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BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo)


CCBB EM DESTAQUE

CCBB, um programão nas férias

Quem fica em São Paulo pode aproveitar as férias escolares para fazer programas diferentes na cidade. A sugestão para aliar lazer e cultura é visitar o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), instalado em um prédio construído em 1901, na Rua Álvares Penteado, em pleno Centro Histórico da cidade. O edifício, restaurado para manter os elementos originais, está entre os mais significativos exemplares da arquitetura do começo do século XX

A Viva o Centro fez parceria com o CCBB, criado e mantido pelo Banco do Brasil, uma das instituições patrocinadoras da Associação, para divulgar a excelente programação em cartaz nesse espaço e convidar a todos, funcionários, associados, participantes das Ações Locais, habitantes e visitantes de São Paulo para não perdê-la. Tem cinema, música, exposição de artes plásticas e história, história em quadrinho e, ainda, um edifício bonito demais, que só ele já vale uma visita.

Escolha o programa

Para conhecer um pouco mais da história do Centro de São Paulo e do CCBB, com seus detalhes históricos, o Centro Cultural Banco do Brasil oferece, gratuitamente, visitas acompanhadas de oficinas, dentro da atividade “Conhecendo o CCBB”.

Para os interessados em arte e meio ambiente, outra dica é participar da oficina “Reciclos e Resíduos”. Uma terceira oficina é “Fachadas e Avessos”, atividade sobre estilo, comportamento e a importância que se dá à aparência na sociedade atual.

Fonte: Viva o Centro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h12
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DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO

SICREDI comemora o Dia Internacional do Cooperativismo

Em 1º de julho comemora-se o Dia Internacional do Cooperativismo. Esta data representa a conquista de mais de 800 milhões de pessoas que, em todo o mundo, optaram pelo modelo cooperativo como forma de alcançar seus objetivos de desenvolvimento econômico e social. No Brasil, seis milhões de pessoas são associadas as mais de sete mil cooperativas, representando 6% do PIB. Estes números expressam que, muitas vezes, soluções para grandes desafios estão muito próximas.

O cooperativismo foi idealizado por vários precursores e de fato em 1844, quando 28 tecelões do bairro de Rochdale, em Manchester, na Inglaterra, criaram uma associação que, mais tarde, seria chamada de Cooperativa. Desde então, as cooperativas existem em vários setores e em todo mundo, criam e mantêm postos de trabalho. Em seus 13 ramos conhecidos (agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial, habitacional, infra-estrutura, mineral, produção, saúde, trabalho e turismo) as cooperativas empregam mais de 195 mil pessoas no Brasil - gerando renda, produzindo e abastecendo alimentos e serviços de qualidade aos seus associados, assim como às comunidades em que estão inseridas. Ao colocar os Princípios Cooperativos e a ética cooperativa em prática, fomentam a solidariedade e a tolerância, uma vez que, como “escolas de democracia”, promovem os direitos de cada indivíduo, sejam homens ou mulheres. Através das mais variadas atividades, as cooperativas são agentes sociais e econômicos relevantes da economia nacional, e, deste modo, não somente transformam o desenvolvimento pessoal em uma realidade, como contribuem para o bem estar de toda a população a nível nacional.

O SICREDI, um dos principais sistemas de crédito cooperativo do País, responde por 40% do volume de crédito movimentado pelas cooperativas de crédito. 126 cooperativas de crédito que o integram atuam em dez estados brasileiros não só como instituições financeiras, mas também como catalisadoras de negócios em sua área de atuação, fazendo uso de sua flexibilidade e da proximidade com as comunidades. Hoje o SICREDI opera com cerca de 900 unidades de atendimento e possui aproximadamente um milhão de associados.

O relacionamento do SICREDI com a comunidade não envolve só a captação e empréstimo de recursos. Mais importante que isso, a cooperativa de crédito tem sido um elemento aglutinador de esforços, apresentando a seus associados alternativas financeiras e técnicas para o desenvolvimento econômico de suas atividades.


COOPERATIVISMO

No Mundo
- 800 milhões de associados
- 40% da população do planeta

No Brasil
- 6 milhões de associados
- 3% da população do país
- 195 mil empregos


COOPERATIVISMO DE CRÉDITO

No Brasil
- 2,6 milhões de associados
- 1.457 cooperativas de crédito

No SICREDI
- 1 milhão de associados
- 126 cooperativas de crédito filiadas
 
Fonte: Só Notícias


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h07
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DANOS MORAIS

BB terá de pagar indenização por bloquear salário de cliente

O correntista estava com o saldo negativo. O banco alegou que apenas exerceu o direito regularmente reconhecido em contrato

Paulo R. Zulino

SÃO PAULO - O Banco do Brasil terá de pagar indenização a um cliente que teve seu salário retido em conta para pagamento de dívida de cheque especial. A decisão confirma a condenação imposta ao banco pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

No recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o BB alegou que apenas exerceu o direito regularmente reconhecido em contrato e que não houve ilegalidade na retenção dos valores, pois a conta do cliente estava com saldo negativo. Esse recurso especial não foi admitido por decisão individual do relator, ministro Humberto Gomes de Barros.

O Banco do Brasil recorreu novamente, alegando que o dano moral a que foi condenado só seria cabível em caso de haver conseqüências externas ao fato, o que não teria sido comprovado. O ministro Gomes de Barros, no entanto, manteve seu entendimento, no que foi seguido à unanimidade. Segundo ele, mesmo com cláusula contratual que garantia o direito ao banco, a apropriação do salário para pagamento de cheque especial é ilícita e dá margem à reparação por dano moral.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h05
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Telemar: Merrill Lynch reduz preço-alvo de R$ 112 para R$ 90

O banco de investimentos Merrill Lynch reduziu o preço-alvo do papel ordinário da Telemar de R$ 112 para R$ 90. Em relatório, os analistas Mauricio Fernandes, Jonathan P. Groberg e Gláucia Renda afirmam que "devido à crescente volatilidade nos mercados emergentes acreditamos ser improvável para a Telemar colocar sua oferta secundária a 5,2 vezes a estimativa do Ebitda para 2006", uma requisição para a proposta de reestruturação da companhia. Para os analistas, um múltiplo na faixa entre 4 vezes e 4,5 vezes o Ebitda é "mais razoável" nas condições atuais. Há pouco, a ON da Telemar caía 1,98%, para R$ 54,99, na Bovespa.

Segundo o Merrill Lynch, há mais por trás do adiamento, para o final do ano, da conclusão do processo de reestruturação da companhia - que pelo cronograma inicial seria finalizada em julho -, que a necessidade de atender requisições da Securities and Exchange Commission (SEC, a CVM norte-americana). Para o banco, a recente volatilidade no mercado financeiro também contribuiu para o adiamento.

Os analistas entendem que R$ 55 será o preço de suporte do papel, caso a reestruturação falhe. "Se o plano de reestruturação falhar, alguém poderá argumentar que as condições do mercado emergente justificam um preço abaixo do qual a Telemar era negociada antes do anúncio de reestruturação (R$ 55). No entanto, em nossa visão, tanto a fraca valorização do papel quanto o fato de os acionistas controladores serem vendedores de curto prazo dão suporte" ao preço.

Fonte: Último Segundo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h04
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DIREITOS TRABALHISTAS

FGTS para trabalhadores domésticos desnorteia governo

Paulo de Tarso Lyra

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não decidiu como agir em relação à Medida Provisória 284, aprovada na noite de quarta-feira na Câmara, tornando obrigatório aos empregadores o recolhimento de 8% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) das empregadas domésticas com carteira assinada. Os órgãos do governo também nada recomendaram ainda ao presidente. A proposta original do Executivo permitia aos patrões a dedução, no Imposto de Renda, da Previdência Social paga aos trabalhadores domésticos com vínculo formal de emprego.

Mas as modificações promovidas pelo Legislativo - incluindo o pagamento da multa rescisória de 40% por demissão sem justa causa e o FGTS - colocaram o presidente da República ante um dilema: se vetar as alterações, prejudica uma classe social que tornou-se sua principal base de sustentação eleitoral. Se mantiver as mudanças, compra briga com a classe média, que terá de gastar mais se quiser assinar a carteira de seus trabalhadores domésticos.

Foi um dia de silêncio no governo sobre este assunto. Um assessor do Planalto confirmou o constrangimento criado para Lula. Segundo ele, a sorte é que ainda há tempo para que a decisão seja tomada. Quando uma medida provisória é aprovada pelo Congresso, o presidente tem um prazo de até 15 dias para decidir se sanciona na íntegra o texto votado ou se veta alguns artigos. "Além disso, esse prazo só começará a correr quando a MP deixar o Congresso e retornar ao governo, o que ainda não aconteceu", explicou o assessor.

O líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), esteve na manhã de ontem no Planalto e saiu dizendo que não sabe qual será a decisão do presidente. "Precisamos pesar o impacto desta decisão do Congresso e ver o que vale mais a pena ser mantido", afirmou.

Beto lembrou que a intenção inicial do governo, ao editar a medida, era incluir em um sistema formal de trabalho uma classe que, até então, estava na informalidade. "Se as obrigações ficarem maiores do que os incentivos, não vamos incluir ninguém", reforçou Beto.

Para o líder governista, há milhares de pessoas que hoje estão fora do sistema formal e que, com a carteira assinada, passaram a ter direito à licença-maternidade e licença-saúde, por exemplo. Ele acredita que o recolhimento ou não do FGTS não faz tanta diferença para estes profissionais. "A MP foi pensada para atender uma parcela da população que não tinha proteção nenhuma", acrescentou.

Beto Albuquerque tenta minimizar a polêmica, afirmando que o governo foi submetido a um falso dilema. "Se nós quiséssemos editar uma MP para beneficiar quem está empregado, tudo bem, teríamos feito a medida provisória de outra maneira, com outro formato e outras propostas", declarou. O parlamentar do PSB lembrou que o pagamento do FGTS era facultativo - os empregadores que quisessem poderiam conceder esse benefício. "No mérito, eu estou de acordo. Mas temos que optar entre uma política de inclusão ou a manutenção da situação nos moldes anteriores, quando esses trabalhadores não tinham direito a nada", disse.

Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h46
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BBLOG EM RITMO LENTO

Nesta sexta e neste sábado estarei em São Paulo participando de reuniões da Comissão de Planejamento do Conselho Deliberativo da Anabb.

Sendo assim, somente a partir do domingo este BBlog voltará a ser atualizado regularmente.

Enquanto isto, porém, fiquemos com a mensagem da Transparência Brasil: "Não vote em mensaleiro".

A propósito, esta notícia foi divulgada no Blog do Noblat:

"O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Geraldo Majella Agnello, disse hoje que a corrupção é endêmica e histórica no País e exortou o eleitorado a varrer os mensaleiros e sanguessugas da vida política nacional. "O eleitor precisa estar atento nestas eleições e analisar detidamente a conduta ética para que essa gente não retorne ao parlamento e, também, para não se deixar comprar por promessas e vantagens pessoais", afirmou.

Numa referência à denúncia feita pela Procuradoria Geral da República contra 40 envolvidos no esquema do mensalão, vários deles candidatos nas eleições de outubro, Dom Agnello disse acreditar que a Justiça deveria vetar as candidaturas até que o Supremo Tribunal Federal (STF) os julgue.  

"Talvez eles devessem ser impedidos de se apresentar nesta eleição", disse o presidente da CNBB, referindo-se a mensaleiros e sanguessugas com indícios de culpa bem fundamentados no processo".



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h07
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AABB COMUNIDADE

Projeto do Banco do Brasil promove educação em clubes há 20 anos

Priscilla Mazenotti
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Um dos mais antigos projetos de inclusão social por meio da educação e do esporte completa 20 anos no ano que vem.

Criado em 1987, o AABB Comunidade é coordenado pelas associações atléticas do Banco do Brasil, em parceria com a Fundação Banco do Brasil.

De acordo com a assessoria do banco, as ações do projeto são desenvolvidas em mais de 400 municípios e atinge 54 mil jovens e adolescentes, que aproveitam o tempo fora da escola para praticar exercícios e ter aulas de reforço escolar.

Hoje (29), durante o seminário Parcerias por um Brasil Sem Fome e Mais Justo, o presidente da Fundação Banco do Brasil, Jacques Pena, citou o projeto AABB Comunidade e destacou que investir em projetos sociais é bom tanto para a empresa quanto para as comunidades envolvidas.

"São duas questões que julgamos importantes: uma é a responsabilidade social das empresas no seu compromisso com o desenvolvimento social e o outro é a geração de trabalho e renda a partir dessas ações", afirmou Pena. "Acreditamos que é importante para as empresas que aplicam recursos nesses projetos, e é importante para as comunidades que tenham opções de geração de trabalho e renda."

O presidente da Fundação Banco do Brasil lembrou que, além de projetos na área de educação e esporte, a fundação investe em programas que usam as atividades locais como forma de gerar emprego e renda, como o Programa Berimbau, que usa o artesanato da Costa do Sauípe (BA).

"Em alguns casos, a Fundação Banco do Brasil aporta recursos, em outros, aportamos recursos da fundação ou de ministérios como o do Trabalho e Emprego e o do Desenvolvimento Social, em outros casos, temos recursos não-reembolsáveis da Fundação Banco do Brasil e recursos do Banco do Brasil através da estratégia de desenvolvimento regional sustentável", explicou Jacques.

Fonte: Último Segundo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h04
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CINEMA NO CCBB

Hush!
 
Filme da mostra “Japão Pop” no CCBB traz enredo gay
Por Tino Monetti






Começou ontem, 28/06, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a mostra “Japão Pop – O Novo Cinema Japonês”. Até o dia 16 de julho, o evento apresentará um retrato da juventude japonesa e sua cultura moderna, através de títulos assinados pelos mais importantes diretores do país.

Para a seleção, foram escolhidos longas que fossem importantes tanto em seu lado estético e de produção, como em seu conteúdo contemporâneo. Durante as semanas da mostra, todos os sábados, serão realizadas palestras no próprio CCBB para debater o surgimento deste novo cinema japonês e a visão de trabalho de seus mais destacados autores.

Um dos filmes mais importantes da mostra é o melodrama gay e cômico “Hush!”, de Ryosuke Hashiguchi. O filme, de 2001, conta a história de Naoya, um gay assumido e dono de si que conhece a Katsuhiro e se apaixona perdidamente. Um dia, quando os dois estão em um restaurante, conhecem por casualidade a desequilibrada Asako, desesperada para ter um filho. Logo, Asaka vê em Katsuhiro o pai ideal para o seu filho e propõe que o tenham juntos. Naoya não gosta da idéia, preocupado com Katsuhiro, que sempre teve dúvidas quanto sua sexualidade e problemas com sair do armário. Tudo só tende a piorar com a inesperada visita da família de Katsuhiro.

A partir daí, Hashiguchi começa a fragmentar a história e apresentar suas personagens separadamente. Naoya, que trabalha em um pet shop, é freqüentador assíduo de bares e boates gays, mas sente um vazio enorme em sua vida. Katsuhiro esconde que é gay de sua família e amigos. Até mesmo de um colega que está apaixonado por ele. Já Asako, com um passado conturbado por problemas mentais, sofre do desejo incontrolável de ter filhos.

“Hush!” traz diversas questões importantes nas relações contemporâneas, como o significado de família, a solidão e a insegurança, a amizade e o amor entre dois homens em um país tradicional e antigo como o Japão. O filme traça um panorama de entre a questão da sexualidade e a da reprodução, mostrando com ambas podem igualmente caminhar juntas ou tomar trilhas opostas.

“Hush!” será exibido nos dias 14 e 16 de julho, às 16hs. O cinema do CCBB tem capacidade para 69 lugares e as entradas para cada sessão saem 4 reais (2 a meia-entrada).  Para quem quiser acompanhar todo o ciclo, o cinepasse sai 8 reais (4 a meia) e é válido para todas as sessões.

Serviço

Mostra “Japão Pop – O Novo Cinema Japonês”
De 28 de Junho a 16 de Julho
Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
Rua Álvares Penteado, 112
Centro – São Paulo/SP
(11) 3113.3651/52
www.bb.com.br/cultura

Fonte: Mix Brasil



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h59
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SINDICALISMO NO BB

Bancários assinam acordo que cria as CCPs com BB
 
Acerto veio após três anos de discussões
 
(São Paulo) Após três anos de negociações, a Comissão de Empresa e o Banco do Brasil assinam nesta sexta-feira, dia 30, o acordo que cria as Comissões de Conciliação Prévia (CCP). O objetivo dessas Comissões é buscar a conciliação e a solução de conflitos trabalhistas envolvendo o Banco e seus ex-funcionários.

Pelo acordo que será assinado, as CCPs serão instituídas em trinta dias. “Essas Comissões poderão atuar em todos os casos em que o ex-funcionário queira apresentar reivindicação relativa ao contrato de trabalho extinto. As CCPs terão composição paritária, integradas por dois membros indicados pelo movimento sindical e dois pelo BB, com seus respectivos suplentes”, explica Marcel Barros, coordenador da Comissão de Empresa.

Pelo acordo, a atuação da CCP será restrita à base territorial do Sindicato que representa o bancário demitido. Pela Cláusula 4ª, as CCPs atuarão em todos os casos em que o ex-funcionário apresente demanda. “Recebida a reivindicação do ex-funcionário, será impulsionado o processo de solução do conflito”, prevê o acordo.

É de responsabilidade do movimento sindical providenciar a abertura de dossiê para cada demanda submetida à CCP. O ex-funcionário apresentará suas razões, por escrito, podendo, ainda, utilizar-se de outros meios de prova que demonstrem a pertinência do seu pleito. É facultado ao ex-funcionário a apresentação de todas as formas de demonstração de sua pretensão.

Todas as sessões conciliatórias das CCPs serão realizadas nas dependências dos sindicatos. A Comissão deverá realizar a primeira sessão de tentativa de conciliação em até dez dias corridos após o recebimento do Termo de Reivindicação pelos representantes do BB. O procedimento conciliatório deverá encerrar-se em, no máximo, dez dias corridos após a data da primeira sessão, mas as partes interessadas podem estipular prazo maior.

Após a conciliação, o ex-funcionário não poderá apresentar nova reivindicação para o item acordado. A CCP também não pode intermediar ou homologar rescisão de contrato de trabalho.

“Foram três anos de intensos debates, com muitas idas e vindas para chegarmos a este acordo. A Comissão de Empresa considera satisfatório o banco ter aceitado nossas reivindicações. O acordo não deixa margem para prejudicar os bancários, como ocorria no passado, quando o BB negociava com outra entidade, que não tinha qualquer representatividade entre o funcionalismo.

Agora, cabe aos sindicatos decidirem se vão aderir ao acordo das CCPs” , explicou William Mendes, secretário da Imprensa da Contraf-CUT  e representante da Fetec São Paulo na Comissão de Empresa.
 
Fonte: Sindicato dos Bancários SP


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h57
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ELEIÇÕES 2006

 



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h11
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OFERTA PÚBLICA DO BB

Ações do BB atraem 52 mil pessoas físicas

Altamiro Silva Júnior

A venda de ações do Banco do Brasil atraiu 52 mil pessoas físicas. Deste total, 30 mil compraram ações pela primeira vez e 10 mil eram funcionários do banco. Ontem, esses investidores já tiveram motivo para comemorar. O papel do BB subiu 2,72% e fechou em R$ 47,20, uma alta de 8,5% em relação ao preço de venda das ações na oferta pública.

A venda de ações do BB, que completa este ano 100 anos de listagem em bolsa, deve render R$ 2,3 bilhões. Deste total, 34% ficaram com pessoas físicas e o restante com investidores institucionais (dos quais 70% do exterior).

O presidente do BB, Rossano Maranhão, comemorou o interesse dos pequenos investidores. "Foi um número substantivo, principalmente considerando que não houve a participação do fundo de garantia", disse logo após o almoço que marcou a adesão do banco ao Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o nível mais alto de governança corporativa. O BB é a primeira empresa do governo federal a entrar no segmento.

Maranhão não quis falar em números, temendo as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Apenas confirmou que as pessoas físicas vão levar todas as ações que pediram, sem rateio. Já com os grandes investidores, isso não acontecerá. Segundo uma fonte, eles vão ficar com cerca de 70% dos papéis que reservaram.

O presidente da Bovespa, Raymundo Magliano Filho, disse que a bolsa está mudando "paulatinamente" a cultura do brasileiro, que, antes do programa de popularização, desconhecia os investimentos em renda variável.

Além de atrair pessoas físicas, a oferta pública do BB também vai melhorar os indicadores do banco. Na operação, o banco vendeu 11,3 milhões de ações que estavam em sua tesouraria. Com isso, embolsou quase R$ 500 milhões. O dinheiro vai reforçar o patrimônio do banco e melhorar o índice de Basiléia, que mede o total de capital em relação aos ativos ponderados pelo risco, que deve passar de 18,3% para cerca de 19%, segundo uma fonte do mercado.

As ações da tesouraria foram compradas em junho de 2002, a R$ 11,47. Na oferta, foram vendidas por quase 300% mais, a R$ 43,50. O patrimônio do banco deve chegar a R$ 26 bilhões.

Após a operação, o número de ações do BB no mercado ("free float") chegou a 13,2% (incluindo a venda do lote extra). Esse número pode subir para até 15,2% após sexta-feira, quando termina o prazo para os detentores dos bônus de subscrição do banco da série "B" trocarem os papéis por ações ordinárias. A expectativa do banco é de que a adesão seja de 80%.

Mesmo com os 15,2%, o BB ainda não se enquadra nas regras do Novo Mercado, que exige, no mínimo, 25% do capital da empresa em circulação. Com já aconteceu com outras companhias, a Bovespa dá um prazo de três anos para a adequação. Segundo Maranhão, a idéia é se adequar antes deste prazo. Ou seja, novas ofertas de ações do banco estão a caminho.

Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h50
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A FARRA DOS BANCOS

Derrota dos bancos no STF: para comemorar e refletir

Marilena Lazzarini
Coordenadora institucional do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e presidente da Consumers International

Paulo Pacini
Coordenador de ações judiciais do Idec

Deve ser comemorado o resultado do julgamento ocorrido no dia sete, no Supremo Tribunal Federal, da ação direta de inconstitucionalidade promovida pelos bancos, que pretendiam excluir a aplicação do Código de Defesa do Consumidor às relações bancárias, securitárias e de crédito em geral.

O STF rejeitou, por nove votos a dois, os argumentos das instituições financeiras contra a aplicação do Código de Defesa do Consumidor ao setor. O primeiro deles seria que o código, ao prever expressamente sua aplicação às relações entre essas empresas e os consumidores (art. 3º, §2º) estaria regulando matéria própria do Sistema Financeiro Nacional, invadindo, portanto, a esfera de competência de lei complementar.

Outro argumento apresentado era o de que as instituições financeiras seriam meras intermediárias na circulação da moeda. Não prestavam, pois, serviço propriamente dito para os consumidores, a quem chamavam de "usuários" ou "clientes".

Os argumentos não convenceram pelas razões óbvias de que o CDC não dispõe sobre a estrutura, funcionamento, organização e atuação do Sistema Financeiro Nacional. Ele rege as relações de consumo. E a relação jurídica existente entre os bancos e seus "clientes" se enquadra na definição.

Interpretações jurídicas à parte, destacam-se as alegações dos bancos no sentido de que o código traria prejuízos ao setor financeiro, notadamente porque suas disposições seriam inconciliáveis com as operações bancárias. Tais prejuízos seriam agravados pelas disposições que permitem às associações civis, Procons e Ministério Público promoverem ações judiciais coletivas em nome dos consumidores lesados por esta ou aquela prática. Tais afirmações merecem reflexão.

Afinal, por que os bancos detestam o código? Por que ele seria tão incompatível com suas atividades?

De fato, muitas das práticas comerciais cotidianas desse setor, enraizadas ao longo dos anos, chocam-se com os dispositivos do código: venda casada - condicionamento de um produto à aquisição de outro; inscrição indevida em cadastros de inadimplentes; falta de clareza nos contratos, cujas cópias não são entregues aos consumidores; cláusulas abusivas padronizadas; tarifas e encargos abusivos; envio de cartões de crédito sem prévia solicitação, e assim por diante.

Some-se a tudo isso a atuação eficiente do Ministério Público, Procons e associações civis, que têm obtido êxito na coibição de tais abusos, e já teremos boa idéia das razões de tamanho incômodo. Isso não quer dizer que os serviços bancários sejam incompatíveis com o código, mas é verdade que a adaptação a essa lei das práticas envolvidas em sua prestação representaria verdadeiro choque cultural.

Infelizmente, essa concepção do setor financeiro gerou a divulgação de informações confusas e equivocadas de que o código só teria se tornado obrigatório para os bancos após o julgamento no STF e que a discussão sobre a abusividade das taxas de juros bancários seria excluída da lei, ou, ainda, que deveria ser levada em consideração a "taxa média do mercado". Esse último aspecto configura evidente equívoco, pois são os próprios bancos que definem a taxa cobrada pelo mercado.

Esclareça-se que o código sempre foi aplicado, desde sua edição, a todas as relações de consumo, inclusive as instituições financeiras. A decisão do STF não trouxe alteração jurídica nesse sentido. O consumidor pode, e sempre pôde, pleitear a revisão judicial dos contratos bancários, em caso de onerosidade excessiva, cláusulas abusivas etc., incluída aí a discussão sobre a cobrança excessiva de juros ou de quaisquer outros encargos, o que evidentemente não guarda nenhuma relação com a regulação da taxa básica de juros na economia, definida pelo Copom.

Na relação jurídica com o consumidor, os encargos financeiros e juros aplicados pelos bancos, que constituem, entre outras coisas, sua remuneração, são por eles definidos e podem ser questionados judicialmente no caso concreto. De qualquer forma, a Corte Suprema, em sóbria decisão, declarou a constitucionalidade do código, ressaltando sua importância para a sociedade brasileira, notadamente porque tal diploma procurou trazer, nas relações jurídicas entre fornecedores e consumidores, um mínimo de equilíbrio. Espera-se que os bancos acatem a decisão e se conformem, de uma vez por todas, com a existência do Código de Defesa do Consumidor.

Fonte: Agência Anabb/Correio Braziliense



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h48
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OFERTA PÚBLICA DO BB

Pessoas físicas ficam com 34% das ações do BB

IVONE PORTES
DA FOLHA ONLINE

Cerca de 34% das ações ofertadas pelo Banco do Brasil ao mercado ficaram com investidores pessoas físicas, segundo pessoas ligadas à operação.

O BB vendeu em oferta pública 45.441.459 ações ordinárias, a R$ 43,50 cada uma, e arrecadou R$ 1,976 bilhão.

De acordo com o que a Folha Online apurou, 50 mil pessoas físicas compraram papéis do banco na oferta, sendo 30 mil novos investidores.

Segundo o presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão, foram atendidos todos os pedidos de reservas de pessoas físicas e houve rateio para os investidores institucionais.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h22
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A FARRA DOS BANCOS

Lucro de bancos é recorde sob governo do PT

DA REDAÇÃO

O lucro dos bancos brasileiros foi recorde nos três primeiros anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva, superando índices registrados nos Estados Unidos.

A taxa de rentabilidade mediana das instituições brasileiras foi de 17% em 2003, enquanto as americanas marcaram 14,6%.

Em 2004, o setor bancário atingiu o pico histórico, representando 22,7% do lucro total das empresas de capital aberto (com ações negociadas em Bolsas de Valores), que foi de R$ 79,3 bilhões.

O crescimento do setor continuou firme em 2005, e as instituições financeiras brasileiras bateram novo recorde: R$ 28,3 bilhões em lucros, valor 36% maior do que o de 2004 (R$ 13,9 bilhões).

Boa parte do crescimento veio das operações de crédito. Mas o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse à época da divulgação dos índices de 2005, em março último, que a taxa de juros da economia brasileira, uma das mais altas do mundo, não "reflete necessariamente" no lucro dos bancos.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h16
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CINEMA NO CCBB

Começa no CCBB mostra de filmes japoneses inéditos

Japão Pop - O Novo Cinema Japonês propõe novas formas de narrar mudanças na sociedade japonesa. Otakus in Love, de Matsuo Suzuki, abre o evento nesta quarta

Luiz Carlos Merten

Divulgação
Otakus in Love, de Matsuo Suzuki, abre a mostra no CCBB

SÃO PAULO - É, no mínimo, curioso que a mostra Japão Pop comece, no Centro Cultural Banco do Brasil, justamente na semana em que acaba de estrear a crepuscular aventura de samurais dirigida por um dos últimos mestres ainda em atividade no cinema japonês. O Samurai do Entardecer, de Yoji Yamada, fornece um contraponto interessante para os filmes do evento que tem curadoria de Rodrigo Sonner e Adriano Vannucci. Sonner é designer gráfico. Ele admite que seu primeiro interesse é visual, mas o parceiro é formado em cinema pela USP. Isso significa que a forma pode ser mais original e inovadora, mas os filmes reunidos em Japão Pop não revelam uma menor preocupação dramatúrgica.

"Japão Pop é o rótulo pelo qual esse novo cinema japonês ganhou projeção internacional", explica Sonner. "É um cinema de ruptura, feito por jovens diretores que querem refletir sobre o seu tempo e as novas concepções de família e sociedade. Mas, do ponto de vista formal, eu não diria que é um cinema feito contra o anterior, dos grandes mestres. Há um diálogo muito forte do Japão Pop com as vertentes anteriores." É o que você poderá confirmar a partir desta quarta-feira e até dia 16 no CCBB. Em Brasília, o mesmo evento será realizado num formato mais reduzido, de 4 a 16 de julho.

Até por interesse profissional, Sonner foi sempre muito ligado ao design japonês, só que não ficou nisso. Começou a pesquisar outras formas de criação e arte do Japão contemporâneo. O cinema foi uma delas e aqui entrou a parceria com o amigo Vannucci. Quanto mais se enfronhavam nas intenções do novo cinema japonês, mais os dois tinham vontade de conhecê-lo. Começaram a pensar numa mostra, mas ela só se viabilizou com a entrada da produtora Carol Ribas. "Foi a Carol quem fez os contatos diretamente com empresas do Japão para que pudéssemos trazer esses títulos."

Se você tem interesse em descobrir o que é o Japão Pop, ligue-se nas datas e não perca programa nenhum. Por exigências contratuais, os filmes não poderão ganhar sessões adicionais, mesmo que a mostra seja o maior sucesso do mundo. Sonner espera que seja. "O Japão é um país de cultura milenar que convive, no dia-a-dia, com o mais avançado desenvolvimento tecnológico. E é uma sociedade tão competitiva que o Japão é recordista de suicídios. Tudo isso está representado pelos filmes, que têm personagens, predominantemente, jovens." O pop não significa, necessariamente ligação com o mangá e o animê, tão popularizados em todo o mundo, mas alguns filmes baseiam-se nessas formas de expressão.

Em Ping Pong, de Fumihiro Masuri, estudantes dedicam-se a jogos que constroem uma metáfora sobre a sociedade. Outro grupo de alunos do ginásio estabelece relações de dominação e poder em Blue Spring, de Toshiaki Toyoda. Hush!, de Ryosuke Hashiguchi, investiga, num estilo visual e dramático completamente diverso do Pedro Almodóvar de Tudo sobre Minha Mãe, novas (as mesmas?) formas de organização familiar - um par de gays une-se a uma mulher que quer ter um bebê. As mulheres, justamente, participam com força total.

Female, coletânea com cinco episódios, mostra mulheres de diferentes extratos sociais e gerações. Em Tokyo Noir, os episódios são três, que os diretores Masato Ishioka e Naoto Kumazawa usam para falar de mulheres e sexo. Em It´s only Talk, de Ryuichi Hiroki, uma mulher deprimida muda de personalidade para se ajustar aos homens. Em Vibrator, também de Hiroki, outra mulher, atormentada por vozes internas, embarca numa viagem com um caminheiro - e as vibrações do caminhão a libertam de suas obsessões, são sua porta para a salvação. Todos os filmes são inéditos e esse é o motivo pelo qual um diretor como Kore-Eda Hirokazu, que tem filmes com o perfil do evento, não integra a programação. Intrigante, particularmente, é Electric Dragon 80.000 V, de Sogo Ishii, sobre a rivalidade de dois sujeitos atingidos por descargas de eletricidade. O experimentalismo de som e imagem do diretor é, para aproveitar o embalo, chocante.

Japão Pop - O Novo Cinema Japonês. Hoje, 16 h, Otakus in Love (2004), de Matsuo Suzuki; 19 h, Hush! (2001), de Ryosuke Hashiguchi. Amanhã, 16 h, Ping Pong (2002), de Fumihiko Sori Masuri; 19 h, No One´s Ark (2002), de Nobuhiro Yamashita. Centro Cultural Banco do Brasil (69 lug.). Rua Álvares Penteado, 112, Centro, 3113-3651, metrô Sé e São Bento. 4.ª a dom. R$ 4 (R$ 8 cinepasse válido para todas as sessões) Até 16/7

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h09
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TECNOLOGIA

Pane do sistema do BB prejudica atendimento

Clientes e usuários do Banco do Brasil foram pegos de surpresas ontem com uma pane no sistema da instituição, que atrasou o início do atendimento em várias horas. Durante praticamente toda manhã, todas as agências da instituição no País tiveram o atendimento paralisado, deixando milhares de pessoas sem o serviços.

Em Alagoas, as agências do BB registraram um movimento considerado fraco. Mesmo assim, muitas pessoas esperaram na fila pela volta do atendimento. Segundo o gerente da agência do BB do Livramento, Alexandre Gomes, o movimento ontem foi considerado normal, apesar da pane. “A gente acredita que depois do jogo a tendência é a procura cair”, disse.
 
Segundo a superintendência do BB em Alagoas, a pane aconteceu devido a problemas nos computadores da instituição em Brasília, mas garantiu que o atendimento não foi prejudicado.

O professor Arnaldo Rocha chegou antes das 9h à agência do Banco do Brasil da Rua do Livramento. Queria efetuar os pagamentos o quanto antes para não comprometer o horário do jogo do Brasil. Ele foi um dos que elogiaram a iniciativa da rede bancária em antecipar o horário de abertura. “Copa do mundo acontece de quatro em quatro anos, e é uma paixão nacional”, justificou.

Apesar disso, não conseguiu ser atendido devido à pane no sistema bancário. “Vou ficar esperando um pouco, para não ter que voltar depois do jogo”, disse.

Já o vendedor Paulo Alves preferiu voltar para casa, depois de tentar pagar as contas e perceber que o sistema estava fora do ar. “Vai ficar para amanhã, vou ver o jogo do Brasil”, disse empolgado.

Fonte: Tribuna de Alagoas Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h05
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OFERTA PÚBLICA DO BB

Nova oferta pública de ações do BB dependerá de momento adequado

Além disso, a nova oferta dependerá, também, do desejo dos acionistas

Sílvia Fregoni

SÃO PAULO - O presidente do Banco do Brasil (BB), Rossano Maranhão, disse nesta quarta-feira que uma nova oferta pública de ações da instituição financeira, para atender às exigências do Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), dependerá do momento adequado da bolsa e do desejo dos acionistas.

Com a oferta finalizada na terça-feira e o exercício dos bônus de subscrição a ser concluído neste mês, o free float do BB passará a 15%. O Novo Mercado da Bovespa, porém, exige percentual de 25%.

A instituição terá três anos para se adequar à essa exigência. Na futura oferta pública, deverão ser vendedores o Tesouro Nacional e a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

Apesar de ter vendido parte dos papéis na oferta atual, a Previ ainda detém 12% do capital do banco. O Tesouro venderia uma pequena fatia de ações na operação concluída ontem, mas desistiu por questões operacionais, uma vez que precisava fazer uma licitação para contratar um banco coordenador e isso atrasaria a oferta.

Durante a cerimônia do BB ao Novo Mercado, Maranhão destacou que a estatal será a companhia de maior valor nesse segmento da Bovespa. Ele afirmou que o oferecimento de ações foi um "sucesso", apesar do momento adverso do mercado de capitais. "Isso mostra que a placa Banco do Brasil é forte e que o País merece o respeito dos investidores." O ingresso no Novo Mercado é realizado no momento em que a empresa comemora cem anos de presença na Bolsa de Valores.

O presidente da Bolsa, Raymundo Magliano Filho, disse que a operação do BB é a maior do mercado e deve servir de exemplo aos outros empresários. "A preocupação do banco em vender ações para investidor pessoa física demonstra o forte conteúdo democrático da operação", disse.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h03
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OFERTA PÚBLICA DO BB

Demanda por ações do BB supera oferta em 30%

Altamiro Silva Júnior

O Banco do Brasil estréia hoje às 10h no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), segmento voltado para empresa com práticas diferenciadas de governança corporativa. Apesar das condições ruins do mercado, a venda de ações do banco teve procura 30% maior que oferta e pode render R$ 2,3 bilhões.

Segundo o Valor apurou, a demanda por pessoas físicas surpreendeu e teria representado um terço da oferta, ou seja, quase R$ 700 milhões. O mercado esperava baixa adesão dos pequenos investidores, em função da falta de incentivos para a compra dos papéis, como o uso do FGTS.

Nos grandes investidores, como os fundos de investimento e de pensão, a tendência é que haja rateio. Segundo uma fonte do mercado, eles devem receber em torno de 70% da quantidade de papéis que pediram. Já nas pessoas físicas, a idéia é atender a todos os pedidos, sem rateio.

Assim como ocorreu com as ofertas de ações dos últimos meses, os investidores estrangeiros também foram a maioria na operação do BB. Cerca de 70% da demanda veio do exterior (Europa e Estados Unidos).

Um lote complementar, de 6,8 milhões de papéis do banco, deve ser vendido. Já um outro lote extra, de mais 9 milhões de papéis, citado no prospecto preliminar, não deve ser ofertado.

Após a operação, a quantidade de ações do BB no mercado ficará em 12,5%. Esse percentual deve chegar a 15% na sexta-feira, com o fim do período de conversão dos bônus de subscrição da série "B" em ações ordinárias do Banco do Brasil.

Com o término da operação, a participação acionária da Previ, fundo de pensão dos funcionários do BB, que era de 13,9%, passou para 12%. Já o BNDESPar, o braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), reduziu sua fatia no banco de 5,7% para 3,4%. O Tesouro Nacional, que não vendeu papéis, continua detendo 72,1% do capital do banco. Além da Previ e da BNDESPar, o outro vendedor das ações foi o próprio BB, com os papéis que tinha em tesouraria. Com a operação, o banco zerou a quantidade de suas próprias ações em tesouraria.

Ontem, as ações do Banco do Brasil B movimentaram R$ 83,2 milhões, o maior volume já negociado pelo banco estatal na Bovespa. Em média, o volume de negócios dos papéis do Banco do Brasil era de R$ 15 milhões. Os papéis fecharam em R$ 45,90, mesmo nível do dia anterior. Na oferta de ações, saíram a R$ 43,50, um desconto de 5% em relação ao fechamento do dia, mas longe da máxima do papel no ano, de R$ 67.

O Valor procurou o BB e o BB Investimentos, o banco que coordenou a operação, mas ambos não quiseram comentar a venda de ações, por causa do período de silêncio imposto pelas regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A autarquia autorizou a realização da oferta de ações na noite de anteontem.

Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h23
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COOPERATIVISMO

Cooperativas salvam empresas

União é a forma que funcionários têm para manter empregos, mesmo se a companhia falir

Marina Faleiros

Quando a fabricante de vidros Firenze acumulou uma dívida de R$ 13 milhões e decidiu que fecharia as portas, mais de 200 funcionários foram dispensados. Inconformados com o fim do trabalho, eles decidiram trocar toda a verba de rescisão trabalhista que tinham pelo ferramental da fábrica e fundar a Cotravic, Cooperativa de Trabalho em Arte, Vidros e Cristais.

Hoje, seis anos de depois, os funcionários que se arriscaram para manter o negócio já colhem os frutos do esforço: "Já acertamos 90% da dívida que a empresa tinha, e o menor salário da fábrica é de R$ 894", conta Edilson Aparecido de Oliveira, presidente da Cotravic.

A estrutura de trabalho das cooperativas, no entanto, não é fácil de ser trabalhada. "Primeiro, é preciso primar por uma gestão democrática e, ao mesmo tempo, eficaz, com pessoas capazes de tomar decisões rápidas, pois se trata de um negócio que precisa continuar competindo no mercado", explica Fernanda Juvêncio, advogada e Superintendente da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp).

Outra questão que ela ressalta é trabalhar a consciência do trabalhador, que deixa de ser empregado e vira, junto com seus colegas, dono do negócio: "Isso exige que todos trabalhem para o bem comum, o que muitas vezes pode significar ficar um tempo sem salário e que não é sempre que se vai cumprir o horário comercial de trabalho e ir embora."

Os cooperados da Cotravic sabem bem disso. "Foi difícil mudar a cultura, mas já aceitamos sacrifícios como ficar sem receber para pagar fornecedores", conta Oliveira. Para ele, até o clima de trabalho melhorou: "Não existe mais aquela coisa de patrão, temos liberdade e todos, de mais forma leve, cobram o trabalho do outro."

Na Cooperlinhas (Cooperativa de Trabalho de Profissionais na Fabricação de Fios e Linhas para Costura), até mesmo os diretores - que como em toda cooperativa são eleitos em assembléia - atuam na linha de produção quando necessário. "Todos fazem de tudo, de varrer o chão até embalar produtos", conta Elias Custódio de Sousa, um dos cooperados da empresa.

A cooperativa, com 60 pessoas, também nasceu da adversidade. Os antigos donos da fábrica de linhas, localizada em Mogi das Cruzes (SP), também tiveram problemas financeiros e encerraram a produção.

Os funcionários, sem opção de trabalho, já tinham formado uma cooperativa e toparam o desafio de continuarem a produzir sozinhos. "Não tínhamos nada, mas conseguimos negociar o aluguel do galpão e do maquinário. Pagamos conforme a nossa produção, o que ajuda a nos manter", conta Sousa.

Para se manter em atividade, a Cooperlinhas produz linhas para outras empresas, que terceirizam a produção com eles. Agora, o sonho dos cooperados é voltar a ter uma marca para vender no mercado, já que, durante o processo de falência, a marca que tinham perdeu força e confiabilidade. "Mas estamos trabalhando e mostrando para o mercado que a fábrica continua operando. Se tudo der certo, ano que vem lançaremos de novo nossa marca", prevê Sousa.

Outra intenção é conseguir chamar outros 80 ex-funcionários que ainda esperam por uma vaga na cooperativa. "Produzíamos 40 toneladas por mês de linhas. Hoje, só 15. Esperamos crescer e chamar mais 40 pessoas ainda este ano."

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h32
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OFERTA PÚBLICA DO BB

Turbulências no mercado reduziram preço da ação do BB em oferta pública

IVONE PORTES
da Folha Online

Banco do Brasil vende ação a R$ 43,50 em oferta pública, bem abaixo da máxima do anoA fixação do preço da ação do Banco do Brasil para oferta pública de venda abaixo do valor do mercado demonstra um "esforço do vendedor" para que a operação seja bem sucedida em um momento de turbulências no mercado financeiro doméstico e internacional, segundo um analista ouvido pela Folha Online.

O Banco do Brasil vai vender amanhã em oferta pública 45.441.459 ações ordinárias ao preço de R$ 43,50 cada, abaixo da cotação atual na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) e da máxima atingida no ano.

Ontem, a ação ordinária do banco fechou a R$ 45,90. No dia 5 de junho, quando o BB iniciou a oferta de 5,6% de suas ações, o papel valia R$ 58. Neste ano, a cotação máxima atingiu R$ 67,21. Se tivesse sido vendida por esse valor, o banco poderia levantar R$ 3 bilhões com a oferta, ou cerca de 50% a mais do que foi obtido.

O papel, entretanto, recuou bastante nas últimas semanas com as turbulências externas, que levaram a especulações sobre o próprio sucesso da oferta.

O mercado tem vivido dias de nervosismo desde o começo de maio quando o Federal Reserve (o BC americano) começou a sinalizar que os juros nos Estados Unidos continuariam a subir.

De acordo com um especialista em renda variável, que preferiu não se identificar, em razão das incertezas no mercado por conta da preocupação com o juro norte-americano, os investidores institucionais não ofereceram valores altos pela ação do Banco do Brasil, o que influenciou a formação do preço do papel e beneficiou as pessoas físicas que participaram da operação.

Na avaliação do analista, quem participou da oferta da ação do BB, "comprou muito bem", ainda mais porque há a perspectiva de pagamento de dividendos no valor de R$ 3 por ação ainda neste ano.

A informação, segundo o mesmo analista, é de que 60% das ações distribuídas foram destinadas a "assets" (administradoras de recursos), 25% para "hedge funds" (fundos agressivos), 10% a fundos de investimentos e previdência e 5% para demais investidores.

Fonte: Folha Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h55
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MOBILE BANKING DO BB

Clientes do BB têm novos serviços pelo celular

Os clientes do Banco do Brasil que fizerem movimentações on-line de débito na conta corrente ou compras no comércio pelo cartão Ourocard, de valor igual ou superior a R$ 150, terão os valores confirmadas por meio de mensagem de aviso no celular do usuário cadastrado no BB. O serviço, que não será tarifado até o dia 31 de agosto próximo, terá um preço mensal de R$ 2,50, independentemente da quantidade de  mensagens enviadas.        

O serviço é mais uma etapa do projeto Mobile Banking do BB, que aposta na disseminação do uso do celular como o ''banco de bolso'' e se constitui na terceira onda do atendimento bancário. O envio do ''recibo'' da operação bancária para o celular do usuário é feito via tecnologia SMS.              

O Banco do Brasil oferece solução de atendimento, relacionamento e negócios por celular. Atualmente o Brasil tem cerca de 90 milhões, conforme dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O uso do celular é considerado uma evolução do atendimento bancário e tem potencial para superar até mesmo o volume de transações realizadas pela internet.

Fonte: B2B Magazine



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h50
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ECONOMIA SOLIDÁRIA

Conferência discute avanços da economia solidária no Brasil

A 1ª Conferência Nacional de Economia Solidária, que foi aberta na manhã desta terça-feira em Brasília pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reunirá 1.112 delegados de todo o País para discutir os avanços da economia solidária e a implementação de políticas para o setor. O encontro vai até quinta-feira.

A economia solidária tem se consolidado como importante alternativa de inclusão social para milhares de trabalhadores que buscam espaço no mercado. São mais de 15 mil empreendimentos, entre cooperativas, associações ou administração de empresas falidas, inserindo mais de 1,25 milhão de pessoas em atividades de produção de bens e prestação de serviços, consumo e crédito no País.

Durante o encontro, serão discutidos ainda temas como a autogestão de empresas por trabalhadores, microcrédito por meio de bancos comunitários, redes de produção solidárias e as organizações associativas e o cooperativismo para a construção de um modelo econômico de desenvolvimento sustentável, democrático e socialmente justo.

Fonte: Diário Online



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h47
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CCBB SÃO PAULO

Filosofia e teatro na programação do CCBB

O ator Wellington Nogueira e a filósofa Olgária Matos apresentam, nesta terça-feira, Pensamentos Instigantes - Filosofia e Arte

SÃO PAULO - O que o filósofo Baruch Espinosa tem a ver com o teatro? Essa resposta será dada pelo ator e idealizador do grupo Doutores da Alegria Wellington Nogueira e pela filósofa Olgária Matos no evento Pensamentos Instigantes - Filosofia e Arte, nesta terça-feira, às 19h30 no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

O encontro tem o objetivo de mostrar, na teoria e na prática, a construção de um personagem, por isso vai abordar aspectos como o aperfeiçoamento do intelecto, a substância, a ética e a liberdade de idéias.

Pensamentos Instigantes - Filosofia e Arte. Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). R. Álvares Penteado, 112. O debate terá mediação do psicólogo Claudio Bergamo. Informações pelo tel. 3113-3651. Grátis, com retirada de senha meia hora antes do evento.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h44
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CINEMA NO CCBB

CCBB faz ciclo de cinema japonês contemporâneo

"Japão Pop" exibe 11 longas inéditos no Brasil, feitos entre 2000 e 2005, de diretores como Ryosuke Hashigushi

Filmes abordam temas caros ao país, como feminismo, cultura pop, estrutura familiar e modernidade em oposição à tradição secular

Divulgação
Nao Omori e Shinobu Terashima em "Vibrator", sobre mulher que acompanha um caminhoneiro



BRUNO YUTAKA SAITO
DA REPORTAGEM LOCAL

Dono de uma produção cinematográfica que nos anos 50 competia em pé de igualdade com EUA e Europa, o Japão anda tímido, com as prováveis exceções de nomes restritos a cineclubes, como Takeshi Kitano, ou a DVDs importados, como Kiyoshi Kurosawa.

Não é de estranhar que a busca por identidade e a decadência sejam alguns dos termos essenciais para entender parte dos 11 filmes exibidos pela mostra "Japão Pop", que começa amanhã no CCBB. Inédito no Brasil, este importante ciclo traça um recorte da produção japonesa contemporânea.

Mais do que renovação ou ousadia formal, "Japão Pop" faz uma radiografia das contradições que movem os jovens adultos. Se gerações anteriores viram uma nação devastada e humilhada pela guerra, a atual é testemunha e filha da crise econômica dos anos 90.

Por isso um dos filmes mais emblemáticos desta seleção é a irregular comédia "Otakus in Love", de Matsuo Suzuki. O termo "otaku" em grande parte define a cultura contemporânea do Japão, já que se refere ao grupo de ávidos consumidores/colecionadores, em particular de mangás e seus subprodutos, que emergiram nos anos 70. Na trama, dois jovens obcecados por essa cultura vivem à margem da sociedade tradicional e tentam ficar juntos.

Já o ótimo "Hush!", de Ryosuke Hashigushi, aborda outra forma de amor, não menos marginal. Ao contar o encontro do casal gay formado pelo tímido Katsuhiro e o liberal Naoya com a suicida Asako, "Hush!" extrapola o rótulo de "cinema gay". Hábil, Hashigushi põe em xeque as estruturas familiares convencionais, revelando suas fraturas e as novas possibilidades ainda não-assimiladas.

E, se na vida real a sociedade japonesa ainda é celebre pelo papel secundário que reserva à mulher, os filmes "Female", "Vibrator" ou "Tokyo Noir" -que vê o limbo habitado pela mulher trintona que não se casa, ou o limbo das casas de prostituição com estudantes que exploram o fetiche por colegiais- lançam reveladores e ousados olhares femininos.

OUTROS DESTAQUES DO FESTIVAL

"FIREFLY"
Dançarina de striptease encontra artesão de cerâmica para cerimônias religiosas e inicia relação; sex. (19h); 2/7 (16h) e 14/7 (19h)

"NO ONE'S ARK"
Casal deixa Tóquio em direção a pequena cidade para tentar vender uma bebida saudável; qui. (19h); 1º/7 (19h) e 12/7 (16h)

"BLUE SPRING"
Adaptação de mangá de Matsumoto Taiyo sobre grupo de estudantes do ensino secundário; 12/7 (19h); 13/7 (16h); 14/7 (19h)

"IT'S ONLY TALK"
Mulher solteira e desempregada, em depressão, encontra amigos homens; 6/7 (16h) e 8/7 (19h)


ONDE: Centro Cultural Banco do Brasil (r. Álvares Penteado, 112, tel. 3113-3651)
QUANDO: de amanhã a 16/7
QUANTO: R$ 4
Com exceção de "Electric Dragon", os filmes serão exibidos em película e com legendas eletrônicas em português; programação completa em www.bb.com.br/cultura

Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h54
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CULTURA NO CCBB

fia e teatro em SP

DA REDAÇÃO

O ator Wellington Nogueira, fundador do grupo Doutores da Alegria, e a filósofa Olgária Matos participam hoje, às 19h30, do quarto encontro da série "Pensamentos Instigantes - Filosofia e Arte", no Centro Cultural Banco do Brasil (r. Álvares Penteado, 112, centro, São Paulo, tel. 0/xx/11/3113-3651). Nogueira e Matos vão discutir a filosofia de Espinosa e sua relação com o personagem de teatro. A entrada é franca, e as senhas serão distribuídas às 19h.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h51
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INVESTIMENTOS DA PREVI

Merrill Lynch reduz preço-alvo das ações ordinárias da Telemar

SÃO PAULO - O banco de investimentos Merrill Lynch rebaixou o preço-alvo das ações ordinárias da Telemar de R$ 112,00 para R$ 90,00, diante da perspectiva de que a recente turbulência do mercado deve dificultar a realização da oferta secundária de ações necessária para o andamento do processo de reestruturação do Grupo.

A Merrill Lynch lembrou que, recentemente, a Telemar anunciou a postergação para o segundo semestre da conclusão da reorganização societária, frente à previsão anterior fixada em julho, sob o argumento de que algumas pendências junto à SEC (Securities and Exchange Comission) e à CVM deveriam ser atendidas.Para o banco, no entanto, há mais por trás do adiamento em questão do que somente as exigências regulatórias.

O movimento de correção no mercado de renda variável iniciado em maio também balizou a decisão, julgam os analistas.

Suporte em R$ 55,00

Caso o processo de reestruturação não seja levado à frente, seria razoável ver os papéis ordinários da Telemar caminharem para um patamar inferior àquele em que vinham negociando anteriormente ao anúncio da reorganização; ou seja, abaixo de R$ 55,00.

Contudo, a Merrill Lynch acredita que essa perspectiva parece equivocada, dado o valuation excessivamente depreciado dos papéis e a possibilidade de venda da empresa. Portanto, o nível de R$ 55,00 mostra-se como um suporte interessante, enfatiza o banco.

Fonte: Último Segundo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h45
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A FARRA DOS BANCOS

Juros ao cliente bancário voltam a subir

Taxa anual para pessoa física, que estava em 56,1% anuais em maio, passou para 56,6% na média até o último dia 12

Turbulência no mercado é responsabilizada pelo aumento, após taxa ter caído no mês passado para menor patamar desde 1994

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Os juros cobrados pelos bancos nos empréstimos a pessoas físicas caíram pelo terceiro mês seguido em maio, segundo levantamento do Banco Central, mas voltaram a subir no começo deste mês, acompanhando a turbulência no mercado.

No mês passado, os bancos cobravam, em média, 56,1% ao ano nos financiamentos a pessoas físicas, taxa que, apesar de ainda elevada, é a menor desde que o BC começou a calculá-la, em julho de 1994. Em abril, a média estava em 57,8%.

Uma parcial fechada pelo BC no último dia 12, porém, já indicava uma nova alta dos juros, com a taxa média subindo para 56,6% ao ano. O chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, atribui a elevação à instabilidade do mercado financeiro nas últimas semanas, devido às dúvidas dos investidores quanto ao futuro dos juros praticados nos EUA.

Esse nervosismo provocou um aumento no custo de captação dos bancos, que é a taxa paga pelas instituições financeiras para tomar empréstimos no mercado. Esse maior custo foi repassado aos clientes.

Além disso, houve também uma ligeira alta do do chamado "spread" bancário -diferença entre o custo de captação dos bancos e as taxas pagas pelos clientes. Entre abril e maio, o "spread" dos empréstimos a pessoas físicas caiu de 43 pontos percentuais para 41,1 pontos, mas chegou a 41,3 pontos nos primeiros 12 dias de junho.

Lopes diz, porém, que a expectativa do BC é que, à medida que a volatilidade recue, os juros bancários voltem a cair. "Eu espero que a volatilidade diminua em breve", disse.

Segundo ele, os empréstimos a pessoas físicas são os mais afetados pela crise porque eles são, em sua quase totalidade, prefixados -ou seja, suas taxas são fixadas no momento da liberação do empréstimo. Assim, em momentos de nervosismo, os bancos tendem a elevar um pouco os juros cobrados para se protegerem de eventuais altas futuras nas taxas praticadas.

No caso dos créditos a empresas, boa parte das operações são pós-fixadas, corrigidas pelo câmbio ou algum indicador atrelado à Selic. Turbulências no curto prazo costumam afetar esse tipo de financiamento.

Entre abril e maio, os juros nos empréstimos a pessoas jurídicas recuaram de 30,6% ao ano para 29,7%. Neste mês, a média continuou caindo e ficou em 29,0% entre os dias 1º e 12.

A Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) diz que a queda dos juros em maio reflete, "além do corte da taxa Selic de 1,25 ponto percentual de março a maio deste ano, o aumento sazonal da concessão de operações de crédito com taxas de juros mais baixas".

Segundo os números do BC, o volume de crédito disponível no país chegou a R$ 654,685 bilhões no mês passado -32,6% do PIB (Produto Interno Bruto). Embora ainda esteja distante da relação observada em outros países, a proporção crédito/PIB está hoje no nível mais alto desde junho de 2001.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h42
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PAUSA NO BBLOG

Nesta segunda-feira estarei em Brasília, participando de reunião do Conselho de Administração da Cooperforte.

Como viajo ainda neste domingo, somente na terça-feira este BBlog voltará a ser atualizado.

Enquanto isto, sugiro que se deleitem com a leitura dos sites NordesteWeb, que traz o melhor do Nordeste e ItaliaOggi, cujo ponto forte são as notícias e a deliciosa culinária da Itália. É só clicar em cima do nome do site.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h49
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BANQUEIRO PODEROSO

Como o Opportunity engoliu 5% do Itaú

Fundos de Daniel Dantas elegeram o banco alvo preferencial


Por Alexandre Teixeira

Uma leitura apressada do comunicado ao mercado feito dias atrás pelo Banco Opportunity fez muita gente pensar que o banqueiro Daniel Dantas estava a ponto de aparecer em meio às famílias Setubal e Villela na próxima reunião do Conselho da Itaúsa. Não está. Mas a polêmica instituição financeira efetivamente abocanhou uma participação acionária relevante na holding que controla o segundo maior banco privado do País. Cumprindo determinação da CVM, os fundos de investimento do Opportunity informaram no último dia 16 que detêm 5% do total de ações preferenciais da Itaúsa – o que, excluído o bloco das famílias controladoras, os coloca entre os maiores acionistas da companhia. A gestora de recursos jura de pés juntos que seu interesse é 100% financeiro e não há nenhuma intenção de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa do Itaú. Mesmo assim, dado o notório apetite por negócios e encrencas do Opportunity, o mercado passou a semana passada especulando sobre o investimento em si e seus possíveis desdobramentos. Quanto valem esses 5%? O que o grupo de Dantas pode fazer com eles?

Dorio Ferman, presidente do Banco Opportunity e gestor dos fundos em questão, diverte-se com a polêmica. Diz que vinha comprando as ações “pela qualidade dos controladores e pelo espetáculo que é a administração do Itaú”. Segundo ele, foi uma surpresa quando o volume bateu em 5% e foi preciso comunicar ao mercado. Isso prejudicou sua estratégia. Ferman pretendia comprar mais ações do banco, por ver nelas um porto seguro para o longo prazo. Agora, ele teme, muita gente vai se dar conta de que o papel tem excelente custo-benefício.

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A posição comprada pelo Opportunity é, sem dúvida, relevante. Os 5% de ações preferenciais equivalem a 3% do capital da empresa. À cotação de R$ 8,25 a unidade, valem R$ 867,7 milhões. Mesmo assim, por serem papéis sem direito a voto, não dão ao banco de Dantas nenhuma chance de ingerência na Itaúsa. “O controle da holding é muito bem definido, e ninguém tem condições de fazer um takeover (aquisição do controle societário de uma empresa pela compra de suas ações no mercado)”, diz Ferman. “Mesmo que pudesse, eu não teria o que mexer na gestão. É a melhor empresa do Brasil”, entusiasma-se. De acordo com especialistas, a compra de volumes elevados de ações preferenciais permite, no limite, a aproximação do investidor com a companhia. Pode render, por exemplo, uma cadeira no Conselho Fiscal. Mas risco de aquisição hostil realmente não há. “É um investimento meramente financeiro”, confirma Bruno Pereira, analista de bancos do UBS.

Para os fundos do Opportunity, os papéis da Itaúsa representam em m´ddia 14% das carteiras de ações, perdendo apenas para os da Petrobras. "É uma grande aposta", diz o gestor: "Espero nunca precisar vender; porque esse é o nosso cofrinho." Ferman pode ser o maior, mas certamente não é o único membro do fã-clube do Itaúsa. Saulo Sabbá gestor de renda variável da Máxima Asset Management, também gosta muito dos papéis - e os tem em todos os fundos que administra. "é como comprar Itaú com um certo desconto (hoje da ordem de 15%)", justifica. A conta aproximada é a seguinte: se o banco tem hoje R$ 63 bilhões de valor de mercado, a holdinhg (que tem 47% de seus resultados de lá provenientes) deveria valer quase R$ 30 bilhões. No entanto, seu valor de mercado está um pouco abaixo dos R$ 26 bilhões.

Para Sabbá, todo esse falatório sobre Opportunity na Itaúsa pode de fato estimular a alta do papel. "A leitura do mercado é: Opa!, tem gente grande comprando." Esse tipo de alerta não costuma ter impacto no dia seguinte - e, realmente, na segunda-feira 19, o giro dessas ações ficou em R$ 23,14 milhões, abaixo da média de R$ 30,6 milhões deste primeiro semestre. Mas sinaliza fluxo positivo de recursos para os papéis. "Você, como investidor, fica mais confortável, diz Sabbá".

R$ 867 milhões é o valor de mercado da participação do Opportunity na Itaúsa

R$ 26 bilhões é o valor de mercado da holding Itaúsa

 

  

Fonte: ISTO É Dinheiro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h05
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