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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
A FARRA DOS BANCOS
Da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:
Crise não freia queda de juro, diz Febraban
Diferentemente das outras crises externas dos últimos anos, a atual
turbulência não vai impedir que o Banco Central continue a baixar os juros nem
fazer com que o país deixe de crescer acima de 3,5%.
As previsões constam da pesquisa mensal de junho da Febraban (Federação
Brasileira de Bancos) feita com os 50 maiores bancos do país. De acordo com o
levantamento, a taxa básica de juros da economia irá fechar o ano em 14,30%, o
que significa uma queda de quase um ponto percentual em relação aos atuais
15,25%.
Já em relação a maio, a pesquisa mostra uma ligeira alta dos juros, já que no
mês anterior a previsão dos bancos era a Selic chegar a dezembro a 14,13%. A
pequena piora nas expectativas, no entanto, não interrompe a trajetória de
redução das taxas.
A pesquisa da Febraban também não indica sinais de estresse no câmbio. Os
bancos acreditam que o dólar esteja valendo R$ 2,21 no final deste ano, um valor
abaixo até da cotação atual da moeda americana. Nas outras crises, o real se
desvalorizou fortemente.
Os bancos também apostam, segundo a pesquisa, que a crise não irá frear o
crescimento da economia. Para os bancos, o PIB irá registrar uma expansão de
3,58% neste ano, o maior resultado do levantamento mensal da Febraban desde
dezembro do ano passado.
Para Roberto Luís Troster, economista-chefe da Febraban, esses números
mostram que o esforço fiscal feito pelo Brasil nos últimos anos valeu a pena.
"Ser responsável na economia é mais barato e ainda compensa", diz Troster.
Segundo Troster, os bancos estão conscientes de que os fundamentos econômicos
no Brasil melhoraram sensivelmente com os ajustes fiscal e das contas externas,
e, por isso, mantiveram as previsões otimistas de antes da turbulência.
A crise, para Troster, tem tudo para se limitar a uma redução nos preços dos
ativos, e por isso a Bolsa tem sido a mais atingida. Mesmo assim, outros países,
como a Turquia, têm sofrido mais do que o Brasil.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h27
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COOPERFORTE: NOVOS CONVÊNIOS EDUCACIONAIS
A Cooperforte assinou recentemente cinco novos convênios, com o objetivo de
estimular e facilitar a formação educacional dos associados,
garantindo descontos nas mensalidades. São novos parceiros da
Cooperforte:
. Colégio Objetivo Santa Mariense - Santa Maria / RS
. Faculdade Integrada de Pernambuco - Recife / PE
. Faculdade Santa Maria - Recife / PE
. Fundação Getúlio Vargas DCN - Porto Alegre / RS
. Universidade Luterana do Brasil ULBRA - convênio nacional
Fonte: Cooperforte
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h42
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A FARRA DOS BANCOS
Bradesco avança 270 posições na lista
O petróleo continuou empurrando a Petrobras para o alto do ranking das 500 maiores do jornal britânico "Financial Times", mas a surpresa brasileira ficou por conta do Bradesco.
O banco avançou nada menos que 270 posições, para a 205ª, o maior salto entre todas as companhias avaliadas, com um valor de mercado de US$ 33,3 bilhões em 31 de março. O rival Itaú veio logo atrás, no 222º lugar, saindo do 324º no ranking anterior, avaliado em US$ 31 bilhões. Na lista setorial de bancos, Bradesco e Itaú ficaram em 38º e 42º , respectivamente.
A fabricante de bebidas AmBev já é a 7ª no seu setor (266ª na classificação geral), à frente da holandesa Heineken e uma posição atrás de sua controladora belga InBev.
A Petrobras, com valor de mercado de US$ 91,2 bilhões, saiu da 113ª posição e agora está entre as 50 maiores, em 48º lugar. A empresa havia pulado 67 posições no ranking anterior e avançou mais 65 neste. É a primeira latino-americana da lista, e está em 8º lugar entre as petrolíferas.
Com a Vale do Rio Doce (117º ) e o Banco do Brasil (362º ), são seis companhias brasileiras no ranking, perfazendo um valor de US$ 257,1 bilhões, ou 1,1% do total. O Brasil ficou 16º entre 35 países.
Fonte: Valor Online
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 12h31
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SCHUMANN: HOMENAGEM DO CCBB-RIO AMANHÃ
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A obra de Schumann em quatro programas
Robert Schumann (1810-1856), um dos grandes nomes da história
da música, será homenageado pelo CCBB Rio no mês em que é lembrado o aniversário
de 150 anos de sua morte. Um panorama da obra do compositor alemão poderá ser
apreciado em quatro concertos no mês de junho, às quartas-feiras, dias 7, 14, 21
e 28, sempre às 12h30 e às 18h30.
O programa, dividido em módulos, é um passeio pela produção
desse gênio do romantismo. O primeiro concerto, Criatividade sem limites,
apresenta música coral, aspecto pouco difundido de sua obra; já o recital
Schumann e a canção (música vocal) mostra um compositor pseudo-ibérico,
trazendo peculiares canções com toques espanhóis; em O dramaturgo musical
(pianística) fica clara a conexão entre as palavras e o pensamento musical de
quem foi considerado um dos mais influentes críticos de música do século XIX; e
1842, o ano da música de câmara, composto por duas obras camerísticas
escritas em períodos diferentes da vida de Schumann.
"As apresentações mostram várias épocas do trabalho do
compositor, desde as obras da juventude até as mais tardias", explica Pablo
Leib, autor do texto do programa do ciclo de apresentações. "Quem não conhece
Schumann terá uma visão muito boa de suas obras - com exceção das dedicadas às
orquestras –, mas os espetáculos também atendem ao público que já gosta do
compositor, pois não é apenas didático e mostra facetas pouco divulgadas de sua
produção".
O regente Julio Moretszohn, à frente do conjunto vocal Calíope
e da pianista Kátia Balossier, chama atenção para os ciclos de canções para
coro, uma produção bastante grande, mas pouco conhecida de Schumann. "Os temas
caros ao romantismo como amor, vida e morte estão presentes nesse espetáculo",
diz o professor de regência coral e música de câmara da Universidade do Rio de
Janeiro (UniRio). "Destaco as Canções para vozes masculinas e Vida
cigana, essa última composta algumas semanas após seu casamento com Clara
Wieck".
O romantismo alemão, nas palavras da pianista Lilian Barretto,
que se apresentará no módulo de música de câmara, "foi um período de rompimento
com as regras do classicismo, uma liberação das normas formais desse gênero.
Homenagear Schumann é sempre bem-vindo. De todos os românticos, ele foi o mais
completo. Um legítimo representante da máxima Sturm und Drang (tempestade
e paixão)", diz.
Os programas trazem ainda a pianista Linda Bustani, os cantores
Carol McDavit (soprano), Luciana Costa e Silva (mezzo), Marcos Thadeu (tenor),
Inácio de Nonno (barítono) e o quarteto formado por Ricardo Amado e Felipe
Prazeres (violinos), Eduardo Pereira (viola) e Hugo Pilger (violoncelo).
Confira a programação:
Schumann e a Canção – Música Vocal
Dia 14 de junho, às 12h30 e às 18h30
Com Carol McDavit (soprano), Luciana Costa e Silva (mezzo
soprano), Marcos Thadeu (tenor), Inácio de Nonno (tenor) e Flávio Augusto
(piano)
Programa :
Spanische Liebeslieder, op. 138
Lieder de Myrthen, op. 25
Spanisches Liederspiel, op. 74
O Dramaturgo Musical – Música Pianística
Dia 21 de junho, às 12h30 e às 18h30
Com Linda Bustani (piano)
Programa:
Waldszenen opus 82
Davidsbündlertanze opus 6
1842, O Ano da Música de Câmara – Música
Camerística
Dia 28 de junho, às 12h30 e às 18h30
Com Ricardo Amado e Felipe Prazeres (violinos), Eduardo Pereira
(viola), Hugo Pilger (violoncelo), Lílian Barretto (piano)
Programa:
Phantasiestücke
Quinteto, op. 44 em mi bemol maior
Leia
artigo
de Pablo Castellar, idealizador do projeto Schumann - 150
Anos
Schumann – 150 Anos de MorteCCBB Rio - Teatro
II Dias 7, 14, 21, e 28, às 12h30 e às 18h30 Ingressos: R$ 10 e R$ 5
(estudantes e maiores de 65 anos) Rua 1º de Março 66. Centro Tel.: (21)
3808- 2020 E-mail: ccbbrio@bb.com.br
Fonte: CCBB |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h46
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MOSTRA DE FILMES CONTUNDENTES NO CCBB-RIO
Nesta véspera de feriado, 14/06, começa uma
mostra de filmes que abrangem um tema contudente na sociedade: Crimes
Políticos no Cinema, será exibido no CCBB carioca.
Serão mostrados
diversos filmes sobre o tema como o clássico “Terra em transe”, o recente “Quase
Irmãos”, “Bens Confiscados” e “Vlado, 30 anos depois”.
Amanhã é a vez do
filme “Veias e vinhos”, às 18h30. Após a sessão, acontecerá um debate com o
diretor João Batista de Andrade, autor de “Vlado”.
A entrada é
franca.
Fonte: ObaOba
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h43
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`CALL CENTER´ DO BB CRIARÁ SEIS MIL EMPREGOS NA BAHIA
O bairro do Comércio testemunhará, nos próximos meses, o
início das operações do novo call center do Banco do Brasil (BB), empreendimento
que vai viabilizar a geração de aproximadamente seis mil postos de trabalho
diretos e indiretos no estado. De acordo com o coordenador geral do Escritório
de Revitalização do Comércio, Marcos Galrão Cidreira, o local para a instalação
do serviço já foi aprovado, sendo que o espaço conta com toda a infra-estrutura
necessária para o desenvolvimento da atividade. "O call center será implantado
no prédio onde funcionava o antigo Banco da Bahia e o Bradesco. Na verdade, é a
junção de dois edifícios, em um total de 11 mil metros quadrados de área",
afirma.
Segundo o diretor da Grenit _ empresa vencedora da licitação
para a operacionalização do projeto na capital baiana _ Olinto Santana, o início
das obras de implantação do sistema depende apenas agora da assinatura do
contrato junto ao banco, acordo que deverá ser formalizado nos próximos dias.
"Uma vez assinado o contrato, começaremos a operar dentro de quatro meses.
Inicialmente, vamos funcionar com 25% da nossa capacidade. Ou seja, nessa
primeira fase, teremos 250 posições de atendimento. Entretanto, no prazo de um
ano, atingiremos nossa capacidade total, que é de 1.100 posições", ressalta
Olinto.
Conforme explica o executivo, o empreendimento vai permitir a
criação de cerca de 2,5 mil empregos diretos na cidade, sendo que, desse
contingente, a empresa ficará responsável pela geração de 2,1 mil vagas,
enquanto que aproximadamente 500 postos de trabalho serão disponibilizados pelo
Banco do Brasil. "Esse projeto tem uma abrangência muito ampla e vai representar
uma forte expansão nas atividades da Grenit. Ultimamente, temos focado nossas
ações no segmento de tecnologia de internet, uma área essencial para as
atividades de qualquer empresa, fundamental principalmente para o aprimoramento
no contato dessas unidades com seus colaboradores, clientes e fornecedores",
acrescenta. Na avaliação do coordenador Marcos Cidreira, a instalação do serviço
no Comércio é estratégico para o processo de revitalização do bairro, além de
trazer algumas vantagens fiscais importantes para o empreendedor. "Instalado no
Comércio, o call center ficará isento do Imposto Predial e Territorial Urbano
(IPTU) e terá um desconto de 60% no pagamento do ISS, que passará de 5% para 2%.
Se fosse em outra área da cidade, não existiriam essas isenções, sendo que ainda
seria difícil encontrar um espaço de grande porte pronto para alugar",
argumenta.
Segundo observa, a região, que durante muitos anos foi o
maior centro financeiro da Bahia, já apresenta uma forte vocação para a
instalação de empreendimentos nessa categoria. "O bairro já conta com quase 15
call center, em atividade. Até o momento, o maior deles é o da Telemar, que
possui 3.370 funcionários, posição que será igualada com a chegada do Banco do
Brasil", avalia. Para Cidreira, a implantação do sistema no local aprovado não
irá exigir uma reforma de grandes proporções, em função da infra-estrutura já
presente nesse ponto. "Esse prédio, que inclusive abrigou o CPD do Bradesco,
apresenta toda logística necessária para receber esse tipo de atividade,
incluindo modernos elevadores e uma central de ar-condicionado. Aliado a isso, o
Comércio oferece ainda todo um leque amplo de serviços para quem deseja
implantar um novo negócio em Salvador. É um verdadeiro shopping a céu aberto,
que já contabiliza hoje 37 agências financeiras, além de três faculdades",
comenta.
Fonte: Partner Report
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h40
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Sindicato devolve imposto sindical
São Paulo - O Sindicato vai devolver a parte que lhe caberia do imposto
sindical (60% do total descontado do holerite) aos bancários sindicalizados.
A cobrança foi imposta pela Justiça, que derrubou uma série de 10 anos
de isenção e resistência dos bancários de São Paulo, Osasco e região, fazendo
com que os bancos descontassem do salário de março o equivalente a um dia de
trabalho de cada funcionário. Do total arrecadado, 60% é destinado aos
sindicatos (do restante, 15% vai à federação, 5% à confederação e 20% ao
Ministério do Trabalho e Emprego, que os repassa para o Fundo de Amparo ao
Trabalhador).
Como proceder – A solicitação para a
devolução do valor será feita exclusivamente pela internet e estará disponível
no dia 5 de julho. No site será preenchido um formulário com informações com
nome, matrícula sindical e a conta bancária na qual o valor será depositado. O
prazo para cadastramento vai de 5 a 14 de julho e o crédito será efetuado até 15
dias úteis após o encerramento deste prazo.
Só os bancários
sindicalizados poderão solicitar a devolução de 60% do valor descontado em março
a título de imposto sindical – no holerite vem discriminado como contribuição
sindical. Bancários que se tornarem sindicalizados até o próximo dia 30 de junho
também estarão aptos a se cadastrar.
Enquanto isso, o Sindicato segue a
luta para acabar com o Imposto Sindical. “Esta taxa serve para manter
entidades de fachada, sem comprometimento com os trabalhadores. São as
mensalidades e contribuições aprovadas democraticamente em assembléias pela
categoria que devem manter os sindicatos”, defende Ivone Maria da Silva,
secretária de finanças do Sindicato.
Como reaver o imposto -
A solicitação para a devolução dos 60% do valor descontado em março
passado, que o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região vai
devolver aos seus associados será feita exclusivamente pela internet. Quem se
sindicalizar até 30 de junho terá direito a fazer o requerimento.
No site
da entidade deve ser preenchido entre os dias 5 e 14 de julho (inclusive aos
sábados e domingos) um formulário com informações como nome, matrícula sindical,
conta corrente e outras. A parte a ser restituída será depositada diretamente
para o bancário, sem complicações e sem filas.
Entenda o Imposto
Sindical Desconto, criado por Getúlio Vargas, ocorre em todo mês de
março e corresponde a um dia de trabalho e tem a seguinte distribuição: 60%
ao Sindicato Parcela que será devolvida integralmente aos sócios 15% à
federação 5% à confederação 20% ao Ministério do Trabalho e Emprego que
faz o repasse ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) Esclarecimento: o
Sindicato não tem como devolver os 40% restantes, pois o percentual é repassado
à federação, à confederação e ao Ministério do Trabalho.
Fonte: SP Bancários
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 22h35
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CCBB Rio apresenta peça do sueco Lars Norén
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CCBB Rio apresenta primeira peça de Lars Norén no
Brasil
A peça Outono e Inverno, de Lars Norén, o maior autor de
teatro da Suécia na atualidade, estréia no CCBB Rio dia 8 de junho com os atores
Laura Cardoso e Sérgio Britto como protagonistas. Primeira montagem de um texto
de Norén no Brasil, o espetáculo tem a assinatura de Eduardo Tolentino de Araújo
na direção e conta com as atrizes Denise Weinberg e Emilia Rey no elenco. "Outono
e Inverno é uma peça sobre o tempo. O texto
é muito bom e tenho o privilégio de poder contar com esse elenco. Tenho o maior
prazer em dirigir o espetáculo", afirma Tolentino.
Na peça, escrita em 1987, Laura Cardoso e Sérgio Britto
encarnam os personagens Margareta e Erik. A falta de amor entre eles afeta
profundamente as filhas do casal, as cinqüentonas Ann e Ewa. "Norén é
extraordinário. Possui uma violência extremamente sueca e ninguém fala dos
dramas familiares como os suecos", afirma Britto, que aponta as conexões da peça
com o texto O Pai, de Auguste Strindberg (1849-1912).
Os figurinos do espetáculo são de Lola Tolentino, o cenário de
Celina Richers e a iluminação de Aurélio de Simone. Hermes Frederico,
idealizador e produtor da montagem, conta que a peça se passa em tempo real e
segue uma linha realista "mas é o tempo interior que comanda a ação
dramática".
Lars Norén, 62 anos, é um dos maiores expoentes do teatro
contemporâneo europeu. A partir dos anos 80, o dramaturgo ganhou notoriedade com
montagens de seus textos, marcados pela presença dos conflitos familiares, em
diversos países da Europa e nos EUA. Diretor artístico do Riksteatern, teatro
nacional da Suécia, é comparado a Henrik Ibsen (1828-1906), Eugene O'Neill
(1888-1953) e Strindberg.
Outono e Inverno CCBB Rio - Teatro I De 8 de junho a 28 de
agosto De quarta a domingo às 19h30 Rua 1º de Março 66.
Centro Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (estudantes e maiores de 65 anos) Tel.:
(21) 3808- 2020 E-mail: ccbbrio@bb.com.br
Fonte: CCBB |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h09
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A Farra dos Bancos
Bancos também precisam ser socialmente responsáveis
Mara Luquet Editora da revista ValorInveste e autora do Guia Valor
Econômico para o Planejamento da Aposentadoria
Certa vez, numa reunião com executivos que discutiam critérios para a
inclusão de empresas numa carteira de sustentabilidade empresarial, alguns dos
presentes estavam incomodados por não ver suas empresas na seleta lista de
responsabilidade social. Para os coordenadores da reunião, não havia muitas
dúvidas de que fabricantes de armas, cigarros e bebidas já perdiam muitos pontos
na partida, pois são produtos que fazem mal à saúde e atentam contra a vida. Mas
nesse momento um dos representantes de uma empresa excluída perguntou: "E
bancos?"
Por essa lógica, os bancos também não deveriam perder muitos
pontos? Ou será que alguém tem dúvida do mal que os "spreads" extorsivos causam
aos brasileiros, para ficar apenas em uma das práticas bancárias?
Depois
de uma semana em que os consumidores comemoraram a vitória no Supremo Tribunal
Federal que obrigou os bancos a também seguir o Código de Defesa do Consumidor,
vale a pena discutir o questionamento desse executivo. Cada vez mais
consumidores e investidores vão ver empresas e bancos exibindo suas práticas
sociais e ambientais. Até mesmo o Banco Santos, que quebrou e
carregava na carteira algumas operações bastante duvidosas, tinha essa bandeira
e um fundo de investimento que direcionava recursos para trabalhos sociais.
Portanto, ter apenas a bandeira não é garantia de rigorosamente nada.
Daí a importância da informação que chega até suas mãos. Uma prática que vem
ganhando adeptos é a publicação do Relatório de Responsabilidade Social junto
com o Relatório Anual.
O maior banco privado do país, o
Bradesco, publica seu relatório social desde 2002. Um
documento muito bem elaborado, em papel reciclado (como em geral são essas
publicações), cuidadosamente editado com informações relevantes sobre o balanço
de suas atividades. Mas se engana quem pensa que encontrará nessas páginas um
rol de benfeitorias da Fundação Bradesco. O Relatório de Responsabilidade Social
é muito mais do que mostrar ações sociais.
No documento, você vai
encontrar, por exemplo, informações de como o Bradesco monitora o seu consumo de
água e luz, quantidade de emissão de lâmpadas de mercúrio e aparas de papel
enviadas para reciclagem ou controle de emissão de CO. Distribuídas pelas cerca
de 150 páginas estão ainda informações sobre promoções de funcionários,
quantidade de mulheres e negros na chefia e contratação de pessoas com
deficiência.
Há ainda um balanço do trabalho do Comitê Executivo de
Prevenção e Detectação à Lavagem de Dinheiro. O banco teve aumento de 42% no
primeiro semestre de 2005 em relação ao mesmo período de 2004 nos processos
abertos para verificação de lavagem de dinheiro. Segundo o relatório, as
informações encaminhadas ao Banco Central relativas a contas de clientes e/ou
situações com indícios da ocorrência de crime de lavagem de dinheiro subiram de
216% em 2005 em relação a 2004.
Exigir que seu banqueiro tenha uma
política dura de combate a práticas de lavagem de dinheiro é uma forma de se
engajar no combate ao crime organizado sem precisar desembolsar um tostão em
caridade. Por isso, entre agora no site do seu banco e leia o Relatório de
Responsabilidade Social. Se ele não publica, peça explicações. Neste documento,
os bancos mostram como tratam seus funcionários, as ações sociais e ambientais
que desenvolvem e, principalmente, prestam contas à sociedade sobre suas
condutas para evitar que práticas nocivas proliferem.
Outra providência
é avaliar a política de concessão de crédito de seu banco. Hoje, o executivo
Sidney Wang, gerente de Risco Sustentável do HSBC para
América do Sul, falará sobre os fundamentos envolvidos na tomada de decisão da
avaliação de crédito das empresas pelos bancos. O evento faz parte do projeto
Eco-Finanças, implementado pela Amigos da Terra em 2000 e financiado pelo Fundo
de Oportunidades Globais do Ministério Britânico das Relações Exteriores desde
dezembro de 2005. A ONG Amigos da Terra quer estimular instituições financeiras
a incorporar critérios socioambientais em suas tomada de decisão.
Falar
mal de banco sempre dá audiência e conquista simpatia. E muitos bancos fazem
pouco para mudar esse cenário. Mas a realidade é que viver numa economia em que
os bancos são saudáveis e socialmente responsáveis é fundamental. Afinal, são
eles que vão ajudar a financiar a produção.
Fonte: Valor Econômico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h53
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Investimentos da Previ
Telemar segue pressionada; acionistas debatem condições da
oferta
As ações da Telemar continuam pressionadas. Os papéis da holding listada do
grupo mostram queda mesmo depois do forte tombo dos últimos pregões. Ontem, as
ordinárias perdiam 2,52%, para R$ 59,95, depois de 296 negócios. As
preferenciais recuavam 2,40%, para R$ 28,50, após 448 transações. O mercado
ficou bastante tenso com as informações do final da semana passada de que tanto
a Previ como o BNDES, dois grandes acionistas da companhia apesar de fora do
controle gestor, estão avaliando a possibilidade de aderirem ao bloco vendedor,
até o momento composto por Andrade Gutierrez, GP Investimentos e Grupo La
Fonte.
A decepção vem do sentimento de ausência de possíveis compradores para a
oferta secundária de ações, por meio da qual o controle da operadora será
pulverizado e parte condicionante para que a reestruturação se concretize. Os
grandes investidores, todos ansiosos por saber quem seriam os possíveis
interessados nos papéis da companhia, passaram a conversar em buscar daquele que
seria o eventual comprador. Como não encontraram, o mercado passou a crer que
talvez os já acionistas BNDES e fundos de pensão pudessem absorver parte da
operação, no lugar de venderem junto, e com isso garantirem a demanda pelos
ativos. Daí, o temor gerado com as declarações de que eles estão interessados em
vender - e não em comprar.
De acordo com fonte ligada à reorganização, no
final desta manhã teve início uma grande reunião no BNDES para que os acionistas
pudessem, todos juntos, discutir as condições dessa operação. Há, em parte
deles, o sentimento de que o atual momento do mercado pode inviabilizar a
reorganização pela falta de demanda pelas ações, caso o preço proposto não seja
revisado para baixo.
Resta saber se os controladores gestores
concordarão com essa visão de parte dos acionistas e aceitarão reduzir o valor
de saída de seus investimentos. O entendimento deste grupo mais pessimista é que
mesmo que Previ e BNDES passem a integrar o bloco vendedor, o total de ações a
ser ofertado no mercado não será ampliado - justamente pelos desafios elevados
já existentes diante do atual mau humor global predominantes nos mercados.
Fonte: Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h48
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NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES DO BB PODE ALCANÇAR ATÉ R$ 3 BILHÕES
Começou ontem o prazo para que investidores interessados em
comprar ações do Banco do Brasil façam suas reservas nas agências ou em
corretoras de valores. A venda dos papéis do banco, cancelada em 2002, desta vez
está garantida por mudanças nas regras que devem assegurar a conclusão do
negócio, dizem analistas.
O objetivo do BB ao vender parte de suas ações
é se adequar às regras da Bolsa de Valores de São Paulo. Pelas normas, as
empresas que pretendem negociar no segmento mais promissor, chamado de Novo
Mercado, devem ter 25% das ações em poder do público (free float, no jargão no
mercado).
Isso não quer dizer que o governo federal vá reduzir seu poder
sobre o maior banco público do país. O Tesouro Nacional é o principal acionista
do BB, com 72,1% das ações.
- As ações do BB são um investimento de
risco, pois por ser estatal, historicamente tem sido usado com fins políticos -
adverte o consultor Mauro Halfeld.
Para quem quer investir a médio e
longo prazo, pode ser uma boa opção, pondera o economista João Augusto Frota
Salles.
Com o negócio, o Banco do Brasil pretende aumentar de 6,8% para
12,3% o total de ações ordinárias em circulação. Como ainda não será suficiente
para atingir os 25%, é possível que novas vendas ocorram.
Em 2002, o
cancelamento ocorreu porque havia limite de 5,6% na participação de
estrangeiros. No início do mês, um decreto presidencial elevou essa fatia para
12,5%. A intenção é aumentar o interesse dos investidores e, conseqüentemente, o
preço das ações para essa oferta pública. Analistas estimam que a operação pode
movimentar R$ 3 bilhões, se houver boa resposta.
Como funciona
O que é
O Banco do Brasil vai oferecer ao público 5,5% do capital
total da instituição, correspondente a 45.441.459 ações ordinárias. Caso haja
muita procura pelas ações, Previ e BNDESPar podem colocar papéis que detêm na
operação e elevar a oferta até 7,5% do capital total.
Quem pode comprar
A oferta do BB tem dois públicos: os investidores de varejo e
os institucionais. No primeiro caso, estão pessoas físicas, jurídicas ou clubes
de investimento com limite de compra em R$ 300 mil cada um. No segundo grupo,
estão os que se dispõem a investir mais, desde que atestem por escrito a
condição de "investidor qualificado" - geralmente, instituições financeiras,
fundos de pensão e outros.
No varejo
O valor do investimento é de R$ 1 mil a R$ 300 mil. Só 20%
das ações do BB em oferta pública estão reservadas a esse tipo de
investidores.
O preço
Será fixado no dia 26 deste mês e vai depender da demanda. A
base para o cálculo é o valor da ação no dia de lançamento da oferta, no dia 5,
que foi R$ 58. Esse processo é chamado de bookbuilding.
O que começa hoje
Desta segunda-feira até o dia 23 de junho, os investidores de
varejo podem começar a fazer reserva das ações que pretendem comprar.
Onde
As reservas podem ser feitas em qualquer agência do BB ou nas
corretoras de valores. Esse processo é importante porque, dependendo da demanda,
poderá haver rateio, que será proporcional ao volume da reserva.
Funcionários e clientes
Metade da oferta do varejo será destinada preferencialmente a
funcionários e clientes do Banco do Brasil.
Condições especiais
Funcionários terão direito a condições especiais de venda,
incluindo um financiamento para pagamento das ações em até 12 parcelas e direito
a usar direitos como licença-prêmio e bônus assiduidade como moeda de troca.
Pagamento
Não será permitido o uso do Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço (FGTS) para a compra das ações, como já ocorreu anteriormente com
Petrobras e Companhia Vale do Rio Doce. Investidores de varejo que não são
funcionários do banco terão de quitar a compra dois dias depois da conclusão da
oferta pública, ou seja, até o dia 30.
O resultado
A conclusão oficial da oferta pública está prevista para o
dia 28, na Bovespa.
Fonte: Partner Report
Saiba +
no site do BB, clicando aqui
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h42
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Economia solidária e comércio justo
Engel Paschoal
De 26 a 29 de junho, realiza-se em Brasília a 1ª Conferência Nacional de
Economia Solidária. Os primeiros a praticarem-na, embora não conhecessem a
expressão, foram os índios de diversas regiões da Terra. O cooperativismo, que
surgiu na Inglaterra em meados do século XIX, também é pioneiro no comércio
justo, que vai além da produção. Ele visa qualidade de vida, de consumo e de
solidariedade entre os cidadãos, promovendo redes de consumidores, com base em
princípios éticos e sustentáveis.
Este tipo de cooperativismo também
promove a criação de redes de comércio a preços justos, para que os benefícios
da produção sejam divididos de maneira mais eqüitativa. O consumo organizado e
consciente permite ainda que se exerça pressão em favor da maior qualidade dos
produtos, da criação de leis mais efetivas e de redes e cadeias que adotam o
comércio justo.
Para Euclides Mance, filósofo e professor do Instituto
de Filosofia da Libertação e membro das Redes de Colaboração Solidária e um dos
principais colaboradores para a implementação dos programas de Economia
Solidária no Brasil, a economia solidária, em sua história mais recente,
apareceu na Europa no final da década de 50 e hoje é praticada por milhares de
comunidades em todo o mundo.
Diz ele que “Na Argentina, por exemplo,
existem Clubes de Troca, que contam com a participação de cerca de 250 mil
pessoas. Toda semana eles fazem uma grande feira e realizam trocas, utilizando
uma moeda criada pela própria comunidade. Aqui no Brasil, temos experiências
parecidas em comunidades de Florianópolis, que criaram a Ecosol; Fortaleza, com
a Palmas; e no Rio de Janeiro, onde usam a moeda Tupi” (Movimento Mídia da Paz,
07/04/03).
Mance explica que a economia solidária parte da organização
do consumo: “A comunidade realiza compras coletivas, permitindo o barateamento
dos preços. Metade dos produtos produzidos nessas localidades é vendida em
cooperativas populares. A longo prazo, a prática da economia solidária
possibilita a criação de um fundo de produtos excedentes e que possibilita o
investimento em novos empreendimentos e na remontagem das cadeias produtivas.
Essa é apenas uma das milhares de outras possibilidades de funcionamento da
economia solidária. De qualquer forma, todas as práticas fazem parte de um
sistema antagônico à lógica do capital”.
Segundo João Roberto Lopes
Pinto, coordenador do Programa de Economia Solidária do Instituto Brasileiro de
Análises Sociais e Econômicas (boletim do Ibase, 12/05/06), a economia solidária
está crescendo no Brasil. Temos mais de 15 mil empreendimentos, reunindo
aproximadamente 1 milhão e 300 mil trabalhadores associados, 70% deles
constituídos a partir da década de 90.
Pinto diz que mapeamento recente,
feito pela Secretaria Nacional de Economia Solidária em parceria com o Fórum
Brasileiro de Economia Solidária (FBES), mostra que “a maior parte dos
empreendimentos solidários tem origem em vínculos comunitários e em relações de
reciprocidade, particularmente no que se refere à composição dos recursos e
patrimônio necessários para iniciar o empreendimento. Além disso, apresentam um
envolvimento com movimentos e ações comunitárias. Ou seja, a dinâmica mesma do
empreendimento tende a impactar o entorno, valorizando e potencializando
recursos materiais e humanos (ali) disponíveis”.
Fonte: O Povo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h37
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Sistemas cooperativos são fundamentais à expansão das microfinanças
Clara Favilla Agência Sebrae de Notícias
As perspectivas e desafios do cooperativismo de crédito em geral e
especificamente do voltado para empreendedores da agricultura familiar, como
instrumento de desenvolvimento socioeconômico, ocuparam espaço especial da
programação do 5º Seminário Banco Central sobre Microfinanças. O evento terminou
na sexta-feira (9), em Recife (PE).
O Secretário de Desenvolvimento
Territorial do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), um dos palestrantes
do seminário, fez um apelo para que maiores e os mais tradicionais sistemas
cooperativos brasileiros (Sicredi, Unicred, Sicoob) façam um movimento mais
forte em direção dos empreendedores rurais e urbanos, principalmente porque têm
facilidade de atuarem como correspondentes de bancos públicos e privados.
O secretário recomendou que os sistemas cooperativos se aliem cada vez
mais ao Sebrae e fortaleçam os laços com a instituição para que os benefícios
dos produtos microfinanceiros possam chegar, de fato, até aos empreendedores
mais carentes. A entrada para valer dos sistemas cooperativas na área de
microfinanças vai potencializar os esforços da rede de cooperativas de
agricultura familiar que, mesmo apresentando grande crescimento, nos últimos
anos, ainda tem muito trabalho pela frente para abranger um número cada vez
maior de empreendedores, principalmente na área rural.
Em 2000, a
Associação do Cooperativismo de Crédito Solidário (Ancosol) reunia 60
cooperativas. Hoje já são mais de 160 e o número de associados supera cem mil.
No ano passado, essas cooperativas da Ancosol repassaram R$ 150 milhões do
Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Este ano o
total pode chegar a R$ 250 milhões. Mesmo com essa expansão, o montante
repassado não chega a 2% dos recursos movimentados pelo programa.
“Todo
o esforço do governo para que o segmento se expanda e se consolide vai se
completar com o engajamento dos grandes sistemas. Isso é indispensável para a
expansão das microfinanças em parcerias com os bancos”, afirmou Humberto
Oliveira.
É preciso também, segundo ele, avançar no marco legal do
cooperativismo. É preciso que seja aprovada, o quanto antes, uma nova lei para o
setor, já em discussão no Congresso. Ela é fundamental para que as cooperativas
de crédito ligadas à agricultura familiar prosperem.
“O presidente Luiz
Inácio Lula da Silva tem o maior interesse na aprovação desse projeto, que é
bastante amplo e inclusivo. O governo está aberto para sugestões. Um grupo de
trabalho dialoga, há quatro meses, com os vários sistemas cooperativos para se
chegar a um entendimento consistente que facilite a sua tramitação”.
Doação
No final do seminário, o diretor de Normas e Organização
do Sistema Financeiro (Dinor) do Banco Central, Alexandre Tombini, e
representando o Sebrae, o gerente Carlos Alberto dos Santos entregaram à Irmã
Auxiliadora, do Instituto Social da Medianeira da Paz, os recursos arrecadados
com o pagamento que os participantes fizeram no ato de inscrição. Depois da
cerimônia de entrega, houve um coquetel de encerramento com a apresentação de um
show folclórico pelo Balé Popular de Recife.
Fonte: Administradores.com.br
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h32
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Presença garantida
Sindicato pode atuar em qualquer processo
trabalhista
O sindicato pode atuar na defesa de todos e quaisquer direitos
individuais e coletivos dos trabalhadores que estejam relacionados ao vínculo
empregatício. O entendimento é do Plenário do Supremo Tribunal Federal que, por
seis votos a cinco, deu provimento ao Recurso Extraordinário do Sindicato dos
Empregados em Estabelecimentos Bancários de Passo Fundo (RS).
Na prática, a decisão do STF é no sentido de que o sindicato
poderá atuar tanto nas ações de conhecimento como na liquidação de sentenças ou
na execução forçada das sentenças.
O relator, ministro Carlos Velloso (já aposentado), votou pelo
provimento total do recurso e foi acompanhado pelos ministros Joaquim Barbosa,
Carlos Ayres Britto, Sepúlveda Pertence, Marco Aurélio e Celso de Mello. À época
em que proferiu seu voto, Velloso ressaltou que a norma constitucional “consagra
hipótese de substituição processual”, ou seja, o sindicato tem legitimação para
defender direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria.
A possibilidade de o sindicato atuar na execução da sentença
trabalhista é, para o ministro Marco Aurélio, a racionalização do processo. “Ao
invés de se ter milhares de processos, tem-se um só.” O ministro explicou que
tudo o que disser respeito ao contrato de trabalho pode ser objeto de atuação do
sindicato, embora isso não afaste a iniciativa concorrente do trabalhador para
defender seus direitos.
Divergência
A divergência, que não prosperou, foi aberta pelo ministro Nelson
Jobim. Ele adotava a posição de que o sindicato não poderia atuar em demandas de
liquidação ou execução de sentença relativa a direitos individuais homogêneos,
na qualidade de substituto processual. Seguiram o entendimento de Jobim os
ministros Cezar Peluso e Eros Grau.
Ao votar nesta segunda-feira (12/6), o ministro Gilmar Mendes, que
havia pedido vista dos autos, decidiu acompanhar o entendimento de Jobim e votou
pela improcedência parcial do recurso. Para Mendes, sempre caberá ao trabalhador
a escolha dos meios mais adequados para fazer valer seus interesses reforçando
sua autonomia para decidir.
“Portanto, a interpretação adequada do artigo 8º, inciso III da
Constituição, a meu ver, deve ser no sentido de preservar tanto a função
constitucional dos sindicatos na proteção dos direitos sociais-trabalhistas como
a autonomia individual do trabalhador na escolha dos mecanismos mais adequados
para a efetivação desses direitos de forma a se estabelecer o grau de
participação necessário para o pleno exercício da cidadania.”
Última a votar, a ministra Ellen Gracie também acompanhou a
divergência.
A ação
O sindicato ajuizou ação contra decisão do Tribunal Superior do
Trabalho na qual se entendeu que o artigo 8º, inciso III da Constituição Federal
não autoriza substituição processual pelo órgão.
Fonte: Consultor Jurídico
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h30
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BBlog de volta
Após a participação no Encontro de Conselheiros da Previ, estou de volta.
Dos fatos ocorridos no segmento bancário neste período, destaco a decisão do
STF que definiu que os clientes bancários são protegidos pelo Código de Defesa
do Consumidor. Este fato tem muita importância e não era por outro motivo que os
bancos estavam tão empenhados em evitar essa decisão.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 14h42
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