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BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo)


ELEIÇÕES 2006



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h52
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MÚSICA NO CCBB DE BRASÍLIA

Bossa B no CCBB

No mês de julho, o CCBB recebe o projeto musical A Bossa B, evento que reunirá grandes nomes da música brega com artistas contemporâneos consagrados, em três shows de 7 a 23 de julho.

O público poderá testemunhar o encontro insólito entre Zeca Baleiro e Márcio Greyck, MV Bill e Odair José e Rita Ribeiro e Wando, tudo sob os auspícios de uma mestra de cerimônias que dispensa apresentações, Elke Maravilha.

A Bossa B será dividida em temas: A Melodia, O Protesto e O Romântico. No primeiro show, que acontece nos dias 7, 8 e 9 de julho, o cantor e compositor Márcio Greyck (representando A Melodia) vai provar que nem tudo no brega é tosco. Autor de inúmeros sucessos como Impossível acreditar que perdi você e O mais importante é o verdadeiro amor, Greyck é reconhecido pela qualidade de suas melodias e riqueza de letras. Seu companheiro de show será Zeca Baleiro, admirador de Márcio desde a juventude e também um grande melodista. Os dois chegaram mesmo a compor uma canção especialmente para o show da série A Bossa B.

O segundo encontro marcado para os dias 14, 15 e 16 de julho promete desmistificar o argumento de que só o primeiro time da MPB saiu em ataque à ditadura na década de 70. Sob o tema O Protesto, apresenta-se Odair José, que comprou diversas brigas com a censura da época ao abordar temas polêmicos como os anticoncepcionais (Pare de tomar a pílula), as drogas (A Viagem) e a prostituição (Eu vou tirar você desse lugar). Seu parceiro de palco será outro expoente do discurso de protesto, vindo do rap contemporâneo, com letras baseadas em denúncias sociais: MV Bill.

Já o brega incorrigível Wando defenderá o tema O Romântico, em cartaz nos dias 21, 22 e 23 de julho. O cantor é um legítimo representante do gênero brega-romântico. Poucos sabem abordar tão bem e com tanto sucesso a paixão, o desejo e o amor enroscado debaixo dos lençóis quanto o cantor e compositor, autor de sucessos como Moça, Fogo e Paixão e Coisa Cristalina. Sua parceira no palco será Rita Ribeiro, uma das mais belas vozes da atualidade, que reúne em seu trabalho elementos de música tradicional e influências modernas, destacando-se pela interpretação de baladas.

Fonte: ComuniWeb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h36
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O BB E A AGRICULTURA

Da coluna Radar na revista Veja:

Não vingou
O governo e o Banco do Brasil têm dado uma contribuição de peso à agricultura. Peso daqueles de levar para o fundo do poço. O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) destinou 3 bilhões de reais para ajudar o setor, que vive uma crise como não se via fazia muito tempo. O problema é que a burocracia para a tomada dos empréstimos é tão enrolada que os agricultores desistem até de pedir. O governo acaba de editar uma portaria (já é a terceira tentativa) para facilitar o acesso. Desta vez, ou vai ou a terra racha de vez.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h17
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DIREITOS TRABALHISTAS

Domésticas não desistirão do direito ao FGTS e multa rescisória

A presidente em exercício da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas disse que as trabalhadoras aceitam discutir a questão, mas não pretendem voltar para casa de mãos vazias

Vânia Cristino

BRASÍLIA - A presidente em exercício da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), Ione Santana de Oliveira, disse que a categoria não vai desistir dos 8% de contribuição obrigatória do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e nem da multa rescisória de 40% no caso de demissão sem justa causa. Por isso, o governo vai precisar de muito tato para agradar empregadas e patroas na reunião de segunda-feira, quando promete decidir sobre os itens que serão vetados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na MP das Domésticas. "Não vamos desistir dos nossos direitos", assegurou.

De acordo com Ione, as trabalhadoras aceitam discutir a questão, mas não pretendem voltar para casa de mãos vazias. Ela até admite que a luta de décadas pela igualdade das empregadas domésticas com os demais trabalhadores celetistas pode não ser vencida de imediato. Mas sustenta que são necessárias políticas compensatórias para os empregados domésticos. Por exemplo: ela acha que é necessário regulamentar a jornada de trabalho, o pagamento de hora extra e a estabilidade no emprego.

Ione de Oliveira questionou os argumentos dos empregadores e do próprio governo, segundo os quais o aumento de custos impostos à classe média elevará o desemprego do setor e levará mais empregados para a informalidade. "Não vai aumentar o desemprego coisa nenhuma", disse com convicção. Para ela, os empregadores estão reclamando para ver se conseguem manter as coisas como estão. "Não vai ter esse estrago todo no bolso não", resumiu.

Na sua avaliação, os patrões pressionam para manter uma situação em que podem dar "agradinhos" na hora de despedir uma empregada, como por exemplo uma roupa, ao invés de pagar o que é devido. "Elas (as patroas) reclamam muito, mas gastam muito mais do que devem pagar de FGTS numa única bolsa", comentou.

Veto

O governo anunciou na quinta-feira que iria vetar parte da MP das domésticas. Embora a decisão final tenha ficado para a próxima segunda-feira, na reunião de quinta-feira com representantes de empregadas e patrões, os ministros do Trabalho, Previdência e de Políticas para as Mulheres deixaram claro que alguns artigos não vingarão, como por exemplo o que estende o benefício do salário-família para a trabalhadora doméstica. Também ficou evidente, mesmo sem uma declaração formal, que a multa rescisória de 40% sobre o saldo acumulado do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) durante o período de trabalho não será imposto aos empregadores.

"O governo vai preservar o que mandou , mas temos espaço para preservar também alguma mudança feita pelo Congresso Nacional", disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Ele confirmou que a polêmica maior gira em torno da multa de 40% do FGTS que, segundo ele "tem assustado muita gente". "Vamos refletir sobre ela", ponderou. De acordo com o ministro do jeito que o texto do projeto de conversão está não dá para o governo vetar a multa e deixar a contribuição mensal ao FGTS, de 8% sobre o salário. "Mas é possível editar uma nova MP", argumentou sem entrar em detalhes.

Se depender do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o presidente Lula vai vetar o recolhimento obrigatório do FGTS pelo empregador doméstico. Ele argumentou que a elevação do custo para o empregador aumentará a informalidade, justamente o que o governo queria evitar com o benefício fiscal do IR. Segundo os cálculos do governo, o incentivo que o patrão teria para assinar a carteira de trabalho do empregado, da ordem de R$ 560,00 por ano (dedução dos 12% sobre 12 meses de salário mínimo, mais 13% e 1/3 das férias) seria praticamente anulado pelo gasto a mais com o FGTS e multa, equivalente a R$ 522,67. O benefício cairia, portanto, para apenas R$ 37,33.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h13
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SINDICALISMO CHAPA-BRANCA

CUT e PT levarão campanha de Lula a portas de fábricas

Partido pretende mobilizar 50 mil dirigentes sindicais em todo o país para que atuem como "formadores de opinião". Petistas farão mobilização nacional em 1º de setembro, com manifestações de trabalhadores pró-reeleição em todas as capitais

MALU DELGADO
DA REPORTAGEM LOCAL

O PT quer o movimento sindical engajado na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aumentar a probabilidade de vitória num primeiro turno. Ontem, no diretório nacional da legenda, em São Paulo, coordenadores da campanha decidiram criar um comitê sindical nacional. A idéia é preparar cerca de 50 mil dirigentes sindicais para atuarem como "formadores de opinião" e convençam os trabalhadores a votar em Lula.

Além da definição de duas datas para grandes mobilizações nacionais e passeatas -19 de agosto e 1º de setembro-, a "catequese" sindical seria feita diariamente nas portas e comitês de fábrica, com minicomícios e debates sobre política. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) estima que o universo de eleitores ao alcance do sindicalismo chegue a 22 milhões de trabalhadores. "Temos o direito de dizer o que pensamos. Não temos nenhum receio de dizer que Lula é melhor que Alckmin. E vamos para a rua fazer essa campanha", afirmou o secretário de Relações Internacionais da CUT e secretário de mobilização do PT, João Felício.

A escolha de João Felício para planejar o apoio do sindicalismo e movimentos sociais a Lula ocorreu na semana passada, no dia em que o Datafolha apontou o crescimento do candidato Geraldo Alckmin (PSDB) nas pesquisas. Os petistas alertaram a militância que a eleição não está ganha. Felício disse que os militantes vão organizar debates nos locais de trabalho, "na entrada da fábrica, de manhã, conversando na porta, na saída, ou dentro do local de trabalho".

"Como trabalhador, tenho o direito de dizer para os colegas o que eu penso da vida. Em local de trabalho também se debate política", disse. Além da CUT, estão envolvidos nos atos dirigentes da CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), sindicalistas do PC do B e PSB, e parte da Força Sindical (Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco). No dia 19 de agosto, esses dirigentes sindicais preparam uma grande plenária nacional, em São Paulo, com a presença de Lula. No dia 1º, a idéia é fazer a "mobilização nacional da classe trabalhadora", com passeatas em todas as capitais e nos maiores municípios do país. O evento pode ser ampliado e se transformar no dia de mobilização nacional dos movimentos sociais pró-Lula. Segundo João Felício, todo o material de divulgação dos eventos, como cartazes, panfletos e tablóides, serão pagos pelo PT. "Faremos tudo dentro da lei", afirmou. Os dirigentes sindicais que participarem diretamente da campanha no comitê terão que se afastar das funções nos sindicatos.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h15
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ARTE NO CCBB DE BRASÍLIA

Tomie Ohtake nos jardins do CCBB

A exposição Esculturas, da grande dama das artes plásticas Tomie Ohtake chega à Brasília em 11 de julho. A mostra traz esculturas produzidas nos últimos dez anos e quatro peças inéditas que se harmonizam com as formas urbanas.

As esculturas tubulares de Tomie criam uma geometria singular com desenhos lúdicos. São 16 trabalhos que rejeitam a base e recusam o suporte, buscando autonomia, mesmo com equilíbrio precário aparente. Curvas partem do chão e sobem verticalmente, ou ficam suspensas no teto e caem em direção ao solo.

Desde 1996, Tomie vem expandindo sua produção tridimensional. É autora de 30 obras públicas que fazem parte da paisagem de metrópoles brasileiras. Em Brasília, um grande painel em vidrotil assinado por ela orna o térreo do Edifício Number One, no Setor Comercial Norte. Outras esculturas da artista podem ser vistas no Hotel Blue Tree e no Instituto Rio Branco, no Ministério das Relações Exteriores.

Nascida em Quioto, no Japão em 1936, Tomie veio com 23 anos de idade para o Brasil. Instalou-se em São Paulo e foi naturalizada brasileira em 1968. Desde a infância se interessava pela arte que era expressada através da caligrafia japonesa e posteriormente através do desenho.

Aos 31 anos de idade, Tomie conheceu o professor e artista plástico Keisuke Sugano, e auxiliada por ele produziu seus primeiros quadros figurativos e paisagens com tendências cubistas. Nos anos 60, seu trabalho ganha corpo e maturação. No final da mesma década deu os primeiros passos na serigrafia e gravuras em metal, expostas em 1972 na Bienal de Veneza.

Aos 93 anos de idade, Tomie continua a inspirar ambientes, com esculturas que remetem a origamis gigantes. De 11 de julho a 8 de outubro, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h, no Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, trecho 2).
 
Fonte: ComuniWeb


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h53
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CORAL INFANTIL NO CCBB DE SÃO PAULO

Coro infantil dos EUA no Mosteiro de S. Bento e CCBB

Divulgação

Pacific Boychoir Academy

Um programa especial começo da próxima semana – um coral infantil vindo dos EUA para participar do Festival de Inverno de Campos do Jordão – faz escala no Centro de São Paulo para apresentações em dois espaços diferentes: a primeira na hora do almoço da segunda-feira (10/7), no Mosteiro de São Bento; e a segunda, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), às 16h, na terça-feira (11/7).

Em cena, 46 meninos de um dos coros do Pacific Boychoir Academy (PBA), núcleo de canto coral infantil masculino da Califórnia (EUA), vencedor do Grammy Award em 2004, pela gravação do “Melhor Álbum Clássico”. Eles vêm cantar clássicos de Brahms, Mozart e Handel, negro spirituals e composições mais recentes, de autores do século XX como Kodaly, sob regência do maestro Kevin Fox, diretor musical e fundador do Pacific Boychoir. 

No Mosteiro o espetáculo é gratuito. Os garotos interpretam obras de Francis Poulenc (Quatre Petit Prières de Saint François d'Assise), Zollan Kodaly (Mountain Nights), Benjamin Briten (A Hymn to the Virgin), John Tavener (Song for Athene)e Moses Hogan (Hear My Prayer), entre outros compositores. Os diretores musicais do coro são Kevin Fox (fundador) e Christopher Kula.

No CCBB o espetáculo não é gratuito, mas a venda de ingressos a R$ 6 e R$ 3 será integralmente revertida para a Casa Taiguara, organização que acolhe crianças e jovens em situação de risco e trabalha sua re-inserção na sociedade. No programa, Brahms (Psalm 13), Carl Bohm (Still Wie die Nacht), Mendelssohn (Surrexit Pastor Bonus), Charles Wood (Hail Gladdening Light), Benjamin Britten (Jubilate Deo), Jean Racine (Cantique), Mozart (Gloria and Agnus from Coronation Mass), arranjo de Andre Thomas do spiritual “I Open My Mouth”, arranjo de Josephine Poelenitz de “City Called Heaven”, Charles A. Tindley (The Storm is Passing Over), arranjo de Moses Hogan do spiritual “Wade in the Water”, arranjo de Joseph Jennings de “Over Yonder”, Hall Johnson (Aint got Time to Die), Keith Hampton (Praise His Holy Name) e arranjo de Moses Hogan do spiritual “The Battle of Jericho”. 

Fundado em 1998, o PBA reúne 100 meninos em cinco diferentes coros, conforme a idade e desenvolvimento musical; um deles é o que está em São Paulo. Sob uma equipe composta de músicos profissionais experientes, nesta curta existência, o PBA se tornou um conjunto altamente respeitado dentro e fora dos EUA pela variedade de repertório, perfeição de entonação e de fraseado e solistas talentosos. 

O Mosteiro de São Bento e o Centro Cultural Banco do Brasil são associados à Viva o Centro.

Serviço

Mosteiro ao Meio-Dia Internacional
Largo de São Bento, s/n, Centro
Tel.: 11 3285-5242/ 3284-8384
10/7, às 12h
Metrô São Bento
Entrada franca

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado, 112
Tel. 3113-3651
11/7, às 16h
R$ 6 e R$ 3 (meia) – renda para a Casa Taiguara
Metro Sé

Fonte: Viva o Centro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h47
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SEM MÚSICA CUBANA NO CCBB

Música cubana se despede do CCBB do Rio

Neste sábado (08/07), se encerra a parte musical do evento dedicado à Cuba, no CCBB do Rio de Janeiro.

O festival “Música de Cuba”, que acontece paralelamente à mostra “A Arte de Cuba”, se despede com um show do Cuban Jazz Plus, grupo formado por cinco músicos nascidos na ilha de Fidel Castro e que vivem em diferentes países.

Em suas composições, o grupo mistura elementos de jazz com a tradicional música cubana.

O CCBB carioca fica na Rua Primeiro de Março, 66. A partir das 19hs. R$ 10.

Fonte: ObaOba



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h41
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RECORDAR É...

...sofrer duas vezes?



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h38
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INVESTIMENTOS DA PREVI

ABN vai gerir fundo de infra-estrutura criado por Previ, Funcef e Petros

O Infra Brasil vai financiar projetos de infra-estrutura do setor privadoO conjunto de números da economia brasileira é tão bom que  permitiu a criação de um fundo de investimentos inédito no Brasil. O Fundo Infra Brasil, lançado nesta quinta-feira, dia 06, na Fiesp, em São Paulo, é para financiar projetos privados para a infra-estrutura da economia. O fundo tem recursos dos fundos Petros, Previ e Funcef, e do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A gestão é do banco ABN AMRO Real.

O investimento inicial do Infra Brasil é de R$ 620 milhões, mais US$ 75 milhões do BID. E pode chegar a R$ 1 bilhão num curto prazo. Para cada novo aporte no fundo, Funcef e Petros acrescentarão 20% do valor do novo investimento.

O presidente da Petros, Wagner Pinheiro, explicou que foi a estabilidade econômica do Brasil que permitiu criar um fundo para investir em projetos de longo prazo, de dez anos, por exemplo. “O Brasil nunca esteve viveu essa estabilidade econômica e com a perspectiva de reduzir a taxa de juros como tem hoje”, disse Pinheiro.

 

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que participou do lançamento do Infra Brasil, disse que o país ainda não tinha um investimento deste porte, porque o cenário econômico não permitia. “O Brasil vive uma estabilidade econômica muito boa, com uma meta de inflação a 4,5%; pagamos o Fundo Monetário, e isso torna o país menos vulnerável às oscilações do mercado internacional”, disse a ministra.

 

O Brasil precisa de um investimento de R$ 15 bilhões por ano para investir em infra-estrutura. O presidente da Funcef, Guilherme Lacerda, que coordenou a montagem do fundo, explicou que esse é um fundo inovador, no Brasil. E seus investimentos se dirigem à infra-estrutura, porque é um setor carente no Brasil. “A infra-estrutura no Brasil carece de novos investimentos e é um setor que pede um aporte de recursos de longo prazo, que o Infra Brasil oferece”, argumentou Lacerda.

 

Todos os projetos financiados serão privados.

 

Lacerda falou também que, se, no passado, houve problemas com gestores de recursos dos fundos, os problemas foram corrigidos e não se repetirão.

 

O fundo governamental  tem R$ 150 bilhões aplicados em títulos do Governo – ou seja, 70% dos recursos dos fundos vão para títulos do Tesouro Nacional. O desafio dos fundos é aplicar em “projetos de desenvolvimento” – como disse Dilma Rousseff --, sem comprometer a capacidade de pagar as contribuições aos funcionários das empresas estatais.

 

Desde sua idealização, o Infra Brasil demorou dois anos para ser criado. A Previ entrou com menos dinheiro que a Funcef e a Petros. O ABN AMRO Real foi escolhido gestor numa concorrência. Segundo Fabio Barbosa, seu presidente, um dos motivos por que foi escolhido foi o fato de o ABN AMRO ter a tradição de aplicar em infra-estrutura e já ter em carteira muitos projetos bons.

 

Fonte: Conversa Afiada



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h31
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A PREVI E O MERCADO

A APIMEC SP promove reunião com a Previ no dia 12 de julho, às 16h. O presidente do fundo, Sérgio Rosa, apresentará os seguintes temas para os profissionais de investimentos:

1. Estrutura e funcionamento da Previ;
2. Demonstrações contábeis e resultados;
3. Carteira de investimentos e práticas de governança corporativa.

As inscrições deverão ser feitas pelo telefone (11) 3107-1571 ou pelo e-mail apimecsp@apimecsp.com.br .

Evento: Reunião APIMEC SP Previ
Data: 12 de julho (quarta-feira)
Horário: às 14h
Local: APIMEC SP (Rua São Bento, 545, 5ª sobreloja, Centro - SP)

Fonte: Apimec



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h23
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INVESTIMENTOS DA PREVI

PREVI participa de fundo para financiar projetos de infra-estrutura

O InfraBrasil, Fundo de Investimento em Participações (FIP) voltado para disponibilizar capital para investimentos e financiar dívidas de longo prazo do setor privado de infra-estrutura no Brasil, foi lançado em 6 de julho. O evento contou com a presença da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, de gestores de instituições financeiras nacionais e internacionais, representantes da Fiesp, além dos presidentes da PREVI, Sérgio Rosa, da Petros, Wagner Pinheiro, e da Funcef, Guilherme Lacerda. O ABN AMRO Real foi representado pelo superintendente executivo, Geoffrey Cleaver.

O montante inicial do InfraBrasil é de R$ 620 milhões e pode chegar a R$ 1 bilhão nos próximos meses, de acordo com o ingresso de novos interessados. A PREVI participa com R$ 78 milhões. Estão também no fundo a Petros, a Funcef - na posição de coordenadora -, Valia, Banesprev, além de instituições como o Banco do Brasil e o Banco ABN AMRO Real, que é o administrador e gestor da carteira.

"Estivemos envolvidos em todo o processo. Fomos rigorosos na seleção do gestor, na definição de regras claras", frisou o presidente Sérgio Rosa. Ele ressaltou que é muito boa a expectativa de retorno do fundo, que tem prazo de duração de 15 anos. "Essa modalidade de investimento é uma nova alternativa e tem ganho importância em nosso País".

O presidente da PREVI lembrou que o InfraBrasil cria oportunidade para saírem do papel os projetos de empresas nas áreas de energia, transportes, telecomunicações, abastecimento de água e saneamento etc. A ministra Dilma Rousseff elogiou a criação do InfraBrasil ."Este projeto é uma excelente iniciativa. Saímos de um período em que se buscava a segurança nos títulos públicos. Esse fundo inicia uma nova trajetória", disse ela.

BID também está no InfraBrasil

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) participa como credor do fundo, por meio de empréstimo de 12 anos, com aporte inicial de US$ 43 milhões. A participação do BID aumentará proporcionalmente até US$ 75 milhões à medida que novos compromissos de disponibilização de capital forem fechados.

Fonte: Previ



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h57
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DIREITOS TRABALHISTAS

Ministro faz pressão para que presidente vete FGTS de domésticas

Veto quase certo para FGTS de domésticas. Pressão dentro do governo é para que benefício seja cortado da MP 284, que garante dedução do INSS pago pelos patrões no IR

Marcelo Tokarski
Da equipe do Correio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não decidiu se veta ou não a obrigatoriedade do pagamento de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para empregadas domésticas, mas cresce no governo a pressão para que a medida seja vetada. Ontem, enquanto o governo tentava negociar com patrões e empregados uma saída para o impasse, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que recomendará o veto à proposta, "mesmo levando em consideração as implicações políticas". A assessoria do ministro confirmou que a posição de Bernardo não é pessoal, mas do próprio Ministério do Planejamento.

O argumento do ministro é que o FGTS vai incentivar ainda mais a informalidade no setor, que possui menos de um terço dos trabalhadores com registro em carteira. De um total de 6,8 milhões de trabalhadores, apenas 1,8 milhão têm carteira assinada. Além do recolhimento mensal do FGTS, com alíquota de 8% do salário mensal, a preocupação do Planalto é com a multa de 40% sobre o saldo acumulado do FGTS, que deverá ser paga quando a doméstica for demitida sem justa causa. "A multa tem assustado bastante, temos que refletir sobre ela", reconheceu o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que ontem se reuniu com representantes de empregadores e trabalhadores domésticos.

O ministro disse ainda estar buscando um acordo. "O objetivo do governo é o fortalecimento da categoria (das domésticas), mas precisamos estar em sintonia com o que a sociedade pode bancar", afirmou. Cálculos divulgados ontem pelo governo mostram que o ganho proporcionado pela possibilidade de dedução no Imposto de Renda (IR) da contribuição previdenciária paga pelos patrões - o objetivo inicial da Medida Provisória (MP 284) - é praticamente anulado pela obrigatoriedade do FGTS, incluída na MP por meio de emenda dos parlamentares. A economia anual para o patrão, que seria de R$ 560, caiu para pouco mais de R$ 37, valor 15 vezes menor (veja quadro).

Na próxima segunda-feira, haverá uma nova reunião para discutir o assunto. Em virtude da atual redação da MP 284, o presidente Lula não terá como vetar a multa de 40% e manter a obrigatoriedade de pagamento dos 8% de FGTS. Segundo Marinho, caso a opção seja mesmo pelo veto à multa, o governo editaria uma nova medida provisória para instituir o pagamento de FGTS. "É possível editar uma nova medida", afirmou.

Duas coisas o governo já decidiu. Na sanção presidencial será mantida a possibilidade de o empregador deduzir em sua declaração anual de IR a contribuição previdenciária de 12% sobre um salário mínimo. Válida para as declarações de 2007 a 2012, a dedução só beneficiará quem fizer a declaração completa. "O governo vai preservar o que mandou para o Congresso", disse Marinho.

Outra decisão já tomada é o veto ao salário-família, também incluído pelo Congresso na MP 284. O benefício prevê pagamento de R$ 22,33 por filho de até 14 anos, no caso de pessoas com renda mensal de até R$ 435,52, e de R$ 15,74 para quem ganha até R$ 654,61. A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéia Freira, que também participa das negociações, explicou que o salário-família será vetado porque sua inclusão na MP 284 é inconstitucional, pois não há previsão orçamentária para este gasto da Previdência Social.

O iminente veto ao FGTS é admitido até pelos representantes dos empregados domésticos. A diretora da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Denise Mota Dau, disse após a reunião que o governo tende mesmo a vetar a obrigatoriedade do Fundo de Garantia. "O que está sendo mais polêmico é o FGTS, e não o conjunto de benefícios", afirmou. Segundo ela, a categoria só aceitaria o veto se fosse fechado um acordo que garantisse, gradualmente, a implementação de alguns direitos trabalhistas para as domésticas. "A gente quer negociar medidas compensatórias concretas que possam conseguir esse objetivo histórico de alcançar a igualdade (com os demais trabalhadores)", afirmou.

A representante do Sindicato dos Empregadores Domésticos de São Paulo, Margareth Carbinato, defendeu o veto integral à MP 284. Segundo ela, o texto vai provocar encargos muito altos aos patrões, que não podem ser tratados como uma empresa. "O empregado doméstico não aufere lucro para o empregador, muito pelo contrário", afirmou. Segundo ela, haverá demissões caso a MP seja sancionada.

APOSENTADO GANHARÁ 5%

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, confirmou que o presidente da República vai vetar o projeto de reajuste aos aposentados e considerar a hipótese de enviar novo projeto ao Congresso. Segundo a ministra, o governo teve negociações com os aposentados e conseguiu chegar a um aumento de 5%. Para ela, os congressistas, usando o momento eleitoral, incluíram emenda que eleva o reajuste para 16%, com um impacto pesado na Previdência, extremamente grave para as finanças do país.

Fonte: Agência Anabb/Correio Braziliense



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h41
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TECNOLOGIA DO BB

Cobra Tecnologia, em crise, prepara demissões

André Borges

Nesta semana, funcionários da Cobra Tecnologia foram aconselhados a não contrair dívidas. O recado dado por gestores de algumas áreas da empresa prepara os ânimos para uma rodada de demissões na estatal pertencente ao Banco do Brasil.

Um fonte próxima à empresa informa que as demissões devem atingir algumas centenas dos 3,4 mil colaboradores da empresa, dos quais cerca de 90% estão ligados a contratos terceirizados.

As mudanças podem chegar ao cargo de Jorge Wilson, funcionário de carreira de BB que ocupa a função de presidente interino desde fevereiro. O executivo foi procurado para comentar o assunto, mas a Cobra informou que Wilson está em período de férias.

Em entrevista ao Valor há duas semanas, Wilson disse não saber nada sobre disputas políticas na empresa e negou qualquer tipo de desgaste ou possibilidade de deixar o cargo.

Em crise financeira desde o ano passado, a Cobra corre atrás de um aporte para dar continuidade às suas operações. No balanço de 2005, a auditoria Boucinhas & Campos + Soteconti ressaltou em seu parecer uma deficiência de capital de giro de R$ 77,5 milhões. O prejuízo foi de R$ 57,2 milhões.

No momento, a possibilidade de injetar recursos na estatal é analisada pelo BB, que evita falar sobre o assunto. No entanto, a previsão é de que uma decisão seja anunciada ainda este mês. Além de recorrer ao banco, a Cobra também está à procura de capital externo. Como a estatal tem restrições legais para tomar crédito no sistema financeiro, outra alternativa foi apelar para um fundo de investimento em direitos creditórios, criado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). "Estamos negociando. É mais uma forma de buscarmos capital", disse Wilson.

Enquanto o dinheiro não sai, a Cobra tenta rolar as dívidas com seus parceiros. Projetos do ano passado, como o sistema Freedows e o PC para Todos, também seguem abandonados. Apesar da crise, Wilson nega que a empresa possa se voltar apenas ao BB, deixando de atuar no mercado. A posição é endossada pelo banco, que hoje responde por cerca de 70% dos negócios da Cobra.

Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h38
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A FARRA DOS BANCOS

Em ano de eleição Governo manda banco oficial aumentar crédito e baixar taxa de juros

Presidente pede empréstimos mais baratos para o setor privado, para o consumidor e para o investidor

Fabio Graner, Gustavo Freire

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, atacou ontem, mais uma vez, de garoto-propaganda das realizações econômicas e anunciou que no governo Lula o volume de crédito até o fim do ano deve estar em 36% do Produto Interno Bruto (PIB), um salto em comparação à marca de 23,9% do PIB do início do governo. Mantega levou os presidentes dos bancos oficiais a um encontro com Lula e, depois, revelou que o presidente orientou Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal (CEF), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Nordeste (BNB) a aumentarem os empréstimos a pessoas físicas e jurídicas e reduzirem os custos dos financiamentos, considerados elevados.

"Tem de haver um esforço das instituições financeiras públicas para redução dos spreads. Devemos reduzir mais os spreads de modo a oferecer crédito mais barato para o setor privado, para o consumidor e para o investidor", disse o ministro, que fez a ressalva de que isso deve ser feito sem comprometer a saúde financeira dos bancos oficiais. O spread é a parcela embutida nos custos dos empréstimos que considera a possibilidade de risco de inadimplência e o lucro da entidade com a operação.

Os dados sobre o comportamento do crédito no atual governo foram apresentados a Lula na reunião com dirigentes dos bancos, da qual também participaram o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan. Cada dirigente de banco fez uma exposição sobre a evolução do crédito nas instituições. Meirelles traçou um quadro geral da economia brasileira e os ganhos com a queda da inflação e a estabilidade do País para enfrentar crises externas.

Embora tenha justificado a entrevista para explicar a sistematização de dados das instituições financeiras, Mantega deu um destaque muito maior ao fato de o crédito ter crescido nos últimos quatro anos e atingido em 2006 a marca de 32,6% do PIB. Ele também chamou a atenção para o ritmo de crescimento do volume total de financiamentos, de 0,5% ao mês, que, se mantido, vai permitir que até o fim do ano o crédito alcance a marca de 36%. "Não posso jurar de pé junto que isso vá acontecer, mas há espaço para o crescimento do crédito."

Embora tenha comemorado a expansão do crédito, o ministro reconheceu que o nível atual ainda é insuficiente. Segundo ele, para que os financiamentos sejam um combustível para o desenvolvimento, o volume de crédito tem de alcançar, pelo menos, a casa de 40% do PIB. "Acredito que isso vá acontecer num prazo rápido."

Mantega enfatizou a necessidade de o sistema financeiro ter juros menores e falou da necessidade de se conversar com o setor privado para que sejam praticadas taxas mais "civilizadas". O ministro lembrou que os spreads bancários não têm acompanhado o ritmo de queda na taxa Selic, mas se recusou a discutir se o BC teria ou não "errado a mão" ao adotar cautela na redução dos juros mesmo com a inflação abaixo do centro da meta oficial.

Questionado, respondeu com outra pergunta: "Qual é a utilidade dessa conclusão? O que interessa é que, hoje, o BC está reduzindo a taxa (de juros), mantendo a inflação sob controle. Os resultados são muito positivos, porque a economia está crescendo, e nós vemos hoje um crescimento sustentado".

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h07
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INVESTIMENTOS DA PREVI

AGO da Telemig e Tele Norte continua suspensa

A assembléia-geral ordinária (AGO) da Telemig e da Tele Norte Celular permanecerão suspendas até a conclusão do julgamento de Agravo Regimental pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça. A intenção da assembléia, convocada pelos fundos Previ, Petros e Funcef, é discutir a substituição dos controladores da empresa. O pedido de vista do ministro Fernando Gonçalves havia interrompeu o julgamento, na última sexta-feira (30/6).

Os fundos de pensão destituíram o Opportunity da gestão de seu investimento e, junto com o Citigroup, assumiram o comando da Telpart, controladora da Telemig Celular e da Tele Norte Celular (Amazônia celular). Desde então, os fundos de pensão tentam concretizar essa assembléia-geral para decidir sobre a substituição dos controladores das empresas.

A Previ alegou que a liminar concedida pelo desembargador João Mariosi, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que suspendeu a assembléia geral da Telemig e da Tele Norte Celular, não deveria valer, tendo em vista que contraria a liminar anterior concedida pelo presidente do STJ à época, ministro Edson Vidigal.

Contra a liminar concedida pelo ministro Edson Vidigal, a Telemig e a Tele Norte apresentaram Agravo Regimental no STJ que, até agora, recebeu três votos contra e um a favor. Segundo o ministro José Delgado, a liminar confirmada pela Corte Especial do STJ suspendeu o que havia sido decidido pelo TJ-DF. "O que a decisão agravada estabelece, de modo muito claro, é que as decisões do TJ-DF estão suspensas e que não há obstáculo algum para a realização da assembléia pretendida pela empresa Telpart, objeto da SLS 222, a ora examinada", sustentou o ministro.

A liminar concedida pelo STJ possibilitou que os fundos de pensão prosseguissem com o processo de substituição dos gestores indicados pelo Opportunity nas operadoras de telefonia celular Telemig e Amazônia Celular. O desembargador do TJ-DF João Mariosi, entretanto, suspendeu a realização da assembléia.

Fonte: Monitor Mercantil Digital



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h34
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ACIDENTE DE TRABALHO

Burocracia que atrapalha no BB
 
São Paulo - No BB, uma bancária acidentada em seu local de trabalho enfrentou sérias dificuldades em obter sua CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho). O Sindicato foi chamado e após uma negociação de duas horas a comunicação foi emitida.

Segundo o diretor do Sindicato Ernesto Izumi, o Livro de Instruções Codificadas (LIC) do banco confunde o bancário e o administrador, dificultando a emissão da CAT. Apesar de haver testemunhas no momento do acidente e de um médico credenciado pela Cassi ter atendido o funcionário, a comunicação somente foi emitida após terem sido contatados a Gestão de Pessoas e a Cassi. Além disso, o acidentado ainda vai ter de ser avaliado novamente pela Cassi.

“O Sindicato vai encaminhar o relato da questão à diretoria de Gestão de Pessoas questionando a instrução e exigindo sua alteração. Espera-se com esta medida que o processo de CAT seja facilitada”, diz Ernesto.

Na comunicação à Dipes, serão resguardados os nomes do acidentado e do administrador.
 
Fonte: Sindicato dos Bancários SP


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h32
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BANCÁRIOS DA PARAIBA

Sindicato dos Bancários empossa nova diretoria na terça 

A nova diretoria do Sindicato dos Bancários da Paraíba e os delegados sindicais do Banco do Brasil e da Caixa serão empossados na próxima terça-feira, 11, a partir das 19h. A posse acontece na sede do próprio sindicato, quando o ex-presidente Lucius Fabiani retornará ao cargo. Ele foi obrigado a  renunciar no meio do mandato passado, depois de ser aprovado em um concurso público. A chapa única, “Unidade, Ousadia e Cidadania”, obteve 98,3% dos votos na eleição realizada na segunda quinzena de maio. Ao todo foram 1.264 votos, sendo 1.243 para a Chapa 1, 6 votos nulos e 15 em branco.

Para Fabiani, uma das características da nova direção é a renovação. Cerca de 44% dos componentes são novos bancários. A maioria trabalha no Banco do Nordeste e na Caixa Econômica Federal. "Eles entram para somar força com os mais experientes, gerando uma renovação satisfatória para o sindicato", avaliou. O novo mandato é válido para o triênio 2006/ 2009.
 
Delegados - Eleitos para mandato de um ano, pelos funcionários da base do sindicato, ao todo são 22 da Caixa Econômica e 35 do Banco do Brasil. O delegado sindical tem como principais funções apoiar e integrar a luta dos trabalhadores e servir de elo entre o sindicato e os bancários. “É papel do delegado, inclusive, participar ativamente das atividades promovidas pelo sindicato e encaminhar as resoluções aprovadas nos encontros, congressos e fóruns da categoria”, concluiu Lucius Fabiani.

Fonte: Paraiba.com.br



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h29
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APOSENTADORIA

Governo vai vetar reajuste de 16% a aposentados, diz Dilma

SÃO PAULO - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, informou há pouco aos jornalistas que o presidente da República vai vetar o projeto de reajuste aos aposentados e que "vai considerar a hipótese de enviar novo projeto" ao Congresso.

Segundo a ministra, "o governo teve um processo de negociação exaustivo com os aposentados" e conseguiu chegar a um índice de aumento de 5%. Na sua avaliação, no entanto, os congressistas, "usando o momento eleitoral", incluíram emenda que eleva o reajuste para 16%, o que, segundo ela, "terá um impacto pesado na Previdência e será extremamente grave para as finanças do país".

De acordo com Dilma, "eles (os congressistas) contam com a reeleição e por isso tentam inviabilizar o governo nos próximos anos". Segundo ela, entretanto, "o governo não tem condições de dar um reajuste superior a 5%" e, por isso, irá vetar o projeto.

"O governo será extremamente responsável nessa questão", disse ela, em encontro na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). "Ninguém mais que nós gostaria de dar um reajuste maior aos aposentados, mas é preciso colocar os interesses do país acima dos de uma categoria", afirmou.

Fonte: Taís Fuoco/Valor Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 17h33
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APOSENTADORIA

Tarso Genro confirma veto de Lula aos 16,67%

Cristiane Jungblut

O ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, disse ontem que a oposição tenta causar constrangimento e desgaste ao governo, neste momento eleitoral, ao aprovar no Senado o reajuste de 16,67% para os aposentados que recebem benefícios acima de um salário-mínimo. Tarso, porém, evitou ataques mais duros e se apressou em dizer que isso faz parte do jogo democrático. O ministro praticamente anunciou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetará o reajuste, afirmando que a tendência hoje é essa porque a proposta gera um "rombo dramático" nas contas da Previdência Social.

Tarso afirmou que o clima eleitoral não impedirá o governo de tomar as medidas que considera corretas e ressaltou que a preocupação agora é garantir que não seja inviabilizado o reajuste de 5% previsto inicialmente para essa parcela de segurados.

O reajuste de 5% está em vigor por meio de medida provisória, que ainda precisa ser votada pela Câmara. Tarso Genro disse ainda esperar que seja possível negociar com a oposição para que ela não altere a MP que está na Câmara, incluindo novamente o reajuste de 16,67%, o que pode pôr em risco o aumento de 5%. Segundo o ministro, o objetivo agora é garantir pelo menos esse reajuste aos benefícios que estão vigorando.

- O que não podemos é deixar os aposentados sem nada e a tática que a oposição está adotando pode proporcionar essa situação. Mas acreditamos que é possível negociar para que isso não ocorra - disse.

Tarso afirmou ainda que todos esses temas têm repercussão eleitoral, mas que o governo está amparado em acordos feitos com as centrais sindicais, que fixaram o valor do salário-mínimo em R$ 350 e o reajuste para os aposentados em 5%.

- O que há é um movimento político num momento eleitoral tentando causar algum desgaste, algum constrangimento para o governo, mas isso faz parte do debate democrático e o governo não teme tomar qualquer medida - afirmou Tarso, admitindo que o PT já adotou tática semelhante em outros governos:

- O meu partido teve o mesmo comportamento em outras circunstâncias. Temos que aprender com a vida.

Tarso lembrou que o próprio presidente Lula já dissera em público que seria obrigado a vetar o reajuste de 16,67%.

- Se ficar comprovado o reflexo de R$ 7 bilhões na Previdência, o governo não terá outra saída se não o veto, a tendência sim é essa - disse Tarso.

O ministro da Previdência Social, Nelson Machado, disse que recomendou o veto:

- Manter o aumento de 16,67% seria uma irresponsabilidade previdenciária e social - disse Machado.

Sem limites

O CONGRESSO lavou as mãos e engatilhou a armadilha para Lula. Ele que vete o inexeqüível aumento de 16,67% a todos os aposentados e pensionistas do INSS, irresponsavelmente contrabandeado por deputados e senadores para a medida provisória do salário-mínimo.

ATÉ O presidente, que conspira como nunca contra o equilíbrio fiscal na campanha pela reeleição, sabe que desta vez a demagogia ultrapassou todos os limites.

Três milhões ganham entre 1 e 2 mínimos

BRASÍLIA. Aposentados e pensionistas do INSS que ganham entre um e dois salários-mínimos serão os mais beneficiados se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vetar o reajuste de 16,67% aprovado anteontem pelo Senado. Eles representam três milhões de pessoas num universo de 13,9 milhões de segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Em seguida, estão os beneficiários que ganham entre dois e três mínimos (1,6 milhão de pessoas).

Do gasto total de R$ 7 bilhões estimado para bancar o aumento até o fim do ano, os aposentados que estão nessas duas faixas responderiam por R$ 3,1 bilhões. Esse seria o impacto nas contas da Previdência para corrigir a aposentadoria de 4,7 milhões de pessoas. Outros 2,1 milhões de beneficiários do regime, com aposentadoria entre três e cinco salários, ficariam com R$ 3 bilhões do gasto previsto. Quem está entre cinco e sete salários (737.200 pessoas) responderia por R$ 1,5 bilhão.

Levantamento da Previdência mostra que a maior concentração de gastos com benefícios do INSS está na faixa dos que recebem até um salário-mínimo e dois salários-mínimos e entre três e quatro salários. Para pagar esse pessoal, o INSS gastou em maio R$ 3 bilhões, considerando o aumento de 5%, firmado com a categoria em abril.

O impacto do reajuste para os aposentados que ganham acima de dez salários (R$ 3.500, portanto, acima do teto de R$ 2.800) seria de apenas R$ 31 milhões. Isso porque apesar de ainda existirem benefício acima de cem salários mínimos, eles são minoria. Foram garantidos, na maior parte, por sentenças judiciais ou se referem a pensões de ex-combatentes. Apenas quatro pessoas ganham aposentadorias entre 80 e 90 mínimos - recebem R$ 37.310 por mês. E dez pessoas têm benefícios acima de cem salários, ou seja, R$ 53.300 mensais.

Fonte: Agência Anabb/O Globo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h09
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Telemar: operação paralisada com mercado negativo e dilema de sócios

A operação da Telemar está em ritmo de tartaruga. O mercado está descrente da concretização da reestruturação pretendida pela empresa, em razão dos procedimentos estarem condicionados à oferta secundária de fatia das ações detidas pelos controladores e o mercado não demonstrar apetite para a transação.

Inicialmente, os vendedores seriam GP Investimentos, Andrade Gutierrez e Grupo La Fonte, os sócios gestores da operadora. No entanto, grandes acionistas da companhia como BNDES e Previ manifestaram o desejo de aderir ao bloco vendedor. As discussões entre os sócios ocorreram junto com a inversão da tendência de mercado e com questionamentos oficiais de investidores descontentes com a proposta da empresa. Ou seja, o projeto deixou de ser consensual e o pano de fundo passou de um grande otimismo para um pessimismo generalizado.

A companhia divulgou comunicado informando o adiamento do cronograma original em razão da necessidade de maior prazo para atendimento de exigências feitas pela SEC e pela CVM. No entanto, nenhuma informação adicional foi fornecida ao mercado desde então. Fonte que acompanha o assunto contou que o tema não registra nenhum avanço e os sócios não alcançam um consenso sobre como conduzir o projeto após a modificação do humor do mercado e os questionamentos apresentados pelos investidores.

Na rotina administrativa, outra fonte ligada ao tema afirma que os trabalhos continuam. É possível que as solicitações feitas pelas xerifes do mercado norte-americano e brasileiro sejam atendidas na próxima semana. No entanto, não há mais correria para conclusão dos procedimentos. "Se antes nós estávamos viram madrugada, agora estamos em ritmo normal", disse a fonte. A orientação dos acionistas é para que sejam mantidos os esforços para registro da Telemar Participações como companhia aberta na SEC - aquela programada para se tornar a corporation Oi Participações. Até o momento, somente a Tele Norte Leste Participações detinha registro estrangeiro.

Mas no tocante ao modelo da operação, não há convergência de opinião entre os acionistas, de acordo com as informações de fonte ligada ao debate. Aqueles que decidiram integrar mais tarde o bloco vendedor estavam dispostos a modificar a estrutura da proposta original para conseguirem, ao menos, implantar o novo modelo de governança corporativa. Ou seja, abririam mão da oferta de papéis ou aceitariam reduzir o valor inicialmente estabelecido para os papéis. Porém, os sócios gestores não estão mostram muita disposição em reduzir o prêmio pretendido para perderem o controle.

Além disso, BNDES e Previ têm dúvidas se a reorganização ocorreria sem a saída dos sócios. Para eles, a reestruturação pura e simples, sem a oferta secundária, já seria positiva pois significaria a perspectiva de venda futura e o ganho de liquidez de suas participações - hoje concentrada na companhia não listada Telemar Participações. Os fundos de pensão ficariam em situação semelhante à ocorrida em Perdigão e Embraer.

O mercado admite claramente não gostar da gestão da Telemar, no que se refere ao comprometimento com os minoritários. Operações como a compra da Pegasus e da Oi geraram muito descontentamento e estigmatizaram os sócios. Por isso, a saída, mesmo que parcial, de GP Investimentos, Andrade Gutierrez e La Fonte era bem recebida. A ponto de haver descontentamento com a possível entrada de BNDES e Previ no bloco de venda se fosse mantida a mesma quantidade de papéis, pois isso significaria uma diminuição menor da participação dos três gestores.

O problema é que, nos moldes em que foi pensada, a relação de troca estabelecida com o prêmio tão alto para os controladores resultaria no aumento da participação deles na companhia listada dos atuais 14,7% para 31,0% se não houver oferta secundária. Assim, o cenário está bastante complexo para os acionistas da empresa que precisam solucionar o dilema atual.

O preço pretendido na oferta dos controladores é o ponto nevrálgico da operação. Dele vem a indignação do mercado com a ausência de upside que as ações teriam após a reorganização, mesmo com a melhora na governança, e a elevada diferença entre os prêmios implícitos para os minoritários de ações ON e de PN das operadoras que serão incorporadas - Tele Norte Leste Participações e Telemar Norte Leste Participações.

Há também a problemática da assembléia unificada entre investidores de ON e de PN. A questão foi exposta e tornou-se formalmente um problema depois que o fundo de investimentos estrangeiros Brandes registrou queixa na SEC e oficializou sua decisão de votar contra a proposta da companhia na assembléia que tratará do tema.

O Brandes entende que, pela diferença no tratamento concedido entre as espécies de ações, deveria haver uma assembléia para acionistas ordinaristas e outra para preferencialistas. Há no mercado quem diga que a decisão de colocar todos os investidores juntos, independentemente do tipo dos papéis detidos, deve-se às maiores chances de aprovação que a empresa teria. Isto porque o controlador não votará por razão de conflito de interesses.

Como depende da aprovação da maioria somente daqueles que manifestarem o voto, a força dos preferenciais, mesmo sendo a maior parte do capital, fica diluída. É comum que gestores de fundos passivos participem de assembléias para tomar pé das discussões mas não manifestem seu voto. Este é um dos grandes temores desta operação. Sem que os investidores de PN votem contra, a aprovação viria mais facilmente da soma dos detentores de ON - em tese, satisfeitos - e dos preferencialistas que decidirem aprovar o projeto.

Por conta disso, neste momento, modificar a relação de troca dos papéis para rebalancear o prêmio dos minoritários entre ON e PN também poderia gerar descontentamento dos ordinaristas, o que colocaria em risco a aprovação da proposta na assembléia. Assim, existem dúvidas sobre o sucesso do projeto em todos os seus níveis e, por isso, o mercado vem demonstrando maior ceticismo.

Fonte: Último Segundo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h02
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DIREITOS TRABALHISTAS

Marinho diz que MP das domésticas aumenta informalidade e defende veto

Vânia Cristino

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, admitiu ontem a possibilidade de o governo vetar o artigo da medida provisória das domésticas que tornou obrigatório recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelo empregador. O veto seria recomendado pela avaliação técnica porque provocará o aumento da informalidade.

"O aumento da informalidade interessa a alguém da sociedade brasileira? Me parece que não", disse o ministro. Ele lembrou que a redução do emprego formal vai exatamente na direção contrária do que pretendia o governo ao enviar a MP das Domésticas ao Congresso.

O problema maior, de acordo com fontes, não é a contribuição mensal, que até poderia ser absorvida pelo empregador, mas a multa de 40% sobre o saldo do FGTS, no caso de demissão sem justa causa. A área técnica teme que o incentivo para a formalização do doméstico acabe não acontecendo.

"Não dá para tratar o empregador, pessoa física, como pequena empresa", argumenta uma fonte. Pelos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil existem cerca de 5 milhões de empregados domésticos sem carteira assinada e apenas 1,8 milhão com carteira.

Mesmo descontente com o texto aprovado, o ministro afirmou que o governo só decidirá sobre o veto após ouvir entidades representativas de patrões e empregados e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. "Faremos o que as entidades quiserem", diz Marinho. O governo pretende dividir o ônus do veto (que desagradará as domésticas) ou da manutenção do texto (que desagradará a classe média).

O projeto de conversão aprovado pelo Congresso já seguiu para a sanção do presidente da República, que tem 20 dias para decidir sobre o veto. O objetivo do governo com a medida era incentivar a formalização do trabalho doméstico. Para isso, propôs ao Congresso descontar do Imposto de Renda a parcela da contribuição previdenciária do empregador sobre o salário dos empregados domésticos, limitado à contribuição sobre um salário mínimo, mesmo que o empregado ganhe mais.

No Congresso, porém, a proposta do governo foi mudada. A alteração que preocupa é a que torna o obrigatório o recolhimento do FGTS, hoje opcional, com a contribuição de 8% sobre o salário do empregado.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h51
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COOPERATIVISMO

Jornal Cooperforte já está na rua

A edição nº 34 do Jornal Cooperforte, que já começou a chegar à residência dos associados, tem informações interessantes sobre as realizações da Cooperativa no período março - junho, em especial:

. a realização e decisões das Assembléias Gerais,

. as apresentações institucionais realizadas em 15 grandes cidades brasileiras,

. indicações de leitura especializada em coopertivismo e comentário sobre os livros O cooperativismo de crédito no Brasil e Cooperativismo e lei,

. projetos do Instituto Cooperforte.

Cooperativa incentivará ainda mais a capacitação dos associados é o principal tema da edição que, destacado na capa, refere-se ao trabalho que vem sendo realizado pela Cooperforte para oferecer convênios educacionais a associados de todo o país. Desdobrada nas páginas centrais, a matéria traz um quadro com todas as 34 escolas e universidades conveniadas e os descontos oferecidos nas mensalidades escolares.

Fonte: Cooperforte



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h49
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CASSI X BB

Eleitos da Cassi estudam uma contra-proposta ao BB

Os eleitos da CASSI estiveram reunidos nesta quarta-feira (05/07), em Brasília, com atuários e técnicos da Diretoria de Produtos para construir uma contra-proposta àquela apresentada pelo Banco do Brasil para reestruturação da Cassi. O objetivo é subsidiar a Comissão de Empresa, responsável pelas negociações junto ao Banco, com informações, premissas e alternativas que venham dar equilíbrio financeiro ao Plano de Associados. O desafio é equilibrar financeiramente a CASSI, sem prejudicar a qualidade dos serviços prestados e onerando o mínimo possível o Associado da Caixa de Assistência.

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h43
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COOPERATIVISMO

Sicredi conquista a marca de 1 milhão de associados

Palotina
Assessoria de Imprensa

O Sicredi (Sistema de Crédito Cooperativo) acaba de atingir uma marca histórica: 1 milhão de associados. Esta conquista representa cerca de 40% de crescimento em comparação com o número de associados registrado em 2003. Mais do que um avanço expressivo demonstra a força e a solidez de uma organização que se consolida como um dos principais sistemas de crédito cooperativo do País. No Brasil, segundo ranking divulgado pelo Banco Central, apenas 10 instituições financeiras possuem hoje 1 milhão de usuários. “Com certeza, é um número expressivo e que merece ser comemorado. A SICREDI Vale do Piquiri tem contribuído com o crescimento do sistema, lembrando que temos mais de 20 mil associados”, diz o presidente Jaime Basso.

A marca de 1 milhão de associados é resultado de um projeto iniciado há 25 anos, quando as poucas “Caixas Rurais” remanescentes do Sistema Raiffeisen criaram a Cooperativa Central de Crédito do Rio Grande do Sul para retomar o processo de desenvolvimento do cooperativismo de crédito nacional.

Atualmente, o Sistema opera em pequenos e grandes centros urbanos com 126 cooperativas de crédito e mais de 900 unidades de atendimento em dez estados* brasileiros. Esta ampla rede de atuação – o SICREDI é a quinta instituição financeira em número de unidades no Brasil, segundo dados do Banco Central – permite uma maior aproximação e melhor atendimento dos seus associados.

Em maio de 2006, os ativos totais administrados pela instituição registraram uma evolução de cerca de 28% em comparação com o exercício anterior, atingindo aproximadamente R$ 6 bilhões. O patrimônio líquido total cresceu neste período 17%, somando mais de R$ 1 bilhão.

No Paraná, o SICREDI atualmente reúne 25 cooperativas e 280 unidades de atendimento em 245 municípios do estado. Os ativos totais administrados pela instituição no Estado registraram um crescimento de cerca de 22% em comparação com o mesmo período do exercício anterior, atingindo R$ 1,4 bilhões. O patrimônio líquido no Paraná evoluiu neste período 43%, somando mais de R$ 236 milhões.

Com o fortalecimento institucional do SICREDI, foi crescendo a abrangência de atuação do cooperativismo de crédito, com a significativa ampliação do volume de recursos administrados, o aumento do contingente de associados e a disponibilidade de uma maior gama de produtos e serviços.

Fonte: Umurama Ilustrado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h38
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FUNDOS DE PENSÃO VÃO AO MINISTÉRIO DA FAZENDA

Fazenda se encontra com representantes de fundos de pensão. Pauta não é divulgada.

O presidente da Funcef, Guilherme Lacerda, disse ao chegar ao Ministério para a reunião, que se tratava apenas de uma visita institucional

Fabio Graner

BRASÍLIA - O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, recebeu nesta quarta-feira os presidentes dos três fundos de pensão vinculados a empresas estatais: Sérgio Rosa, da Previ (ligada ao Banco do Brasil); Guilherme Lacerda, da Funcef (Caixa Econômica Federal) e Wagner Pinheiro, da Petros (Petrobras). Ao chegar ao Ministério, Sérgio Rosa não quis adiantar a pauta da reunião.

Questionado sobre a criação de um fundo de infra-estrutura, que será anunciado na próxima quinta-feira, pelo governo, Sérgio Rosa disse apenas que a Previ deverá entrar com 60 milhões. O fundo de infra-estrutura InfraBrasil será usado para investimentos em projetos de infra-estrutura e terá um caixa de R$ 600 milhões, sendo que os principais investidores são os fundos de pensão Previ, Petros e Funcef.

O presidente da Funcef, Guilherme Lacerda, disse ao chegar ao Ministério para a reunião, que se tratava apenas de uma visita institucional dos fundos ao ministro Mantega. Mas o ministro não participou da reunião, por motivo de agenda no Palácio do Planalto. Os representantes dos fundos deixaram o Ministério da Fazenda pela garagem, evitando contato com a imprensa. A reunião durou cerca de uma hora.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h36
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PEQUENO VAREJO TERÁ CARTÃO PRÓPRIO JUNTO COM BB

O Banco do Brasil e a Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estudam lançar um cartão ‘private label’ para atender à necessidade dos pequenos e médios lojistas de financiar seus clientes, seguindo tendência das grandes redes de varejo de expansão do crédito ao consumidor. A possibilidade faz parte do primeiro protocolo de intenções firmado na segunda-feira. O acordo prevê a redução de taxas de juros para micro e pequenas empresas (MPEs) associadas às representações regionais da entidade.

Taxas mais baixas

"No curto prazo, esse acordo visa oferecer taxas diferenciadas para operações de antecipação de crédito em vendas com cartão", informou Antônio Sérgio Rocha, gerente executivo do banco. Por meio do acordo, as taxas de juros - que são em média de 1,89% ao mês - podem variar de 1,18% a 1,65%, dependendo de fatores como faturamento e riscos da empresa.

Para que o empresário tenha acesso às taxas mais baixas, a Câmara de Dirigentes Lojistas precisa se credenciar junto ao banco e enviar uma lista com seus associados. Só então o empresário pode se dirigir ao banco em sua cidade e solicitar a Antecipação de Crédito ao Lojista com as taxas reduzidas. Podem ter acesso MPEs com até R$ 15 milhão de faturamento anual.

O acordo pode se desdobrar, no futuro, na possibilidade de as representantes das CDLs se transformem em correspondentes bancários do BB.

Fonte: Partner Report



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h34
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ELEIÇÕES 2006



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h39
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LEITURA DRAMÁTICA NO CCBB

Livro "A elite da tropa" terá leitura no CCBB


O livro “A elite da tropa”, de Luis Eduardo Soares, André Batista e Rodrigo Pimentel, que teve como inspiração o trabalho da tropa de elite da PM carioca, o Bope, terá uma leitura dramatizada no dia 20 de julho no CCBB do Rio de Janeiro.

A encenação será dirigida por Domingos de Oliveira e contará com a participação de Wagner Moura (foto), Priscila Rozenbaum e Xuxa Lopes. De acordo com um dos autores do livro, vai ser lido um “embrião de uma adaptação teatral e uma versão para o cinema”.

O outro filme que tem o Bope como foco será produzido por André Padilha, responsável pelo documentário “Ônibus 174”.

Fonte: ObaOba



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h35
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IMPOSTO SINDICAL

Sindicato devolve imposto sindical a partir desta quarta
 
Solicitação deve ser feita exclusivamente pela internet. Prazo vai até o dia 14 de julho
 
São Paulo - A partir desta quarta-feira, 5 de julho, os bancários sindicalizados poderão fazer sua solicitação para a devolução de 60% do imposto sindical. O percentual corresponde à parte que caberia ao Sindicato do equivalente a um dia de trabalho descontado de todos os trabalhadores no mês de março.

O requerimento será feito exclusivamente via internet, por meio do nosso site, acessando o link imposto sindical 2006 até às 18h do dia 14 de julho – inclusive aos sábados e domingos. No requerimento on line deverá constar nome, matrícula sindical e conta corrente, entre outras informações.

O crédito ocorrerá em até 15 dias após o encerramento deste período. Para outras informações, os sindicalizados devem entrar em contato na Central de Atendimento Telefônico (6847-3080) que manterá plantão a partir das 8h do dia 5 até as 18h de 14 de julho – inclusive no sábado, dia 8, e domingo, dia 9. 

Têm direito à devolução todos que se sindicalizaram até o dia 30 de junho último e que tiveram pelo menos o desconto de uma mensalidade.

Resistência – Por dez anos, em função da resistência do Sindicato, os bancários de São Paulo, Osasco e região ficaram livres da cobrança do imposto sindical – que no holerite vem como contribuição sindical. A cobrança retornou agora por imposição da Justiça, fazendo com que os bancos descontassem do salário de março o equivalente a um dia de trabalho.

“Somos contrários ao imposto sindical e temos defendido a sua extinção nos debates da reforma sindical. O Sindicato sobreviveu por dez anos sem esse imposto, o que prova que é possível uma entidade se estruturar e fortalecer a sua luta a partir das mensalidades e contribuições aprovadas democraticamente em assembléias pela categoria”, afirma o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.

Entenda o Imposto Sindical
Desconto, criado por Getúlio Vargas, ocorre em todo mês de março, corresponde a um dia de trabalho e tem a seguinte distribuição:

60% ao Sindicato - Parcela que será devolvida integralmente aos sócios
15% à federação
5% à confederação
20% ao Ministério do Trabalho e Emprego, que faz o repasse ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)
Fonte: Sindicato dos Bancários SP


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h43
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NUMERÁRIO NO BB

BB passa a ser único responsável por distribuir dinheiro a bancos

O Banco do Brasil é agora o único responsável pela distribuição de dinheiro a outras instituições financeiras. O contrato de custódia foi assinado junto ao Banco Central, que agora terá como principal atribuição, na área de circulação de moedas, o fornecimento de cédulas e e a destruição de notas que não têm mais condições de uso.

'O BC passa a ter um papel mais de regulador', disse João Antonio Fleury, diretor de Administração da autoridade monetária.

Antes da mudança, que começou em abril, o BC fazia a custódia de dinheiro nas dez localidades em que possui representação e não cobrava nada das instituições financeiras. Já o BB atendia em outros 2.620 pontos e cobrava 0,016% sobre o valor da movimentação feita com a instituição financeira.

A partir de agora, o BC não fará mais essa custódia e as instituições financeiras se relacionarão apenas com o BB, que poderá cobrar uma tarifa de até 0,016%.

No entanto, de acordo com Fleury, em algumas localidades ela poderá ser menor, entre 0,008% e 0,010%.

O BC avalia que essa mudança será importante porque haverá uma redução no custo da instituição, além de melhorar o fornecimento de troco para a população --inclusive com a possibilidade de guichês para o atendimento a comerciantes, por exemplo. Segundo o diretor, o BC gasta por ano cerca de R$ 22 milhões com esse processo.

A mudança da custódia foi determina na reunião do CMN (Conselho Monetário Nacional) de outubro. A partir de maio de 2008, outros bancos poderão fazer a custódia de dinheiro, inclusive em parceria, mas não poderão ficar restritos aos grandes centros --onde o custo para distribuição é mais barato.

Para entrar nesse mercado, os bancos precisam cumprir algumas exigências, como ter 'casa forte' própria, ou seja, o serviço de guarda e transporte de dinheiro não poderá ser feito por empresas terceirizadas.

O BC ficará encarregado de auditar a custódia feita pelo Banco do Brasil e, posteriormente, por outros bancos. Essa auditoria também irá verificar se o banco não está tendo lucro com as operações. Segundo ele, a tarifa cobrada deverá ser suficiente apenas para cobrir os custos de operação.

Nota de R$ 1

Fleury disse que o BC tem uma proposta de substituir todas as notas de R$ 1 por moedas, no entanto, não há um prazo para fazer essa mudança.

Ele explicou que essa nota tem uma vida útil que varia entre 12 e 14 meses, enquanto a duração da moeda é de 30 anos. Ou seja, a troca compensa mesmo com o custo maior da moeda, que é de 2,5 vezes o de uma cédula.

Hoje, há 3 bilhões de cédulas em circulação no país e 11 bilhões de moedas de todos os valores.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h40
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FORRÓ NO CCBB

Jackson do Pandeiro é homenageado no CCBB


O cantor, compositor e instrumentista Jackson do Pandeiro (foto) será homenageado durante as terças de julho, a começar nesta semana, dia 04/07, na série “Jackson do coco, forró, samba e pandeiro”, no CCBB do Rio de Janeiro.

Serão sempre dois shows, um 12h30 e outro 18h30, com a banda Regional Pau-de-Arara acompanhando cantores convidados. Na primeira apresentação (04/07), as cantoras Adryana BB, do grupo Rio Maracatu, e Rouxinol interpretarão músicas do começo da carreira do cantor.

O CCBB fica na Rua Primeiro de Março, 66, no Centro. R$ 6.

Fonte: ObaOba



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h32
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O BB FORA DA MODA

Banco do Brasil não vai participar do SPFW

Apesar de anunciado como patrocinador do São Paulo Fashion Week, pela organização do evento, o Banco do Brasil informa que não participará desta edição da série de desfiles, que começa dia 12 e termina em 18 de julho, na Fundação Bienal, em São Paulo.

Segundo a assessoria de imprensa do banco, houve negociações com a organização do SPFW, mas o banco decidiu priorizar outros projetos - sem detalhar quais são eles. Ainda segundo a assessoria do Banco do Brasil, existe a possibilidade de que a instituição invista na próxima edição do evento.

Fonte: Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h46
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CINEMA CUBANO NO CCBB

Rio promove ciclo com comédias e dramas cubanos

Rio promove ciclo com comédias e dramas cubanos

Filmes revelam a alma cubana através da comédia e da tragédia

Revelar a alma cubana através da exibição de filmes para divertir e emocionar. Esse é o objetivo da mostra Hay que reirse, y llorar también – A comédia e o melodrama no cinema cubano, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro entre os dias 27 de junho e 13 de julho. O ciclo reunirá oito títulos produzidos entre 1966 e 1992, incluindo produções assinadas por Tomás Gutiérrez Alea (1928-1996) e Juan Carlos Tabío (1943), que estão entre os mais importantes cineastas do país. "Não existe melhor forma de conhecer um povo do que por meio do seu humor e do seu drama. É na comédia, nas entrelinhas de cada piada, que ele fala abertamente do seu cotidiano e revela suas vontades, seus tabus e suas frustrações. Na maneira quase cômica como encara suas tragédias é que percebemos sua força e determinação", afirma Carol Ribas, que assina a produção do evento com a diretora de fotografia Mailin Milanês.

O ciclo reúne os seguintes filmes: La muerte de um burócrata (1966), Memorias del subdesarrollo (1968) e Los sobrevivientes (1979), de Gutiérrez Alea; Demasiado miedo a la vida o plaff (1988), de Tabío; Vampiros en la Habana (1985), de Juan Padrón; Adorables mentiras (1992), de Gerardo Chijona; Clandestinos (1987), de Fernando Pérez; e La bella de la Alhambra (1989), de Enrique Pineda Barnet. "Os títulos selecionados mostram as semelhanças entre Brasil e Cuba, apesar das diferenças da linguagem cômica utilizada pelos dois países. Em La muerte de um burócrata, por exemplo, o público vai poder constatar como a burocracia cubana é parecida com a brasileira", diz Ribas.

Na opinião da curadora, nos últimos anos Cuba vem sendo apresentada muito mais pelo olhar estrangeiro do que pela própria visão dos cubanos. Além disso, como destaca Ribas, essas produções costumam ser focadas somente na música ou nos conflitos com os Estados Unidos. "Os aspectos explorados são sempre os mesmos. Os filmes apresentados na mostra têm um diferencial: eles são destinados, primeiramente, à própria população cubana, por isso, os elementos presentes são mais próximos da realidade cotidiana do país", explica.

Estrelas cubanas

Gutiérrez Alea nasceu em Santiago e foi estudar no Centro Sperimentale di Cinematografia, em Roma, onde teve contato com o neo-realismo italiano, na década de 50. Terminado os estudos, ele retornou a Cuba, mas a falta de estrutura industrial e a ditadura de Fulgêncio Batista o impediram de colocar em prática o que aprendera. Com a vitória da Revolução Cubana de Fidel Castro, em 1959, o diretor começou a desenvolver sua carreira e tornou-se cineasta oficial do Instituto Cubano del Arte y la Industria Cinematografia (ICAIC). Seu primeiro longa-metragem como diretor é Historias de la revolución (1960), mesmo que tenha realizado apenas três episódios dos cinco previstos. Adquiriu prestígio com La muerte de un burócrata e Memorias del subdesarollo, centrados nos problemas pós-revolucionários. Produziu também os filmes Morango e Chocolate (1993), ganhador do prêmio espanhol Goya, e Guantanamera (1994), ambos co-dirigidos por Tabío.

Tabío nasceu em Havana em 1943 e começou a trabalhar em 1961 no ICAIC como assistente de produção. É roteirista-colaborador de vários filmes importantes da cinematografia cubana, tendo realizado mais de 30 documentários. Trabalhou como professor de roteiro e direção na Escuela Internacional de Cine y TV de Santo Antonio de Los Baños em 1989 e 1990. É diretor dos filmes Se Permuta (1984) e Lista de Espera (2000).

Confira a programação

Hay que reirse, y llorar también - A comédia e o melodrama no cinema cubano
CCBB Rio
De 27 de junho a 13 de julho
Ingressos: R$ 8,00 (cinepasse - válido para toda a programação de cinema e vídeo por 30 dias)
Rua 1º de Março 66. Centro
Tel.: (21) 3808- 2020
E-mail: ccbbrio@bb.com.br



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h58
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ANISH KAPOOR NO CCBB DO RIO

Indiano Anish Kapoor expõe no CCBB do Rio

O artista plástico indiano Anish Kapoor, autor da obra mais cara do planeta, traz pela primeira vez para a América Latina sua exposição individual.

Ascension” chega ao CCBB do Rio de Janeiro em agosto e será a única mostra em cartaz no centro cultural até setembro. Entre as obras de Kapoor, estará uma que vai utilizar a cúpula do foyer. Ela é composta de uma coluna espiralada de fumaça de 36 metros que sai do piso em direção ao teto.

Para quem não sabe, a tal escultura mais cara do planeta é a “Cloud Gate” (foto), que custou impressionantes US$ 23 milhões e está em Chicago.

Fonte: ObaOba



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h55
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A AMÉRICA NO CCBB

Mostra no CCBB exibe história dos povos da América

O Centro Cultural Banco do Brasil exibe em São Paulo, a partir de 16 de maio, a maior exposição já feita no país em torno das civilizações pré-colombianas nas Américas: "Por Ti América". A mostra já recebeu mais de um milhão de visitantes desde que foi aberta em outubro, no Rio de Janeiro, e passou por Brasília. Na capital paulista, a mostra fica em cartaz até 16 de julho.

"Por Ti América" reúne objetos rituais, jóias, marcos e relíquias de dezenas de povos. Há registros com mais de cinco mil anos, na América Central, no Caribe e na América do Sul. Hoje, a maioria lembra imediatamente de incas, maias e astecas, mas muitos outros povos desenvolveram-se nesse período, entre eles os Chavin, Paracas, Nasca, Vicus, La Tolita, Tarasca, Huasteca, Diaguita, Mochica, Chimu, Zapoteca, Olmeca, Valdívia, Marajoara e Mapuche.

"Por Ti América" ocupará todo o prédio do CCBB em São Paulo, e terá cerca de 250 peças vindas de nove Museus e instituições de seis países da América --Brasil, Chile, Colômbia, Guatemala, México e Peru.

A mostra, que estreou no Rio em outubro e seguiu para Brasília antes de São Paulo, é coordenada por Alex Peirano Chacon (designer, que assinou, em 2004, a exposição sobre os índios Ticuna também no CCBB). A curadoria é da arqueóloga da USP Marcia Arcuri.

Mostra

Um corte em quatro grandes regiões foi o recurso da mostra para reunir sob cinco temas a imensa área de abrangência das populações pré-colombianas: Mesoamérica, Andes, Circuncaribe e Terras Baixas da América do Sul --essa última abrange as regiões amazônicas brasileiras.

Os módulos temáticos (Cosmovisão, Vida em Sociedade e Assentamento, Sociedade e Religião, Política e Sociedade, Sociedade e Comunicação = Linguagem) e as quatro regiões são os dois eixos que se entrecruzam na montagem da exposição. Dentro de cada módulo estarão representados povos das quatro regiões.

Antes de mergulhar nos módulos em si, que passam por mitos de criação, pelo desenvolvimento tecnológico e cultural e falam da importância dos registros, o visitante percorre um espaço de introdução à arqueologia das Américas --cronologia, diversidade de assentamentos, ocupações realizadas.

POR TI AMÉRICA
Quando: 16 de maio a 16 de julho. De terça a domingo, 10h às 21h
Onde: Centro Cultural Banco Do Brasil (rua Álvares Penteado, 112, Centro. Tel 0/xx/11/3113-3651)
Quanto: Entrada franca

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h43
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BANQUEIRO PODEROSO

Cresce cobrança da BrT sobre Daniel Dantas

Montante exigido do banqueiro a título de ressarcimento já supera R$ 600 mi

Vannildo Mendes, BRASÍLIA

Já soma mais de R$ 600 milhões o valor cobrado na Justiça pela Brasil Telecom (BrT) do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, a título de ressarcimento por gestão fraudulenta no período em que ele esteve à frente da operadora. O valor resulta da soma dos valores contidos na ação movida pela BrT na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e em queixa-crime na Polícia Civil de São Paulo, fóruns em que Dantas é acusado de gestão temerária, apropriação indébita e pagamento de despesas alheias aos interesses da operadora e de seus sócios.

Entre as irregularidades alegadas pela Brasil Telecom contra o banqueiro estão o pagamento continuado de funcionários e a cobertura de gastos de seu banco com dinheiro da BrT; a compra indevida da Telemig Celular e um contrato de leasing de jatinhos para uso do Opportunity e dos interesses pessoais de Dantas. Estão também relacionados contratos “supervalorizados” com as agências de publicidade do empresário Marcos Valério, operador do mensalão, esquema de distribuição de dinheiro para beneficiar o PT e partidos governistas.

Só com operações irregulares, conforme o balanço da operadora, os prejuízos somam R$ 410 milhões. Nesse valor estão incluídos R$ 48 milhões gastos com a contratação da empresa de investigação internacional Kroll para espionar desafetos do banqueiro, além de autoridades do governo, crime investigado em outro inquérito, da Polícia Federal. O restante do prejuízo alegado pela Brasil Telecom está no contexto da gestão temerária, configurada no registro de pagamentos como os efetuados a escritórios de advocacia, no valor de R$ 20 milhões, que Dantas contratou para se defender depois que o escândalo da Kroll veio à tona em 2004. A bisbilhotagem motivou processos contra o banqueiro e a ex-presidente da Brasil Telecom Carla Cico.

Os escritórios contratados são os dos advogados Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, de Brasília, amigo do ex-ministro José Dirceu, e o do criminalista Nélio Machado, de São Paulo. Os outros R$ 28 milhões foram pagos à própria Kroll pelo trabalho de espionagem.

As ações em curso na CVM e na polícia paulista são de natureza cível, para ressarcimento de danos, e atingem Dantas, na condição de ex-sócio-controlador da operadora, além de Carla Cico. Por isso, a Polícia Federal desmente a versão divulgada por fontes do Judiciário de que a investigação se estende aos advogados contratados pela Brasil Telecom. Formalmente, os advogados não constam como investigados e,no processo cível, também não são réus.

Na PF, Dantas responde a dois inquéritos. Um deles é pela espionagem da Kroll - em que já está indiciado pelos crimes de corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha. O outro é por conta do chamado dossiê DDD. Atribuído ao empresário pela revista Veja, o dossiê conteria dados não comprovados da existência de contas bancárias em nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de altas autoridades brasileiras em paraísos fiscais, entre as quais o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e o diretor-geral da PF, Paulo Lacerda.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h01
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DIREITOS TRABALHISTAS

Do Blog do jornalista Josias de Souza:

FGTS para empregadas domésticas divide governo

  Folha Imagem
Ao contrário do que declarou o líder do PT na Câmara, Henrique Fontana (RS), Lula ainda não decidiu se vai vetar ou sancionar o projeto aprovado pelo Congresso na última quarta-feira, que tornou obrigatório o recolhimento de FGTS para empregadas domésticas. O blog ouviu neste domingo um assessor do presidente. Ele disse que o governo está dividido em relação à conveniência da medida.

 

Uma parte do governo receia que a obrigatoriedade do FGTS para as domésticas iniba a formalização desse tipo de atividade. O projeto será enviado nesta semana ao Palácio do Planalto. Lula terá 15 dias para decidir o que fazer. O prazo é contado a partir do dia do recebimento.

 

Além dos aspectos econômicos, serão sopesadas as conseqüências políticas da decisão. Sancionando a lei, Lula fica bem com a fatia mais pobre do eleitorado, com a qual busca identificar-se. Mas receia desagradar os eleitores de classe média, que passariam a suportar um ônus adicional no orçamento doméstico.

 

Afora o recolhimento de 8% relativos ao FGTS, o projeto aprovado no Congresso estendeu às domésticas um outro direito dos demais trabalhadores com carteira assinada: a multa obrigatória de 40% nas rescisões de contratos de trabalho sem justa causa.

 

A ala do governo contrária à sanção do projeto argumenta que a extensão desses direitos trabalhistas às domésticas surtirá um efeito contrário ao pretendido pelo governo. O FGTS e a multa por demissão injustificada foram injetados pelos parlamentares na Medida Provisória 284, elaborada para facultar aos empregadores o desconto no Imposto de Renda dos encargos resultantes da assinatura da carteira de empregados domésticos.

 

O receio é o de que a sanção do projeto na forma como os congressistas o aprovaram termine por impor ao empregador um ônus maior do que o benefício, estimulando ainda mais a informalidade que se pretendia combater. Por esse raciocínio, os benefícios, ainda que sancionados, não sairiam do papel. Pior: poderia levar patrões que hoje assinam a carteira de suas empregadas a deixar de fazê-lo.

 

Como se vê, os dignos representantes da Casa Grande –todos eles com carteiras devidamente assinadas e FGTS garantido—, apegam-se ora a raciocínios eleitorais ora a argumentos pseudo-racionais para negar ao quartinho dos fundos, versão moderna da senzala, os direitos inalienáveis de qualquer trabalhador.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 23h27
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ELEIÇÕES 2006



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h58
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OFERTA PÚBLICA DO BB

BB em ação

Maior banco do País capta R$ 2,2 bilhões e atrai 52 mil novos sócios com a venda de papéis na bolsa

Por alexandre teixeira

Mesmo para os padrões dos bancos, que vêm atraindo investidores em busca de segurança e boas perspectivas de valorização, a venda de ações do Banco do Brasil, encerrada na semana passada, impressiona. A demanda superou a oferta em 30%, e um batalhão de pessoas físicas, com cerca de 52 mil indivíduos, ficou com 34% dos papéis oferecidos. Com todo o lote de ações antecipadamente reservado, o BB estreou no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo às 10 horas da manhã da quinta-feira 29. Tornou-se, assim, o segundo banco a entrar nessa espécie de salão nobre (virtual) da Bovespa, reservado às companhias com as melhores práticas de governança corporativa do mercado. Até então, somente a Nossa Caixa operava lá. Apesar do mau humor do mercado – que já dura quase dois meses, mas deu uma trégua justamente na quinta-feira –, o Banco do Brasil vendeu todas as 45.441.459 ações ofertadas, ao preço inicial de R$ 43,50 a unidade. Arrecadou, assim, R$ 1,976 bilhão. Com a comercialização (dada como certa) de um lote adicional de 6 milhões de papéis, reservado a investidores institucionais, o resultado final da operação deve superar os R$ 2,2 bilhões.

Anderson Schneider

Maranhão, presidente: ida ao Novo Mercado marca sua gestão

Em respeito ao “período de silêncio” imposto pela CVM às companhias em processo de venda de ações, o BB não quis se pronunciar sobre a oferta. Informações de mercado, porém, dão conta de que, além de atingir um contingente grande de pessoas físicas, o banco está dobrando a participação de investidores estrangeiros em seu capital, que deve passar de 3,3% para 7%. Da parcela de papéis destinados a investidores institucionais, aproximadamente um terço ficou com brasileiros e dois terços com não residentes. É mais ou menos a proporção que se repetiu na maioria dos lançamentos de ações dos últimos dois anos. Só que esta agora foi feita em meio à forte turbulência dos mercados globais. O gerente de Relações com Investidores do banco, Marco Geovanne Tobias, esteve na Europa e nos Estados Unidos, “vendendo” o banco para investidores estrangeiros. Segundo ele, o cenário lá fora era bastante nervoso, com expectativas crescentes de aumento das taxas de juros americanas. Geovanne e sua equipe encontraram gestores sofrendo saques em seus fundos. E viram ofertas de ações sendo adiadas. “Mas continuamos firmes e fortes, apostando nos fundamentos do banco”, lembra ele. “No fim, prevaleceu a nossa história de sucesso”.

No front interno, o sucesso da emissão deve-se, em boa medida, à forte campanha feita pelo banco em sua rede de agências. Estima-se que, para 30 mil das 52 mil pessoas físicas que compraram os papéis, este foi o primeiro investimento em ações. “A expectativa desse público é que o Banco do Brasil se torne uma nova Petrobras. Ou seja, uma estatal com gestão compatível à de uma empresa privada”, acredita Alexandre Póvoa, diretor da Modal Asset Management. Em termos de fundamentos, a grande procura pelas ações é justificada pela perspectiva de aumento da demanda do consumidor por empréstimos bancários. “Como o BB atua fortemente no mercado de crédito, a expectativa é de que tenha um bom desempenho nos próximos meses”, prevê Fábio Feola, diretor da corretora Banif Primus. Há quem diga que investidores estrangeiros venderam ações de outros bancos brasileiros para comprar os papéis do Banco do Brasil. O motivo, diz o gerente de Mercado de Capitais da corretora Cruzeiro do Sul, Fábio Carvalho, é que o preço das ações oferecidas é atraente. Principalmente quando se considera a expectativa de distribuição de dividendos pelo banco.

Com reportagem de Aline Lima e Daniella Camargos

800% é a valorização das ações do BB em três anos

Capital pulverizado Cerca de 34% dos papéis do Banco do Brasil, no valor de R$ 700 milhões, foram comprados por pessoas físicas

Fonte: Isto É Dinheiro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h18
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CCBB DE BRASÍLIA

O bom do brega em A Bossa B. Shows no CCBB de Brasília recuperam ídolos da música cafona brasileira

Por André Pereira

Odair JoséO estilo kitsch, as letras "dor-de-corno", o som no radinho de pilha. Sim, a música brega — pelo menos aquele ramo da música romântico dos anos 70 e 80 — é tudo isso, mas também muito mais. A música cafona tinha, em seus melhores momentos, uma qualidade que não se costuma reconhecer. A série de shows A Bossa B — que acontece durante o mês de julho/06 no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília — vai tentar mostrar, com encontros insólitos entre jovens músicos e artistas bregas, o quanto de musicalidade se perdeu e o quanto de preconceito ainda resiste.

O primeiro encontro (shows nos dias 7, 8 e 9/7/06) será entre Márcio Greyck (nascido em Belo Horizonte em 1947) e Zeca Baleiro (São Luís, 1966); o segundo (dias 14, 15 e 16/7/06), entre Odair José (Morrinhos, GO, 1948) e MV Bill (Rio de Janeiro, 1974); o último (dias 21, 22 e 23/7/06) reúne Wando (Cajuri, MG, 1945) e Rita Ribeiro (São Benedito do Rio Preto, MA, 1966). Todos os shows terão a apresentação de Elke Maravilha.

SERVIÇO

Centro Cultural Banco do Brasil (teatro) — SCES, trecho 02, lote 22, Brasília, DF, tel. 0++/61/3310-7087. Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 20h00. R$ 7,50 e R$ 15.

Fonte: Bravo Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h09
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