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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
CCBB EM DESTAQUE
CCBB, um programão nas
férias
Quem fica em São Paulo pode aproveitar as
férias escolares para fazer programas diferentes na cidade. A sugestão para
aliar lazer e cultura é visitar o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB),
instalado em um prédio construído em 1901, na Rua Álvares Penteado, em pleno
Centro Histórico da cidade. O edifício, restaurado para manter os
elementos originais, está entre os mais significativos exemplares da arquitetura
do começo do século XX
A
Viva o
Centro fez parceria com o CCBB, criado e mantido
pelo Banco do Brasil, uma das instituições patrocinadoras da Associação, para
divulgar a excelente programação em cartaz nesse espaço e convidar a todos,
funcionários, associados, participantes das Ações Locais, habitantes e
visitantes de São Paulo para não perdê-la. Tem cinema, música, exposição de
artes plásticas e história, história em quadrinho e, ainda, um edifício bonito
demais, que só ele já vale uma visita.
Escolha o
programa
Para
conhecer um pouco mais da história do Centro de São Paulo e do CCBB, com seus
detalhes históricos, o Centro Cultural Banco do Brasil oferece, gratuitamente,
visitas acompanhadas de oficinas, dentro da atividade “Conhecendo o CCBB”.
Para os interessados em arte e meio
ambiente, outra dica é participar da oficina “Reciclos e Resíduos”. Uma terceira
oficina é “Fachadas e Avessos”, atividade sobre estilo, comportamento e a importância que se dá à
aparência na sociedade atual.
Fonte: Viva o
Centro
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h12
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DIA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO
SICREDI comemora o Dia Internacional do
Cooperativismo
Em 1º de julho comemora-se o Dia
Internacional do Cooperativismo. Esta data representa a conquista de mais de 800
milhões de pessoas que, em todo o mundo, optaram pelo modelo cooperativo como
forma de alcançar seus objetivos de desenvolvimento econômico e social. No
Brasil, seis milhões de pessoas são associadas as mais de sete mil cooperativas,
representando 6% do PIB. Estes números expressam que, muitas vezes, soluções
para grandes desafios estão muito próximas.
O cooperativismo foi
idealizado por vários precursores e de fato em 1844, quando 28 tecelões do
bairro de Rochdale, em Manchester, na Inglaterra, criaram uma associação que,
mais tarde, seria chamada de Cooperativa. Desde então, as cooperativas existem
em vários setores e em todo mundo, criam e mantêm postos de trabalho. Em seus 13
ramos conhecidos (agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial,
habitacional, infra-estrutura, mineral, produção, saúde, trabalho e turismo) as
cooperativas empregam mais de 195 mil pessoas no Brasil - gerando renda,
produzindo e abastecendo alimentos e serviços de qualidade aos seus associados,
assim como às comunidades em que estão inseridas. Ao colocar os Princípios
Cooperativos e a ética cooperativa em prática, fomentam a solidariedade e a
tolerância, uma vez que, como “escolas de democracia”, promovem os direitos de
cada indivíduo, sejam homens ou mulheres. Através das mais variadas atividades,
as cooperativas são agentes sociais e econômicos relevantes da economia
nacional, e, deste modo, não somente transformam o desenvolvimento pessoal em
uma realidade, como contribuem para o bem estar de toda a população a nível
nacional.
O SICREDI, um dos principais sistemas de crédito cooperativo do
País, responde por 40% do volume de crédito movimentado pelas cooperativas de
crédito. 126 cooperativas de crédito que o integram atuam em dez estados
brasileiros não só como instituições financeiras, mas também como catalisadoras
de negócios em sua área de atuação, fazendo uso de sua flexibilidade e da
proximidade com as comunidades. Hoje o SICREDI opera com cerca de 900 unidades
de atendimento e possui aproximadamente um milhão de associados.
O
relacionamento do SICREDI com a comunidade não envolve só a captação e
empréstimo de recursos. Mais importante que isso, a cooperativa de crédito tem
sido um elemento aglutinador de esforços, apresentando a seus associados
alternativas financeiras e técnicas para o desenvolvimento econômico de suas
atividades.
COOPERATIVISMO
No Mundo - 800 milhões de
associados - 40% da população do planeta
No Brasil - 6 milhões de
associados - 3% da população do país - 195 mil
empregos
COOPERATIVISMO DE CRÉDITO
No Brasil - 2,6 milhões
de associados - 1.457 cooperativas de crédito
No SICREDI - 1 milhão
de associados - 126 cooperativas de crédito filiadas
Fonte: Só Notícias
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h07
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DANOS MORAIS
BB terá de pagar indenização por bloquear salário
de cliente
O correntista estava com o saldo
negativo. O banco alegou que apenas exerceu o direito regularmente reconhecido
em contrato
SÃO PAULO - O Banco do Brasil terá de pagar indenização a
um cliente que teve seu salário retido em conta para pagamento de dívida de
cheque especial. A decisão confirma a condenação imposta ao banco pelo Tribunal
de Justiça do Rio Grande do Sul.
No recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o BB alegou que
apenas exerceu o direito regularmente reconhecido em contrato e que não houve
ilegalidade na retenção dos valores, pois a conta do cliente estava com saldo
negativo. Esse recurso especial não foi admitido por decisão individual do
relator, ministro Humberto Gomes de Barros.
O Banco do Brasil recorreu novamente, alegando que o dano moral a que foi
condenado só seria cabível em caso de haver conseqüências externas ao fato, o
que não teria sido comprovado. O ministro Gomes de Barros, no entanto, manteve
seu entendimento, no que foi seguido à unanimidade. Segundo ele, mesmo com
cláusula contratual que garantia o direito ao banco, a apropriação do salário
para pagamento de cheque especial é ilícita e dá margem à reparação por dano
moral.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h05
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INVESTIMENTOS DA PREVI
Telemar: Merrill Lynch reduz preço-alvo de R$ 112 para R$ 90
O banco de investimentos Merrill Lynch reduziu o preço-alvo do papel
ordinário da Telemar de R$ 112 para R$ 90. Em relatório, os analistas Mauricio
Fernandes, Jonathan P. Groberg e Gláucia Renda afirmam que "devido à crescente
volatilidade nos mercados emergentes acreditamos ser improvável para a Telemar
colocar sua oferta secundária a 5,2 vezes a estimativa do Ebitda para 2006", uma
requisição para a proposta de reestruturação da companhia. Para os analistas, um
múltiplo na faixa entre 4 vezes e 4,5 vezes o Ebitda é "mais razoável" nas
condições atuais. Há pouco, a ON da Telemar caía 1,98%, para R$ 54,99, na
Bovespa.
Segundo o Merrill Lynch, há mais por trás do adiamento, para o final do ano,
da conclusão do processo de reestruturação da companhia - que pelo cronograma
inicial seria finalizada em julho -, que a necessidade de atender requisições da
Securities and Exchange Commission (SEC, a CVM norte-americana). Para o banco, a
recente volatilidade no mercado financeiro também contribuiu para o adiamento.
Os analistas entendem que R$ 55 será o preço de suporte do papel, caso a
reestruturação falhe. "Se o plano de reestruturação falhar, alguém poderá
argumentar que as condições do mercado emergente justificam um preço abaixo do
qual a Telemar era negociada antes do anúncio de reestruturação (R$ 55). No
entanto, em nossa visão, tanto a fraca valorização do papel quanto o fato de os
acionistas controladores serem vendedores de curto prazo dão suporte" ao preço.
Fonte: Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h04
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DIREITOS TRABALHISTAS
FGTS para trabalhadores domésticos desnorteia governo
Paulo de Tarso Lyra
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não decidiu como agir em relação
à Medida Provisória 284, aprovada na noite de quarta-feira na Câmara, tornando
obrigatório aos empregadores o recolhimento de 8% do Fundo de Garantia do Tempo
de Serviço (FGTS) das empregadas domésticas com carteira assinada. Os órgãos do
governo também nada recomendaram ainda ao presidente. A proposta original do
Executivo permitia aos patrões a dedução, no Imposto de Renda, da Previdência
Social paga aos trabalhadores domésticos com vínculo formal de emprego.
Mas as modificações promovidas pelo Legislativo - incluindo o pagamento da
multa rescisória de 40% por demissão sem justa causa e o FGTS - colocaram o
presidente da República ante um dilema: se vetar as alterações, prejudica uma
classe social que tornou-se sua principal base de sustentação eleitoral. Se
mantiver as mudanças, compra briga com a classe média, que terá de gastar mais
se quiser assinar a carteira de seus trabalhadores domésticos.
Foi um dia de silêncio no governo sobre este assunto. Um assessor do Planalto
confirmou o constrangimento criado para Lula. Segundo ele, a sorte é que ainda
há tempo para que a decisão seja tomada. Quando uma medida provisória é aprovada
pelo Congresso, o presidente tem um prazo de até 15 dias para decidir se
sanciona na íntegra o texto votado ou se veta alguns artigos. "Além disso, esse
prazo só começará a correr quando a MP deixar o Congresso e retornar ao governo,
o que ainda não aconteceu", explicou o assessor.
O líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS), esteve na manhã de
ontem no Planalto e saiu dizendo que não sabe qual será a decisão do presidente.
"Precisamos pesar o impacto desta decisão do Congresso e ver o que vale mais a
pena ser mantido", afirmou.
Beto lembrou que a intenção inicial do governo, ao editar a medida, era
incluir em um sistema formal de trabalho uma classe que, até então, estava na
informalidade. "Se as obrigações ficarem maiores do que os incentivos, não vamos
incluir ninguém", reforçou Beto.
Para o líder governista, há milhares de pessoas que hoje estão fora do
sistema formal e que, com a carteira assinada, passaram a ter direito à
licença-maternidade e licença-saúde, por exemplo. Ele acredita que o
recolhimento ou não do FGTS não faz tanta diferença para estes profissionais. "A
MP foi pensada para atender uma parcela da população que não tinha proteção
nenhuma", acrescentou.
Beto Albuquerque tenta minimizar a polêmica, afirmando que o governo foi
submetido a um falso dilema. "Se nós quiséssemos editar uma MP para beneficiar
quem está empregado, tudo bem, teríamos feito a medida provisória de outra
maneira, com outro formato e outras propostas", declarou. O parlamentar do PSB
lembrou que o pagamento do FGTS era facultativo - os empregadores que quisessem
poderiam conceder esse benefício. "No mérito, eu estou de acordo. Mas temos que
optar entre uma política de inclusão ou a manutenção da situação nos moldes
anteriores, quando esses trabalhadores não tinham direito a nada", disse.
Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h46
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BBLOG EM RITMO LENTO
Nesta sexta e neste sábado estarei em São Paulo participando de reuniões da
Comissão de Planejamento do Conselho Deliberativo da Anabb.
Sendo assim, somente a partir do domingo este BBlog voltará a ser atualizado
regularmente.
Enquanto isto, porém, fiquemos com a mensagem da Transparência Brasil: "Não
vote em mensaleiro".

A propósito, esta notícia foi divulgada no Blog do
Noblat:
"O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal
Geraldo Majella Agnello, disse hoje que a corrupção é endêmica e histórica no
País e exortou o eleitorado a varrer os mensaleiros e sanguessugas da vida
política nacional. "O eleitor precisa estar atento nestas eleições e analisar
detidamente a conduta ética para que essa gente não retorne ao parlamento e,
também, para não se deixar comprar por promessas e vantagens pessoais",
afirmou.
Numa referência à denúncia feita pela Procuradoria Geral da República contra
40 envolvidos no esquema do mensalão, vários deles candidatos nas eleições de
outubro, Dom Agnello disse acreditar que a Justiça deveria vetar as candidaturas
até que o Supremo Tribunal Federal (STF) os julgue.
"Talvez eles devessem ser impedidos de se apresentar nesta eleição", disse o
presidente da CNBB, referindo-se a mensaleiros e sanguessugas com indícios de
culpa bem fundamentados no processo".
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h07
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AABB COMUNIDADE
Projeto do Banco do Brasil promove educação em clubes há 20
anos
Priscilla Mazenotti Repórter da Agência Brasil
Brasília – Um dos
mais antigos projetos de inclusão social por meio da educação e do esporte
completa 20 anos no ano que vem.
Criado em 1987, o AABB Comunidade é coordenado pelas
associações atléticas do Banco do Brasil, em parceria com a Fundação Banco do
Brasil.
De acordo com a assessoria do banco, as ações do projeto são
desenvolvidas em mais de 400 municípios e atinge 54 mil jovens e adolescentes,
que aproveitam o tempo fora da escola para praticar exercícios e ter aulas de
reforço escolar.
Hoje (29), durante o seminário Parcerias por um Brasil
Sem Fome e Mais Justo, o presidente da Fundação Banco do Brasil, Jacques Pena,
citou o projeto AABB Comunidade e destacou que investir em projetos sociais é
bom tanto para a empresa quanto para as comunidades envolvidas.
"São
duas questões que julgamos importantes: uma é a responsabilidade social das
empresas no seu compromisso com o desenvolvimento social e o outro é a geração
de trabalho e renda a partir dessas ações", afirmou Pena. "Acreditamos que é
importante para as empresas que aplicam recursos nesses projetos, e é importante
para as comunidades que tenham opções de geração de trabalho e renda."
O
presidente da Fundação Banco do Brasil lembrou que, além de projetos na área de
educação e esporte, a fundação investe em programas que usam as atividades
locais como forma de gerar emprego e renda, como o Programa Berimbau, que usa o
artesanato da Costa do Sauípe (BA).
"Em alguns casos, a Fundação Banco
do Brasil aporta recursos, em outros, aportamos recursos da fundação ou de
ministérios como o do Trabalho e Emprego e o do Desenvolvimento Social, em
outros casos, temos recursos não-reembolsáveis da Fundação Banco do Brasil e
recursos do Banco do Brasil através da estratégia de desenvolvimento regional
sustentável", explicou Jacques.
Fonte: Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h04
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CINEMA NO CCBB
Filme da mostra “Japão Pop” no CCBB traz enredo gay
Por Tino Monetti
Começou ontem, 28/06, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a mostra
“Japão Pop – O Novo Cinema Japonês”. Até o dia 16 de julho, o evento apresentará
um retrato da juventude japonesa e sua cultura moderna, através de títulos
assinados pelos mais importantes diretores do país.
Para a seleção, foram
escolhidos longas que fossem importantes tanto em seu lado estético e de
produção, como em seu conteúdo contemporâneo. Durante as semanas da mostra,
todos os sábados, serão realizadas palestras no próprio CCBB para debater o
surgimento deste novo cinema japonês e a visão de trabalho de seus mais
destacados autores.
Um dos filmes mais importantes da mostra é o
melodrama gay e cômico “Hush!”, de Ryosuke Hashiguchi. O filme, de 2001, conta a
história de Naoya, um gay assumido e dono de si que conhece a Katsuhiro e se
apaixona perdidamente. Um dia, quando os dois estão em um restaurante, conhecem
por casualidade a desequilibrada Asako, desesperada para ter um filho. Logo,
Asaka vê em Katsuhiro o pai ideal para o seu filho e propõe que o tenham juntos.
Naoya não gosta da idéia, preocupado com Katsuhiro, que sempre teve dúvidas
quanto sua sexualidade e problemas com sair do armário. Tudo só tende a piorar
com a inesperada visita da família de Katsuhiro.
A partir daí, Hashiguchi
começa a fragmentar a história e apresentar suas personagens separadamente.
Naoya, que trabalha em um pet shop, é freqüentador assíduo de bares e boates
gays, mas sente um vazio enorme em sua vida. Katsuhiro esconde que é gay de sua
família e amigos. Até mesmo de um colega que está apaixonado por ele. Já Asako,
com um passado conturbado por problemas mentais, sofre do desejo incontrolável
de ter filhos.
“Hush!” traz diversas questões importantes nas relações
contemporâneas, como o significado de família, a solidão e a insegurança, a
amizade e o amor entre dois homens em um país tradicional e antigo como o Japão.
O filme traça um panorama de entre a questão da sexualidade e a da reprodução,
mostrando com ambas podem igualmente caminhar juntas ou tomar trilhas opostas.
“Hush!” será exibido nos dias 14 e 16 de julho, às 16hs. O cinema do
CCBB tem capacidade para 69 lugares e as entradas para cada sessão saem 4 reais
(2 a meia-entrada). Para quem quiser acompanhar todo o ciclo, o cinepasse
sai 8 reais (4 a meia) e é válido para todas as
sessões.
Serviço
Mostra “Japão Pop – O Novo Cinema
Japonês” De 28 de Junho a 16 de Julho Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB) Rua Álvares Penteado, 112 Centro – São Paulo/SP (11)
3113.3651/52 www.bb.com.br/cultura
Fonte: Mix Brasil
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h59
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SINDICALISMO NO BB
Bancários assinam acordo que cria as CCPs com BB
Acerto veio após três anos de discussões
(São Paulo) Após três anos de negociações, a Comissão de
Empresa e o Banco do Brasil assinam nesta sexta-feira, dia 30, o acordo que cria
as Comissões de Conciliação Prévia (CCP). O objetivo dessas Comissões é buscar a
conciliação e a solução de conflitos trabalhistas envolvendo o Banco e seus
ex-funcionários.
Pelo acordo que será assinado, as CCPs serão instituídas
em trinta dias. “Essas Comissões poderão atuar em todos os casos em que o
ex-funcionário queira apresentar reivindicação relativa ao contrato de trabalho
extinto. As CCPs terão composição paritária, integradas por dois membros
indicados pelo movimento sindical e dois pelo BB, com seus respectivos
suplentes”, explica Marcel Barros, coordenador da Comissão de
Empresa.
Pelo acordo, a atuação da CCP será restrita à base territorial
do Sindicato que representa o bancário demitido. Pela Cláusula 4ª, as CCPs
atuarão em todos os casos em que o ex-funcionário apresente demanda. “Recebida a
reivindicação do ex-funcionário, será impulsionado o processo de solução do
conflito”, prevê o acordo.
É de responsabilidade do movimento sindical
providenciar a abertura de dossiê para cada demanda submetida à CCP. O
ex-funcionário apresentará suas razões, por escrito, podendo, ainda, utilizar-se
de outros meios de prova que demonstrem a pertinência do seu pleito. É facultado
ao ex-funcionário a apresentação de todas as formas de demonstração de sua
pretensão.
Todas as sessões conciliatórias das CCPs serão realizadas nas
dependências dos sindicatos. A Comissão deverá realizar a primeira sessão de
tentativa de conciliação em até dez dias corridos após o recebimento do Termo de
Reivindicação pelos representantes do BB. O procedimento conciliatório deverá
encerrar-se em, no máximo, dez dias corridos após a data da primeira sessão, mas
as partes interessadas podem estipular prazo maior.
Após a conciliação, o
ex-funcionário não poderá apresentar nova reivindicação para o item acordado. A
CCP também não pode intermediar ou homologar rescisão de contrato de
trabalho.
“Foram três anos de intensos debates, com muitas idas e vindas
para chegarmos a este acordo. A Comissão de Empresa considera satisfatório o
banco ter aceitado nossas reivindicações. O acordo não deixa margem para
prejudicar os bancários, como ocorria no passado, quando o BB negociava com
outra entidade, que não tinha qualquer representatividade entre o funcionalismo.
Agora, cabe aos sindicatos decidirem se vão aderir ao acordo das CCPs” ,
explicou William Mendes, secretário da Imprensa da Contraf-CUT e
representante da Fetec São Paulo na Comissão de Empresa.
Fonte: Sindicato dos Bancários SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 21h57
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ELEIÇÕES 2006
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h11
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OFERTA PÚBLICA DO BB
Ações do BB atraem 52 mil pessoas físicas
Altamiro Silva Júnior
A venda de ações do Banco do Brasil atraiu 52 mil pessoas físicas. Deste
total, 30 mil compraram ações pela primeira vez e 10 mil eram funcionários do
banco. Ontem, esses investidores já tiveram motivo para comemorar. O papel do BB
subiu 2,72% e fechou em R$ 47,20, uma alta de 8,5% em relação ao preço de venda
das ações na oferta pública.
A venda de ações do BB, que completa este ano 100 anos de listagem em bolsa,
deve render R$ 2,3 bilhões. Deste total, 34% ficaram com pessoas físicas e o
restante com investidores institucionais (dos quais 70% do exterior).
O presidente do BB, Rossano Maranhão, comemorou o interesse dos pequenos
investidores. "Foi um número substantivo, principalmente considerando que não
houve a participação do fundo de garantia", disse logo após o almoço que marcou
a adesão do banco ao Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o
nível mais alto de governança corporativa. O BB é a primeira empresa do governo
federal a entrar no segmento.
Maranhão não quis falar em números, temendo as regras da Comissão de Valores
Mobiliários (CVM). Apenas confirmou que as pessoas físicas vão levar todas as
ações que pediram, sem rateio. Já com os grandes investidores, isso não
acontecerá. Segundo uma fonte, eles vão ficar com cerca de 70% dos papéis que
reservaram.
O presidente da Bovespa, Raymundo Magliano Filho, disse que a bolsa está
mudando "paulatinamente" a cultura do brasileiro, que, antes do programa de
popularização, desconhecia os investimentos em renda variável.
Além de atrair pessoas físicas, a oferta pública do BB também vai melhorar os
indicadores do banco. Na operação, o banco vendeu 11,3 milhões de ações que
estavam em sua tesouraria. Com isso, embolsou quase R$ 500 milhões. O dinheiro
vai reforçar o patrimônio do banco e melhorar o índice de Basiléia, que mede o
total de capital em relação aos ativos ponderados pelo risco, que deve passar de
18,3% para cerca de 19%, segundo uma fonte do mercado.
As ações da tesouraria foram compradas em junho de 2002, a R$ 11,47. Na
oferta, foram vendidas por quase 300% mais, a R$ 43,50. O patrimônio do banco
deve chegar a R$ 26 bilhões.
Após a operação, o número de ações do BB no mercado ("free float") chegou a
13,2% (incluindo a venda do lote extra). Esse número pode subir para até 15,2%
após sexta-feira, quando termina o prazo para os detentores dos bônus de
subscrição do banco da série "B" trocarem os papéis por ações ordinárias. A
expectativa do banco é de que a adesão seja de 80%.
Mesmo com os 15,2%, o BB ainda não se enquadra nas regras do Novo Mercado,
que exige, no mínimo, 25% do capital da empresa em circulação. Com já aconteceu
com outras companhias, a Bovespa dá um prazo de três anos para a adequação.
Segundo Maranhão, a idéia é se adequar antes deste prazo. Ou seja, novas ofertas
de ações do banco estão a caminho.
Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h50
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A FARRA DOS BANCOS
Derrota dos bancos no STF: para comemorar e refletir
Marilena Lazzarini Coordenadora institucional do Instituto Brasileiro de
Defesa do Consumidor (Idec) e presidente da Consumers International
Paulo Pacini Coordenador de ações judiciais do Idec
Deve ser comemorado o resultado do julgamento ocorrido no dia sete, no
Supremo Tribunal Federal, da ação direta de inconstitucionalidade promovida
pelos bancos, que pretendiam excluir a aplicação do Código de Defesa do
Consumidor às relações bancárias, securitárias e de crédito em geral.
O STF rejeitou, por nove votos a dois, os argumentos das instituições
financeiras contra a aplicação do Código de Defesa do Consumidor ao setor. O
primeiro deles seria que o código, ao prever expressamente sua aplicação às
relações entre essas empresas e os consumidores (art. 3º, §2º) estaria regulando
matéria própria do Sistema Financeiro Nacional, invadindo, portanto, a esfera de
competência de lei complementar.
Outro argumento apresentado era o de que as instituições financeiras seriam
meras intermediárias na circulação da moeda. Não prestavam, pois, serviço
propriamente dito para os consumidores, a quem chamavam de "usuários" ou
"clientes".
Os argumentos não convenceram pelas razões óbvias de que o CDC não dispõe
sobre a estrutura, funcionamento, organização e atuação do Sistema Financeiro
Nacional. Ele rege as relações de consumo. E a relação jurídica existente entre
os bancos e seus "clientes" se enquadra na definição.
Interpretações jurídicas à parte, destacam-se as alegações dos bancos no
sentido de que o código traria prejuízos ao setor financeiro, notadamente porque
suas disposições seriam inconciliáveis com as operações bancárias. Tais
prejuízos seriam agravados pelas disposições que permitem às associações civis,
Procons e Ministério Público promoverem ações judiciais coletivas em nome dos
consumidores lesados por esta ou aquela prática. Tais afirmações merecem
reflexão.
Afinal, por que os bancos detestam o código? Por que ele seria tão
incompatível com suas atividades?
De fato, muitas das práticas comerciais cotidianas desse setor, enraizadas ao
longo dos anos, chocam-se com os dispositivos do código: venda casada -
condicionamento de um produto à aquisição de outro; inscrição indevida em
cadastros de inadimplentes; falta de clareza nos contratos, cujas cópias não são
entregues aos consumidores; cláusulas abusivas padronizadas; tarifas e encargos
abusivos; envio de cartões de crédito sem prévia solicitação, e assim por
diante.
Some-se a tudo isso a atuação eficiente do Ministério Público, Procons e
associações civis, que têm obtido êxito na coibição de tais abusos, e já teremos
boa idéia das razões de tamanho incômodo. Isso não quer dizer que os serviços
bancários sejam incompatíveis com o código, mas é verdade que a adaptação a essa
lei das práticas envolvidas em sua prestação representaria verdadeiro choque
cultural.
Infelizmente, essa concepção do setor financeiro gerou a divulgação de
informações confusas e equivocadas de que o código só teria se tornado
obrigatório para os bancos após o julgamento no STF e que a discussão sobre a
abusividade das taxas de juros bancários seria excluída da lei, ou, ainda, que
deveria ser levada em consideração a "taxa média do mercado". Esse último
aspecto configura evidente equívoco, pois são os próprios bancos que definem a
taxa cobrada pelo mercado.
Esclareça-se que o código sempre foi aplicado, desde sua edição, a todas as
relações de consumo, inclusive as instituições financeiras. A decisão do STF não
trouxe alteração jurídica nesse sentido. O consumidor pode, e sempre pôde,
pleitear a revisão judicial dos contratos bancários, em caso de onerosidade
excessiva, cláusulas abusivas etc., incluída aí a discussão sobre a cobrança
excessiva de juros ou de quaisquer outros encargos, o que evidentemente não
guarda nenhuma relação com a regulação da taxa básica de juros na economia,
definida pelo Copom.
Na relação jurídica com o consumidor, os encargos financeiros e juros
aplicados pelos bancos, que constituem, entre outras coisas, sua remuneração,
são por eles definidos e podem ser questionados judicialmente no caso concreto.
De qualquer forma, a Corte Suprema, em sóbria decisão, declarou a
constitucionalidade do código, ressaltando sua importância para a sociedade
brasileira, notadamente porque tal diploma procurou trazer, nas relações
jurídicas entre fornecedores e consumidores, um mínimo de equilíbrio. Espera-se
que os bancos acatem a decisão e se conformem, de uma vez por todas, com a
existência do Código de Defesa do Consumidor.
Fonte: Agência Anabb/Correio Braziliense
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 11h48
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OFERTA PÚBLICA DO BB
Pessoas físicas ficam com 34% das ações do BB
IVONE PORTES DA FOLHA ONLINE
Cerca de 34% das ações
ofertadas pelo Banco do Brasil ao mercado ficaram com investidores pessoas
físicas, segundo pessoas ligadas à operação.
O BB vendeu em oferta pública 45.441.459 ações ordinárias, a R$ 43,50 cada
uma, e arrecadou R$ 1,976 bilhão.
De acordo com o que a Folha Online apurou, 50 mil pessoas físicas compraram
papéis do banco na oferta, sendo 30 mil novos investidores.
Segundo o presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão, foram atendidos
todos os pedidos de reservas de pessoas físicas e houve rateio para os
investidores institucionais.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h22
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A FARRA DOS BANCOS
Lucro de bancos é recorde sob governo do PT
DA REDAÇÃO
O lucro dos bancos brasileiros foi recorde nos três primeiros anos do governo
Luiz Inácio Lula da Silva, superando índices registrados nos Estados Unidos.
A taxa de rentabilidade mediana das instituições brasileiras foi de 17% em
2003, enquanto as americanas marcaram 14,6%.
Em 2004, o setor bancário atingiu o pico histórico, representando 22,7% do
lucro total das empresas de capital aberto (com ações negociadas em Bolsas de
Valores), que foi de R$ 79,3 bilhões.
O crescimento do setor continuou firme em 2005, e as instituições financeiras
brasileiras bateram novo recorde: R$ 28,3 bilhões em lucros, valor 36% maior do
que o de 2004 (R$ 13,9 bilhões).
Boa parte do crescimento veio das operações de crédito. Mas o presidente do
Banco Central, Henrique Meirelles, disse à época da divulgação dos índices de
2005, em março último, que a taxa de juros da economia brasileira, uma das mais
altas do mundo, não "reflete necessariamente" no lucro dos bancos.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h16
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CINEMA NO CCBB
Começa no CCBB mostra de filmes japoneses
inéditos
Japão Pop - O Novo Cinema Japonês
propõe novas formas de narrar mudanças na sociedade japonesa. Otakus in
Love, de Matsuo Suzuki, abre o evento nesta quarta
SÃO PAULO - É, no mínimo, curioso que a mostra Japão
Pop comece, no Centro Cultural Banco do Brasil, justamente na semana em que
acaba de estrear a crepuscular aventura de samurais dirigida por um dos últimos
mestres ainda em atividade no cinema japonês. O Samurai do Entardecer, de
Yoji Yamada, fornece um contraponto interessante para os filmes do evento que
tem curadoria de Rodrigo Sonner e Adriano Vannucci. Sonner é designer gráfico.
Ele admite que seu primeiro interesse é visual, mas o parceiro é formado em
cinema pela USP. Isso significa que a forma pode ser mais original e inovadora,
mas os filmes reunidos em Japão Pop não revelam uma menor preocupação
dramatúrgica.
"Japão Pop é o rótulo pelo qual esse novo cinema japonês ganhou
projeção internacional", explica Sonner. "É um cinema de ruptura, feito por
jovens diretores que querem refletir sobre o seu tempo e as novas concepções de
família e sociedade. Mas, do ponto de vista formal, eu não diria que é um cinema
feito contra o anterior, dos grandes mestres. Há um diálogo muito forte do Japão
Pop com as vertentes anteriores." É o que você poderá confirmar a partir desta
quarta-feira e até dia 16 no CCBB. Em Brasília, o mesmo evento será realizado
num formato mais reduzido, de 4 a 16 de julho.
Até por interesse profissional, Sonner foi sempre muito ligado ao design
japonês, só que não ficou nisso. Começou a pesquisar outras formas de criação e
arte do Japão contemporâneo. O cinema foi uma delas e aqui entrou a parceria com
o amigo Vannucci. Quanto mais se enfronhavam nas intenções do novo cinema
japonês, mais os dois tinham vontade de conhecê-lo. Começaram a pensar numa
mostra, mas ela só se viabilizou com a entrada da produtora Carol Ribas. "Foi a
Carol quem fez os contatos diretamente com empresas do Japão para que pudéssemos
trazer esses títulos."
Se você tem interesse em descobrir o que é o Japão Pop, ligue-se nas
datas e não perca programa nenhum. Por exigências contratuais, os filmes não
poderão ganhar sessões adicionais, mesmo que a mostra seja o maior sucesso do
mundo. Sonner espera que seja. "O Japão é um país de cultura milenar que
convive, no dia-a-dia, com o mais avançado desenvolvimento tecnológico. E é uma
sociedade tão competitiva que o Japão é recordista de suicídios. Tudo isso está
representado pelos filmes, que têm personagens, predominantemente, jovens." O
pop não significa, necessariamente ligação com o mangá e o animê, tão
popularizados em todo o mundo, mas alguns filmes baseiam-se nessas formas de
expressão.
Em Ping Pong, de Fumihiro Masuri, estudantes dedicam-se a jogos que
constroem uma metáfora sobre a sociedade. Outro grupo de alunos do ginásio
estabelece relações de dominação e poder em Blue Spring, de Toshiaki
Toyoda. Hush!, de Ryosuke Hashiguchi, investiga, num estilo visual e
dramático completamente diverso do Pedro Almodóvar de Tudo sobre Minha
Mãe, novas (as mesmas?) formas de organização familiar - um par de gays
une-se a uma mulher que quer ter um bebê. As mulheres, justamente, participam
com força total.
Female, coletânea com cinco episódios, mostra mulheres de diferentes
extratos sociais e gerações. Em Tokyo Noir, os episódios são três, que os
diretores Masato Ishioka e Naoto Kumazawa usam para falar de mulheres e sexo. Em
It´s only Talk, de Ryuichi Hiroki, uma mulher deprimida muda de
personalidade para se ajustar aos homens. Em Vibrator, também de Hiroki,
outra mulher, atormentada por vozes internas, embarca numa viagem com um
caminheiro - e as vibrações do caminhão a libertam de suas obsessões, são sua
porta para a salvação. Todos os filmes são inéditos e esse é o motivo pelo qual
um diretor como Kore-Eda Hirokazu, que tem filmes com o perfil do evento, não
integra a programação. Intrigante, particularmente, é Electric Dragon 80.000
V, de Sogo Ishii, sobre a rivalidade de dois sujeitos atingidos por
descargas de eletricidade. O experimentalismo de som e imagem do diretor é, para
aproveitar o embalo, chocante.
Japão Pop - O Novo Cinema Japonês. Hoje, 16 h, Otakus in Love
(2004), de Matsuo Suzuki; 19 h, Hush! (2001), de Ryosuke Hashiguchi.
Amanhã, 16 h, Ping Pong (2002), de Fumihiko Sori Masuri; 19 h, No One´s
Ark (2002), de Nobuhiro Yamashita. Centro Cultural Banco do Brasil (69
lug.). Rua Álvares Penteado, 112, Centro, 3113-3651, metrô Sé e São Bento. 4.ª a
dom. R$ 4 (R$ 8 cinepasse válido para todas as sessões) Até 16/7
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h09
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TECNOLOGIA
Pane do sistema do BB prejudica atendimento
Clientes e usuários do Banco do Brasil foram pegos de
surpresas ontem com uma pane no sistema da instituição, que atrasou o início do
atendimento em várias horas. Durante praticamente toda manhã, todas as agências
da instituição no País tiveram o atendimento paralisado, deixando milhares de
pessoas sem o serviços.
Em Alagoas, as agências do BB registraram um movimento
considerado fraco. Mesmo assim, muitas pessoas esperaram na fila pela volta do
atendimento. Segundo o gerente da agência do BB do Livramento, Alexandre Gomes,
o movimento ontem foi considerado normal, apesar da pane. “A gente acredita que
depois do jogo a tendência é a procura cair”, disse.
Segundo a superintendência do BB em Alagoas, a pane aconteceu
devido a problemas nos computadores da instituição em Brasília, mas garantiu que
o atendimento não foi prejudicado.
O professor Arnaldo Rocha chegou antes das 9h à agência
do Banco do Brasil da Rua do Livramento. Queria efetuar os pagamentos o quanto
antes para não comprometer o horário do jogo do Brasil. Ele foi um dos que
elogiaram a iniciativa da rede bancária em antecipar o horário de abertura.
“Copa do mundo acontece de quatro em quatro anos, e é uma paixão nacional”,
justificou.
Apesar disso, não conseguiu ser atendido devido à pane no
sistema bancário. “Vou ficar esperando um pouco, para não ter que voltar depois
do jogo”, disse.
Já o vendedor Paulo Alves preferiu voltar para casa,
depois de tentar pagar as contas e perceber que o sistema estava fora do ar.
“Vai ficar para amanhã, vou ver o jogo do Brasil”, disse empolgado.
Fonte: Tribuna de Alagoas Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h05
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OFERTA PÚBLICA DO BB
Nova oferta pública de ações do BB dependerá de
momento adequado
Além disso, a nova oferta dependerá, também, do desejo dos
acionistas
SÃO PAULO - O presidente do Banco do Brasil (BB), Rossano
Maranhão, disse nesta quarta-feira que uma nova oferta pública de ações da
instituição financeira, para atender às exigências do Novo Mercado da Bolsa de
Valores de São Paulo (Bovespa), dependerá do momento adequado da bolsa e do
desejo dos acionistas.
Com a oferta finalizada na terça-feira e o exercício dos bônus de subscrição
a ser concluído neste mês, o free float do BB passará a 15%. O Novo Mercado da
Bovespa, porém, exige percentual de 25%.
A instituição terá três anos para se adequar à essa exigência. Na futura
oferta pública, deverão ser vendedores o Tesouro Nacional e a Caixa de
Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).
Apesar de ter vendido parte dos papéis na oferta atual, a Previ ainda detém
12% do capital do banco. O Tesouro venderia uma pequena fatia de ações na
operação concluída ontem, mas desistiu por questões operacionais, uma vez que
precisava fazer uma licitação para contratar um banco coordenador e isso
atrasaria a oferta.
Durante a cerimônia do BB ao Novo Mercado, Maranhão destacou que a estatal
será a companhia de maior valor nesse segmento da Bovespa. Ele afirmou que o
oferecimento de ações foi um "sucesso", apesar do momento adverso do mercado de
capitais. "Isso mostra que a placa Banco do Brasil é forte e que o País merece o
respeito dos investidores." O ingresso no Novo Mercado é realizado no momento em
que a empresa comemora cem anos de presença na Bolsa de Valores.
O presidente da Bolsa, Raymundo Magliano Filho, disse que a operação do BB é
a maior do mercado e deve servir de exemplo aos outros empresários. "A
preocupação do banco em vender ações para investidor pessoa física demonstra o
forte conteúdo democrático da operação", disse.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h03
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OFERTA PÚBLICA DO BB
Demanda por ações do BB supera oferta em 30%
Altamiro Silva Júnior
O Banco do Brasil estréia hoje às 10h no Novo Mercado da Bolsa de Valores de
São Paulo (Bovespa), segmento voltado para empresa com práticas diferenciadas de
governança corporativa. Apesar das condições ruins do mercado, a venda de ações
do banco teve procura 30% maior que oferta e pode render R$ 2,3 bilhões.
Segundo o Valor apurou, a demanda por pessoas físicas surpreendeu e teria
representado um terço da oferta, ou seja, quase R$ 700 milhões. O mercado
esperava baixa adesão dos pequenos investidores, em função da falta de
incentivos para a compra dos papéis, como o uso do FGTS.
Nos grandes investidores, como os fundos de investimento e de pensão, a
tendência é que haja rateio. Segundo uma fonte do mercado, eles devem receber em
torno de 70% da quantidade de papéis que pediram. Já nas pessoas físicas, a
idéia é atender a todos os pedidos, sem rateio.
Assim como ocorreu com as ofertas de ações dos últimos meses, os investidores
estrangeiros também foram a maioria na operação do BB. Cerca de 70% da demanda
veio do exterior (Europa e Estados Unidos).
Um lote complementar, de 6,8 milhões de papéis do banco, deve ser vendido. Já
um outro lote extra, de mais 9 milhões de papéis, citado no prospecto
preliminar, não deve ser ofertado.
Após a operação, a quantidade de ações do BB no mercado ficará em 12,5%. Esse
percentual deve chegar a 15% na sexta-feira, com o fim do período de conversão
dos bônus de subscrição da série "B" em ações ordinárias do Banco do Brasil.
Com o término da operação, a participação acionária da Previ, fundo de pensão
dos funcionários do BB, que era de 13,9%, passou para 12%. Já o BNDESPar, o
braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
(BNDES), reduziu sua fatia no banco de 5,7% para 3,4%. O Tesouro Nacional, que
não vendeu papéis, continua detendo 72,1% do capital do banco. Além da Previ e
da BNDESPar, o outro vendedor das ações foi o próprio BB, com os papéis que
tinha em tesouraria. Com a operação, o banco zerou a quantidade de suas próprias
ações em tesouraria.
Ontem, as ações do Banco do Brasil B movimentaram R$ 83,2 milhões, o maior
volume já negociado pelo banco estatal na Bovespa. Em média, o volume de
negócios dos papéis do Banco do Brasil era de R$ 15 milhões. Os papéis fecharam
em R$ 45,90, mesmo nível do dia anterior. Na oferta de ações, saíram a R$ 43,50,
um desconto de 5% em relação ao fechamento do dia, mas longe da máxima do papel
no ano, de R$ 67.
O Valor procurou o BB e o BB Investimentos, o banco que coordenou a operação,
mas ambos não quiseram comentar a venda de ações, por causa do período de
silêncio imposto pelas regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A
autarquia autorizou a realização da oferta de ações na noite de anteontem.
Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h23
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COOPERATIVISMO
Cooperativas salvam empresas
União é a forma que funcionários
têm para manter empregos, mesmo se a companhia falir
Marina Faleiros
Quando a fabricante de vidros
Firenze acumulou uma dívida de R$ 13 milhões e decidiu que fecharia as portas,
mais de 200 funcionários foram dispensados. Inconformados com o fim do trabalho,
eles decidiram trocar toda a verba de rescisão trabalhista que tinham pelo
ferramental da fábrica e fundar a Cotravic, Cooperativa de Trabalho em Arte,
Vidros e Cristais.
Hoje, seis anos de depois, os funcionários que se
arriscaram para manter o negócio já colhem os frutos do esforço: "Já acertamos
90% da dívida que a empresa tinha, e o menor salário da fábrica é de R$ 894",
conta Edilson Aparecido de Oliveira, presidente da Cotravic.
A estrutura
de trabalho das cooperativas, no entanto, não é fácil de ser trabalhada.
"Primeiro, é preciso primar por uma gestão democrática e, ao mesmo tempo,
eficaz, com pessoas capazes de tomar decisões rápidas, pois se trata de um
negócio que precisa continuar competindo no mercado", explica Fernanda Juvêncio,
advogada e Superintendente da Organização das Cooperativas do Estado de São
Paulo (Ocesp).
Outra questão que ela ressalta é trabalhar a consciência
do trabalhador, que deixa de ser empregado e vira, junto com seus colegas, dono
do negócio: "Isso exige que todos trabalhem para o bem comum, o que muitas vezes
pode significar ficar um tempo sem salário e que não é sempre que se vai cumprir
o horário comercial de trabalho e ir embora."
Os cooperados da Cotravic
sabem bem disso. "Foi difícil mudar a cultura, mas já aceitamos sacrifícios como
ficar sem receber para pagar fornecedores", conta Oliveira. Para ele, até o
clima de trabalho melhorou: "Não existe mais aquela coisa de patrão, temos
liberdade e todos, de mais forma leve, cobram o trabalho do outro."
Na
Cooperlinhas (Cooperativa de Trabalho de Profissionais na Fabricação de Fios e
Linhas para Costura), até mesmo os diretores - que como em toda cooperativa são
eleitos em assembléia - atuam na linha de produção quando necessário. "Todos
fazem de tudo, de varrer o chão até embalar produtos", conta Elias Custódio de
Sousa, um dos cooperados da empresa.
A cooperativa, com 60 pessoas,
também nasceu da adversidade. Os antigos donos da fábrica de linhas, localizada
em Mogi das Cruzes (SP), também tiveram problemas financeiros e encerraram a
produção.
Os funcionários, sem opção de trabalho, já tinham formado uma
cooperativa e toparam o desafio de continuarem a produzir sozinhos. "Não
tínhamos nada, mas conseguimos negociar o aluguel do galpão e do maquinário.
Pagamos conforme a nossa produção, o que ajuda a nos manter", conta
Sousa.
Para se manter em atividade, a Cooperlinhas produz linhas para
outras empresas, que terceirizam a produção com eles. Agora, o sonho dos
cooperados é voltar a ter uma marca para vender no mercado, já que, durante o
processo de falência, a marca que tinham perdeu força e confiabilidade. "Mas
estamos trabalhando e mostrando para o mercado que a fábrica continua operando.
Se tudo der certo, ano que vem lançaremos de novo nossa marca", prevê
Sousa.
Outra intenção é conseguir chamar outros 80 ex-funcionários que
ainda esperam por uma vaga na cooperativa. "Produzíamos 40 toneladas por mês de
linhas. Hoje, só 15. Esperamos crescer e chamar mais 40 pessoas ainda este ano."
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 20h32
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OFERTA PÚBLICA DO BB
Turbulências no mercado reduziram preço da ação do BB em oferta
pública
IVONE PORTES da Folha Online
A fixação do preço da ação do Banco do Brasil
para oferta pública de venda abaixo do valor do mercado demonstra um "esforço do
vendedor" para que a operação seja bem sucedida em um momento de turbulências no
mercado financeiro doméstico e internacional, segundo um analista ouvido pela
Folha Online.
O Banco do Brasil vai vender amanhã em oferta
pública 45.441.459 ações ordinárias ao preço de R$ 43,50 cada, abaixo da cotação
atual na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) e da máxima atingida no
ano.
Ontem, a ação ordinária do banco fechou a R$ 45,90. No dia 5 de
junho, quando o BB iniciou a oferta de 5,6% de suas ações, o papel valia R$ 58.
Neste ano, a cotação máxima atingiu R$ 67,21. Se tivesse sido vendida por esse
valor, o banco poderia levantar R$ 3 bilhões com a oferta, ou cerca de 50% a
mais do que foi obtido.
O papel, entretanto, recuou bastante nas últimas
semanas com as turbulências externas, que levaram a especulações sobre o próprio
sucesso da oferta.
O mercado tem vivido dias de nervosismo desde o começo
de maio quando o Federal Reserve (o BC americano) começou a sinalizar que os
juros nos Estados Unidos continuariam a subir.
De acordo com um
especialista em renda variável, que preferiu não se identificar, em razão das
incertezas no mercado por conta da preocupação com o juro norte-americano, os
investidores institucionais não ofereceram valores altos pela ação do Banco do
Brasil, o que influenciou a formação do preço do papel e beneficiou as pessoas
físicas que participaram da operação.
Na avaliação do analista, quem
participou da oferta da ação do BB, "comprou muito bem", ainda mais porque há a
perspectiva de pagamento de dividendos no valor de R$ 3 por ação ainda neste
ano.
A informação, segundo o mesmo analista, é de que 60% das ações
distribuídas foram destinadas a "assets" (administradoras de recursos), 25% para
"hedge funds" (fundos agressivos), 10% a fundos de investimentos e previdência e
5% para demais investidores.
Fonte: Folha Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h55
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MOBILE BANKING DO BB
Clientes do BB têm novos serviços pelo
celular
Os clientes do Banco do Brasil que fizerem movimentações on-line de débito na
conta corrente ou compras no comércio pelo cartão Ourocard, de valor igual ou
superior a R$ 150, terão os valores confirmadas por meio de mensagem de aviso no
celular do usuário cadastrado no BB. O serviço, que não será tarifado até o dia
31 de agosto próximo, terá um preço mensal de R$ 2,50, independentemente da
quantidade de mensagens
enviadas.
O serviço é mais uma etapa do projeto Mobile Banking do BB, que aposta na
disseminação do uso do celular como o ''banco de bolso'' e se constitui na
terceira onda do atendimento bancário. O envio do ''recibo'' da operação
bancária para o celular do usuário é feito via tecnologia
SMS.
O Banco do Brasil oferece solução de atendimento, relacionamento e negócios
por celular. Atualmente o Brasil tem cerca de 90 milhões, conforme dados da
Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O uso do celular é considerado
uma evolução do atendimento bancário e tem potencial para superar até mesmo o
volume de transações realizadas pela internet.
Fonte: B2B Magazine
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h50
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ECONOMIA SOLIDÁRIA
Conferência discute
avanços da economia solidária no Brasil
A 1ª Conferência Nacional de Economia Solidária, que foi aberta na manhã
desta terça-feira em Brasília pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o
ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reunirá 1.112 delegados de todo o
País para discutir os avanços da economia solidária e a implementação de
políticas para o setor. O encontro vai até quinta-feira.
A economia solidária tem se consolidado como importante alternativa de
inclusão social para milhares de trabalhadores que buscam espaço no mercado. São
mais de 15 mil empreendimentos, entre cooperativas, associações ou administração
de empresas falidas, inserindo mais de 1,25 milhão de pessoas em atividades de
produção de bens e prestação de serviços, consumo e crédito no País.
Durante o encontro, serão discutidos ainda temas como a autogestão de
empresas por trabalhadores, microcrédito por meio de bancos comunitários, redes
de produção solidárias e as organizações associativas e o cooperativismo para a
construção de um modelo econômico de desenvolvimento sustentável, democrático e
socialmente justo.
Fonte: Diário Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h47
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CCBB SÃO PAULO
Filosofia e teatro na programação do
CCBB
O ator Wellington Nogueira e a
filósofa Olgária Matos apresentam, nesta terça-feira, Pensamentos Instigantes
- Filosofia e Arte
SÃO PAULO - O que o filósofo Baruch Espinosa tem a ver
com o teatro? Essa resposta será dada pelo ator e idealizador do grupo Doutores
da Alegria Wellington Nogueira e pela filósofa Olgária Matos no evento
Pensamentos Instigantes - Filosofia e Arte, nesta terça-feira, às 19h30
no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
O encontro tem o objetivo de mostrar, na teoria e na prática, a construção de
um personagem, por isso vai abordar aspectos como o aperfeiçoamento do
intelecto, a substância, a ética e a liberdade de idéias.
Pensamentos Instigantes - Filosofia e Arte. Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB). R. Álvares Penteado, 112. O debate terá mediação do psicólogo
Claudio Bergamo. Informações pelo tel. 3113-3651. Grátis, com retirada de senha
meia hora antes do evento.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h44
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CINEMA NO CCBB
CCBB faz ciclo de cinema japonês contemporâneo
"Japão Pop" exibe 11 longas inéditos no Brasil, feitos entre 2000 e 2005, de
diretores como Ryosuke Hashigushi
Filmes abordam temas caros ao país,
como feminismo, cultura pop, estrutura familiar e modernidade em oposição à
tradição secular
Divulgação
 |
Nao Omori e Shinobu Terashima em
"Vibrator", sobre mulher que acompanha um
caminhoneiro |
BRUNO
YUTAKA SAITO DA REPORTAGEM LOCAL
Dono de uma produção
cinematográfica que nos anos 50 competia em pé de igualdade com EUA e Europa, o
Japão anda tímido, com as prováveis exceções de nomes restritos a cineclubes,
como Takeshi Kitano, ou a DVDs importados, como Kiyoshi Kurosawa.
Não é de estranhar que a busca por identidade e a
decadência sejam alguns dos termos essenciais para entender parte dos 11 filmes
exibidos pela mostra "Japão Pop", que começa amanhã no CCBB. Inédito no Brasil,
este importante ciclo traça um recorte da produção japonesa
contemporânea.
Mais do que renovação ou ousadia formal, "Japão Pop" faz
uma radiografia das contradições que movem os jovens adultos. Se gerações
anteriores viram uma nação devastada e humilhada pela guerra, a atual é
testemunha e filha da crise econômica dos anos 90.
Por isso um dos filmes mais emblemáticos desta seleção é
a irregular comédia "Otakus in Love", de Matsuo Suzuki. O termo "otaku" em
grande parte define a cultura contemporânea do Japão, já que se refere ao grupo
de ávidos consumidores/colecionadores, em particular de mangás e seus
subprodutos, que emergiram nos anos 70. Na trama, dois jovens obcecados por essa
cultura vivem à margem da sociedade tradicional e tentam ficar
juntos.
Já o ótimo "Hush!", de Ryosuke Hashigushi, aborda outra
forma de amor, não menos marginal. Ao contar o encontro do casal gay formado
pelo tímido Katsuhiro e o liberal Naoya com a suicida Asako, "Hush!" extrapola o
rótulo de "cinema gay". Hábil, Hashigushi põe em xeque as estruturas familiares
convencionais, revelando suas fraturas e as novas possibilidades ainda
não-assimiladas.
E, se na vida real a sociedade japonesa ainda é celebre
pelo papel secundário que reserva à mulher, os filmes "Female", "Vibrator" ou
"Tokyo Noir" -que vê o limbo habitado pela mulher trintona que não se casa, ou o
limbo das casas de prostituição com estudantes que exploram o fetiche por
colegiais- lançam reveladores e ousados olhares femininos.
OUTROS DESTAQUES DO
FESTIVAL
"FIREFLY" Dançarina de striptease encontra artesão de cerâmica para
cerimônias religiosas e inicia relação; sex. (19h); 2/7 (16h) e 14/7
(19h)
"NO ONE'S ARK" Casal deixa Tóquio em direção a pequena
cidade para tentar vender uma bebida saudável; qui. (19h); 1º/7 (19h) e 12/7
(16h)
"BLUE SPRING" Adaptação de mangá de Matsumoto Taiyo sobre
grupo de estudantes do ensino secundário; 12/7 (19h); 13/7 (16h); 14/7
(19h)
"IT'S ONLY TALK" Mulher solteira e desempregada, em
depressão, encontra amigos homens; 6/7 (16h) e 8/7 (19h)
ONDE: Centro Cultural Banco do Brasil (r.
Álvares Penteado, 112, tel. 3113-3651) QUANDO: de amanhã a
16/7 QUANTO: R$ 4 Com exceção de "Electric Dragon", os filmes
serão exibidos em película e com legendas eletrônicas em português; programação
completa em www.bb.com.br/cultura
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h54
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CULTURA NO CCBB
fia e teatro em SP
DA REDAÇÃO
O ator Wellington Nogueira, fundador do grupo Doutores da Alegria, e a
filósofa Olgária Matos participam hoje, às 19h30, do quarto encontro da série
"Pensamentos Instigantes - Filosofia e Arte", no Centro Cultural Banco do Brasil
(r. Álvares Penteado, 112, centro, São Paulo, tel. 0/xx/11/3113-3651). Nogueira
e Matos vão discutir a filosofia de Espinosa e sua relação com o personagem de
teatro. A entrada é franca, e as senhas serão distribuídas às 19h.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h51
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INVESTIMENTOS DA PREVI
Merrill Lynch reduz preço-alvo das ações ordinárias da Telemar
SÃO PAULO - O banco de investimentos Merrill Lynch rebaixou o preço-alvo das
ações ordinárias da Telemar de R$ 112,00 para R$ 90,00, diante da perspectiva de
que a recente turbulência do mercado deve dificultar a realização da oferta
secundária de ações necessária para o andamento do processo de reestruturação do
Grupo.
A Merrill Lynch lembrou que, recentemente, a Telemar anunciou a postergação
para o segundo semestre da conclusão da reorganização societária, frente à
previsão anterior fixada em julho, sob o argumento de que algumas pendências
junto à SEC (Securities and Exchange Comission) e à CVM deveriam ser
atendidas.Para o banco, no entanto, há mais por trás do adiamento em questão do
que somente as exigências regulatórias.
O movimento de correção no mercado de renda variável iniciado em maio também
balizou a decisão, julgam os analistas.
Suporte em R$
55,00
Caso o processo de reestruturação não seja levado à
frente, seria razoável ver os papéis ordinários da Telemar caminharem para um
patamar inferior àquele em que vinham negociando anteriormente ao anúncio da
reorganização; ou seja, abaixo de R$ 55,00.
Contudo, a Merrill Lynch
acredita que essa perspectiva parece equivocada, dado o valuation excessivamente
depreciado dos papéis e a possibilidade de venda da empresa. Portanto, o nível
de R$ 55,00 mostra-se como um suporte interessante, enfatiza o banco.
Fonte: Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h45
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A FARRA DOS BANCOS
Juros ao cliente bancário voltam a subir
Taxa anual para pessoa física, que estava em 56,1% anuais em maio, passou
para 56,6% na média até o último dia 12
Turbulência no mercado é
responsabilizada pelo aumento, após taxa ter caído no mês passado para menor
patamar desde 1994
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Os juros cobrados pelos bancos nos empréstimos a pessoas físicas caíram pelo
terceiro mês seguido em maio, segundo levantamento do Banco Central, mas
voltaram a subir no começo deste mês, acompanhando a turbulência no mercado.
No mês passado, os bancos cobravam, em média, 56,1% ao ano nos financiamentos
a pessoas físicas, taxa que, apesar de ainda elevada, é a menor desde que o BC
começou a calculá-la, em julho de 1994. Em abril, a média estava em 57,8%.
Uma parcial fechada pelo BC no último dia 12, porém, já indicava uma nova
alta dos juros, com a taxa média subindo para 56,6% ao ano. O chefe do
Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, atribui a elevação à instabilidade
do mercado financeiro nas últimas semanas, devido às dúvidas dos investidores
quanto ao futuro dos juros praticados nos EUA.
Esse nervosismo provocou um aumento no custo de captação dos bancos, que é a
taxa paga pelas instituições financeiras para tomar empréstimos no mercado. Esse
maior custo foi repassado aos clientes.
Além disso, houve também uma ligeira alta do do chamado "spread" bancário
-diferença entre o custo de captação dos bancos e as taxas pagas pelos clientes.
Entre abril e maio, o "spread" dos empréstimos a pessoas físicas caiu de 43
pontos percentuais para 41,1 pontos, mas chegou a 41,3 pontos nos primeiros 12
dias de junho.
Lopes diz, porém, que a expectativa do BC é que, à medida que a volatilidade
recue, os juros bancários voltem a cair. "Eu espero que a volatilidade diminua
em breve", disse.
Segundo ele, os empréstimos a pessoas físicas são os mais afetados pela crise
porque eles são, em sua quase totalidade, prefixados -ou seja, suas taxas são
fixadas no momento da liberação do empréstimo. Assim, em momentos de nervosismo,
os bancos tendem a elevar um pouco os juros cobrados para se protegerem de
eventuais altas futuras nas taxas praticadas.
No caso dos créditos a empresas, boa parte das operações são pós-fixadas,
corrigidas pelo câmbio ou algum indicador atrelado à Selic. Turbulências no
curto prazo costumam afetar esse tipo de financiamento.
Entre abril e maio, os juros nos empréstimos a pessoas jurídicas recuaram de
30,6% ao ano para 29,7%. Neste mês, a média continuou caindo e ficou em 29,0%
entre os dias 1º e 12.
A Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) diz que a queda dos juros em
maio reflete, "além do corte da taxa Selic de 1,25 ponto percentual de março a
maio deste ano, o aumento sazonal da concessão de operações de crédito com taxas
de juros mais baixas".
Segundo os números do BC, o volume de crédito disponível no país chegou a R$
654,685 bilhões no mês passado -32,6% do PIB (Produto Interno Bruto). Embora
ainda esteja distante da relação observada em outros países, a proporção
crédito/PIB está hoje no nível mais alto desde junho de 2001.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 06h42
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PAUSA NO BBLOG
Nesta segunda-feira estarei em Brasília, participando de reunião do Conselho
de Administração da Cooperforte.
Como viajo ainda neste domingo, somente na terça-feira este BBlog
voltará a ser atualizado.
Enquanto isto, sugiro que se deleitem com a leitura dos sites NordesteWeb, que
traz o melhor do Nordeste e ItaliaOggi, cujo
ponto forte são as notícias e a deliciosa culinária da Itália. É só clicar em
cima do nome do site.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 15h49
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BANQUEIRO PODEROSO
Como o
Opportunity engoliu 5% do Itaú
Fundos de Daniel Dantas elegeram o banco alvo
preferencial
 Por Alexandre
Teixeira
Uma leitura apressada do comunicado ao mercado feito dias
atrás pelo Banco Opportunity fez muita gente pensar que o banqueiro Daniel
Dantas estava a ponto de aparecer em meio às famílias Setubal e Villela na
próxima reunião do Conselho da Itaúsa. Não está. Mas a polêmica instituição
financeira efetivamente abocanhou uma participação acionária relevante na
holding que controla o segundo maior banco privado do País. Cumprindo
determinação da CVM, os fundos de investimento do Opportunity informaram no
último dia 16 que detêm 5% do total de ações preferenciais da Itaúsa – o que,
excluído o bloco das famílias controladoras, os coloca entre os maiores
acionistas da companhia. A gestora de recursos jura de pés juntos que seu
interesse é 100% financeiro e não há nenhuma intenção de alterar a composição do
controle ou a estrutura administrativa do Itaú. Mesmo assim, dado o notório
apetite por negócios e encrencas do Opportunity, o mercado passou a semana
passada especulando sobre o investimento em si e seus possíveis desdobramentos.
Quanto valem esses 5%? O que o grupo de Dantas pode fazer com eles?
Dorio Ferman, presidente do Banco Opportunity e gestor dos fundos em questão,
diverte-se com a polêmica. Diz que vinha comprando as ações “pela qualidade dos
controladores e pelo espetáculo que é a administração do Itaú”. Segundo ele, foi
uma surpresa quando o volume bateu em 5% e foi preciso comunicar ao mercado.
Isso prejudicou sua estratégia. Ferman pretendia comprar mais ações do banco,
por ver nelas um porto seguro para o longo prazo. Agora, ele teme, muita gente
vai se dar conta de que o papel tem excelente custo-benefício.
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Dantas: Comandante do
Opportunity não terá lugar no Conselho da Itaúsa nem influirá na sua gestão. Mas
virou acionista de destaque |
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A posição comprada pelo Opportunity é, sem dúvida, relevante. Os 5% de ações
preferenciais equivalem a 3% do capital da empresa. À cotação de R$ 8,25 a
unidade, valem R$ 867,7 milhões. Mesmo assim, por serem papéis sem direito a
voto, não dão ao banco de Dantas nenhuma chance de ingerência na Itaúsa. “O
controle da holding é muito bem definido, e ninguém tem condições de fazer um
takeover (aquisição do controle societário de uma empresa pela compra
de suas ações no mercado)”, diz Ferman. “Mesmo que pudesse, eu não teria o que
mexer na gestão. É a melhor empresa do Brasil”, entusiasma-se. De acordo com
especialistas, a compra de volumes elevados de ações preferenciais permite, no
limite, a aproximação do investidor com a companhia. Pode render, por exemplo,
uma cadeira no Conselho Fiscal. Mas risco de aquisição hostil realmente não há.
“É um investimento meramente financeiro”, confirma Bruno Pereira, analista de
bancos do UBS.
Para os fundos do Opportunity, os papéis da Itaúsa representam em m´ddia 14%
das carteiras de ações, perdendo apenas para os da Petrobras. "É uma grande
aposta", diz o gestor: "Espero nunca precisar vender; porque esse é o nosso
cofrinho." Ferman pode ser o maior, mas certamente não é o único membro do
fã-clube do Itaúsa. Saulo Sabbá gestor de renda variável da Máxima Asset
Management, também gosta muito dos papéis - e os tem em todos os fundos que
administra. "é como comprar Itaú com um certo desconto (hoje da ordem de 15%)",
justifica. A conta aproximada é a seguinte: se o banco tem hoje R$ 63 bilhões de
valor de mercado, a holdinhg (que tem 47% de seus resultados de lá provenientes)
deveria valer quase R$ 30 bilhões. No entanto, seu valor de mercado está um
pouco abaixo dos R$ 26 bilhões.
Para Sabbá, todo esse falatório sobre Opportunity na Itaúsa pode de fato
estimular a alta do papel. "A leitura do mercado é: Opa!, tem gente grande
comprando." Esse tipo de alerta não costuma ter impacto no dia seguinte - e,
realmente, na segunda-feira 19, o giro dessas ações ficou em R$ 23,14 milhões,
abaixo da média de R$ 30,6 milhões deste primeiro semestre. Mas sinaliza fluxo
positivo de recursos para os papéis. "Você, como investidor, fica mais
confortável, diz Sabbá".
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R$ 867 milhões é o valor de mercado da participação
do Opportunity na Itaúsa
R$ 26 bilhões é o valor
de mercado da holding Itaúsa
Fonte: ISTO É Dinheiro |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 10h05
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