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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
Previ
Dirigentes da PREVI tomam posse
Tomaram posse nesta quinta-feira (1°/06) no Rio de
Janeiro, os novos dirigentes da Previ e os que foram reconduzidos ao cargo para
novo mandato. A chapa vendedora das eleições foi a chapa 1 – Unidade na Previ,
que teve o apoio da ANABB.
Estiveram presentes na cerimônia, o presidente da ANABB e conselheiro da
Previ, Valmir Camilo, os diretores da Associação William José Alves Bento,
Denise Vianna, Graça Machado, Emílio Ribas Rodrigues (eleito como suplente do
Conselho Consultivo do Plano 1 da Previ), os conselheiros deliberativos da
ANABB, Cecília Garcez (eleita para Diretoria Executiva da Previ), Romildo
Gouveia Pinto (eleito para o Conselho Consultivo do Plano 1), Mércia
Pimentel (eleita como suplente do Conselho Consultivo do Plano 1), José
Branisso, José Sampaio de Lacerda Junior e Antonio Gonçalves (presidente do
Conselho Deliberativo da Anabb), além representantes do Banco do Brasil, de
outras entidades dos funcionários do BB, de sindicatos e presidentes de diversas
empresas.
Na abertura do evento, o presidente do Conselho Deliberativo da Previ, Aldo
Luiz Mendes, destacou a importância da volta de eleições diretas no Fundo de
Pensão e a criação dos Conselhos Consultivos. Frisou que a responsabilidade pela
gestão deve ser compartilhada entre todos os colegiados. "Nós temos uma máquina
fabulosa em nossas mãos (...). Temos uma responsabilidade muito grande de cuidar
do futuro dessas pessoas", disse, referindo-se aos participantes da Previ.
"O Banco do Brasil está muito tranqüilo com o que vem acontecendo na Previ",
afirmou o presidente do Banco, Rossano Maranhão Pinto. Rossano lembrou ainda que
o Banco completa 200 anos em breve e que têm sido fundamentais a união e o
trabalho de todos.
Eleito para a Diretoria de Seguridade, José Ricardo Sasseron destacou a
"responsabilidade de representar os participantes e as entidades que acreditaram
nas propostas da Chapa". Também chamou a atenção para o fato de tal
responsabilidade extrapolar a própria Previ, uma vez que as propostas da
Instituição têm grande peso no sistema dos fundos de pensão.
Reconduzida à frente da Diretoria de Planejamento, a diretora de
Planejamento, Cecilia Garcez, fez votos de que o resultado financeiro da
Previ"dê frutos para todos e que a gente consiga consolidar essa gestão, que
está sendo muito boa".
Francisco Alexandre também tomou posse e permanece
na Diretoria de Administração. Em seu discurso ressaltou que "este é um momento
importante para a Previ. É um momento de retomada da democracia na Instituição",
referindo-se à volta da eleição direta para os integrantes da Diretoria
Executiva que representam os participantes.
Uma das novidades dessas eleições foi a escolha de integrantes para os
Conselhos Consultivos dos planos de benefícios. Isabel Cristina dos Santos de
Souza, discursou em nome dos integrantes do Conselho Consultivo do Previ Futuro,
e salientou a importância do planejamento para que se obtenha o retorno
necessário para os participantes do Plano.
O presidente da Previ, Sérgio Rosa, falou sobre a gestão do Fundo de Pensão.
"É natural que existam grandes demandas e preocupações. A gente espera é que
desse relacionamento a gente cresça". Sérgio Rosa ressaltou que "nenhuma
instituição vive isolada. Temos que reconhecer o crescimento do sistema de
fundos de pensão (...) Tivemos um aperfeiçoamento importantíssimo da legislação
dos fundos." Com relação aos investimentos, Sérgio Rosa disse que a Previ tem
acrescentado valor à parceria com seus sócios, e que a Instituição investe "na
busca de uma parceria ética em que todos ganhem".
Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h30
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Cassi
Novos diretores e conselheiros tomam posse
Tomaram posse nesta
quarta-feira (31/05), os novos diretores e conselheiros da Cassi. Douglas
Scortegagna assumiu o cargo de diretor de Saúde da Caixa de Assistência no lugar
de Lessivan Pacheco. Na Diretoria de Administração e Finanças tomou posse
Roberto Francisco Casagrande Herdeiro.
Além disso, assumiram também os dois novos membros titulares do Conselho
Deliberativo, Graça Machado e Carlos Eduardo Néri (indicado pelo BB). Os
conselheiros deliberativos suplentes são Maria do Carmo Trivizan e Carlos
Frederico Tadeu Gomes (indicado pelo BB).
No Conselho Fiscal tomaram posse Ana Lúcia Landin (também conselheira
deliberativa da ANABB), Íris Carvalho Silva e Urbano de Moraes Brunoro. Os
suplentes são Décio Bottechia Júnior, Francisco Alves e Silva (Xixico) e Maria
do Céu Brito de Medeiros.
No discurso de posse, Douglas Scortegagna (também conselheiro deliberativo da
ANABB) disse que ser diretor de Saúde da Cassi representa para ele muito mais
que um desafio, um estímulo, pois acredita que trabalhar é o caminho para
superar todas as dificuldades. “Uma responsabilidade a mim e à Chapa 3 [chapa
eleita], delegada por uma extraordinária votação, que faz com que o grande
objetivo seja recuperar a nossa Caixa de Saúde e manter viva, na cabeça de cada
um, a esperança de que, organizados, despojados de paixões político-partidárias,
preocupados em atender, indistintamente, a todas as correntes de pensamento,
seremos tão fortes quanto necessário para vencer esta luta que, a cada dia,
parece tornar-se mais difícil. Mas, com garra e dedicação, privilegiando os
interesses coletivos, não temos a menor dúvida de que iremos conseguir”,
afirmou.
Graça Machado (também diretora de Relações Funcionais, Aposentadoria e
Previdência da ANABB) disse em seu discurso de posse que sonha com uma Cassi
efetiva, duradoura, com forte base de sustentação para seus programas e seu
futuro. “Gostaria de contribuir para esse caminho, para essa realização e para
esse objetivo, alinhado com o importante e necessário apoio do Banco do Brasil.
Pois sei que meu sonho é também o desejo de todos”, ressaltou.
A chapa 3 “Cassi Merece Respeito” foi vencedora das eleições da Cassi.
Douglas Scortegagana, Graça Machado e Maria do Carmo Trivizan integrantes da
Assembléia de Representantes receberam 44,90% (33.410) dos votos dos
funcionários da ativa e 69,55% (9.554) dos aposentados que participaram das
eleições. Os titulares para o Conselho Fiscal Ana Lúcia Landin, Íris Carvalho
Silva e Urbano de Moraes Brunoro e os suplentes Décio Bottechia Júnior,
Francisco Alves e Silva (Xixico) e Maria do Céu Brito de Medeiros receberam
44,12% dos votos dos funcionários da ativa e 68,32%, dos aposentados.
Participaram da eleição, 88.183 associados, o que representa 61,5% dos mais de
143 mil titulares com direito a voto.
Leia na íntegra os discursos da
posse de Douglas Scortegagna , Graça Machado e Ana Landin.
Veja como foi a cerimônia de posse.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h25
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Banqueiro poderoso
Polícia investiga advogados de Dantas
Novos controladores pedem análise
sobre os mais de R$ 20 milhões pagos na gestão do banqueiro na Brasil Telecom
Expedito Filho
Pagamentos milionários a advogados
com missões jurídicas pouco claras durante a gestão do banqueiro Daniel Dantas à
frente da Brasil Telecom estão, agora, sob investigação da Polícia Civil de São
Paulo. Segundo dossiê entregue aos investigadores pelos atuais controladores da
empresa, cinco advogados que prestaram serviços à Brasil Telecom, no período em
que a empresa estava sob a administração do banco Opportunity, receberam mais de
R$ 20 milhões.
Detalhe: os pagamentos foram atestados por notas fiscais
de números de série próximos uns dos outros - o que levanta a possibilidade de
terem sido tiradas em seguida, e não durante a prestação de serviços regulares.
Escritórios que se pronunciaram sobre o caso afirmaram que trabalham de forma
"artesanal" e por isso tiram poucas notas fiscais.
As notas em poder da
polícia paulista, como as expedidas pelo escritório Almeida Castro Advogados
Associados, do advogado Antônio Carlos Almeida Castro, amigo do ex-ministro José
Dirceu, conhecido pelo apelido de Kakay, e pelo escritório Nélio Machado
Advogados, são mensais e todas de valores superiores a R$ 1
milhão.
Apenas para Kakay, os pagamentos somaram R$ 7.987.107. O primeiro
pagamento, a título de honorários advocatícios, foi feito em 25 de agosto de
2004, no valor exato de R$ 1.771.200. O número da nota é 0643. Um mês depois, em
27 de setembro, nova nota emitida para um pagamento no valor R$ 1.771.200. Mesmo
passados mais de 30 dias, o número da nota emitida é ainda muito próximo ao da
nota anterior: 0654. A nota 0667 revela um pagamento no valor de R$ 1.364.650,
feito quase dois meses depois, em 17 de dezembro de 2004. Em 20 de janeiro de
2005, outro pagamento é feito, no valor de R$ 1.364.650. Número da nota:
0671.
"Meu escritório é artesanal e, por isso, emito somente uma média de
duas notas por mês", justificou Kakay. Ele também tem uma justificativa para os
altos valores cobrados, que estariam dentro do que é normalmente fixado por esse
mercado. "Eu cobrei dentro do razoável e todos os impostos foram recolhidos. Li
nos jornais a Carla Cicco (ex-presidente da BrT, aliada de Daniel Dantas) dizer
que a causa era de R$ 1 bilhão. Se eu soubesse, tinha cobrado mais",
ironizou.
"SINCRONIA"
Daniel Dantas contratou Kakay com a
intenção de se aproximar do governo Lula. Em entrevista à revista Veja, no mês
passado, Dantas foi questionado sobre o assunto. "Você confirma que a Brasil
Telecom só conseguiu ter acesso ao dinheiro do BNDES depois de contratar o
advogado Kakay, amigo de José Dirceu?" E Dantas respondeu: "Houve uma sincronia
entre os fatos."
Kakai assegurou ontem que foi contratado para uma
investigação que envolvia um prejuízo de US$ 250 milhões para a BrT, causado
pela venda da Companhia Riograndense de Telecomunicações. Teria cobrado 0,5% do
valor desse suposto prejuízo.
Dantas foi acusado de ter usado o pagamento
a advogados para transferir dinheiro para petistas no governo e assim melhorar
suas relações com a gestão Lula e os fundos de pensão que detinham participação
na BrT. Ele negou, dizendo que "contratos menores" como esses não passavam por
ele, sendo decididos pelo conselho de administração da companhia.
O
escritório Nélio Machado Advogados também emitiu notas para a Brasil Telecom,
mas apenas a partir de março de 2005. E diferentemente de Kakay, que cobrou
apenas a título de honorários advocatícios, no caso do criminalista Nélio
Machado a natureza do serviço prestado seria "assessoria jurídica". Os valores
apresentados também são elevados e as notas são quase seqüenciais.
Outro
escritório, Wilson Mirza e Advogados, emitiu quatro notas fiscais de números
0154, 0155, 0157 e 0159 , no período de março de 2004 a outubro de 2005. No
último pagamento, o valor da nota emitida foi de R$ 1.636.308.
A soma
total dos pagamentos a advogados, de acordo com a notícia-crime, supera R$ 20
milhões. A atual administração da Br-T, nomeada pelos fundos de pensão que a
controlam, não encontrou, segundo o pedido de inquérito, contrapartida que
justificasse esse gasto volumoso.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h17
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O BB e o Novo Mercado
Decreto abre passagem para estrangeiros no BB
O governo está adotando as últimas providências para iniciar
a venda de 7,5% de ações do Banco do Brasil no mercado. Já foi publicado no
Diário Oficial da União decreto do presidente da República autorizando ampliação
do capital estrangeiro no BB do limite atual de 5,6% para 12,5%. Era o que
faltava para que os estrangeiros pudessem participar da venda pública de ações,
que pode acontecer ainda este mês.
Antes disso, o ministro da Fazenda,
Guido Mantega, já havia autorizado o BB a aderir ao Novo Mercado da Bolsa de
Valores de São Paulo (Bovespa), também uma pré-condição para realização do
leilão das ações do banco. A decisão de vender ações do BB foi anunciada pelo
governo no fim de fevereiro.
As ações que serão oferecidas fazem parte do
lote em poder do próprio banco, do Tesouro Nacional, do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômica e Social (BNDES) e Previ - o fundo de pensão dos
funcionários do BB.
Com a venda das ações, vai subir para mais de 14% o
porcentual de papéis do banco negociado no mercado. Hoje o BB tem apenas 6,9% de
ações em poder do público. O restante está nas mãos do Tesouro Nacional,
acionista majoritário com cerca de 72% do capital do banco, Previ e BNDES. Para
aderir ao Novo Mercado da Bovespa, o BB precisará alcançar, ao longo dos
próximos três anos, o porcentual mínimo de 25% das ações negociadas em
Bolsa.
Fonte: Agência Estado
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h15
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Investimentos da Previ
Reestruturada, Embraer estréia segunda-feira no Novo Mercado da
Bovespa
Em comunicado enviado aos investidores, a diretoria da Embraer
informou que recebeu da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorização
para negociar suas novas ações no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo
(Bovespa) e na Bolsa de Valores de Nova York a partir da próxima segunda-feira
(5).
Na ocasião, as atuais ações da Embraer serão substituídas por novas ações,
todas com direito a voto (ordinárias)..
A troca será feita na proporção
de uma ação ordinária para cada papel preferencial ou ordinário.
A
reestruturação societária da fabricante de jatos foi anunciada em janeiro e tem
o objetivo de prover maior liquidez às ações da companhia, bem como garantir
recursos para o financiamento de sua expansão.
Com a nova estrutura, os
atuais controladores, Bozano, Previ e Sistel, terão suas participações
reduzidas, com o controle da companhia passando às mãos do mercado.
Fonte: Último Segundo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h37
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Taxa do BB para consignado do INSS é a menor do mercado no prazo maior
O Banco do Brasil passa a cobrar juros menores nos empréstimos com
consignação em folha de pagamento do Instituto Nacional de Seguridade Social
(INSS) já a partir desta quinta-feira, 1º de junho. Com a decisão, o BB pratica
agora a menor taxa do mercado para os empréstimos contratados com prazo entre 25
e 36 meses: 2,55% ao mês contra os 2,70% cobrados anteriormente.
O Banco reduziu ainda as taxas cobradas nos cheques especiais e cartões de
crédito. As taxas mínimas desses produtos foram reduzidas para 2,25% ao mês e as
máximas para 7,85% ao mês, em vigor também a partir de hoje.
Nos empréstimos para os aposentados e pensionistas do INSS, que têm taxas
escalonadas de acordo com o prazo do contrato, houve ainda redução de 1,5% para
1,4% ao mês nos empréstimos com prazo de até seis meses. As taxas não foram
alteradas nas faixas intermediárias: empréstimos com prazo de sete a 12 meses
continuam com taxa de 2% ao mês. Já nas operações entre 13 e 24 meses a taxa
permanece em 2,4% ao mês.
No início do mês de abril, o BB já havia se antecipado à determinação do
Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) e foi o primeiro banco a acabar
com a cobrança da Taxa de Abertura de Crédito (TAC) nas contratações de
empréstimo consignado em folha para aposentados. O custo da TAC, até então,
tinha um índice referencial de 3,5% do total do financiamento, com valor mínimo
de R$ 10 e máximo de R$ 80.
A linha do Banco do Brasil pode ser contratada por cerca de 19 milhões de
beneficiários da Previdência Social autorizados a tomar o crédito. Desse total,
4,6 milhões de aposentados e pensionista possuem domicílio bancário no Banco do
Brasil e podem receber o valor financiado diretamente em suas contas
correntes.
O saldo em carteira acumulado da linha de crédito para aposentados e
pensionista do BB é de R$ 1,1 bilhão, distribuídos por 822 mil operações - o que
eqüivale a 20% da carteira total do crédito consignado do Banco. Já o saldo dos
contratos ativos é de R$ 795,8 milhões, pulverizados entre 523 mil tomadores. O
valor médio do empréstimo consignado para beneficiários do INSS é de R$ 1,5 mil.
Já a carteira total do crédito consignado do BB, que possui mais de 16 mil
convênios, superou o montante de R$ 5,8 bilhões no final do mês de maio.
Fonte: Canal Rio Claro
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h32
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Canais automatizados lideram no BB
O Banco do Brasil divulgou que as transações efetuadas
por meio dos canais internet, terminais de auto-atendimento, telefone, fax,
central de atendimento, mobile banking (banco de bolso) e POS (point of sale)
representaram 89% das operações bancárias efetuadas por seus clientes, no
primeiro trimestre deste ano. Só o uso do internet banking teve mais de 339
milhões de transações realizadas no período, um crescimento de 16,4% no volume
de operações comparado ao mesmo período do ano passado. O BB anunciou também o
resultado financeiro do primeiro trimestre.
O lucro líquido foi de 3,2 bilhões de reais, o que
representa um aumento de quase 143% sobre o lucro de 965 milhões de reais,
registrado no mesmo período de 2005. O retorno sobre o patrimônio líquido médio
anualizado está em 63% e o lucro por ação em 2,93 reais.
Fonte: Info Corporate
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h30
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BB não se preocupa com sorriso dos seus funcionários
São Paulo – O Banco do Brasil se esforça para propor assuntos absurdos. Além
de propor fim da isonomia, a proposta para a Cassi não tem plano odontológico,
mesmo com um lucro de R$ 4,15 bilhões em 2005 e, recorde de R$ 2,3 bilhões nos
primeiros três meses 2006.
“Apesar de toda esta saúde financeira, o BB
não da sinais de querer atender às tais responsabilidades sócio-ambientais que
tanto anuncia por aí”, afirma o diretor do Sindicato e membro da Comissão de
Empresa, William Mendes.
De acordo com ele, a proposta do banco para a
Cassi discrimina funcionários pós-98, pois quebra a isonomia propondo que o
funcionário novo pague mais que o antigo, além de propor redução do valor que o
BB deve pagar.
Além disto, propõe a quebra da solidariedade, pois
institui co-participação cobrando 20% dos exames médicos. “É importante atentar
que ao estabelecer teto de 8% do salário mensal para o participante, quanto
menor o salário do bancário, maior será a discriminação, pois a tendência de
sempre descontar o teto será daqueles que ganham menos, e também dos que têm
doenças crônicas ou Ler-Dort causadas pelo trabalho na empresa”, disse o
diretor.
"O banco está fazendo justiça ao contrário, ou seja, enquanto um
participante que ganha R$ 5.000 sofre um desconto de 2% ou 3% de seu salário
mensal, um outro que ganhe R$ 1.200 pagará para o mesmo exame 8% do salário",
critica.
Contramão – Segundo o diretor, o Banco do
Brasil segue na contramão até do governo federal. Enquanto o governo institui
pela primeira vez no país uma política nacional de saúde bucal, destinando cerca
de R$ 400 milhões em 2005 no programa Brasil Sorridente, o BB - um banco público
federal, caminha para o programa "funcionário triste", pois até agora não se
dignou em cuidar do sorriso de seus trabalhadores.
"Devemos fazer esta
comparação do descaso do BB com a saúde bucal de seus funcionários com programas
do governo federal para que o banco reveja sua postura, volte atrás com relação
à quebra de isonomia, à cobrança de exames e para que os colegas do banco não
precisem disputar vagas nos 194 centros odontológicos que mal conseguem atender
à imensa população carente do país" completa William.
Fonte: Sindicato dos Bancários - SP
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h28
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Coop-Anabb
A Cooperativa Habitacional da Anabb - Coop-Anabb - tem um novo
presidente: Fernando Alberto de Lacerda.
Lacerda chefiou diversas divisões e departamentos da área tecnológica
do BB, foi Presidente da Cassi e ocupou o cargo hoje denominado Vice-Presidência
de Tecnologia, quando da gestão do Presidente Alcir Calliari no BB.
Desejo sucesso ao Lacerda e acredito que sua passagem pela Coop-Anabb
reverterá em benefício da cooperativa e de seus associados.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h30
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Eleições Previ
Dirigentes da PREVI tomam posse
Em cerimônia realizada nesta quinta-feira, 1/6, no Rio de Janeiro, tomaram posse os novos dirigentes da PREVI e os que foram reconduzidos para novo mandato. Estiveram presentes autoridades, presidentes de diversas empresas, representantes de entidades dos funcionários do Banco do Brasil e de sindicatos, o vice-presidente de Gestão de Pessoas do BB, Luiz Oswaldo Sant´iago, e o vice-presidente de Agronegócios, Ricardo Alves da Conceição. Após a assinatura do livro de posse, representantes dos colegiados da PREVI fizeram discursos e, em sua maioria, enfatizaram a grande responsabilidade de gerir uma instituição que conta com 160 mil participantes.
Na abertura do evento, o presidente do Conselho Deliberativo, Aldo Luiz Mendes, destacou a importância da volta de eleições diretas na PREVI e a criação dos Conselhos Consultivos. Frisou que a responsabilidade pela gestão deve ser compartilhada entre todos os colegiados. "Nós temos uma máquina fabulosa em nossas mãos (...). Temos uma responsabilidade muito grande de cuidar do futuro dessas pessoas", disse, referindo-se aos participantes da PREVI.
"O Banco do Brasil está muito tranqüilo com o que vem acontecendo na PREVI", afirmou o presidente do Banco, Rossano Maranhão Pinto. Rossano lembrou ainda que o Banco completa 200 anos em breve e que têm sido fundamentais a união e o trabalho de todos.
Eleito para a Diretoria de Seguridade, José Ricardo Sasseron destacou a "responsabilidade de representar os participantes e as entidades que acreditaram nas propostas da Chapa". Também chamou a atenção para o fato de tal responsabilidade extrapolar a própria PREVI, uma vez que as propostas da Instituição têm grande peso no sistema dos fundos de pensão.
Reconduzida à frente da Diretoria de Planejamento, a diretora de Planejamento, Cecilia Garcez, fez votos de que o resultado ora obtido "dê frutos para todos e que a gente consiga consolidar essa gestão, que está sendo muito boa".
Francisco Alexandre também tomou posse e permanece na Diretoria de Administração. Em seu discurso ressaltou que "este é um momento importante para a PREVI. É um momento de retomada da democracia na Instituição", referindo-se à volta da eleição direta para os integrantes da Diretoria Executiva que representam os participantes.
Uma das novidades dessas eleições foi a escolha de integrantes para os Conselhos Consultivos dos planos de benefícios. Isabel Cristina dos Santos de Souza, discursou em nome dos participantes do PREVI Futuro, e salientou a importância do planejamento para que se obtenha o retorno necessário para os participantes do Plano.
No final, o presidente da PREVI, Sérgio Rosa, agradeceu a presença de todas as lideranças de entidades sindicais e dos funcionários do Banco do Brasil, bem como dos presidentes e representantes de empresas. Sobre a gestão, Sérgio Rosa disse que "é natural que existam grandes demandas e preocupações. A gente espera é que desse relacionamento a gente cresça". Sérgio Rosa ressaltou que "nenhuma instituição vive isolada. Temos que reconhecer o crescimento do sistema de fundos de pensão (...) Tivemos um aperfeiçoamento importantíssimo da legislação dos fundos." Com relação aos investimentos, Sérgio Rosa disse que a PREVI tem acrescentado valor à parceria com seus sócios, e que a Instituição investe "na busca de uma parceria ética em que todos ganhem".
Clique aqui para ver fotos do evento
Fonte: Previ
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h16
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Eleições Previ
PREVI tem novos
dirigentes Tomam posse nesta quinta, 1/6, os
novos dirigentes da PREVI. O atual presidente, Sérgio Rosa, bem como os
diretores Renato Chaves (Participações) e José Reinaldo Magalhães
(Investimentos) estão tendo o mandato renovado. As indicações para a presidência
e para essas duas diretorias são feitas pelo Banco do Brasil, patrocinador da
PREVI.
A
diretora de Planejamento, Cecilia Garcez, e o diretor de Administração,
Francisco Alexandre também tomam posse. Ambos já eram titulares dessas
diretorias e estão sendo reconduzidos nos cargos pelo voto direto dos
participantes. Na Diretoria de Seguridade, toma posse um novo diretor: José
Ricardo Sasseron, também eleito. A eleição da PREVI foi realizada de 15 a 29 de
maio. A Chapa vencedora, intitulada Unidade na PREVI, contou com 35.209 votos
(37,28% do total dos 94.435 participantes que votaram).
Também tomam posse
conselheiros deliberativos e fiscais além de integrantes dos Conselhos
Consultivos dos planos de benefícios, dois órgãos recém-criados. Esses
colegiados também são compostos por integrantes eleitos pelos participantes e
por membros indicados pelo Banco do Brasil.
Clique
aqui para saber quem tomou posse
Fonte: Previ
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h09
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Eleições Previ
Conheça o resultado da votação dos ativos nos
estados
Divulgamos o resultado da votação dos
funcionários em atividade, por unidade da federação, feita no sistema do Banco
do Brasil. Aposentados e pensionistas votaram via sistema da PREVI, que não
prevê a disponibilização de votos por Estado. A previsão é de que no próximo
pleito essa discriminação também seja possível de ser realizada nos sistemas da
PREVI.
Clique aqui para conhecer o resultado por Estado
Fonte: Previ
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h06
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Eleições Previ
Diretoria eleita da Previ toma posse
nesta quinta
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Os
diretores e conselheiros eleitos da Previ tomam posse nesta quinta-feira, às
17h, no Rio de Janeiro. Antes disso, às 15h, o Conselho Deliberativo se reúne
para nomear o presidente da entidade e homologar as duas diretorias indicadas
pelo banco. |
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| Sérgio Rosa, atual
presidente da Previ, deve ser reconduzido ao cargo, assim como os diretores
Renato Chaves (Participações) e José Reinaldo Magalhães (Investimentos). “A
presidência e essas duas diretorias são indicações do banco, que devem ser
homologadas pelo Conselho. Com a parte patronal, completamos a direção da Previ
para os próximos dois anos”, explica José Ricardo Sasseron, diretor de
Benefícios eleito pelos participantes.
Também Francisco Alexandre
(Administração) e Cecília Garcez (Planejamento) foram eleitos pelos associados e
continuam no cargo que ocupam atualmente. Ao todo, a Chapa 1 - Unidade na Previ
elegeu 19 dirigentes, sendo os três diretores executivos, dois conselheiros
deliberativos, dois ficais e doze conselheiros consultivos dos planos 1 e Previ
Futuro, incluindo titulares e suplentes.
“A expressiva votação que tivemos é
uma responsabilidade a mais para nós. Fomos eleitos com uma plataforma em que o
associado se identificou. Agora vamos batalhar para implementar todas as nossas
propostas”, afirma Francisco Alexandre.
Uma das primeiras medidas da nova
direção será trabalhar para usar parte do superávit acumulado pela Previ para
aumentar o valor dos benefícios dos associados. “Além disso, vamos batalhar para
oferecer financiamento imobiliário para os associados e ampliar os benefícios
dos participantes do Plano 2, conforme nos comprometemos”, ressaltou
Cecília.
Entre
os eleitos para o conselho consultivo do plano Previ Futuro está o diretor do
Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários), Luciano
Oliveira.
Veja
os nomes de todos os eleitos para os conselhos da Previ:
Conselho
Deliberativo
Odali Dias
Cardoso (titular)
Luiz Carlos
Teixeira (suplente)
Conselho Fiscal
Carlos
Alberto Guimarães de Sousa (titular)
Fernanda Carisio
(suplente)
Conselho Consultivo – Plano
1
João Antônio
Maia Filho (titular)
Oswaldo de Assis
Gomes Júnior (suplente)
Romildo Gouveia
Pinto (titular)
Emílio Santiago
Ribas Rodrigues (suplente)
José Paulo Staub
(titular)
Mércia Pimentel
(suplente)
Conselho Consultivo – Previ
Futuro
Humberto
Fernandes de Oliveira (titular)
Pablo Sanches
Braga (suplente)
Isabel Cristina
dos Santos Souza (titular)
Luciano F.
Oliveira (suplente)
Rodrigo Lopes
Britto (titular)
Wagner de Sousa
Nascimento (suplente)
Fonte: SindBancários
(RS) (31.05.2006)
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Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h56
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Eleições Previ
Atual diretoria vence eleição na Previ e Sérgio Rosa segue presidente
Da FolhaNews
O grupo ligado à atual diretoria da Previ (Caixa
de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), maior fundo de pensão do
país, venceu a eleição para renovação parcial da direção do fundo com ampla
margem em relação às demais seis chapas inscritas. Com o resultado, a diretoria
do Banco do Brasil decidiu reconduzir para novo mandato o atual presidente do
fundo, Sérgio Rosa. A escolha do presidente é feita pela diretoria do banco e
independe tecnicamente do resultado da eleição. Rosa fica à frente do fundo até
2010.
A chapa Unidade na Previ recebeu 37,28% dos votos. A segunda chapa
mais votada, Previ Acima de Tudo, registrou 18,81%. Participaram da eleição
94.435 associados e beneficiários do fundo, de um total de quase 160 mil aptos a
votar. Com o resultado, dois dos atuais diretores foram reconduzidos ao cargo.
Francisco Ferreira Alexandre permanece na Diretoria de Administração e Cecília
Mendes Garcez Siqueira segue na Diretoria de Planejamento.
José Ricardo
Sasseron, membro do Conselho Deliberativo, assume a Diretoria de Seguridade da
Previ no lugar de Erik Persson. Os três representam os associados, enquanto os
outros dois membros da diretoria, assim como o presidente, são indicados pelo
Banco do Brasil. A assessoria de imprensa da Previ não soube informar quando
vence o mandato destes diretores.
Além dos representantes da Diretoria
Executiva, foram eleitos um novo membro para o Conselho Deliberativo e outro
para o Conselho Fiscal, com os respectivos suplentes. Os Conselhos Consultivos
dos planos também foram renovados.
Fonte: CorreioWeb (30/05/2006)
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h48
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Vitória da chapa 1 Unidade na Previ
|
Resumo do resultado das eleições da
Previ: | |
|
|
|
Votos pelo Sisbb (votos válidos)
|
Votos dos aposentados pelo 0800 (votos
válidos) |
TOTAL |
|
N° |
% |
N° |
% |
N° |
% |
|
CHAPA 1 - UNIDADE NA PREVI
|
24.482
|
45,10 |
10.727
|
43,88 |
35.209
|
44,72
|
|
CHAPA 2 - NOSSA PREVI |
2.565 |
4,73 |
263 |
1,08 |
2.828 |
3,59
|
|
CHAPA 3 - NAÇÃO BRASIL - PREVI PARA TODOS
|
4.652 |
8,57 |
847 |
3,46 |
5.499 |
6,98
|
|
CHAPA 4 - PREVI ACIMA DE TUDO |
6.163 |
11,35 |
11.596 |
47,43 |
17.759 |
22,56
|
|
CHAPA 5 - RENOVAR PARA O FUTURO |
5.246 |
9,66 |
368 |
1,51 |
5.614 |
7,13
|
|
CHAPA 6 - PREVI PARA OS ASSOCIADOS |
6.087 |
11,21 |
275 |
1,12 |
6.362 |
8,08
|
|
CHAPA 7 - DIGNIDADE E COERÊNCIA NA PREVI
|
5.089 |
9,37 |
371 |
1,52 |
5.460 |
6,94
|
|
TOTAL |
54.284 |
100,00
|
24.447 |
100,00
|
78.731 |
100,00 | | | Fonte:
Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Brasília, às 23h45
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Vitória da chapa 1 Unidade na Previ
A
chapa 1 “Unidade na Previ” foi a vencedora das Eleições da Previ, com 44,72% dos
78.731 dos votos válidos. Na votação pelo Sisbb, a chapa 1 teve 45,10% (24.482)
dos 54.284 votos válidos, o que corresponde a, aproximadamente, quatro vezes o
número de votos da chapa 4 “Previ acima de tudo”, que ficou em segundo lugar,
com 11,35% (6.163).
Quanto à votação dos aposentados, a
chapa 1 teve 43,88% (10.727) dos votos.
Participaram das eleições 94.435
eleitores, sendo 69.728 por meio do Sisbb e 24.707 aposentados votaram pelo
0800. Os votos nulos foram 10.327 (10.167 da ativa e 160 aposentados) e brancos
5.377 (5.277 da ativa e 100 aposentados).
A
chapa 1 Unidade na Previ contou com o apoio da ANABB, pois a Associação acredita
que as propostas da chapa 1 são as mais consistentes em prol dos participantes
do Fundo de Pensão.
Entre as propostas da chapa 1
“Unidade na Previ” estão às ações que propõem mais democracia, o fim do voto de
Minerva e a busca pela garantia do direito dos associados nas decisões da Previ,
como decidir por voto direto a aprovação de balanço, alterações nos estatutos e
nos regulamentos dos planos.
Acesse o site www.chapa1unidadenaprevi.com.br e veja na íntegra as propostas da
chapa 1 e os integrantes da chapa que conquistaram a confiança da maioria dos
eleitores.
(Na próxima nota, acima, veja o
quadro ilustrativo desta nota)
Fonte: Agência Anabb
Escrito por Romildo, em Brasília, às 23h44
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Chapa 1 vence as Eleições PREVI 2006
Com 35.209 votos (37,28% dos votos válidos), a Chapa 1 -
Unidade na PREVI - venceu as Eleições PREVI 2006, encerradas às 18h do dia 29/5.
Veja os números da votação.
| VOTOS POR CHAPA |
| CHAPAS |
VOTOS |
%
|
|
1 -
UNIDADE NA PREVI |
35.209
|
37,28
|
|
2 -
NOSSA PREVI |
2.828
|
2,99
|
|
3 -
NAÇÃO BRASIL - PREVI PARA TODOS |
5.499
|
5,82
|
|
4 -
PREVI ACIMA DE TUDO |
17.759
|
18,81
|
|
5 -
RENOVAR PARA O FUTURO |
5.614
|
5,94
|
|
6 -
PREVI PARA OS ASSOCIADOS |
6.362
|
6,74
|
|
7 -
DIGNIDADE E COERÊNCIA NA PREVI |
5.460
|
5,78
|
|
Brancos |
5.377
|
5,69
|
|
Nulos |
10.327
|
10,94
|
|
TOTAL |
94.435
|
100,00 |
Total de eleitores: 157.703
Fonte: Previ
Escrito por Romildo, em Brasília, às 23h37
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Pausa no BBlog
Nos próximos dias este BBlog voltará a andar em ritmo lento.
É que ainda hoje viajo para Brasília. Na agenda, Assembléia da Coop-Anabb -
onde participo como delegado -, reuniões do Grupo Temático de Previdência e do
Conselho Deliberativo da Anabb, da qual sou conselheiro.
E também assistirei à posse dos novos dirigentes da Cassi, no dia 31,
quarta-feira.
Provavelmente na quinta-feira ainda estarei fora de Curitiba. A
confirmar.
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h24
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Eleições Previ - Novos números
Reta final para a votação da Previ. Encerra-se hoje o processo de
votação.
Não deixe de votar. Se você é funcionário da ativa e ainda não votou, através
do SISBB, poderá fazê-lo utilizando-se dos terminais de auto-atendimento.
Se você é aposentado, pensionista ou contribuinte externo, poderá usar o
telefone.
Desta forma, ainda é possível manifestar sua decisão sobre a Previ nestas
últimas horas.
Vejam os números de hoje da votação, segundo a Previ:
|
ELEIÇÕES PREVI 2006 |
|
Acompanhamento da votação 26/5 a
29/5 |
|
Data |
Hora |
SISBB 79.602 votantes |
0800-729-0808 78.101 votantes |
|
Votos |
% |
Votos |
% |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
29/5 |
11h15 |
68.780 |
86,40 |
23.064 |
29,53 |
|
|
09h15 |
68.246 |
85,73 |
22.550 |
28,87 |
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h18
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Eleições Previ
Ao final do dia de hoje teremos o resultado das eleições na
Previ. Como se sabe, sou candidato a titular do Conselho Consultivo do Plano
1.
Independente do resultado, agradeço desde já, fraternalmente, àqueles que
votaram em meu nome. Fico feliz em saber que tenho tantos amigos - alguns que eu
sequer tive o prazer de conhecer pessoalmente - que me apoiam e aprovam em minha
trajetória.
Pelo voto já fui presidente da AABB de Serra Talhada; Conselheiro da APPD-PE,
atual Sindicato dos Profissionais de Processamento de Dados de Pernambuco;
representante Garef no Paraná (e 4o. mais votado no País); Conselheiro e
Presidente do Conselho do CIN; Conselheiro e Presidente do Conselho da ANABB
e Delegado da Cooperforte no Paraná.
E, na Cassi, trilhei um caminho até agora inédito na história de nossas
entidades: cheguei à Cassi pelo voto (Conselheiro Fiscal), virei representante
do Banco do Brasil (sempre na gestão Calliari) a pedido das entidades de
funcionários, como Diretor e, depois, Presidente e, finalmente, retornei eleito
Conselheiro, tendo sido Vice-Presidente e Presidente do Conselho
Deliberativo.
Atualmente orgulho-me de ser, eleito, Conselheiro de Administração da
Cooperforte e Conselheiro Deliberativo da ANABB.
Assim, tive a satisfação de haver sido escolhido por diversas formas de
eleição: candidaturas individuais ou por chapa; votos coletados nas dependências
do BB, por correio, por terminal eletrônico, por telefone. Por esta trajetória,
então, somente poderia ser agradecido sinceramente ao funcionalismo do Banco do
Brasil.
Mesmo que, repito, não seja eleito hoje para a PREVI. Se eleito, porém,
prometo honrar o mandato como, felizmente, sempre o fiz.
Portanto, desde já obrigado aos companheiros da ativa, aposentados,
pensionistas e contribuintes externos que votaram e ainda estão votando para
definir o futuro da nossa Caixa de Previdência.
Romildo Gouveia Pinto
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h51
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BB tenta se proteger de calote agrícola
VIVALDO DE SOUSA COORDENADOR DE ECONOMIA DA
SUCURSAL DE BRASÍLIA NEY HAYASHI DA CRUZ DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O Banco do Brasil reservou R$ 500 milhões para enfrentar possíveis calotes
nos empréstimos para o setor agrícola. O presidente do BB, Rossano Maranhão,
disse à Folha que a decisão foi tomada devido ao aumento da inadimplência desses
clientes observado no primeiro trimestre deste ano, reflexo das dificuldades de
produtores.
"Fomos afetados, bastante, pelo agronegócio. No ano passado teve seca, além
do próprio comportamento do câmbio e dos preços das "commodities". É claro que o
setor foi afetado, e eu sou afetado pelo agravamento do risco desses clientes",
afirmou Maranhão.
Na quinta-feira passada, o governo anunciou um pacote de medidas para
socorrer os produtores rurais, que envolveu, entre outras coisas, renegociação
de dívidas com o BB.
Na avaliação de Maranhão, porém, não há uma crise nesse setor como um todo.
"Uma boa parte desse segmento está muito bem. O nível de tecnologia no
agronegócio aumentou."
Ainda assim, decidiu-se fazer uma provisão de R$ 500 milhões nas contas do
banco. Provisão é o nome dado à parcela de recursos que uma empresa deixa
reservado para cobrir prejuízos causados por eventuais calotes. Ao todo, os
financiamentos do BB ao setor agrícola somam R$ 37 bilhões.
Segundo Maranhão, porém, as perdas trazidas pela inadimplência nesses
empréstimos não prejudicou o resultado do banco como um todo. No primeiro
trimestre deste ano, o BB lucrou R$ 2,3 bilhões.
Boa parte desse lucro -R$ 1,9 bilhão- foi conseqüência de um procedimento
contábil que permitiu ao BB usar um grande volume de créditos tributários,
instrumento que permite um abatimento nos impostos a serem pagos à Receita.
Maranhão afirmou que a expansão da carteira de crédito colaborou para o bom
desempenho deste começo de ano. Segundo ele, o chamado empréstimo consignado
-cujas parcelas são descontadas diretamente no salário do devedor- é um dos
principais destaques nas operações do banco.
"Num cenário de redução de taxa de juros, essa é uma carteira de varejo de
relevância, porque tem qualidade e tem um retorno adequado se comparado ao risco
da operação."
O presidente do BB afirmou que o papel do banco não é apenas obter lucro e
destacou uma série de ações desenvolvidas nas regiões Norte e Nordeste do país,
como o financiamento a artesãos e apicultores.
Maranhão disse considerar que a crise enfrentada pelo BB devido ao seu
envolvimento nas denúncias do "mensalão" é "uma página virada".
Em suas investigações, a CPI dos Correios apontou irregularidades nos
pagamentos feitos pela Visanet -empresa que tem o BB como sócio- à DNA, agência
de publicidade de Marcos Valério Souza que também prestava serviços ao
banco.
Além disso, as ações do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato
foram colocadas em dúvida. Além de ser apontado como uma pessoa próxima de
Marcos Valério, foram criticados os patrocínios que, na sua gestão, o BB
concedeu a eventos do PT.
Sem citar o nome de Pizzolato, Maranhão disse que o que houve no ano passado
foi um "desvio de conduta" sem relação com a direção do banco como um todo.
Segundo ele, uma auditoria interna foi instalada para apurar as
responsabilidades pelas irregularidades cometidas, mas a investigação ainda não
foi concluída.
O presidente do BB também procurou minimizar as turbulências enfrentadas pelo
mercado. Para Maranhão, o nervosismo da semana passada não deve ter efeitos tão
graves quanto o de crises passadas.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h40
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