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BRASIL, Sul, CURITIBA, Homem, de 56 a 65 anos
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"Para os cargos foi criada uma comissão: Genoíno, Delúbio e eu. Só não mexi com os fundos de pensão. Os fundos ficaram por conta do Marcelo Sereno e do Delúbio. Os maiores ficaram com Gushiken"
Autor: Silvinho Pereira, ex secretário do PT
Quando: Em O Globo deste domingo (07.05.2006)
Esta frase foi pinçada de uma longa entrevista, que repercutiu muito nos meios políticos.
Categoria: Citação
Escrito por www.Romildo.com às 23h11
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Nova Parcela PREVI entra em vigor
A nova Parcela PREVI já está
valendo. Nesta sexta, 5 de maio, aconteceu a última formalização necessária para
a implementação da nova PP. Após a aprovação da Secretaria de Previdência
Complementar, os sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília protocolaram
desistência dos mandados de segurança impetrados junto à Justiça.
Com isso, está concluído um intenso processo de negociação e será
possível colocar em prática o Acordo que estabelece as condições finais que vão
permitir a redução da PP, com a utilização, para o custeio, dos recursos
alocados no Fundo Paridade. O Acordo foi negociado em dezembro de 2005, após a
manifestação favorável dos participantes à redução da PP, e assinado pelo Banco
do Brasil e pelos Sindicatos mencionados em 2 de maio deste ano.
Já na folha de pagamento de maio, será considerado o novo valor da PP
para os benefícios de aposentadoria e de pensão que fazem jus a novo cálculo.
Estão incluídos neste grupo todas as aposentadorias concedidas a partir de
24/12/97 e as pensões decorrentes de aposentadorias concedidas a partir de
24/12/97. O pagamento da diferença será retroativo a 1º de dezembro de 2005.
Quem se aposenta agora, leva a nova PP
Além da revisão dos benefícios concedidos, todos os funcionários do Plano
1 que ainda estão na ativa poderão se beneficiar da nova PP no momento em que
decidirem pela aposentadoria ou resgate.
Como a revisão da Parcela PREVI vai aumentar o valor dos benefícios do
pessoal aposentado pós-97, esse grupamento terá o valor da contribuição para
PREVI aumentado na mesma proporção. No entanto, com a redução de 40% das
contribuições dos aposentados, que sairão de uma contribuição de 8% para 4,8%,
esse aumento tenderá a ser diluído, restando uma redução efetiva da
contribuição, com melhoria do benefício.
Alguns funcionários da ativa, que terão o benefício futuro aumentado,
terão também, por conseqüência, aumento na contribuição. Da mesma forma que os
aposentados, a redução de 40% das contribuições já anunciada pela PREVI irá
compensar o aumento decorrente da revisão da PP. O aumento tenderá a ser
diluído, restando uma redução efetiva da contribuição, além da melhoria do
benefício.
Correção evita novo descasamento
A mudança do valor da PP veio com a aprovação do novo Regulamento do
Plano de Benefícios 1. O Regulamento sacramenta que a PP passa a ser reajustada
nas mesmas épocas de reajuste dos salários dos participantes ativos, de acordo
com a variação salarial observada entre duas datas-base, desconsiderados no
cálculo os aumentos salariais não lineares ao conjunto dos empregados do Banco
do Brasil.
Benefício Mínimo ganha novo valor O Benefício Mínimo passa de R$
440,00 (20% sobre da antiga PP de R$ 2.200,06) para R$ 587,28 (40% de R$
1.468,21). A mudança beneficiará cerca de 3.700 participantes.
Fonte: Previ
Escrito por www.Romildo.com às 16h34
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A AFABB apóia a Chapa 1 Unidade na Previ
Já está circulando o número 33 da revista da AFABB-PR, agora em novo formato
e muito mais bonita.
E tem em sua página 18 um manifesto de apoio à Chapa 1, intitulado "Previ:
Eleições 2006 - Vamos eleger a Chapa 'Unidade na Previ'".
Segundo o documento assinado pelo presidente Nereu João Lagos, "outro caminho
(que não apoio à Chapa 1) poderá nos levar a cair na vala comum de uma
oposição estéril e sem sentido".
Em Curitiba a Chapa Unidade na Previ também é apoiada pela Diretoria Estadual
da Anabb, pela AABB e pelo Sindicato dos Bancários.
Escrito por www.Romildo.com às 16h15
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Investimentos da Previ
ALL vai comprar Brasil Ferrovias e Novoeste
BNDES, Funcef e Previ devem assinar o acordo de venda das
ferrovias na próxima semana. ALL dobrará de tamanho com o negócio
Por Malu Gaspar
A América Latina Logística (ALL) – maior empresa de logística do país –, o
BNDES e os fundos de pensão Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa
Econômica Federal) e Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil)
se preparam para assinar, no próximo dia 9 de maio, terça-feira, o contrato que
sacramenta a venda da Brasil Ferrovias e da Novoeste Brasil à operadora de
logística. Pelo acordo fechado nesta quinta-feira (4/5), os três sócios das
ferrovias vendidas receberão o pagamento pelas companhias em ações da ALL. O
valor do negócio não deve ser menor do que 1,3 bilhão de reais. Pelo contrato,
que terá sua redação final neste fim de semana, a ALL recebe 90% das ações das
duas empresas, que na verdade são três ferrovias - Ferronorte, Novoeste e
Ferroban. Em contrapartida, o BNDES e os fundos de pensão se tornam sócios da
ALL.
Nas últimas semanas, o valor das ações da ALL vem subindo na Bolsa de Valores
de São Paulo. Só no pregão desta sexta-feira (5/5), sua ação de maior valor
registrou alta de 3,33%. As ações fecharam cotadas a 155 reais por lote de mil.
Segundo o boletim diário da corretora Ágora Sênior, do Rio de Janeiro, o valor
de mercado da ALL hoje é de 6,9 bilhões de reais. Quando o negócio for fechado,
os fundos de pensão e o BNDES devem ficar com algo próximo de 15% das ações da
ALL. Desde a quinta-feira da semana passada, as ações da ALL já se valorizaram
17%. Esse movimento vinha sendo influenciado pela expectativa de que a ALL
concluísse a compra das duas empresas, embora nos bastidores a negociação
tenha sido tensa até os últimos momentos. O primeiro obstáculo foi a tentativa
dos coreanos da Asila de voltar ao jogo, quando ficou claro que a ALL tinha a
preferência do BNDES e dos fundos de pensão. A segunda foi uma tentativa da
própria ALL de baixar um pouco o preço final da ferrovia no final da
negociação.
Com a compra, a ALL dobra de tamanho no território nacional. A empresa tem 6
400 quilômetros de trilhos no sul do estado de São Paulo e na região sul do
país. Opera ainda outros 9 400 quilômetros na Argentina. Juntas, as três
ferrovias administradas pela Brasil Ferrovias e pela Novoeste Brasil somam uma
malha de 6 300 quilômetros de trilhos que cruzam a região centro-oeste e todo o
estado de São Paulo, num importante corredor de escoamento de soja para
exportação.
Fonte: Portal Exame
Escrito por www.Romildo.com às 08h36
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Justiça trabalhista decide: MacDonald´s não vale como refeição
Justiça manda McDonald's conceder tíquete-refeição
A Justiça determinou que o McDonald's dê tíquete-refeição a ex-funcionário
porque considera que o refrigerante, o sanduíche e as fritas que recebia não têm
valor de refeição. Segundo a 4ª Turma do TRT-SP, a empresa deve pagar o valor
diário referente ao tíquete a ex-funcionário que cobrou o direito sobre o tempo
em que trabalhou na rede.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 07h20
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Previ: Secretaria de Previdência Complementar aprova alterações no Regulamento do Plano de Benefícios 1
Quando foram aprovadas as Leis Complementares 108 e 109, em 29 de maio de
2001, foi determinado a todos os fundos de pensão que atualizassem seus planos
de benefícios para que estivessem de acordo com a nova legislação. A PREVI
enviou as propostas de alterações do Regulamento do Plano 1 para a Secretaria de
Previdência Complementar, que, no último dia 4 de maio, expediu ofício aprovando
(com algumas alterações) o texto enviado.
Dentre as principais alterações, destacamos as seguintes:
Desligamento do Plano - o desligamento do Plano não será mais permitido
para os participantes que implementem qualquer uma das condições necessárias
para a obtenção de um dos benefícios de aposentadoria previstos no Plano. Assim,
quem atingir 50 anos de idade e cumprir as demais elegibilidades, condição em
que passa a ter direito à Aposentadoria Antecipada, não poderá pedir o
desligamento do Plano, seguindo disposição legal.
Manutenção do Salário de Participação - no caso de perdas parciais do
salário, o participante pode solicitar a manutenção do seu Salário de
Participação pela média dos últimos doze meses. Antes, o participante tinha que
deveria permanecer, no mínimo, doze meses com o mesmo salário para reivindicar a
manutenção.
Resgate de Reserva de Poupança e de Diferença de Reserva Matemática (DRM)
- Foi criada a possibilidade de receber a Reserva de Poupança (contribuições
pessoais) em até doze meses consecutivos. As parcelas mensais serão corrigidas
pelo índice vigente à época do pagamento. Já a DRM passa a ser paga na forma de
benefício de renda certa por desligamento e pode ser paga em até 120 meses; a
correção das parcelas passa a ser feita pela rentabilidade da PREVI, limitada ao
INPC do período.
Portabilidade - é a prerrogativa que tem o participante de levar para
outra instituição de previdência, no caso de desligamento do plano, o seu
direito acumulado, ou seja, o maior valor entre a reserva matemática e as
contribuições pessoais do participante. Exige rompimento de vínculo
empregatício.
Todas as alterações passaram a valer a partir do último dia 4 de maio. Leia
aqui a íntegra do novo Regulamento.
Fonte: Previ
Escrito por www.Romildo.com às 06h58
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
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Conselho Consultivo - Plano
1 Romildo Gouveia
Pinto titular - de 1/6/2006 a
31/5/2010 Aposentado, 57 anos. Conselheiro
deliberativo eleito da ANABB e da COOPERFORTE. Conselheiro de Administração e do
Comitê de Auditoria da Brasil Ferrovias e da Ferronorte. Foi Analista-chefe e
Chefe de Divisão na Tecnologia do Banco do Brasil. Presidiu os Conselhos do CIN,
da ANABB e da CASSI. Foi Presidente da CASSI, onde desenvolveu o Plano Saúde
Família e aumentou as reservas da Caixa. Foi instrutor de Relações Humanas e
Tecnologia do Banco. Fez MBA Altos Executivos pela USP. Participa anualmente do
Congresso Brasileiro dos Fundos de Pensão. Integra o Grupo Temático de
Previdência da ANABB. |
Escrito por www.Romildo.com às 00h25
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
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Diretoria
Executiva CECÍLIA Mendes GARCEZ
Siqueira DiretorA de Planejamento - de
1/6/2006 a 31/5/2010 Ingressou no BB em 1979.
Graduada em Educação pela UnB-DF e em Psicologia pela FUNREI-MG. Pós-graduada em
Formação Geral para Altos Executivos e em Gestão de Fundos de Pensão, FGV/DF.
Especialização em Gestão de Fundos de Pensão pela Wharton School-Philadelphia.
Cursa mestrado em Administração no IBMEC/RJ. Foi diretora da ANABB, Conselheira
Deliberativa da Previ em 2002-2003. É Diretora de Planejamento da Previ.
Trabalhou em Tatuí (SP), Saquarema (RJ), Cesec Andaraí e Niterói (RJ) e São João
Del Rei (MG) e na DG na INFRA (DF). É conselheira deliberativa da ANABB.
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Escrito por www.Romildo.com às 00h24
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
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Conselho Consultivo - Plano
1 Emílio Santiago Ribas
Rodrigues suplente - de 1/6/2006 a
31/5/2010 50 anos. Advogado, com especialização
em Direito do Trabalho. É o atual diretor de Relações Externas e Parlamentares
da ANABB. Tomou posse no Banco do Brasil em 1980, em Altamira (PA). Trabalhou em
várias dependências do Banco, dentre elas Lages (SC), Alegrete (RS) e Porto
Alegre (RS). Presidiu a ANABB por duas vezes. Foi eleito pelos funcionários para
presidente da AABB Alegrete (RS), delegado da Cooperforte, conselheiro fiscal da
CASSI, diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (RS) e membro da CIPA
da GEREL em Porto Alegre.
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Escrito por www.Romildo.com às 00h24
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Eleições Previ
Conheça os candidatos do time da Anabb na Chapa 1 Unidade
na Previ:
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Conselho Consultivo - Plano 1
Mércia Maria Nascimento Pimentel
suplente - de 1/6/2006 a 31/5/2008 Representa a Bahia na Chapa Unidade na Previ. Aposentada, 51
anos. Integra o Conselho Deliberativo da ANABB. Graduada em Letras, pós-graduada
com MBA em Gestão em Saúde e MBA Marketing Executivo pela Fundação Getúlio
Vargas. Foi gerente nas Agências de Alagoinhas (BA) e Joana Angélica Salvador
(BA). Foi assessora na Superintendência da Bahia. Presidiu o Conselho
Deliberativo da AABB Alagoinhas (BA).
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Escrito por www.Romildo.com às 00h19
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Banco responde por abrir conta com documento falso
Banco que abre conta corrente com documento falso
responde pelos transtornos causados a vítima e tem de pagar indenização por
danos morais. Com esse entendimento, já pacificado no tribunal superior, a 12ª
Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou o Banco do Brasil e
o HSBC a indenizar um eletricista em R$ 15 mil, para cada instituição, por
incluir seu nome no cadastro de devedores. Cabe recurso.
Segundo os autos, o eletricista de Ribeirão Preto (SP) perdeu os
documentos. Dois anos depois, soube que seu nome constava nos registros da
Serasa e do SPC devido a compras feitas em Betim e Contagem. Também foi
informado que um homem, usando seus documentos, abriu contas em vários bancos,
usou cartões de créditos e, inclusive, abriu uma empresa em nome do
eletricista.
A vítima entrou em contato com o Banco do Brasil e o HSBC,
informando que tinha sido vítima de um falsário. Por isso, solicitou a retirada
do seu nome do cadastro de inadimplentes. Mais tarde, o estelionatário foi preso
em flagrante dentro de uma das instituições condenadas. Ainda assim, elas
mantiveram o nome do cliente por mais três anos no cadastro de devedores.
Como todas as tentativas para solucionar o problema junto aos
bancos foram frustradas, o eletricista recorreu à Justiça, para que seu nome
fosse retirado do rol de inadimplentes. Além disso, pediu indenização por todo o
dano que sofreu com a situação.
Os desembargadores Domingos Coelho (relator), Antônio Sérvulo e
José Flávio de Almeida, acolheram o pedido. Para eles, ficou evidente que os
bancos não agiram com o cuidado devido ao permitirem a abertura de contas
correntes com documentos perdidos. (Processo 2.0000.00.484900-3/000)
Fonte: Consultor Jurídico
Escrito por www.Romildo.com às 17h17
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Trabalhadores no CCBB
Exposição e concurso buscam preservação da memória do trabalhador
brasileiro
Ana Paula Marra
Brasília - Em comemoração aos 120 anos do
Dia do Trabalho, foi aberta esta semana no Centro Cultural Banco do Brasil
(CCBB), em Brasília, a exposição itinerante "Trabalho e Trabalhadores no
Brasil". O evento, considerado uma das maiores mostras já realizadas no país
sobre o tema, reúne 150 imagens - distribuídas em 40 painéis - que mostram a
história do trabalhador brasileiro.
A idéia de fazer a exposição nasceu
com o objetivo de estimular a reflexão sobre a importância do trabalho e dos
trabalhadores no desenvolvimento social e na vida política do país, conforme
explicou o secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Marco Antonio de
Oliveira.
A mostra vai percorrer nove capitais brasileiras. No CCBB, ela
ficará aberta ao público até o próximo dia 14. Logo depois, segue para o Centro
Cultural da Caixa Econômica Federal, também em Brasília, onde permanece até o
dia 4 de junho. Além da exposição, também foram confeccionados 500 kits em
versão com fotos reduzidas da mostra, que serão distribuídos à população nas
delegacias regionais do trabalho (DRT) e bibliotecas públicas.
De acordo
com o Ministério do Trabalho, haverá, ainda, em comemoração aos 120 anos do Dia
do Trabalho, um concurso de projetos para estimular iniciativas de preservação
de arquivos em memória ao trabalhador brasileiro. As inscrições começaram hoje e
seguem até o dia 30 de junho. Clique aqui para acessar o edital pela internet. Com a
iniciativa, o ministério quer preservar arquivos em risco, registros de história
oral, publicações de pesquisas ou mesmo a montagem de sites.
Fonte: Agência Brasil
Escrito por www.Romildo.com às 17h14
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Eleições Previ
Conheça as propostas da Chapa 1 - Unidade na Previ:
COMPROMISSO COM VOCÊ
A Chapa Unidade na Previ tem história e já demonstrou capacidade para
administrar a Previ e encaminhar as demandas dos associados. Capacidade que
rendeu conquistas como a redução da Parcela Previ, o aumento do benefício
mínimo, a reabertura da Carim, a eleição direta para os diretores, a
incorporação dos novos associados à gestão da Previ e, mais recentemente, a
redução das contribuições.
Na atual administração, a Previ saiu de um déficit de R$ 3,6 bilhões,
registrado em 2002, para superávits seguidos a partir de 2003, atingindo R$ 18,9
bilhões em dezembro passado.
Além da capacidade técnica, a Chapa Unidade na Previ tem representatividade
política, pois reúne pessoas ligadas às mais importantes entidades do
funcionalismo – sindicatos, Anabb, associações de aposentados, AABB’s.
Nosso compromisso é sempre ouvir as demandas dos associados, construir
soluções viáveis, lutar pelas reivindicações de todos e administrar a Previ com
transparência e segurança.
Entre 15 e 29 de maio vote na Chapa Unidade na Previ para, juntos, mantermos
a Previ numa rota de transparência, segurança e conquista de melhores
benefícios.
PROPOSTAS
MAIS DEMOCRACIA, MAIS
BENEFÍCIOS
FIM DO VOTO DE MINERVA Vamos continuar lutando pelo fim
do voto de minerva para não correr o risco de o banco tomar decisões à revelia
dos associados. A Previ já tem parecer da SPC que aceita a possibilidade de se
tomar decisões relevantes somente por decisão de maioria.
DIREITOS DOS ASSOCIADOS Continuaremos pressionando o
banco para reincorporar o direito dos associados de decidir por voto direto a
aprovação de balanço anual, as alterações nos estatutos e nos regulamentos dos
planos.
MELHORIAS NO PLANO 1
REABERTURA DA CARIM A reabertura dos financiamentos
imobiliários já está decidida, mas não implantada. Nosso compromisso é agilizar
a implantação para atender a todos os associados, a começar pelos que nunca
usaram a Carim.
BENEFÍCIO MÍNIMO O benefício mínimo vai melhorar com a
nova PP, mas há espaço para mais. Nossa proposta é que o benefício mínimo seja
calculado a partir da soma da reserva de poupança de cada associado mais 80%
desse valor, e não somente da reserva de poupança.
MUDANÇA DA FÓRMULA DE CÁLCULO DO BENEFÍCIO O objetivo é
melhorar os benefícios daqueles que se aposentam com menos de 30 anos de
contribuição e hoje são prejudicados pelo critério de cálculo. Nosso compromisso
é rever a fórmula de cálculo e garantir benefícios equânimes a todos.
AUMENTO NO TETO DE BENEFÍCIOS Existem dois tetos de
benefícios: 136% do Vencimento Padrão mais anuênios ou 75% da remuneração. A
Previ considera o que for maior para efeito de aposentadoria. Nossa proposta é
aumentar o teto para 90% da remuneração para melhorar a aposentadoria de
milhares de pessoas.
ALTERAÇÃO DO TETO DE BENEFÍCIO PARA QUEM FICA MAIS DE 30 ANOS NO
PLANO A nova lei de previdência estabeleceu idade mínima para
aposentadoria proporcional, obrigando muitos a permanecerem na ativa por mais
tempo e a contribuir por mais de 30 anos à Previ. A atual regra de cálculo da
Previ estabelece um teto que pune os que excedem 30 anos de contribuição.
Propomos rever esse critério e aumentar o benefício desse segmento de maneira
proporcional ao tempo de contribuição.
AUMENTO NAS PENSÕES Propomos aumentar de 60% para 80% o
valor mínimo das pensões pagas aos beneficiários dos participantes
falecidos.
ANTECIPAÇÃO DO BENEFÍCIO AOS 45 ANOS PARA AS MULHERES A
Previ garante aposentadoria antecipada – sem INSS – aos 50 anos para homens e
mulheres. Propomos que essa idade seja reduzida para 45 anos para as mulheres e
corrigindo uma distorção do plano, dando o mesmo tratamento ao benefício ou
seja, redução de três anos em relação à geral de previdência.
MELHORIAS NO PLANO PREVI
FUTURO
RESGATE DAS RESERVAS Propomos que o participante do
Previ Futuro tenha o direito de resgatar, além das suas contribuições pessoais,
também as contribuições do banco, descontadas as despesas administrativas e o
custeio do benefício de risco.
CUSTEIO DO BENEFÍCIO DE RISCO O banco e o participante
pagam cada um 0,7% dos salários como contribuição para bancar os benefícios de
risco (aposentadoria por invalidez e pensão por morte de ativos). No resgate,
esse percentual não é devolvido. Propomos que o benefício de risco seja custeado
somente pela contribuição patronal, para melhorar o montante das reservas
individuais.
FINANCIAMENTOS IMOBILIÁRIOS O plano Previ Futuro não tem
recursos suficientes para abertura de financiamentos imobiliários, pois o teto
legal de 15% dos ativos é utilizado para empréstimos simples. Nossa proposta é
viabilizar acordo com o BB ou outros bancos para abrir financiamento imobiliário
mais barato aos associados do plano Previ Futuro.
REVISÃO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Propomos rever a
política de investimentos do plano Previ Futuro e investir parte das reservas em
fundos de renda variável, de maneira a melhorar a rentabilidade e aumentar o
valor das cotas. Tudo feito com segurança e acompanhado pelo Conselho Consultivo
do plano.
Escrito por www.Romildo.com às 14h47
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A Farra dos Bancos
Da mensagem divulgada pelo ex-blog de César Maia:
"AS TAXAS DOS BANCOS: LÁ, E..........AQUI !
TAXAS NÃO FINANCEIRAS DE
BANCOS ESTRANGEIROS QUE OPERAM NO BRASIL :
Taxas que os bancos cobram em
seu países de origem e no Brasil.
Taxa Bancária Mensal ( Pacote de
Serviço de Manutenção de Conta)
...................Sede*.........Brasil*
CITIBANK......US$3,00.....R$15,90 HSBC...........ZERO.........R$11,50
ABN.............ZERO.........R$12,00 SANTANDER..ZERO.........R$12,00
*Taxas calculadas pelo menor pacote de serviços oferecido em cada
banco."
Escrito por www.Romildo.com às 11h03
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Conselhos Consultivos da Previ
Na próxima eleição da Previ os participantes escolherão, além de conselheiros
deliberativos, fiscais e diretores executivos, membros de dois Conselhos
Consultivos, relativos aos planos ora existentes (Plano 1 e Plano
Previ Futuro).
O estatuto vigente a partir de 16 de março de 2006 (clique
aqui para conhecer o estatuto na íntegra) criou esses órgãos.
Transcrevemos a seguir - esclarecendo a dúvida de muitos participantes - como as
normas estatutárias definem esses conselhos:
SEÇÃO III – DOS CONSELHOS CONSULTIVOS DE
PLANOS
SUBSEÇÃO I – DA DEFINIÇÃO, DA COMPOSIÇÃO E
DOS MANDATOS
Art. 67. Cada Plano de Benefícios administrado pela PREVI,
que possua número igual ou superior a 10.000 (dez mil) participantes e
assistidos, contará com um conselho consultivo, que será uma instância de
formulação e proposição de políticas e de acompanhamento de sua gestão.
Art. 68. Cada conselho consultivo será integrado por 3
(três) participantes ou assistidos e seus respectivos suplentes, eleitos
diretamente por seus pares, e por 3 (três) representantes e seus respectivos
suplentes indicados pelo patrocinador Banco do Brasil S.A. para um mandato de 4
(quatro) anos.
Art. 69. Os mandatos serão alternados, observando-se o
seguinte:
I – no ano civil par, não bissexto, os participantes e
assistidos com direito a voto, mediante eleição direta e secreta, no mesmo
processo e nas mesmas chapas em que serão escolhidos os representantes dos
participantes e assistidos para o Conselho Deliberativo, Diretoria Executiva e
Conselho Fiscal, elegerão 2 (dois) membros titulares e igual número de
suplentes. O Banco do Brasil S.A., por seu turno, indicará 1 (um) membro titular
e seu respectivo suplente;
II - no ano civil par, bissexto, os participantes e
assistidos com direito a voto, mediante eleição direta e secreta, no mesmo
processo e nas mesmas chapas em que serão escolhidos os representantes dos
participantes e assistidos para o Conselho Deliberativo, Diretoria Executiva e
Conselho Fiscal, elegerão 1 (um) membro titular e seu respectivo suplente. O
Banco do Brasil S.A., por seu turno, indicará 2 (dois) membros titulares e igual
número de suplentes.
Parágrafo único. Os membros dos conselhos consultivos de
Plano de Benefícios poderão ser reconduzidos apenas uma vez consecutiva, ou
várias alternadamente.
Art. 70. São requisitos necessários para integrar os
conselhos consultivos de Plano de Benefícios da PREVI:
I – ser participante ou assistido da PREVI e do respectivo
plano de benefícios há pelo menos 3 (três) anos consecutivos; e
II – contar com, no mínimo, 21 (vinte e um) anos de
idade;
Parágrafo único. Os membros dos conselhos consultivos
deverão, ainda, atender os requisitos previstos no artigo 55, incisos IV a VI,
deste Estatuto.
SUBSEÇÃO II – DAS COMPETÊNCIAS
Art. 71. Compete aos conselhos
consultivos:
I – acompanhar a situação do respectivo plano, através da
análise dos balancetes trimestrais, verificando as demonstrações relativas ao
Programa de Investimentos, Programa Administrativo e Programa
Previdencial;
II – acompanhar outros aspectos relevantes do respectivo
plano;
III – efetuar pedido de esclarecimento ou estudo adicional
a respeito de aspectos relevantes para o respectivo plano;
IV – apresentar propostas e sugestões quanto à gestão do
respectivo plano.
Parágrafo único. Para proceder às suas análises os
conselheiros poderão solicitar a presença de diretores e gerentes das áreas
afins.
SUBSEÇÃO III – DO FUNCIONAMENTO
Art. 72. Os conselhos consultivos de Plano de
Benefícios reunir-se-ão ordinariamente a cada trimestre e, extraordinariamente,
quando convocados pelo Conselho Deliberativo ou pela Diretoria Executiva.
§ 1° As reuniões de cada conselho somente ocorrerão com a
presença de, no mínimo, 3 (três) membros, sendo pelo menos 2 (dois),
representantes dos participantes e assistidos.
§ 2° A ausência sem justificativa a 3 (três) reuniões
consecutivas ou a 5 (cinco) alternadas acarretará a perda do mandato.
Art. 73. Cada conselho consultivo de Plano de Benefícios
terá um coordenador, escolhido entre os conselheiros representantes dos
participantes e assistidos.
Parágrafo único. Ao coordenador caberá preparar e
coordenar as reuniões do conselho e representá-lo junto a outros órgãos e
instâncias da PREVI.
Fonte: Previ
Escrito por www.Romildo.com às 05h57
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A Farra dos Bancos
Da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:
Bancos discutem "spread" com Mantega
Falta transparência ao debate sobre os "spreads" bancários no Brasil, que não
acompanham a queda da taxa básica de juros por razões macroeconômicas, entraves
legais e tributação, entre outros. Essa será a base da exposição dos bancos no
encontro de hoje convocado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em São
Paulo. O ministro convocou a reunião na sede da Febraban (Federação
Brasileira de Bancos) para discutir "spread" bancário e formas de estimular o
crédito no país. A entidade irá entregar a Mantega dados que mostram o
tamanho dos juros cobrados em diversas modalidades de crédito, a maioria abaixo
dos estimados 146,4% para o cheque especial e o cartão de crédito. "Muito se
fala nos juros elevados nessas duas modalidades, mas elas respondem, somadas,
por menos de 4% do volume total de crédito. E ninguém fala que o juro para o
setor rural, por exemplo, está em 8,8%", diz Roberto Troster, economista-chefe
da Febraban. Os bancos irão ainda argumentar que é preciso discriminar os
componentes do "spread" para que se possa buscar meios para reduzi-lo. Cálculo
da entidade aponta que, mesmo que fossem zerados fatores como Selic, custos e
lucros dos bancos e inadimplência, ainda assim o "spread" ficaria em 29,4% ao
ano devido ao impacto da tributação, como CPMF, PIS, Cofins e IOF. Outros
fatores elencados como responsáveis pelo tamanho do "spread" ou como limitador
do crédito no país são os obstáculos macroeconômicos, como a elevada taxa básica
de juros e o efeito deslocamento (gráfico acima), em que os gastos públicos,
financiados em parte por meio da colocação de dívida no mercado com juros altos,
concorrem com o setor privado por recursos. A entidade irá apontar entraves
legais para a queda do "spread", como insegurança jurídica de contratos,
estrutura normativa defasada e morosidade e politização das decisões do
Judiciário. Troster diz ainda que os valores são menores para modalidades que
tenham mais garantias, caso do crédito consignado ("spread" de 22 pontos
percentuais) e dos contratos de ACC, para exportadores ("spread" de 0,6
p.p.).
Escrito por www.Romildo.com às 05h44
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Funcionários do BB serão maioria em curso da UnB
UnB recebe inscrições para
vestibular a distância
Da Redação Em São Paulo
A
UnB (Universidade de Brasília), no Distrito Federal, recebe até o dia 9 de maio
as inscrições para o vestibular do curso de administração de empresas a
distância. No total, a universidade oferece 500 vagas, das quais 300 são
destinadas ao campus do Plano Piloto, 100 para Planaltina e 100 para Ceilândia.
Apesar do vestibular ser a distância, cerca de 20% do curso é
presencial, portanto, o aluno deverá comparecer à universidade. As aulas
presenciais serão, em sua maioria, aos sábados e domingos. Para
participar da seleção, os candidatos devem inscrever-se até as 23h59min do dia 9
de maio, somente pela Internet. O valor da taxa é de R$ 50 e o pagamento
poderá ser efetuado até o dia 10 de maio, por meio de documento de arrecadação
em casas lotéricas ou boleto pagável em qualquer agência bancária. Correntistas
do Banco do Brasil podem optar por débito em conta-corrente. Neste caso, o prazo
termina juntamente com as inscrições, no dia 9 de maio. Do total
de vagas oferecidas, 70% são destinadas a funcionários do Banco do Brasil e os
30% restantes ao público em geral. PólosNo ato da
inscrição, o candidato preencherá o formulário virtual e deve assinalar sua
opção de pólo de apoio presencial, quando escolherá entre Brasília, Planaltina
ou Ceilândia. O estudante aprovado terá acesso a laboratório de informática e
biblioteca e receberá atendimento de tutores, aulas e avaliações presenciais,
agendadas, em sua maioria, aos sábados e domingos. "Cerca de 20% do
curso é presencial, mas a interação do estudante com o pólo precisa ser
permanente. A idéia é que essa infra-estrutura funcione como um ponto de
encontro, permitindo que o aluno conheça seus tutores, participe das atividades
acadêmicas e integre-se ao processo", diz o coordenador do curso, José Matias
Pereira José Matias. ProvasAs provas serão aplicadas,
obrigatoriamente, na cidade sede do pólo escolhido. A seleção será na manhã do
dia 21 de maio, quando os inscritos terão quatro horas para solucionar 80 itens
objetivos de português e matemática, além de uma dissertação. O resultado do
processo está previsto para 29 de maio. Outras informações podem ser
obtidas na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 9h às
19h, no campus universitário Darcy Ribeiro, Instituto Central de Ciências,
mezanino da Ala Norte, ou pelo telefone 0/XX/61 3448 0100.
Fonte: UOL Vestibular
Escrito por www.Romildo.com às 05h17
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Sindicalismo
Centrais endurecem e dizem que não aceitam "golpe" da
Volks
KAREN CAMACHO da Folha Online
As centrais
Força Sindical e CUT (Central Única de Trabalhadores) se uniram contra o que
chamam de "golpe" por parte da montadora alemã Volkswagen, que anunciou ontem a
necessidade de reduzir produção e corte de empregos.
Os presidentes
Carlos Alberto Grana, da CNM (Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT), e
Eleno Bezerra, da CNTM (Confederação dos Trabalhadores Metalúrgicos da Força),
disseram que a empresa deveria ter chamado as centrais e os governos para buscar
uma alternativa, e não ter anunciado demissão em massa.
Durante o anúncio
feito ontem, o presidente da Volkswagen no Brasil, Hans-Christian Maergner,
disse que espera que os sindicatos atuem de maneira responsável e entendam que
os cortes são necessários para a viabilidade da empresa. O presidente disse que
recebeu orientação da matriz, na Alemanha, para fechar uma das fábricas da Volks
no Brasil.
As reuniões de negociação entre empresa e sindicalistas ainda
não foram agendadas, mas as centrais dizem que não vão aceitar "a precarização
das relações trabalhistas como conseqüência da reestruturação anunciada pela
montadora" e que, "junto com a Fitim (Federação Internacional dos Metalúrgicos)
e o comitê mundial dos trabalhadores da Volks, vamos fazer um movimento de
resistência a este golpe".
"Empresas como as montadoras têm se
beneficiado por governos com redução de impostos para a instalação de suas
fábricas e, diante do primeiro problema que têm, cortam postos de trabalho",
afirmaram os sindicalistas.
Os dirigentes disseram, ainda, que as vendas
no mercado interno estão aquecidas e que, mundialmente, o lucro líquido da
empresa cresceu no primeiro trimestre deste ano.
"Não aceitamos a
demissão, não aceitamos tais medidas da cúpula da multinacional da montadora,
que tem como objetivo claro apenas elevar sua produtividade e o valor de suas
ações", disseram os sindicalistas.
O presidente do Sindicato dos
Metalúrgicos do ABC, José Lopez Feijóo, disse que a "margem de manobra" para
negociação é muito pequena por parte dos trabalhadores, mas que vai insistir com
a empresa para evitar as demissões. De acordo com o sindicato, 5.773 postos
podem ser cortados até 2008. A empresa não confirma os números, mas diz que são
"milhares".
Fonte: Folha Online
Escrito por www.Romildo.com às 19h48
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Cliente de banco é consumidor?
STF deve manter validade do código do consumidor para
bancos
PATRÍCIA ZIMMERMANN da Folha Online, em
Brasília
O STF (Supremo Tribunal Federal) deve confirmar a validade do
Código de Defesa do Consumidor como regulamentação para a relação dos clientes
com os bancos.
O julgamento de Adin movida pelos bancos contra o código
foi interrompido na tarde de hoje por um pedido de vista do ministro Cézar
Peluzo.
O plenário do tribunal, no entanto, já contabiliza cinco votos
pela improcedência da ação movida pela Consif (Confederação Nacional do Sistema
Financeiro), que representa os bancos. Um voto (do ex-ministro Carlos Velloso)
foi parcialmente contra e outro favorável. Ainda faltam votar quatro ministros,
incluindo a presidente do STF, ministra Ellen Gracie.
O gerente jurídico
do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) avaliou que a tendência do
julgamento é a de que os Procons possam continuar atuando em defesa dos
consumidores bancários e que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) se aplica a
essa relação.
Os bancos tentavam, com a ação, deixar de serem regulados
pelo CDC, e pleiteavam estar submetidas exclusivamente à Constituição, baseado
no artigo que remetia a regulação do sistema financeiro a uma lei
complementar.
Diferente do que pretendia a Consif, o Banco Central já
havia se manifestado na ação pela necessidade de obediência ao CDC.
A
partir dessa manifestação, a defesa da Consif intensificou seus esforços em
evitar que o CDC pudesse ser utilizado para regular o sistema financeiro, ou
seja, a fixação de taxas de juros, entre outras operações que envolvem o custo
do dinheiro.
Nesse ponto, a confirmação da improcedência da ação
significaria que o assunto não seria considerado matéria constitucional em tese,
e teria que ser analisado caso a caso, segundo avaliou um dos advogados que
representam os bancos na ação, Arnoldo Wald.
Na avaliação dos advogados
dos bancos, o resultado praticamente definido no STF, não significa uma derrota
para os bancos. Segundo outra advogada do caso, Fátima Fernandes Rodrigues de
Souza, a relação de consumo incluiria questões como filas nas agências,
cobranças, cadastro, entre outras. Já os assuntos sobre movimentação de
dinheiro, ou seja, as questões monetárias, estariam claramente regidas pelas
normas da política monetária, sem interferência do código.
'Diria que é
uma vitória porque o tribunal reconheceu duas áreas: uma de política monetária e
outra de defesa do consumidor', disse Wald, baseado principalmente no voto do
ministro Eros Grau, que foi acompanhado pelos ministros Joaquim Barbosa, Carlos
Ayres Britto e Sepúlveda Pertence.
Eros Grau destacou que relação de
banco e cliente é uma relação de consumo e, portanto, se submete às regras do
Código de Defesa do Consumidor. Entretanto, ao justificar seu voto, o ministro
explicou que as operações financeiras (que envolvem o pagamento de juros, por
exemplo) são regidas pela política monetária definida pelo governo e pelo Banco
Central, e não pelo CDC.
O julgamento da ação (proposta em dezembro de
2001) foi iniciado em abril de 2002, mas ficou suspenso por vários meses, após
pedido de vista do ex-ministro Nelson Jobim, que acabou votando favorável à
ação.
Se a Adin fosse aprovada, os bancos ficariam livres de algumas
obrigações como a de concessão de descontos na liquidação antecipada de
financiamentos e a devolução de cobranças indevidas, como determina o CDC.
Fonte: Folha Online
Escrito por www.Romildo.com às 19h46
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Bancários protestam e retardam abertura da agência Bradesco
FRANCINETE SILVA
Um protesto realizado pelo Sindicato dos Bancários de Campina Grande atrasou
em uma hora a abertura do Bradesco, na Rua Marquês do Herval, no Centro da
cidade, no dia de ontem. O movimento iniciado às 9 horas, em frente ao banco,
teve como finalidade protestar contra a não reposição de cinco funcionários que
foram transferidos para a nova agência (Borborema) da instituição financeira, na
Avenida Canal. O presidente da entidade sindical, Rostand Silva Lucena, critica
o comportamento da direção do banco, que segundo ele, vem prometendo há mais de
dois meses resolver o problema com novas contratações, o que não aconteceu até o
momento.
Rostand Silva, reconhece a transferência dos funcionários,
que foi acompanhada de ascensão funcional, como louvável, mas lamenta o fato do
banco não ter substituído em igual número as vagas na agência do
Centro.
A gerência do Bradesco informou que a transferência foi
para compor o quadro de uma nova agência aberta em Campina e que foi autorizada
a admissão de novos funcionários e que o processo de seleção já foi iniciado.
Fonte: Jornal da Paraíba
Escrito por www.Romildo.com às 19h41
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AABB realiza campeonato de futebol de mesa neste domingo
Tiago Medeiros
Terminam hoje as inscrições para participar da Copa Cidade de Santa Maria de
futebol de mesa. A competição reúne atletas de várias cidades do Estado e tem
promoção da Associação Atlética do Banco do Brasil. Todo sábado acontecem os
torneios internos e as reuniões de quarta-feira servem como treinamento para os
atletas santa-marienses.
Para a quarta edição da Copa Cidade de Santa Maria, os departamentos de
futebol de mesa do Grêmio e do Internacional de Porto Alegre são esperados. A
AABB promove ainda mais dois torneios em nível estadual de futebol de mesa. A
Copa Farroupilha no mês de setembro e a Copa Waldemar Carvalho, no mês de
dezembro.
Os botonistas tratam o futebol de mesa como atividade esportiva. Um dos
organizadores do evento, Glênio Morais, destaca a importância deste tipo de
evento que se trata muito mais de um espaço de convivência do que de
disputa.
As inscrições podem ser feitas até hoje pelo telefone 9971 8064, com Glênio.
O campeonato utiliza a regra gaúcha, que consiste em um toque por jogada. Quem
não tiver botões, poderá adquirir ou conseguir emprestado com a organização do
torneio.
Fonte: Rádio CDN
Escrito por www.Romildo.com às 19h38
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Conheça os candidatos da Chapa 1 - Unidade na Previ:
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Conselho
Consultivo - Plano 1 Romildo Gouveia Pinto
titular - de 1/6/2006 a 31/5/2010 Aposentado, 57 anos. Conselheiro deliberativo eleito da ANABB e
da COOPERFORTE. Conselheiro de Administração e do Comitê de Auditoria da Brasil
Ferrovias e da Ferronorte. Foi Analista-chefe e Chefe de Divisão na Tecnologia
do Banco do Brasil. Presidiu os Conselhos do CIN, da ANABB e da CASSI. Foi
Presidente da CASSI, onde desenvolveu o Plano Saúde Família e aumentou as
reservas da Caixa. Foi instrutor de Relações Humanas e Tecnologia do Banco. Fez
MBA Altos Executivos pela USP. Participa anualmente do Congresso Brasileiro dos
Fundos de Pensão. Integra o Grupo Temático de Previdência da ANABB.
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Conselho
Consultivo - Plano 1 Emílio Santiago Ribas
Rodrigues suplente - de 1/6/2006 a 31/5/2010
50 anos. Advogado, com especialização em Direito do
Trabalho. É o atual diretor de Relações Externas e Parlamentares da ANABB. Tomou
posse no Banco do Brasil em 1980, em Altamira (PA). Trabalhou em várias
dependências do Banco, dentre elas Lages (SC), Alegrete (RS) e Porto Alegre
(RS). Presidiu a ANABB por duas vezes. Foi eleito pelos funcionários para
presidente da AABB Alegrete (RS), delegado da Cooperforte, conselheiro fiscal da
CASSI, diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre (RS) e membro da CIPA
da GEREL em Porto Alegre. |
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Conselho
Consultivo - Plano 1 José Paulo Staub titular - de 1/6/2006 a 31/5/2008 54
anos, nascido em Venâncio Aires (RS). Funcionário do BB desde 1973. Foi gerente
de contas na agência Comendador Araújo Curitiba (PR). Graduado em Ciências
Contábeis pela Universidade Estadual de Londrina (PR), com especialização em
Gestão de Negócios pela Universidade Federal do Paraná. Fez cursos para gerência
e desenvolvimento de negócios, gerência de marketing, negócios com pessoas
jurídicas e outros. Vice-presidente da Associação Beneficente dos Aposentados e
Funcionários do BB no Paraná. É secretário geral do Sindicato dos Bancários de
Curitiba (PR). |
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Conselho
Consultivo - Plano 1 Mércia Maria Nascimento
Pimentel suplente - de 1/6/2006 a 31/5/2008
Representa a Bahia na Chapa Unidade na Previ. Aposentada,
51 anos. Integra o Conselho Deliberativo da ANABB. Graduada em Letras,
pós-graduada com MBA em Gestão em Saúde e MBA Marketing Executivo pela Fundação
Getúlio Vargas. Foi gerente nas Agências de Alagoinhas (BA) e Joana Angélica
Salvador (BA). Foi assessora na Superintendência da Bahia. Presidiu o Conselho
Deliberativo da AABB Alagoinhas (BA).
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Conselho
Consultivo - Plano 1 João Antonio Maia Filho
titular - de 1/6/2006 a 31/5/2010 Ingressou no BB em 1962. Aposentado desde 1987. Graduado em
Administração de Empresas pela Universidade Federal do Pará e em Ciências
Contábeis pela UEDF. Pós-graduado em Administração de Cooperativas pela
Universidade Católica de Goiás. Cursou MBA em informática no SENAC Goiás. Foi
chefe de supervisores em Belém (PA) e do CESEC Goiânia. É conselheiro fiscal da
CASSI, com mandato até maio de 2006. Foi conselheiro deliberativo da ANAPAR. É
presidente da AFAGO – Associação dos Antigos Funcionários do Banco do Brasil em
Goiás. |
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Conselho
Consultivo - Plano 1 Oswaldo de Assis Gomes
Júnior suplente - de 1/6/2006 a 31/5/2010
Ingressou no BB em 1982, em São João
Del Rei (MG). Associado da Previ desde 1985. Foi delegado sindical e membro da
CIPA nos CESEC Guarani e São João Del Rei. Graduado em Filosofia pela FUNREI.
Advogado, formado em Direito pela PUC de Minas Gerais. Foi caixa executivo na
agência Praça ABC Belo Horizonte (MG). É Diretor Jurídico do Sindicato dos
Bancários de Belo Horizonte e Região (MG).
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Escrito por www.Romildo.com às 19h36
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CCBB cancela a mostra Erótica em Brasília
O imbróglio envolvendo a censura à obra
Desenhando com terços, de Márcia X (1959-2005), o Centro Cultural Banco
do Brasil (CCBB) e o grupo católico Opus Christi chegou às últimas
conseqüências. A direção do Banco do Brasil decidiu cancelar a vinda a Brasília
de Erótica – Os sentidos da arte, exposição que teve aquela obra retirada
por mandado de segurança da Justiça carioca, atendendo a pressão de grupos
católicos. A mostra, que conta com 157 imagens, seria inaugurada aqui no próximo
dia 15. Mais de 55 mil pessoas visitaram-na em São Paulo. No Rio de Janeiro, o
número ultrapassou a marca dos 90 mil espectadores.
Em nota oficial, o Banco do Brasil informou que o impasse surgiu porque
alguns artistas, como a mineira Rosângela Rennó, condicionaram a cessão de obras
para a mostra à reintegração da peça de Márcia X.
Assim que foram informados do cancelamento da exposição em Brasília, artistas
lamentaram a atuação e a falta de pulso do CCBB local. “Fica clara a fragilidade
do CCBB, que, além de não ter dialogado com os artistas, deixou a cultura em
segundo plano, em detrimento do poder econômico”, avaliou o artista plástico
Márcio Botner, da galeria A Gentil Carioca, que organizou uma passeata no Rio,
no último sábado, contra a decisão de retirada da obra Desenhando com
terços.
Para o artista plástico Evandro Salles, de Brasília, não é só a cidade que
perde com a censura à exposição. “O problema é maior: é político”, defende. “O
CCBB, um dos mais importantes centros de cultura do país, está, agora, adotando
uma postura retrógrada, submetida às visões mais tacanhas existentes no país.”
Evandro e Márcio acreditam que a retirada da obra de Márcia X abra sério
precedente para outros atos de censura contra a arte.
Já para João Carlos Rocha, presidente da Opus Christi (organização católica
que pressionou o banco a excluir a obra da exposição), a retirada da peça é uma
vitória da democracia. “Os católicos não querem ver sua fé exposta dessa
maneira.” Quando soube que a exposição não viria mais para Brasília, tratou de
explicar que não é contra toda a mostra, mas, sim, contra aquela obra
especificamente.
Ninguém do Banco do Brasil quis se pronunciar sobre o caso. No CCBB, a
informação é de que quem está cuidando do caso é uma instância superior: a
diretoria do banco. O CCBB de Brasília ainda não divulgou qual exposição ocupará
o espaço de Erótica – Os sentidos da arte.
Fonte: Correio Web (Gustavo
Tourinho)
Escrito por www.Romildo.com às 19h25
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Eleições Previ
Conheça os candidatos da Chapa 1 - Unidade na Previ:
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Diretoria
Executiva CECÍLIA Mendes GARCEZ
Siqueira DiretorA de Planejamento - de
1/6/2006 a 31/5/2010 Ingressou no BB em 1979.
Graduada em Educação pela UnB-DF e em Psicologia pela FUNREI-MG. Pós-graduada em
Formação Geral para Altos Executivos e em Gestão de Fundos de Pensão, FGV/DF.
Especialização em Gestão de Fundos de Pensão pela Wharton School-Philadelphia.
Cursa mestrado em Administração no IBMEC/RJ. Foi diretora da ANABB, Conselheira
Deliberativa da Previ em 2002-2003. É Diretora de Planejamento da Previ.
Trabalhou em Tatuí (SP), Saquarema (RJ), Cesec Andaraí e Niterói (RJ) e São João
Del Rei (MG) e na DG na INFRA (DF). É conselheira deliberativa da ANABB.
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Diretoria
Executiva Francisco Ferreira
Alexandre Diretor de Administração - de
1/6/2006 a 31/5/2010 É formado em Engenharia
Civil pela Universidade Federal de Alagoas, em Direito pelo Centro de Ensino
Superior de Maceió, pós-graduado em Economia e Gestão das Relações de Trabalho
pela PUC-SP e MBA em Finanças Corporativas pela PUC-RJ. Começou como Menor
Aprendiz em Bom Conselho PE, em 1978. É Diretor de Administração da Previ
representante dos associados 2003-2006, foi coordenador da Comissão de Empresa
dos Funcionários do BB, foi secretário de Imprensa da Confederação Nacional dos
Bancários. Foi diretor do Sindicato dos Bancários de Alagoas.
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Diretoria
Executiva José Ricardo
Sasseron Diretor de seguridade - de
1/6/2006 a 31/5/2008 50 anos.
Funcionário da GEREL (SP) desde 1980. Técnico em Contabilidade, bacharel em
História pela USP. Diretor de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de
São Paulo. Coordenou a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil.
Foi conselheiro fiscal eleito da Previ. É presidente da ANAPAR – Associação
Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão. É conselheiro deliberativo
eleito da Previ. Representa os trabalhadores no Conselho de Gestão da
Previdência Complementar, órgão vinculado ao Ministério da Previdência Social
que regulamenta a Previdência Complementar.
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Escrito por www.Romildo.com às 19h23
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Cooperativismo
Ato de cooperativa com cooperado é isento de
tributação
Atos de cooperativas realizados apenas com cooperados são isentos
de tributação. O entendimento é da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça e
reforça a jurisprudência do tribunal de que a cooperativa tem isenção de
tributos em relação aos atos cooperativos.
A questão chegou ao STJ em Recurso Especial ajuizado pela
Cooperativa de Consumo dos Funcionários da Companhia Vale do Rio Doce e
Entidades Vinculadas Ltda. O objetivo era reverter acórdão do Tribunal Regional
Federal da 1ª Região e manter o entendimento de primeira instância que excluiu a
incidência do imposto sobre os atos cooperativos.
A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça acolheu o pedido. Para
o relator, ministro Francisco Peçanha Martins, os atos praticados comente com os
associados não estão sujeitos à incidência de tributos. “Apesar de a Cooperativa
realizar operação de compra e venda de mercadorias, qualquer incidência de
tributo deve ser mitigada, haja vista que esta atividade é realizada somente
entre a cooperativa e os associados, sem o intuito de lucro e está, diretamente,
ligada ao objetivo social da cooperativa”, concluiu.
Fonte: Consultor Jurídico - Clique aqui para ler a
decisão na íntegra
Escrito por www.Romildo.com às 19h20
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Eleições Previ
Conheça os candidatos da Chapa 1 - Unidade na Previ:
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Conselho Consultivo - Plano
2 Rodrigo Lopes
Britto titular - de 1/6/2006 a
31/5/2010 Natural de Brasília (DF). Ingressou no
Banco do Brasil em março de 2002 e, desde então, é associado do plano Previ
Futuro. Tomou posse na agência SBS Brasília (DF), onde foi gerente de
expediente. É diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília (DF); dirigente da
Federação dos Bancários do Centro-Norte. Faz graduação em Direito pela UNIP
Brasília (DF). |
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Conselho
Consultivo - Plano 2 Wagner de Sousa
Nascimento suplente - de 1/6/2006 a
31/5/2010 33 anos. Ingressou no BB e aderiu à
Previ em dezembro de 2002. Técnico em contabilidade. Foi Secretário de
Administração do Município de Divisópolis (MG), onde trabalhou com contabilidade
pública e foi presidente da Comissão de Licitação por 2 anos. Participou de
cursos e treinamentos em gestão pública nas áreas contábil, administrativa e de
recursos humanos. No Banco do Brasil é caixa executivo e já trabalhou como Gerex
de Suporte e Atendimento. É Diretor Eleito do Sindicato dos Bancários de Belo
Horizonte (MG). Membro do Conselho de Usuários da CASSI Minas Gerais.
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Conselho
Consultivo - Plano 2 Humberto Fernandes de
Oliveira titular - de 1/6/2006 a
31/5/2010 29 anos. Ingressou no banco em junho
de 2002 e desde então é associado do plano Previ Futuro. Gerente de contas na
agência Araçatuba (SP). Foi presidente da AABB Araçatuba. Fez vários cursos
oferecidos pelo Banco, dentre eles o MBA Executivo em Finanças, pelo consórcio
INEPAD/Universidade de Brasília. É formado em Administração pela Universidade
Federal do Mato Grosso do Sul. |
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Conselho
Consultivo - Plano 2 Pablo Sanches
Braga suplente - de 1/6/2006 a
31/5/2010 25 anos, casado, pai de 2 filhos,
advogado, formado em direito pela Universidade Federal da Bahia, ingressou no
Banco em 2003, exerce a função de escriturário na Ag.0346-8/Cidade Alta (BA),
sendo o preposto dessa dependência para assuntos jurídicos.
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Conselho
Consultivo - Plano 2 Isabel Cristina dos
Santos Souza titular - de 1/6/2006 a
31/5/2008 Funcionária do Banco do Brasil desde
março de 1999 e participante do plano 2 desde então. Graduada em Ciências
Econômicas pela FACESP (Faculdade de Ciências Econômicas de São
Paulo).Pós-graduada em Mercado de Capitais pela UNIP-Universidade Paulista.
Atualmente cursa MBA Executivo em Negócios Financeiros pela Fundação Getúlio
Vargas. Foi delegada sindical na Superintendência Estadual (SP). Foi analista na
Superintendência Estadual (SP) e atualmente é gerente de contas no Escritório
Private em São Paulo. |
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Conselho
Consultivo - Plano 2 Luciano Figueiredo
Oliveira suplente - de 1/6/2006 a
31/5/2008 4 anos de Banco e de filiação ao plano
Previ Futuro. Nascido em Dom Pedrito (RS). Formado em Administração pela
Universidade Regional da Campanha – URCAMP (RS). Cursos de extensão em
Administração e Administração Pública. Foi professor e chefe de departamento na
Secretaria Estadual de Administração do Rio Grande do Sul. No BB, foi gerente de
contas e atualmente é assistente de negócios na agência Jerônimo Coelho Porto
Alegre (RS). É coordenador da EAD em sua agência. Diretor do Sindicato dos
Bancários de Porto Alegre. |
Escrito por www.Romildo.com às 19h18
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Cliente de banco é consumidor?
STF adia julgamento de ação de bancos contra
Código de Defesa do Consumidor
O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade
proposta pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif) para
questionar a constitucionalidade do Código de Defesa do Consumidor (CDC), no que
diz respeito a bancos e empresas de crédito, foi adiado hoje (04/05) em razão do
pedido de vista do ministro Cezar Peluso. Os ministros Eros Grau (voto-vista),
Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto votaram pela improcedência total do pedido
formulado Consif. O ministro Sepúlveda Pertence, decidiu adiantar o voto e
também votou pela improcedência da ação. Os quatro ministros seguiram a linha
adotada por Néri da Silveira (aposentado) que considerou constitucional o
parágrafo 2º do artigo 2º do Código de Defesa do Consumidor. O dispositivo
inclui no conceito de serviço abrangido pelas relações de consumo, as atividades
de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária.
Fonte: Agência Anabb
Escrito por www.Romildo.com às 19h13
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Eleições Previ
Conheça os candidatos da Chapa 1 - Unidade na Previ:
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Conselho
Deliberativo Odali Dias
Cardoso titular - de 1/6/2006 a
31/5/2010 56 anos, admitido no BB em 1971.
Aposentado desde novembro de 2003. Graduado em Ciências Econômicas pela
Universidade Cândido Mendes (RJ). Cursou MBA em Administração Pública e em
Marketing pela Fundação Getúlio Vargas (RJ). Foi assistente técnico em
contabilidade e comércio exterior na CACEX. Foi presidente da AABB Tijuca (RJ).
É presidente da AABB Rio de Janeiro. |
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Conselho
Deliberativo Luiz Carlos Teixeira suplente - de 1/6/2006 a 31/5/2010 Aposentado desde 1996, 58 anos. Paulista de Ribeirão Preto.
Graduado em Ciências Sociais e Políticas, Propaganda e Marketing. Pós Graduado
em Sociologia Urbana, com especialização em Economia do Trabalho. Fez MBA em
Administração. No BB, trabalhou em áreas técnicas e foi coordenador e instrutor
do antigo DESED. Foi Auditor Sindical. É dirigente da CAT (Central Autônoma de
Trabalhadores), da FEEB SP/MS e do Sindicato de Ribeirão Preto. Colaborador da
UTAL (Universidade dos Trabalhadores da América Latina). É conselheiro fiscal
eleito da PREVI e é conselheiro fiscal da FRAS-LE, indicado pela Previ.
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Conselho
Fiscal Carlos Alberto Guimarães de
Sousa titular - de 1/6/2006 a
31/5/2010 47 anos. Ingressou no BB como menor
aprendiz em 1974 e na carreira administrativa em 1977, na agência Campos Elíseos
(SP). Atuou nas áreas de câmbio e comércio exterior, foi caixa executivo e
gerente de vendas. Graduado em Economia pela PUC de São Paulo. Foi
vice-presidente e atualmente é presidente do Satélite Esporte Clube, em segundo
mandato. Foi conselheiro da AABB São Paulo. É conselheiro deliberativo do
CESABB-SP e do Conselho de Administração da FENABB. |
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Conselho
Fiscal Fernanda
Carísio suplente - de 1/6/2006 a
31/5/2010 Aposentada desde
1998. Formada em jornalismo pela UFF, pós-graduada em Gestão e Planejamento e em
Docência no Ensino Superior pela Universidade Cândido Mendes. Foi gerente de
expediente na agência Bandeira (RJ). Foi presidente do Sindicato dos Bancários
do Rio de Janeiro e da Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT). Participou
do Conselho Deliberativo da ANABB. Foi conselheira fiscal da Previ. Presidiu
ainda a Comissão Municipal de Trabalho do Rio de Janeiro e integrou o Conselho
Deliberativo do Fundo de Desenvolvimento do Município do Rio. É assessora da
Ouvidoria da Petros. |
Escrito por www.Romildo.com às 19h11
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Para a elite
Da coluna Mercado Aberto na Folha
de S. Paulo:
CONVERSA COM O ZÉ O Credit
Suisse organiza encontro com o ex-ministro José Dirceu na próxima terça, em SP,
na sede do banco. Chamado de conversa com José Dirceu, o encontro será restrito
a clientes do banco. O Credit Suisse esclarece que o evento é organizado pelo
banco de investimento, que atua de forma independente do escritório de
representações do banco -que está, desde março, sob investigação da Polícia
Federal.
Escrito por www.Romildo.com às 15h48
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Cooperativismo
Sincor-SP cria cooperativa de crédito
O Sincor-SP criou cooperativa de crédito para os corretores. A
finalidade é formar capital coletivo, que garanta as atividades do profissional.
Batizada "Credicor", a novidade é controlada pelos próprios associados do
sindicato. Os corretores de seguros que participarem da cooperativa poderão ter
crédito imediato com custos operacionais menores do que os praticados no
mercado, juros baixos e a possibilidade dos associados se beneficiarem da
distribuição de sobras ou excedentes. Para fazer a adesão, o corretor deve
enviar e-mail para credicorsp@sincorsp.org.br.
Fonte: Monitor Mercantil Digital
Escrito por www.Romildo.com às 15h33
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BB investe em promoção para estimular uso de cartão de crédito
A promoção dos cartões de crédito do Banco do Brasil recebeu, segundo a
instituição, 200 mil inscrições após a primeira semana do lançamento. A ação,
que é destinada aos clientes pessoa física dos cartões Ourocard, é composta de
uma série de três sorteios e vai distribuir, ao todo, 30 automóveis zero
quilômetro, 30 aparelhos de TV de plasma 42 polegadas com home theater e DVD
player, 45 créditos de R$ 5 mil a ser depositado no próprio cartão de crédito do
usuário, 50 pacotes para a Disney com acompanhante e mais R$ 5 mil em crédito no
cartão. Além de 20 pacotes para a Costa do Sauípe, também com acompanhante.
Cada R$ 50 em compras com os cartões Ourocard das bandeiras Visa ou
MasterCard são convertidos em cupons eletrônicos para participar dos sorteios. A
utilização das linhas BB Crediário e BB Crédito Material Construção também dão
direito a cupons. Além disso, o cliente do Banco também pode trocar pontos do
Programa de Relacionamento BB por cupons: cada 100 pontos valem um cupom. Caso o
correntista faça a opção pela conversão automática de pontos, os pontos valem o
dobro.
O primeiro sorteio, previsto para acontecer no dia 13 de junho, vai reunir os
cupons das compras realizadas entre 17 de abril e 14 de maio, coincidindo com o
momento do Dia das Mães. Os demais sorteios serão realizados em 10 de novembro
próximo e 20 de janeiro de 2007.
Fonte: Consumidor Moderno
Escrito por www.Romildo.com às 15h31
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Licitação do BB atrai 19 agências
Comissão de Licitação não tem prazo para analisar as
propostas
O processo de
pré-qualificação das agências de publicidade do Banco do Brasil (BB) atraiu 19 agências, que
apresentaram, durante sessão nesta terça-feira, dia 02, documentos de
habilitação e proposta técnica, com um plano de comunicação para a instituição.
De acordo com a instituição, os membros da Comissão Especial de Licitação
irão analisar al documentação de habilitação e uma equipe técnica irá avaliar os
planos de comunicação.
As equipes não têm prazo para concluir os
trabalhos, porém após o anúncio do resultado, o BB irá definir a data em que
realizará a concorrência para contratar as agências pré-qualificadas.
Classificam-se as que alcançarem o mínimo de 80 pontos.
Entre as agências que apresentaram as propostas
estão a Agnelo Pacheco de São
Paulo, Artplan (RJ), Conteporânea
(RJ), DCR Comunicação (SP), Eugênio Publicidade (SP), G7 Comunicação (SP),
Giacometti (SP), Giovanni, FCB (SP), Heads Propaganda (PR), Lowe (SP), Markplan (SP), Máster (PR),
Perfil Promoção e Publicidade
(MG),PPR (SP), Propeg (BA), Publicis D&M (DF), RC Comunicação (DF)
TTA Propaganda (GO) e VS Propaganda
(RJ).
O Banco do Brasil conta com o orçamento de R$ 160
milhões para investir em publicidade durante o ano de 2006.
Fonte: Meio & Mensagem
Online
Escrito por www.Romildo.com às 15h28
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Funcionário vítima de seqüestro receberá R$ 400 mil do BB
Salvador Agência Estado
O Banco do Brasil vai ter que pagar uma
indenização de R$ 400 mil, por danos morais, além de pensão vitalícia, para o
ex-tesoureiro do BB de Itabuna, sul da Bahia. Ele foi seqüestrado com sua
família, em 1997, por uma quadrilha que assaltou a agência. O benefício foi
assegurado ontem pela Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ao
negar provimento a recurso impetrado pelo BB contra decisão anterior do Tribunal
Regional do Trabalho (TRT). O advogado José Carlos Silva, que defendeu o
ex-tesoureiro do Banco do Brasil, explicou, no início da noite de ontem, que os
beneficiários da indenização de R$ 400 mil serão os parentes do bancário, pois
ele morreu no fim de 2004, em decorrência de problemas cardíacos e depressão.
Silva disse que não existe uma data certa para o pagamento da indenização pelo
Banco do Brasil. A pedido da família do bancário o nome dele e dos parentes não
serão divulgados.
Seqüestro - Em novembro de
1997, o tesoureiro foi seqüestrado na rua, levado para casa e mantido em cárcere
privado junto com a mulher e filhos pelos assaltantes. Passou a noite sob
ameaças de morte e toda sorte de tortura psicológica. Na manhã do dia seguinte
foi obrigado a seguir até a agência com parte do bando para abrir o
cofre.
O ex-tesoureiro e seus familiares foram libertados
após a quadrilha fugir com o dinheiro, mas nunca se recuperou do trauma e se
aposentou por invalidez. Desenvolveu, segundo os médicos que o trataram, um
quadro irreversível de ansiedade e depressão, com ataques de pânico. Ele deu
entrada em ação trabalhista responsabilizando o Banco do Brasil pelos danos
psicológicos sofridos.
O TRT da Bahia acatou a reclamação fixando a
indenização em 120 vezes o salário do bancário à época do seqüestro e justificou
a sentença alegando que o assalto ocorreu por causa de deficiência no sistema de
segurança da agência do BB de Itabuna. O banco recorreu argumentando que não
poderia ser obrigado a fornecer segurança individual ao seu
funcionário.
Segurança - O Tribunal
Superior confirmou decisão do TRT-BA, com voto decisivo do ministro Barros
Levenhagen. Ele destacou que o artigo 4º da Lei nº 7.102 de 1983 impede o
funcionamento de estabelecimento financeiro onde haja guarda de valores ou
movimentação de dinheiro que não possua sistema de segurança. Nesse ponto,
assinalou que o TRT não exigiu 'segurança individual' aos empregados ou usuários
da agência bancária.
'Muito ao contrário, fundado nos valores sociais
que norteiam a sociedade brasileira, deu interpretação precisa ao artigo 4º da
Lei 7.102/83, no sentido de priorizar a responsabilidade do banco pela segurança
dos empregados e usuários da respectiva agência, da qual se furtara
culposamente, na medida em que se mostrara falho o sistema de segurança, ao
permitir que o empregado, na condição de refém, adentrasse a agência,
acompanhado por assaltante, abrisse o cofre e lhe entregasse alta soma em
dinheiro', afirmou o relator da matéria.
Levenhagen também não concordou que o valor por dano moral foi
muito alto, como alegou o BB,
Fonte: O Liberal
Escrito por www.Romildo.com às 15h24
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Festival FEMINA ocupa o CCBB carioca
Thiago Braga
Até domingo, 07 de maio, o festival
FEMINA (Festival de Cinema Feminino) estará ocupando o CCBB carioca.
O evento conta com filmes que abrangem temáticas femininas.
O
destaque é para o longa Grbavica, vencedor do Urso de Ouro do Festival de
Berlim. O filme da Bósnia será exibido no domingo, às 17h. A história gira em
torno do dilema de uma mãe que não contou à filha que foi gerada por um estupro.
A programação completa está no site do festival: Site
oficial do FEMINA
Fonte: ObaOba
Escrito por www.Romildo.com às 15h22
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Sebrae e BC promovem Fórum Nacional de Cooperativismo de
Crédito
Evento vai registrar avanços e debater os novos desafios
do cooperativismo voltado para empreendedores formais e
informais
Clara Favilla
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Ilustração
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Brasília - O presidente Luiz Inácio
Lula da Silva fará a abertura do Fórum Nacional ‘Cooperativas de Crédito de
Micro e Pequenos Empreendedores - Avanços, Desafios e Perspectivas’. O evento,
promovido pelo Sebrae Nacional e Banco Central, será realizado, de 15 a 17 de
maio, no Hotel Nacional de Brasília.
“O Fórum foi organizado de forma a
dar voz a todas as entidades envolvidas e comprometidas com o desenvolvimento do
cooperativismo de crédito no País”, afirma o consultor da Unidade de Acesso a
Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, Éddi Yamamura.
Serão debatidos
o atual estágio desse segmento do sistema financeiro com foco nos empreendedores
formais e informais e as políticas que devem ser implementadas para a sua
melhoria operacional.
As palestras, com especialistas e representantes
dos sistemas cooperativos darão um panorama dos avanços registrados na
normatização, nos últimos anos, e avaliarão cenários econômicos de curto, médio
e longo prazos. Também farão comparações entre os modelos cooperativos de
crédito de diversos países, ressaltando o que o Brasil pode absorver de melhor.
Haverá ainda espaço para apresentação de casos de sucesso relacionados a
cooperativas de livre admissão que vêem contando com o apoio do Sebrae.
“Nosso espelho são países que conseguiram transformar essas instituições
em opção importante e, muitas vezes, única de acesso a serviços financeiros por
parte dos empreendedores”, explica Yamamura. E completa: “no Brasil, o
cooperativismo de crédito tem um ingrediente a mais. Extrapola a questão
financeira para se transformar também em instrumento de desenvolvimento
econômico e social. O governo, há alguns anos, despertou para esse potencial e
agora tem dado atenção especial, incentivando o crescimento e a expansão do
setor.”
Entre os palestrantes do Fórum, estão: o ministro da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues; o assessor especial do Ministério
da Fazenda, Gilson Bittencourt; o ex-ministro da Fazenda e diretor da Tendências
Consultoria Integrada, Maílson da Nóbrega; o presidente da Federação das
Associações Comerciais, Industriais e Agropecuárias do Paraná (Faciap),
Jefferson Nogarolli, entre outros.
Fonte: Agência Sebrae de
Notícias
Escrito por www.Romildo.com às 15h18
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Eleições Previ
De 15 a 29 deste mês ocorrerá a votação para a eleição de dirigentes da
Previ.
Sou candidato a membro titular do Conselho Consultivo do Plano 1 - cargo
novo, criado pela recente reforma estaturária - e participo da chapa 1 - Unidade
na Previ, que conta com o apoio da ANABB.
Saiba mais sobre a Chapa 1 clicando aqui.
Escrito por www.Romildo.com às 15h07
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O fim dos voadores
Uso de cartões de pagamento cresce 40% em 2005
PATRÍCIA ZIMMERMANN da Folha Online, em
Brasília
O uso de cartões de pagamento cresceu 40% no último ano,
enquanto o uso de cheques caiu 6,5% no período segundo atualização do
Diagnóstico Estatístico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil, divulgado
nesta quinta-feira pelo Banco Central.
O documento aponta ainda para um
crescimento de 10% no total de cartões ativos no país. No fim de 2005, o total
de cartões em circulação somou 68,129 milhões com a função crédito e 155,605
milhões com a função débito, o que representou um crescimento de 191% e 131%,
respectivamente, em relação aos números de 1999, segundo análise do BC.
O
número de transações com cartões de crédito apresentou um crescimento de
aproximadamente 50% no último ano, atingindo 1,878 bilhão. As operações com
cartões de débito totalizaram 1,156 bilhão, ou um crescimento de 27% no
período.
Considerando o total de transações, as operações com cartões de
crédito e débito representaram 18% do total, os cheques corresponderam a 15%, o
débito direto 4% e as transferências de crédito 63%.
A média de
transações por cartão no ano foi de 28 operações no caso dos cartões de crédito
e 7 transações de débito.
Em valores, os cartões de crédito realizaram
transações de R$ 136,736 bilhões, número 48% maior que o registrado no ano
anterior. O valor médio por transação, no entanto, foi de R$ 73, abaixo dos R$
73 registrados em 2004.
No caso dos cartões de débito, as operações
totalizaram R$ 53,211 bilhões, com um crescimento de 26%, e a manutenção do
valor médio das transações em R$ 46.
O gasto médio por cartão de crédito
foi de R$ 2.007, enquanto o gasto no cartão de débito foi de R$ 1.729 em
média.
Bancos
A quantidade de terminais de auto-atendimento
bancário disponíveis aos usuários cresceu cerca de 5% entre 2004 e 2005,
motivado principalmente pelo aumento do número de terminais de acesso aberto
(que operam transações de vários bancos).
Dos 146.795 terminais de
auto-atendimento bancário existentes no país os de acesso aberto (que são 34% do
total) cresceram 64% no ano passado, atingindo 50.382 terminais. Já os terminais
de acesso restrito (de um banco específico), que correspondem a 66% do total,
foram reduzidos em 11%, encerrando o ano com 96.413 máquinas.
Fonte: Folha Online
Escrito por www.Romildo.com às 15h04
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Cooperforte divulga resultados de 2005
A Cooperforte inicia, na próxima semana, um ciclo de apresentações
institucionais em quinze capitais brasileiras. Nesses eventos o presidente José
Valdir divulgará para associados os resultados financeiros e sociais da
Cooperativa em 2005.
A programação começa no dia 9, em Salvador, e prossegue nos dias 10 e 11, em
Fortaleza e Recife.
Fonte: Cooperforte
Escrito por www.Romildo.com às 15h03
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Charge do Glauco (Folha de S. Paulo)

Escrito por www.Romildo.com às 10h08
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Charge do Paixão (Gazeta do Povo-PR)
Escrito por www.Romildo.com às 08h49
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Charge do Humberto (Jornal do Commercio-PE)

Escrito por www.Romildo.com às 07h21
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Trabalho & Emprego
Mão-de-obra em infra-estrutura é competitiva, mas problemas estão na formação
universitária e especializada
Chances
dos brasileiros dividem analistas
FÁTIMA FERNANDES CLAUDIA ROLLI DA REPORTAGEM LOCAL
O trabalhador brasileiro está preparado para enfrentar a
concorrência com a mão-de-obra internacional? A resposta a essa pergunta divide
a opinião de especialistas no mercado de trabalho. "Em alguns setores, como o
automotivo, o siderúrgico e o petroquímico, o trabalhador está preparado. Mas a
mão-de-obra de setores que exigem mais conhecimento, já não está", afirma João
Felício, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores). Especialistas
no mercado de trabalho dizem que o Brasil tem baixo nível de escolaridade e
pouco investimento em qualificação de trabalhador. "Há 500 anos, o Brasil
despreza a educação. As empresas que assumiram o papel do Estado e investiram no
seu quadro de pessoal estão se dando muito bem aqui e no exterior", afirma Luis
Carlos Moro, advogado da área trabalhista. A competição com a China não é
fácil, na avaliação de Maria Cristina Cacciamali, professora de estudos do
trabalho da USP, porque o chinês recebe um salário muito baixo. "Também não é
fácil competir com a Índia, que possui elevado contingente de mão-de-obra de
nível universitário nas áreas de engenharia, matemática e física. O perfil
educacional do brasileiro é complicado", afirma. Com pequeno crescimento
econômico, na avaliação de Cacciamali, o trabalhador não consegue acumular valor
na sua experiência profissional. "As oportunidades de emprego são racionadas e
quando abre uma vaga ela é de baixa qualidade, que não acrescenta nada à
experiência do trabalhador. Precisamos de um choque de crescimento no país para
ver esse jogo mudar", afirma. A qualificação da mão-de-obra brasileira é, na
análise de Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese, "um dos gargalos a
serem enfrentados pelo país. Temos certamente pessoal qualificado em alguns
setores, só que o Brasil tem uma economia muito diversificada. É preciso
aprimorar os investimentos em toda a mão-de-obra. Investir em educação é o
diferencial para garantir a concorrência do Brasil no exterior", afirma. Na
área agrícola, na análise do diretor técnico do Dieese, o trabalhador brasileiro
desenvolveu capacidade de competição. "O que fizemos nessa área é completamente
possível de fazer em outras", afirma. O baixo custo do trabalho na indústria
torna a mão-de-obra brasileira altamente competitiva ao ser comparada ao mercado
internacional, na análise de Adalberto Cardoso, diretor de ensino do Iuperj
(Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro). "Não há como
competir com um país que utiliza trabalho escravo em sua produção, caso da China
. Mas estamos em condições de concorrer com México, Coréia, Índia e os países da
América Latina", diz. Levantamento do BLS (Bureau of Labor Statistics),
Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA, mostra que o custo do trabalho
na indústria brasileira é da ordem de US$ 3 por hora, segundo dados de 2004. Na
Coréia, por exemplo, é de US$ 11,52. Cardoso descarta a necessidade de
mudanças na legislação trabalhista para tornar a mão-de-obra mais competitiva
para atrair mais investimentos ao país. "Não adianta mudar as leis. Não adianta
ter mão-de-obra barata e qualificada. Não adianta ter cadeias produtivas
integradas, nem infra-estrutura para exportação. Quem determina onde eles devem
investir, infelizmente, são as agências de classificação de risco." João
Sabóia, diretor do Instituto de Economia da UFRJ, acredita que o esforço do
Brasil para manter a mão-de-obra competitiva tem de ser diário e em todos os
níveis de governo. "Não dá para ter trabalhador competitivo quando prefeituras
desviam verbas de merenda escolar para os bolsos dos parentes dos prefeitos,
quando Estados gastam dinheiro para fazer propaganda de candidatos e quando há
corte de verbas para as Universidades", afirma Sabóia.
Comemorações
Hoje, as duas maiores centrais sindicais brasileiras, Força Sindical e
CUT, promovem dois grandes atos em São Paulo para comemorar o Dia do Trabalho.
Com programação de shows durante quase todo o dia, elas esperam atrair público
estimado em 3,5 milhões de pessoas -2 milhões esperadas no evento da CUT, na av.
Paulista, e 1,5 milhão na festa da Força, na praça Campo de Bagatelle, na zona
norte. Além de um grande número de shows, as centrais programaram uma agenda
de reivindicações.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 06h57
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Sindicalismo
Conlutas representa 3 mi de
trabalhadores
Lalo de Almeida - 14.ago.02/Folha Imagem
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PROTESTO José Maria de Almeida é um dos
fundadores da Conlutas |
FÁBIO
AMATO DA AGÊNCIA FOLHA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Após dois anos de atuação como um movimento político
informal, reunindo sindicalistas, estudantes e movimentos sociais, a Conlutas
(Coordenação Nacional de Lutas) será oficializada a partir da próxima semana
como a mais nova central sindical do país. A fundação da Conlutas acontecerá
durante um encontro que será realizado entre os dias 5 e 7 de maio em Sumaré,
região noroeste de São Paulo. Segundo seus dirigentes, a central nasce com o
apoio de 250 sindicatos e 80 movimentos populares, que representariam cerca de 3
milhões de trabalhadores. A CUT, maior central sindical do país, representa 22,5
milhões de trabalhadores. À Força Sindical estão ligados 7,1 milhões. O
principal nome da nova central sindical, José Maria de Almeida, presidente
nacional do PSTU, diz que a oficialização da Conlutas é o início de um processo
de recomposição do sindicalismo. "A CUT já vinha funcionando com precariedade
desde o governo FHC, porém ainda era um instrumento dos trabalhadores. Mas no
governo Lula a crise aumentou, porque a CUT agora é um instrumento do governo,
que o ajuda a aplicar as suas políticas e defende interesses contrários aos dos
trabalhadores", disse Almeida, ex-petista e fundador da CUT ao lado do
presidente Lula.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 06h55
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O BMG e o valerioduto
Banco entrou no mercado de crédito consignado 13 dias
depois que decreto autorizou operações
Procuradoria investigará se Lula beneficiou o
BMG
MARTA SALOMON DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A assinatura do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva em decreto baixado na sexta-feira, 13 de
agosto de 2004, é uma das principais pistas do Ministério Público Federal na
segunda fase da investigação comandada em segredo pelo procurador-geral da
República, Antonio Fernando de Souza. Depois de denunciar 40 envolvidos no
escândalo do "mensalão", a equipe do Ministério Público pode chegar ao chefe do
Executivo. O decreto 5.180 abriu caminho para que não apenas os bancos
responsáveis pelo pagamento de benefícios da Previdência Social operassem o
crédito consignado (com desconto em folha) a aposentados e pensionistas. Apenas
13 dias após a assinatura do decreto, o BMG assinou convênio com o INSS e
garantiu acesso ao mercado milionário em que atuou sozinho com a Caixa Econômica
Federal por quase dois meses. O BMG é um dos bancos que alimentou o esquema
de repasse de dinheiro a aliados políticos do governo por meio de empréstimos
supostamente simulados a empresas do publicitário Marcos Valério Fernandes de
Souza. Entre fevereiro de 2003 e abril de 2004, o banco repassou mais de R$ 26
milhões ao "valerioduto", em valores da época. O Banco Rural entrou com o
restante do dinheiro do caixa dois do PT reconhecido por Marcos Valério. O
procurador Antonio Fernando deixou o BMG de fora da primeira leva da denúncia do
mensalão para se aprofundar nas conexões do banco com a "quadrilha" que, segundo
a denúncia anunciada há pouco mais de duas semanas, era encabeçada pelo
ex-ministro José Dirceu e tinha como objetivo "manter o PT no poder". O
trabalho do Ministério Público teve como base investigações do TCU (Tribunal de
Contas da União) ainda não concluídas, mas que apontam a participação do então
presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Carlos Gomes Bezerra,
no favorecimento ao BMG. O favorecimento, segundo o TCU, explicaria por que os
lucros do BMG subiram de R$ 90,2 milhões, em 2003, para R$ 275,3 milhões, no ano
seguinte. Em 2004, os empréstimos a aposentados representavam 85% da carteira de
crédito do banco. O BMG foi o primeiro dos bancos que não pagavam benefícios
do INSS a entrar no negócio, embora outras instituições do mesmo porte tivessem
manifestado interesse. Uma primeira versão do convênio -assinada com rapidez
considerada atípica- chegou a ser anulada, por conter irregularidades como a
promessa de acesso à base de dados cadastrais dos aposentados. Em janeiro de
2005, o banco teve autorizada a venda da carteira de empréstimos para a CEF,
operação também investigada pelo TCU e que teria rendido lucro de R$ 119 milhões
ao BMG. Presidente do PMDB no Mato Grosso, o atualmente empresário Carlos
Bezerra nega que tenha favorecido o BMG. "O INSS era apenas o executor, a
questão política era toda decidida no Palácio do Planalto", afirmou o
ex-presidente do instituto. O então ministro da Previdência, senador Amir
Lando (PMDB-RO), também nega que tenha agido em favor do banco. A assinatura de
Lando acompanha a do presidente Lula na carta encaminhada a 17 milhões de
aposentados e pensionistas do INSS um mês depois de o BMG entrar no negócio e às
vésperas das eleições municipais de 2004. A correspondência que propagandeia
o crédito consignado também é investigada pelo TCU. O senador nega relação da
correspondência com a recente entrada do BMG no negócio e insiste que a carta
era consequência da sanção da lei que criou o crédito consignado. "Estão
querendo ver chifre em cabeça de cavalo: a cartinha seguiu imediatamente após a
sanção da lei", disse. Entre a sanção da lei (17 de dezembro de 2003) e a
postagem da carta (29 de setembro de 2004), passaram-se, no entanto, mais de
nove meses. O atual presidente do PT, Ricardo Berzoini, era ministro da
Previdência quando Lula baixou a medida provisória que criou o crédito
consignado, em setembro de 2003. Ele também negou a intenção de favorecer o BMG:
"Não se cogitou da participação do banco; na época foi decidido apenas criar uma
modalidade de crédito para reduzir os juros". Berzoini classificou de "ilação
absolutamente improvável" a investigação de rastros de envolvimento do
presidente Lula em supostos favores ao BMG em troca do dinheiro repassado ao
esquema de Marcos Valério. O INSS registrou, até o final de março, 8,2
milhões de operações do crédito consignado. Os empréstimos a aposentados e
pensionistas alcançaram R$ 13,3 bilhões. O Ministério da Previdência se recusou
a fornecer informações sobre a atual participação do BMG no negócio.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 06h47
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A Farra dos Bancos
Boston na rede do Itaú
Banco brasileiro avança sobre concorrente dos
EUA, reage à compra da Amex pelo Bradesco e mostra o poder de fogo dos grupos
financeiros nacionais
 Por Alexandre Teixeira
| Arte: André
Felix |
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Roberto Setubal: Presidente do Itaú
propõe troca de ações com o Bank of America e pode ter colega americano no
Conselho | Ir dormir cliente do BankBoston e
acordar correntista do Itaú. A possibilidade de uma troca involuntária de banco
tornou-se real – talvez imediata – para os 200 mil clientes da instituição
americana. Iniciada às vésperas do feriado de Tiradentes, uma onda de rumores
sobre a venda do Boston para o Itaú ganhou corpo na semana passada, à medida em
que informações sobre a transação vazavam para o mercado. Para assumir as
operações do Boston no Brasil, no Chile e no Uruguai, o Itaú estaria oferecendo
o equivalente a US$ 3 bilhões em ações preferenciais suas. Se aceitá-las, o Bank
of America, atual controlador do Boston, torna-se sócio do banco comandado por
Roberto Setubal, com quase 9% de seu capital, uma cadeira no Conselho de
Administração e opção para dobrar sua participação em dois anos. Com a
incorporação, o Itaú ameaçaria a liderança do Bradesco no ranking dos maiores
bancos privados do Brasil. Reduzindo a distância que os separa, segundo o
critério da CVM, ou ultrapassando o rival, de acordo com as contas do Banco
Central. Firmes na determinação de não comentar “rumores de mercado”, Itaú e
Boston mantiveram o suspense até o final da semana. Na quinta-feira 27, porém, o
quadro já se tornara irreversível. No fim da manhã, o presidente do Sindicato
dos Bancários de São Paulo, Luiz Cláudio Marcolino, obteve, no próprio Itaú, a
informação de que a transação já entrara na fase de análise jurídica que
antecede a assinatura de um contrato. Horas depois, a diretora geral de
marketing do BankBoston, Cláudia Pagnani, acertava sua saída do banco, rumo ao
Pão de Açúcar, marcando a primeira defecção na cúpula da instituição.
Interpelado já na segunda-feira 24 pela CVM, o Itaú divulgou um fato
relevante no qual admite que está “explorando opções para expandir suas
operações”, mas pondera que, até aquele momento, não havia “nenhum acordo ou
contrato firmado”. Para os especialistas, foi um arremedo de desmentido com cara
de confirmação de uma aquisição que pode ser vista como resposta ao Bradesco,
que, em março, comprou as operações da American Express no Brasil. “Os bancos
brasileiros nunca valeram tanto como hoje. Pela primeira vez na história, podem
usar ações suas como moeda para comprar ativos estrangeiros no Brasil”, observa
Pedro Guimarães, analista de bancos do Pactual. O caso do próprio Itaú é
emblemático. Seu valor de mercado quase quadruplicou nesta década, passando de
R$ 17,83 bilhões em dezembro de 1999 para R$ 66,08 bilhões na semana passada, de
acordo com levantamento da Economática. Convertidos à moeda americana, os atuais
US$ 31,16 bilhões equivalem a 14,24% do valor de mercado do Bank of America (US$
218,8 bilhões). Isso significa que, uma troca de ativos mais radical entre os
bancos, que desse ao BofA o controle do Itaú teria um efeito colateral peculiar:
os controladores do banco brasileiro virariam os maiores acionistas individuais
da segunda maior instituição financeira dos Estados Unidos, que tem capital
diluído na Bolsa de Nova York. “Quem sabe não é o Roberto Setubal quem quer
comprar o Bank of America e não o contrário?”, brinca o analista do Pactual.
A valorização do Itaú provavelmente nunca colocará Milu Vilella, maior
acionista individual do Itaú, na cabeceira da mesa do Conselho do BofA. Mas já
abriu o apetite do banco para aquisições arrojadas. Há um mês e meio, o Itaú
enfrentou Unibanco e Bradesco no leilão de venda das operações brasileiras da
American Express. Perdeu apenas para o lance vencedor de US$ 490 milhões do
banco da Cidade de Deus. Graças a uma política monetária que combina juros altos
com crescimento das operações de crédito, Itaú e Bradesco hoje lucram mais do
que são capazes de reinvestir em suas redes. Somados, os ganhos líquidos do Itaú
nos últimos cinco anos beiram os R$ 17 bilhões. Com isso, o banco passou de
potencial alvo de aquisição a provável comprador, mesmo na arena internacional.
“A compra das operações do Boston no Chile e no Uruguai abre as portas para, no
médio prazo, o Itaú se movimentar também no exterior”, confirma Rafael
Quintanilha, analista da corretora Ágora Senior.
As dúvidas sobre o futuro do BankBoston no Brasil existem desde novembro de
2003, quando o Bank of America adquiriu o Fleet, então controlador do Boston.
Meses antes, o BofA, que havia incorporado o Banco Liberal em 1998, decidira
zerar suas posições e desistir do Brasil. Durante quase dois anos e meio, o
presidente do BankBoston, Geraldo Carbone, suou a camisa para: 1) convencer seus
novos patrões de que valia a pena ficar no País e 2) convencer o mercado e a
opinião pública de que o banco não estava à venda. No último mês de outubro, ele
e o presidente do BofA para a América Latina, Richard L. Praguer, estiveram
juntos em São Paulo, jurando amor eterno ao Brasil. Se os planos de Carbone
vingassem, em vez de ir embora, o Bank of America reforçaria sua posição no
País. E ele seria o presidente não mais de um banco de nicho, mas de um bancão
de varejo multinacional.
O sonho do executivo brasileiro foi interrompido no sábado 22, quando
circulou no Fórum Empresarial de Comandatuba a informação de que o Boston estava
praticamente vendido para o Itaú, o que forçou sua volta antecipada a São Paulo.
Àquela altura, Carbone naturalmente estava a par das negociações, mas não sabia
que elas tivessem avançando até tal ponto – e muito menos que pudessem ser
vazadas. Dentro do banco, houve quem visse a indiscrição como traição da matriz
americana. Como se sabe, porém, no mundo capitalista tudo tem seu preço. Se o
Itaú chegou lá, era inevitável que o processo de venda se precipitasse.
Ao longo da semana passada, gerentes de relacionamento do Boston tiveram de
administrar contatos com clientes preocupados sobretudo com compromissos de
longo prazo com o banco. Planos de previdência privada, por exemplo. As
respostas, como regra, têm sido tranqüilizadoras. Na linha do “se o Itaú
assumisse, o senhor passaria a ser cliente do Personnalité e tudo permaneceria
igual”. Nada garante que será assim. Mas há um precedente. Em 1995, o Itaú
comprou o Banco Francês e Brasileiro, que, como o Boston, era um banco de nicho,
com clientes de alta renda. O BFB continuou atuando de forma independente, mas
passou a chamar-se, justamente, Itaú Personnalité. “Só que o cliente típico do
Boston tem renda bem superior à do serviço VIP do Itaú” (aberto a quem ganha a
partir de R$ 5 mil mensais), pondera Catarina Pedrosa, analista de bancos do
Banif Primus. “Quem garante que a clientela de altíssima renda vai ficar no
Itaú?”
Fonte: Isto É Dinheiro
Escrito por www.Romildo.com às 18h03
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Primeiro de maio
Trabalhadores com mais de 11 anos de estudo tiveram as maiores perdas entre 2002
e 2006, aponta estudo do IBGE
Renda dos
mais instruídos cai 12% em 4 anos
PEDRO SOARES DA SUCURSAL DO RIO
Um
diploma universitário ou o ingresso no ensino superior não são garantias de que
os salários não se deteriorem de modo mais intenso em períodos de crise. Estudo
do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) obtido pela
Folha aponta que as maiores perdas, entre 2002 e 2006, ocorreram para os
trabalhadores com mais de 11 anos de estudo -ou seja, os que concluíram ao menos
o ensino médio. O rendimento médio das pessoas ocupadas com maior grau de
escolaridade caiu 12,3% de março de 2002, último ano do governo Fernando
Henrique Cardoso, a março de 2006, ano final do mandato do presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. Nessa faixa, o rendimento cedeu de R$ 1.617,12 em março
de 2002 para R$ 1.439,50 em março de 2006, embora tenha se recuperado de 2005
para 2006 -alta de 4,1%. Já a faixa de escolaridade mais baixa -sem instrução
ou com até 1 ano de estudo- teve a menor perda: 0,3%. O rendimento desse
contingente baixou de R$ 420,48 para R$ 419,40. Apesar da queda diferenciada,
a distância entre os rendimentos do topo e os da base da pirâmide de
escolaridade ainda se manteve expressiva. A renda dos menos escolarizados
representava 26% do rendimento dos trabalhadores com mais anos de estudo em
março de 2002. Correspondia, em março de 2006, a 29,1%, graças à queda mais
intensa dos salários dos mais escolarizados. Os dados do IBGE revelam ainda
que, em geral, a perda de renda cresce conforme avança o grau de instrução do
trabalhador. O recuo ficou em 9,3% na faixa de 1 a 3 anos de estudo -de R$
498,74 em março de 2002 para R$ 452,40 em março de 2006. No extrato de 4 a 7
anos de estudo, a queda foi menor: 4,3% -de R$ 556,39 para R$ 532,30. Na
camada das pessoas ocupadas com 8 a 10 anos de freqüência à escola, a retração
ficou em 9,1%, com a renda média passando de R$ 687,31 para R$
625,00.
Recuperação Pelos dados do IBGE, o rendimento médio
registrou, porém, recuperação de março de 2005 a março de 2006. Mas novamente o
avanço foi mais intenso para as faixas de menor escolaridade. Para a camada
sem instrução ou com 1 ano de estudo, a alta foi de 15,8%. Já para a parcela de
trabalhadores com 1 a 3 anos de estudo, ficou em 9,2%. No caso dos ocupados com
4 a 7 anos de estudo, o incremento foi de 10,1%. A renda dos trabalhadores com 8
a 10 anos de estudo cresceu 2,7%. Já na faixa de 11 anos ou mais, a expansão
ficou em 4,1%. Para o economista da Unicamp (Universidade Estadual de
Campinas) Marcio Pochmann, os dados reforçam a tese de que ter diploma no país
não assegura nem emprego nem recomposição do rendimento. "Isso é só mais uma
confirmação de algo que a gente diz há mais tempo: a escolaridade maior não
representa salário melhor e mais emprego", afirma. A maior perda real da
remuneração das pessoas com maior nível de instrução ocorre em razão da grande
oferta de mão-de-obra qualificada, sem a contrapartida da expansão das vagas "de
classe média". A força de trabalho "abundante", diz, traz um alto nível de
competição no mercado de trabalho que achata os salários, especialmente em
períodos de fraco nível de atividade econômica. Com farta oferta de
mão-de-obra no Brasil, as empresas podem selecionar profissionais qualificados
pagando salários mais baixos e muitas vezes contratando um profissional mais
capacitado do que a função exigiria, segundo Pochmann. O fenômeno, segundo
ele, não é uma tendência mundial. Trata-se de uma anomalia do mercado de
trabalho brasileiro, no qual existe uma redução de postos de trabalho que
possuem remunerações mais elevadas. "O modelo econômico brasileiro destrói
empregos de classe média. Isso é uma questão brasileira. Muitos países estão com
forte desenvolvimento tecnológico importando mão-de-obra qualificada", afirma
Pochmann. Dos 2,5 milhões de brasileiros que vivem no exterior, diz, boa
parte são profissionais graduados e que não encontraram boas condições de
trabalho no Brasil, buscado o mercado externo.
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 10h28
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Primeiro de maio
Apesar de aumento do mínimo e das vagas, mercado vive precarização e queda no
rendimento real do trabalhador
Sob
Lula, emprego cresce, mas renda cai
CLAUDIA ROLLI FÁTIMA FERNANDES DA REPORTAGEM LOCAL
Sob o comando do governo Lula, o salário mínimo subiu, o
desemprego diminuiu e aumentou a contratação com carteira assinada. Mas a
administração do PT não foi capaz de inibir a precarização do mercado de
trabalho, de conter a queda do rendimento real do trabalhador e de realizar uma
das principais promessas de campanha -a reforma sindical. Essa é a avaliação
de economistas, sindicalistas, advogados e pesquisadores sobre o desempenho do
mercado de trabalho no Brasil no governo petista. O aumento real do salário
mínimo foi de 25,32% de 2003 a 2006, segundo o Dieese. No primeiro mandato de
FHC (1995-1998), o salário mínimo encolheu, com uma queda real de 2,40%. Entre
1999 e 2002, segundo mandato do governo tucano, voltou a crescer -nesse período
o ganho real foi de 20,56%. Quem ganhava salário mínimo precisava trabalhar
158 horas e 45 minutos em março de 2002 para comprar uma cesta básica em São
Paulo. Em março de 2006, o trabalhador precisou de 130 horas. Em seis regiões
metropolitanas do país, a taxa de desemprego caiu de 12,9%, em março de 2002,
para 10,4% em março deste ano. E a população ocupada com carteira assinada
passou de 40,8% para 41,3% da PEA (População Economicamente Ativa), no período,
segundo o IBGE. Apesar dos indicadores serem positivos, especialistas dizem
que esperavam mais de Lula, como regras para impedir demissões e o achatamento
de salários. Consideram ainda que o governo não aproveitou as condições
favoráveis do mercado internacional para criar um modelo de crescimento
sustentado de produção e emprego -deu só continuidade à política econômica do
governo anterior. "Emprego e salário mínimo melhoraram nos últimos anos no
país. No caso do mínimo, a trajetória de aumento ocorre desde a desvalorização
do real, em 1999. Ainda não podemos afirmar que esse crescimento de salário e de
emprego é sustentado", afirma Maria Cristina Cacciamali, professora da
USP. Quem acompanha o mercado de trabalho (e tem ou não afinidade com o PT)
não tem dúvidas de que alguns números são mais positivos para os trabalhadores.
"A política econômica do PT deveria estar mais comprometida com o crescimento do
país. Esperávamos que, com Lula, o Brasil crescesse 5% ao ano, não 3%", afirma
Claudio Dedecca, economista e professor da Unicamp.
Rendimento cai
Um indicador do mercado de trabalho ainda é negativo. O rendimento médio
da população ocupada em seis regiões metropolitanas do país, segundo o IBGE,
caiu 5,6% quando comparados os meses de março de 2002 e março de 2006 -passou de
R$ 1.066,08 para R$ 1.006,80. Para Clemente Ganz Lúcio, diretor do Dieese,
emprego e renda só crescem de forma sustentada se a taxa de investimento no país
aumentar. "O presidente Lula disse que dobraria o valor do salário mínimo, não
conseguiu. Para isso, é preciso garantir o crescimento da economia. O Brasil
precisa investir 25% do PIB ao ano. Essa taxa hoje é inferior a 20%", diz. Há
duas décadas, o pífio crescimento da economia tem reflexo negativo no emprego e
na remuneração, diz João Sabóia, diretor do Instituto de Economia da UFRJ. É
bom lembrar, segundo os especialistas, que o emprego que surgiu, na sua maioria,
é de baixa remuneração. "A precariedade no mercado de trabalho continua
elevadíssima. Tem muita gente no Brasil que ganha menos do que um salário
mínimo. A expectativa era que todas essas questões fossem enfrentadas de forma
mais firme pelo governo", diz Sabóia. Do 1,5 milhão de pessoas contratadas
formalmente entre janeiro e novembro de 2005, 1,023 milhão ganhavam de 1 a 1,5
salários mínimos e 400 mil recebiam de 1,5 a 2 salários mínimos, segundo informa
o sociólogo José Pastore. "Essas duas faixas representam 95% dos novos
contratados." Para Pastore, não há o que comemorar amanhã, Dia do Trabalho.
"A taxa de desemprego caiu, mas ainda é alta. Lula entrou com uma geração de
empregos da ordem de 1,5 milhão por ano, e a situação é a mesma hoje. Disse que
gostaria de criar 10 milhões de empregos formais em quatro anos, mas deve abrir
6 milhões de vagas. Nada mudou muito."
O que comemorar "São 3,7
milhões de vagas criadas desde 2003. Claro que há o que comemorar. Estamos
retomando o crescimento da renda e dando oportunidade aos jovens. O governo não
falhou", diz o ministro Luiz Marinho (Trabalho). O governo também não foi
capaz de conter a rotatividade, um dos principais mecanismos de precarização do
mercado de trabalho, diz Arnaldo Mazzei Nogueira, professor da PUC-SP e da USP.
"Para fortalecer o emprego, é necessário regular as demissões e evitar que as
empresas demitam trabalhadores de salários mais altos e contratem por menos.
Nisso o governo falhou." O nível de emprego com carteira assinada no setor
privado aumentou 10% entre 2002 e 2005, enquanto a massa de salários dos
empregados cresceu apenas 1,6%, segundo estudo de Marcio Pochmann, professor da
Unicamp. "O emprego cresce, cada vez mais pessoas são incorporadas ao mercado.
Mas o impacto na folha de pagamento das empresas praticamente não se
altera." As críticas ao governo Lula são mais contundentes quando o assunto é
a reforma sindical. "O governo não fez nada na área trabalhista e sindical
porque prometeu segurança aos empresários e melhorias aos empregados. Garantiu
que faria uma omelete sem quebrar nenhum ovo. Não havia como. Por isso,
"cozinhou" interminavelmente projetos de reformas", diz o advogado trabalhista
João José Sady. "Nada aconteceu, além de muita reunião. A reforma sindical
não saiu do papel e a trabalhista nem foi tocada. Enquanto isso, pequenas e
micro empresas continuam sobrecarregadas com despesas de contratação. O que
contribui para a incidência do trabalho informal", afirma Pastore. O projeto
de reforma sindical foi enviado à Câmara no final de 2004, quando Ricardo
Berzoini era ministro do Trabalho. Em 2005, a crise política abalou a capacidade
de ação do governo, segundo dizem os especialistas, e impediu a realização de
mudanças na estrutura sindical. Na análise de Adalberto Cardoso, diretor do
Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro), apesar de o
governo não ter feito mudanças para fortalecer os sindicatos, conseguiu barrar
projetos, como os do governo FHC, que queria a flexibilização de direitos. "Saiu
de cena a proposta de impor que as negociações entre patrões e empregados se
sobrepusessem à lei, o que poderia implicar perda de direitos históricos, como
férias, 13º salário. O governo Lula voltou a assumir o compromisso de defender e
assegurar o que está na lei."
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 10h27
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Primeiro de maio
CUT é atacada por apoio ao governo petista
DA REPORTAGEM LOCAL
A CUT, maior central
sindical do país, é alvo de críticas de sindicalistas e estudiosos. Eles
consideram que a central está mais distante de suas bandeiras históricas, com a
perda de autonomia em relação ao governo petista. Como prova disso, citam o fato
de o ex-presidente da CUT, Luiz Marinho, ter assumido o cargo de ministro do
Trabalho. Mencionam ainda os elogios da direção da central ao governo do
PT. "Estou satisfeito quando olho o passado e com muita expectativa quanto ao
futuro. A implementação de um projeto de mudança só é possível com Lula",
afirmou João Felício, presidente da CUT. O que a CUT critica é a falta de
crescimento sustentado do país. "O país precisa crescer entre 5% e 6% ao ano
para absorver milhões de jovens que querem entrar no mercado de trabalho. Mas
não há dúvida que esse governo foi bem melhor que o anterior", diz. Para José
Maria de Almeida, presidente do PSTU e um dos dirigentes da Conlutas, entidade
formada por movimentos populares e sindicatos que deixaram a CUT desde 2003, o
sindicalismo passa por uma "profunda" crise. "Essa crise se expressa com a
ausência gritante da CUT nas mobilizações mais importantes do país, como as
contra a corrupção no governo Lula. A central deixou de ser um instrumento de
defesa dos interesses dos trabalhadores quando resolveu se bandear para o
governo. Várias entidades de servidores saíram da central." "A CUT está no
poder e as pessoas acham que isso é o fim do mundo. A central está alinhada ao
seu partido. Mas enfrenta um dilema: defende os trabalhadores e apóia o
governo." Apesar das críticas, Cardoso diz que a CUT não perdeu espaço no
governo Lula. Em 2002, a CUT representava 3.309 entidades. No primeiro ano do
governo Lula, o número aumentou para 3.341. Até março deste ano, chegou a
3.490. "A perda de autonomia pode comprometer a CUT no futuro, mas a central
mantém a hegemonia", diz Arnaldo Mazzei Nogueira, professor da PUC-SP e da USP.
"Reconheço que não conseguimos avançar como oposição. Mas vamos crescer. Desde
2003, registramos 150 sindicatos a mais por ano", diz Paulo Pereira da Silva,
presidente da Força Sindical. Para Nogueira, houve um retrocesso no movimento
sindical. "Em vez de os sindicatos se unirem, se organizarem por ramo de
produção, por exemplo, como defendiam os cutistas e os sindicalistas que estão
hoje no poder, a fragmentação aumentou. O número de sindicatos cresce, mas sem a
devida representatividade. Essa fragmentação propicia o "peleguismo" sindical."
No primeiro ano do governo Lula, 339 novos sindicatos foram registrados no
ministério. Em 2005, o número subiu para 398. O MTE informa que tem de registrar
as entidades, como determina a portaria de 343, de 2000. (CR e
FF)
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 10h25
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Primeiro de maio
14 ex-dirigentes que chegaram ao Executivo e ao Congresso citam o que consideram
avanços na legislação trabalhista
Ex-sindicalistas defendem ação no governo
FÁTIMA FERNANDES CLAUDIA ROLLI DA REPORTAGEM LOCAL
Escutar o trabalhador no "chão de fábrica", criar o Estatuto
do Idoso, antecipar o pagamento de aposentadorias, lutar contra a flexibilização
de leis trabalhistas, fortalecer comissões sindicais de fábricas, facilitar a
execução de políticas para a população de baixa renda e ajudar o trabalhador a
colocar mais dinheiro no bolso. Essa é a lista de alguns dos benefícios que
sindicalistas que chegaram ao poder afirmam já ter proporcionado ao trabalhador.
A Folha procurou 18 ex-dirigentes sindicais que ocupam -ou ocuparam- cargos no
governo Lula ou estão no Congresso Nacional para saber o que de fato
fizeram. Quatro deles -em algumas das funções mais importantes do país- não
quiseram responder a enquete feita pela Folha para detalhar o que já fizeram
pelo trabalhador. O presidente Lula não tinha tempo em sua agenda, segundo
informou sua assessoria. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, o seu chefe de
gabinete, Osvaldo Bargas, e o secretário de Políticas Públicas de Emprego,
Remígio Todeschini, não participaram. Eles disseram que não deveriam ser o foco
da reportagem, mas sim as ações do governo. Nove dos ex-dirigentes que
participaram da enquete afirmaram que atingiram seus objetivos no Executivo ou
no Legislativo desde que saíram de seus sindicatos. O ex-ministro Luiz
Gushiken, hoje chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência -que
figura na lista de 40 denunciados ao STF (Supremo Tribunal Federal) pela
Procuradoria Geral da República nas investigações sobre o mensalão- afirma que
conseguiu agir para favorecer os trabalhadores. Entre os principais projetos
que defendeu, destaca o que concedeu aposentadoria proporcional às mulheres após
25 anos de trabalho -mais tarde, derrubado com a reforma da Previdência. Ao
ser questionado sobre se valeu a pena ter ido para o governo, ele diz: "O clima
de feroz guerra política travada no atual momento limita as avaliações, mas
tenho a certeza de que as conquistas e os avanços do governo Lula serão
amplamente reconhecidos". Ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São
Paulo (CUT), Ricardo Berzoini, que hoje comanda o PT, diz que, entre as
contribuições que deu aos trabalhadores estão a "luta contra a reforma
trabalhista neoliberal do governo anterior" e a "atuação para que o país tivesse
uma legislação de previdência complementar mais moderna e
democrática". Quando ministro do Trabalho, em 2004, diz que participou de um
governo que inverteu a "tendência nefasta do crescimento do desemprego que o
governo FHC deixou". Depois de dois anos e meio no governo, Berzoini deixou a
administração para reorganizar o PT, partido abalado pelas denúncias de
corrupção que culminaram na crise política.
Representantes no
Congresso Paulo Okamotto, amigo do presidente -que foi durante dez anos
diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e hoje é investigado por ter pago
uma dívida de Lula sem ter demonstrado de onde retirou o dinheiro e foi acusado
de fazer caixa dois para o PT (quando era tesoureiro do partido)-, diz ter
atingido "plenamente" seus objetivos. "No Sebrae [ele ocupa o cargo de
presidente], tenho ajudado a fortalecer o apoio aos pequenos
negócios." Ex-ministro de Relações Institucionais, Jaques Wagner, que vai
disputar o governo da Bahia, acredita que o desempenho dos políticos tem de ser
medido pelo trabalho em equipe. "Não acredito em brilhos individuais. Como
equipe, conseguimos adequar a destinação do dinheiro do FAT (Fundo de Amparo ao
Trabalhador), alvo de várias denúncias no passado, e organizar a qualificação
profissional de forma mais eficiente." Pelo menos 44 ex-sindicalistas
passaram pelos vários escalões do Executivo no governo Lula. A representação
sindical dos trabalhadores no Congresso Nacional passou de 44 para 60
parlamentares de 2002 a 2003. "Como a entrada de sindicalistas foi maior [no
governo e no Congresso Nacional], os temas trabalhistas entraram para a agenda
de discussões de forma mais intensa. Agora, dizer se a atuação do Executivo ou
do Legislativo é mais eficiente, é outra discussão", afirma Cristiano Noronha,
analista da consultoria política Arko Advice. Para o deputado Luiz Antonio de
Medeiros (PL-SP), ex-presidente da Força Sindical, o sindicato foi uma
"preparação" para o parlamento. "Aqui, carro de som não conta. O que vale é a
diplomacia, o jogo político." Para o trabalhador, Medeiros diz que ajudou a
negociar as correções do FGTS. Absolvido pela Câmara da acusação de
envolvimento com o escândalo do mensalão, o deputado Professor Luizinho (PT-SP),
que também integra a lista de denunciados da Procuradoria Geral da República,
afirma que "os menos favorecidos estão recebendo uma fatia maior do
bolo". Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), afirma ter atingido seus
objetivos ao deixar a CUT para se tornar deputado federal. "Meu objetivo era ser
um de nós [trabalhadores] no meio deles [patrões e empresários]." "Apresentei
mais de 40 projetos de lei [em benefício do trabalhador]."
Fonte: Folha de S. Paulo
Escrito por www.Romildo.com às 10h24
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Investimentos da Previ
Da coluna Mercado Aberto na Folha de S. Paulo:
CRUZADA A Previ segue na sua cruzada pela instalação de
conselhos fiscais permanentes nas empresas. Mais quatro atenderam à solicitação
do fundo do BB e decidiram instalar os conselhos. São elas: Forjas Taurus, WEG,
Coteminas e Grupo Ipiranga.
Escrito por www.Romildo.com às 10h21
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Sindicalismo
Da coluna do jornalista Elio Gaspari na Folha de S.
Paulo:
De olho na Viúva Em campanha, "nosso guia" diz que
legalizou as centrais sindicais. Falso. Ele abriu o caminho para que a bolsa da
Viúva dê mais dinheiro para sustentar essas organizações. Lula começou sua
carreira defendendo a liberdade sindical. Tendo chegado à chave do cofre,
aprofunda as tungas que herdou. Os sindicalistas brasileiros defendem todas as
liberdades, menos a do trabalhador decidir se deve ou não pagar pela máquina
que, em tese, defende seus interesses.
Escrito por www.Romildo.com às 10h16
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