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AINDA O BB E O VALERIODUTO

Da coluna Painel na Folha de S. Paulo:

O meu, o seu... BMG e Tolentino & Associados, que tem Marcos Valério como sócio, acertaram na Justiça o pagamento de R$ 10 mi da dívida da empresa com o banco. O dinheiro havia sido usado para abastecer o valerioduto.

...o nosso. O pagamento foi feito com R$ 9,8 mi de fundo da DNA Propaganda. Para a CPI dos Correios, os recursos vieram da Visanet, autorizados pelo Banco do Brasil.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h13
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Sadia retira oferta para compra da Perdigão

IVONE PORTES
da Folha Online

A indústria de alimentos Sadia cancelou a oferta para compra da Perdigão.

Em comunicado divulgado na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta tarde, a Sadia diz que decidiu "revogar definitivamente a oferta" em razão das "reiteradas recusas manifestadas por acionistas do grupo de controle da Perdigão".

A Sadia anunciou no último domingo (16) o interesse na aquisição da Perdigão, por meio de uma oferta pública voluntária de compra de ações.

A empresa ofereceu inicialmente R$ 27,88 por ação da concorrente. A Previ, em nome de Sistel, Fapes, Real Grandeza, Previ-Banerj, Petros, Valia e Weg Participações, acionistas que juntos possuem 55,38% do capital da Perdigão, rejeitou a oferta.

Os motivos da recusa, segundo os acionistas controladores da Perdigão, foram o baixo valor oferecido por ação e o fato de a proposta não estar completamente enquadrada ao estatuto da companhia.

De acordo com a Perdigão, o seu estatuto prevê que quem tem 20% das ações da empresa ou mais é obrigado a fazer uma oferta aos acionistas que representam os demais 80%. A oferta pública feita pela Sadia baseou-se nesse artigo, mas a Sadia não tem nenhuma ação da Perdigão.

Ontem, a Sadia elevou a oferta em 4%, para R$ 29 por ação. Mas a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), que tem 15,67% do capital da Perdigão, recusou a nova proposta.

Por conta da oferta da Sadia, as ações ordinárias da Perdigão dispararam 17,86% somente na segunda-feira (17) e fecharam a R$ 27,11. Ontem, o papel fechou a R$ 28,55, acumulando alta de 24% em quatro dias. Hoje, até este horário, bateu nos R$ 29,55, mas passou a cair com o cancelamento da oferta da Sadia. Às 15h13, despencava 7,88%, para R$ 26,30.

A Sadia, quando anunciou a oferta, informou que seu objetivo era "criar uma parceria histórica entre as duas tradicionais companhias brasileiras, para competir em igualdade de condições com concorrentes internacionais em setor considerado estratégico para o país".

Além disso, a união, de acordo com a empresa, iria assegurar capacidade de crescimento acelerado com solidez financeira, possibilitando maior geração de emprego e de riqueza para o país.

A fusão, se concluída, seria a maior do setor corporativo brasileiro desde que a então Brahma comprou a concorrente Antarctica para criar a AmBev, em julho de 1999.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h48
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Previ rejeita nova proposta da Sadia

A Sadia anunciou ontem uma nova proposta pelo controle da Perdigão, mas outra vez a reação de acionistas foi negativa. A empresa reajustou de R$ 27,88 para R$ 29 - um aumento de 4% - o preço que aceita pagar por ação da concorrente em negociação no mercado. Por esse valor, a Sadia desembolsaria R$ 3,872 bilhões por 100% do capital da Perdigão, contra R$ 3,723 bilhões antes.

A nova oferta foi aprovada em reunião do Conselho de Administração da Sadia e encaminhada, no início da noite de ontem, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Pouco depois, a Previ (o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) informou que não aceita o preço de R$ 29, por ainda considerá-lo baixo. A decisão da Previ, maior acionista individual da Perdigão (com 15,72%), pode influenciar os demais acionistas.

A administração da Sadia informa a sua decisão de modificar o preço de oferta, em benefício de todos os acionistas da Perdigão destinatários da oferta, o qual passa a ser de R$ 29 por ação de emissão da Perdigão, atualizado a partir desta data pelo IPCA, diz comunicado da Sadia. O texto acrescenta que ficam ratificados todos os demais termos e condições da oferta inicial.

Como a Perdigão tem controle difuso, a Sadia pretende fazer uma oferta pública em bolsa para comprar pelo menos 50% mais uma ação da rival, numa operação conhecida no mercado como oferta hostil - porque não implica consulta prévia aos maiores acionistas ou controladores. Os grandes fundos de pensão e a fabricante de motores Weg, donos de 55,38% do capital da Perdigão, rejeitaram a primeira oferta com o argumento de que estava aquém das expectativas. Outra pedra colocada no caminho do entendimento teve caráter formal. A Perdigão alegou que a Sadia só poderia fazer essa oferta se já fosse dona de pelo menos 20% das ações da rival. Em tese, esse impedimento jurídico continuaria a existir na segunda proposta.

Fonte: Agência Anabb/Correio Braziliense



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h48
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Sadia eleva oferta de R$ 27,88 para R$ 29 por ação da Perdigão

JANAINA LEITE
da Folha de S.Paulo

A Sadia decidiu elevar em 4,01% sua oferta pelas ações da Perdigão. A melhora na proposta consta de fato relevante divulgado nesta quinta-feira e é uma resposta aos principais acionistas da companhia alimentícia que, na última segunda, decidiram rejeitar a oferta de compra hostil feita no domingo.

Pela nova proposta, a Sadia se compromete a pagar R$ 29 por ação. O valor será corrigido pelo IPCA até eventual concretização do negócio. Com base em relatórios de banco, os acionistas querem algo na faixa de R$ 35 por ação.

Na terça-feira, a Perdigão recusou formalmente a proposta da Sadia alegando que o valor de R$ 27,88 por ação era muito baixo e que nem se daria ao trabalho de levar a proposta para votação dos demais acionistas.

No domingo, a Sadia anunciou que queria comprar a concorrente, em um negócio que poderia chegar a R$ 3,7 bilhões. Segundo a empresa, seu objetivo era criar uma "parceria histórica" entre as duas tradicionais companhias brasileiras do setor de proteína animal para "competir em igualdade de condições com concorrentes internacionais em setor considerado estratégico para o país".

A oferta, que vai até 24 de outubro deste ano, só será válida caso a Sadia consiga adquirir, no mínimo, 50% das ações da Perdigão mais uma.

Se criada, a nova empresa terá receita líquida superior a R$ 12 bilhões -dos quais 50% provenientes de exportações-, 81 mil empregados e 16 mil produtores rurais integrados.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h33
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Sadia procura sócios da Perdigão para negociar

CVM pede explicações à Perdigão sobre rejeição da oferta de compra, enquanto a Sadia tenta reverter a decisão em conversas com acionistas

Agnaldo Brito

A Sadia conseguiu ganhar tempo para negociar a compra da Perdigão, um dia depois da oferta ter sido rejeitada pela concorrente. Ontem, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), responsável pela fiscalização do mercado de ações, pediu explicações à Perdigão sobre a rejeição da proposta. Enquanto isso, a Sadia começou a procurar, um a um, os principais sócios da Perdigão para tentar reverter a decisão.

Na segunda-feira, a Sadia havia feito uma oferta pública para comprar todas as ações da Perdigão, em um negócio estimado em R$ 3,7 bilhões. Seria o primeiro caso de compra de uma empresa por outra no Brasil por meio da aquisição de ações em mercado. Agora, porém, a Sadia decidiu mudar sua estratégia e vai concentrar as negociações em conversas individuais com os principais acionistas da Perdigão.

A Sadia está procurando os representantes de sete fundos de pensão e da empresa Weg Participações. Donos de 55,38% das ações, os fundos e a Weg haviam rechaçado a proposta com o argumento que o preço oferecido pelos papéis era muito baixo. A Sadia também está ouvindo administradores de fundos de investimentos, que têm participações menores na Perdigão, que poderiam ajudar nas negociações.

"Não queremos mais negociar pela imprensa. Estamos tentando falar diretamente com os acionistas", diz um dos representantes da Sadia. Até agora, porém, a Sadia tem tido dificuldades para tratar do assunto com os dirigentes dos fundos de pensão. "Em toda negociação há sempre uma brecha para conversa. Mas, por enquanto, nem isso os fundos estão dispostos a dar", diz um dos responsáveis pelas negociações.

EXPLICAÇÕES
A proposta de compra ganhou uma sobrevida depois que a Sadia mandou, ontem de manhã, uma carta à CVM, questionando a decisão da Perdigão. Com base no documento da Sadia, a CVM cobrou explicações da empresa. "A documentação apresentada (pela Perdigão) não é suficiente para afirmar a efetividade de tal recusa", questionou a CVM em um comunicado oficial.

A Comissão não considerou válida, como prova da rejeição da oferta, a ata de reunião dos fundos de pensão, realizada na terça-feira. E pediu aos fundos de pensão que enviassem outros documentos confirmando oficialmente a recusa da oferta.

Até a noite de ontem, só o fundo de previdência dos funcionários da Perdigão e a Weg Participações confirmaram à CVM a rejeição da proposta. A Previ informou no início da noite que também estava mandando os documentos. Outros fundos de pensão também informaram que estavam preparando os papéis para a comissão.

A CVM também determinou que após a entrega dos documentos dos fundos de pensão, a Sadia informe em até 24 horas se mantém a proposta nos termos do edital de oferta pública. A Sadia vai aguardar a posição da Perdigão para dar sua resposta.

A Sadia tem três alternativas para responder: renunciar à compra de metade mais uma das ações da Perdigão, elevar o preço da oferta ou simplesmente revogar a proposta. Segundo pessoas ligadas à empresa, a Sadia ainda tem recursos para fazer uma nova oferta financeira aos acionistas da Perdigão caso sinta que há espaço para negociação.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h24
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JACKSON DO PANDEIRO NO CCBB

Jackson do Coco, Samba, Forró e Pandeiro

CCBB - Rio de Janeiro
Teatro II
Dias
4, 11, 18 e 25 de julho – terças-feiras – 12h30 e 18h30

Biografia musical do autor de mais de 400 composições, mestre de uma infinidades de instrumentos. Em quatro espetáculos, o grupo Regional Pau de Arara recebe convidados para homenagear Jackson, aquele que ganhou o título de Rei do Ritmo. Direção Musical de Guilherme Maravilhas.

Fonte: CCBB



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h06
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DRAMATURGIA

CCBB lança prêmio para novos autores

Autores teatrais de todo o Brasil têm até 10 de agosto para apresentar projetos

Dramaturgos iniciantes que reclamam de falta de oportunidades terão uma até o mês que vem, quando, dia 10 de agosto, terminam as inscrições para a I Seleção Brasil em Cena. Projeto do Centro Cultural Banco do Brasil, que vai escolher 12 textos teatrais inéditos e escritos nos últimos cinco anos, para um ciclo de leituras nos teatros do CCBB do Rio, entre os dias 20 de setembro e 26 de outubro.

Podem se inscrever autores de todo o país. Entre os 12 textos que participarão da leitura, será escolhido um (com votação de júri popular) para uma temporada de um mês no CCBB em 2007. 'É para dar um clima de concurso', segundo Marcelo Mendonça, diretor-geral do CCBB do Rio.

Além das apresentações, haverá uma premiação em dinheiro: R$ 500 para cada um dos 12 selecionados, e R$ 5 mil, R$ 2 mil e R$ 1 mil para o primeiro, o segundo e o terceiro lugares, respectivamente.

O projeto de seleção é a continuação de um trabalho realizado desde o início do ano pela instituição, que em março organizou a I Mostra Estudantil de Teatro, com apresentação de oito peças de escolas de teatro.

'O CCBB já tem um trabalho conhecido de apoio e patrocínio de espetáculos, tanto como espaço de apresentação como bancando a própria montagem. Agora, queremos criar fomento também na área de base do teatro, incentivando produções com novos atores, como foi o caso da mostra estudantil, quando procuramos o que está acontecendo nas escolas de teatro, e novos autores, com a seleção de agora', ressalta Marcelo Mendonça, que, perguntado sobre a possibilidade de, numa inversão de papéis, textos consagrados serem montados por diretores iniciantes, diz que ela será estudada.

Para que autores consagrados com textos inéditos não se inscrevam na seleção, Mendonça diz que o projeto terá critérios como não permitir a inscrição de quem já está há mais de cinco anos no mercado ou tenha ganhado prêmios. 'Para as leituras dramatizadas dos textos selecionados, vamos chamar quatro diretores já de renome', adianta Mendonça, acrescentando que os nomes dos diretores, assim como os dos profissionais de teatro que estarão na comissão de seleção, só serão divulgados quando houver o anúncio dos textos escolhidos.

'E as escolas de teatro vão indicar os atores para atuar nas leituras. Queremos fazer o que chamo de operação casada. Com isso, também acontece uma formação de platéia, porque os autores e atores iniciantes trazem família, amigos, e aí começa um boca a boca.' Este ano, a mostra estudantil teve lotação esgotada em todas as 30 sessões (sem cobrança de ingresso), com um público de quase quatro mil pessoas. Tanto a mostra quanto a Brasil em Cena devem ter uma segunda edição ano que vem, segundo o coordenador de teatro do CCBB, Carlos Chapéu: 'Este ano, a mostra foi mais uma vitrine, um panorama do que as escolas de teatro estavam fazendo. Em 2007, elas já estarão mais preparadas, e por isso poderemos ter um filtro de qualidade maior. A ficha de inscrição e mais informações sobre o Seleção Brasil em Cena estão em www.bb.com.br/cultura.

Fonte: O Liberal



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h02
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A FARRA DOS BANCOS

BB e Bradesco anunciam redução de taxas de juros

O Banco do Brasil e o Bradesco anunciaram redução nas taxas de juros de diversas modalidades de crédito devido à queda de 0,5 ponto da taxa básica de juros da economia (Selic), para 14,75% ao ano, definida hoje pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

No caso do Banco do Brasil, foram reduzidas taxas de juros para cheques especiais, cartões de crédito, linhas de crédito direto ao consumidor (CDC) e capital de giro às empresas. As novas taxas de juros vigoram a partir do dia 24.

As taxas mínimas do Cheque Especial e do Cartão de Crédito foram reduzidas para 2,21% ao mês e as máximas para 7,81% ao mês. No crédito direto ao consumidor (CDC) foram reduzidas as taxas do CDC Salário (4,46% a.m.), CDC Empréstimo Eletrônico (4,76%), BB Crédito Parcelado Cartão (3,46%) e BB Crediário (2,86%).

No crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS, a taxa cai conforme o prazo do empréstimo: 6 meses ( 1,35%), 12 meses (1,95%), 24 meses (2,34%) e 36 meses (2,48%).

O Banco do Brasil reduziu também as taxas de juros de linhas de crédito destinadas para micro e pequenas empresas. O BB Giro Automático exclusivo para microempresas tem agora taxa de 2,49% a.m. O BB Giro Rápido, para pequenas empresas, passa a ter taxa mínima de 2,23% ao mês e máxima de 2,57%.

As taxas do Cheque Ouro Empresarial, nas modalidades destinadas ao segmento, também estão menores - a taxa mínima é de 5,13% a.m. e a máxima, de 7,69% a.m. Também foram reduzidas as taxas para Desconto de Cheques (mín: 1,70% a.m. e máx: 2,68% a.m.), Desconto de Títulos (mín: 1,95% a.m. e máx: 2,83% a.m.) e ACL - antecipação das vendas por meio do cartão VISA (mín: 1,59% a.m. e máx: 2,57% a.m.).

Bradesco

Para os clientes pessoa física, os juros do Cheque Especial do Bradesco caíram de 8,13% a.m. para 8,09% a.m., na máxima, e de 4,52% a.m. para 4,50% a.m., na mínima. O Bradesco também reduziu as taxas do Crédito Pessoal, de 5,67% a.m. para 5,63% a.m., na máxima, e de 3,12% a.m. para 3,08% a.m., na mínima. O Crédito Pessoal Consignado opera com taxa mínima a partir de 1,75% a.m..

Na modalidade CDC Veículos, a taxa foi reduzida de 4,34% a.m. para 4,01% a.m. na máxima, e de 1,86% a.m. para 1,82% a.m. na mínima. As taxas do CDC Bens caíram de 5,12% a.m. para 4,51% a.m. na máxima, e de 3,08% a.m. para 3,04% a.m. na mínima.

Para empresas, os juros do Capital de Giro caíram de 6,00% a.m. para 5,96% a.m., na máxima, e de 3,03% a.m. para 2,99% a.m., na mínima. Os juros da linha de Desconto de Duplicatas e de Cheques foram reduzidos de 4,25% a.m. para 4,21% a.m., na máxima, e de 2,00% a.m. para 1,96% a.m., na mínima.

Por fim, as taxas da Conta Garantida tiveram quedas de 6,48% a.m. para 6,44% a.m., na máxima, e de 3,46% a.m. para 3,42% a.m., na mínima. O novo patamar de juros passa a vigorar a partir de amanhã (20) em toda a rede de agências.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h00
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NA AABB DE RIO BRANCO (AC)

XIII Copa Ouro

Competição começa na segunda semana de agosto

A AABB dará início na segunda semana de agosto a mais uma Copa Ouro, que já entra na sua XIII edição. Essa é, sem sombra de dúvida, uma das competições mais importantes do calendário esportivo da entidade, já que reúne um grande número de associados que lotam as dependências da AABB para jogar e até mesmo incentivar familiares e amigos.

Divididos em dez equipes, os associados disputarão nos meses de agosto, setembro e outubro o título de campeão. O patrocínio desta edição do certame é da Dental Rio Branco. Das dez equipes que iniciam a competição, apenas duas são eliminadas para a próxima fase. Na primeira fase, todas jogam entre si e as oito melhores seguem na disputa. Para o veterano Waner, um dos idealizadores da primeira edição da Copa Ouro, “não se trata apenas de uma competição, é um momento único para rever amigos e velhos companheiros de banco, que em virtude de compromissos diários só se reencontram em ocasiões como essa”.

Para os retardatários, vale o lembrete de que restam poucas vagas.

Fonte: Página 20



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h57
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DIREITOS TRABALHISTAS

Lula veta salário-família e FGTS para empregados domésticos

Em contrapartida, os empregados passam a ter novos direitos, como férias de 30 dias

Ed Ferreira/AE
Os ministros da Previdência, Nelson Machado,
e do Trabalho, Luis Marinho, durante entrevista
coletiva sobre novas regras para o trabalho
doméstico

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva livrou os patrões de começar a recolher, de imediato, a contribuição mensal ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os empregados domésticos. Também barrou a multa de 40% sobre o saldo, em caso de demissão sem justa causa.

Porém, autorizou uma série de novos direitos para a categoria que terão vigor imediato, como férias de 30 dias corridos e maior período de estabilidade para a trabalhadora gestante. Além disso, deixou para o futuro a possibilidade de tornar obrigatório o recolhimento mensal do FGTS para os domésticos, ao enviar um projeto de lei tratando do assunto para o Congresso Nacional. Foi assim, agradando um pouco aos dois lados, que o presidente procurou sair "saia justa" em que havia sido colocado pelos parlamentares por causa da chamada MP das Domésticas.

Originalmente, a MP apenas autorizava abater do Imposto de Renda parte da contribuição paga ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Congresso incluiu vários outros direitos para os empregados, entre eles o FGTS. Lula decidiu vetar os artigos que tratavam do FGTS, mas preservou outros direitos incluídos pelos parlamentares.

Segundo anunciaram hoje os ministros do Trabalho, Luiz Marinho e da Previdência Social, Nelson Machado, o governo vetou todo o artigo que tornava obrigatória a contribuição mensal de 8% ao FGTS, assim como a multa de 40% nas demissões sem justa causa. Também foi vetada a concessão do salário-família à trabalhadora doméstica.

Fora isso, o governo aceitou as modificações feitas pelo Congresso e as transformou em lei. Assim, o período de férias dos domésticos passa de 20 dias úteis para 30 dias corridos. A empregada não pode ser demitida desde o momento em que comunica a gravidez até cinco meses após o parto (antes, a estabilidade valia só para o período da gestação).

Os patrões também ficam proibidos de descontar do salário do trabalhador, os gastos com alimentação, higiene, vestuário e moradia. "Preservamos a lógica do projeto e a conquista da categoria, sem penalizar os empregadores", disse Luiz Marinho.

Incentivo fiscal

O ponto principal da lei sancionada pelo presidente foi a proposta do executivo de dar incentivo fiscal para a formalização do emprego no setor. Os empregadores vão poder descontar do Imposto de Renda os 12% da contribuição previdenciária sobre um salário mínimo. São R$ 560,00 por ano.

Ao mesmo tempo, o governo anunciou que enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei tornando obrigatório o recolhimento mensal de 8% sobre o salário, a título de contribuição ao FGTS. Quando essa lei for aprovada, o benefício fiscal concedido aos patrões em relação ao INSS será praticamente cancelado. Quando o FGTS for obrigatório, o benefício mensal de R$ 42,00 (equivalente a 12% de contribuição previdenciária sobre um salário mínimo) vai cair para R$ 14,00, pois o empregador pagará R$ 28,00 para o FGTS. A conta foi feita pelo ministro da Previdência Social, Nelson Machado.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, aproveitou a entrevista convocada para explicar o veto para, mais uma vez, criticar o Congresso Nacional. Ele disse que o governo foi obrigado a vetar "os exageros" cometidos pelos parlamentares e que esses exageros só ocorreram devido ao momento eleitoral. "É o período eleitoral que leva os parlamentares a exagerarem em suas emendas", cutucou Marinho.

Veja abaixo quais foram os pontos vetados e aprovados pelo presidente Lula:

- Depósito mensal do FGTS: Vetada, mas será mandado projeto de lei fixando contribuição mensal de 8%, obrigatório. O projeto não conterá a multa de 40% no caso de demissão sem justa causa.

- Multa de 40% sobre o saldo do FGTS: Vetada.

- Seguro desemprego: Empregado doméstico que tem FGTS terá acesso ao seguro-desemprego.

- Salário-família (benefício pago pelo governo a pessoas que têm filhos e são de baixa renda): Vetado.

- Estabilidade para gestantes: Do momento da comunicação da gravidez até cinco meses após o parto, a empregada não será demitida. Atualmente, a estabilidade vale só durante a gravidez. Começa a valer hoje.

- Férias de 30 dias: Hoje é de 20 dias úteis. Passará a ser de 30 dias corridos. Começa a valer hoje.

- Desconto dos gastos do patrão com alimentação, higiene e alojamento: Fica proibido a partir de hoje.

- Benefício fiscal: O patrão pode abater do IR parte do que recolher ao INSS para o empregado. O abatimento vale para 12% de um salário mínimo. Já está em vigor.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h36
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INVESTIMENTOS DA PREVI

PERDIGÃO rejeita oferta de SADIA com apoio de fundos

O presidente da Perdigão, Nildemar Secches, disse nesta terça-feira que a oferta de compra apresentada na véspera pela Sadia é inválida e também foi recusada pelos principais acionistas da companhia detentores de 55,38 por cento do capital.

Segundo Secches, a oferta da Sadia se baseia numa interpretação equivocada do artigo 37 do estatuto da Perdigão. Ele disse que a rival pode recorrer à Comissão de Valores Mobiliários para contestar a interpretação do estatuto mas ainda assim esbarraria no interesse dos acionistas.

"De qualquer forma vai ter que refazer a proposta. Essa não foi aceita", afirmou o executivo em coletiva à imprensa.

Conforme o estatuto, o acionista que atingir participação de 5 por cento no capital deve informar ao mercado sua participação. A partir desse ponto, deve divulgar ao mercado a cada percentual acrescido na sua fatia. Somente ao chegar a 20 por cento de participação se aplica o artigo 37 do estatuto.

Este artigo obriga o detentor dos 20 por cento a fazer uma oferta pública pelos 80 por cento restantes a um preço 35 por cento acima da cotação média dos 30 pregões anteriores ou do preço praticado na última emissão de ações da Perdigão ou ainda no valor econômico da companhia, o que for maior.

Nesse processo um concorrente como a Sadia seria notado comprando participações na Perdigão, o que inflaria o preço antes da oferta pública.

"Esse é o modelo. Essa é que é a proteção que foi dada ao acionista", disse Secches.

De acordo o presidente da empresa, a Perdigão não tem informação de que a Sadia tenha nenhuma ação de sua emissão e graças às regras do estatuto é possível afirmar que não tem 5 por cento ou mais.

FUNDOS

O executivo afirmou que ainda que tenham rechaçado em bloco a proposta da Sadia os principais acionistas da Perdigão são independentes e podem negociar suas participações sem consulta aos demais.

O maior acionista individual é a Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) com 15,67 por cento do capital. A posição dos fundos foi divulgada pelos mesmos em nota nesta terça-feira.

Previ, Sistel (Telecomunicações), Fapes (BNDES), Real Grandeza (Furnas), Previ-Banerj, Petros (Petrobras) e Valia (Vale do Rio Doce) decidiram "não aderir à proposta, uma vez que o valor ofertado de 27,88 reais não atende às expectativas dos acionistas".

Eles decidiram também "aprovar por unanimidade o entendimento de que a oferta não se enquadra no procedimento previsto no artigo 37 do Estatuto da Companhia, não havendo necessidade, portanto, de contratação de instituição financeira para elaboração de laudo de avaliação da Perdigão".

Fonte: Último Segundo/Reuters



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h44
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Fundos de pensão rejeitam proposta da Sadia
O pool de fundos de pensão de acionistas da Perdigão rejeitou a oferta pública para aquisição de ações da empresa, realizada pela Sadia. Segundo comunicado enviado ao mercado, em reunião prévia realizada na segunda-feira, os fundos decidiram não aderir à proposta, uma vez que o valor ofertado de R$ 27,88 não atende às expectativas dos acionistas.

Na reunião foi aprovado por unanimidade, "o entendimento de que a oferta não se enquadra no procedimento previsto no Art. 37 do Estatuto da Companhia, não havendo necessidade, portanto, de contratação de instituição financeira para elaboração de laudo de avaliação da Perdigão", diz o comunicado.

Os fundos que participam do pool são Previ, do Banco do Brasil, Sistel, do setor de telecomunicações, Fapes, do BNDES, Real Grandeza, de Furnas, Petros, da Petrobras e Valia, da Vale do Rio Doce e Previ-Banerj. Juntos eles detêm cerca de 57% do capital da empresa.

Individualmente, a maior participação é da Previ, 15,31%.

Fonte: InvestNews



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h42
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SUSPENSE NO CCBB

Evento no CCBB mapeia o que há de inovador no suspense

Começa nesta quarta-feira no Centro Cultural Banco do Brasil a mostra Alta Tensão - Suspense e Terror no Cinema Contemporâneo, que vai até o dia 30 de julho

Luiz Carlos Merten

SÃO PAULO - Arte que simula o real, o cinema parece o meio adequado para que o espectador experimente um perigo que, na verdade, não o atinge, já que ele está ali seguro no escurinho da sala. Partindo dessa idéia, o curador Luiz Montes organizou a mostra Alta Tensão - Suspense e Terror no Cinema Contemporâneo, que começa nesta quarta-feira no Centro Cultural Banco do Brasil. Até dia 30, serão exibidos dez filmes de diversas procedências.

Formado em cinema pela USP, Montes, de 29 anos, é roteirista e diretor de quatro curtas premiados. Reconhecendo que o medo pode ser uma das mais belas artes, ele evita o que seria a obviedade - a tensão segundo o mestre do suspense, Alfred Hitchcock - e tenta apresentar o que há de mais significativo sendo feito nessa seara em todo o mundo. A tensão não é só um tema. O importante é revelar os procedimentos estéticos que permitem aos diretores novas abordagens de uma matéria que interessa muito ao cinema comercial.

Distorções de imagem e contrastes de claro e escuro não são mais suficientes. O som, você vai ver, desempenha um papel fundamental nesses filmes e é por meio de recursos assim que os autores colocam na tela narrativas com elementos sobrenaturais ou que enfocam a ruína psicológica de indivíduos atormentados.

Um recorrido sobre os diversos filmes destaca alguns títulos, em particular. Following, por exemplo, é o tipo do programa que o cinéfilo não vai perder. É assinado por Christopher Nolan, cineasta que, em Amnésia e Insônia, recorreu a efeitos e narrativas descontínuas - no caso do primeiro, ele contou sua história de trás para a frente - para disfarçar que a dramaturgia, propriamente dita, não é tão inovadora assim.

Nolan de qualquer maneira, deu um salto com Batman Begins, o que justifica a curiosidade por suas origens, neste filme sobre aspirante a escritor que se envolve com ladrão que passa a protegê-lo.

No Oriente, nos últimos anos, houve uma explosão do cinema de terror, especialmente no Japão, que produziu o fenômeno O Anel, encampado por Hollywood. Do Japão vem agora Audition, de Takashi Miike, sobre viúvo que se envolve com uma mulher misteriosa (e fatal).

Da Coréia surge A Tale of Two Sisters, de Jim Jee-Woon, no qual a história das duas irmãs é situada no quadro de uma família disfuncional, como representação do mundo.

Dos demais programas, há um francês - Harry Veio para Ajudar, de Dominique Moll. Harry, interpretado por Sergi Lopez, é esse cara prestativo que surge na vida de um casal (Laurent Lucas e Mathilde Seigner). Ele é sedutor, mas por trás daquela cara de garotão desprotegido que atrai as mulheres há um desequilibrado dos mais perigosos. O filme pode não ser muito bom. Lopez e Mathilde Seigner são maravilhosos. Graças a eles, a tensão desse filme ganha em erotismo.

Alta Tensão - Suspense e Terror no Cinema Contemporâneo
Quarta, 19/7: 17h, Wendigo, de Larry Fessenden; 19h, A Tale of Two Sisters, de Kim Ji-Woon. Quinta, 20/7: 17h, Soft for Digging, de JT Petty; 19h, Harry Chegou para Ajudar, de Dominik Moll.
Centro Cultural Banco do Brasil. R. Álvares Penteado, 112. Fone: 3113-3651. 4ª a 6ª, 17h e 19h (sáb. e dom. também 14h). R$ 4. Até 30/7

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h36
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Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h40
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