPE), com o objetivo de isolar eventuais riscos. "São operações em que o fluxo de caixa futuro será aceito como garantia", disse Rozental.

Os ativos adquiridos podem ser reunidos, a longo prazo, numa única empresa de logística ou ainda vendidos isoladamente. O fundo terá um ciclo de 10 anos, renováveis por outros três.

Os recursos do GP Logística se juntam a outras carteiras poderosas, de mais de R$ 5 bilhões, que têm investido em projetos de infra-estrutura nos últimos dois anos. São fundos como o Brasil Energia (gerido pelo Pactual), Infra-Brasil (ABN Amro e Darby, voltado para obras pesadas) e o AG Angra (Andrade Gutierrez e Angra Partners, para projetos de saneamento). Esses FIPs também têm como principais investidores os fundos de pensão.

"Cada fundo tem um foco específico e eles não vão competir entre si, de forma a não gerar conflitos com os cotistas e dirimir riscos", afirmou Rozental. De acordo com levantamentos da Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústria de Base (Abdib), o Brasil carece de investimentos no setor de mais de US$ 30 bilhões por ano.

Os gargalos logísticos e a pouca oferta de recursos para essa área já fazem a GP pensar na formatação do Logística II. A captação deve iniciar em três anos, quando pelo menos 75% dos recursos do primeiro fundo já estiverem aplicados.

A Funcef é um dos principais cotistas dos fundos de infra-estrutura, com investimentos que beiram os R$ 800 milhões. "É uma oportunidade de investimento interessante, uma vez que as taxas de juros menores reduzem nosso ganho", afirmou Guilherme Lacerda, presidente do fundo de pensão.

Ele também destacou que, ao lado das Parcerias Público-Privadas (PPPs), os fundos serão uma importante fonte de recursos para a infra-estrutura. "Há uma necessidade grande de investimentos na área de infra-estrutura, que vão garantir emprego e têm potencial grande de sucesso".

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h52
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Suspeita de vazamento cria embaraço na CVM

Catherine Vieira e Daniele Camba

A maior operação em curso no mercado de capitais acaba de produzir um sério embaraço para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Um de seus diretores, Sergio Weguelin, pediu afastamento ontem, até que se complete investigação de vazamento de informação na autarquia.

A operação, de oferta pública de troca de ações PN da Telemar por ON, com a qual a empresa iniciava o processo de pulverização de seu capital, sofreu forte revés na sexta-feira, dia 18, quando a CVM tornou público um parecer que contrariava interesses dos acionistas controladores. Só que parte do mercado teria sabido antes do teor do parecer e ganhou um bom dinheiro.

A CVM explicitou no documento o entendimento sobre o chamado "benefício particular", pelo qual o controlador define uma relação de troca com valores vantajosos para as ações ordinárias em relação às preferenciais - caso no qual se enquadra a operação da Telemar. Para a CVM, apenas detentores de PNs devem ter voto na assembléia. Esse parecer derrubou os preços das ações ordinárias em 18,8% na segunda-feira, dia 21. Mas o problema é que no dia 17 investidores teriam entrado no mercado de aluguel de ações, apostando contra a oferta da Telemar. O volume alugado passou de 197 mil ações ON, no dia 16, para 621 mil no dia 17, atingindo 905 mil papéis no dia 18. Quem alugou e vendeu a ação, pôde recomprá-la para devolver ao dono com um preço 18,8% menor no dia 21, embolsando a diferença em apenas dois dias.

Segundo nota divulgada ontem pela CVM, Weguelin teria recebido um e-mail de um investidor estrangeiro contrariado com a oferta da Telemar e cobrando a falta de governança no Brasil. Ele respondeu que a CVM estudava divulgar parecer sobre o assunto, sem dizer em que sentido nem quando. Esse investidor não teria feito as operações de aluguel de ações. Mas há uma possibilidade de que o mercado, de posse dessa informação, tenha deduzido que o parecer da CVM brecaria as intenções da Telemar.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h47
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Pestana desembarca na Costa do Sauípe

Patrick Cruz

A partir de outubro, o grupo Pestana desembarcará na Costa do Sauípe, o maior resort do país. Esta será a quarta rede internacional a ter operações no complexo, que conta ainda com Accor, Marriott e SuperClubs. O acerto foi oficializado na noite de segunda-feira entre o presidente mundial da rede de hotéis, Dionísio Pestana, e o presidente da Costa do Sauípe, Alexandre Zubaran.

Com o acordo, o grupo português passará a administrar o conjunto de seis pousadas do resort - no total, elas têm 167 quartos. Até o fechamento do negócio, que não teve os valores revelados pelas partes, as pousadas eram administradas pela própria Costa do Sauípe, empreendimento controlado pelo fundo de pensão Previ.

Esta será a terceira operação dos portugueses na Bahia, agora consolidada como o principal pólo de investimentos do grupo no Brasil. O Rio de Janeiro tem duas unidades - uma na capital e outra em Angra dos Reis -, enquanto São Paulo, Curitiba, Natal e São Luís completam a rede. Na América do Sul, o Pestana também atua em Buenos Aires.

A primeira investida do grupo no Estado foi em 2001, quando comprou o antigo hotel Le Meridièn, depois rebatizado como Pestana Bahia. Em outubro do ano passado, o Pestana inaugurou o Convento do Carmo, hotel de luxo instalado em um prédio histórico no bairro do Pelourinho. Foi a primeira unidade inaugurada fora de seu país de origem pela Pousadas de Portugal, rede especializada na administração de hotéis em prédios históricos. O empreendimento consumiu investimento de R$ 21 milhões.

Na Costa do Sauípe, localizada no município de Mata de São João, a 76 quilômetros de Salvador, as três redes internacionais que já estão no complexo administram cinco hotéis - Accor e Marriott têm duas unidades cada uma. Eles somam 1.429 apartamentos.

Perto dali, o grupo espanhol Iberostar inaugurou em abril a primeira etapa de seu resort, no qual serão investidos US$ 200 milhões. Até o fim da década, com a conclusão das outras etapas, o Iberostar chegará a 1.650 quartos e deverá desbancar Sauípe do posto de maior resort do país.

A concorrência para a Costa do Sauípe na faixa norte do litoral baiano deverá crescer nos próximos anos. Estão em andamento ou já em fase pré-operacional empreendimentos que somam cerca de US$ 1 bilhão em investimentos.

Fonte: Valor Econômico/Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h01
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ARTE SEGURA

BB Seguro Auto apresenta exposição de Picasso em Teresina (PI)

O BB Seguro Auto  patrocina  a exposição Pablo Picasso: Paixão e Erotismo. O  patrocínio, que representou um investimento da seguradora de R$ 400 mil, trouxe pela primeira vez ao país 92 gravuras originais do artista, com o objetivo de promover o intercâmbio entre as mais diversas manifestações culturais, além de democratizar o acesso às obras de um dos mais influentes artistas da história. A exposição, que já esteve em Belém (PA) e Belo Horizonte (MG) passará ainda por Goiânia (GO) e Curitiba (PR).  

As obras, pertencentes à coleção Monte Titano, da Itália, dividem-se entre litogravuras, aguatintas e aguafortes e representam uma mistura de confissão autobiográfica e fantasia. As gravuras selecionadas para compor a exposição trazem uma completa documentação auto-referencial do artista espanhol e de seu imaginário, e representam seus últimos 50 anos, tendo um enfoque familiar.  

Serviço 

Local: Complexo Cultural Theatro 4 de Setembro -- Galeria de Artes (Praça Pedro II, s/nº - Centro)

Horário: 12h às 21h

Data: até 03/09

Entrada: Exposição, Teatro Infantil, Cinema e Vídeo, Idéias, Programa Educativo e atrações locais com entrada franca. Parte da renda e a totalidade dos alimentos recebidos serão destinados a programas sociais.

Fonte: Portal de Seguros



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h22
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EMPREGO & RENDA

Salário das mulheres só alcança o dos homens em 2081

As mulheres brasileiras ainda terão que esperar mais 75 anos, ou seja, até 2081, para receber salários iguais aos dos homens, caso o país mantenha o mesmo ritmo de evolução registrado nos últimos dez anos. É o que revela estudo do BNDES. Embora as mulheres estejam cada vez ganhando mais espaço no mercado de trabalho, a remuneração delas ainda é comparativamente inferior à que recebem os homens nos postos com o mesmo grau de qualificação, mostra o estudo

A discrepância salarial favorável aos homens entre trabalhadores mais escolarizados pode, em princípio, ser explicada pela maior limitação de acesso das mulheres a cargos de chefia ou a ocupações bem remuneradas, diz o documento, elaborado a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Segundo o economista Antônio Marcos Ambrozio, que coordenou o estudo, a desigualdade salarial "robusta" entre mulheres e homens resulta, em parte, das dificuldades e restrições que o sexo feminino encontra para ocupar cargos de chefia. Para ele, a disparidade salarial entre homens e mulheres caiu de forma "muito tímida" ao longo dos últimos dez anos. "A persistir essa tendência, seriam necessários mais de 75 anos para eliminar completamente a desigualdade salarial por sexo", diz ele.

As projeções, no entanto, podem ser atropeladas pela constatação de que, em razão das dificuldades decorrentes da realidade do mercado, as mulheres vêm buscando cada vez maior grau de especialização.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h17
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A FARRA DOS BANCOS

Para acompanhar decisão do Copom, Bradesco e BB anunciam corte na taxa de juros

SÃO PAULO - O Bradesco e o Banco do Brasil anunciaram uma redução nas taxas de juros para empréstimos a pessoas físicas e jurídicas, na seqüência da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que decidiu por um corte de 0,50 ponto na taxa básica de juros da economia (Selic), para 14,25% ao ano.

Os juros do cheque especial para os clientes do Bradesco passarão à taxa máxima de 8,05% ao mês, ante os 8,09% anteriores, enquanto a taxa mínima será de 4,48% (era 4,5% ao mês).

Segundo o comunicado distribuído pelo banco, as taxas do crédito pessoal foram reduzidas de 5,63% ao mês para 5,59%, na máxima, e de 3,08% para 2,70%, na mínima.

Já o crédito pessoal consignado do Bradesco opera com taxa mínima a partir de 1,75% ao mês. Na modalidade CDC Veículos, a taxa foi reduzida de 4,01% mensais para 3,51% na máxima e 1,73% na mínima. As taxas do CDC Bens caíram de 4,51% ao mês para 4,47% (máxima) e de 3,04% para 3% (mínima).

No caso do BB, as taxas mínimas do cheque especial e do cartão de crédito foram reduzidas para 2,17% ao mês e as máximas para 7,77% ao mês. No crédito direto ao consumidor (CDC) baixaram as taxas do CDC Salário (4,42% ao mês), CDC Empréstimo Eletrônico (4,72%), BB Crediário (2,82%) e do BB Crédito Parcelado Cartão (3,43%).

No Bradesco as novas taxas entram em vigor hoje, enquanto no BB começam a valer no dia 1 de setembro.

Fonte: Valro Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h13
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CAMPANHA SALARIAL DO BB

Duas negociações entre bancários e BB nesta quinta

A Comissão de Empresa dos Funcionários, a Contraf-CUT e o Banco do Brasil reúnem-se nesta quinta-feira, dia 31, às 11h, e às 15h, para duas negociações. No final da manhã, o tema em pauta será a Cassi. Já à tarde, a reunião vai iniciar o debate da pauta de reivindicações específicas dos trabalhadores do BB.
 
Fonte: Sindibancários


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h57
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COOPERATIVISMO DE CRÉDITO

Cooperativa de crédito pode captar em DI

De Brasília

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou ontem voto que permite que as cooperativas de crédito façam captações no mercado por meio de operações de depósitos interfinanceiros (DI). Em uma outra decisão, foram estabelecidos critérios padronizados para sejam enquadradas as instituições financeiros que estão fora dos limites de imobilização e de exposição individual a devedores.

Alan Marques/Folha Imagem

Tombini, diretor do BC: "As cooperativas estão ganhando um papel cada vez mais importante no sistema financeiro"

Na primeira decisão, foi consolidada em apenas uma norma as regras para as operações de DI. Antes, as cooperativas podiam apenas aplicar recursos em DIs, mas não captar. Os DIs são instrumentos usados pelas instituições para regular sua liquidez - aquelas que têm excesso de dinheiro em caixa fazem depósitos em DI, enquanto aqueles que precisam de dinheiro para fechar o caixa captam recursos.

O diretor de Normas do BC, Alexandre Tombini, explicou que, até então, as cooperativas lidavam com seus problemas de falta ou excesso de liquidez dentro do próprio sistema de cooperativas. Agora, podem também operar com outras instituições financeiras. "As cooperativas estão ganhando um papel cada vez mais importante no sistema financeiro", justificou.

As companhias hipotecárias, que antes podiam fazer só depósitos em DIs, também foram autorizadas a captar. E as corretoras, que não podiam fazer nenhum tipo de operação, poderão fazer depósitos de DI. O CMN também fez ajustes nos limites de aplicações em DI. Foi extinto o limite referenciado no passivo, permanecendo apenas o uso dessas operações para fins de cálculos do índice de Basiléia.

Em um outro voto, o BC criou sistemática única para tratar instituições financeiras que estão desenquadradas em limites operacionais. Antes, havia uma sistemática padronizada apenas para instituições financeiras que ficam desenquadradas do índice de Basiléia e de capital mínimo.

A exposição a um único devedor está limitada a 25% do patrimônio de referência (PR), e, no caso da imobilização de capital, a 50% do PR. Os planos de reenquadramento de instituições que ficavam fora dos limites eram decididos caso a caso. Agora, haverá uma regra única: os representantes da instituição financeira e, em alguns casos, os controladores serão chamados ao BC para apresentar em cinco dias plano de reenquadramento. Em 60 dias, o BC aprovará o plano, que poderá conceder até 180 dias para a situação ser regularizada, prorrogáveis duas vezes pelo mesmo período de tempo. (AR)

Fonte: Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h33
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A FARRA DOS BANCOS

Migração de empréstimos será restrita

Consumidor só poderá transferir de banco crédito novo com desconto em folha; instituições pressionaram para limitar medida

Estoque das operações já feitas, de cerca de R$ 42 bi, terá de ser pago no banco original e nas condições iniciais dos empréstimos

LEANDRA PERES
IURI DANTAS

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O governo cedeu ontem à pressão dos bancos e vai limitar as possibilidades de os correntistas mudarem de banco em busca de uma taxa de juros menor nos financiamentos.

A idéia original do governo, considerada uma das mais importantes do pacote de redução das taxas de juros que deve ser anunciado na semana que vem, era permitir que os empréstimos feitos com desconto em folha de pagamento migrassem livremente entre as instituições bancárias.

Mas, de acordo com o ministro Guido Mantega (Fazenda), a proposta teve de ser mudada porque os bancos tiveram custos para captar esses clientes. Com isso, apenas os novos empréstimos com desconto em folha terão autorização para migrar de um banco para outro.

Isso faz com que o efeito esperado da medida para a redução das taxas cobradas pelos bancos só ocorra no futuro. O estoque das operações que já foram feitas -cerca de R$ 42 bilhões- terá de ser pago no banco original e nas condições iniciais do empréstimo.

"Quando se trata de crédito consignado, significa que já se pagou uma comissão, já houve um contrato, já houve custos. Estamos estudando isso com muita cautela, de modo a não causar nenhum mal-estar, que, em vez de melhorar, pode piorar", justificou o ministro, em referência às comissões que os bancos pagam para captar os empréstimos consignados.

Em almoço ontem com representantes dos bancos, organizado pela CNF (Confederação Nacional das Instituições Financeiras), Mantega disse que o governo permitirá que os bancos financiem a compra de imóveis com desconto em folha de pagamento e que os clientes transfiram salários e aposentadorias de um banco para outro sem pagarem imposto ou tarifa.

Além dessas medidas, o CMN, que se reunirá na próxima terça-feira, deverá autorizar que os bancos contabilizem os empréstimos habitacionais feitos sem a Taxa Referencial (que remunera a poupança) como parte do limite mínimo exigido pelo BC para aplicação em financiamentos imobiliários.

A lista de medidas para a redução de juros deve incluir ainda uma medida provisória instituindo o cadastro positivo, banco de dados com informações sobre o histórico de pagamento dos clientes bancários.

Além de tirar o crédito consignado do pacote para redução do "spread", o governo também deixará de lado a portabilidade do crédito habitacional.

Guido Mantega explicou que não é possível autorizar agora que os mutuários mudem de um banco para outro em busca de condições melhores para a compra da casa própria, mas que a idéia do governo é evoluir para o sistema de portabilidade total como existe hoje nos EUA.

Febraban diz que pequenos teriam prejuízo

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, ouviu ontem da Febraban que é inviável conceder portabilidade de crédito aos atuais clientes de financiamentos, pois isso representaria prejuízo a instituições pequenas e médias, além de a medida ser altamente complexa.

"A portabilidade do crédito das pessoas é uma coisa que tem de ser analisada com mais cautela, olhar os detalhes, inclusive. Os pequenos e médios bancos, por exemplo, têm uma despesa inicial muito grande para fazer as operações de captação. Então, vão ter grande despesa de custo fixo e depois não conseguirão recuperar antes de três, quatro, cinco, 12 meses, por exemplo", disse Márcio Cypriano, presidente da entidade.

O presidente da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), Alfredo Setubal, avaliou que as medidas estudadas pelo governo devem elevar a competição entre os bancos.

"[O pacote] força os bancos a serem melhores. O próprio banco vai querer ser melhor para não perder o cliente." (ID e LP)

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h10
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ESCONDENDO O BB

Da coluna Painel FC na Folha de S. Paulo:

Pódio da discórdia

O Tribunal de Contas da União serve de pano de fundo para nova crise entre o Banco do Brasil e a Confederação Brasileira de Vôlei, parceiros há mais de uma década, com histórico de atritos. O patrocinador sentiu-se lesado ao ver os hexacampeões da Liga Mundial no pódio com uniforme em que o logo estava estampado só nas costas. Enviou, por oficial de Justiça, pedido de explicação. Alega ter feito isso para dar satisfação ao TCU, já que pouco apareceu, apesar do alto investimento: mais de R$ 100 mi de 2001 a 2005.

Embarque. O uniforme que irritou o Banco do Brasil foi aprovado por ele, mas só para viagens. A CBV disse ontem que ainda não havia recebido a notificação, por isso não faria comentários.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h08
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CCBB DO RIO

Jovens de comunidades visitam o CCBB

Cerca de 30 jovens, entre 15 e 17 anos, integrantes do programa Agente Jovem, da Secretaria Municipal de Assistência Social, estiveram no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) na manhã desta quarta-feira. Eles participaram do programa educativo do CCBB e visitaram a exposição panorâmica do artista Anish Kapoor (Índia, 1954), radicado em Londres.

Antes da exposição, o grupo assistiu a um vídeo com trechos de filmes famosos, selecionados pela equipe do CCBB, que abordam temas presentes nas obras expostas.

O grupo Agente Jovem é vinculado ao Centro de Referência da Assistência Social (Cras) Chiquinha Gonzaga, na Vila da Penha, Zona Norte. Os adolescentes são moradores de comunidades de baixa renda dos bairros da Penha, Vila da Penha, Brás de Pina e Cordovil.

Fonte: Correio do Brasil



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h22
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BB NO PARANÁ

Tributos estaduais devem ser pagos no BB a partir de setembro

Os contribuintes de todo o Paraná precisam ficar atentos a uma mudança no sistema de pagamento de tributos estaduais. A partir de 1.º de setembro as contas com o governo deverão ser pagas nas agências do Banco do Brasil, não mais no Itaú.

 

De acordo com o ParanáTV desta terça-feira, só o Banco do Brasil vai receber ICMS, IPVA, Imposto sobre Transmissão de Bens por Herança ou Doação, e guias de taxas para documentos ou vistorias. As únicas contas que ainda não serão transferidas para o BB são as taxas e os pagamentos de multas do Detran-PR (menos o IPVA). Por mês, são recolhidos R$ 800 milhões em tributos estaduais.

A orientação para quem está com o IPVA atrasado deve procurar o Itaú apenas até quinta-feira (dia 31). Já em 1.º de setembro, as contas precisam ser pagas já no Banco do Brasil. Os correntistas do banco poderão usar os terminais eletrônicos para efetuar os pagamentos. Cheques de qualquer banco serão aceitos, desde que sejam do próprio contribuinte.

A assessoria de imprensa do Itaú informou que o banco ainda não foi comunicado sobre as mudanças.

Fonte: Gazeta do Povo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h15
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DIREITOS TRABALHISTAS

Instituições já desistiram de dez mil ações no TST

Felipe Frisch

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) deu início neste ano a um movimento com o objetivo de sanear a corte de processos repetitivos tendo as mesmas empresas como rés em casos com jurisprudência já definida contra elas. Os bancos só perdem para o INSS no ranking elaborado em março - Santander Meridional, Banco do Brasil, Itaú e Caixa Econômica Federal (CEF), da segunda à quinta posição, e Unibanco e ABN Amro nas 12ª e 13ª posições.

Por isso, eles foram os principais convocados pelo tribunal para fazer um levantamento das ações que poderiam ser alvo de desistência e de conseqüentes acordos, por serem casos perdidos ou com custo mais alto para se manter a ação do que o pleiteado pelo trabalhador. Até agora, segundo o ministro Vantuil Abdala, já houve desistência de cerca de 15 mil ações só entre as que atolavam o TST. Dessas, dez mil eram dos bancos.

O líder em desistências foi o Banco do Brasil - com menos quatro mil processos, ele estima -, seguido por CEF (cerca de dois mil), ABN (mil), Itaú (mil), HSBC (800) e Unibanco (600). O ministro esteve na sexta-feira em evento com advogados de instituições financeiras para debater essas ações, promovido pela Internews. No evento, o coordenador da comissão jurídico-trabalhista da Febraban, Domingos Spina, disse que a federação também tem feito campanha para a redução de recursos pelos bancos, o que já tem provocado uma queda em torno de 20% ao ano nos recursos, segundo ele.

Se um fator de desistência da ação é o custo alto, alguns advogados acreditam que ele tende compensar ainda menos como operação financeira para os bancos, com a queda da taxa básica de juros (Selic), pois sobre o valor da ação a instituição terá de pagar uma correção de 0,5% a 1% ao mês. Apesar do alívio aparente, advogados de bancos já começam a se ver às voltas com novos processos, ainda em primeira instância, originados dos correspondentes bancários e casas lotéricas, pedindo equiparação a bancários.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h24
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DIREITOS TRABALHISTAS

Grandes bancos têm 40 mil ações trabalhistas

Felipe Frisch

Um levantamento feito pelo coordenador da comissão jurídico-trabalhista da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Domingos Spina, com nove grandes bancos do país - sem citar os nomes ou o critério da mostra - mostrou que até maio o número de reclamações trabalhistas de funcionários e ex-funcionários somente contra essas instituições somava 39.515 ações em todas as instâncias, desde a vara trabalhista até o Tribunal Superior do Trabalho (TST).

O número, em estoque, representa um quarto do total de empregados dos bancos hoje, que é de 158.930. Em relação aos conglomerados a relação é ainda maior: 74.232 reclamações para 226.470 funcionários ativos, quase um terço. Esse número maior, inclusive proporcionalmente, de processos tendo as holdings como rés explica o perfil das queixas: muitas partem de outras empresas do grupo, como de processamento de dados ou de call centers, visando equiparação salarial e de carga horária com os reconhecidos como bancários - funcionários do caixa e tesouraria, por exemplo -, de seis horas e as restantes sendo, portanto, horas extras.

A maior parte dessas ações - 35% - pede o reconhecimento da sétima e da oitava hora de trabalho como horas extras e questiona o argumento dos bancos de que são cargos comissionados, previstos no artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), portanto sem a limitação a que têm direito os bancários. Outras 25% das ações estariam incluídas na fatia que os bancos reconhecem como cargos de seis horas, mas que cobram na Justiça horas extras.

Para Domingos Spina, um problema que provoca a enxurrada de ações e de recursos é a falta de definição clara dos cargos de confiança, portanto com carga horária maior, a que se refere a lei. "Por que um engenheiro ou advogado vai ter jornada de seis horas? Quem trabalha numa mesa de operações e pode quebrar o banco numa operação não é um cargo de confiança?", questiona. Mas a jurisprudência, a Súmula nº 102 do TST, rejeita a tese do advogado de banco como cargo de confiança.

Os números que ilustram a preocupação dos bancos com as ações trabalhistas estão nas demonstrações financeiras trimestrais das instituições financeiras. De acordo com os dados dos balanços do segundo trimestre de 2006 - com exceção do HSBC e do ABN Amro, com dados disponíveis até dezembro de 2005 -, apenas as oito maiores instituições financeiras somam R$ 7,280 bilhões em provisões.

A liderança é do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF) - com R$ 2,233 bilhões e R$ 1,295 bilhões em provisões, respectivamente -, puxada pelo alto número de funcionários e pela cultura do serviço público de recorrer sempre, mesmo em ações com jurisprudência contrária consolidada no TST. Dos bancos privados, as maiores provisões são do Bradesco e do Itaú: R$ 1,011 bilhão e R$ 999 milhões, respectivamente. Neste caso, os altos números são herança das muitas instituições compradas pelos grandes bancos, explica o ministro do TST Vantuil Abdala, ex-presidente do tribunal e responsável pelo movimento de desistência de ações repetitivas com perda provável das empresas.

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h34
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A FARRA DOS BANCOS

Escolha de banco pode baixar juros (1)

Alex Ribeiro

A prioridade do governo no pacote de redução dos juros e do "spread" bancário, que poderá ser divulgado amanhã após reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), é ampliar o poder de escolha dos clientes, reduzindo os custos para as pessoas físicas e jurídicas buscarem as instituições financeiras que oferecem as melhores condições. Das dez medidas em estudo, oito atacam esse problema. O Banco Central divulgou estudo que, pela primeira vez no país, procura medir o quanto é difícil para os clientes migrarem suas operações de um banco para outro.

O diagnóstico é que, se não há um problema de competição entre os bancos que exija a intervenção dos órgãos de defesa da concorrência, o setor bancário é um mercado imperfeito, que dificulta as escolhas dos clientes. As medidas em estudo pelo governo procuram pelo menos atenuar essas imperfeições. O centro do problema é que os bancos não são capazes de distinguir os bons pagadores dos maus. Isso faz com que o cliente que sai de um banco, no qual é conhecido, para buscar crédito em outro, no qual é desconhecido, pague juros mais altos.

"Esse fenômeno faz com que os bons clientes incorram em taxas de juros mais elevadas em bancos que desconhecem suas características", afirmam no estudo três economistas do BC, Leonardo Alencar, Eduardo Rodrigues e Tony Takeda. "O bom cliente fica preso a uma dada instituição financeira e incorre em custos, caso mude de banco."

No estudo, os economistas mediram o quanto os clientes estão "presos" a uma instituição financeira. A conclusão é que um cliente que toma agora um empréstimo num determinado banco tem 63,05% de chances de fazê-lo novamente na mesma instituição no semestre seguinte. Outra conclusão dos economistas é que 57% do valor que um cliente tem para determinado banco - ou seja, o lucro que esse cliente pode proporcionar ao banco - se deve ao fato de ele estar "preso" a essa instituição.

A maioria das medidas em estudo pelo governo visa a reduzir a margem de lucro dos bancos, que, segundo cálculos do BC, respondem por 19,8% do "spread". Mas algumas das medidas têm também o efeito de reduzir riscos de inadimplência, responsáveis por 33,97% do "spread".

Uma das novidades, que poderá ser aprovada na reunião do CMN, é a criação do DOC reverso. Esse instrumento, na essência, é um improviso para dar maior poder para o trabalhador escolher o banco em que quer receber o salário. O ideal, na visão de fontes do BC, é que fosse concedido, pura e simplesmente, o direito de o trabalhador escolher o banco em que quer receber. Pelo sistema atual, as empresas negociam com os bancos o direito de pagar suas folhas de salários, em troca de vantagens nas suas próprias operações financeiras ou do recebimento direto de recursos. Tornou-se cada vez mais comum a realização de leilões, com preços cada vez mais altos. O BC não vê com bons olhos o sistema pois representa custos para os bancos, repassados aos assalariados.

Os estudos indicaram, porém, que para resolver a questão seria necessário modificar a legislação. Já existem dois projetos de lei sobre o assunto tramitando no Congresso, um na Câmara e outro no Senado, mas foram identificadas resistências de alguns bancos às propostas. O governo não desistiu por completo de tomar essa decisão, por meio de medida provisória (MP).

Como uma solução intermediária, porém, cogita criar o DOC reverso. Hoje, os trabalhadores podem manter uma conta salário para receber seus vencimentos, na qual não incide tarifas, transferindo os recursos para outra instituição, em uma operação isenta de CPMF. Mas a movimentação dos recursos de um lado para outro é trabalhosa, e deve ser refeita mensalmente. A idéia é que o trabalhador dê uma ordem para o banco destinatário dos recursos, que trataria de ir buscar os recursos no banco que paga originalmente os salários. Avalia-se a hipótese de criar esse instrumento por meio de resolução do CMN, mas talvez seja necessária uma MP.

Dentro dessa linha de dar maior poder para os correntistas, está sendo estudada também a portabilidade do crédito consignado feito pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A idéia é tornar possível o aposentado e pensionista simultaneamente tomar um novo crédito, com juros mais baixos, para pagar outro empréstimo, mais caro. Um dos problemas é que o sistema do INSS não é ágil o suficiente para permitir que isso seja feito.

Dessa forma, o novo crédito acaba sendo contratado antes de quitar o anterior, o que faz com que o cliente estoure o limite de endividamento de 30% da renda. Alguns bancos têm driblado essa restrição por meio da contratação de um CDC. O banco concede um CDC para liberar o dinheiro do crédito consignado e, quando o antigo débito é baixado dos registros do INSS, é contratado um novo empréstimo consignado. O problema é que o trâmite é mais longo do que o necessário, o que acaba impondo custos.

Também está em estudo dar maior poder para o trabalhador escolher o banco em que vai fechar o empréstimo consignado, tanto na iniciativa privada quanto no setor público. Hoje, o trabalhador só pode tomar crédito consignado com o banco que tem convênio com o seu empregador. Se a empresa ou órgão público tem apenas um convênio, na prática o trabalhador está sujeito a esse monopólio.

(continua na próxima nota)

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h14
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A FARRA DOS BANCOS

Escolha de banco pode baixar juros (2)

Alex Ribeiro

(continuação da nota anterior)

O mundo ideal, na visão de uma fonte do BC, é que o trabalhador pudesse escolher o banco para fazer a operação, entre aqueles que oferecessem a taxa mais atrativa, e depois enviar uma ordem para a empresa fazer o desconto em folha, repassando os recursos para a a instituição financeira eleita. O problema é que as operações seriam feitas caso a caso, o que reduziria os ganhos de escala proporcionados quando todos os funcionários de uma empresa tomam crédito no mesmo banco. Além disso, no crédito consignado as empresas, de forma geral, têm lutado para obter taxas mais favoráveis para os seus funcionários. Diferentemente do que ocorre com a folha de pagamento, portanto, não há conflitos de interesse.

Ainda no crédito consignado, há planos para modificar a legislação de forma a permitir que essa modalidade de garantia seja aplicada nos financiamentos imobiliários. Desde o princípio, na regulamentação do consignado para a iniciativa privada, em 2003, havia o propósito de fazer com que esse instrumento fosse usado para a casa própria.

Mas um dispositivo da legislação diz que as parcelas devem ser fixas ao longo do tempo. Isso cria dois tipos de problema. Um deles porque as taxas de juros no financiamento imobiliário são, na maioria dos casos, flutuantes, vinculadas à taxa referencial (TR). Outro problema é que mesmo quando os juros são prefixados as parcelas não são, necessariamente, fixas. O sistema de amortização faz diferença. Quando é adotado o Sacre, por exemplo, as prestações são mais elevadas no início do contrato e mais baixas no restante.

O crédito consignado para financiamentos imobiliários seria aplicado mais para funcionários públicos, que têm maior estabilidade no emprego. Mas seria útil mesmo no financiamento de trabalhadores da iniciativa privada, cujo tempo médio no trabalho é em geral bem inferior ao prazo dos financiamentos. Nesse caso, seriam reduzidos os riscos nos primeiros anos do contrato, considerados os mais críticos nas operações imobiliárias.

Para entrar em vigor, porém, o crédito consignado terá que enfrentar resistências de alguns bancos de varejo, que viram nele um instrumento de financiamento das necessidades de curto prazo - no mesmo nicho do CDC - e não de longo prazo. Eles não querem canibalizar os limites de endividamento, de 30% da renda, com financiamentos de longo prazo. Uma possível saída será permitir dois limites aos trabalhadores no uso do crédito consignado, um para crédito imobiliários e outro para as demais operações de menor prazo.

Outro ponto em estudo é implementar, por meio de MP, o cadastro positivo. Foi encaminhado pelo governo um projeto de lei sobre o assunto ao Congresso, que acabou sendo desfigurado por interesses setoriais. O cadastro positivo é uma forma de permitir que os clientes troquem de bancos - a nova instituição teria uma base de dados para fazer a sua avaliação de risco.

Na mesma linha, está sendo avaliada a ampliação da Central de Risco de Crédito do BC. Hoje, ela cobre apenas operações acima de R$ 5 mil, com uma lógica mais de garantir a solidez do sistema financeira do que de criar um banco de dados que permita ao cliente procurar crédito em bancos em que hoje não é cliente. Desde o princípio, estava nos planos do BC reduzir progressivamente esse limite, mas os investimentos em informática são pesados, e exigiriam aumentar o orçamento da instituição.

A medida em estudo para as empresas é instituir uma modalidade de crédito consignado. Pequenas e médias empresas que são fornecedores de grandes empresas poderiam contratar empréstimos bancários, e o dinheiro para pagá-los seria transferidos diretamente da grande empresa para os bancos. Hoje, o dinheiro tem que passar pela pequena empresa, o que representa um risco adicional para o banco.

Existe duas propostas em estudo que não estão ligadas a conceder maior poder para os clientes. No caso do crédito imobiliário, a idéia é permitir que os bancos computem os empréstimos com juros prefixados para fins de cumprimento das exigibilidade de aplicação de recursos da caderneta de poupança em habitação. Estuda-se, porém, fixar um teto de 12% para os juros fixos. Pela regra, 65% dos recursos da poupança deve ir para habitação, mas só são admitidos empréstimos vinculados à TR.

Uma outra medida tem a ver com os custos do banco - a redução, de 0,025% ao ano para 0,001%, da alíquota de contribuição ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) incidentes sobre depósitos à vista e a prazo, sobre cadernetas de poupança e letras de câmbio, imobiliárias, hipotecárias e de crédito imobiliário. Os cálculos do BC são de que o FGC representa 0,26% do "spread".

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h12
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A FARRA DOS BANCOS

Mercado peca pela infidelidade

Fidelizar os correspondentes é um desafio para bancos pequenos e médios. Sem rede de agências, eles dependem de correspondentes quase sempre dispostos a entregar um contrato para a instituição que oferecer a melhor comissão, num verdadeiro leilão. "Quem é de três ou quatro não é de ninguém", diz o presidente do Bonsucesso, Paulo Henrique Pentagna Guimarães. O Bonsucesso trabalha com cerca de 400 correspondentes bancários. Poucos deles são fiéis.

Marisa Cauduro/Valor
O presidente do banco Bonsucesso, Paulo Henrique Pentagna Guimarães: "Quem é correspondente de três ou quatro bancos não é de ninguém"

Para Guimarães, uma comissão entre 8% e 10% seria um patamar justo na operação de crédito consignado. A disputa por correspondentes, no entanto, tem obrigado os bancos especializados nesse nicho a pagar margens bem maiores. "Sempre aparece algum outro banco disposto a pagar mais".

Para tentar fidelizar pelo menos parte de seus correspondentes, o Bonsucesso está investindo em marketing de relacionamento. Para um correspondente disposto a ser fiel, o banco pode oferecer de suporte tecnológico até crédito com taxa baixa.

O Mercantil do Brasil é outro que está apostando em marketing de relacionamento. O diretor Zoroastro Pena não revela quais são suas estratégias, mas diz que se trata condições de trabalho, não de comissões mais altas. Segundo ele, o banco, que atua com cerca de 150 correspondentes, paga uma boa taxa, não necessariamente a maior do mercado.

Para Zoroastro, o que poderá "moralizar" esse mercado é a definição de um código de ética, com o qual pelo menos os prestadores de serviços sérios estejam dispostos a se comprometer. O assunto, segundo ele, já está em dicussão na Associação Brasileira de Bancos Comerciais.

Guimarães vai além. Para ele, seria preciso que o Banco Central interviesse, criando mecanismos para impedir que uma mesma promotora de vendas opere como correspondente de mais de um banco. O que já ocorre no caso dos correspondentes que fazem movimentação financeira, como posto de atendimento do banco conveniado.

Diretor do Panamericano, Roberto Rigotto, é cético: "Esse é um mercado livre, não tem como intervir". O executivo diz que tem visto bancos perderem dinheiro com estratégias de fidelização pouco satisfatórias. Ele argumenta que, para exigir exclusividade, o banco precisa registrar essa cláusula no contrato. O que implica complicações legais: pode gerar vínculo empregatício.

Rigotto acredita que este mercado de correspondentes, com o tempo, vai se auto-regulamentar. "Foi assim com os corretores de seguros, houve um tempo em que eles ganhavam mais que as seguradoras", diz. O Panamericano trabalha com cerca de 100 correspondentes, além de atender na rede própria. (IM)

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h08
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A FARRA DOS BANCOS

Disputa é por recompra de dívidas de aposentados

A recompra de dívidas de aposentados e pensionistas do INSS é a atual aposta dos correspondentes bancários para dar um novo impulso aos negócios. Com o teto de 2,86% de juros mensais imposto pela Previdência, muitos bancos estão tentando aumentar participação nesse mercado às custas de clientes de outras instituições.

O Panamericano já colocou no ar campanha publicitária para atrair aposentados que têm contratos com taxas mais elevadas em outras instituições. No passado, os juros na modalidade chegaram perto de 7%. "Vamos fazer de forma ética", diz Roberto Rigotto, diretor do banco. "Só vamos comprar a dívida de quem for nos procurar."

Na recompra, o aposentado pode ter a dívida quitada com o banco original, abrir novo crédito com taxa mais baixa com outra instituição e ainda levar dinheiro para casa, dependendo da sua margem consignável no benefício.

A maior parte dos bancos não quer, pelo menos publicamente, reconhecer que está comprando dívidas de clientes de um determinado banco concorrente. Alegam que há dificuldades práticas para este tipo de operação, como a demora na atualização da margem consignável do aposentado no sistema de informações da Previdência, necessária para abrir um novo crédito.

O temor, de fato, é de que o feitiço vire contra o feiticeiro. Quer dizer: ninguém quer ver sua própria carteira atacada. De acordo com relato dos correspondentes ao Valor, a maior parte dos bancos está comprando apenas dívidas da Caixa Econômica Federal. Por quê? A instituição, acreditam executivos dos bancos concorrentes, tem menos agilidade para reagir aos ataques com regras que dificultem a operação.

Uma das primeiras a entrar no consignado para aposentados, ao lado do mineiro BMG, a Caixa tem uma das maiores carteiras dos convênios do INSS e os contratos mais gordos, para aposentados com altos salários. "Só compramos dívida da Caixa", confirma Sayonara Rocha, diretora da Alternativa Financeira, correspondente bancário no interior de Minas. Segundo Sayonara, o BMG ainda não "liberou" a recompra.

Não se trata exatamente disso, liberar ou não a recompra da dívida de seus clientes. Até porque o BMG, ou qualquer outro banco, não tem como proibir a operação, que está prevista na regulamentação dos convênios com a Previdência. O que o banco mineiro tem feito, segundo fontes do mercado, é criar obstáculos para dificultar o procedimento. Para quitar um contrato do BMG é preciso pagar em dinheiro, na boca do caixa. O banco, procurado pela reportagem, preferiu não comentar o assunto. (IM)

Fonte: Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h06
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EMPREGO & RENDA

Empregos terceirizados crescem 127% em dez anos

De 1995 a 2005, um terço das vagas criadas no setor privado é de subcontratados

Segundo especialistas, redução de custo via salários menores explica fenômeno; associação diz que objetivo é aumentar eficiência

CLAUDIA ROLLI
FÁTIMA FERNANDES
DA REPORTAGEM LOCAL

A mão-de-obra terceirizada avança em vários setores da economia e já corresponde a um terço das vagas criadas nas empresas privadas do país.

Dos 6,9 milhões de postos de trabalho abertos pelo setor privado de 1995 até 2005, 2,3 milhões foram ocupados por terceirizados -que executam uma função numa empresa, mas recebem salário por outra.

É o que constata levantamento feito pelo Cesit (Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho), da Unicamp, a partir de informações da Rais (Relação Anual de Informações Sociais) e do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ambos do Ministério do Trabalho.

Em 1995, havia 1,8 milhão de terceirizados formais no país. No ano passado, eram 4,1 milhões -uma expansão de 127%.

Desses 4,1 milhões de terceirizados, 1,47 milhão de trabalhadores são microempreendedores -os chamados PJs (pessoas jurídicas), que prestam serviços às empresas. Os PJs preencheram, portanto, 36% das vagas ocupadas por terceirizados no ano passado.

Na região metropolitana de São Paulo, existiam 169 mil subcontratados (terceirizados) em 1995. Esse número passou para 309 mil no ano passado. Os subcontratados já representam 3,7% do total de ocupados na Grande São Paulo. "Chama a atenção o ritmo de crescimento dos subcontratados. O assalariamento direto [trabalha para uma empresa e recebe dela] aumentou 15,2% entre 1995 e 2005. A subcontratação cresceu 82,8% no mesmo período", diz Alexandre Loloian, coordenador da Fundação Seade.

Antes restrita às atividades de limpeza, vigilância, alimentação e segurança, a mão-de-obra terceirizada se expande para os mais diversos setores (telefonia, automobilístico, eletroeletrônico, supermercados) e áreas (como telemarketing). Até o departamento de RH, considerado o "coração" de uma empresa, está hoje nas mãos de terceirizados.

A Philips, que chegou a ter cerca de 20 mil funcionários no final da década de 80, por exemplo, emprega hoje 6.000 pessoas e contrata serviços de mais 5.000. No setor automobilístico, não é diferente. A Fiat empregou 25 mil trabalhadores nos anos 80. Hoje, considerada uma das empresas mais enxutas do setor, tem 9.000 funcionários diretos e 7.000 indiretos (prestadores de serviço e fornecedores) em Betim (MG).

Em conflito com os trabalhadores desde maio, quando anunciou seu plano de reestruturação no país, a Volkswagen quer cortar custos com medidas que também incluem a terceirização de alguns setores da unidade de São Bernardo.

No país, a VW emprega de forma direta 21,5 mil em cinco fábricas e utiliza mão-de-obra indireta de ao menos 5.000.

"O que faz a terceirização se expandir é, muitas vezes, a opção das empresas pela redução de custos por meio de salários. No Brasil, em geral, a terceirização virou sinônimo de precarização do trabalho", diz Marcio Pochmann, economista do Cesit que participou do estudo.

Economia de R$ 26 bi
A terceirização, em seus cálculos, resulta hoje numa economia de R$ 26 bilhões por ano para as empresas -R$ 20 bilhões deixam de ir para o bolso dos trabalhadores, e R$ 6 bilhões, para os cofres do governo. O Ministério do Trabalho informa que não há dados oficiais que mostrem o impacto da terceirização na arrecadação.

Para calcular quanto as empresas economizam com a terceirização, o estudo comparou a soma de salários pagos aos terceirizados (com base no salário médio pago a cada terceiro) com a soma de salários que eles receberiam se trabalhassem diretamente para as empresas (com base no salário médio pago ao não-terceirizado), nas mesmas funções.

O estudo mostra que a diferença salarial pode chegar quase à metade entre um efetivo e um terceirizado. Um segurança contratado diretamente por uma empresa teve rendimento médio mensal de R$ 1.692 em 2005. Um subcontratado, R$ 789. Na área de limpeza, os salários eram de R$ 670 (efetivo) e de R$ 445 (terceirizado).

"A terceirização chegou a lugares que nem sequer imaginávamos. Uma pessoa que serve o café em um supermercado não é contratada nem do supermercado nem da indústria que produz o café. E, sim, de uma terceira empresa", afirma Fausto Augusto Jr., técnico do Dieese, que iniciou um trabalho para mapear a terceirização no país.

Boa e má terceirização
Na avaliação do especialista, existe hoje no Brasil a má e a boa terceirização. Faz sentido, diz, a contratação de serviços de uma empresa especializada, por exemplo, na cimentação de um poço de petróleo devido à complexidade desse serviço.

"No Brasil, entretanto, isso é exceção. A terceirização veio para precarizar. Alguns setores que não podem pagar salário menor do que o piso de determinada categoria acabam contratando empresa de fora só para escapar de acordos coletivos e de passivos trabalhistas", diz.

A terceirização eleva a eficiência das empresas que buscam cortar custos e aumentar a competitividade, avalia Jan Wiegerinck, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis de Trabalho Temporário, que agrupa 200 empresas. "Não é sinônimo de informalidade."

Vander Morales, diretor do sindicato das empresas paulistas de prestação de serviços a terceiros, afirma que hoje os tomadores de serviços estão mais exigentes, o que diminuiu o risco de contratar terceiros que descumprem direitos.

A lei prevê dois casos em que pode ocorrer terceirização: trabalho temporário (lei 6.019/74) e serviços de vigilância e transporte de valores (7.102/83). Por meio do enunciado 331, o TST passou a admitir a contratação de serviços especializados ligados à atividade-meio da empresa tomadora de serviços.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h17
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EMPREGO & RENDA (2)

Subcontratação na construção civil de São Paulo atinge 90% dos profissionais

DA REPORTAGEM LOCAL

A terceirização chega a atingir quase 90% em algumas categorias profissionais, segundo levantamento realizado pela Folha com oito setores a partir de informações dos sindicatos de trabalhadores. É o caso da construção civil de São Paulo.

Só na capital e em outras sete cidades paulistas, trabalham 225 mil operários com carteira assinada na construção civil, dos quais 198 mil são registrados em empresas que prestam serviços às indústrias do setor, diz o Sintracon-SP, sindicato que reúne os trabalhadores.

"Nos anos 70, as construtoras mandavam buscar gente no Nordeste. Disputavam a tapa os trabalhadores que chegavam a São Paulo. Hoje, não têm mais empregados. Só contratam para a área administrativa e mestres-de-obras. O resto é tudo terceirizado", diz Antonio de Sousa Ramalho, presidente licenciado do Sintracon-SP.

No comércio, a terceirização já atinge 25% da categoria, de 430 mil trabalhadores na cidade de São Paulo. "A terceirização no comércio cresce mais do que gostaríamos. Alguns supermercados terceirizam, por exemplo, as operadoras de caixa. Essa é uma atividade que deve ser exercida por funcionários do comércio", diz Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

Nos metalúrgicos, categoria que reúne 1,1 milhão de empregados diretos e 330 mil terceirizados, a greve ainda tem sido um instrumento usado para combater a "má terceirização".

Acidente
No ano passado, após acidente de trabalho que resultou em uma paralisação de 24 horas, cinco empresas prestadoras de serviços da Siemens fecharam acordo para que os 350 terceirizados que empregavam tivessem os mesmos benefícios dos 800 trabalhadores da tomadora de serviços.

"Os terceirizados não tinham cesta básica, convênio médico, PLR (participação nos lucros e resultados), apesar de executarem funções típicas de metalúrgicos. Após o acordo, foram reconhecidos como metalúrgicos e têm todos os benefícios", diz Eleno José Bezerra, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo.

Bancários
Os bancários alertam para a forma como a terceirização se expandiu para setores considerados estratégicos no setor financeiro. "A terceirização traz a precarização dos salários e das condições de trabalho e ainda coloca em risco dados sigilosos de cliente", diz Ana Tércia, diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, ao se referir à contratação de empresas para prestar serviços de compensação, checagem de numerário e crédito.

"São funções típicas de bancários. Pela lei de sigilo bancário, o acesso a esses dados deveria ser mais restrito."

A Febraban (federação que reúne os bancos) não comentou o assunto.

"Nós somos contra a forma como a terceirização vem sendo usada no país. Os sindicatos têm de buscar representar os terceiros nos ramos de atividades que atuam, além de incluir cláusulas em seus acordos que protejam os terceiros", afirma Denise Motta Dau, secretária de organização da CUT (Central Única dos Trabalhadores), que prepara um projeto de lei para criar regras para a terceirização. (CR e FF)

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h15
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PERIGO À VISTA

Petrobras, Correios e BB aquecem mercado publicitário

Três das contas mais cobiçadas do País vão entrar no centro das disputas do meio publicitário nas próximas semanas. A Petrobras, Banco do Brasil e Correios devem renovar os seus contratos. Juntas, as três estatais movimentam mais de R$ 500 milhões em verbas publicitárias por ano. As concorrências públicas ocorrem num momento em que o Congresso começa a discutir uma lei de licitações de publicidade de estatais, como subproduto das CPIs dos Correios e do mensalão.

A concorrência mais adiantada é a do Banco do Brasil. Na semana que vem, às vésperas do feriadão de 7 de setembro, o BB escolhe entre três agências que já passaram por uma pré-seleção, as duas que vão atender parte da conta. Estão no páreo Lowe, Artplan e Master. Na primeira quinzena de dezembro é a vez de os Correios divulgarem o edital de licitação. A Petrobras promete abrir concorrência até o final de setembro.

O que seria um movimento rotineiro ficou em evidência depois que agências de publicidade foram envolvidas no escândalo do mensalão. O publicitário Marcos Valério, que prestava serviços para os Correios, teve seu contrato rompido unilateralmente. Um dos resultados das CPIs foi o projeto de lei 7.356, do deputado José Eduardo Cardozo, do PT, de São Paulo. O projeto prevê a criação de critérios específicos para a licitação de agências de publicidade. “Estamos hoje diante da ausência de normas para o setor publicitário e, por isso mesmo, com o risco de alimentarmos um jogo de cartas marcadas”, diz Cardozo.

Projeto - O projeto tem quatro pontos principais. O primeiro é proibir que os responsáveis por julgar uma licitação saibam quem são os autores das propostas. Também se prevê a escolha da uma comissão julgadora de licitações por sorteio, entre pessoas que integrem uma lista pública. O terceiro ponto prevê eliminar o chamado efeito guarda-chuva, em que uma agência vencedora de uma concorrência subcontrata terceiros, abrindo espaço para acertos por fora. E, por fim, o projeto define limites para a contratação de pesquisas para evitar o uso eleitoral.

O projeto está provocando debate no meio publicitário. “É um trabalho sério, mas ainda carece de uma visão mais publicitária”, avalia Renato Loes, presidente da Leo Burnett e um dos responsáveis pelo estudo da lei na Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap).

Loes reconhece que é preciso aumentar os controles das licitações, mas sem engessar as concorrências com excesso de burocracia. Ivan Marques, sócio-diretor da F/Nazca Saatchi & Saatchi, agência que tem parte da conta da Petrobras, defende o aperfeiçoamento das regras, mas faz restrições ao ponto referente à contratação de terceiros. “As agências dependem do trabalho de profissionais como artistas, músicos, produtores de som, gráficas, entre outros, que não estão em seu quadro de profissionais”, diz Marques. “Normas rígidas demais podem atrapalhar o fluxo do trabalho.”

Paulo Caffarelli, diretor de marketing do BB, defende a lei. “A lei em vigor (número 8.666) não é indevida para regular a publicidade. Mas pode ser aperfeiçoada. Foi o que tentamos fazer nessa licitação. Já instituímos uma escolha de agências através de uma comissão de funcionários que não sabiam quem eram os candidatos.”

Fonte: Agência Estado/A Tarde



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h46
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PARABÉNS

DIA DO BANCÁRIO

Cumprimento os funcionários de todos os bancos pela passagem, hoje, do Dia do Bancário.

Aproveito para lembrar que as instituições financeiras empregam 400 mil bancários. Já foram cerca de um milhão. Parte da mágica se explica pelo uso de 600 mil terceirizados, que trabalham sem a proteção devida aos bancários.

Para esses terceirizados hoje seria dia de festa ou dia de luto? Ou, melhor, dia de luta?

 



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h26
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TEATRO NO CCBB DE BRASÍLIA

Em alto mar

O CCBB recebe de 18 de agosto a 3 de setembro Em alto mar, novo espetáculo dos irmãos Adriano e Fernando Guimarães que conta com a participação do global Cauã Reymond e elenco de talentos do teatro candango.

Adaptação do texto do dramaturgo polonês Slawomir Mrozek, Em alto mar conta a história de três amigos que estão numa embarcação perdida em alto mar, e são confrontados com uma situação limite: acaba a comida e um deles deverá, então, servir de alimento para os outros dois. Quem deverá ceder? Quem será escolhido? Estas e outras questões são trabalhadas por Slawomir Mrozek para tratar de assuntos como a gênese da violência e da injustiça social.

Escrita em 196 como uma tragicomédia, a peça será encenada pelos diretores Adriano e Fernando Guimarães, no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, reunindo, no palco, o ator Cauã Reymond (estreando em teatro) e os brasilienses Alessandro Brandão, Ana Paula Braga, Gabriel F e Vanderson Maciel, entre outros. Em alto mar volta a ser encenado num momento em que seu texto mordaz mostra-se atual, em que todas as questões tratadas parecem ter sido inspiradas nos noticiários do dia-a-dia.
Cauã Reymond, Alessandro Brandão, Ana Paula Braga, Gabriel F e Vanderson Maciel, entre outros.

Direção de Adriano e Fernando Guimarães.

Data:

Até 3/09, de quinta à sábado, às 21h e domingos, às 20h

Fonte: De Brasília



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h20
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A FARRA DOS BANCOS

Da coluna do jornalista Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo:

Ave, banca
Governo que gosta de banqueiro funciona assim: em fevereiro, o então secretário do Tesouro, Joaquim Levy, anunciou que a Viúva leiloaria a concessão do atendimento bancário dos aposentados. São 24 milhões de benefícios, que movimentam R$ 11 bilhões por mês. Os bancos fazem essa intermediação no beiço e detestaram a idéia. Em São Paulo, o atendimento da folha da prefeitura (60 mil funcionários) foi comprada por R$ 510 milhões. O ano vai terminar e o assunto continua patinando. O ministro da Previdência, Nelson Machado, diz que precisa de mais reuniões. Quantas?



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h23
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DE ÓCULOS, NÃO

Da coluna Painel, na Folha de S. Paulo:

Draconiano. Deficiente visual, o deputado estadual Rafael Silva (PDT-SP) foi impugnado pela Justiça Eleitoral porque usava óculos escuros na foto que iria para as urnas.

Comentários do Blog: O deputado Rafael Silva é aposentado do Banco do Brasil



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h16
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A FARRA DOS BANCOS

Da coluna Painel, na Folha de S. Paulo:

Tampão. Aliados de Lula dizem que a antecipação do 13º salário dos aposentados foi decidida, entre outras razões, como forma de retardar uma bomba prestes a explodir: a inadimplência entre os que aderiram ao crédito consignado, uma das atrações da campanha reeleitoral.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h14
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EMPREGO & RENDA

Charge do ANGELI (Folha de S. Paulo)



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h07
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