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| BBlog: o BB, seus funcionários e Entidades (Blog do Romildo) |
Pausa no BBlog
Nos próximos dias estarei viajando. Na quinta e na sexta-feiras
estarei no Recife, participando de alguns eventos. Assim, somente na
próxima semana este BBlog voltará a ser atualizado. Então, prezado
associado da Caixa de Previdência, fique com a mensagem da Chapa 1 - Unidade da
Previ. A votação começa na segunda-feira, 15 de maio, e prossegue até o dia 29
do mês.

Para saber
mais clique aqui
Escrito por www.Romildo.com às 16h27
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Mostra no CCBB exibe história dos povos da América
O Centro Cultural Banco do Brasil exibe em São
Paulo, a partir de 16 de maio, a maior exposição já feita no país em torno das
civilizações pré-colombianas nas Américas: "Por Ti América". A mostra já recebeu
mais de um milhão de visitantes desde que foi aberta em outubro, no Rio de
Janeiro, e passou por Brasília. Na capital paulista, a mostra fica em cartaz até
16 de julho.
"Por Ti América" reúne objetos rituais, jóias, marcos e
relíquias de dezenas de povos. Há registros com mais de cinco mil anos, na
América Central, no Caribe e na América do Sul. Hoje, a maioria lembra
imediatamente de incas, maias e astecas, mas muitos outros povos
desenvolveram-se nesse período, entre eles os Chavin, Paracas, Nasca, Vicus, La
Tolita, Tarasca, Huasteca, Diaguita, Mochica, Chimu, Zapoteca, Olmeca, Valdívia,
Marajoara e Mapuche.
"Por Ti América" ocupará todo o prédio do CCBB em
São Paulo, e terá cerca de 250 peças vindas de nove Museus e instituições de
seis países da América --Brasil, Chile, Colômbia, Guatemala, México e Peru.
A mostra, que estreou no Rio em outubro e seguiu para Brasília antes de
São Paulo, é coordenada por Alex Peirano Chacon (designer, que assinou, em 2004,
a exposição sobre os índios Ticuna também no CCBB). A curadoria é da arqueóloga
da USP Marcia Arcuri.
Mostra
Um corte em quatro grandes
regiões foi o recurso da mostra para reunir sob cinco temas a imensa área de
abrangência das populações pré-colombianas: Mesoamérica, Andes, Circuncaribe e
Terras Baixas da América do Sul --essa última abrange as regiões amazônicas
brasileiras.
Os módulos temáticos (Cosmovisão, Vida em Sociedade e
Assentamento, Sociedade e Religião, Política e Sociedade, Sociedade e
Comunicação = Linguagem) e as quatro regiões são os dois eixos que se
entrecruzam na montagem da exposição. Dentro de cada módulo estarão
representados povos das quatro regiões.
Antes de mergulhar nos módulos
em si, que passam por mitos de criação, pelo desenvolvimento tecnológico e
cultural e falam da importância dos registros, o visitante percorre um espaço de
introdução à arqueologia das Américas --cronologia, diversidade de
assentamentos, ocupações realizadas.
POR TI
AMÉRICA Quando: 16 de maio a 16 de julho. De terça a domingo, 10h
às 21h Onde: Centro Cultural Banco Do Brasil (rua Álvares Penteado,
112, Centro. Tel 0/xx/11/3113-3651) Quanto: Entrada franca
Fonte: Folha Online
Escrito por www.Romildo.com às 14h06
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Investimentos da Previ
Nova empresa terá recursos de R$ 2 bilhões em 5
anos
ALL vai aportar R$ 1 bilhão e clientes colocarão
outro tanto em equipamentos
A
holding Brasil Ferrovias, que administra a Novoeste Brasil e Nova Brasil
Ferrovias agora está sob o comando da América Latina Logística (ALL). Ontem as
empresas anunciaram a fusão - no valor total de R$ 1,4 bilhão- o que fará da ALL
a maior ferrovia em extensão da América do Sul, com 21 mil quilômetros, ligando
a região Centro-Oeste brasileiro à Argentina. Com a aquisição a ALL deverá
investir no novo trecho mais R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos em manutenção,
reforma e 1.300 vagões, aquisição de 3.300 entre 2006 e 2010, compra de 35
locomotivas/ano entre 2006/2010. A ALL já havia informado a intenção de adquirir
mais 50 locomotivas neste ano, além das 90 previstas pela empresa. Cada máquina
custa à ALL cerca de R$ 2 milhões. Hoje a holding Brasil Ferrovias conta com 9,4
mil vagões e 310 locomotivas. Segundo o presidente da ALL, Bernardo
Hees, a estimativa são de aportes de mais R$ 1 bilhão dos clientes. "Como no
nosso negócio os investimentos são realizados em conjunto com nossos clientes,
isso deverá também acontecer na Brasil Ferrovias. Serão então R$ 2 bilhões em
cinco anos". Para este ano, a Brasil Ferrovias previa investir R$ 300
milhões em melhoria da via permanente. Segundo o presidente da Nova Brasil
Ferrovias e Novoeste Brasil, Elias Nigri, além desses aportes a companhia deverá
concluir o leasing de 70 locomotivas e a compra de mil vagões. "Os recursos
aplicados serão de R$ 350 milhões", afirmou Nigri. Com os novos equipamentos e
os investimentos o transporte da ferrovia crescerá em 30%. Nigri
acrescentou que na Novoeste Brasil estão sendo aplicados recursos de R$120
milhões desde o ano passado, na melhoria da via permanente, reforma de material
rodante e mais R$ 7 milhões na compra de sete locomotivas. "A malha da Novoeste
há muito tempo não recebia aportes. Havia uma carência de investimentos de
décadas, pois, foi a primeira ferrovia privatizada no País e o passivo ainda é
grande". Segundo Nigri, o próximo passo é viabilizar o pedido de
autorização junto à Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT) para o
início das operações conjuntas. "O acordo estava condicionado à autorização, por
isso, não haverá problemas com a agência". A expectativa é que a aprovação saia
em 30 dias. A operação foi feita por meio de migração de 100% das ações
dos principais acionistas da Brasil Ferrovias, os fundos de pensão Previ e
Funcef ao capital da ALL. Hees explicou que o Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES) converterá hoje a dívida de R$ 310 milhões em ações
da nova companhia. "Com essa conversão o valor chega a R$ 1,4 bilhão". Concluída
a transação, o Previ, Funcef e BNDES terão juntos 23% do capital votante da ALL.
"Agora haverá mais uma opção de transporte aos clientes do Centro-Oeste
brasileiro. Com isso, o preço do frete negociado na região poderá cair ",
disse.
Fonte: Agência Anabb/Gazeta Mercantil
Escrito por www.Romildo.com às 12h26
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Cooperforte no Nordeste
Apresentações
institucionais no Nordeste
Cerca de 180 pessoas assistiram ontem (09/05), em Salvador, à primeira
das 15 apresentações institucionais da Cooperforte que serão realizadas em
todas as regiões do país. A programação continua hoje, em Fortaleza, e amanhã,
em Recife.
Fonte:
Cooperforte
Escrito por www.Romildo.com às 10h58
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A Farra dos Bancos
Negócio revela aposta no
Brasil
DO "FINANCIAL TIMES"
É mais comum o Credit
Suisse seguir os passos do UBS do que o oposto. Em 1998, o Credit Suisse
adquiriu o Banco Garantia. Ontem, o UBS anunciou a compra do Pactual. O otimismo
quanto às perspectivas do Brasil, um mercado tradicionalmente volátil, está
claramente em ascensão. O acordo parece uma vitória fantástica para os cerca
de 30 sócios do Pactual, particularmente os dois que detêm, cada, mais de 10% do
capital da instituição. O UBS estima que esteja pagando entre 11 e 14 vezes
os lucros estimados do Pactual para os próximos 12 meses, e cerca de seis vezes
o valor contábil dos papéis. O preço não escapa significativamente às cotações
pelas quais as ações dos bancos brasileiros de capital aberto vêm sendo
negociadas. Estrategicamente, a aquisição não representa surpresa. O UBS
deixou claro seu desejo de investir parte de seus excedentes de caixa. O
Pactual detém um terço do mercado de bônus primários do governo brasileiro e um
quinto do mercado secundário, bem como fortes posições em gestão de capital e
patrimônio. O UBS já está presente no país, mas a compra oferece massa crítica à
instituição no mercado mais significativo da América do Sul. O UBS quer
ampliar sua receita no Brasil, na Rússia, na China e na Índia de 6% para, pelo
menos, 10% de sua receita total no prazo de cinco anos. Avaliada em pouco menos
de 2% do valor de mercado do banco suíço, a transação deixa muita
disponibilidade para novas aquisições.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 07h40
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A Farra dos Bancos
Venda de bancos aponta nova
consolidação
DA REPORTAGEM LOCAL
O movimento de troca de
controle de importantes instituições financeiras, que se acentuou nas últimas
semanas, tem como pano de fundo o interesse que o país voltou a despertar entre
os grandes bancos internacionais, dizem analistas. "Está havendo uma segunda
onda de consolidação bancária. Alguns bancos que estão "embolados" do terceiro
lugar no ranking do setor para baixo terão de fazer algum movimento", observa
Nei Zelmanovits, do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, que
assessorou o UBS na compra do Pactual. Na visão dos investidores
estrangeiros, apesar da crise política, não deverá ocorrer nenhum retrocesso no
quadro econômico e o país estaria às vésperas de tornar-se "investment grade"
(grau de investimento). "Ser "investment grade" significa que as empresas e
bancos locais poderão captar recursos no exterior a um custo menor o que deverá
aumentar a margem financeira", diz João Augusto Salles, economista da Lopes
Filho Consultoria. Nesse cenário -que os analistas prevêem que se concretize
em um ou dois anos-, quem puser as fichas antes no mercado brasileiro poderá
disputar em posição vantajosa o setor de crédito, que cresce a taxas de 25% ao
ano. Segundo Salles, entre os bancos candidatos a mudar de mãos estariam o
Unibanco e o Safra. Apesar das freqüentes negativas do controlador do Unibanco,
o fato de ele não ter em seus estatutos o "tag along", mecanismo que protege os
acionistas minoritários em caso de venda do banco, levanta suspeitas de que
esteja à venda. Já o Safra estaria sendo negociado entre os dois irmãos, Moise e
Joseph. (SB)
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 07h38
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A Farra dos Bancos
LUÍS NASSIF
A lógica tributária da venda do Pactual
De acordo com as últimas informações, o UBS pagou pelos 100% da operação do
Banco Pactual no Brasil US$ 1 bilhão à vista, mais US$ 1,6 bilhão a serem pagos
em cinco anos -portanto, US$ 2,6 bilhões. Alem disso, o UBS permitiu que os
sócios retirassem o equivalente a US$ 800 milhões em capital escondido na POBT,
a operação do Pactual nas Bahamas. Portanto o valor total da transação chega
perto de US$ 3,5 bilhões. Como o capital do Pactual no Brasil (a única entidade
que a UBS alega ter comprado) fica em torno de US$ 300 milhões, existe um lucro
tributável de mais de US$ 3 bilhões. Se a transação fosse totalmente
transparente e todos os sócios vendessem na pessoa física -o que não parece ser
o caso, já que existe uma teia de "offshores"- , deveriam pagar uma tributação
de 15% sobre o ganho de capital, ou seja, algo em torno de US$ 450
milhões. Como claramente não está tudo na pessoa física e existe um
emaranhado de holdings e fundações, no Brasil e em "offshores", o lucro sobre
ganho de capital para empresas deveria ser de 34%, já que grande parte desses
lucros deveria ser tributada como renda. Portanto existe um contingente de
impostos que vai de US$ 450 milhões a US$ 918 milhões. Colocando em cima disso
multas que deveriam ser recolhidas aos cofres públicos, pode-se chegar a um
número nunca inferior a US$ 1 bilhão. Existe uma garantia dos sócios
vendedores para cobrir uma parte dos eventuais passivos tributários. O pagamento
do US$ 1,6 bilhão nos próximos anos também está condicionado a esses
contingentes fiscais. Pela primeira vez, a transação coloca números
objetivos, tangíveis, em algo que até então podia não ser perfeitamente
mensurado, que eram as operações do Pactual. Agora, é tratar de acompanhar o que
as autoridades farão. Não dá para alegar que não tem jurisdição sobre paraísos
fiscais, como as Bahamas. Ontem, praticamente todos os jornais abordaram
abertamente o dinheiro "offshore" dos sócios do Pactual. Há uma série de
instrumentos que são usados por auditores e contadores para verificar se as
receitas foram geradas e alocadas corretamente nas praças em que se encontram
seus recursos geradores. Os próprios auditores da POBT colocaram uma ressalva ao
dizer que o banco das Bahamas não era capaz de gerar resultados sem o Banco
Pactual no Brasil. Havendo vontade política, existe uma forma jurídica de as
autoridades brasileiras fecharem o cerco e melhorarem o superávit fiscal de
maneira justa. A transação requer aprovação do Banco Central do Brasil. Em 2000,
o BC requereu uma consolidação das atividades do Pactual com o POBT, para a qual
obteve uma resposta formal. Depois disso, o BC jamais se manifestou. Mas pode se
manifestar agora, requerendo de ambas as partes, compradores e vendedores,
representações e garantias sobre os impostos devidos resultantes dessa
consolidação. De qualquer maneira, isso encerra o assunto. Há dois grandes
números: o capital do banco no Brasil, de US$ 300 milhões, e preço de venda,
acima de US$ 3 bilhões. Esses números são públicos. A diferença entre eles é
lucro tributável.
E-mail - Luisnassif@uol.com.br
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 07h35
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A Farra dos Bancos
Da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:
Inadimplência segura juro, diz
Itaú
O presidente do Banco Itaú, Roberto Setubal, considera preocupante o aumento
da inadimplência nos balanços das instituições financeiras do primeiro trimestre
deste ano, o que fez também com que elevasse a provisão para credores duvidosos.
O Itaú divulgou ontem o resultado relativo aos três primeiros meses do
ano. Segundo Setubal, a inadimplência tem sido o principal fator que impede
os bancos de baixar os juros. "Os bancos estão mantendo as taxas de juros em
razão da inadimplência", diz. "Só quando a inadimplência cair é que os bancos
vão retomar o movimento de queda dos juros." Setubal afirmou que deu essa
explicação ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante reunião na sexta-feira
passada, na sede da Febraban, em São Paulo, para discutir os juros cobrados
pelos bancos. Mantega queria saber dos banqueiros o motivo de os "spreads"
não caírem no mesmo ritmo da Selic. "Acho que o aumento da inadimplência não
estava no radar do ministro", diz Setubal. De acordo com ele, esse aumento da
inadimplência se deve à desaceleração do crescimento no ano passado. "A economia
teve um soluço de crescimento no ano passado, e isso afetou o desempenho das
empresas." Já para este ano, Setubal aposta numa recuperação. Sua previsão é
a de um crescimento do PIB de 3,5% a 4%, o que pode ajudar a baixar a
inadimplência. A partir dessa melhora no desempenho da economia, Setubal
acredita que, no segundo semestre, o ambiente já estará mais propício à redução
dos "spreads". Ele espera que, nos próximos meses, a economia reflita os efeitos
da política de queda dos juros do Banco Central. Por enquanto, os bancos
estão mais resistentes tanto a baixar os juros como em expandir o crédito,
apesar de a carteira de empréstimos dos bancos continuar a crescer em ritmo
acelerado.
Escrito por www.Romildo.com às 07h31
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A Farra dos Bancos
Da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:
ESCALADA A compra do Pactual pelo UBS, no total de US$
3,1 bilhões, foi a maior operação do sistema financeiro da história do país. O
UBS/Pactual se tornará o maior banco de investimentos da América Latina. Segundo
André Esteves, presidente do Pactual e novo CEO do UBS na América Latina, o
negócio reflete principalmente os bons fundamentos econômicos do país,
especialmente num ano de eleições presidenciais. Aos 37 anos, Esteves deve se
tornar um dos empreendedores mais jovens a figurar na lista dos bilionários da
revista "Forbes". Sua história é curiosa. Ele começou no Pactual em 1989 como
analista de sistemas, levado para lá por Luís César Fernandes, fundador do
banco. Até que foi chamado por acaso para cobrir as férias de um operador da
mesa de investimentos. Em poucos dias, começou a apresentar os melhores
resultados da mesa e nunca mais voltou a trabalhar como operador de sistemas. Em
poucos anos, tornou-se sócio minoritário e, depois, majoritário.
Escrito por www.Romildo.com às 07h30
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Sérgio Rosa e José Ricardo Sasseron proferem palestras na 1ª Semana Atuarial na FEA-USP
Haverá na USP, durante uma semana, a "1ª Jornada
Atuarial FEA-USP" tendo um ciclo de palestras com profissionais e especialistas
da área.
O objetivo das palestras é discutir "A questão Atuarial no
Brasil e no Mundo" abordando seus diversos aspectos, desde suas aplicações
securitárias até os problemas envolvendo questões que aflingem os objetivos da
sociedade, como a Máquina Previdenciária.
Estas palestras começarão dia
22/05/2006 e irão até dia 27/05/2006, todas às 18h na Faculdade de Economia,
Administração e Contabilidade da USP (FEA-USP) na Sala Auditório A1. Para
participar preencha o formulário e reserve sua vaga neste link: http://www.atuaridades.org/inscricoes.htm OBS: não há custos
Endereço: Av. Professor Luciano
Gualberto (rua dos bancos) Cidade Universitária - Butantã De 22/05/2006 a
27/05/2006: 22/05/2006 - Sergio Rosa - Presidente da PREVI (Caixa de
Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) 23/05/2006 - Rachel Sztajn -
Doutora em direito e escritora (Profª do Largo São Francisco - USP) 24/05/2006 -
Alexsandro Broedel - Cientista atuarial da FEA-USP 25/05/2006 - Osvaldo do
Nascimento - Presidente da Associação Nacional da Previdência Privada 26/05/2006
- José Ricardo Sasseron - Presidente da ANAPAR (Associação Nacional dos
Participantes de Fundos de Pensão). As palestras terão início sempre as
18h00.
Fonte: Portal Nacional de Seguros
Escrito por www.Romildo.com às 06h56
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Pela internet
A ALL, que ontem adquiriu a Brasil Ferrovias - até então controlada pelo
BNDES, pela PREVI e pela Funcef - promove hoje "Reunião com Investidores e
Analistas (APIMEC)", às 11hs, no Hotel Gran Meliá WTC (Av. das Nações
Unidas, 12.559 - Brooklin Novo - São Paulo - SP).
Para quem quiser saber detalhes sobre o assunto, o evento pode ser
acompanhado pela internet através do seguinte endereço: http://www.mz-ir.com/webcast/all/apmc1t06/
A apresentação terá concorrência: no mesmo horário está previsto o depoimento
do Silvio Pereira na CPI do FIm do Mundo.
Escrito por www.Romildo.com às 06h52
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A Farra dos Bancos
"Bancos não estão preocupados com melhores
serviços, mas sim com lucros"
Veja a entrevista em
vídeo (se assinante UOL)
Da Redação
Lucros invejáveis, crescentes e recordes. Negócio da
China ou de bancos no Brasil? Acertou quem escolheu a segunda alternativa. Saiu
hoje o lucro do Itaú no primeiro trimestre: R$ 1,46 bilhão (líquidos), ou
crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado. Ontem, o Bradesco
anunciou o maior lucro de todos os tempos de um banco: R$ 1,53 bilhão, aumento
de 27% também em relação ao primeiro trimestre de 2005.
Em matéria de
crescimento, o lucro do Santander Banespa não deixou nada a desejar: R$ 461
milhões no trimestre e crescimento de 41,3%. Os números de outros grandes, como
Unibanco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, devem sair a qualquer
momento. E a disputa pelo primeiro lugar no ranking está quente: na semana
passada o Itaú anunciou a compra do BankBoston no Brasil.
Uma conjugação
entre crescimento das operações de crédito e spread bancário (diferença entre
quanto o banco empresta e o que capta) recorde. É assim que o presidente da
agência classificadora de risco Austin Rating, Erivelto Rodrigues, explica os
excelentes lucros dos bancos brasileiros.
"Alguns fatores contribuem para
esta exuberância de resultados dos bancos. As operações de crédito vem crescendo
num ritmo muito forte, já representam 31,6% do PIB e apresentaram crescimento em
relação ao primeiro trimestre de 2005 de 25%. Além disso, o spread bancário
praticado no Brasil é 29% em relação a pessoa física ou jurídica, o mais alto do
mundo", disse.
Mesmo com lucros recordes, os bancos continuam ocupando o
segundo lugar nas listas de reclamação de órgãos de defesa do consumidor, como o
Procon. Para Rodrigues, os bancos não estão preocupados com a melhoria do
serviço, mas em aumentar a participação da receita em relação às folhas de
pagamento.
Segundo o analista, durante a implantação do real, em 94,
esta participação era de 40%. Hoje, já representa 130%. "Isto significa que só
com a receita de serviços, os bancos pagam toda a folha e ainda sobra 30%. E
pelo que estamos acompanhando, ainda há espaço para que eles aumentem essa
receita."
Composição
As operações de crédito já respondem
por 50% da receita total dos bancos, de acordo com Erivelto Rodrigues. Em
seguida, vem a tesouraria (quanto os bancos lucram ao comprar títulos públicos
federais) e, com cerca de 15%, a prestação de serviços, que além de tarifas
bancárias, inclui cobranças e a administração de recursos de terceiros e cartão
de crédito.
Na composição do lucro, as operações de crédito respondem
por cerca de 45% na média do sistema bancário. Esta participação pode chegar a
90% em bancos que atuam com crédito consignado, segundo Rodrigues, como BMG, Bom
Sucesso, Cruzeiro do Sul, entre outros.
O lucro recorde dos bancos em
2005 tornou as ações bancárias um dos melhores investimentos atuais. Segundo o
especialista, o desempenho das ações está atrelado ao lucro futuro dos bancos
que, segundo sua previsão, devem continuar batendo recordes em 2006.
"O
investidor que comprou há três anos ações de bancos com Bradesco, Itaú,
Unibanco, teve um retorno incomparável com qualquer outro tipo de aplicação. Em
2006, a média de valorização das ações dos bancos de capital aberto será de 25%.
Salvo alguma catástrofe econômica, diria que os bancos terão resultados ainda
recordes", afirma.
Banco por telefone
Além dos lucros
auferidos pela expansão do crédito, o analista cita a informatização dos
serviços, responsáveis hoje por 85% das transações bancárias, que tornou mais
eficientes e baratas as operações.
"Uma transação bancária hoje é
infinitamente mais barata. O número de funcionários deve estar em torno de 130
mil no país -caiu pela metade desde a implantação do real. O investimento em
tecnologia possibilitou a troca de serviços até então feitos por pessoal por
transações eletrônicas. Mas chegou a um limite de funcionários que dificilmente
diminuirá", disse.
Segundo o analista, o próximo passo das instituições é
o desenvolvimento de mais serviços bancários pelo telefone. "Pelo celular será
possível fazer todas as transações bancárias. Alguns serviços já estão chegando
ao Brasil, o que vai facilitar a vida do usuário e reduzir ainda mais o custo
dos bancos."
Crédito x PIB
O mercado bancário brasileiro
ainda está em expansão quando se observa a relação crédito (o quanto se
empresta) e o PIB. Segundo Erivelto Rodrigues, no Brasil, esta participação é de
apenas 31,6% do PIB, enquanto que na China é de 120% e no Chile está em torno de
60%. "Existe um grande potencial de crescimento das operações de crédito da
indústria bancária. Se empresta mais e, em vez de ganhar escala para cobrar
menos por operação, os bancos mantém a taxa de spread. Com isso, lucram mais
ainda."
Por outro lado, ele diz, o Brasil tem uma competição não acirrada
dos bancos, com uma demanda maior que a oferta de crédito. "O consumidor,
tomador de crédito, aceita pagar estas taxas. Se não tivéssemos na mesma
quantidade, teríamos uma briga melhor por taxas."
Segundo Rodrigues, os
grandes bancos internacionais, que poderiam oferecer concorrência, acabaram
seguindo o exemplo dos nacionais e mantendo as taxas. "Os grandes bancos
internacionais não estão acostumados a ganhar na margem. O que se pratica lá
fora é um volume de crédito enorme para uma margem de ganho por operação
pequena. Na hora que chegam ao Brasil e vêem a festa do spread que tem aqui,
aderem rapidinho."
Mensalão
Erivelto Rodrigues não vê
nenhum dano à imagem das instituições financeiras pelo uso dos bancos BMG e
Rural no esquema do mensalão. "Os dois bancos foram investigados pela CPI e o
Banco Central não encontrou nada que pudesse tomar alguma ação negativa com
relação a estes bancos. O pior já passou. O problema ocorreu em maio do ano
passado e, um ano depois da crise, o risco de imagem foi superado."
Fonte: UOL News
Escrito por www.Romildo.com às 06h40
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Eleições Previ: de 15 a 29 de maio

Escrito por www.Romildo.com às 22h12
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Investimentos da Previ
ALL assume o controle da Brasil Ferrovias
Previ e Funcef passam a ser acionistas minoritários do player,
que é negociado em bolsa
Previ e Funcef, fundos de pensão do Banco do Brasil e da Caixa
Econômica Federal (CEF), respectivamente, assinaram nesta terça-feira contrato
de incorporação das empresas do grupo Brasil Ferrovias pela América Latina
Logística (ALL).
A ALL, contudo, não desembolsará nenhum real pela aquisição,
apesar dos fundos de pensão e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) terem investido R$ 1,1 bilhão na BR Ferrovia somente nos últimos
seis meses.
Esses investidores se tornarão acionistas minoritários da ALL,
passando a deter 23,29% do capital votante, o que representa 20,2% do total. "O
pagamento em ações deixa a ALL com capacidade para investir", argumentou o
presidente da ALL Bernardo Hees, que calcula em R$ 1 bilhão o investimento para
os próximos 5 anos.
Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da
Funcef, Demosthenes Marques, pondera que o aporte de R$ 1,1 bilhão em seis
meses, feito pelos fundos de pensão e BNDES, "faz parte da lógica da
reestruturação da Brasil Ferrovias". Segundo Marques, a companhia se encontrava,
em 2002, em situação precária e hoje tornou-se atrativa ao mercado. "Daí o
interesse deste grande player que é a ALL", avalia.
Admitindo que Previ e Funcef já investiram R$ 200 milhões cada
uma desde 2002 - o BNDES respondeu por R$ R$ 700 milhões - o presidente do
Funcef, Guilherme Lacerda ponderou que "concessionárias públicas não podem ser
vistas somente do ponto de vista empresarial". Para ele, a solução encontrada
"significa elevação de nosso ativo, pois a operação com a Brasil Ferrovias
estava totalmente provisionada em nosso balanço", argumentando que a operação
envolveu também a incorporação, pela ALL, da dívida da Brasil Ferrovias, que
atinge R$ 1,6 bilhão.
"A transação total chega a R$ 3 bilhões", acrescentou o
presidente da ALL, Bernardo Hees, admitindo, no entanto, que o BNDES é o credor
de 95% do passivo da Brasil Ferrovias. Hees afirmou desconhecer que o caixa da
Brasil Ferrovias estivesse deficitário em R$ 240 milhões. "O que estamos
prevendo é que a sociedade ganhará com o barateamento do frete, pois haverá mais
oferta de ferrovias", finalizou.
Fonte: Monitor Mercantil Digital
Escrito por www.Romildo.com às 22h10
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Investimentos da Previ
ALL compra Brasil
Ferrovias
SÃO PAULO, 9 de maio de 2006 - A América Latina Logística
(ALL), maior operadora logística com base ferroviária da América Latina, firmou
hoje acordo com a Funcef - Fundação dos Economiários Federais e Previ - Caixa de
Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil para a compra da Brasil
Ferrovias e Novoeste Brasil. A ALL havia apresentado proposta para a aquisição
dos dois corredores ferroviários em 22 de março passado, e a formalização da
assinatura do contrato de venda aconteceu hoje, no Rio de Janeiro, na sede da
Previ. O acordo - que está sujeito à aprovação da Agência Nacional de
Transportes Terrestres (ANTT) e demais autoridades competentes - prevê o
pagamento de R$ 1,405 bilhão com ações da própria empresa de logística.
De acordo com o comunicado da empresa, a conclusão do processo irá permitir
que as regiões que fazem parte dessa malha sejam efetivamente integradas,
oferecendo um transporte eficiente e competitivo, beneficiando os diversos
segmentos econômicos, especialmente os produtores agrícolas, que passam a contar
com mais uma opção logística competitiva.
O presidente do Conselho de Administração da Brasil Ferrovias, Guilherme
Lacerda, afirma que a conclusão do processo de venda da Brasil Ferrovias e
Novoeste Brasil irá fortalecer a logística ferroviária na região Centro-Oeste.
"O país ganha com a perspectiva de resolver um de seus principais gargalos
logísticos, uma vez que a integração das companhias gera maior capacidade de
investimentos".
Para garantir a otimização dos trechos de bitola larga e estreita, a ALL
pretende investir já nos primeiros anos mais de R$ 500 milhões em locomotivas,
vagões e na revitalização da via permanente. "A capacidade de investimento é
fundamental para tornar a ferrovia a melhor opção logística para os clientes,
tanto no segmento de commodities agrícolas, como para clientes industriais.
Neste setor, o fator escala é essencial", assinala Bernardo Hees, presidente da
ALL.
Fonte: InvestNews
Escrito por www.Romildo.com às 22h06
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Eleições Previ: A ANABB apóia a CHAPA 1
Unidade na Previ, a melhor
opção
O funcionalismo do Banco do Brasil sempre
esteve acostumado a discutir a gestão dos seus representantes nas entidades como
Cassi e Previ, ao sabor do momento político. Quem não se lembra quando os votos
eram colhidos por colegas de trabalho, em cada dependência do Banco, misturando
a figura de mesário com a de cabo eleitoral? A chapa “sugerida” pela Direção da
empresa era sempre a vencedora.
Em 1988 a história começou a mudar, e uma chapa encabeçada pelos colegas
Francisco Parra e José Valdir, com o apoio das entidades do funcionalismo,
venceu as eleições. Naquele momento, os sindicatos ainda não se interessavam
pelas eleições da Previ e da Cassi. Foi a primeira campanha para Previ na qual
trabalhamos, com um carrinho velho, o Parra e eu. Rodamos o interior de São
Paulo em busca de votos.
A partir de 1994, nossa associação passou a participar das discussões sobre a
montagem das chapas e, desde o primeiro momento, nossa contribuição sempre foi
no sentido de buscar a unidade. A pluralidade sempre foi a palavra-chave para
ajudarmos na composição dos quadros que deveriam administrar a Previ e a Cassi.
A importância da Anabb na composição das chapas foi crescendo na mesma proporção
em que crescia o prestígio da entidade junto ao funcionalismo, fruto de
importantes vitórias conquistadas neste e em outros campos de luta.
É importante registrar que, em nenhum momento, a entidade aceitou discutir o
tema do ponto de vista das disputas menores, ou seja: associações versus
sindicatos, partidos políticos versus partidos políticos, correntes sindicais
versus correntes sindicais, direção geral versus dependências do Banco, entre
outras formas de composições. É claro que as disputas foram ficando cada vez
mais pesadas, no campo dos participantes, afastando definitivamente as
possibilidades de a direção da empresa bancar candidatos vitoriosos.
Neste momento estamos vivendo uma situação peculiar, onde um partido
político, vencedor nas últimas eleições presidenciais, continua tendo
representantes nas diversas representações de trabalhadores. Mais uma vez a
Anabb surpreende e, apesar de ter grande chances de eleger uma chapa pura na
Previ – veja o resultado na eleição da Cassi – aposta na unidade. Nossa entidade
considera mais as pessoas que os partidos políticos. Na Cassi, o papel dos
representantes dos trabalhadores, oriundos de partidos políticos aliados ao
governo, deixou a desejar. Assim, nossa entidade resolveu disputar com um grupo
mais técnico e menos político. Com nossa vitória, o tempo fará o julgamento de
nossa decisão.
Na Previ, o papel dos eleitos, alguns oriundos do partido do governo, também
foi de uma ação diferenciada e de muita luta. Não é o caso de estar defendendo a
gestão dos indicados pelo Banco e pelo governo, mas daqueles que demonstraram
capacidade de enfrentamento e ajudaram na construção de muitos avanços para os
participantes da Previ. Um novo estatuto, a redução da Parcela Previ, a nova
CAPEC, a CARIM III, novos parâmetros para empréstimos simples, a redução da
contribuição em 40%, o aumento do benefício mínimo e, com a grande margem de
superávit, a possibilidade concreta de novas conquistas com aumentos nos
benefícios.
A Anabb não é contra pessoas, partidos políticos, entidades sindicais,
associações e representações de aposentados. Sempre que é possível, mesmo quando
a chance de vitória isolada pode parecer um prêmio pelo trabalho de muitos anos,
nós preferimos apostar na unidade. Assim, pedimos o seu voto e o seu trabalho
para elegermos a Chapa 1 – Unidade na Previ. A Previ vai bem obrigado, mas não
pode ser vítima de aventuras. O tempo, também, fará o julgamento.
Valmir Camilo, presidente da ANABB e conselheiro deliberativo eleito da
Previ
Fonte: Agência Anabb
Escrito por www.Romildo.com às 22h03
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ANABB pede ao BB vacina Antigripal para todos
Por solicitação de associados, a ANABB enviou pedido ao Banco do Brasil e à
Cassi para que seja concedida a vacinação Antigripal gratuita para todos os
associados da CASSI.
Os associados de Brasília já recebem esse benefício há 3 anos. De acordo com
a Cassi, a campanha realizada em Brasília é proposta e contratada pelo Banco do
Brasil, por meio do convênio especial de prestação de serviços da Cassi ao
Patrocinador em Saúde Ocupacional.
De acordo com os especialistas, a vacina é indicada para qualquer faixa
etária, por sua segurança e grande potencial de prevenção de sérios danos à
saúde. A gripe é uma doença de potencial considerado grave, e pode se complicar
resultando em uma pneumonia, sinusite, entre outras.
Pela importância da prevenção contra o vírus da gripe, a ANABB espera que o
benefício seja estendido a todos os associados da Cassi.
A Associação aguarda uma resposta do BB.
Fonte: Agência Anabb
Escrito por www.Romildo.com às 19h40
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Investimentos da Previ
Venda da Brasil Ferrovias pode ser fechada hoje
Mirelle de França
Está prevista para hoje à tarde, no BNDES, a assinatura do contrato de compra
da Brasil Ferrovias pela América Latina Logística (ALL), segundo fontes ligadas
à operação. A empresa comprará a participação do banco de fomento e dos fundos
de pensão Previ (dos funcionários do Banco do Brasil) e Funcef (da Caixa
Econômica Federal), principais acionistas da ferrovia.
A expectativa do mercado é de que os sócios da Brasil Ferrovias recebam o
pagamento por meio de ações na ALL, da qual passariam a integrar o bloco de
controle, ao lado dos demais acionistas da companhia, como o GP
Investimentos.
Está em jogo com a operação a venda de três concessionárias da Brasil
Ferrovias: Ferronorte, Ferroban e Novoeste. As empresas somam 6.369 quilômetros
de ferrovias, que cortam os estados do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul e de
São Paulo.
Ontem, os papéis preferenciais (PN, sem direito a voto) da ALL subiram 5,93%,
para R$ 32,30, e as ordinárias(ON, com direito a voto) registraram alta de
9,09%, alcançando R$ 36.
Fonte: Agência Anabb/O Globo
Escrito por www.Romildo.com às 13h28
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Sobraram vagas na seleção do BB
Apesar de serem 5 mil postos para formação do cadastro de reserva, Banco do
Brasil só aprova 2.744 candidatos por insuficiência de resultado. Insatisfeitos,
concorrentes reclamam do nível da prova
Do CorreioWeb
Para frustração dos candidatos, o Banco do Brasil não preencheu todas as
vagas abertas para cadastro de reserva no último concurso realizado. A seleção
era para identificar 5 mil futuros funcionários para maior instituição
financeira do país. Mas apenas 2,744 mil foram aprovados nas provas, informou a
direção. E não há previsão para completar o restante.
A lista publicada causou revolta entre os concorrentes. Principalmente porque
foram muitas as queixas contra as questões apresentadas. Alguns reclamam que a
prova aplicada pela Fundação Carlos Chagas (FCC) exigia um nível de conhecimento
acima do esperado em um exame para cargo médio, como Rafael Silva. Para ele,
isso explica que somente 2,744 mil candidatos foram aprovados, frente às 5 mil
vagas aprovadas.
O Banco do Brasil ainda não tem previsão de quando vai chamar os candidatos
aprovados no concurso do banco voltado para o Distrito Federal. A seleção vale
por dois anos, período em que o BB poderá nomear os aprovados à medida que
surgir necessidades em seu quadro de pessoal. De acordo com o edital, é
possível, ainda, que ao final da validade, o concurso seja prorrogado por mais
dois anos.
O gerente-executivo da Diretoria de Gestão de Pessoas do BB, Pedro Paulo
Carbone, afirma que, provavelmente, grande parte do contingente de 2.744
classificados seja convocada. Ele avisa que as nomeações ocorrerão de acordo com
abertura de vagas na empresa devido ao desligamento de profissionais,
aposentadorias e falecimentos.
"O Banco do Brasil não sabe quantas pessoas tomarão posse. Mas podemos
afirmar que o número de aprovados é suficiente", disse Carbone. Ele não garantiu
que todos os candidatos que atingiram a nota mínima exigida na prova, de 120
pontos, serão convocados.
Apesar das reclamações, Carbone defende que o conteúdo exigido nas provas
estava totalmente de acordo com o quê pedia o edital. Ele reitera que os exames
não foram difíceis e, ainda, que o número de aprovados demonstra que o concurso
estava dentro da realidade. O gerente lembra que o concurso anterior do banco
aprovou 2,749 mil candidatos, quantidade bem próxima à marca da seleção de 2006.
A última seleção foi válida por quatro anos, e todos os classificados foram
nomeados.
Fonte: Agência Anabb/Correio Braziliense
Escrito por www.Romildo.com às 13h22
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Princípios para Investimentos Responsáveis é lançado no Brasil
Amanhã, às 17h, ocorre o lançamento dos Princípios para o Investimento
Responsável (PRI - Principles for Responsible Investment) no Brasil. O evento
será na sede da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS). A
PREVI é a primeira signatária latino-americana desses princípios. O presidente
Sérgio Rosa e os diretores da PREVI estarão presentes.
A FBDS foi designada pela ONU para conduzir, ao lado da PREVI, o processo
de implantação do PRI na América Latina. No início do ano passado, o
Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, convidou um grupo de
investidores institucionais de doze países, dentre os quais a PREVI, para
discutirem as diretrizes que deveriam nortear os investimentos socialmente
responsáveis. Os debates, conduzidos entre abril de 2005 a janeiro de 2006,
levaram ao documento que está sendo lançado.
A intenção é que o PRI seja reconhecido mundialmente. Para isso, foi
lançado em três continentes. O primeiro foi na Bolsa de Nova Iorque, em
27/4/2006, quando o presidente Sérgio Rosa formalizou a adesão da PREVI. A
segunda aconteceu em Paris, em 2/5, e foi direcionada aos investidores europeus.
Fonte: Previ
Escrito por www.Romildo.com às 12h56
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Começa hoje em Brasília encontro nacional de estações digitais
Educadores sociais que trabalham com inclusão digital em todo o Brasil
estarão reunidos de 9 a 11 de maio, na Escola Nacional de Administração Pública
(ENAP), em Brasília, para o 1º Encontro Nacional de Estações Digitais.
O evento tem o objetivo de trocar experiências bem-sucedidas em suas
comunidades e debater ações conjuntas para a área. No total, 166 educadores que
coordenam as estações digitais do programa de inclusão digital da Fundação Banco
do Brasil participam do evento.
Na pauta de discussões estão incluídos temas como o uso do software livre,
políticas públicas e projetos governamentais de inclusão digital, alternativas
para a gestão e sustentabilidade das estações digitais, além da apresentação de
casos bem sucedidos. Um dos exemplos em destaque será o da comunidade de Caicó
(RN), onde um grupo de seis mil rendeiras conseguiu ampliar a venda de bordados
a partir do acesso à internet.
Também será debatida a inclusão digital das pessoas com necessidades
especiais. A ONG DF-JUG, de Brasília, apresenta seu trabalho de capacitação de
educadores para trabalharem com esse público especial. Alguns dos alunos da
organização conseguiram se inserir no mercado de trabalho e se tornar
especialistas em programação e software livre.
O Encontro marcará ainda o lançamento do site do programa Estação Digital, da
Fundação Banco do Brasil. Todas as palestras serão filmadas e, posteriormente,
vão ficar disponíveis no endereço www.estacaodigital.org.br.
Fonte: BB
Escrito por www.Romildo.com às 11h04
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Cooperforte em Salvador
A Cooperforte inicia hoje, em Salvador, um ciclo de
apresentações institucionais em quinze capitais brasileiras. Nesses eventos o
presidente José Valdir divulgará para associados os resultados financeiros e
sociais da Cooperativa em 2005.
A programação no Nordeste prossegue nos dias 10 e 11, em Fortaleza e
Recife.
Fonte: Cooperforte
Escrito por www.Romildo.com às 10h31
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A Farra dos Bancos
UBS anuncia em Zurique compra do Banco
Pactual
A operação será a maior feita pela
instituição suíça em seis anos
ZURIQUE - O UBS anunciou esta manhã em Zurique a
aquisição do banco de investimento brasileiro Banco Pactual por até US$ 2,6
bilhões, como parte da estratégia para elevação de sua participação em mercados
emergentes. Na operação, que será a maior feita pela instituição suíça em seis
anos, o UBS desembolsará inicialmente US$ 1 bilhão e até US$ 1,6 bilhão em cinco
anos, dependendo de certas condições de desempenho.
Além disso, o UBS estabelecerá um pool de retenção de até US$ 500 milhões em
ações do UBS para o Pactual e para os empregados do UBS pagáveis no início do
quinto anos após o fechamento do negócio. A operação deve ser concluída no
terceiro trimestre.
A maior operação realizada anteriormente pelo UBS foi a compra por US$ 11,8
bilhões da corretora norte-americana Paine Webber em 2000. Nos últimos anos, o
UBS expandiu-se mais lentamente, especialmente na Europa e Ásia. No mês passado,
concordou em fechar a operação de compra do Piper Jaffray, por US$ 500 milhões à
vista. Mais cedo, os papéis do banco operavam em baixa de 0,1% na Bolsa de
Zurique.
Segundo a nota distribuída no website do UBS, as operações do Pactual serão
integradas nos negócios de Banco de Investimento, Administração de Patrimônio e
Administração de Ativos do UBS. A instituição combinada será a base das
operações do UBS no Brasil e um elemento fundamental na estratégia do banco
suíço de expansão em mercados emergentes.
Fonte: Agência Estado
UBS deve levar Banco Pactual por US$ 1 bilhão
Suíços vão ficar apenas com as
operações no Brasil
Ricardo Grinbaum
O banco suíço UBS está perto de
fechar acordo para a compra do Banco Pactual, segundo fontes ligadas ao negócio.
Maior administrador de fortunas do mundo, o UBS deve pagar cerca de US$ 1 bilhão
pelo Pactual. O acordo, antecipado pela colunista Sonia Racy, prevê a compra de
100% do capital do banco brasileiro.
Maior banco de investimentos de capital nacional, o Pactual deverá ser
dividido em duas partes. O que está sendo negociado com os suíços são as
operações no Brasil, que incluem a administração de fundos de investimentos, a
intermediação de negócios e operações no mercado financeiro.
Os recursos do Pactual no exterior ficaram fora da negociação. Estima-se que
o banco tenha cerca de US$ 600 milhões de capital em outros países. Esse
dinheiro deverá ficar com os atuais sócios do banco.
No ano passado, o Pactual chegou a ser negociado com o banco de investimentos
americano Goldman Sachs. Mas a operação não deu certo. Uma das razões foram as
divergências sobre o que fazer com o dinheiro em paraísos fiscais, no Pactual
Overseas Bank & Trust, sediado nas Bahamas. A outra razão foi a definição
sobre quem manda no banco.
A agressiva proposta do UBS resolveu os dois problemas. A proposta é cerca de
50% maior que a do Goldman Sachs, quando se leva em conta que envolve apenas os
negócios e recursos no Brasil. O Goldman Sachs havia oferecido US$ 475 milhões
por 45% do Pactual, no Brasil e no exterior.
Além de deixar a parte externa do Pactual fora do negócio, o UBS decidiu
comprar todo o capital do banco no Brasil, e não apenas 45%. Não haverá disputa
sobre quem vai ficar no comando do banco no País.
O UBS quer repetir a experiência do Crédit Suisse, que comprou o antigo banco
Garantia e acertou que alguns dos seus principais executivos ficariam na gestão
durante os primeiros anos.
O chamado "acordo de retenção" do UBS prevê que os principais executivos do
Pactual continuem à frente da instituição financeira por três anos. Nesse
período, um dos sócios do Pactual, André Esteves, será o presidente do banco no
Brasil.
Todas negociações ocorreram na Suíça. A pedido dos sócios do Pactual, quem
comandou a operação foram executivos da matriz e não o pessoal da filial
brasileira do UBS. O objetivo era evitar o vazamento de informações que pudesse
prejudicar o negócio.
Com 18 mil funcionários em 34 países, o UBS quer crescer rapidamente no País
e tenta repetir a experiência do Crédit Suisse.
Procurados pela reportagem do Estado, os porta-vozes do UBS e do Pactual
informaram que não se pronunciariam.
Fonte: O Estado de S.
Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 10h28
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A Farra dos Bancos
Lucro do Itaú sobe 28,0% e atinge R$ 1,460
bilhão
O banco obteve lucro operacional no
primeiro trimestre de R$ 2,120 bilhões, com crescimento de 10,6% em relação ao
mesmo período do ano passado
SÃO PAULO - O Banco Itaú Holding Financeira apresentou
lucro líquido consolidado de R$ 1,460 bilhão no primeiro trimestre do ano, o que
representa crescimento de 28,0% em relação ao resultado de R$ 1,141 bilhão do
mesmo período de 2005. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido
médio ficou em 36,3%, acima dos 31,9% dos três primeiros meses do ano passado.
O resultado bruto da intermediação financeira alcançou R$ 2,787 bilhões, com
expansão de 16,5%. A provisão para créditos de liquidação duvidosa subiu 91,1%
sobre o primeiro trimestre de 2005 e atingiu R$ 1,445 bilhão. A receita de
prestação de serviços avançou 18,2% na mesma comparação, para R$ 2,121 bilhões.
O banco obteve lucro operacional no primeiro trimestre de R$ 2,120 bilhões,
com crescimento de 10,6% em relação ao mesmo período do ano passado. No final de
março, o patrimônio líquido consolidado estava em R$ 16,618 bilhões, 13,6%
superior ao do mesmo intervalo de 2005. Os ativos totais subiram 11,5% e somaram
R$ 163,203 bilhões.
Fonte: Agência Estado
Escrito por www.Romildo.com às 10h25
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Possível compra de ativos elevam ações da ALL
As ações da América Latina Logística (ALL) tiveram forte alta nesta
segunda-feira (8) na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) com a possibilidade
de o anúncio de compra dos ativos da Brasil Ferrovias (BF) sair nesta
terça-feira (9). As ações ordinárias subiram 9,09% (R$ 36,00) e as
preferenciais, 5,94% (R$ 32,30). De janeiro até agora, as ações subiram 90,96% e
69,58%, respectivamente.
Segundo fontes do setor, a empresa deve assinar de terça a
quarta-feira o contrato de compra dos dois corredores da Brasil Ferrovias: o de
bitola larga e o de bitola estreita. O pagamento da operação - que inclui o
controle da Ferronorte, Ferroban e Novoeste - será feito por meio de troca de
ações. Isso dará aos acionistas da BF - Funcef (Fundo de pensão dos funcionários
da Caixa Econômica Federal), Previ (Fundo de pensão dos funcionários do Banco do
Brasil) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) -
participação no capital total da ALL, a exemplo do que ocorreu na aquisição do
BankBoston pelo Itaú, no setor bancário.
Especula-se que o valor da operação estaria na casa de R$ 1,2
bilhão. A aquisição da BF tornaria a ALL a maior empresa ferroviária da América
Latina, com uma malha de quase 19 mil quilômetros, incluindo sua participação na
Argentina. Além disso, a empresa incorporaria à sua malha 8.349 vagões e 272
locomotivas. A ALL tem 12.792 vagões e 545 locomotivas. De acordo com
informações do setor, o acordo de compra da Brasil Ferrovias foi fechado na
quinta-feira à noite. O principal concorrente na disputa foi a trading coreana
Asila. A Vale do Rio Doce não apresentou proposta.
Fonte: Monitor Mercantil Digital
Escrito por www.Romildo.com às 10h18
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Ferrovia pode ser vendida
A América Latina Logística (ALL) deve assinar até quarta-feira o
contrato de compra das três concessões ferroviárias que integram a Brasil
Ferrovias. Com isso, será formada a maior ferrovia da América Latina, com 21 mil
km de extensão e abrangência sobre as regiões Centro-Oeste, Sudeste, Sul e parte
da Argentina.
A aquisição, que será paga em ações da ALL, tem valor estimado acima de R$
1,2 bilhão da proposta inicial. Os papéis da concessionária, desde o início de
março, tiveram valorização superior a 30%, o que eleva o valor do negócio na
troca das participações dos acionistas da Brasil Ferrovias e Novoeste por ações
da ALL.
Os sócios das duas empresas migrarão para a base acionária da ALL. Previ,
Funcef e BNDES irão integrar o bloco de controle da ALL, ao lado de GP
Investimentos, Delara e Judori, e terão assentos no conselho administrativo.
Segundo o Valor apurou, os três terão cerca de 12% das ações ordinárias da
operadora de logística. Os atuais acionistas de ALL serão diluídos com a
operação e passarão a deter fatia menor de uma companhia maior.
A operação tornou-se mais interessante para os vendedores com a alta
expressiva das ações da ALL. Do início de março até agora, subiram cerca de 35%,
elevando o seu valor de mercado a R$ 6,8 bilhões. Dois anos atrás, uma transação
nesses moldes seria impensável. Os papéis da ALL não tinham liquidez. Desde a
primeira oferta pública, em junho de 2004, eles valorizaram mais de 300%.
Ao adquirir o corredor de bitola larga da Ferronorte e Ferroban, e o de
bitola estreita, da Novoeste, a ALL deverá enxugar o número de funcionários e
outros custos, em busca de maior eficiência, e terá de fazer aporte imediato de
recursos.
Fonte: Capital Press |
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Escrito por www.Romildo.com às 10h17
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De bancos
Da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:
CANCELADO O Credit Suisse emitiu nota aos clientes
comunicando o cancelamento do encontro previsto para hoje com o ex-ministro José
Dirceu. O banco alegou que "o caráter reservado do encontro previsto para esta
terça-feira [hoje] foi comprometido, o que motivou o seu
cancelamento".
ADESÃO O Unibanco anuncia nos próximos dias a
adesão ao cartão de crédito do BNDES, que proporciona um empréstimo rotativo de
até R$ 100 mil a pequenas empresas. O cartão já tem a adesão de Banco do Brasil,
Caixa Econômica Federal e Bradesco e já movimentou R$ 100 milhões.
Escrito por www.Romildo.com às 10h09
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Ivan Angelo e Glauco Mattoso discutem crônica na ditadura no CCBB
O jornalista,
cronista e escritor Ivan Angelo e o poeta e cronista Glauco Mattoso
discutem a crônica na década de 70, durante a ditadura militar, no programa
“Cronicamente Viável”, no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil). O encontro
acontece na terça-feira, a partir das 19h30, e terá mediação de Marcelo Rubens
Paiva.
O “Cronicamente Viável” tem o objetivo de discutir a crônica
brasileira nos mais variados contextos: na mídia esportiva, na MPB, em períodos
de exceção e censura - e em seus diversos suportes - na imprensa escrita, no
rádio, na TV e na Internet.
O programa acontece na sala de cinema,
com entrada gratuita, sendo que as senhas para o evento devem ser
retiradas na bilheteria, a partir das 19h. O CCBB fica na rua Álvares Penteado,
112 (Centro, São Paulo, próximo às estações Sé e São Bento do Metrô).
Telefones: 3113-3651/3113-3652.
Fonte: Diário Online
Escrito por www.Romildo.com às 10h07
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Investimentos da Previ
Da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:
ASSINADO Será assinado hoje o contrato da ALL com a
Previ, a Funcef e o BNDES para a compra da Brasil Ferrovias. O negócio gira em
torno de R$ 1,2 bilhão.
RESPONSÁVEL A Previ celebra amanhã no
Rio, com a Unep (programa da ONU para o ambiente), o lançamento do PRI
(Princípios para o Investimento Responsável) em escala latino-americana. Projeto
da ONU, o PRI foi lançado no fim de abril, em Nova York
Escrito por www.Romildo.com às 10h06
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Sindicalismo
MP exclui as entidades na partilha dos recursos do imposto sindical; Força quer
os 20% que vão para o governo
Lula legaliza centrais, mas não dá
verba
JULIANNA SOFIA DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Com a reforma
sindical parada no Congresso, o governo decidiu antecipar mudanças previstas na
proposta e anunciou ontem um pacote de medidas nas áreas trabalhista e
sindical. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou duas medidas
provisórias para legalizar a situação das centrais sindicais na representação
dos trabalhadores e criar o Conselho Nacional das Relações do Trabalho. O
reconhecimento das centrais, porém, não garante a integração das centrais à
atual estrutura sindical, deixando-as de fora da partilha dos recursos obtidos
anualmente com o imposto sindical. Ontem, Lula também enviou ao Legislativo um
projeto de lei para regulamentar o funcionamento das cooperativas de
trabalho. No anúncio das medidas, o ministro Luiz Marinho (Trabalho) disse
que, nos próximos dias, o governo assegurará aos trabalhadores assento nos
conselhos de administração das estatais federais. Um decreto deverá ser editado
criando as vagas. A medida não deverá se aplicar a todas as estatais. A
tendência é que se limite às empresas de sociedade anônima, sendo uma vaga por
estatal. Além da abertura dos conselhos para os trabalhadores, Marinho disse
que o governo deverá fechar em breve um acordo para regulamentar o trabalho no
comércio aos domingos. A expectativa era que as duas medidas também fossem
anunciadas ontem, mas houve impasse entre o governo e os trabalhadores. No
caso da vaga nas estatais, a Força Sindical declarou ser contrária à medida.
"Essa é uma forma de o governo se manter no poder das estatais, caso perca a
eleição", disse Paulinho. O chefe-de-gabinete do ministro do Trabalho, Osvaldo
Bargas, rebate as críticas afirmando que a vaga será destinada a qualquer
trabalhador e não se trata de representação sindical nos conselhos. Ele disse
ainda que, na discussão sobre o trabalho no comércio aos domingos, o governo
defende que os comerciários trabalhem dois domingos por mês e folguem dois. Os
sindicalistas pedem três folgas no mês.
Respaldo legal As
centrais sindicais até agora não tinham respaldo legal para negociar em nome dos
trabalhadores. Com a MP, elas passam a representar juridicamente os empregados,
mas continuam de fora da estrutura sindical. Para os sindicalistas, a medida é
um avanço, mas eles pedem recursos para o financiamento das
atividades. Querem uma fatia da contribuição sindical obrigatória, cuja
arrecadação hoje é dividida entre sindicatos, federações, confederações e
governo. "Faltou o dinheiro. Não adianta sermos a instância máxima na
representação do trabalhador se não temos dinheiro para sequer entrar com uma
ação na Justiça. Queremos os 20% que hoje vão para o governo", declarou o
presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. O presidente da CUT
(Central Única dos Trabalhadores), João Felício, afirmou que as centrais vão ao
Congresso para fazer uma emenda ao texto da MP e assegurar um mecanismo de
sustentação financeira para as entidades. Para o Trabalho, alterar a divisão dos
recursos do imposto sindical por meio de medida provisória pode ser
inconstitucional. Já a MP que cria o Conselho Nacional de Relações do
Trabalho, na prática, transforma o Fórum Nacional do Trabalho em um colegiado
(governo, patrões e empregados) permanente. Foi no fórum que o cerne da reforma
sindical foi definido. O texto-base ficou pronto em 2004, mas só finalizado pelo
governo no início de 2005, quando foi enviado ao Congresso.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 10h04
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Futebol é tema de mostra no CCBB do Rio
Futebol: Desenho sobre Fundo Verde exibe trabalhos em suportes
variados, que vão da tradicional pintura a instalações sonoras
SÃO PAULO - A plasticidade do futebol sempre encantou os
artistas e a proximidade da Copa do Mundo da Alemanha reuniu alguns deles,
vindos dos países competidores, na mostra Futebol: Desenho sobre Fundo
Verde, no Centro Cultural Banco do Brasil, do Rio. São nove brasileiros
e dez estrangeiros que criaram sobre o tema, em suportes variados, que vão da
tradicional pintura a instalações sonoras. "Este esporte é uma matéria-prima
muito rica para a arte, especialmente quando jogado por brasileiros, que
praticamente dançam em campo e imprimem um ritmo às partidas absolutamente
surpreendente, como acontece em sua música", filosofa o curador da mostra Alfons
Hug. "Como a arte também precisa surpreender, juntamos as duas paixões
nacionais."
A maioria das obras foi criada especialmente para esta mostra, mas Hug trouxe
alguns clássicos, como a série de retratos de craques, pintados por Rubens
Gerchman em óleo e tinta acrílica sobre tela. Lá estão os veteranos Domingos da
Guia e Garrincha e novatos como Grafite, cujo retrato será mostrado pela
primeira vez. Do Museu do Inconsciente vieram Mesa de Sinuca e Escudo de
Regata do Vasco da Gama e Arquibancada de Fórmica Azul e Madeira
Branca, de Arthur Bispo do Rosário, que nunca foram exibidas publicamente
antes. O suíço Serge Spitzer trouxe Global Culture, uma mesa que se move
sem que a bola sobre ela caia no chão.
Outras obras foram concluídas dentro do próprio CCBB, como Tempestade e
Ímpeto, do alemão Florian Merkel, que pintou sobre uma parede uma partida
que bem poderia ser também um baile funk. Mariano Molina, da Argentina, ocupa
outra parede na mesma sala, com Entretenimiento. O brasileiro Roberto
Cabot, radicado na Alemanha, trouxe dois óleos sobre tela abstratos, talvez para
constatar com o predomínio de fotografias trazidas por brasileiros e
estrangeiros. "Esta mostra se baseia no fato de que o futebol é desenho em
movimento. Dois desenhos disputam um espaço simétrico e um deles vence", explica
Hug. "Então, partimos da abstração para o concreto, o figurativo, interativo."
Este é o caso de Totó Treme Terra, instalação do grupo Chelpa Ferro em
que o jogo de pebolim reage aos lances armados numa partida entre Brasil e
Argentina. "O público poderá jogar e os lances em campo vão determinar a
sonoplastia", avisa Jorge Barrão, um dos três integrantes do grupo. Interativa
também é Camouflage/Gol 1-3, do alemão Olaf Nicolai, que ficará na
rotunda do prédio do CCBB. Três painéis estarão espalhados pela área e o público
tentará fazer seu gol.
A maior parte das outras obras é de vídeos ou fotografias. A alemã Christine
Fenzl registrou, em dezembro, as partidas entre crianças da favela Erundina, em
São Paulo. E a Frente 3 de Fevereiro, formada por ativistas políticos
brasileiros, exibe o vídeo Onde Estão os Negros?. Já Felipe Barbosa
mostra esculturas. "Em nenhum dos casos fiz outra sugestão além do tema
futebol", conta Hug. "O jogo é uma paixão aqui e na Europa e interessa a muitos
artistas. Se tivesse mais espaço, poderia incluir pelo menos mais dez
brasileiros e o dobro de estrangeiros."
Entre 23 e 28, a exposição se completa com a mostra de filmes A Redonda no
Retângulo, com produções de vários países sobre o futebol. O Brasil vem
representado por Boleiros, de Ugo Giorgetti (o primeiro, de 1998). Há
também curtas de cinematografias raras por aqui, como Sri Lanka,
Benin e Suíça. "O cinema sempre recorreu ao futebol, como ficção
ou documentário, porque as imagens são sempre belíssimas", lembra o curador.
"Esta mostra deve ir para Porto Alegre em julho e depois para Salvador, pois a
arte e a paixão brasileira pelo futebol prescinde da Copa do Mundo para
justificá-la."
Fonte: Agência Estado
Escrito por www.Romildo.com às 08h21
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Eleições Previ
Escrito por www.Romildo.com às 22h51
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O SEEB-SP apoia a Chapa 1 Unidade na Previ
A Chapa 1 Unidade na Previ agrega diversos apoios de variadas entidades do
funcionalismo, entre as quais associações de aposentados, ANABB e uma grande
quantidade de sindicatos de bancários do País.
Clique
aqui e veja a edição no. 19, de 4 de maio, do Espelho, jornal dirigido aos
funcionários do Banco do Brasil e editado pelo Sindicato dos Bancários de S.
Paulo.
Escrito por www.Romildo.com às 20h55
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Universidade Estadual de Maringá oferece curso de graduação à distância para funcionários do BB
A Universidade Estadual de Maringá oferece, por meio de Processo
Seletivo, o curso de Administração, Bacharelado, no programa UEM oferece curso
para funcis do BB
A Universidade Estadual de Maringá - UEM em convênio com a Universidade
Aberta do Brasil – UAB oferece, por meio de Processo Seletivo, o curso de
Administração, Bacharelado, no programa de capacitação em nível de graduação, na
modalidade de ensino a distância, com turma especial e única.
O curso ofertado é semi-presencial, com atividades conectadas via internet,
encontros e avaliações presenciais obrigatórios, previamente agendados,
inclusive aos sábados, a serem desenvolvidos nos Pólos de Educação a Distância
da UEM nas seguintes cidades: Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Diamante do
Norte, Goioerê, Guarapuava, Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Umuarama. As aulas
e os encontros presenciais corresponderão a 20% do total da carga horária.
Poderão candidatar-se todos os interessados que concluíram ou estão em vias de
concluir (até a data da realização da matrícula) o Ensino Médio ou curso
equivalente e que sejam funcionários do Banco do Brasil lotados no Estado do
Paraná ou ainda que sejam servidores públicos federais, estaduais ou municipais,
atuando em órgãos públicos no Estado do Paraná. A inscrição será realizada
somente pela internet, em www.uem.br/vestibular, no período de 08
a 15 de maio de 2006.
Escrito por www.Romildo.com às 14h16
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
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Conselho Consultivo - Plano
1 Romildo Gouveia
Pinto titular - de 1/6/2006 a
31/5/2010 Aposentado, 57 anos. Conselheiro
deliberativo eleito da ANABB e da COOPERFORTE. Conselheiro de Administração e do
Comitê de Auditoria da Brasil Ferrovias e da Ferronorte. Foi Analista-chefe e
Chefe de Divisão na Tecnologia do Banco do Brasil. Presidiu os Conselhos do CIN,
da ANABB e da CASSI. Foi Presidente da CASSI, onde desenvolveu o Plano Saúde
Família e aumentou as reservas da Caixa. Foi instrutor de Relações Humanas e
Tecnologia do Banco. Fez MBA Altos Executivos pela USP. Participa anualmente do
Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão. Integra o Grupo Temático de
Previdência da ANABB. |
Escrito por www.Romildo.com às 14h01
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
|
Diretoria
Executiva CECÍLIA Mendes GARCEZ
Siqueira DiretorA de Planejamento - de
1/6/2006 a 31/5/2010 Ingressou no BB em 1979.
Graduada em Educação pela UnB-DF e em Psicologia pela FUNREI-MG. Pós-graduada em
Formação Geral para Altos Executivos e em Gestão de Fundos de Pensão, FGV/DF.
Especialização em Gestão de Fundos de Pensão pela Wharton School-Philadelphia.
Cursa mestrado em Administração no IBMEC/RJ. Foi diretora da ANABB, Conselheira
Deliberativa da Previ em 2002-2003. É Diretora de Planejamento da Previ.
Trabalhou em Tatuí (SP), Saquarema (RJ), Cesec Andaraí e Niterói (RJ) e São João
Del Rei (MG) e na DG na INFRA (DF). É conselheira deliberativa da
ANABB. |
Escrito por www.Romildo.com às 14h00
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
|
Conselho Consultivo - Plano
1 Emílio Santiago Ribas
Rodrigues suplente - de 1/6/2006 a
31/5/2010 50 anos. Advogado, com especialização
em Direito do Trabalho. É o atual diretor de Relações Externas e Parlamentares
da ANABB. Tomou posse no Banco do Brasil em 1980, em Altamira (PA). Trabalhou em
várias dependências do Banco, dentre elas Lages (SC), Alegrete (RS) e Porto
Alegre (RS). Presidiu a ANABB por duas vezes. Foi eleito pelos funcionários para
presidente da AABB Alegrete (RS), delegado da Cooperforte, conselheiro fiscal da
CASSI, diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (RS) e membro da CIPA
da GEREL em Porto Alegre. |
Escrito por www.Romildo.com às 14h00
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
|
Conselho Consultivo - Plano 1
Mércia Maria Nascimento Pimentel
suplente - de 1/6/2006 a 31/5/2008 Representa a Bahia na Chapa Unidade na Previ. Aposentada, 51
anos. Integra o Conselho Deliberativo da ANABB. Graduada em Letras, pós-graduada
com MBA em Gestão em Saúde e MBA Marketing Executivo pela Fundação Getúlio
Vargas. Foi gerente nas Agências de Alagoinhas (BA) e Joana Angélica Salvador
(BA). Foi assessora na Superintendência da Bahia. Presidiu o Conselho
Deliberativo da AABB Alagoinhas (BA).
|
Escrito por www.Romildo.com às 13h59
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A Farra dos Bancos
Custa caro mexer no próprio dinheiro
Banco do Brasil passa a cobrar de clientes que fizerem saques nas contas, se
não aderirem a planos
MARCOS BRANDÃO Luciana Navarro
Ter acesso ao dinheiro depositado na conta corrente está cada vez mais caro.
Desde fevereiro, o Banco do Brasil cobra R$ 1 de cada cliente que movimentar sua
conta, a partir do sexto saque efetuado, caso não venha a aderir aos pacotes de
serviço, também pagos, da instituição financeira. A nova tarifa foi divulgada 60
dias antes do início da cobrança, que começou agora, mas mesmo assim pega
clientes de surpresa.
- É algo questionável para não dizer criticável. Em alguns casos, as tarifas
cobradas pelos bancos representam mais que a despesa das instituições com o
pagamento de pessoal - analisa o economista Roberto Piscitelli, da Universidade
de Brasília (UnB).
De acordo com o Banco do Brasil, a nova tarifa de saques foi instituída para
racionalizar o uso dos terminais de auto-atendimento. A instituição fez um
cálculo e verificou que, a média de saque dos 23 milhões de correntistas no País
era de 1,7 por mês. No DF, a média dos 830 mil clientes é de 2,2 saques mensais.
Levando em conta esses números o banco estabeleceu pacotes de serviços que
buscam atender as faixas de clientes. O plano mais barato custa R$ 8 e dá
direito a oito saques em terminais de auto-atendimento. Quando o valor dos
serviços sobe para R$ 13 o cliente passa a ter dez saques. No pacote seguinte,
são 12 saques por R$ 21. O quarto plano dá direito a 20 saques por R$ 22.
- As tarifas são muito elevadas e ainda se cobra para tudo que há de extra -
afirma Piscitelli. O economista sugere que o cliente fique atento ao extrato
bancário para entender as cobranças que estão sendo feitas.
- Os bancos cobram tudo sem que as pessoas recebam. O cliente tem que
perguntar e não pode deixar as coisas a ver navios - alerta o professor da
UnB.
A cobrança de R$ 1 por saque extra é, segundo a assessoria do Banco do
Brasil, uma das menores tarifas praticadas pelas instituições financeiras.
Normalmente esse preço varia de R$ 1,20 a R$ 1,30. A Caixa Econômica Federal
cobra R$ 0,50 a partir do quinto saque efetuado por clientes que não pagam
qualquer tipo de tarifa por plano de serviços. Independente do valor cobrado,
alguns clientes não estão satisfeitos com a nova tarifa.
Weslley Oliveira, 23 anos, estudante de Tecnologia da Informação, não
concorda com a mudança.
- Toda vez que eu for sacar vou ter que pagar? O dinheiro não é meu? -
questiona Oliveira.
Para não correr o risco de pagar a tarifa pelos saques extras, o estudante se
planeja para pegar o dinheiro sem ultrapassar o limite de retiradas.
- Mas por andar com mais dinheiro corro mais riscos pondera Oliveira.
A psicóloga Isabel Dalla Barba, 24,, segue a mesma linha de críticas.
- É péssimo. Vou pagar até para tirar o meu dinheiro? Já não basta o que pago
pelas despesas do banco e a CPMF [Contribuição por Movimentação
Financeira] recolhida pelo governo? - critica.
Segundo Piscitelli, o dinheiro depositado pelos correntistas é usado para as
aplicações feitas pela própria instituição.
- É esse dinheiro que o banco usa para obter sua receita além das tarifas -
explica Piscitelli. De acordo com o economista, os bancos lucram cerca de 30% ao
ano com o dinheiro aplicado por eles, é o chamado Spread Bancário.
Durante a elaboração desta reportagem, o Banco do Brasil se manifestou apenas
por intermédio de sua assessoria de imprensa. A instituição financeira garante
que os clientes foram informados sobre a mudanças nas regras dos saques com
divulgação da nova regra nas caixas de mensagens da internet e nas telas dos
caixas eletrônicos.
(continua na nota abaixo)
Fonte: Agência Anabb/Jornal do Brasil
Escrito por www.Romildo.com às 13h55
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A Farra dos Bancos
Custa caro mexer no próprio dinheiro
(continuação da nota acima)
Uso de cartão só agrava os problemas
Com a limitação dos saques determinada pelo Banco do Brasil, muitos clientes
optam por usar o chamado dinheiro de plástico, isto é, os cartões de crédito e
de débito. Mas não são todos os estabelecimentos comerciais que usam a
tecnologia. Os empresários reclamam das taxas cobradas pelas operadoras de
cartão e optam por aceitar apenas dinheiro ou cheque. Sendo que este último
também sofre restrições por conta da inadimplência alta.
O Posto da Torre optou pela venda sem os cartões de débito e crédito para
conseguir manter os preços mais baixos. Segundo o gerente do estabelecimento,
Ediel Viana, as taxas cobradas pelas operadoras dos cartões inviabilizariam a
venda do combustível a valores mais baixos.
- Os cartões têm um alto custo operacional. Cada vez que usamos o sistema de
débito pagamos entre 1,8 e 2,5%. No cartão de crédito, a taxa varia de 2,8 a
4,5%. Como tenho uma margem 7,5% de lucro no preço de custo do combustível,
teria de repassar todas essas taxas aos clientes e não manteria os preços como
estão -argumenta Viana.
A venda em dinheiro corresponde a 70% do total, os cheques ficam com os 30%
restantes. A inadimplência desses é de 0,2% no posto. Como a porcentagem é
baixa, Viana considera viável manter essa forma de venda. Os clientes que pagam
com cheque passam por consulta de carteira de identidade.
- O problema dos postos não é a inadimplência, mas é a quantidade de cheques
clona-dos e roubados - afirma Viana. Segundo o gerente, são poucos os clientes
que reclamam da estratégia do posto de não vender com cartões de crédito e
débito.
- Eles não reclamam pela comodidade do preço, que é, em média, 3% menor que o
mercado.
A clientela do Café Daniel Briand também é compreensiva quanto às formas de
pagamento. Serge Segura, gerente do restaurante, compara a briga com as
operadoras de cartão com uma disputa entre Davi e Golias. Ele defende que os
estabelecimentos comerciais façam pressão diante das instituições financeiras
para que elas ofereçam melhores condições para o uso do sistema de débito e
crédito.
- As empresas pensam que somos obrigados a usar o cartão de crédito. Quando
tentamos negociar olham como se fôssemos loucos - conta Segura.
O gerente afirma que a taxa cobrada pelas operadoras de cartão varia de 2,5 a
3%. Segura considera um absurdo a cobrança de aluguel para o uso das máquinas de
cartão. Segundo ele, o custo de cada uma chega a R$ 60.
- Se eles entregam o material sem o aluguel eu trabalharia mesmo com a taxa
-garante.
Enquanto as negociações não ocorrem, o cliente não tem outra alternativa
senão andar com muito dinheiro no bolso ou usar o velho cheque. (L.N.)
Notas no bolso são chamariz para roubo
Sem poder tirar dinheiro várias vezes por mês, os clientes dos bancos que
cobram por saques extras acabam saindo com muito dinheiro no bolso. Mas a opção
pode trazer prejuízos e atrair ladrões.
Segundo o chefe da Delegacia de Repressão a Roubos, Adval Cardoso de Matos,
quanto menos dinheiro a pessoa portar menor o risco de assalto.
- Se o ladrão desconfiar que a pessoa está com dinheiro no bolso ela vira
alvo fácil - alerta o delegado.
De acordo com Matos, a cobrança feita pelos bancos pode favorecer uma
onda de assaltos. As pessoas acabam retirando mais dinheiro do que precisam e,
com isso, assumem um risco maior.
O delegado aconselha as pessoas a fazer um cálculo do valor máximo que
gastará.
- Quem retira uma grande quantidade de dinheiro chama atenção para ser
assaltado. As pessoas têm que fazer cálculos diários e se forem andar com muito
dinheiro, jamais colocar tudo no mesmo bolso. É importante dividir a quantia e
guardar parte do dinheiro em lugares mais escondidos - ressalta Matos.
Para o delegado, se todos os estabelecimentos aceitassem cartões de crédito a
situação seria mais fácil.
- O cartão ainda precisa ser popularizado - diz.
Para evitar os assaltos e sequestros relâmpagos, o delegado sugere que as
pessoas andem com pouco dinheiro e sem cartões de saque à noite. - Nem mesmo
dentro de shopping é seguro. É alvo fácil. Tem muita gente que fica olhando. O
melhor é sacar durante o dia e em local movimentado - afirma o delegado.
Consumo - Para o economista Roberto Piscitelli, da Universidade de
Brasília (UnB), além da insegurança, andar com muito dinheiro na carteira pode
ser prejudicial para o orçamento.
- O ditado já diz que dinheiro na mão é vendaval. A pessoa além de correr
riscos induz ao consumismo. O dinheiro está muito fácil e pode induzir a pessoa
a gastar -afirma. (L.N.)
Cobrança é legal, admite o Procon
Apesar de desagradar aos clientes, os valores cobrados pelo Banco do Brasil
para os saques extras são considerados legais. De acordo com a presidenta do
Instituto de defesa do Consumidor (Pro-con-DF), Elisa Martins, as tarifeis
bancárias são liberadas e reguladas pelo Banco Central. As instituições
financeiras podem cobrar por qualquer transação. Mesmo assim, ela vai se reunir
com a direção do banco no DF para estudar saídas mais económicas para o bolso
dos consumidores brasilienses.
- Vamos pedir explicações para obter informações sobre mais esta tarifa e ver
se o banco pode ser mais flexível quanto a isso. Queremos saber a razoabilidade
dessa cobrança - afirma.
Segundo ela, o Procon orienta os consumidores a usar o cartão magnético e
fezer os saques pequenos uma vez por semana. Elisa afirma que o consumidor pode
reclamar diretamente com o gerente da sua conta sobre a tarifa, mas não adianta
ir ao Procon.
- O cliente não só pode como deve jogar com seu poder de barganha. Quem
regula o mercado é o consumidor - enfatiza. Elisa diz que a reclamação pode
gerar um pouco de trabalho, mas é um trunfo que o consumidor tem. (L.N.)
Fonte: Agência Anabb/Jornal do Brasil
Escrito por www.Romildo.com às 13h54
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Fundos de Pensão
Fundações superam as metas e têm forte ganho
Catherine Vieira
Com o bom desempenho da bolsa e ajuda extra do apetite dos estrangeiros por
títulos públicos longos, após o benefício concedido pelo governo, boa parte dos
fundos de pensão conseguiu obter, no primeiro trimestre deste ano,
rentabilidades bem acima das metas atuariais e que superam até mesmo a variação
do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que foi de 4% no período.
Fundações como a Valia, Eletros, Real Grandeza, Previ e Funcef alcançaram ganhos
entre 5,5% e 7,5%. As metas atuariais, geralmente fixadas por INPC ou IPC + 6%,
ficaram em torno de 2,4% no trimestre.
Nos três primeiros meses do ano, os principais índices da bolsa local subiram
cerca de 13,5% e o IMA-B5, índice da Andima que mede a variação dos títulos de
longo prazo, também registrou alta de 13,1%. Esses dois fatores deram fôlego
extra para fundos, principalmente os que possuem uma parcela um pouco maior
alocada em renda variável. A Previ, que tem mais da metade da carteira nesse
segmento, alcançou rendimento de 7,2% até março, o que engordou o superávit em
R$ 3,9 bilhões no primeiro trimestre.
A Fundação Real Grandeza, fundo de pensão de Furnas, também alcançou ganho
significativo, de 7,52%, entre janeiro e março, de acordo com o presidente do
fundo Sérgio Wilson Fontes. "Somente a carteira de ações teve rendimento de
12,4%", explicou ele. O fundo, que sofreu perdas de R$ 153 milhões com
investimentos no Banco Santos, vem passando por uma reformulação grande desde o
ano passado. "Restringimos muito a política de investimentos em CDBs e estamos
fazendo uma ampla reformulação do comitê de investimentos, com membros
independentes e reuniões mensais", diz Fontes. A Real Grandeza também está
fazendo uma análise minuciosa da carteira de renda variável para ver se está
adequada às necessidades dos planos.
Outro fundo que obteve bons ganhos com ações foi a Valia, dos funcionários da
Cia. Vale do Rio Doce. O diretor financeiro, Manoel Cordeiro, explica que o
ganho com renda variável, que foi de 10% no primeiro trimestre, ajudou o fundo a
superar com folga a meta atuarial. "Nosso ganho médio ficou em 5,9%, enquanto a
meta variou 2,36%", diz Cordeiro. "Com esse desempenho, ganhamos nova sobra de
R$ 267 milhões, o que elevou nosso superávit acumulado para R$ 2,2 bilhões", diz
o diretor da Valia, cujo patrimônio está em cerca de R$ 7,5 bilhões.
Segundo Guilherme Lacerda, presidente da Funcef, fundo de pensão da Caixa,
não foi apenas a bolsa que ajudou a performance das carteiras. "Os fundos de
pensão, por conta de seu perfil e suas necessidades de longo prazo, possuem
muitos títulos públicos de longo prazo em carteira", explica Lacerda. "Com os
benefícios dados aos investidores estrangeiros, o apetite por esses títulos foi
muito grande em fevereiro, beneficiando quem já tinha os papéis em carteira,
como é o nosso caso", acrescenta. Segundo o dirigente, a carteira da Funcef
rendeu 5,6% no primeiro trimestre, o que significou um resultado financeiro de
R$ 675 milhões acima da meta atuarial, que era de 2,4%. Segundo Lacerda, como a
carteira de ações é composta por muitas participações em bloco e que não
acompanham as variações das cotações em bolsa, a carteira da fundação não foi
tão sensível ao movimento do mercado de ações. O patrimônio da Funcef está em
cerca de R$ 22 bilhões.
Também a Eletros, fundo dos funcionários da Eletrobrás, atingiu ganhos bem
acima dos objetivos, com variação de 5,8% da carteira entre janeiro e março. O
gerente de risco do fundo, Jair Ribeiro, está preocupado, no entanto, se a bolsa
vai manter os atuais patamares. Se isso não ocorrer, ao longo do ano os
resultados gerais do setor podem se reduzir.
O presidente da Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência
Complementar (Abrapp), Fernando Pimentel, diz que os fundos aproveitaram os
períodos de sobra de caixa para ajustar as contas. "Alguns fundos, que ainda não
tinham feito a atualização da tábua atuarial (que estima a longevidade dos
participantes), estão aproveitando o bom momento para fazer isso", diz
Pimentel.
Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico
Escrito por www.Romildo.com às 13h46
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Investimentos da Previ
ALL compra a Brasil Ferrovias com ações
Vanessa Adachi
A América Latina Logística (ALL) deve assinar até quarta-feira o contrato de
compra das três concessões ferroviárias do grupo Brasil Ferrovias - Ferronorte,
Ferroban e Novoeste. Os principais termos do negócio foram acertados na
madrugada de sexta-feira, mas passavam por ajustes ao longo do
fim-de-semana.
Uma vez sacramentada, a transação criará a maior ferrovia da América Latina,
com extensão de 21 mil quilômetros, abrangendo as regiões Centro-Oeste, Sudeste
e Sul do país e parte da Argentina e com acesso a vários dos principais portos
brasileiros.
Pelo acordo, a aquisição será paga integralmente em ações da própria ALL. Os
atuais acionistas da Brasil Ferrovias migrarão para a base acionária da ALL. O
fundos de pensão Previ (Banco do Brasil), Funcef (Caixa Econômica Federal) e o
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que detêm a maior
fatia da Brasil Ferrovias, passarão a integrar o bloco de controle da operadora
de logística, unindo-se a GP Investimentos, Delara e Judori, e terão assentos no
conselho.
Segundo o Valor apurou, Previ, Funcef e BNDES terão cerca de 12% das ações
ordinárias. Se isso se confirmar, significa que os controladores atuais serão
diluídos em cerca de 20% em suas participações. Em realidade, todos os
acionistas da ALL serão diluídos com a operação como resultado da emissão de
novas ações para pagar os donos da Brasil Ferrovias.
Os acionistas atuais da ALL passarão a ter uma fatia de ações menor de uma
companhia maior e, em tese, com maior potencial de crescimento.
Além das ações ordinárias que lhe darão acesso ao controle, Funcef, Previ e
BNDES receberão também as chamadas "units" da ALL como complemento ao pagamento.
Cada "unit" representa uma ON e quatro PNs. Os demais acionistas serão pagos
apenas com "units".
Os acionistas das ferrovias vendidas não serão obrigados a migrar para a ALL.
Aqueles que discordarem poderão exercer o chamado direito de recesso, recebendo
em dinheiro por suas ações. Em geral, esse pagamento é feito pelo valor
patrimonial dos papéis.
A expectativa é que a maioria aceite a operação e faça a migração. Um dos
fatores que deve pesar a favor nessa decisão é que as ações da ALL
valorizaram-se na bolsa desde que a proposta foi apresentada, em março. Ou seja,
embora o número de ações a receber seja fixo, seu valor aumentou
significativamente. Do início de março até agora, as "units" subiram cerca de
35%, elevando o valor de mercado da ALL a R$ 6,8 bilhões.
Os valores envolvidos na transação e a relação de troca das ações são
guardados sob forte sigilo porque comprador e vendedores temem que uma eventual
reação negativa na bolsa de valores nos próximos dias possa atrapalhar o
desfecho do negócio.
Os conselhos dos dois fundos de pensão e do BNDES devem aprovar a operação
até amanhã para que o contrato possa ser assinado. Posteriormente, a aquisição
ainda terá que ser aprovada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres
(ANTT) e pela Secretaria de Previdência Complementar (SPC).
A aquisição, tal como está se desenhando, totalmente baseada em troca de
ações, seria impensável apenas dois anos atrás, quando os papéis da ALL não
tinham sequer liquidez. Em junho de 2004, a empresa fez sua primeira oferta
pública de ações e, desde então, valorizou-se em mais de 300% na bolsa. Em março
do ano passado, a companhia fez nova oferta, desta vez de "units". Toda essa
valorização tornou a aquisição da Brasil Ferrovias mais barata.
Para a venda, as três concessionárias foram divididas em dois corredores
logísticos, após um plano de reestruturação financeira que injetou R$ 1,5
bilhão. Ferronorte e Ferroban foram agrupadas na holding Nova Brasil Ferrovias,
formando o corredor de bitola larga. A Novoeste forma o corredor de bitola
estreita.
A ALL foi a única a fazer oferta pelo conjunto de ferrovias. Três grupos
fizeram proposta apenas pela Novoeste. Dentre eles, a Asila, consórcio que
reunia empresas coreanas, fez a melhor oferta. Mas nas últimas três semanas as
conversas com a ALL avançaram.
Receber ações na venda foi visto pelos vendedores como um ponto positivo do
negócio, porque lhes assegura a oportunidade compartilhar os ganhos futuros que
a ALL espera ter com a recuperação das ferrovias compradas. Os dois corredores
têm alto endividamento e sérios problemas operacionais. A ALL deverá aplicar
neles a mesma fórmula de gestão empregada em casa e que a transformou de
ferrovia sucateada em empresa com alta taxa de crescimento. Há um plano para
enxugar dramaticamente o número de funcionários, que, segundo fontes do setor,
seria o triplo do necessário. Além disso, a empresa terá que fazer uma injeção
imediata de capital.
Fonte: Agência Anabb/Valor Econômico
Escrito por www.Romildo.com às 13h44
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Investimentos da Previ
ALL deve ficar com Brasil Ferrovias
Renata Stuani Renée Pereira
A América Latina Logística (ALL) deve assinar esta semana o contrato de
compra dos dois corredores da Brasil Ferrovias: o de bitola larga e o de bitola
estreita. Segundo informações do mercado, o pagamento seria feito por meio da
emissão de ações da ALL, a exemplo do que ocorreu recentemente na aquisição do
BankBoston pelo Itaú. Com isso, os três sócios da Brasil Ferrovias - Funcef
(Fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal), Previ (Fundo de
pensão dos funcionários do Banco do Brasil) e Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social - passariam a ser acionistas importantes da holding
ferroviária.
A ALL não confirmou a informação e adiantou que não fará comentários enquanto
o contrato não for assinado. O presidente da Funcef, Guilherme Lacerda, também
evitou dar detalhes do processo de negociação, mas afirmou que um possível
acordo pode ser fechado nesta semana. "Ainda não confirmamos que a negociação
foi concluída, mas não podemos ficar adiando esse processo. É possível que saia
esta semana", disse. Segundo ele, faltam apenas algumas "coisinhas específicas"
para serem aprovadas pelos diretores. Há quem diga que o contrato possa ser
assinado amanhã.
Uma fonte que acompanha de perto as negociações de venda da Brasil Ferrovias
afirmou que na quinta-feira à noite os acionistas da Funcef, Previ e JP Morgan
acertaram os últimos detalhes para a venda da ferrovia para a ALL. Na prática,
isso significa que a empresa de logística teria o controle de três
concessionárias ferroviárias: Ferronorte, Ferroban e Novoeste.
Segundo esse interlocutor, o plano da ALL foi melhor do que do seu principal
concorrente na disputa, a trading coreana Asila. A Companhia Vale do Rio Doce
(CVRD) não apresentou proposta. De acordo com a fonte, os acionistas acham
melhor vender os dois sistemas para um mesmo operador logístico. A
concessionária ferroviária ganhou pontos também por estar estabelecida no País e
por ter know-how em logística.
Após uma reestruturação finalizada no ano passado, que incluiu apoio do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com aportes superiores a
R$ 1 bilhão do banco de fomento e dos acionistas, a Brasil Ferrovias foi
dividida em duas partes. A Nova Brasil Ferrovias conecta o sistema de bitola
larga, que liga o Mato Grosso ao porto de Santos, interligando a Ferronorte e
parte da Ferroban.
A outra cisão criou a Novoeste Brasil, que liga o Mato Grosso do Sul ao porto
de Santos, formado pelas ferrovias Novoeste e Ferroban. "É importante mostrar
que trata-se de uma empresa que tinha grandes problemas e estava em situação
falimentar em 2003. Com a reestruturação, muita coisa foi resolvida e a empresa
voltou a ser uma das principais companhias do setor", disse Lacerda, ressaltando
que ainda há muitos acertos a serem feitos na companhia.
VALORIZAÇÃO DAS AÇÕES
As especulações em torno da compra da Brasil Ferrovias turbinaram o preço das
ações da ALL na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) na semana passada. Só na
sexta-feira, os papéis ON e PN da companhia subiram 10% e 5,14%,
respectivamente. Em maio, a alta já atinge 26,92% e 8,93%.
Com a compra da Brasil Ferrovias, que inclui Ferronorte, Novoeste e Ferroban,
a ALL incorpora a sua malha 3.767 vagões operacionais de bitola estreita e 4.582
de bitola larga, somando 8.349 unidades. Além disso, ficaria com 272 locomotivas
operacionais, sendo 88 de estreita e 184 de larga.
A Ferroban tem 4.236 km de linha, a Novoeste 1.621km e a Ferronorte 512 km,
somando 6.369 km. Para efeito de comparação a concessionária brasileira ALL
Brasil tem 12.792 vagões, 545 locomotivas e 6.586 km de linha. A ALL Argentina
controla mais 5.690 km de linhas.
Fonte: Agência Anabb/O Estado de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 13h42
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CCBB e Ibirapuera reúnem grandes intérpretes do violão
Ele já foi tratado como o
mais popular instrumento do século 20. Na música brasileira, seja ela qual for,
é personagem de honra. Mas, para além das generalizações, é sempre bom ouvir de
perto um panorama que mostre exatamente o porquê do violão ser um instrumento
tão atraente ao público e, mais, parte importante da história da composição
recente. E é isso que propõe, a partir de amanhã, um projeto conjunto do Centro
Cultural Banco do Brasil com o Auditório Ibirapuera.
No CCBB, o projeto ganhou o nome de Panorama do Violão. Quem explica é
Claudio Dauelsberg, diretor artístico da série: "Queremos oferecer um panorama
sobre as diversas escolas do violão construídas ao longo da história. Assim,
mostraremos a transformação do instrumento, apresentando também as influências
que se inseriram no violão brasileiro, determinando uma forma particular de
interpretação pelos nossos músicos." E isso será feito pelas mãos de alguns dos
principais intérpretes do instrumento. A começar por Fábio Zanon, o primeiro a
se apresentar na série, amanhã, às 13 horas. Ele vai interpretar um programa
dedicado a Canhoto, Dilermando Reis e Villa-Lobos, entre outros, para mostrar o
surgimento da escola brasileira de violão. Também amanhã, às 19h30, Marco
Pereira toca Baden Powell, Egberto Gismonti e Chico Buarque para revelar a
utilização do violão na música popular brasileira.
Já no dia 16, a atração é o Duo Assad, composto pelos irmãos Sergio e Odair,
figuras de destaque do cenário internacional. O tema? As obras compostas para
dois violões e as especificidades deste tipo de repertório. A série vai até o
dia 30 de maio, apresentando ainda Maurício Carrilho e Pedro Amorim (dia 23, com
show sobre o violão no Choro carioca), Paulo Bellinati, Israel de Almeida e
Daniel Murray (dia 23, com a apresentação O Violão Paulista), Fraz Halasz (A
Escola Espanhola, dia 30) e Turíbio Santos (O Violão na Música Latino-Americana,
dia 30).
Para o Auditório Ibirapuera, foi programada uma apresentação única. Juntos
vai reunir no mesmo palco Yamandú Costa, Fábio Zanon e os músicos do Duo Assad.
São três tipos de abordagem diferente do instrumento, entre o clássico e o
erudito - e eles prometem, além de apresentações individuais, propor diálogos e
conversas entre seus estilos. Se a idéia era mostrar a riqueza do universo
sonoro do instrumento, então é difícil pensar em uma solução mais eficaz.
Panorama do Violão. Centro Cultural Banco do Brasil/ Teatro (134 lug.). Rua
Álvares Penteado, 112, tel. (011) 3113-3651. Terças, 13 h e 19h30. R$ 6. Até
30/5.
Juntos. Auditório Ibirapuera (800 lug). Avenida Pedro Álvares Cabral. s/n.º,
portão 2, Pq.do Ibirapuera, tel. (011) 5908-4299. 6.ª (19) a dom. (21), 20h30.
R$ 30. Abertura amanhã no CCBB.
Fonte: Último Segundo
Escrito por www.Romildo.com às 10h42
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Mostra no CCBB do Rio enfoca o futebol
O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio abre amanhã a exposição "Futebol -
Desenho sobre Fundo Verde", com 40 obras que analisam os valores estéticos,
psíquicos e sociais associados ao esporte. O CCBB carioca fica na rua Primeiro
de Março, 66, centro, tel. 0/xx/21/ 3808-2020.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 09h32
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Arte leva 35 mil ao Circuito Cultural do BB
Número de pessoas que foram ver obras de Picasso, espetáculos de
dança, de teatro, shows e oficinas surpreende até os organizadores
Mais de 35 mil
visitantes e quase cinco toneladas de alimentos arrecadados que serão doados a
projetos sociais. É esse o resultado do Circuito Cultural Banco do Brasil, que
trouxe a Belém, em 12 dias, espetáculos de dança, shows, oficinas, teatro,
exposições e programas educativos. A capital paraense foi a primeira no País a
receber a edição 2006 do projeto. De acordo com o superintendente regional do
Banco do Brasil nos Estados do Pará e Amapá, Clênio Teribele, a grande vedete da
maratona de cultura foi a mostra 'Pablo Picasso: Paixão e Erotismo', que iniciou
a sua incursão pelo Brasil em Belém. Até esta quinta-feira, 4, já haviam sido
registrados quase 15 mil visitantes à exposição.
'Pablo Picasso:
Paixão e Erotismo' reuniu um conjunto de 92 obras, entre litografias, aguatintas
e aguafortes, da produção compreendida entre 1919 e 1972 de um dos maiores
ícones da história da arte. Sob a curadoria de Fábio Magalhães, a exposição de
Picasso, pertencente à coleção de Pier Paolo Cimatti, da Itália, segue, agora,
para outras quatro capitais brasileiras - Belo Horizonte (MG), Teresina (PI),
Goiânia (GO) e Curitiba (PR).
Teribele explica
que a expectativa do BB era de que 12 mil pessoas comparecessem aos eventos
promovidos pelo circuito. O público paraense superou todas as previsões. 'Para
se ter uma idéia, o Centro Cultural Banco do Brasil, localizado em Brasília,
recebe, diariamente, 1,7 mil visitantes por dia. Aqui, a média foi de 6 mil',
informa.
Para o
superintendente, diversos fatores contribuíram para o sucesso da maratona de
cultura na capital paraense. Entre eles, a programação rica e diversificada; a
parceria com os poder público e o apoio da imprensa e da sociedade paraense. 'A
população entendeu a nossa proposta e, com certeza, foi a maior multiplicadora
do evento', comenta.
Teribele diz que
o circuito também foi um importante canal de divulgação da cultura local e de
acesso para as camadas mais carentes da população. 'Foi um grande momento de
democratização da cultura. Recebemos jovens, idosos, pessoas de todos os níveis
sociais, enfim, foi uma grande festa', observa.
Na etapa de
Belém, o teatro esteve muito bem representado, com o espetáculo 'A Vida é Cheia
de Som e Fúria', eleita pela crítica especializada um dos cinco melhores
espetáculos do ano passado, a atração local '80 Já Era', da Usina de Teatro
Contemporâneo e apresentações infantis com o grupo 'Palhaços
Trovadores'.
As programações
musicais também destacaram-se por sua qualidade. No show 'Uma Batida Diferente',
o grupo carioca Bossacucanova e a cantora Clara Moreno, filha de Joyce,
acrescentam um toque contemporâneo à tradicional sonoridade do samba e da bossa
nova. O público paraense também pôde assistir à união do compositor Marcos Valle
e da cantora revelação Céu, que, aliás, se repete hoje à noite.
Dentro do projeto
'Foto em Pauta', os interessados na produção fotográfica brasileira teve a
chance de conhecer as obras e também conversar com o premiado fotógrafo carioca
Cláudio Edinger.
Três atividades
contemplaram os programas educativos: Brinquedoteca com Sapecão, uma oficina de
construção de brinquedos com material reciclado, Oficina de Circo com os
Palhaços Trovadores e Oficina de Dança Contemporânea com a Quasar Companhia, de
Goiás.
A maior parte da programação
teve entrada franca. Apenas alguns ingressos tiveram a cobrança de ingressos a
preços populares. A maioria das atrações aconteceram nas dependências da Estação
das Docas e do Theatro da Paz. 'Com certeza, diante dessa resposta tão positiva,
Belém não ficará fora da próxima etapa do Circuito', antecipa o superintendente
do BB.
Fonte: O Liberal
Escrito por www.Romildo.com às 09h08
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Universidade do BB
BB oferta curso de Comércio exterior
O Banco do Brasil, através de sua Gerencia de Gestão de Pessoas em Natal -
GEPES e a Gerencia Regional de Apoio ao Comercio Exterior em Recife, GECEX,
realizará nos próximos dias 29 e 30 de maio, das 18h30 às 22h30 o Curso de
Comercio Internacional, modulo Exportação.
Trata-se de importante
diferencial do BB, oferecido ao mercado através de sua Diretoria de Comercio
Exterior, destinado a clientes, estudantes e profissionais da área. As
inscrições podem ser feitas através do e-mail age4620 bb.com.br ou com o Gerente
de Negócios Internacionais MAURO, pelo telefone (84) 3216-4650, e custa R$
150,00.
As aulas serão ministradas no Centro de Treinamento do Banco do
Brasil, localizado à Av. Duque de Caxias, 20, terceiro andar (Prédio do Banco do
Brasil na Ribeira). Mais informações pelo telefone 84-3216.4600 ou 4650.
Fonte: Diário de Natal
Escrito por www.Romildo.com às 09h06
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A Farra dos Bancos
Lucro do Bradesco cresce 27% no primeiro trimestre de
2006
SÃO PAULO (Reuters) - O Bradesco, maior conglomerado financeiro do país,
reportou nesta segunda-feira um lucro líquido consolidado de R$ 1,53 bilhão para
o primeiro trimestre deste ano. O resultado é 27% maior que o obtido no mesmo
período de 2005.
A carteira de crédito e arrendamento mercantil do banco alcançou R$ 84,4
bilhões, com crescimento de 4,1% em relação ao final do ano passado e de 28% na
comparação com o saldo no final de março de 2005.
Em relatório distribuído ao mercado, o banco destacou o aumento da
inadimplência neste início de ano, que atribuiu a efeitos sazonais típicos do
primeiro trimestre, ao aumento da participação de empréstimos à pessoa física na
carteira e à "ligeira deterioração da capacidade de pagamento dos clientes,
observada em todo o Sistema Financeiro Nacional".
Esse agravamento do risco levou o Bradesco a constituir no trimestre uma
provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD) de R$ 938 milhões, o que
elevou o saldo provisionado a R$ 5,315 bilhões, em 31 de março.
A rentabilidade sobre o patrimônio líquido anualizado do Bradesco ficou em
33,6% no primeiro trimestre de 2006, acima dos 32,5% registrados de janeiro a
março do ano passado.
O segmento financeiro respondeu por 64% do resultado do Bradesco nos três
primeiros meses do ano, menos que os 68% de igual período de 2005. Na mesma
comparação, a participação do segmento de seguros no resultado cresceu de 30%
para 35%.
O total de ativos detidos pelo grupo somou R$ 216,4 bilhões, uma evolução de
3,7% na comparação com dezembro e de 13,1% em relação a março de 2005.
(Por Marcelo Mota)
Fonte: UOL Economia
Escrito por www.Romildo.com às 08h41
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Aos que viveram os anos 60: o sonho acabou, mas a Rolling Stone não
Revista Rolling Stone comemora 40 anos em estilo
A revista Rolling Stone, um ícone da imprensa
americana, está comemorando sua milésima edição, depois de 40 anos na vanguarda
do jornalismo musical.
A edição número mil traz a capa mais cara da história, que custou US$ 1
milhão (cerca de R$ 2 milhões).
A capa brilhante e em três dimensões, é uma homenagem à capa
do disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band com um mosaico dos
personagens que se sobressaíram nos campos da música, da televisão e da
literatura.
A revista foi fundada em 1967 por Jann
Wenner (na foto), na cidade californiana de São Francisco.
Fonte: BBC
Escrito por www.Romildo.com às 19h55
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Eleições Previ - Vote de 15 a 29/5/2006

Escrito por www.Romildo.com às 14h34
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Idosos: inadimplência cresce
Inadimplência dispara
entre idosos
Entre dezembro do ano passado e março deste ano, mais 3 milhões de
idosos se tornaram inadimplentes em todo o País, segundo pesquisa elaborada pela
Serasa
INES ANDRADE
Há
dois anos, quando começaram as operações de empréstimo com desconto em folha dos
segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), especialistas já
previam o endividamento crescente dos aposentados e pensionistas. A previsão se
concretizou e repercute nas vendas do comércio. Como parte da renda está
comprometida com o pagamento dos empréstimos, os segurados sentiram mais
dificuldade para honrar outras despesas. Entre dezembro do ano passado e março
deste ano, mais 3 milhões de idosos se tornaram inadimplentes em todo o País. Os
números são da Serasa.
Houve um aumento de 3% no número de pessoas com idade
acima de 60 anos que estão inadimplentes. A Serasa constatou que, no mesmo
período, a inadimplência geral para todas as faixas etárias subiu 0,5%. Segundo
Carlos Henrique de Almeida, assessor econômico da Serasa, a inadimplência entre
as pessoas com mais de 60 anos apresentou a maior variação. Almeida lembra que
outros grupos etários sempre tinham elevações maiores. Segundo ele, somente logo
depois da implantação do Plano Real, quando houve busca generalizada ao crédito,
é que a inadimplência entre os idosos registrou uma maior elevação.
“Esses riscos foram observados há dois anos. Como os
aposentados estão com renda achatada e o pagamento ao banco é certo, pois é
descontado em folha, restam cada vez menos recursos para eles pagarem outras
despesas”, explica Roberto Ferreira, professor de Economia da Faculdade Boa
Viagem (FBV). Por terem uma fatia certa do benefício previdenciário, os credores
não são as instituições financeiras que concedem o crédito, mas o comércio e
empresas de telefonia.
Para os bancos, trata-se de um grande negócio. O
empréstimo consignado foi a primeira linha de crédito oferecida pela Rede
Matriz, correspondente bancário do Banco Cacique para essa operação. “Hoje, mais
de 10% dos empréstimos consignados feitos em Pernambuco são pelo Matriz”,
destaca Darrell Marinho, gerente de Marketing. Como muita gente vai pagar suas
contas na Rede Matriz, termina fazendo o empréstimo.
Carlos Henrique de Almeida considera o prazo de
pagamento dos empréstimos consignados muito longo, de até 36 meses, o que
aumenta a probabilidade de ocorrência de imprevistos e dos idosos necessitarem
de dinheiro. Há também uma falta de cultura dos idosos em administrar o salário
e o empréstimo ao mesmo tempo.
FAMÍLIA – Muitos segurados do INSS também
terminaram inadimplentes porque tomaram empréstimos para ajudar a família,
diante da enxurrada fácil de crédito a juros mais baixos. “O que a gente tem
notado é que os idosos estão cada vez mais voltados a ajudar a família
financeiramente. Muitos sustentam filhos e netos que estão desempregados”,
acrescenta Almeida.
Zélia Vieira, gerente do Serviço de Proteção ao
Crédito (SPC), também avalia que muitos idosos estão ficando inadimplentes por
tomar empréstimos para ajudar familiares. “Tem crescido assustadoramente a
quantidade de idosos que têm procurado o atendimento ao público do SPC. Há muita
gente sustentada pelos pais”, observa Zélia. Segundo ela, a inadimplência vem
crescendo gradativamente há um ano.
Há quem acredita que a situação vai se inverter. “Acho
que a tendência é cair o número de operações. Diante dessa situação, as pessoas
vão pensar duas vezes”, considera o professor Roberto Ferreira. Eduardo
Sant’anna, superintendente do Banco do Brasil em Pernambuco, informa que o
número de operações caiu depois de fevereiro deste ano. “Houve um grande volume
de empréstimos, atingindo o auge nos meses finais do ano passado, passando a
cair depois de fevereiro”, conta. Sant’anna atribui parte dessa queda à falta de
segurados atualmente com interesse de fazer empréstimo. “Aquela parte dos
aposentados e pensionistas que tinham interesse já fez. Muitos não têm operação
vencendo ainda”, conta. Em Pernambuco, o banco tem cerca de R$ 40 milhões
emprestados.
Fonte: Jornal do Commercio (PE)
Escrito por www.Romildo.com às 12h58
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Idosos: inadimplência cresce (2)
Comprometimento da renda com
empréstimo diminui as vendas
A inadimplência entre as pessoas com idade
acima de 60 anos vem gerando impacto no comércio. “Houve uma queda na circulação
de dinheiro. Não sobra mais recursos para abertura de novos crediários”, comenta
Zélia Vieira, gerente do SPC. A queda nas vendas foi percebida tanto pela Câmara
de Dirigentes Lojistas (CDL) quanto pela Associação Pernambucana de
Supermercados (Apes).
“Empréstimo consignado é bom para os bancos, que têm garantia de retorno, mas
é ruim para o comércio”, critica Sílvio Vasconcelos, presidente da CDL.
Vasconcelos conta que o problema se agravou este ano. Mas já era previsto no ano
passado. “O problema já está bastante acentuado. Mas não temos como mensurar o
tamanho do prejuízo. O cliente não está podendo fazer novas compras”,
acrescenta.
Vasconcelos destaca que grande parte dos empréstimos consignados é feita com
as classes C e D, que compram muito a crédito.
Os supermercados também amargam prejuízos. Geraldo José da Silva, presidente
da Apes, calcula que houve um aumento de 15% na inadimplência dos idosos, no
primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. O
problema foi detectado mais entre as pessoas com renda de até R$ 500. Silva
conta que foi feita uma pesquisa nos supermercados, abrangendo 32 lojas do
Grande Recife e em estabelecimentos situados em mais 10 municípios do interior
do Estado.
As vendas caíram mais entre os pequenos supermercados. A inadimplência dos
idosos é usada inclusive pela Apes para explicar parte da queda de 2,5% das
vendas de todo o setor supermercadista do Estado. Essa variação ocorreu no
primeiro trimestre deste ano contra o mesmo período do ano passado. “Só não foi
maior porque as grandes lojas seguraram os negócios com promoções”.
Fonte: Jornal do Commercio (PE)
Escrito por www.Romildo.com às 12h56
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Idosos: inadimplência cresce (3)
Segurado do INSS deve tomar cuidado na hora de
contratar o crédito
Os segurados do INSS devem ficar alertas e
tomar alguns cuidados para evitar o endividamento. “A gente sempre orientou o
aposentado para não tomar um empréstimo de braços abertos. Ele deve estar
consciente de que, numa certa idade, surgem mais despesas, sobretudo aquelas com
saúde”, ressalta João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos
Aposentados e Pensionistas da Força Sindical.
Flávio Coelho, sócio do BGN Consultores em Contabilidade, recomenda aos
segurados do INSS a tomarem empréstimos apenas para liquidar dívidas mais caras.
A questão é que as taxas nessas operações são mais baixas do que em outras mais
antigas. “Um cuidado básico é usar o empréstimo consignado para saldar dívidas e
nunca para adquirir bens de consumo”.
Coelho explica que se o segurado quiser comprar algum bem, deve fazer
poupança. “Mesmo que os juros dos empréstimos consignados sejam menores, eles
não deixam de ser altos porque o risco dessas operações para os bancos é
irrisório”.
Se a decisão de empréstimo for tomada, Coelho orienta pesquisar as taxas de
juros. “O Banco do Brasil oferece taxa que varia de 1,5% a 2,7% ao mês. Uma
diferença de 1,2% para a mesma operação do mesmo banco”. É preciso verificar
ainda se a instituição não está cobrando nenhuma taxa adicional.
Quem já está enforcado, pode tentar renegociar a situação com o banco. “Se
faltar 12 meses para pagar, ele pode renegociar esse prazo para mais 36 meses e
baixar a parcela”, explica Coelho. Roberto Ferreira, professor de Economia da
Faculdade Boa Viagem (FBV), sugere que o endividado venda algum bem para quitar
a dívida.
Fonte: Jornal do Commercio (PE)
Escrito por www.Romildo.com às 12h54
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Idosos: inadimplência cresce (4)
CONSIGNADO/OPINIÕES Frustração
A pensionista Vilma Souza, 64 anos, entrou
no SPC este ano. Vilma tinha tomado um empréstimo consignado para pagar suas
dívidas, mas não conseguiu o que esperava. “Não deu para pagar tudo o que
esperava e terminei no SPC”, lamenta
Sem arrependimentos
Antônio Amaro, 60 anos, tomou R$ 15 mil emprestados para comprar um
apartamento para a filha. Apesar de ter R$ 495 retirado mensalmente da
aposentadoria, Amaro não se arrepende do empréstimo e até o momento não está
endividado.
Sem telefone
A pensionista Helena Miranda, 68 anos, tem dois empréstimos. Um com o BMG e
outro com a Caixa. Os dois foram tomados para ajudar parentes. “Fiquei
inadimplente e hoje não tenho mais telefone em casa”, conta Helena.
Menos compras
“Não penso em fazer novo empréstimo”, revela Amaro Custódio, 76 anos,
aposentado. Custódio conta que precisou cortar despesas com roupas, calçados e
alimentação porque o crédito consignado desconta R$ 90 do seu benefício, igual
ao salário mínimo.
Fonte: Jornal do Commercio (PE)
Escrito por www.Romildo.com às 12h53
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A compra do BankBoston pelo Itaú
| Ana Paula
Paiva |
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Roberto Setubal: "Só quatro pessoas sabiam da
transação"
Presidente do Itaú
revela os bastidores da negociação com o Bank of America para a compra do
BankBoston e diz que manterá as equipes de atendimento para não perder os
clientes mais ricos
Por
ALEXANDRE TEIXEIRA
O negócio estava cantado, seus detalhes vazaram para a imprensa, mas foi só
na terça-feira 2 que Roberto Setubal, o presidente do Itaú, apareceu em público
para confirmar a compra das operações brasileiras do BankBoston. Com bom humor
incontido, o banqueiro comunicou ao mercado que o Itaú está emitindo o
equivalente a US$ 2,2 bilhões em ações preferenciais suas e vai entregá-las ao
Bank of America, atual controlador do Boston, assim que o Banco Central do
Brasil aprovar a transação. “Fizemos o anúncio assim que chegamos a um acordo. O
contrato foi assinado no dia 1º, aqui no banco”, revelou Setubal a DINHEIRO. O
valor divulgado é inferior aos US$ 3 bilhões previstos, mas a transação
anunciada envolve apenas a unidade brasileira do banco. Somando-se suas
operações no Chile e no Uruguai – que Setubal diz que têm 99% de chances de
também serem incorporadas nos próximos meses – o negócio deverá chegar aos US$ 3
bilhões e o BofA atingirá participação de 8% no capital do Itaú. Nesta
entrevista, o banqueiro revela os bastidores da negociação com o maior banco de
varejo dos Estados Unidos e diz que os atuais clientes do BankBoston não têm
porque procurar outro banco. “Vamos manter as agências do Boston onde elas estão
e as equipes de atendimento.”
DINHEIRO – Ao contrário do que se viu em outras aquisições de bancos,
desta vez não houve leilão, mas sim uma negociação direta entre Bank of America
e Itaú. Por que? ROBERTO SETUBAL – Primeiro, eu acho importante se
entender que nessa operação o Bank of America não está saindo do Brasil e sim
escolhendo um parceiro para ele na América Latina. Ele resolveu manter a
presença na região através de uma parceria com um banco local.
DINHEIRO – Por que o senhor acha que é importante para o Bank of
America manter a presença no Brasil? SETUBAL – Primeiro porque o
Brasil obviamente é um mercado grande, de muito futuro. Segundo, porque ele tem
nos Estados Unidos um monte de clientes com presença no Brasil. E ele quer
obviamente servir esses clientes. O que a partir de agora será feito através do
Itaú, com esta parceria. Do contrário, esses clientes poderiam mudar de banco lá
nos Estados Unidos, desviar um pouco os negócios com o Bank of America para o
Citibank ou outro banco.
DINHEIRO – O senhor diz clientes corporativos? SETUBAL –
Exatamente. A presença dele (do Bank of America) no Brasil fica muito
fortalecida do ponto de vista desses clientes, porque o Itaú tem muito mais
capacidade de atendê-los aqui do que o próprio BankBoston tinha. A partir deste
raciocínio é que eles falaram: “bom, nós não temos condições hoje de comprar
nenhum grande banco, não temos conhecimento do mercado para isso”. E decidiram
caminhar para essa situação de parceria. Fizeram a análise deles lá, escolheram
o Itaú e vieram nos propor isso: “Vocês teriam interesse em ser nossos parceiros
nessas e naquelas condições?”. A partir daí, a conversação foi caminhando.
DINHEIRO – Como se deu, na prática, esse primeiro
contato? SETUBAL – Eu fui convidado para um jantar pequeno, de seis
ou sete pessoas, com o CEO do Bank of America (Ken Lewis, que também é
presidente do Conselho do banco). Eu não o conhecia e não imaginava nada. Fui lá
conhecê-lo. Conversamos, foi muito agradável o jantar, mas ficou nisso. Na
verdade, ele queria me conhecer e eu não estava sabendo. Ele perguntou do
Brasil, perguntou do banco, perguntou do mercado. Eu até achei curioso o
interesse dele pelo Brasil, porque a presença dele no País (por meio do
BankBoston), naquele instante, era relativamente pequena.
DINHEIRO – Onde foi esse jantar? SETUBAL – Foi em
Washington, numa reunião do FMI, em setembro de 2004. Mas naquele momento não
houve convite nenhum. Foi só uma conversa, não teve nenhuma abordagem mais
direta. Mas a conversa fluiu muito bem, e essas coisas são importantes. Quando
você vai fazer um negócio grande, se não há uma empatia natural entre as pessoas
que estão envolvidas, já dificulta.
DINHEIRO – Ken Lewis parece ter gostado do que ouviu. E o senhor, o
que achou dele? SETUBAL – Ele é muito direto, muito objetivo, com
uma visão bancária muito boa. Tem uma carreira fantástica. Obviamente que o CEO
do maior banco doméstico americano é uma figura extraordinária.
DINHEIRO – E o convite, quando veio? SETUBAL – Passado
esse primeiro momento, uns dois meses depois, veio ao Brasil o responsável pela
operação no País. Ele não fez um convite, mas perguntou: “Como é que você vê
esse tipo de operação, o que acharia de uma parceria, acha que faz sentido para
vocês?”. Nós discutimos internamente como seria ter um parceiro assim, achamos
que seria positivo e eu retornei a ele e disse: “Muito bem, vamos começar a
conversar”.
DINHEIRO – E as conversas duraram até agora? SETUBAL –
Naquele momento, o Bank of America se envolveu numa grande transação na China.
Eles acabaram comprando 10% de um grande banco chinês (o Construction Bank). Foi
uma transação na qual a equipe deles que trata desse tipo de negócio ficou
envolvida quase oito meses. Durante esse período, ele (Ken Lewis) só nos ligava
de vez em quando e falava: “Olha, eu continuo interessado, só que estou com essa
operação na China e neste momento não posso dedicar tempo para essa negociação
com vocês”. Ficamos aguardando esse período todo.
DINHEIRO – Quando as conversas foram retomadas? SETUBAL –
Ele me ligou no final do ano passado e retomamos as negociações. No comecinho
deste ano, as pessoas encarregadas da negociação estiveram aqui no Brasil,
lideradas pelo Greg Curl (executivo de Planejamento Corporativo e Estratégia do
BofA). Conversamos bastante, mostramos o banco e eles visitaram agências.
Passaram dois ou três dias aqui e conversaram com vários executivos. Acho que
gostaram do que viram. Depois eu estive na sede deles (em Charlotte, Carolina do
Norte), em março, quando nós acertamos o preço e as condições do negócio. Aí,
entraram os advogados.
(continua na nota abaixo)
Fonte: Isto É Dinheiro
Escrito por www.Romildo.com às 11h36
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A compra do BankBoston pelo Itaú
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“Durante 8 meses, Lewis, CEO
do Bank of America, me ligava e dizia: estou interessado” |
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(continuação)
DINHEIRO – Uma transação de US$ 2,2 bilhões deve ser juridicamente
complicadíssima, não? SETUBAL – O contrato todo, entre o acordo de
acionistas e o contrato de aquisição, tem mais de 100 páginas.
DINHEIRO – Quantas pessoas participaram do
trabalho? SETUBAL – Nós tínhamos a nossa equipe interna do banco,
com umas cinco pessoas envolvidas, só do Jurídico. Depois tem o pessoal da
contabilidade. Eu diria que, no Itaú, tinha umas 15 pessoas envolvidas nestas
últimas semanas. Mais uns três ou quatro advogados externos nossos e toda a
parte deles, que eu não sei quantas pessoas eram.
DINHEIRO – O banco de investimentos Merrill Lynch assessorou o Itaú
no processo de negociação. Como eles entraram no negócio? SETUBAL –
Eles entraram desde o início, nos aconselharam muito. Sugeriram coisas, como a
melhor forma de construir o acordo de acionistas. É sempre bom ter um banco de
investimentos junto, porque você não sabe bem como essas transações vão
caminhar. Neste caso, caminharam muito tranqüilamente. Mas a Merrill Lynch deu
uma contribuição importante.
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“Ficar com a marca BankBoston não era importante.
Itaú é um nome muito forte” |
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DINHEIRO – Como vocês mantiveram esta transação em sigilo por tanto
tempo? Quantas pessoas no Itaú sabiam das conversas com o Bank of
America? SETUBAL – Pouquíssima gente. No primeiro momento, até essa
minha ida a Charlotte, só quatro pessoas sabiam da transação no banco.
DINHEIRO – Quando o acordo foi fechado? SETUBAL – No dia
1º à noite.
DINHEIRO – Aonde? SETUBAL – Aqui no Itaú.
DINHEIRO – O fato de os executivos brasileiros do BankBoston
supostamente terem sido informados muito tarde da venda para o Itaú causou
desconforto. Foi assim mesmo que aconteceu? SETUBAL – Eu não vou
comentar como isso ocorreu dentro do BankBoston, mas nós negociamos sempre com a
matriz.
DINHEIRO – O BankBoston tem clientes de renda realmente alta que não
necessariamente estão acostumados a operar com grandes bancos de varejo. Como o
senhor pretende convencê-los a ficar no Itaú? SETUBAL – O Itaú, por
ser um banco de varejo muito grande, tem imagem muito ligada à nossa grande rede
de agências, à presença no Brasil inteiro, ao atendimento a mais de 10 milhões
de clientes. Mas quem conhece melhor o Itaú identifica os segmentos de mercado
em que a gente atua. A nossa rede de agências Personnalité tem exatamente o
mesmo foco e o mesmo desenho da rede de agências do BankBoston. Eu diria que,
para o Personnalité, o BankBoston era o principal concorrente, e vice-versa.
DINHEIRO – Em termos de imagem, o senhor acha que o Itaú se equipara
ao Boston para os clientes mais ricos? SETUBAL – Neste segmento, a
imagem do Personnalité é muito boa, tem o mesmo padrão de receptividade que o
BankBoston. E a qualidade também. Não há dúvida de que o Itaú tem todas as
condições para atender essa clientela. Eu não tenho nenhuma preocupação de que
os clientes venham a se sentir pior atendidos. Até porque a gente pretende
manter todas as agências do BankBoston exatamente onde elas estão hoje e
pretende manter toda a equipe de vendas e de atendimento do BankBoston.
Portanto, o cliente não vai sentir descontinuidade no atendimento.
DINHEIRO – Houve algum tipo de discussão sobre a possibilidade de o
Itaú assumir a marca BankBoston no Brasil? SETUBAL – Não. O Bank of
America não queria que a marca continuasse no Brasil, porque entendia que, em
não estando mais no País diretamente, não tinha sentido deixar a marca dele
aqui. E para nós não era nada importante, porque a marca Itaú é muito forte no
Brasil e a gente tem condições de administrar essa mudança. A imagem do Itaú é
excelente, e não acredito que nós teremos dificuldades.
DINHEIRO – Há analistas que dizem que, entre os clientes corporativos
do Boston e do Itaú, há muita sobreposição. Até que ponto isso é
problemático? SETUBAL – O mercado corporate no Brasil tem
aproximadamente mil clientes. Eles trabalham com o Itaú e com o BankBoston.
Agora, o fato de eles serem clientes dos dois não quer dizer que sejam atendidos
nos dois bancos da mesma forma. Imagine que, para a empresa “A”, o banco
principal é o Itaú, e o BankBoston tem poucos negócios. Na empresa “B”, vamos
dizer uma multinacional americana, já é o oposto. O BankBoston é o primeiro
banco dela, e o Itaú é um banco secundário. Nesse sentido, (a fusão) é
complementar.
DINHEIRO – Para o cliente corporativo, a marca BankBoston também não
vai fazer falta? SETUBAL – Não. O Itaú tem um prestígio muito grande
junto às empresas de uma forma geral. Em alguns casos, a matriz das empresas
multinacionais limita os bancos em que ela pode operar. Então, muitas
multinacionais americanas só trabalham com bancos americanos. Ou trabalham com
um banco brasileiro só para coisas que os bancos americanos não fazem. Eu acho
que nesses casos nós teremos, em função da parceria com o Bank of America,
condições de ser o banco delas no Brasil.
Fonte: Isto É Dinheiro
Escrito por www.Romildo.com às 11h34
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Governo do MT e BB se unem para fortalecer consórcios intermunicipais
NELSON FRANCISCO Assessoria\Seder-MT
| Nelson
Francisco/Seder-MT |
 |
| Secretário Clóves
Vettorato fala a prefeitos em São José do Rio Claro: projetos devem ter
começo, meio e fim | São José do Rio
Claro, MT – O Banco do Brasil se unirá ao Governo do Estado para
fortalecer as ações dos consórcios intermunicipais de desenvolvimento econômico
e sócio ambiental, implantados a partir de meados do ano passado em parceria com
a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). O anúncio foi feito pelo
superintendente regional da instituição bancária, Renato Barbosa, em reunião com
13 prefeitos de Municípios do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento
Econômico e Sócioambiental da Bacia do Alto Paraguai, ocorrida nesta sexta-feira
(05.05), em São José do Rio Claro (315 km a Médio-Norte de Cuiabá), a qual foi
coordenada pelo secretário de Desenvolvimento Rural, Clóves Vettorato.
O
banco vai apoiar o desenvolvimento das cadeias produtivas de forma integrada com
a flexibilização de linha de crédito para o pequeno agricultor e a indústria que
comprará a sua produção. A primeira reunião para discutir a integração vai
ocorrer no próximo dia 10, em Tangará da Serra, onde está sendo fomentada a
cadeia produtiva do abacaxi com a instalação de uma fábrica que já está
comprando a produção dos agricultores. “A gente se junta nesse trabalho para dar
mais agilidade aos negócios. “Vamos estar juntos para fortalecer a articulação
com os prefeitos para não perder esforço e dinheiro. E para isso não vamos medir
esforços”, disse Renato Barbosa, que a convite de Vettorato participou da
reunião dos prefeitos, com gerente de mercado e agronegócio do banco, Olímpio
Vasconcelos.
Barbosa informou que dentro do Desenvolvimento Regional
Sustentável (DRS) do Banco do Brasil em Mato Grosso, há 95 projetos em
andamento. No Estado, o banco investiu mais de R$ 5 bilhões em vários setores da
economia, sendo R$ 740 milhões só com a agricultura familiar. “Buscamos o modelo
de desenvolvimento sustentável para garantir a comercialização da produção e
garantir a sustentação do emprego e renda nos Municípios”, afirmou o
superintendente.
Acolhendo sugestão de Vettorato - para quem todo e
qualquer projeto das cadeias produtivas dos consórcios deverá ter começo, meio e
fim –, o superintendente do Banco do Brasil informou que a instituição está
“atenta para criar novas alternativas de negócio”. “Temos que nos organizar,
articular e definir as prioridades para cada região”, disse Barbosa.
Prefeitos
Os prefeitos da região Médio-Norte já definiram a implantação das cadeias
produtivas da pecuária de leite, seringueira, frango de corte, abacaxi e
ovinocultura. Agora, com o apoio do agente financeiro, o Banco do Brasil, entre
outros, os prefeitos estão motivados para tocar os projetos em seus Municípios
de forma integrada. “Cada vez mais tem entrosamento dos prefeitos. O que faltava
era o recurso. Foi muito boa a participação do Banco do Brasil”, disse o
prefeito de Barra do Bugres, Aniceto Miranda.
Para o prefeito de Santo
Afonso, Venceslau Botelho de Campos, os consórcios estão diminuindo as
desigualdades regionais. “Unidos somos mais fortes e podemos lutar juntos, em
bloco, por melhorias para a nossa região”, afirmou o prefeito.
Coordenado pelo engenheiro agrônomo da Secretaria de Desenvolvimento
Rural (Seder), Neurilan Fraga, o consórcio, além de unir os Municípios, está
incentivando o desenvolvimento das cadeias produtivas, conforme a prioridade
definida por cada prefeito. “Precisamos definir o que é viável para cada
Município. Todos os resultados dessas reuniões são positivos porque estamos
construindo um processo por etapa”, frisou o prefeito de Tangará da Serra, Júlio
César Ladeia.
No encontro, os prefeitos lamentaram a crise pela qual
atravessa a agricultura. Porém, projetos de alternativas econômicas e
diversificação de produção, propostos pelo secretário Clóves Vettorato, animaram
os gestores públicos. “É sabido a crise que vive a agricultura. Isso agrava o
comércio como um todo. Com o consórcio, juntos vamos buscar alternativas de
renda”, avaliou o prefeito de São José do Rio Claro, Massão Paulo Watanabe.
Fonte: Secom/MT
Escrito por www.Romildo.com às 08h40
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