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BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo)


Previ

Dirigentes da PREVI tomam posse

Tomaram posse nesta quinta-feira (1°/06) no Rio de Janeiro, os novos dirigentes da Previ e os que foram reconduzidos ao cargo para novo mandato. A chapa vendedora das eleições foi a chapa 1 – Unidade na Previ, que teve o apoio da ANABB.

Estiveram presentes na cerimônia, o presidente da ANABB e conselheiro da Previ, Valmir Camilo, os diretores da Associação William José Alves Bento, Denise Vianna, Graça Machado, Emílio Ribas Rodrigues (eleito como suplente do Conselho Consultivo do Plano 1 da Previ), os conselheiros deliberativos da ANABB, Cecília Garcez (eleita para Diretoria Executiva da Previ), Romildo Gouveia Pinto (eleito para o Conselho Consultivo do Plano 1), Mércia Pimentel (eleita como suplente do Conselho Consultivo do Plano 1), José Branisso, José Sampaio de Lacerda Junior e Antonio Gonçalves (presidente do Conselho Deliberativo da Anabb), além representantes do Banco do Brasil, de outras entidades dos funcionários do BB, de sindicatos e presidentes de diversas empresas.

Na abertura do evento, o presidente do Conselho Deliberativo da Previ, Aldo Luiz Mendes, destacou a importância da volta de eleições diretas no Fundo de Pensão e a criação dos Conselhos Consultivos. Frisou que a responsabilidade pela gestão deve ser compartilhada entre todos os colegiados. "Nós temos uma máquina fabulosa em nossas mãos (...). Temos uma responsabilidade muito grande de cuidar do futuro dessas pessoas", disse, referindo-se aos participantes da Previ.

"O Banco do Brasil está muito tranqüilo com o que vem acontecendo na Previ", afirmou o presidente do Banco, Rossano Maranhão Pinto. Rossano lembrou ainda que o Banco completa 200 anos em breve e que têm sido fundamentais a união e o trabalho de todos.

Eleito para a Diretoria de Seguridade, José Ricardo Sasseron destacou a "responsabilidade de representar os participantes e as entidades que acreditaram nas propostas da Chapa". Também chamou a atenção para o fato de tal responsabilidade extrapolar a própria Previ, uma vez que as propostas da Instituição têm grande peso no sistema dos fundos de pensão.

Reconduzida à frente da Diretoria de Planejamento, a diretora de Planejamento, Cecilia Garcez, fez votos de que o resultado financeiro da Previ"dê frutos para todos e que a gente consiga consolidar essa gestão, que está sendo muito boa".

Francisco Alexandre também tomou posse e permanece na Diretoria de Administração. Em seu discurso ressaltou que "este é um momento importante para a Previ. É um momento de retomada da democracia na Instituição", referindo-se à volta da eleição direta para os integrantes da Diretoria Executiva que representam os participantes.

Uma das novidades dessas eleições foi a escolha de integrantes para os Conselhos Consultivos dos planos de benefícios. Isabel Cristina dos Santos de Souza, discursou em nome dos integrantes do Conselho Consultivo do Previ Futuro, e salientou a importância do planejamento para que se obtenha o retorno necessário para os participantes do Plano.

O presidente da Previ, Sérgio Rosa, falou sobre a gestão do Fundo de Pensão. "É natural que existam grandes demandas e preocupações. A gente espera é que desse relacionamento a gente cresça". Sérgio Rosa ressaltou que "nenhuma instituição vive isolada. Temos que reconhecer o crescimento do sistema de fundos de pensão (...) Tivemos um aperfeiçoamento importantíssimo da legislação dos fundos." Com relação aos investimentos, Sérgio Rosa disse que a Previ tem acrescentado valor à parceria com seus sócios, e que a Instituição investe "na busca de uma parceria ética em que todos ganhem".

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h30
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Cassi

Novos diretores e conselheiros tomam posse

Tomaram posse nesta quarta-feira (31/05), os novos diretores e conselheiros da Cassi. Douglas Scortegagna assumiu o cargo de diretor de Saúde da Caixa de Assistência no lugar de Lessivan Pacheco. Na Diretoria de Administração e Finanças tomou posse Roberto Francisco Casagrande Herdeiro.

Além disso, assumiram também os dois novos membros titulares do Conselho Deliberativo, Graça Machado e Carlos Eduardo Néri (indicado pelo BB). Os conselheiros deliberativos suplentes são Maria do Carmo Trivizan e Carlos Frederico Tadeu Gomes (indicado pelo BB).

No Conselho Fiscal tomaram posse Ana Lúcia Landin (também conselheira deliberativa da ANABB), Íris Carvalho Silva e Urbano de Moraes Brunoro. Os suplentes são Décio Bottechia Júnior, Francisco Alves e Silva (Xixico) e Maria do Céu Brito de Medeiros.

No discurso de posse, Douglas Scortegagna (também conselheiro deliberativo da ANABB) disse que ser diretor de Saúde da Cassi representa para ele muito mais que um desafio, um estímulo, pois acredita que trabalhar é o caminho para superar todas as dificuldades. “Uma responsabilidade a mim e à Chapa 3 [chapa eleita], delegada por uma extraordinária votação, que faz com que o grande objetivo seja recuperar a nossa Caixa de Saúde e manter viva, na cabeça de cada um, a esperança de que, organizados, despojados de paixões político-partidárias, preocupados em atender, indistintamente, a todas as correntes de pensamento, seremos tão fortes quanto necessário para vencer esta luta que, a cada dia, parece tornar-se mais difícil. Mas, com garra e dedicação, privilegiando os interesses coletivos, não temos a menor dúvida de que iremos conseguir”, afirmou.

Graça Machado (também diretora de Relações Funcionais, Aposentadoria e Previdência da ANABB) disse em seu discurso de posse que sonha com uma Cassi efetiva, duradoura, com forte base de sustentação para seus programas e seu futuro. “Gostaria de contribuir para esse caminho, para essa realização e para esse objetivo, alinhado com o importante e necessário apoio do Banco do Brasil. Pois sei que meu sonho é também o desejo de todos”, ressaltou.

A chapa 3 “Cassi Merece Respeito” foi vencedora das eleições da Cassi. Douglas Scortegagana, Graça Machado e Maria do Carmo Trivizan integrantes da Assembléia de Representantes receberam 44,90% (33.410) dos votos dos funcionários da ativa e 69,55% (9.554) dos aposentados que participaram das eleições. Os titulares para o Conselho Fiscal Ana Lúcia Landin, Íris Carvalho Silva e Urbano de Moraes Brunoro e os suplentes Décio Bottechia Júnior, Francisco Alves e Silva (Xixico) e Maria do Céu Brito de Medeiros receberam 44,12% dos votos dos funcionários da ativa e 68,32%, dos aposentados. Participaram da eleição, 88.183 associados, o que representa 61,5% dos mais de 143 mil titulares com direito a voto.

Leia na íntegra os discursos da posse de Douglas Scortegagna Graça Machado e Ana Landin.

Veja como foi a cerimônia de posse.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h25
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Banqueiro poderoso

Polícia investiga advogados de Dantas

Novos controladores pedem análise sobre os mais de R$ 20 milhões pagos na gestão do banqueiro na Brasil Telecom

Expedito Filho

Pagamentos milionários a advogados com missões jurídicas pouco claras durante a gestão do banqueiro Daniel Dantas à frente da Brasil Telecom estão, agora, sob investigação da Polícia Civil de São Paulo. Segundo dossiê entregue aos investigadores pelos atuais controladores da empresa, cinco advogados que prestaram serviços à Brasil Telecom, no período em que a empresa estava sob a administração do banco Opportunity, receberam mais de R$ 20 milhões.

Detalhe: os pagamentos foram atestados por notas fiscais de números de série próximos uns dos outros - o que levanta a possibilidade de terem sido tiradas em seguida, e não durante a prestação de serviços regulares. Escritórios que se pronunciaram sobre o caso afirmaram que trabalham de forma "artesanal" e por isso tiram poucas notas fiscais.

As notas em poder da polícia paulista, como as expedidas pelo escritório Almeida Castro Advogados Associados, do advogado Antônio Carlos Almeida Castro, amigo do ex-ministro José Dirceu, conhecido pelo apelido de Kakay, e pelo escritório Nélio Machado Advogados, são mensais e todas de valores superiores a R$ 1 milhão.

Apenas para Kakay, os pagamentos somaram R$ 7.987.107. O primeiro pagamento, a título de honorários advocatícios, foi feito em 25 de agosto de 2004, no valor exato de R$ 1.771.200. O número da nota é 0643. Um mês depois, em 27 de setembro, nova nota emitida para um pagamento no valor R$ 1.771.200. Mesmo passados mais de 30 dias, o número da nota emitida é ainda muito próximo ao da nota anterior: 0654. A nota 0667 revela um pagamento no valor de R$ 1.364.650, feito quase dois meses depois, em 17 de dezembro de 2004. Em 20 de janeiro de 2005, outro pagamento é feito, no valor de R$ 1.364.650. Número da nota: 0671.

"Meu escritório é artesanal e, por isso, emito somente uma média de duas notas por mês", justificou Kakay. Ele também tem uma justificativa para os altos valores cobrados, que estariam dentro do que é normalmente fixado por esse mercado. "Eu cobrei dentro do razoável e todos os impostos foram recolhidos. Li nos jornais a Carla Cicco (ex-presidente da BrT, aliada de Daniel Dantas) dizer que a causa era de R$ 1 bilhão. Se eu soubesse, tinha cobrado mais", ironizou.

"SINCRONIA"

Daniel Dantas contratou Kakay com a intenção de se aproximar do governo Lula. Em entrevista à revista Veja, no mês passado, Dantas foi questionado sobre o assunto. "Você confirma que a Brasil Telecom só conseguiu ter acesso ao dinheiro do BNDES depois de contratar o advogado Kakay, amigo de José Dirceu?" E Dantas respondeu: "Houve uma sincronia entre os fatos."

Kakai assegurou ontem que foi contratado para uma investigação que envolvia um prejuízo de US$ 250 milhões para a BrT, causado pela venda da Companhia Riograndense de Telecomunicações. Teria cobrado 0,5% do valor desse suposto prejuízo.

Dantas foi acusado de ter usado o pagamento a advogados para transferir dinheiro para petistas no governo e assim melhorar suas relações com a gestão Lula e os fundos de pensão que detinham participação na BrT. Ele negou, dizendo que "contratos menores" como esses não passavam por ele, sendo decididos pelo conselho de administração da companhia.

O escritório Nélio Machado Advogados também emitiu notas para a Brasil Telecom, mas apenas a partir de março de 2005. E diferentemente de Kakay, que cobrou apenas a título de honorários advocatícios, no caso do criminalista Nélio Machado a natureza do serviço prestado seria "assessoria jurídica". Os valores apresentados também são elevados e as notas são quase seqüenciais.

Outro escritório, Wilson Mirza e Advogados, emitiu quatro notas fiscais de números 0154, 0155, 0157 e 0159 , no período de março de 2004 a outubro de 2005. No último pagamento, o valor da nota emitida foi de R$ 1.636.308.

A soma total dos pagamentos a advogados, de acordo com a notícia-crime, supera R$ 20 milhões. A atual administração da Br-T, nomeada pelos fundos de pensão que a controlam, não encontrou, segundo o pedido de inquérito, contrapartida que justificasse esse gasto volumoso.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h17
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O BB e o Novo Mercado

Decreto abre passagem para estrangeiros no BB

O governo está adotando as últimas providências para iniciar a venda de 7,5% de ações do Banco do Brasil no mercado. Já foi publicado no Diário Oficial da União decreto do presidente da República autorizando ampliação do capital estrangeiro no BB do limite atual de 5,6% para 12,5%. Era o que faltava para que os estrangeiros pudessem participar da venda pública de ações, que pode acontecer ainda este mês.

Antes disso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia autorizado o BB a aderir ao Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), também uma pré-condição para realização do leilão das ações do banco. A decisão de vender ações do BB foi anunciada pelo governo no fim de fevereiro.

As ações que serão oferecidas fazem parte do lote em poder do próprio banco, do Tesouro Nacional, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômica e Social (BNDES) e Previ - o fundo de pensão dos funcionários do BB.

Com a venda das ações, vai subir para mais de 14% o porcentual de papéis do banco negociado no mercado. Hoje o BB tem apenas 6,9% de ações em poder do público. O restante está nas mãos do Tesouro Nacional, acionista majoritário com cerca de 72% do capital do banco, Previ e BNDES. Para aderir ao Novo Mercado da Bovespa, o BB precisará alcançar, ao longo dos próximos três anos, o porcentual mínimo de 25% das ações negociadas em Bolsa.

Fonte: Agência Estado



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 16h15
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Investimentos da Previ

Reestruturada, Embraer estréia segunda-feira no Novo Mercado da Bovespa

Em comunicado enviado aos investidores, a diretoria da Embraer informou que recebeu da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorização para negociar suas novas ações no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e na Bolsa de Valores de Nova York a partir da próxima segunda-feira (5).

Na ocasião, as atuais ações da Embraer serão substituídas por novas ações, todas com direito a voto (ordinárias)..

A troca será feita na proporção de uma ação ordinária para cada papel preferencial ou ordinário.

A reestruturação societária da fabricante de jatos foi anunciada em janeiro e tem o objetivo de prover maior liquidez às ações da companhia, bem como garantir recursos para o financiamento de sua expansão.

Com a nova estrutura, os atuais controladores, Bozano, Previ e Sistel, terão suas participações reduzidas, com o controle da companhia passando às mãos do mercado.

Fonte: Último Segundo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h37
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Taxa do BB para consignado do INSS é a menor do mercado no prazo maior

O Banco do Brasil passa a cobrar juros menores nos empréstimos com consignação em folha de pagamento do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) já a partir desta quinta-feira, 1º de junho. Com a decisão, o BB pratica agora a menor taxa do mercado para os empréstimos contratados com prazo entre 25 e 36 meses: 2,55% ao mês contra os 2,70% cobrados anteriormente.

O Banco reduziu ainda as taxas cobradas nos cheques especiais e cartões de crédito. As taxas mínimas desses produtos foram reduzidas para 2,25% ao mês e as máximas para 7,85% ao mês, em vigor também a partir de hoje.

Nos empréstimos para os aposentados e pensionistas do INSS, que têm taxas escalonadas de acordo com o prazo do contrato, houve ainda redução de 1,5% para 1,4% ao mês nos empréstimos com prazo de até seis meses. As taxas não foram alteradas nas faixas intermediárias: empréstimos com prazo de sete a 12 meses continuam com taxa de 2% ao mês. Já nas operações entre 13 e 24 meses a taxa permanece em 2,4% ao mês.

No início do mês de abril, o BB já havia se antecipado à determinação do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) e foi o primeiro banco a acabar com a cobrança da Taxa de Abertura de Crédito (TAC) nas contratações de empréstimo consignado em folha para aposentados. O custo da TAC, até então, tinha um índice referencial de 3,5% do total do financiamento, com valor mínimo de R$ 10 e máximo de R$ 80.

A linha do Banco do Brasil pode ser contratada por cerca de 19 milhões de beneficiários da Previdência Social autorizados a tomar o crédito. Desse total, 4,6 milhões de aposentados e pensionista possuem domicílio bancário no Banco do Brasil e podem receber o valor financiado diretamente em suas contas correntes.

O saldo em carteira acumulado da linha de crédito para aposentados e pensionista do BB é de R$ 1,1 bilhão, distribuídos por 822 mil operações - o que eqüivale a 20% da carteira total do crédito consignado do Banco. Já o saldo dos contratos ativos é de R$ 795,8 milhões, pulverizados entre 523 mil tomadores. O valor médio do empréstimo consignado para beneficiários do INSS é de R$ 1,5 mil. Já a carteira total do crédito consignado do BB, que possui mais de 16 mil convênios, superou o montante de R$ 5,8 bilhões no final do mês de maio.

Fonte: Canal Rio Claro



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h32
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Canais automatizados lideram no BB

O Banco do Brasil divulgou que as transações efetuadas por meio dos canais internet, terminais de auto-atendimento, telefone, fax, central de atendimento, mobile banking (banco de bolso) e POS (point of sale) representaram 89% das operações bancárias efetuadas por seus clientes, no primeiro trimestre deste ano. Só o uso do internet banking teve mais de 339 milhões de transações realizadas no período, um crescimento de 16,4% no volume de operações comparado ao mesmo período do ano passado. O BB anunciou também o resultado financeiro do primeiro trimestre.

O lucro líquido foi de 3,2 bilhões de reais, o que representa um aumento de quase 143% sobre o lucro de 965 milhões de reais, registrado no mesmo período de 2005. O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado está em 63% e o lucro por ação em 2,93 reais.

Fonte: Info Corporate



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h30
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BB não se preocupa com sorriso dos seus funcionários

São Paulo – O Banco do Brasil se esforça para propor assuntos absurdos. Além de propor fim da isonomia, a proposta para a Cassi não tem plano odontológico, mesmo com um lucro de R$ 4,15 bilhões em 2005 e, recorde de R$ 2,3 bilhões nos primeiros três meses 2006.

“Apesar de toda esta saúde financeira, o BB não da sinais de querer atender às tais responsabilidades sócio-ambientais que tanto anuncia por aí”, afirma o diretor do Sindicato e membro da Comissão de Empresa, William Mendes.

De acordo com ele, a proposta do banco para a Cassi discrimina funcionários pós-98, pois quebra a isonomia propondo que o funcionário novo pague mais que o antigo, além de propor redução do valor que o BB deve pagar.

Além disto, propõe a quebra da solidariedade, pois institui co-participação cobrando 20% dos exames médicos. “É importante atentar que ao estabelecer teto de 8% do salário mensal para o participante, quanto menor o salário do bancário, maior será a discriminação, pois a tendência de sempre descontar o teto será daqueles que ganham menos, e também dos que têm doenças crônicas ou Ler-Dort causadas pelo trabalho na empresa”, disse o diretor.

"O banco está fazendo justiça ao contrário, ou seja, enquanto um participante que ganha R$ 5.000 sofre um desconto de 2% ou 3% de seu salário mensal, um outro que ganhe R$ 1.200 pagará para o mesmo exame 8% do salário", critica.

Contramão – Segundo o diretor, o Banco do Brasil segue na contramão até do governo federal. Enquanto o governo institui pela primeira vez no país uma política nacional de saúde bucal, destinando cerca de R$ 400 milhões em 2005 no programa Brasil Sorridente, o BB - um banco público federal, caminha para o programa "funcionário triste", pois até agora não se dignou em cuidar do sorriso de seus trabalhadores.

"Devemos fazer esta comparação do descaso do BB com a saúde bucal de seus funcionários com programas do governo federal para que o banco reveja sua postura, volte atrás com relação à quebra de isonomia, à cobrança de exames e para que os colegas do banco não precisem disputar vagas nos 194 centros odontológicos que mal conseguem atender à imensa população carente do país" completa William.

Fonte: Sindicato dos Bancários - SP



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 08h28
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Coop-Anabb

A Cooperativa Habitacional da Anabb - Coop-Anabb -  tem um novo presidente: Fernando Alberto de Lacerda.

Lacerda chefiou diversas  divisões e departamentos da área tecnológica do BB, foi Presidente da Cassi e ocupou o cargo hoje denominado Vice-Presidência de Tecnologia, quando da gestão do Presidente Alcir Calliari no BB.

Desejo sucesso ao Lacerda e acredito que sua passagem pela Coop-Anabb reverterá em benefício da cooperativa e de seus associados.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h30
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Eleições Previ

Dirigentes da PREVI tomam posse

Em cerimônia realizada nesta quinta-feira, 1/6, no Rio de Janeiro, tomaram posse os novos dirigentes da PREVI e os que foram reconduzidos para novo mandato. Estiveram presentes autoridades, presidentes de diversas empresas, representantes de entidades dos funcionários do Banco do Brasil e de sindicatos, o vice-presidente de Gestão de Pessoas do BB, Luiz Oswaldo Sant´iago, e o vice-presidente de Agronegócios, Ricardo Alves da Conceição. Após a assinatura do livro de posse, representantes dos colegiados da PREVI fizeram discursos e, em sua maioria, enfatizaram a grande responsabilidade de gerir uma instituição que conta com 160 mil participantes.

Na abertura do evento, o presidente do Conselho Deliberativo, Aldo Luiz Mendes, destacou a importância da volta de eleições diretas na PREVI e a criação dos Conselhos Consultivos. Frisou que a responsabilidade pela gestão deve ser compartilhada entre todos os colegiados. "Nós temos uma máquina fabulosa em nossas mãos (...). Temos uma responsabilidade muito grande de cuidar do futuro dessas pessoas", disse, referindo-se aos participantes da PREVI.

"O Banco do Brasil está muito tranqüilo com o que vem acontecendo na PREVI", afirmou o presidente do Banco, Rossano Maranhão Pinto. Rossano lembrou ainda que o Banco completa 200 anos em breve e que têm sido fundamentais a união e o trabalho de todos.

Eleito para a Diretoria de Seguridade, José Ricardo Sasseron destacou a "responsabilidade de representar os participantes e as entidades que acreditaram nas propostas da Chapa". Também chamou a atenção para o fato de tal responsabilidade extrapolar a própria PREVI, uma vez que as propostas da Instituição têm grande peso no sistema dos fundos de pensão.

Reconduzida à frente da Diretoria de Planejamento, a diretora de Planejamento, Cecilia Garcez, fez votos de que o resultado ora obtido "dê frutos para todos e que a gente consiga consolidar essa gestão, que está sendo muito boa".

Francisco Alexandre também tomou posse e permanece na Diretoria de Administração. Em seu discurso ressaltou que "este é um momento importante para a PREVI. É um momento de retomada da democracia na Instituição", referindo-se à volta da eleição direta para os integrantes da Diretoria Executiva que representam os participantes.

Uma das novidades dessas eleições foi a escolha de integrantes para os Conselhos Consultivos dos planos de benefícios. Isabel Cristina dos Santos de Souza, discursou em nome dos participantes do PREVI Futuro, e salientou a importância do planejamento para que se obtenha o retorno necessário para os participantes do Plano.

No final, o presidente da PREVI, Sérgio Rosa, agradeceu a presença de todas as lideranças de entidades sindicais e dos funcionários do Banco do Brasil, bem como dos presidentes e representantes de empresas. Sobre a gestão, Sérgio Rosa disse que "é natural que existam grandes demandas e preocupações. A gente espera é que desse relacionamento a gente cresça". Sérgio Rosa ressaltou que "nenhuma instituição vive isolada. Temos que reconhecer o crescimento do sistema de fundos de pensão (...) Tivemos um aperfeiçoamento importantíssimo da legislação dos fundos." Com relação aos investimentos, Sérgio Rosa disse que a PREVI tem acrescentado valor à parceria com seus sócios, e que a Instituição investe "na busca de uma parceria ética em que todos ganhem".

Clique aqui para ver fotos do evento

Fonte: Previ



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h16
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Eleições Previ

PREVI tem novos dirigentes

Tomam posse nesta quinta, 1/6, os novos dirigentes da PREVI. O atual presidente, Sérgio Rosa, bem como os diretores Renato Chaves (Participações) e José Reinaldo Magalhães (Investimentos) estão tendo o mandato renovado. As indicações para a presidência e para essas duas diretorias são feitas pelo Banco do Brasil, patrocinador da PREVI.

A diretora de Planejamento, Cecilia Garcez, e o diretor de Administração, Francisco Alexandre também tomam posse. Ambos já eram titulares dessas diretorias e estão sendo reconduzidos nos cargos pelo voto direto dos participantes. Na Diretoria de Seguridade, toma posse um novo diretor: José Ricardo Sasseron, também eleito. A eleição da PREVI foi realizada de 15 a 29 de maio. A Chapa vencedora, intitulada Unidade na PREVI, contou com 35.209 votos (37,28% do total dos 94.435 participantes que votaram).

Também tomam posse conselheiros deliberativos e fiscais além de integrantes dos Conselhos Consultivos dos planos de benefícios, dois órgãos recém-criados. Esses colegiados também são compostos por integrantes eleitos pelos participantes e por membros indicados pelo Banco do Brasil.

Clique aqui para saber quem tomou posse

Fonte: Previ



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h09
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Eleições Previ

Conheça o resultado da votação dos ativos nos estados

Divulgamos o resultado da votação dos funcionários em atividade, por unidade da federação, feita no sistema do Banco do Brasil. Aposentados e pensionistas votaram via sistema da PREVI, que não prevê a disponibilização de votos por Estado. A previsão é de que no próximo pleito essa discriminação também seja possível de ser realizada nos sistemas da PREVI.

Clique aqui para conhecer o resultado por Estado

Fonte: Previ



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 19h06
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Eleições Previ

Diretoria eleita da Previ toma posse nesta quinta

Os diretores e conselheiros eleitos da Previ tomam posse nesta quinta-feira, às 17h, no Rio de Janeiro. Antes disso, às 15h, o Conselho Deliberativo se reúne para nomear o presidente da entidade e homologar as duas diretorias indicadas pelo banco.
Sérgio Rosa, atual presidente da Previ, deve ser reconduzido ao cargo, assim como os diretores Renato Chaves (Participações) e José Reinaldo Magalhães (Investimentos). “A presidência e essas duas diretorias são indicações do banco, que devem ser homologadas pelo Conselho. Com a parte patronal, completamos a direção da Previ para os próximos dois anos”, explica José Ricardo Sasseron, diretor de Benefícios eleito pelos participantes.

Também Francisco Alexandre (Administração) e Cecília Garcez (Planejamento) foram eleitos pelos associados e continuam no cargo que ocupam atualmente. Ao todo, a Chapa 1 - Unidade na Previ elegeu 19 dirigentes, sendo os três diretores executivos, dois conselheiros deliberativos, dois ficais e doze conselheiros consultivos dos planos 1 e Previ Futuro, incluindo titulares e suplentes.

“A expressiva votação que tivemos é uma responsabilidade a mais para nós. Fomos eleitos com uma plataforma em que o associado se identificou. Agora vamos batalhar para implementar todas as nossas propostas”, afirma Francisco Alexandre.

Uma das primeiras medidas da nova direção será trabalhar para usar parte do superávit acumulado pela Previ para aumentar o valor dos benefícios dos associados. “Além disso, vamos batalhar para oferecer financiamento imobiliário para os associados e ampliar os benefícios dos participantes do Plano 2, conforme nos comprometemos”, ressaltou Cecília.

Entre os eleitos para o conselho consultivo do plano Previ Futuro está o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários), Luciano Oliveira.

Veja os nomes de todos os eleitos para os conselhos da Previ:


Conselho
Deliberativo


Odali Dias Cardoso (titular)

Luiz Carlos Teixeira (suplente)

 

Conselho Fiscal


Carlos Alberto Guimarães de Sousa (titular)

Fernanda Carisio (suplente)

 

Conselho Consultivo – Plano 1


João Antônio Maia Filho (titular)

Oswaldo de Assis Gomes Júnior (suplente)

Romildo Gouveia Pinto (titular)

Emílio Santiago Ribas Rodrigues (suplente)

José Paulo Staub (titular)

Mércia Pimentel (suplente)

 

Conselho Consultivo – Previ Futuro


Humberto Fernandes de Oliveira (titular)

Pablo Sanches Braga (suplente)

Isabel Cristina dos Santos Souza (titular)

Luciano F. Oliveira (suplente)

Rodrigo Lopes Britto (titular)

Wagner de Sousa Nascimento (suplente)

 

Fonte: SindBancários (RS) (31.05.2006)

 




Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h56
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Eleições Previ

Atual diretoria vence eleição na Previ e Sérgio Rosa segue presidente

Da FolhaNews

O grupo ligado à atual diretoria da Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), maior fundo de pensão do país, venceu a eleição para renovação parcial da direção do fundo com ampla margem em relação às demais seis chapas inscritas. Com o resultado, a diretoria do Banco do Brasil decidiu reconduzir para novo mandato o atual presidente do fundo, Sérgio Rosa. A escolha do presidente é feita pela diretoria do banco e independe tecnicamente do resultado da eleição. Rosa fica à frente do fundo até 2010.

A chapa Unidade na Previ recebeu 37,28% dos votos. A segunda chapa mais votada, Previ Acima de Tudo, registrou 18,81%. Participaram da eleição 94.435 associados e beneficiários do fundo, de um total de quase 160 mil aptos a votar. Com o resultado, dois dos atuais diretores foram reconduzidos ao cargo. Francisco Ferreira Alexandre permanece na Diretoria de Administração e Cecília Mendes Garcez Siqueira segue na Diretoria de Planejamento.

José Ricardo Sasseron, membro do Conselho Deliberativo, assume a Diretoria de Seguridade da Previ no lugar de Erik Persson. Os três representam os associados, enquanto os outros dois membros da diretoria, assim como o presidente, são indicados pelo Banco do Brasil. A assessoria de imprensa da Previ não soube informar quando vence o mandato destes diretores.

Além dos representantes da Diretoria Executiva, foram eleitos um novo membro para o Conselho Deliberativo e outro para o Conselho Fiscal, com os respectivos suplentes. Os Conselhos Consultivos dos planos também foram renovados.
 
Fonte: CorreioWeb (30/05/2006)


Escrito por Romildo, em Curitiba, às 18h48
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Vitória da chapa 1 Unidade na Previ

Resumo do resultado das eleições da Previ:

Votos pelo Sisbb (votos válidos)

Votos dos aposentados pelo 0800 (votos válidos)

TOTAL

%

%

%

CHAPA 1 - UNIDADE NA PREVI

24.482

45,10

10.727

43,88

35.209

44,72

CHAPA 2 - NOSSA PREVI

2.565

4,73

263

1,08

2.828

3,59

CHAPA 3 - NAÇÃO BRASIL - PREVI PARA TODOS

4.652

8,57

847

3,46

5.499

6,98

CHAPA 4 - PREVI ACIMA DE TUDO

6.163

11,35

11.596

47,43

17.759

22,56

CHAPA 5 - RENOVAR PARA O FUTURO

5.246

9,66

368

1,51

5.614

7,13

CHAPA 6 - PREVI PARA OS ASSOCIADOS

6.087

11,21

275

1,12

6.362

8,08

CHAPA 7 - DIGNIDADE E COERÊNCIA NA PREVI

5.089

9,37

371

1,52

5.460

6,94

TOTAL

54.284

100,00

24.447

100,00

78.731

100,00

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Brasília, às 23h45
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Vitória da chapa 1 Unidade na Previ

A chapa 1 “Unidade na Previ” foi a vencedora das Eleições da Previ, com 44,72% dos 78.731 dos votos válidos. Na votação pelo Sisbb, a chapa 1 teve 45,10% (24.482) dos 54.284 votos válidos, o que corresponde a, aproximadamente, quatro vezes o número de votos da chapa 4 “Previ acima de tudo”, que ficou em segundo lugar, com 11,35% (6.163).

Quanto à votação dos aposentados, a chapa 1 teve 43,88% (10.727) dos votos.

Participaram das eleições 94.435 eleitores, sendo 69.728 por meio do Sisbb e 24.707 aposentados votaram pelo 0800. Os votos nulos foram 10.327 (10.167 da ativa e 160 aposentados) e brancos 5.377 (5.277 da ativa e 100 aposentados).

A chapa 1 Unidade na Previ contou com o apoio da ANABB, pois a Associação acredita que as propostas da chapa 1 são as mais consistentes em prol dos participantes do Fundo de Pensão.

Entre as propostas da chapa 1 “Unidade na Previ” estão às ações que propõem mais democracia, o fim do voto de Minerva e a busca pela garantia do direito dos associados nas decisões da Previ, como decidir por voto direto a aprovação de balanço, alterações nos estatutos e nos regulamentos dos planos.

Acesse o site www.chapa1unidadenaprevi.com.br e veja na íntegra as propostas da chapa 1 e os integrantes da chapa que conquistaram a confiança da maioria dos eleitores.

(Na próxima nota, acima, veja o quadro ilustrativo desta nota)

 

Fonte: Agência Anabb



Escrito por Romildo, em Brasília, às 23h44
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Chapa 1 vence as Eleições PREVI 2006

Com 35.209 votos (37,28% dos votos válidos), a Chapa 1 - Unidade na PREVI - venceu as Eleições PREVI 2006, encerradas às 18h do dia 29/5. Veja os números da votação.

VOTOS POR CHAPA
CHAPAS VOTOS %
1 - UNIDADE NA PREVI
35.209
37,28
2 - NOSSA PREVI
2.828
2,99
3 - NAÇÃO BRASIL - PREVI PARA TODOS
5.499
5,82
4 - PREVI ACIMA DE TUDO
17.759
18,81
5 - RENOVAR PARA O FUTURO
5.614
5,94
6 - PREVI PARA OS ASSOCIADOS
6.362
6,74
7 - DIGNIDADE E COERÊNCIA NA PREVI
5.460
5,78
Brancos
5.377
5,69
Nulos
10.327
10,94
TOTAL
94.435
100,00

Total de eleitores: 157.703

Fonte: Previ



Escrito por Romildo, em Brasília, às 23h37
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Pausa no BBlog

Nos próximos dias este BBlog voltará a andar em ritmo lento.

É que ainda hoje viajo para Brasília. Na agenda, Assembléia da Coop-Anabb - onde participo como delegado -, reuniões do Grupo Temático de Previdência e do Conselho Deliberativo da Anabb, da qual sou conselheiro.

E também assistirei à posse dos novos dirigentes da Cassi, no dia 31, quarta-feira.

Provavelmente na quinta-feira ainda estarei fora de Curitiba. A confirmar.



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h24
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Eleições Previ - Novos números

Reta final para a votação da Previ. Encerra-se hoje o processo de votação.

Não deixe de votar. Se você é funcionário da ativa e ainda não votou, através do SISBB, poderá fazê-lo utilizando-se dos terminais de auto-atendimento. Se você é aposentado, pensionista ou contribuinte externo, poderá usar o telefone.

Desta forma, ainda é possível manifestar sua decisão sobre a Previ nestas últimas horas.

Vejam os números de hoje da votação, segundo a Previ:

ELEIÇÕES PREVI 2006
Acompanhamento da votação
26/5 a 29/5
Data
Hora
SISBB
79.602 votantes
0800-729-0808
78.101 votantes
Votos
%
Votos
%
29/5
11h15
68.780
86,40

23.064

29,53
 
09h15
68.246
85,73

22.550

28,87



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 13h18
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Eleições Previ

Ao final do dia de hoje teremos o resultado das eleições na Previ. Como se sabe, sou candidato a titular do Conselho Consultivo do Plano 1.

Independente do resultado, agradeço desde já, fraternalmente, àqueles que votaram em meu nome. Fico feliz em saber que tenho tantos amigos - alguns que eu sequer tive o prazer de conhecer pessoalmente - que me apoiam e aprovam em minha trajetória.

Pelo voto já fui presidente da AABB de Serra Talhada; Conselheiro da APPD-PE, atual Sindicato dos Profissionais de Processamento de Dados de Pernambuco; representante Garef no Paraná (e 4o. mais votado no País); Conselheiro e Presidente do Conselho do CIN; Conselheiro e Presidente do Conselho da ANABB e Delegado da Cooperforte no Paraná.

E, na Cassi, trilhei um caminho até agora inédito na história de nossas entidades: cheguei à Cassi pelo voto (Conselheiro Fiscal), virei representante do Banco do Brasil (sempre na gestão Calliari) a pedido das entidades de funcionários, como Diretor e, depois, Presidente e, finalmente, retornei eleito Conselheiro, tendo sido Vice-Presidente e Presidente do Conselho Deliberativo.

Atualmente orgulho-me de ser, eleito, Conselheiro de Administração da Cooperforte e Conselheiro Deliberativo da ANABB.

Assim, tive a satisfação de haver sido escolhido por diversas formas de eleição: candidaturas individuais ou por chapa; votos coletados nas dependências do BB, por correio, por terminal eletrônico, por telefone. Por esta trajetória, então, somente poderia ser agradecido sinceramente ao funcionalismo do Banco do Brasil.

Mesmo que, repito, não seja eleito hoje para a PREVI. Se eleito, porém, prometo honrar o mandato como, felizmente, sempre o fiz.

Portanto, desde já obrigado aos companheiros da ativa, aposentados, pensionistas e contribuintes externos que votaram e ainda estão votando para definir o futuro da nossa Caixa de Previdência.

Romildo Gouveia Pinto



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 09h51
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BB tenta se proteger de calote agrícola

VIVALDO DE SOUSA
COORDENADOR DE ECONOMIA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
NEY HAYASHI DA CRUZ
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O Banco do Brasil reservou R$ 500 milhões para enfrentar possíveis calotes nos empréstimos para o setor agrícola. O presidente do BB, Rossano Maranhão, disse à Folha que a decisão foi tomada devido ao aumento da inadimplência desses clientes observado no primeiro trimestre deste ano, reflexo das dificuldades de produtores.

"Fomos afetados, bastante, pelo agronegócio. No ano passado teve seca, além do próprio comportamento do câmbio e dos preços das "commodities". É claro que o setor foi afetado, e eu sou afetado pelo agravamento do risco desses clientes", afirmou Maranhão.

Na quinta-feira passada, o governo anunciou um pacote de medidas para socorrer os produtores rurais, que envolveu, entre outras coisas, renegociação de dívidas com o BB.

Na avaliação de Maranhão, porém, não há uma crise nesse setor como um todo. "Uma boa parte desse segmento está muito bem. O nível de tecnologia no agronegócio aumentou."

Ainda assim, decidiu-se fazer uma provisão de R$ 500 milhões nas contas do banco. Provisão é o nome dado à parcela de recursos que uma empresa deixa reservado para cobrir prejuízos causados por eventuais calotes. Ao todo, os financiamentos do BB ao setor agrícola somam R$ 37 bilhões.

Segundo Maranhão, porém, as perdas trazidas pela inadimplência nesses empréstimos não prejudicou o resultado do banco como um todo. No primeiro trimestre deste ano, o BB lucrou R$ 2,3 bilhões.

Boa parte desse lucro -R$ 1,9 bilhão- foi conseqüência de um procedimento contábil que permitiu ao BB usar um grande volume de créditos tributários, instrumento que permite um abatimento nos impostos a serem pagos à Receita.

Maranhão afirmou que a expansão da carteira de crédito colaborou para o bom desempenho deste começo de ano. Segundo ele, o chamado empréstimo consignado -cujas parcelas são descontadas diretamente no salário do devedor- é um dos principais destaques nas operações do banco.

"Num cenário de redução de taxa de juros, essa é uma carteira de varejo de relevância, porque tem qualidade e tem um retorno adequado se comparado ao risco da operação."

O presidente do BB afirmou que o papel do banco não é apenas obter lucro e destacou uma série de ações desenvolvidas nas regiões Norte e Nordeste do país, como o financiamento a artesãos e apicultores.

Maranhão disse considerar que a crise enfrentada pelo BB devido ao seu envolvimento nas denúncias do "mensalão" é "uma página virada".

Em suas investigações, a CPI dos Correios apontou irregularidades nos pagamentos feitos pela Visanet -empresa que tem o BB como sócio- à DNA, agência de publicidade de Marcos Valério Souza que também prestava serviços ao banco.

Além disso, as ações do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato foram colocadas em dúvida. Além de ser apontado como uma pessoa próxima de Marcos Valério, foram criticados os patrocínios que, na sua gestão, o BB concedeu a eventos do PT.

Sem citar o nome de Pizzolato, Maranhão disse que o que houve no ano passado foi um "desvio de conduta" sem relação com a direção do banco como um todo. Segundo ele, uma auditoria interna foi instalada para apurar as responsabilidades pelas irregularidades cometidas, mas a investigação ainda não foi concluída.

O presidente do BB também procurou minimizar as turbulências enfrentadas pelo mercado. Para Maranhão, o nervosismo da semana passada não deve ter efeitos tão graves quanto o de crises passadas.

Fonte: Folha de S. Paulo



Escrito por Romildo, em Curitiba, às 07h40
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